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Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Podes sempre tentar Existem sistemas onde isso é fácil de ultrapassar, no nosso caso não, existem várias informações guardadas e em diferentes cookies, inclusivé na base de dados. -
Se bem vindo de novo pauloss!
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[Curso] CLIA - Curso Livre de Iniciação à Arquitectura _ DARQ
Arq.to replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Curso Livre de Arquitectura Entrevista do Diário "As Beiras" ao Prof. Dr. Arq. Walter Rossa sobre o CLIA Pela primeira vez, o Departamento de Arquitectura está a organizar um curso livre. Para quem estão a fazer este curso? Walter Rossa - Há uma característica em relação à Arquitectura que a faz aproximar–se da Medicina, toda a gente percebe um pouco e toda a gente gostava de saber mais. Por essa razão, decidimos proporcionar essa oportunidade às pessoas que o desejem. O curso livre é exactamente uma disciplina - História da Arte e da Cultura Clássica - que nós vamos experimentar este ano. Trata-se de uma disciplina de introdução à Arquitectura, na qual as pessoas que vêm de fora fazer o curso livre estarão na mesma sala com os alunos do 1.º ano. A ideia é transformar uma disciplina de introdução à Arquitectura num curso que seja aliciante para quem o procurar. Como é que irá desenrolar-se o curso livre? O curso está dividido por módulos, com o primeiro - “A cultura na Arquitectura e a Arquitectura como cultura” - a incidir numa componente mais teórica, com história, teoria, os grandes temas que introduzem à disciplina, enquanto no segundo - “O Arquitecto na sociedade contemporânea” e “Como trabalham os arquitectos” - a ideia é aproximar os participantes das práticas da Arquitectura. Porque a Arquitectura hoje é muito mais do que fazer projectos: há arquitectos a fazer cenografia, há arquitectos a fazer música, há arquitectos a fazer design... Para além disso, iremos ter uma visita à obra e iremos visitar alguns escritórios de Arquitectura. Isto para que as pessoas possam ter uma ideia de como trabalhamos, como se chega a uma obra. Desde a sala de Introdução à Arquitectura até à obra? Exactamente. A ideia é muito essa. Eu costumava dizer, isto sem qualquer desprimor, que este é um curso para desempregados, diletantes, intelectuais e todas as pessoas que o queiram. Curiosamente, logo no início e isto também tem a ver com as formas de divulgação, quem apareceu interessado em frequentar o curso foram arquitectos. A leitura que deve fazer-se é que, provavelmente, os arquitectos estão a pedir um curso para eles. O que irá acontecer é que as pessoas que vêm leccionar o curso irão sobretudo fazer conversas com um espaço de debate e uma linguagem muito clara. Os responsáveis pelo curso são todos professores ou assistentes do Departamento de Arquitectura - Margarida Tavares da Conceição, Mário Krüger, Victor Murtinho, Domingos Tavares, Jorge Figueira, Marta Macedo, José Fernando Gonçalves, José António Bandeirinha, Nuno Grande e eu próprio -, em fase de doutoramento e doutorandas. Esta é também uma componente interessante neste departamento, neste momento nós temos mais doutorandos que não são docentes do que doutorandos na carreira. Começa a fazer sentido que estas pessoas comecem a preparar trabalho cá. Este é o resultado de alguma dinâmica a nível da investigação? Eu acho que o Departamento de Arquitectura nos próximos anos vai mostrar o resultado de uma grande dinâmica ao nível da investigação. Neste momento as coisas estão em curso, mas na próxima meia dúzia de anos irá aparecer um conjunto muito interessante de teses, de temas, com alguma relevância e ligadas à História da Arquitectura. Eu sempre achei que a vocação do departamento era afirmar-se no quadro nacional no domínio da investigação. E está a fazer esse caminho? Penso que sim. Calmamente. Houve um curso de mestrado que correu muito bem, que produziu vinte e tal teses - claramente de mestrado, não no sentido profissionalizante, mas mais ligadas à investigação - defendidas no último meio ano, parte dessas teses avançaram para doutoramento. E neste momento estão à espera de marcação de júri um total de seis teses de doutoramento. O que significa que o departamento ultrapassou definitivamente uma determinada fase que nós sabíamos que seria um pouco de travessia do deserto, para uma capacidade de crescimento em doutoramentos que já está a acontecer. Ainda em relação ao curso... O curso tem esta ideia muito clara de abertura ao exterior para lá da dinâmica claramente profissional, nomeadamente com os workshops - tivemos um em Penela em Julho, agora está a decorrer um a propósito da água, das margens do Mondego, já aconteceu um outro em Cabo Verde -, que têm transmitido uma certa vitalidade. Esta é claramente uma abertura à comunidade, para as pessoas perceberem que podem vir cá, que podem discutir, num horário pós-laboral [das 18H00 às 20H00], também para criar o hábito de frequência de um espaço que tem, entre outras possibilidades, um programa estruturado de exposições, a funcionar na capela do Colégio das Artes. A intenção é essa também? A intenção é essa. É fundamentalmente dizer que o Departamento de Arquitectura está cá, está aberto. Trabalhamos com rigor, mas muito informalmente. Temos o bar mais agradável da Universidade de Coimbra. Mas este é todo um espaço muito marcante. Obviamente que temos ainda o problema das instalações- que entretanto melhorou um pouco -, mas continuamos a bater-nos por uma reorganização deste espaço com base num projecto coerente. Há uma identidade grande entre os alunos e o departamento, que se foi criando, mas que também tem muito a ver com o próprio espaço. O espaço vivido e recuperado para acolher, de novo, as artes? Falta uma intervenção que tenha por base um programa debatido e definido, assumido por um investimento que dê coerência e alguma durabilidade ao espaço. De acordo com o que o reitor disse na abertura solene das aulas, a ideia agora é a de criar uma nova unidade orgânica na Universidade de Coimbra ligada à área artística, sobretudo no campo das pós-graduações, para funcionar no Colégio das Artes, o que aconteceria em co-habitação com a Arquitectura, o que para nós seria excelente: por termos um vizinho activo, que não é, infelizmente, o que acontece agora com o moribundo Museu da Ciência e da Técnica, e ainda com a mais-valia de se tratar de uma unidade vocacionada para as artes. Estas duas boleias poderão, talvez mais facilmente e assim o esperamos, levar à grande intervenção necessária, que galvanize a escola para um debate profundo. Fonte: As Beiras -
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Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Mas não é possível infringir o sistema, não é possivel votar mais que uma vez, mesmo com logins diferentes. A partir de agora também não é possível criar novos utilizadores a partir do mesmo IP. -
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Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
É possível criar vários membros, não é possível é votar mais que uma vez. Podes criar um membro fantasma, mas não podes votar nesta votação se já o tiveres feito anteriormente. -
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Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Koolhas, não é possível votar mais que uma vez mesmo com um novo utilizador criado. O sistema guarda a informação do utilizador e não permite que vote novamente. -
Bem vindo 3Art, Parabéns pelo teu trabalho, no entanto gostava de te pedir se podias incluir imagens maiores e com melhor resolução para que também a nossa watermark não se interponha tanto. Já agora gostava que me explicasses a votação! Dicas: qualidade?
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Nuno, para que interessados te possam contactar por favor incluiu o teu contacto.
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Existem más experiências nos dois lados e em ambas as marcas de topo e linhas brancas ou menos conhecidas. Todas possuem vantagens, seja em termos de suporte, hardware ou software e ao mesmo tempo desvantagens. Parte do bom senso de cada um julgar a que mais lhes compete.
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Arquitectura.pt procura novos membros para a sua equipa
Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Votem para os novos Assistentes do Arquitectura.pt aqui: http://www.arquitectura.pt/forum/f29/votacao-novos-membros-equipa-do-arquitectura-pt-7910.html -
Arquitecto ortodoxo sem problemas em Fátima Presença de arte inspirada na tradição cristã oriental é uma das marcas da nova igreja da Santíssima Trindade O arquitecto grego Alexandros Tomabazis considerou que não houve “nenhum problema” no facto de ter sido um ortodoxo a projectar a nova igreja da Santíssima Trindade, em Fátima.Falando aos jornalistas da experiência de construir uma igreja desta dimensão num santuário católico, Tombazis considera que “há muito mais em comum do que a separar” católicos e ortodoxos, indicando que a sua preocupação foi mais o “enfrentar problemas funcionais e de criação de espaço”. Para o arquitecto, este foi um projecto muito importante, seja pela relevância do espaço seja pela maneira como todo o processo de construção se desenrolou. Alexandros Tombazis relevou, em resposta a uma questão da Agência ECCLESIA, que uma igreja é “o projecto mais abstracto” que pode ser atribuído, dado que a função do edifício – apesar de importante – não é tão determinante como, por exemplo, no caso de um hospital. “A espiritualidade do espaço, a noção da abstracção, da espiritualidade, torna tudo muito desafiante”, indicou. A relação com Fátima já vai em 10 anos e, no final, fica a satisfação “pela experiência de ter lidado com todas estas pessoas”. Num olhar sobre o futuro, Tombazis acredita que o público em geral vai perceber, nesta obra, que a arquitectura é “expressão de vida, que evolui”. “A arquitectura religiosa também evolui, de um modo mais lento, mas muito profundo, como é lógico, devido à importância do tema”, referiu. A igreja da Santíssima Trindade procurou, por isso, ser expressão de “desenvolvimento e da contemporaneidade”, tanto no projecto arquitectónico como nas obras de arte, mas “sem hipérboles”. António Carvalho, engenheiro e director geral da obra, considera que esta é “uma obra única, raríssima, que se distingue de tudo o resto a nível de engenharia”. O ponto crítico da construção está nas duas vigas em betão branco, que requereram equipamentos que não existiam em Portugal e “o arrefecimento com azoto líquido”. As vigas permitem a existência de 90 metros de vão livre dentro da igreja, para não haver pilares no interior. O Reitor do Santuário revelou, por seu lado, que a imagem de Nossa Senhora para a nova igreja chegará, desde a Itália, no próximo dia 4 de Outubro. A mesma será colocada, sobre um pedestal, no espaço do presbitério. Mons. Luciano Guerra explicou que várias peças de arte foram solicitadas a artistas de países “onde há devoção a Fátima”, alargando esse leque de escolhas à tradição cristã oriental, na Europa. Recusando entrar em polémicas sobre quaisquer iniciativas ecuménicas ou inter-religiosas, este responsável assumiu-se como um "defensor do culto mariano" e do "apoio aos pobres". "Somos um país que não tem raízes de outras religiões", sublinhou, pelo que "não vou ter aqui de acelerar um movimento de relação que nem sequer acontece na sociedade civil”. Alexandros Tombasis recordou que as religiões "têm mais coisas em comum" do que diferenças, pelo que a nova igreja procurou ser um reflexo do "diálogo artístico" entre várias convicções e tradições. Fonte: Agência Ecclesia
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Arq.to replied to Dreamer's topic in Arquitectura
O primeiro e o segundo com mais votos serão os membros, não é possível votar mais que uma vez. -
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Arq.to replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Apenas votem quando for lançado ao público, isto é apenas uma esboço. São duas vagas. -
Votação para novos membros para equipa do Arquitectura.pt As inscrições terminaram para os novos membros para a equipa do Arquitectura.pt Seleciona o membro que consideras apto para pertencer à equipa do Arquitectura.pt, os dois membros mais votados serão os próximos Assistentes da nossa equipa. Sobre os membros auto-propostos (listados por ordem de entrada): Koolhas s_g pedrosatre Márcio Ferreira alemac fbeebruno nunomiguelneto isabel.casquilho thecontact nuno miguel gonçalves mjoao.arq AnaS JVS Edward Gonçalves Pinto valter areias ArqMAr JAG ninobino Arq.sónia Zemaria PedroMatias Ideal is boa? aamedeiros Against joaoneves ... anghuns arqui andreamesquita joaoandiascarvalho sonia ribeiro Legrias emn pauloss manbinda hleonor
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"Textos Datados" de Alexandre Alves Costa http-~~-//img208.imageshack.us/img208/8831/edarqyw6.jpg A editorial e|d|arq convida todos os interessados para o lançamento do livro “Textos Datados” de Alexandre Alves Costa, com apresentação a cargo do Arqº Raul Hestnes Ferreira. Horário: Domingo, 30 de Setembro às 16.30 Local: Capela do Colégio das Artes - Largo D.Dinis, 3000 Coimbra Telefone: 239 851 350 Mais informação: www.darq.uc.pt/edarq
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[Curso] CLIA - Curso Livre de Iniciação à Arquitectura _ DARQ
Arq.to replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Lamento fallingwater mas para já é o único sitio que conheço. Existem diversos cursos na FAUP para o público, mas relacionados com outros temas. -
Com o SP1 desconheço, apenas com o SP2 por isso as minhas desculpas porque podes ter razão. Mas o SP1 já foi lançado em 2002. Passam por estratégias de marketing empresarial, mas como podes ver as diferenças são mais a nível de configuração de rede. Como indica na Wikipédia "designed for".
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Rui sem querer ser insistente, os problemas de incompatibilidade que te referes não serão devido a hardware ou outro software em conjunto? Ou mesmo a versão Home para o Windows Vista? A Microsoft fornece-nos as ferramentas beta e OEM para usarmos antes de sair no mercado e nunca tivemos problemas com nenhuma das ferramentas que te referes. Já o Vista tenho conhecimento disso ter acontecido. Quanto à EULA é perfeitamente possível ter o Home Edition em empresas.
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Parece-me que existem alguns equívocos, é perfeitamente possível, apenas o Home edition têm algumas limitações em termos de funcionamento de rede e pouco mais. Quanto a incompatibilidades, não existe nenhuma, os requisitos para XP funcionam para a versão profissional e para a versão Home Edition.
