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Concurso para zona ribeirinha recebeu 40 propostas O concurso da Porto Vivo, Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), para a revitalização da frente ribeirinha do Porto recebeu 40 propostas, uma das quais foi rejeitada por chegar fora do prazo, anunciou hoje Arlindo Cunha. Em declarações à Lusa, no final da primeira reunião do júri para abertura das propostas, o presidente da Porto Vivo especificou que as 40 propostas são de autores de 19 nacionalidades diferentes, entre as quais 10 de Portugal. Espanha, Dinamarca, Índia e Eslovénia foram alguns dos países citados por Arlindo Cunha para sublinhar que «do Extremo Oriente ao Ocidente, não foram impostas fronteiras à criatividade e à, consequente, promoção internacional da cidade do Porto». O prazo para apresentação de candidaturas para o concurso de ideias para a revitalização da zona ribeirinha da cidade terminou a 31 de Outubro. O vencedor, que deverá ser conhecido, segundo Arlindo Cunha, no final deste ano ou início de 2008, terá um prémio de 50 mil euros, enquanto os projectos classificados em segundo e terceiro lugar serão premiados, respectivamente, com 20 mil e 15 mil euros. O concurso destinou-se a equipas multidisciplinares com incidência, nomeadamente, nos domínios de arquitectura, engenharia, urbanismo, paisagismo, economia e animação urbana. O regulamento estabelece que estas equipas devem ser coordenadas por um arquitecto, sendo condição essencial de valorização dos projectos concorrentes a sua viabilidade económica. O concurso tem por objectivo «encontrar e premiar uma ideia comum, coerente e transversal, assim como soluções programáticas e físicas, inovadoras, exequíveis e sustentáveis, numa perspectiva económico-financeira, que constituam âncoras para a revitalização da frente de rio entre a Rua D. Pedro V e a Ponte Maria Pia, no Porto». As propostas devem contemplar a requalificação da margem do rio Douro e passeio marginal, o reordenamento da malha urbana, através da colmatação de descontinuidades, da reabilitação do edificado envolvente e da criação de um parque urbano na Escarpa dos Guindais. Devem ainda promover as ligações físicas e imateriais entre a Frente Ribeirinha, a Baixa e a cidade do Porto, assim como o turismo, cultura e lazer e outras actividades economicamente compatíveis, tornando a frente ribeirinha num pólo de animação permanente para residentes e visitantes. O concurso abrange a área da frente ribeirinha do Porto situada na Zona de Intervenção Prioritária (ZIP) da SRU, ou seja, a área já classificada como Património Mundial - o Centro Histórico - cujo «coração» está no Cais da Ribeira. A zona do concurso desenvolve-se numa extensão de cerca de 3,5 quilómetros ao longo da margem direita do Rio Douro, entre a Rua D. Pedro V e a Ponte Maria Pia. Tem uma área de cerca de 335.500 metros quadrados, que representa cerca de sete por cento da área da ZIP da Porto Vivo e inclui uma grande variedade de sítios que se diferenciam no contexto do conjunto do espaço portuário, nomeadamente o Cais das Pedras, a área da Alfândega/Miragaia e a Ribeira. O júri do concurso, que é presidido pelo ex-ministro Valente de Oliveira, inclui representantes da Câmara do Porto, Ordem dos Arquitectos, Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL), Agência para a Modernização do Porto (APOR) e Porto Vivo. Fazem também parte do júri os arquitectos Souto Moura, Gonçalo Byrne e Rinio Bruttomessi, este um urbanista especialista em recuperação de frentes marítimas e professor do Instituto Universitário de Arquitectura de Veneza. Fonte: Diário Digital / Lusa
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Caro Insight, Não é permitido aos revendedores dizer o preço do Autocad por políticas da empresa, todas as políticas estão devidamente justificadas e argumentadas. Para saber o preço do Autocad necessita de contactar um revendedor.
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Tópicos fundidos.
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Ou quantas pessoas participam nas aulas, em grupos sociais, em palestras, em conferências? Penso que as razões da falta de participação são bastante óbvias. Como diz o Bruno e muito bem, o público dos fóruns são sub-culturas, na medida em que têm comportamentos semelhantes a grupos sociais pequenos ou mais fechados.
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Caro vitor, Censura seria se o tópico fosse eliminado, ao contrário o tópico foi encerrado, ou seja, não foi permitidos quaisquer mais comentários sobre o assunto. Existem sites e instituições competentes para o mesmo com esse propósito que melhor ajudam o consumidor nos termos jurídicos que a legislação se propõem. O Arquitectura.pt incorre de riscos legais por tópicos semelhantes, para além de violar as regras proposta no site no ponto 4. Nunca foi mal recebido ou mal atendido na mesma papelaria, e quanto aos transporte do material até já se ofereceram para lever ao carro devidamente embrulhado. E como o Victor Nina diz, é necessário saber distinguir politicas de empresa de disposições ou caracteres pessoais e usar os mecanismos legais caso seja motivo.
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Cara Berta, Bem-vinda! Uma pesquisa pelo fórum pela palavra MVRDV pode ajudar a encontrar alguns dos seus trabalhos.
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Moscovo acolhe maior exposição do arquitecto Siza Vieira Cerca de duas centenas de pessoas participaram na cerimónia de abertura da exposição de desenhos e maquetas do arquitecto português Siza Vieira, quinta-feira à noite, no Museu Nacional de Arquitectura Chussev, na capital russa. «Mal imaginava que iria um dia expor em Moscovo, agora que o entusiasmo, a paixão pela arquitectura, é conquista laboriosa mais do que o sopro irressistível que nos envolve», escreve Siza Vieira no prefácio do catálogo da exposição. «Quando organizámos uma exposição semelhante na Faculdade de Arquitectura do Porto, na abertura estavam apenas 26 alunos, que Siza Vieira convidou para almoçar. Aqui estão presentes tantas pessoas... Não esperava uma recepção tão grande e interessada«, declarou à Lusa Carlos Castanheira, arquitecto que organizou a exposição. «Trata-se - sublinhou - da maior mostra de trabalhos de Siza Vieira alguma vez realizada: 53 obras, tantas quantos os anos de actividade do arquitecto. Depois de vermos o espaço disponibilizado e a grande curiosidade, decidimos organizar uma exposição monográfica, e não temática». Os numerosos alunos de arquitectura, críticos de arte e simples curiosos esperavam ver Siza Vieira na abertura da exposição das suas obras, mas a doença obrigou o arquitecto a adiar a sua viagem a Moscovo. Isso obrigou também ao adiamento de uma conferência que Siza Vieira deveria dar num dos clubes da capital russa. «O arquitecto Siza Vieira prometeu participar no encerramento da exposição, em Dezembro«, anunciou Carlos Castanheira ao falar na abertura da exposição. A informação foi acolhida com uma salva de palmas. Os desenhos, fotografias e maquetas das obras projectadas por Siza Vieira estão expostos em sete salas, numa sequência cronológica. O restaurante e salão de chá Boa Nova, em Leça da Palmeira, abre o longo percurso criativo daquele que é um dos mais conhecidos arquitectos portugueses no estrangeiro. Habituados aos cânones rigorosos da construção dos templos ortodoxos russos, os visitantes da exposição ficaram surpreendidos com as linhas arquitectónicas da Igreja de Santa Maria, em Marco de Canaveses. «Esta exposição é importante porque ajuda os russos a compreender que Portugal é um país com uma cultura, neste caso, com uma arquitectura própria, não é parte de Espanha, como muitos pensam», declarou à Lusa Serguei Merjanov, crítico de arte e autor do primeiro trabalho sobre a obra de Siza Vieira e de outros arquitectos portugueses publicado em russo, em 1979. «Vejo na obra de Siza Vieira - assinalou - aquilo a que chamo de racionalismo expressivo. À primeira vista, externamente, a obra do arquitecto parece ser muito racional, mas, por dentro, está cheia de expressão». A exposição dos desenhos e maquetas de Siza Vieira, organizada com o apoio da Fundação Vanguarda Russa, Embaixada de Portugal em Moscovo, Instituto Camões e Museu Nacional de Arquitectura Chussev de Moscovo, estará aberta ao público até 09 de Dezembro. Fonte: Diário Digital / Lusa
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[Curso] CLIA - Curso Livre de Iniciação à Arquitectura _ DARQ
Arq.to replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Caro alexelos, Como indica no título o curso é livre a todos os que nele quiserem participar. -
Ana as razões são explicadas em cima.
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JVS existem mais membros participativos do que aqueles que falas, depois chamar de mirones e comparar a tarados pessoas que simplesmente gostam de ler os artigos é um pouco ridiculo. Existem muitos factores para que as pessoas não participam mais, não por serem tarados mirones (para isso servem os inumeros sites de pornografia gratuita, sites warez e etc), mas até pelos simples facto de não saberem como responder, recebemos diversos e-mails de pessoas que enviam respostas a tópicos via e-mail para nós para as publicarmos; Outras não se sentem à vontade de expor as sua opinião a estranhos; outros preferem ler o fórum como um blog, existem até pessoas que não participam pelo simples facto de não entenderem o conceito de fórum; entre outras razões que já foram mais que explicadas na área reservada e pelo restante fórum. Existem várias soluções para o facto. Tantas que na mesma área a que tens acesso já foram exploradas bastantes e outras estão a ser construidas. Sobre questão da publicidade, apenas existem 2 links no fundo do site de publicidade, a campanha de cima é de uma Associação sem fins lucrativos, assim como as restantes que passaram por cá, os links publicitários não incomodam ninguém, tanto que apesar de já existirem à uns meses só há pouco notaram a sua existência. O Arquitectura.pt não dá lucro, dá trabalho, e continua a ser necessário pagar contas e pessoas...e para construir algo melhor onde possam participar cada vez mais pessoas é necessário dinheiro e disponibilidade. O Arquitectura.pt não é o nosso único projecto, e como uma empresa temos deveres para os nossos clientes e outros projectos que nos facultam o dinheiro para manter o Arquitectura.pt vivo. O futuro do Arquitectura.pt depende de todos os membros, e chamar-lhes mirones tarados não será uma boa estratégia para chamar mais membros a participar.
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Penso que este bug já está corrigido!
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Rui aproveita também para dares uma olhadela no concurso que o Arquitectura.pt promoveu: http://www.arquitectura.pt/forum/i-concurso-arquitectura-pt-espacos-habitaveis.html
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Caro JVS, Primeiro não são 6000 membros com 0 mensagens, convém não exagerar . Existem muita gente participativa, e muitos como podes ver que frequentam o fórum mas que não participam, na sua maioria é isso que acontece, as pessoas registam-se para poder ler artigos, tirar dúvidas, verificar comentários, ver projectos, etc. Este tipo de situações são normais em sites ou comunidades tão específicas como o Arquitectura.pt, convenhamos também que o trabalho de arquitecto ou estudante não facilita.
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Alejandro Aravena - Wed, 31 Oct 2007 17:45:02 GMT Alejandro Aravena , um dos mais destacados arquitectos da América do Sul , estará no Porto a convite da Faculdade de Arquitectura, onde proferirá uma conferência sobre a sua obra, no dia 7 de... Ler notícia
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Sobre este mesmo assunto a ASSOFT está a fazer uma campanha no Arquitectura.pt :D
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Aqui está a empresa que fabrica esse plug-in: http://www.digimation.com/home/index.html Espero ter ajudado!
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Arquitectos e engenheiros: origens Artigo por: Adelto Gonçalves Durante muitos anos, arquitectura e engenharia significaram a mesma coisa. Para tentar estabelecer quando essa ruptura se deu no mundo lusófono, o historiador e arquitecto Nireu Oliveira Cavalcanti atirou-se mais uma vez aos arquivos do Brasil e de Portugal em busca de documentos que pudessem dar as pistas do início dessa ruptura do conteúdo global da arquitectura civil, encontrando esses indícios no século XVIII, quando a matéria passou a ser estudada em dois cursos autónomos: arquitectura civil e engenharia civil ou politécnica. O resultado é este Arquitectos e engenheiros: sonho de entidade desde 1798, publicado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitectura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), obra sobre a mentalidade técnica-científica e artística comum a arquitectos e engenheiros no final do século XVIII. A base para esse estudo está num manuscrito de autoria do arquitecto das Obras Reais, o português José Manoel de Carvalho e Medeiros, escrito em 1798, que faz parte do acervo da Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. Filho do arquitecto Eugénio dos Santos e Carvalho, um dos membros da equipa do engenheiro Manoel da Maia, responsável pelos projectos de reconstrução de Lisboa, destruída em parte pelo terremoto de Novembro de 1755, Negreiros era neto de Eugénio dos Santos, arquitecto e pintor, que exerceu importante função na Casa do Infantado do Grão Piorado do Crato. No documento, Negreiros faz uma proposta pioneira de criação de uma entidade de classe — laica e não uma irmandade como seria próprio à época —, que congregasse os profissionais vinculados à concepção e realização de obras de arquitectura, engenharia, paisagismo e de fortificações. O documento foi transcrito na sua íntegra e actualizada a sua grafia e pontuação, para melhor entendimento pelos leitores do nosso tempo. Cavalcanti faz ainda interessante contextualização histórica sobre as origens dos profissionais arquitectos e engenheiros, indo buscar nos escritos de Marcus Vitruvius, arquitecto romano (século I antes de Cristo) autor do livro Da Arquitectura, considerada a obra fonte dos ensinamentos da arquitectura ocidental, a raiz da formação dos profissionais no reino de Portugal e das suas colónias. Embasado em pesquisa histórica e documental, Cavalcanti mostra como e com quem estudavam os arquitectos, engenheiros, mestres-de-obras e outros profissionais da área. E recupera também o acervo bibliográfico usado por essas pessoas no Brasil colonial e as formas de controlo do seu exercício e o surgimento das primeiras organizações de classe que congregavam pessoas interessadas na ciência e arte da arquitetura e da engenharia. Complementando o estudo, foram anexados ao livro sete documentos muito ricos de informações referentes à história da educação, da ciência e da tecnologia em Portugal e no Brasil, especialmente, no Rio de Janeiro. Destacam-se os anexos A e B: o primeiro, com uma relação dos alunos da Academia Militar do Rio de Janeiro, em 1798, e as suas minuciosas informações académicas sobre cada um deles; e o segundo, com a relação de 94 engenheiros e arquitectos que serviam à monarquia portuguesa, discriminando, além de dados biográficos, onde estudou e o que estudou. Um pormenor interessante trazido à luz por esse documento é que mais de 80% dos engenheiros militares estudaram arquitectura civil, o que explica a razão desses profissionais serem os projectistas das belas igrejas, palácios e traçados de muitas cidades que tiveram origem no período colonial. Cavalcanti ressalta, porém, que é no século XIX que decorre a diferenciação do trabalho do arquitecto, em função da amplitude da sua intervenção projectual, surgindo, assim, o arquitecto urbanista. "Consequentemente, a matéria urbanismo insere-se, gradativamente, nos cursos de arquitectura", acrescenta. Como destaca o arquitecto Hélio Brasil no prefácio, o trabalho de Cavalcanti é uma importante contribuição para que as novas gerações de arquitectos e engenheiros brasileiros tomem conhecimento da sua origem, que se situa muito antes da realização dos profissionais da primeira metade do século XX, quando o presidente Getúlio Vargas assinou o decreto que criou o sistema Confea-Crea, isto é, o convívio entre engenheiros e arquitectos. Hoje, afirma Brasil, talvez a separação seja inevitável, ou, quem sabe, desejável. Mas há problemas maiores a discutir do que a separação das duas categorias, diz, ressaltando a concorrência de escritórios estrangeiros, que invadem o espaço do profissional brasileiro, e a ausência de investimentos nas áreas públicas, além da debilidade dos cursos e daqueles que trabalham na área académica. Continuar a ler artigo... Fonte: Diário dos Açores
