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Pedro Mendes Arquitectos Jardim de Infância em Alcanena . 2001-2005 O desenvolvimento de um programa de equipamento público exprime as características próprias da sua utilização associada a uma leitura interpretativa de uma vasta herança histórica e simbólica. O Jardim de Infância desenvolve-se em 4 volumes brancos autónomos que se organizam em torno de um pátio central: o recreio infantil. A articulação destes volumes faz-se ao longo de um corredor em L encerrado por grandes planos envidraçados. Deste organigrama que condensa o programa em 730 m2 (área máxima permitida) resultam diferentes espaços exteriores caracterizados por elementos minerais - pavimentos em saibro, terra vegetal - e elementos vegetais - árvores (Amoreiras) e paredes/vedação revestidas por Hera. Os quatro volumes que definem o conjunto edificado são revestidos a reboco pintado de branco. Nas coberturas gravilha de calcário branco e zinco no L que cobre a área de circulação. No interior paredes de estuque branco e pavimentos em auto nivelante de cor azul pombo. Ao longo dos corredores de circulação tecto com a mesma cor do pavimento. O átrio da entrada é assinalado por um conjunto de grandes placas de ardósia negra de Valongo que revestem paredes, chão e tecto, bem como um plano de parede adjacente ao pátio. Sobre estas placas as crianças poderão desenhar e escrever com paus de giz. A solução arquitectónica define-se na resolução de um conjunto de relações volumétricas e espaciais, que se estabelecem entre os vazios e os volumes que estruturam o programa. Propõe-se um edifício encaixado no terreno como prolongamento da rua superior que serve de plataforma/embasamento um volume que se eleva no lado norte da construção. Os volumes propostos assinalam a presença do edifício na cidade estabelecendo a transição de escala para o centro urbano de Alcanena. Agredecemos a colaboração de Pedro Mendes Arquitectos
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Seminário - "Florence: Urban Quality in the Historic Urban Fabric" ISCTE No âmbito da disciplina de Técnicas de Construção do Mestrado em Cidades e Património - História Moderna e Contemporânea, temos o prazer de convidar V. Exas. para o seminário Florence: Urban Quality in the Historic Urban Fabric que terá lugar no ISCTE, sala C202 pelas 18h - 23 Março 2007. O seminário cujo orador será a Prof. Dr. Arch Dimitra Babalis, da Universidade de Florença, promoverá ainda oportunidade para discussão de temas relacionados com a sustentabilidade da forma urbana. A todos deixo em aberto este convite, e agradeço divulgação da acção.
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Olá Ana, O Arquitectura.pt dispõe de algumas informações sobre o acesso superior aos cursos de Arquitectura. Poderás consultar os sites dos diversos cursos de Arquitectura em: http://www.arquitectura.pt/forum/f92/info-cursos-superiores-arquitectura-paisagismo-urbanismo-1580.html Quanto aos diversos cursos, poderás obter mais informações no seguinte fórum: http://www.arquitectura.pt/forum/ensino-superior-info-06-07.html Algumas questões gerais relativas a acesso ao ensino superior são respondidas no Exames.org Caso tenhas alguma dúvida, não hesites em colocar... Abraços :)
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O texto foi arquivado para se poder discutir o projecto em si... e não as opções ou ideologias dos intervenientes da discussão. Quando uma discussão toma um rumo díspar do tema abordado e parte para críticas mais fortes, é moderada e posteriormente arquivada. Abraços
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Já foi feito um convite ao Guy Arnaud da Cunha para que possa divulgar o projecto no âmbito das "Semanas Temáticas de Arquitectura Nacional". Aguardamos a sua resposta ao convite. :)
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O grafismo do Arquitectura.pt está registado?
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Hoje vi um trailer da nova aplicação da Playstation 3 - "Home" ... Um link para o Arquitectura.pt seria simpático... no mínimo... Abraços
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Espero que os intervenientes se concentrem mais nos objectivos do projecto e do autor. Aproveito para deixar uma letra de Reinaldo Ferreira: Abraços
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da arquitectos EUROPAN 8 - PALMELA . 2006 Menção Honrosa Campos Globais O projecto concentra-se ao longo da área de "margem"do aglomerado urbano, Aldeia do Bacelo. As características do terreno, as traseiras "desordenadas" do edificado existente e a intenção de ligar os principais espaços da Aldeia definem o projecto. Propõe-se dois grandes espaços colectivos nas extremidades da área ligados por um percurso pedonal coberto. Este elemento tem um papel fundamental na articulação dos dois espaços colectivos que hoje ressentem de uma ruptura. A área próxima às grutas, na cota natural do terreno, recebe o Centro de Interpretação das grutas e do ambiente que finaliza o conjunto habitacional existente. Na extremidade oposta, próxima da Igreja da Aldeia, numa cota artificial, surge o espaço Multi-Usos que preserva a escala e a grandeza da Igreja valorizando a hierarquia como edifício principal da Aldeia. A conformação dos espaços é feita através de muros perimetrais que ocultam as traseiras das construções existentes. Sobre estes muros apoiam-se coberturas que criam áreas de sombra disponíveis para receber qualquer tipo programas e usos.
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da arquitectos Espaço público e infantário para a área de Prima Porta . 2007 “meno è più 3” – Prima Porta, Roma 1º fase- seleccionado 2º fase - a decorrer A área de intervenção é caracterizada por uma sequência de recintos mono funcionais e introversos: um complexo escolástico, um centro desportivo e o futuro centro comercial. Estruturas fechadas em si mesmas pouco adequadas às exigências do espaço público ao aberto. Este cenário induz-nos a questionar sobre a sua configuração: Como integrar o novo espaço publico com os recintos das estruturas existentes? Que papel e carácter devem ter estes recintos, realizados exclusivamente para delimitar e proteger o seu interior? A proposta serve-se dos recintos das estruturas existentes introduzindo novos elementos ordenadores que se tornam sinais reveladores do novo desenho do espaço aberto. Muros programáticos, virados para o exterior, com diversas estruturas de apoio ao novo espaço publico (quiosques, acessos ao parque de estacionamento, áreas de sombra, etc.). Identificadas formas e limites, o espaço publico constitui-se como uma composição horizontal de referência, composto por uma diversidade de espaços colectivos onde se apoiam todos os elementos programáticos. O projecto é uma reflexão sobre o conceito de espaço público ligado à complexidade das nossas periferias. Um espaço que procura uma identidade e que ao mesmo tempo quer ser plural. arquitectura paisagista:Sofia Pimenta artista:Teresa Figueredo pedagogia:Ana Paula Silva comportamento térmico:Alberto Raimondi Agredecemos a colaboração de da arquitectos
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O simplismo é um vício de raciocínio que consiste em desprezar elementos necessários da solução... A simplicidade é sinónimo de naturalidade... Creio que através da simplicidade se consegue chegar a resultados bastante trabalhados. :)
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Essa história de que os alunos de 18 depois na vida real são maus, poderá confundir-se com um certo ciúme e creio que não foi essa ideia que quiseste transmitir. Repara que por vezes há trabalhos bastante interessantes e que não significam de todo que o aluno tenha andado a "lamber as botas". O acompanhamento nas aulas, o empenho do aluno, o desenvolvimento gradual do projecto, os avanços e recuos, bem como tantas outras coisas, têm um peso considerável no resultado final. Verdade seja dita que a médias de nada servem... A meu ver, as notas são uma ferramenta meramente informativa do ponto de vista dos docentes. Depois há aqueles que se servem da bengala durante todo o curso, afirmando: "Ah, o Gaudi também só tirava 10..." B) Abraços B)
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Para limpar as passwords no IExplorer > Ferramentas > Opções de Internet > Conteúdo > Conclusão Automática > Botão "Limpar Palavras-Passe". :)
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Ola Bruno, Bem vindo ao Arquitectura.pt :)
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Ola, Antes de mais, bem vindo ao Arquitectura.pt. Espero que participes nos debates e discussões e também na apresentação de novos temas. Abraços :)
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Calheta, Madeira | Centro Das Artes - Casa Das Mudas | Paulo David
3CPO replied to danielc's topic in Arquitectura
Centro das Artes - Casa Das Mudas _ Paulo David Calheta, Madeira - 2001.2004 Place the Arts Centre Is a Landscape Mark, Placed Strategically on the Top of the Cliff That Abruptly Terminates over the Atlantic Ocean. Calheta Is a District With Large Extension, Located on the West Coastline of the Island. It Is Situated in the Middle of the Deepest Point of a Valley and Surrounded by High Mountains. Concept the Original Concept Aimed at the Mountain’s Resetting, a Concept Where the Building Would Act Merely As a Topographic Mark. the Final Outcome Is a Large Set of Sculpted Volumes, Formed by an Abstract Geometry Where in the End the Intervention Is Brought out, Blending the Merging With Nature. the Relationship Between the Old House, Casa Das Mudas, With Its Surroundings, Formed by Land-Steps, a Typical Agricultural Solution of Madeira, Brought out a Humanized Landscape, One That Was Meant to Be Recreated by the Project, As a Reminder of What the Traditional Madeira Rural Landscape Used to Look Like. the Solution Arrived by Resetting the Mountain Levels, Through a Large Complex Top-Platform That Opposes the Different Floor Topographic Adaptations. Corpo the Core Is Developed Through a North-South Longitudinal Axis, and It’s Extensions Match the Topographic Construction Limits. This Buried and Sculpted Core Promotes an Underground Experience; the Outer Spaces, Subtracted from the Original Conceptual Core Are Characterized by the Texture and Colour of Their Pavements, Which Reflect the Particular Island’s Skylight. Funcional Structure the Main Access Is Made Through a Large Ramp That Leads to a Squared-Pivot Patio, from Which All the Existing Programme Functions Are Distributed Independently, at the Top Level, but All Connected in the Lower Floors. This Fragmented Functional Distribution, Which Aimed at a Better Independent Management of Each Module Within the Building Complex, Allowed for a More Flexible Display of Paths Running Through the Exhibition Areas. Exhibition Areas These Are Divided in Three Proportional Altimetric Opposite Spaces, Spread by Two Different Storeys. Store / Bookshop This Room Have Direct Contact to the Main Patio, and Also Works Independently from the Arts Centre; It’s Strategically Placed, Not Only in the Beginning but Also at the End of the Exhibition Paths. Workshop Rooms These Are Physically Connected to the Exhibition Rooms, Meaning the Possibility of Use for Interactive and Pedagogic Activities That May Be Developed in Future by the Art Centre. Library the Library Is Divided in Three Open Storeys, Also Developed As “Land-Steps”: Traditional Reading Rooms, Multimedia Compartments, Backup Rooms, Book Deposit Area and Newspaper and Magazine Room, Can Be Found Spread in These Steps; the Roof-Top Access Is the Final Stop, As the Centre’s “Belvedere”. Auditorium the Auditorium Holds 238 Seated Places, and Is Meant for Multiple Purposes, Such As Contemporary Dance, Theatre, Concerts and Conferences, With Facilities and Proper Equipment for Movie Display, Video and Simultaneous Interpretation. the Dressing Rooms Are Located at a Lower Stage. the Preparation Areas for Scenography and Arts Are Located Near the Main Cargo Access. Restaurant the Restaurant Is Located in One of the Complex’s Turning Point, and As All of the Other Functions in the Centre, It Works Autonomously, and Has Public Free Access. It’s Fitted With 48 Inner Places, Plus Another 48 Spread over an Esplanade, With a View to the Ocean and to the Calheta’s Downtown. Administrative Services the Administrative Services Are Located in the Old House Casa Das Mudas on It’s Upper Floor. a Stairwell Access Was Created to Access the Underground Parking Lot and the Main Patio. Materials the Centre Was Built in Black Basalt Stone, As an Approach to the Volcanic Landscape’s Nature. Being a Local and Profuse Material, Its Colour and Texture Brings Continuity and Support to the Building’s Merging in the Landscape, Thus Enhancing the Value of the Landscape and Its Nature. Fotografias: Fotografias de: Fernando Guerra / FG+SG - últimas reportagens | recent work Desenhos Técnicos: Fonte: EuropaConcorsi Mais informações em: FG+SG - Ultimas Reportagens [a barriga de um arquitecto] Centro Das Artes / Casa Das Mudas Casa das Mudas - Galeria Fotográfica de Ana Luzia Rapouso Habitar Portugal - 2003>2005 - Casa das Mudas hARDbLOG - A natureza das Coisas O Arrumário - Um diamante atlântico :) -
Novo Atelier adicionado: ADOC - ADOC . ARQUITECTURA DESIGN ORDENAMENTO CONSULTORES :)
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Casa Portuguesa _ S'A Arquitectos Lisboa, Portugal, 2005 A história repete-se. Para cada acção existe uma reacção, ocasionalmente uma resposta rápida, a maioria das vezes excessivamente demorada. E esta é a nossa situação actual. Vivemos de outro modo mas habitamos do mesmo. Continuamos a assentar o nosso conceito de construção num modelo neo-burguês que, comprovadamente, se encontra ultrapassado. Que procuramos? Ninguém sabe ao certo, pois dificilmente encontraremos uma resposta única e universal. Cada ponto de partida leva a um diferente ponto de chegada, o que torna a heterogeneidade um dos factores mais importantes da criação contemporânea. A sociedade procura novos modelos, novas referências que tenham a capacidade de nos fazer sonhar com um futuro melhor. Uma viragem em direcção ao igualitarismo e um regresso à informalização como contra-tendência social. De que modo a casa pode ser o espelho desta nova alma? Procurando um entendimento desta nova condição como ponto de partida para a concepção espacial da "nova casa". "É uma Casa Portuguesa? com certeza…" Carlos Sant’Ana e Isabella Rusconi com Inês Melo e Ricardo Sousa Mais informação em: SA50 Casa Portuguesa, Lisboa, Portugal, 2005 :)
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OASRN - Ordem dos Arquitectos _ Porto ADOC _ 2006 Se por um lado o valor patrimonial que o conjunto edificado apresenta, numa altura em que se encontra em fase de classificação por parte do IPPAR, representa um factor determinante no que diz respeito à opção de fundo a tomar, por outro as necessidades próprias que a estrutura deste novo equipamento possui, pressupõem uma alteração profunda ao nível da organização interior dos edifícios. A manutenção e adaptação das estruturas edificadas, que apresentam nitidamente um mau estado de conservação pode, neste caso, não ser a melhor alternativa a adoptar para a intervenção que se pretende. Ela determina obrigatoriamente a criação de um novo sistema organizacional e de áreas mínimas a cumprir, para albergar todas as novas unidades espaciais que se consideram as essenciais para o seu pleno funcionamento. No fundo o que se questiona à partida, mesmo antes de uma tomada de decisão concreta em relação à melhor política a adoptar para a intervenção, é a adequabilidade que estas construções têm para albergar novos espaços com problemáticas muito específicas. A estrutura existente, no que diz respeito à organização funcional dos edifícios, não deve constranger os níveis de exigência que a proposta apresenta. Segundo o Regulamento do Plano Director Municipal da Cidade do Porto “as intervenções a levar a efeito deverão ter como regra a conservação dos mesmos…”, e prevê algumas situações em que a demolição é admissível. Contudo aquilo que parece importante manter é a coerência urbana existente, na maior parte da extensão da rua, e não apenas reconstruir as estruturas actuais, nomeadamente quando se propõe uma total alteração dos usos das mesmas. Deste modo, propõe-se a demolição quase integral dos dois edifícios, preservando apenas a fachada principal do edifício da direita. Esta excepção remete-nos imediatamente para uma acção projectual, específica para este edifício, mais contida, que pretende manter a memória do lugar e estabelecer uma relação com a imagem urbana existente na rua. Esta opção abre espaço para que, agregada a esta construção, possa surgir uma nova linguagem, capaz de ser um pólo dinamizador que se pretende neste equipamento, dadas as intenções de maior nível de representação e desenvolvimento por parte da Ordem dos Arquitectos (O.A.). As fachadas dos dois edifícios propostos acabam por funcionar como elementos que regram a composição da própria rua, revelando que o nível de intervenção tal como os usos em cada um deles é assumidamente diferente. O edifício de carácter administrativo é o que apresenta uma maior referenciação urbana, assegurando a simetria com o edifício que lhe é contíguo e acolhendo todos os serviços que apresentam um carácter mais interno. O edifício de carácter público que alberga a biblioteca surge como um elemento que se destaca do conjunto pela forma e materialidade que lhe são conferidas. O facto de os edifícios contíguos ao lote onde se intervém possuírem cérceas e empenas diferentes pode, de uma forma coerente e em conformidade com o número 2 do Artigo 11º do Regulamento do Plano Director Municipal do Porto, possibilitar acrescentos volumétricos necessários para o cumprimento integral do programa. O edifício da esquerda ganha, assim, um piso, alinhando-se com o edifício do lado e reforçando a pausa entre ele e o edifício da direita. Esta procura de coerências volumétricas, que constroem a cidade, volta a estar presente no desenho das fachadas que dão para o pátio. Os edifícios ganham novas planimetrias que os agarram aos edifícios confinantes, também neste espaço. No edifício público o plano da fachada do pátio encontra o alinhamento do edifício confinante e no outro é a “alheta” que assume esse papel. É sobre esta matriz que se constrói esta peça que propõe enfatizar a tensão gerada pelo posicionamento dos edifícios, um em relação ao outro. Esta intenção traduz-se numa superfície empenada de aparente complexidade geométrica que permite a não existência de vãos numa estrutura que se pretende sólida e não referenciada. É também o programa que se propõe para este edifício que justifica esta abordagem. A luz que reflecte neste “plano” constrói o espaço da biblioteca e imprime-lhe o carácter e a personalidade que se pretende. Esta intervenção acaba por adquirir também um papel preponderante na caracterização do corredor exterior. Este espaço que numa primeira abordagem era apenas um intervalo entre dois edifícios, ganha um carácter capaz de o assumir como elemento de coesão que os torna num só. É importante também referir a escolha pela total substituição das construções anexas, no pátio. A razão desta opção prende-se exactamente com o facto de, neste momento, não apresentarem a coerência construtiva necessária para se tornarem parte integrante do conjunto. Havia que aglutinar as construções que aí tivessem lugar, nesta ideia de todo. Contudo, qualquer “edifício” que se construísse no pátio iria retirar a este espaço o vazio de que necessita. Daí a proposta de um espaço exterior em anfiteatro que constrói a sala polivalente e a cafetaria. Fonte: EuropaConcorsi :)
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SIL _ Lisboa ADOC _ 2006 Na área de intervenção lê-se um espaço sobrante, resultante da confluência de várias intervenções urbanas, distantes no tempo e na sua conceptualidade. Como espaço sobrante é confinado por elementos urbanísticos consolidados, não necessariamente regrados, mas que transformam esta parcela numa espécie de ‘ilha’. Esta ausência de sinais tornou importante a criação de uma ‘paisagem’ própria que suportasse a acção da colagem e da continuidade. A proposta centra-se na reinvenção de um percurso existente dando-lhe sentido e urbanidade. A alameda central assume esse lugar, desmultiplicando a diferença de cota entre a Rua Conselheiro Lopo Vaz e a Avenida Recíproca, o que possibilita a existência de ‘rua’, edificado, usos, jardim e sobretudo pessoas. Assim, a alameda induz um percurso aparentemente labiríntico e ramificado que procura uma complexidade que se pretende dinamizadora desta nova unidade urbana, e capaz de criar sinergias entre as várias valências. Em alternativa a este percurso é criada uma escadaria, que conduz ao parque público na cobertura das construções que definem a alameda e que alberga o comércio de conveniência, desenhando o embasamento. O embasamento, além de aglutinar as áreas de comércio e serviços, revela-se como o elemento de suporte urbanístico e o alicerce visual dos volumes que resolvem grande parte do programa habitacional da proposta. Desta maneira, pretende-se que o embasamento seja uma peça com gravidade, evitando fragilidades formais, cujo desenho revele a sua tectónica – um grande monólito de pedra é rasgado por finas fenestrações e colectores solares. É ainda prevista uma pequena percentagem de uso habitacional destinada a residências de estudantes e a um sector mais económico. A nova urbanidade que esta intervenção pode proporcionar não se encerra apenas no seu desenho, mas num conjunto de intenções que passam também pela distribuição dos diferentes usos que compõem o projecto. Deste modo a abertura de novos espaços complementares da Rua Conselheiro Lopo Vaz, com vivências distintas, contribuem de certo para uma melhoria das condições psicossociais da envolvente. Os edifícios habitacionais criam uma regra urbana capaz de promover novas actuações na frente norte da Rua Conselheiro Lopo Vaz e de constituir simultaneamente a frente e o remate da rua, já que, o limite a nascente é a linha ferroviária. A tentativa de que as pessoas se relacionem entre si de uma forma mais próxima e para que habitem este espaço como comunidade da grande ‘urbe’, gera a forma escultórica dos edifícios de habitação. A ideia de ampliar a relação de vizinhança, potenciadora de uma melhor harmonia social, sem a restringir ao residente mais próximo, constrói estas formas de lógica aparentemente aleatória. Ao invés do embasamento, aqui os recortes são francos, com vista ao aproveitamento da luz e do clima característicos da cidade. A orgânica dos edifícios assenta na criação de dois módulos tipológicos, um destinado a habitações do tipo T1 e T2, e outro destinado a habitações do tipo T3 a T5. Os edifícios ‘A’ e ‘B’ são compostos por um módulo de cada, o edifício ‘C’ é composto por dois módulos maiores, e o edifício ‘D’ por dois menores, sendo que o módulo menor estará sempre do lado da Rua Conselheiro Lopo Vaz. O modelo de habitação proposto procura devolver a dimensão familiar da ‘casa’. A recuperação da zona social como elemento regrante de toda a estrutura espacial e a criação de novos espaços de reflexão são as bases desta solução. O ‘bairro’ surge como a tipologia urbana de referência, a união dos usos como elo de dinamismo e o azulejo como a imagem agregada. Uso Habitacional nos Edifícios ‘A’, ‘B’, ‘C’ e ‘D’ 27.000m2 (aprox. 60%) Uso Habitacional no Embasamento 5.500m2 (aprox. 12,5%) Uso Comercial no Embasamento 5.500m2 (aprox. 12,5%) Uso Terciário e Indústria compatível no Embasamento 6.750m2 (aprox. 15%) Fotografias: Fonte: EuropaConcorsi :)
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Anexo para Trator _ a.s* _ Atelier de Santos Tomar _ 1998-2000 The House of the Tractor is a small agricultural warehouse built from a regular armed concrete witch walls have been made by grey cement brick. The lower level is totally open towards the street helping the agricultural material storage, being the mezzanine used for keeping the harvests. To enable the natural ventilation of the space the south wall it’s made with massive adobe brick, set in a non-compact way, to allow the existence of small sun rectangles that provides a singular interior sun light exposure. The house doesn’t have any kind of finishing treatment. Fotografias: Fotografias: Sérgio Mah - a.s* atelier de santos Fonte: EuropaConcorsi :)
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Casa em Azeitão Atelier Central Arquitectos . 2003-2005 Architect Miguel Beleza, operating at Atelier Central (Lisbon, Portugal), has designed a concrete house for Quinta dos Foios, in Azeitão (Lisbon, Portugal). Apparently opaque, the house is yet ruled by a strong, unexpected interior/exterior contrast. Conceiving a house ― a program The very first concern is simple and natural: a house that looks like a house. Basic shapes. Concrete as the main material. Time as an ally. By analogy, emulation and filtration, the elements emerge: roof, windows, chimney, porch, balcony, railings. Apparent opacity. Strong, unexpected interior/exterior contrast. Acceptance of the effects of exposed materials: oxidation, erosion, wet/dry contrast. The project was accomplished in a plot of ground in Vila Nogueira de Azeitão, a small town on the south bank of Tagus river. The family expected a house with a view over the nearby Arrábida ridge, shut off towards the immediate environment. A concrete, monolithic bulk covered with a zinc roof is interspersed with spans which result from the interior severity. On the ground level, the interior recedes at the south and west façades, creating an interior/exterior transition space. Receding glass-windows are protected by large corten steal panels. The stairway leading to the upper floors acts as a distributing element, occupying the entire north façade. The house has a four-level organization: basement with garage/workshop; ground-floor with a living room and kitchen; first floor with four bedrooms and a wide area for study/leisure and a locker room; second floor/attic for a music room/library. The white walls, Riga wood, tiles and softened stone of the interior contrast with the concrete, iron and the rough-cut stone of the exterior. Fotografias: http://img101.imageshack.us/img101/8967/296100910559211sm5.th.jpg Fotografias de: Fernando Guerra / FG+SG - últimas reportagens | recent work Fonte: EuropaConcorsi :)
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Jardim de Infância _ Atelier Central Arquitectos Estoril, Bicesse - 2003-2005 The site is located in a promontory with two different and interesting views, one towards the sea and other facing Sintra´s mountains/hills. The idea was to use/incorporate important references from children’s imaginary world. The building was designed using pure and regular volumes/shapes, either opaque or transparent, with some cylindrical skylights cutting through the ceiling. They represent “Lego” parts, grouped and disposed throughout a longitudinal distribution corridor that symbolizes the children’s progression in the kindergarten. They start in the nursery, in the most protected area, and finish, when they are five years old, in the 2nd Park, next to the entrance or exit. Being the structural axis of the building, this corridor stands as the frontier or border between the children’s rooms and the administrative and service areas. Its construction in translucent glass enhances this role - it is the main source of light to the interior, during the day, and it will be a huge box of light to the exterior, during the night. The kindergarten’s programme established several functional areas that were organised or congregated in three main sections conceived as different volumes disposed along this corridor. The Administrative volume, (administration room, meeting room, restroom, and doctors consultation room) was placed near the access, with a huge window to the exterior entrance. The Services volume (kitchen, employee’s dressing rooms and toilets, pantry, laundry) was placed at the end, far from the entrance, with a service door to deliver the goods. The Children’s volume (children’s rooms, children’s toilets, children’s box rooms) was placed all the way throughout the corridor. The access to each room is emphasized by small recessed halls. A surrounding wall confines two different leisure areas: The first one is a patio/yard orientated and opened to the north, located next to the refectory, with a beautiful perspective over Sintra’s mountains. It is more enclosed and relaxed with a cork-oak tree in the center, a water mirror slightly agitated by a slate fountain and a steel pergola filtering the light to the interior. The second one, facing south, near the children’s rooms, serves as the recreational area and has a beautiful sea view. A four meter shed protects the children’s rooms large windows from direct insulation and will also allow children to play outside protected from the sun and rain. Built in a steep angle, its shape allows a clear view to the sky, reducing its presence from the interior. Fotografias: Fotografias de: Fernando Guerra / FG+SG - últimas reportagens | recent work Fonte: EuropaConcorsi :)
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Centro Regional de Sangue do Porto _ ARX Portugal Porto _ 2002 - 2004 The Oporto Blood Bank is built to support all activities of regional blood collection and analysis as well as its partition in 3 components (erythrocytes, plasma and platelets). These components are later to be distributed to hospitals and pharmaceutical industries. This typology is new and hardly tested. It has a great complexity due to permanent risk of blood contamination. Continuous scientific and technological developments force permanent alterations. It is therefore a building with an unstable interior, wich will undergo frequent metamorphosis throughout its life. The building program is a linear sequential process (of blood disassembly). It suggests to be more adequate a low and fluid construction rather than a high building, as pointed out by the neighboring housing buildings (5 and 6 levels). The building is located on a detached plot from de old Covelo Farm. It is an irregular polygon in the heart of a city block, communicating with the street in two different roads (Bolama str. and Visconde de Setúbal str.). The environment is chaotic, built from backyards of the nearly 20 surrounding plots. The building-as-line runs through the polygon ́s different directions searching its geometry. Along its apparent motion, it comes to stability as different segments of variable conditions: thick and sitting on the ground, floating and thin. The extremities touch the streets gently: the building is lifted on Bolama str. announcing the main (public) entrance’s obvious permeability, peeking over the Covelo Park wall across the street; on the opposite end (Visc. Setubal str.) it becomes a technical arch (service entrance) cutting through the renovated granite wall of the old farm. The building varies between a dominating systematic matrix of a technological nature and sparse subjectivities, as spontaneous reactions to the site. In its construction the Blood Bank is layered in different raw materials: local granite touching the ground, galvanized steel for the skin, industrial glass for the windows, roof zinc and plywood. There is no fixed relationship between the content and the container: on the exterior the vertical variation of the window mullions reveals its autonomy from a particular interior layout. Inside materials are always the same, to promote easiness for layout alterations. Natural light is homogeneous and filtered (as required for labs), through strips of industrial glass (murolux) that capture and spreads sunlight from east and west. Inside the plot, the views towards the surroundings are cutout through long and narrow windows, transforming the chaotic environment into abstract views out of context. The stone garden (granite block and gravel and asphalt) is separated from the perimeter of the plot, creating a gap of romantic decay for climber plants. Overlaying the gray background, the new flora (trees, bushes and climbers) will be purple in the fall, in affinity with the programmatic universe of the building. Fotografias: Fotografias de: Fernando Guerra / FG+SG - últimas reportagens | recent work Desenho Técnico: Fonte: EuropaConcorsi :)
