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Bernardo Pizarro Miranda, Arquitectura Lda Reconversão de um conjunto habitacional . Tinalhas, Castelo Branco . 2002-2007 A casa mãe, uma construção de três pisos, de carácter mais erudito manifesto na sua organização e distribuição espacial a par do carácter urbano da sua fachada noroeste, foi sujeita no passado a uma ampliação que visou no essencial a construção de mais um espaço no 1º piso, articulando de forma definitiva a casa mãe com um volume a sul, uma construção em alvenaria de pedra contendo várias dependências de apoio ao funcionamento do conjunto. A norte, referimos a existência de três pequenas construções, autonomizadas matricialmente e geminadas à casa principal. Agregadas funcionalmente às demais construções estas pequenas edificações de dois pisos, manifestam na sua escala, tipologia e carácter das suas fachadas a identidade de um contexto mais rural. O conjunto resultante desta geminação no tempo, de diferentes construções, de carácter e tipologias diferenciadas, delimita a poente uma área de logradouro. O jardim, um espaço contido, de onde se releva a presença de uma Tília, constitui por oposição ao carácter mais urbano do conjunto a nascente, uma área de grande recato e intimidade que se entende preservar e potenciar, espaço de encontro e vivência das várias construções que o marginam. O programa de reabilitação do conjunto em presença estrutura-se em torno de duas estratégias paralelas: A reabilitação e restauro da casa principal e a remodelação das demais construções visando a sua autonomização funcional. Propôs-se a reorganização integral do interior destes espaços, centrada na adopção de tipologias que permitem mediante a concentração em núcleos das áreas de serviço e comunicações verticais, a libertação e valorização dos espaços de maior permanência, onde se procura a luz e o contacto com o exterior. Agredecemos a colaboração de bpm arquitectura
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Bernardo Pizarro Miranda, Arquitectura Lda Europan 7 . Montijo 1º prémio . 2003 A reconstituição da margem naturalizada constitui uma aposta fundamental, propiciando o contacto entre espaço urbano consolidado e estuário, mediante o estabelecimento de um percurso ao longo da margem - pedonal e ciclável - palafítico, na sua construtividade, de apenas pousado e em profunda comunhão com a tranquilidade do sapal. A fragmentação física dos conjuntos arquitectónicos propostos, propicia a íntima permeabilidade entre rua e sapal; no imediatismo dos traçados, dos percursos de contacto, das ligações aos pátios, regrando fluxos e utilizações diversas. Ao trabalho de reconfiguração da margem, responderão as marés com a deposição de sementes transportadas desde os sapais a montante, permitindo uma gradual consolidação do revestimento. A construção de um parque verde linear, baseado no cozimento de espaços residuais actualmente desconexos e, sobretudo, na integração do canal ferroviário, permite dar continuidade à estrutura verde municipal, estabelecendo áreas de utilização activa, caracterizadas, que completam a oferta de espaço exterior público, complementar ao anteriormente enunciado. O conjunto de pátios propostos, espaços de encontro e troca, legitimam-se numa dimensão mais vasta, enquanto espaços intensos e marcos de um percurso alternativo à rua que os referencia. À lógica de um percurso pedonal e palafítico, próprio de uma margem renaturalizada, adiciona-se agora um percurso alternativo, por entre pátios urbanos, e através deles até à rua recriada. Intui-se uma nova morfologia, regeneradora da Rua da Bela Vista, espinha estruturante do projecto, mediante a tensão entre a implantação fragmentada dos novos conjuntos urbanos e o edificado existente, volumétrica e tipologicamente diferenciado, consubstanciada no desenho de canais, praças, largos, ruelas e travessas. Agredecemos a colaboração de bpm arquitectura
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Bernardo Pizarro Miranda, Arquitectura Lda Ermida do Cristo do Silêncio . Palmela . 2005 Do programa preliminar proposto, relevamos a vontade de adaptação de um posto de transformação de energia, desactivado, a um espaço de contemplação e silêncio, aberto à comunidade local e de apoio à dinâmica pastoral da comunidade religiosa que o integra. Um volume paralelipipédico com 25 m2 de área e uma altura interior de 4 m, constitui o suporte e oportunidade de regeneração de um espaço desvitalizado. Procurou-se a forma envolvente e unificada em torno do altar restituindo tangibilidade às reformas profundas do Concilio do Vaticano II. Propôs-se a reorganização espacial interior da primitiva área técnica, filtrando a luz exterior e revestindo as paredes de branco… Um banco em madeira de riga abraça o espaço, convocando a identidade de uma comunidade reunida em torno de um altar. No exterior, uma estrutura metálica de ferro e arame zincado conduzirá o revestimento final em planta trepadeira caduca, recaracterizando o volume primitivo. O revestimento final exterior em vinha virgem, procura no ciclo das estações e na metáfora bíblica do "Vinhateiro" a dimensão universal da Igreja. Agredecemos a colaboração de bpm arquitectura
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Bernardo Pizarro Miranda, Arquitectura Lda Loja do Ocenário . Lisboa . 2004-2006 O projecto de remodelação da Loja do Oceanário de Lisboa visou responder à vontade de dinamizar e integrar um conjunto de espaços complementares no circuito expositivo do Oceanário de Lisboa. Dos princípios, regras e conceitos que nortearam o projecto, releva-se: - A integração do espaço da loja no circuito de visita da exposição do Oceanário, mediante a redefinição do percurso de entrada e saída, ao qual se propõe adoçar uma área de cafetaria. - A vinculação do ambiente e caracterização do Oceanário aos novos espaços, de forma a potenciar a percepção de um percurso expositivo integrado, que culmina na área da loja. - Proposta de um novo volume, interior, contendo os novos espaços da loja, suporte de comunicação exterior, procurando-se a associação temática e comunicacional com o Oceanário. - Definição de duas áreas temáticas complementares, interligadas no espaço da loja. A primeira, de carácter mais didáctico e a segunda, centrada na venda de produtos vários, procurando a organização por categorias em função da sua importância estratégica, temática e económica. - Localização no perímetro da loja de módulos expositores, potenciando a capacidade de exposição e stock, de forma a garantir uma circulação equilibrada através da loja. - Redefinição de circuitos dos visitantes, mediante a proposta de relocalização da entrada e saída da loja e a autonomização do volume da venda de bilhetes. Agredecemos a colaboração de bpm arquitectura
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Bernardo Pizarro Miranda, Arquitectura Lda Casa Unifamiliar em Aveiras . 1996-1999 Localizado a norte de Aveiras de Baixo, na encosta norte de Vale do Paraíso, o terreno está inserido numa área de valor paisagístico, caracterizada por um coberto vegetal onde predominam Sobreiros e Pinheiros. A casa, implantada num terreno de pendente acentuada, organiza-se em torno de um eixo longitudinal com orientação próxima das curvas de nível, dispondo de uma exposição dominante a su-sudoeste, sobre o vale. Um muro de suporte gera áreas exteriores diferenciadas. Um espaço contido abriga a entrada, uma plataforma a sul confronta o vale, um pátio a norte procura a intimidade. A entrada, a noroeste, é pontuada por um sobreiro e aberta sobre o Vale. Procurou-se o branco e a pureza da aresta, a par da cor e textura da tijoleira artesanal, em pavimentos. Agredecemos a colaboração de bpm arquitectura
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Concurso para Bolseiros - Universidade Júnior Até 13 de Abril No âmbito da 3.ª edição da Universidade Júnior, encontra-se em aberto, entre 26 de Março e 13 de Abril, o concurso para atribuição de bolsas para monitorização das actividades dos Cursos de Verão U.Jr, promovidos pela Universidade do Porto. Estas bolsas destinam-se a recém-licenciados ou a alunos dos últimos anos de licenciaturas e de mestrados da U.Porto, que tenham disponibilidade total durante o mês de Julho. A bolsa incluiu uma formação pedagógica de monitores, com a duração entre 6 e 10 horas, a decorrer durante mês de Junho na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, e um estágio, com a duração entre 1 a 4 semanas do mês de Julho. As bolsas serão atribuídas de acordo com as inscrições nos Cursos de Verão, sendo que a cada semana de bolsa corresponde a remuneração de 187,50 euros (incluindo almoço e lanche) e o horário de trabalho é desde as 8h45m até às 17h45m. Mais informações sobre Candidaturas no site da Universidade Júnior Faculdade de Arquitectura - Verão em Projecto - Faz de Conta Faz de Conta Fonte: FAUP
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[Conferência] Siza encerra exposição Alta Entre Vistas
3CPO replied to nucleor_mm's topic in Arquitectura
Álvaro Siza encerra Exposição Alta Entre Vistas 4 de Abril, 18h00, Sala Plana Álvaro Siza vai encerrar a exposição Alta Entre Vistas, patente na área de exposições da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto desde 22 de Janeiro, com uma conferência sobre o projecto de construção da Biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Esta exposição, organizada pelo Gabinete de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial da UNESCO, trouxe à FAUP Fernando Marques, Vítor Mestre, João Mendes Ribeiro e Gonçalo Byrne que apresentaram projectos de conservação, restauro e reabilitação de edifícios históricos e espaços públicos, bem como novas construções, no alto da cidade de Coimbra. PS: A colocação de novos eventos requer a especifícação de detalhes, tal como a data, hora e local, bem como uma pequena descrição (sempre que possível). De preferência com alguma entecedencia do evento. :) -
Gehry wins in Hove, but protesters vow to fight on
3CPO replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
Atenção a esse tipo de afirmações... Não se trata de uma questão de gosto... O trabalho do Gehry é reconhecido internacionalmente e até ganhou o Pritzker, deixo alguns comentários do juri desse prémio: Citation from the Pritzker Jury :) -
Gehry wins in Hove, but protesters vow to fight on
3CPO replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
As rupturas formais e pictóricas nunca foram aceites pelas sociedades que as viram nascer: Kazimir Malevitch O "Quadro negro sobre fundo branco" constituiu uma ruptura radical com a arte da época. Expresionismo Os principais precursores do movimento Expressionista foram Vincent van Gogh e Edvard Munch, tal a dramaticidade de suas obras, a importância (e, em certo sentido, a independência) da cor. Ambas as obras propõem uma ruptura formal e ideológica com a Academia e com o Impressionismo. VS :) -
Aqui fica mais uma para a posterioridade:
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[Evento] Iniciação à Arquitectura - UAL: 03-04-07 09:30 - 05-04-07 18:00
3CPO replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Mais um evento com um preço absurdo... -
Se tirar média de 16 e no exame tiver 200, fica com 180,00. Este ano a nota do último colocado foi 181,00... É melhor jogar pelo seguro e entrar à vontade... ;)
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Quéops foi construída a partir do interior Segundo a nova teoria, terão bastado quatro mil trabalhadores para erguer as pirâmides, construídas há mais de 4500 anos Fonte: Jornal de Notícias
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Illinois Time Zone: GMT-6 :)
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A matemática dá-te um empurrão forte para Estática e Estruturas... :)
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Olá, espero que reformules a tua pergunta: "Quais as diferenças curriculares entre a FAUTL e a FAUP..." Qual é que é melhor, "Bife com batatas" ou "Bife com arroz" ? :)
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Vou deixar alguns exemplos que demonstram muito bem essa 4ª dimensão: De Schalk - Abandonado desde 2003, será demolido em 2007. Castle Mesen É brutal a forma como o tempo molda os edíficios...
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Uma súbita tosse valente, daquelas bem profundas, leva muita gente a apagar o belo do cigarro. E depois há outra hipótese: "Ah, desculpe... é que eu sofro de asma, e isso ataca-me imenso, será que não se importava de..." :)
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Cannatà & Fernandes Forum Empresarial do Tecnopolo do Vale do Tejo, Abrantes - 2005 Este projecto é o resultado de um convite efectuado pela ABRANPOLIS Empresa de Desenvolvimento, EM. A análise do programa preliminar constituiu a primeira reflexão sobre os conteúdos do projecto no âmbito de uma avaliação geral da tipologia de obra. Depois da primeira fase de entendimento da temática, e posteriormente à visita ao lugar do projecto e ao reconhecimento do contexto geográfico, foram verificados os dados do programa na sua relação específica com o lugar. O programa pedia a readaptação de um armazém da antiga fábrica actualmente em desuso, com a inserção um centro de exposições constituído, por áreas de serviço, duas salas de exposições, uma com 3000 m² e a mais pequena com 400 m², e um centro de congressos composto de gestão do fórum, bar/cafetaria, restaurante, duas salas de reuniões, biblioteca e de um auditório para 250 pessoas. O custo de construção é de 4.500 000.00euros. Em termos específicos, o “lugar” como material de projecto serviu para construir uma ideia de arquitectura representativa daquela função pública e pedagógica do futuro edifício. Neste sentido a especial atenção às condições existentes, nomeadamente a sua relação com as outras partes edificadas, constituíram as primeiras condições de referência para o início do estudo do projecto. Os critérios de projecto desta primeira fase, foram: - Estabelecer os valores das preexistências; - Verificar a compatibilidade entre programa e potencialidade do lote; - Testar soluções em termos de organização funcional; - Realizar configurações espaciais de fácil identificação e orientação na sua utilização pelos utentes internos e pelo público em geral; - Propor, através da arquitectura, uma imagem claramente identificável no âmbito do Pólo com capacidade de assinalar no território uma nova centralidade. Tais objectivos foram concretizados através de um constante trabalho interdisciplinar entre os vários especialistas que compõem a equipa de projecto. Depois de varias hipóteses foram elaboradas 4 soluções para edifício do Fórum Empresarial de Abrantes, sendo a proposta úmero quatro aquela que representa a solução óptima. Das quatro soluções é possíveis sintetizar: Proposta nº 1 – A solução propõe a reabilitação integral do edifício preexistente. Esta Solução prevê a inserção de todas as infra-estruturas necessárias ao bom funcionamento do novo equipamento e na opinião da equipa projectista, dá uma resposta deficitária ao programa pedido, uma vez que os corpos preexistentes estão separados e por consequência apresentam muitos espaços exteriores perdidos, de difícil integração na nova estrutura funcional. O cliente concordou com a equipa projectista. Proposta nº2 – A solução propõe a preservação do corpo menor do conjunto preexistente para reestruturação e aplicação do novo programa e a demolição integral do corpo maior do conjunto e construção de um corpo novo em substituição deste com a função de nave de exposições, centro de congressos e áreas administrativas. O corpo antigo restaurado seria destinado a restaurante bar e zona expositiva. A equipa projectista informou que esta solução, apesar de ser correcta porque respeita o valor arquitectónico de alguns elementos de ferro, reduz o espaço de construção, uma vez que é necessário para preservar o carácter da preexistência, criar um espaço de praceta/átrio entre os corpos novo e antigo. O dono da obra concordou com a equipa projectista. Proposta nº3 – A solução propõe a inserção do corpo menor do conjunto preexistente no interior de um corpo novo. A equipa projectista informou que esta solução, para obter um espaço envolvente ao volume preexistente aumenta a área de intervenção sem que com isso a nova intervenção seja valorizada em termos de área expositiva, o que, necessariamente torna esta solução pouco eficiente em termos funcionais. Proposta nº4 – A solução propõe a demolição total da preexistência e a construção de edifício completamente novo. Esta solução, é a mais eficiente no que se refere ao investimento económico quer à capacidade funcional a obter. O edifício configura-se como um único volume caracterizado pelo movimento curvilíneo da fachada em vidro. A fachada onde se localiza a entrada principal é assinalada por uma maior acentuação desse mesmo movimento curvilíneo, criando uma concavidade quase natural, indicando o ponto de entrada para o público. A localização da entrada principal corresponde a uma relação privilegiada com o espaço público à cota do actual nível de estacionamento e da futura alameda transversal à área do Tecnopolo. O uso do vidro na fachada, filtrado por uma segunda pele interior, justifica-se: -como elemento transparente referindo-se à dimensão publica do edifício -como uso de um material contemporâneo com elevadas prestações -pela fácil manutenção -pela capacidade de comunicação visual através da capacidade de construir cenários dinâmicos durante a realização de eventos. A evidente visibilidade da cobertura sugeriu um tratamento especial dedicado a esta parte do edifício. Concretamente, está prevista a realização de uma cobertura acessível, onde se localiza um restaurante e um espelho de água. Tal solução permite a duplicação da área contribuindo para uma melhor utilização da estrutura, tanto no sentido das actividades funcionais, como no desenvolvimento de uma actividade económica. O uso da água, anula parcialmente, na visão da parte alta da cidade e do centro histórico, o efeito volumétrico da construção enriquecendo a paisagem de novas valias estéticas, acrescendo ainda os notáveis benefícios no comportamento térmico geral do edifício. O edifício articula-se em 4 níveis: Piso -1 neste piso estão previstas as zonas técnicas (armazém, oficinas, dispensa do restaurante, instalações sanitárias e balneários para pessoal, etc.) e ainda a cota baixa do auditório. Uma rampa exterior permite uma acessibilidade mecânica para descargas de materiais, abastecimento e acessos de serviço ao restaurante. Piso 0 corresponde à cota de entrada do público e do espaço expositivo principal. Neste piso, localizam-se acima de tudo todas as actividades previstas nesta fase, e em particular os serviços administrativos de gestão das actividades expositivas e o auditório. Um pé direito com mais de dez metros, tem o objectivo de permitir o desenvolvimento de exposições de vários tipos, caracteriza o espaço maior e da zona de entrada. Piso 1 constituído principalmente por uma área livre de tipologia polivalente, para a qual se prevê numa fase sucessiva uma definição espacial funcional ajustada as exigências de gestão e de uso do edifício do Tecnopolo; Piso+1 neste piso localizam-se o restaurante e o terraço ao ar livre. Esta proposta permite também, caso assim se entenda, ampliar a área de estacionamento, uma vez que a que actualmente se encontra realizada é claramente insuficiente para dar resposta ao número de utentes e visitantes previstos no programa do Fórum. Após analisadas as vantagens e desvantagens das diferentes propostas o cliente optou pela solução nº4. Esta solução respondendo às expectativas do cliente apresenta-se como uma possibilidade de dotar a zona, actualmente periférica à cidade, de um edifício de referência capaz de gerar urbanidade e centralidade. Este novo pressuposto induziu o cliente na decisão de deslocar o Fórum Empresarial para o terreno contíguo, mais central e liberto de qualquer construção preexistente. A segunda fase do projecto reequacionou as novas condições consequentes da decisão de deslocar a localização do edifício. O lote indicado para a nova implantação encontra-se livre de preexistências mas com relações urbanas completamente diferentes. A proximidade ao nó viário e as diferenças de cotas entre o terreno e as condições de acesso estabelecem uma necessária reorganização e revisão do projecto da fase anterior. Os critérios de projecto que orientaram esta segunda fase, foram: - Manter através da arquitectura, uma imagem claramente identificável no âmbito do Pólo com capacidade de assinalar no território uma nova centralidade. - Aumentar a capacidade da área de exposição; - Compatibilizar a funcionalidade dos espaços interiores com as possibilidades de uso das áreas exteriores; - Integrar a morfologia do edifício com as diferenças de cotas existentes e com a articulação dos acessos; - Manter à autonomia funcional das diferentes áreas do edifício; - Definir com suficiente aproximação os materiais a utilizar; Estes objectivos concretizaram-se numa solução nº 5 da qual se encontra em elaboração o Projecto de Licenciamento. Esta última solução é definida pela construção de dois volumes. Um volume realizado em betão microperfurado por óculos de vidro, onde se realizarão os eventos expositivos e um outro volume mais baixo, de paredes curvilíneas realizadas em vidro transparente. Esta parede, constituída por duas membranas de vidro que permitem a ventilação de uma caixa-de-ar interior e por uma cortina colocada no interior desta, constrói as duas características que pretendíamos para este volume onde se localiza o auditório uma pequena sala de exposições o bar/restaurante e os serviços administrativos, por um lado transparência absoluta do interior de modo a que as actividades culturais que aí se venham a executar tenham uma grande interacção com o transeunte da cidade, por outro o excelente comportamento térmico do edifício quer de Inverno quer de Verão. Estes dois volumes assentam numa grande plataforma articulada com o nível do estacionamento exterior já existente através de uma grande escadaria. No espaço inferior localizam-se todos os serviços técnicos e o parque de estacionamento. Desenhos Técnicos: Fonte: EuropaConcorsi :)
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Olá, Aqui fica um ficheiro Sketchup da Farnsworth House. Não está fantástico, mas dá para resolver o problema. Abraços :)
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Fizeste muito bem em registares-te também. Bem-vindo. Espero que divulgues e contribuas com alguns dos teus trabalhos. Abraços :)
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Esta é a pergunta que eu costumo fazer: Porquê arquitectura? Bem vindo ao Arquitectura.pt... :)
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colecção Taschen, Grandes Arquitectos do sec.XX - com o jornal "Público"
3CPO replied to _Maverick_'s topic in Arquitectura
Alguém precisa de um "R.M. Schindler"? Tenho para troca... :) -
Óbidos: Bom Sucesso já vendeu 500 de 601 casas a construir Fonte: Diário Digital / Lusa
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Ola, Em anexo segue uma ficha de resumo do projecto Forum Brandoa, Amadora da autoria de JSTC Associados. Devo informar que estarão disponíveis alguns projectos do atelier durante as "Semanas Temáticas de Arquitectura Nacional", promovidas pelo Arquitectura.pt. Abraços :)
