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Arq.to

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Everything posted by Arq.to

  1. Bem-vindo Luis!
  2. When my dome opens, I see stars Being an enthusiast for all things astronomically observatory, I swooned last week when I read that "a growing number of Americans [have been] incorporating observatories into new or existing homes." Leading to the question: are suburban homes the new future of astronomy? [images: Michelle Litvin for The New York Times]. According to the New York Times, "manufacturers of observatory domes report increasing sales to homeowners, and new residential communities are being developed with observatories as options in house plans."Most home observatories have between $10,000 and $40,000 in equipment, including telescopes, computers, refractors, filters and tracking mechanisms, according to astronomy equipment retailers. The total budget for an observatory can range from $50,000 to more than $500,000, depending on how technologically advanced the equipment and the size and complexity of the structure.As one home observatory-owning certified public accountant in Chicago told the newspaper: "Now, if I want to get up at 3 a.m. and look at something, I just open the shutter." [images: Erik Davies for The New York Times. On the right, we see a starburst cluster, courtesy of NASA]. Adding an astro-dome to your home requires some interesting architectural renovations, we read – mostly structural. For instance, each of these hi-tech telescopes requires "a dedicated foundation so it’s not subject to the vibrations transmitted by people walking around in the building," one manufacturer points out. "This usually involves elevating the instrument on a discrete concrete pier. A telescope mount is bolted to the pier and the mount is motorized so it rotates the telescope in sync with the dome." Concrete piers, home domes, private suburban observatories – I think it's the way forward. Imagine growing up in a planetarium! You'd go to sleep at night watching renamed constellations drift slowly over your bed. [image: Northern Cygnus as photographed by Robert Gensler]. In fact, on a semi-related note, I've been wondering lately what might happen to Christianity – or to Islam, or to Hinduism – if it turned its houses of worship into observatories and planetaria: contemporary religious architecture as a physical participant in the planetary sciences. Your local church has a huge telescope installed above the altar, focusing on the rings of Saturn or on scenes of distant star birth; you take Communion while watching the moons of Jupiter. Or that mosque up the street is also a planetarium, hosting nightly shows about redshift and globular clusters. There are lines out the door and people reading Carl Sagan. Would that reinvigorate a failing religion? Your copy of the Koran comes complete with starcharts. The Book of Revelation gets rewritten, full of references to Bose-Einstein condensation and the inflationary universe. The Vatican itself installs the world's largest radio telescope inside a grove full of old stone statuary. As a joke, priests call it St. Radio – and, in a thousand years, the name sticks: children are brought up praying to this lost saint of astral frequencies. In any case, that wouldn't even be new in the history of religious architecture: as J.L. Heilbron points out in his book The Sun in the Church, some cathedrals were actually built – or at least later used, after minor alteration – as "heliometers": measuring labs for the passage of the sun. These "church observatories" were intially put to use, we read, in determining the most accurate date for Easter:The key parameter in the Easter calculation was the time of return of the sun to the same equinox. The most powerful way of measuring this cycle was to lay out a "merdian line" from south to north in a large dark building with a hole in its roof and observe how long the sun's noon image took to return to the same spot on the line. The most convenient such buildings were cathedrals; they came large and dark and needed only a hole in the roof and a rod in the floor to serve as solar observatories.Heilbron specifically mentions Bologna's church of Santa Maria Novella – [image: The Church of >Santa Maria Novella, photographed by Flickr-user lorZ – that pillar standing in front is actually a gnomon]. – but there are at least a dozen other examples in the book. Heilbron also tells us about several "lost meridians" that were damaged – even utterly erased – by later building repairs; there was one such meridian inside the church of Saint Sulpice. But I can't get enough of this stuff! In fact, let's forget cathedrals and re-imagine secular urban infrastructure –*parking lots and railways and police stations and sewers – as somehow astronomically integrated: the modern city as inhabitable heliometer, from its skyscrapers to its sidewalks. This almost reminds me of Lisa Jardine's discovery, while writing her biography of Sir Christopher Wren, that the so-called London Monument, designed in 1677 by Wren and Robert Hooke, was actually designed as "a unique, hugely ambitious, [and] vastly oversized scientific instrument." It used "strategically placed vents and vantage points," she found, to measure atmospheric pressure. It was not a building at all, in other words, but a rogue piece of laboratory equipment. But I digress. On some future night when I can't sleep, I'll just crawl out of bed and walk across an unlit garden into a large and silent dome out back where the roof cracks open with the help of hidden motors, and I'll look up through lenses at ancient laceworks of light, tracking moons, taking photographs of universal radiation, writing down the size of the cosmos... and I'll post my results on BLDGBLOG. The age of the home observatory has barely begun. • • • Recommended (though rather dry): The Sun in the Church by J.L. Heilbron Earlier on BLDGBLOG: The Heliocentric Pantheon: An Interview with Walter Murch, The architecture of solar alignments, and Roadhenge Ler artigo...
  3. Prémio Stirling foi atribuído ao museu alemão de Literatura Moderna, desenhado pelo britânico David Chipperfield. O prémio de 29.000 Euros foi atribuído pela RIBA (Instituto Real dos Arquitectos Britânicos) e distingue anualmente uma obra dos membros da RIBA. O prémio tem o nome do prestigiado arquitecto britânico James Stirling (1926-1992).
  4. Mil milhões de euros para concretizar projecto da “Cidade da Água” É um projecto de grande complexidade, para ser realizado ao longo de 20 anos. Embora muitos já duvidem que saia do papel, o presidente da Fundo Margueira Capital garante que não vai ficar na gaveta. Para já o importante é arranjar investidores privados que ajudem a concretizar a Cidade da Água, um local de lazer, para habitar e para trabalhar. Serão necessários cerca de mil milhões de euros e 20 anos para que o projecto Almada Nascente, Cidade da Água seja uma realidade. A informação foi avançada pelo presidente do conselho de administração do Fundo Marguei-ra Capital, que detém a maior parte dos terrenos, terça-feira durante a apresentação do projecto no âmbito do Water-front 2007. Mário Donas adiantou que agora é preciso é encontrar investidores e promotores privados e garantiu que o Almada Nascente “não é um projecto para ficar na gaveta”. A presidente da autarquia almadense, Maria Emília de Sousa, acredita que a conferência internacional Waterfront foi uma boa aposta para “sensibilizar os investidores nacionais e internacionais desejados” e afiança que “dentro de alguns meses começar-se-ão a desenvolver os projectos de execução”, faltando apenas “uma concertação final com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo”. “Cada vez mais nos aproximamos da cidade das duas margens”. Para Richard Rogers, que juntamente com a WS Atkins e o Atelier Santa Rita Arquitectos desenvolveu o projecto, o Almada Nascente “humaniza a arquitectura, pois contempla uma fusão de habitação, emprego e lazer”. “O objectivo é fazer cidade a partir dos elementos que ela já possui: água, brisa e sol”, acrescenta Mário Donas. O projecto, que nascerá nos 120 hectares dos antigos estaleiros navais de Cacilhas e Margueira, tem como base a relação da zona com o Tejo. “Ligar as pessoas à água é muito importante, mas não foi possível durante muito tempo devido à existência de portos marítimos”, sublinhou Richard Rogers durante a apresentação do projecto. Neste âmbito, o arquitecto propôs ainda “uma ligação de comboio por baixo de água a Lisboa”, contou ao MS. A proposta não foi contemplada no plano, mas Mário Donas afirma que “o projecto não fecha portas e está, inclusive, aberto a uma ligação do metro da margem sul a Lisboa”. O QUE CONTEMPLA O PROJECTO Almada Nascente terá uma capacidade para cerca de 14 mil pessoas a trabalhar e 15 mil a morar. Dos 120 hectares, 50% destinam-se a área residencial, 23% a escritórios, 7% a comércio e serviços, 9% a usos culturais e académicos, 9% a equipamentos colectivos e 2% a usos fluviais, numa zona para a qual está também prevista um terminal de cruzeiros. A equipa, a desenvolver o projecto desde 2001, estabeleceu como metas a redução em 50 por cento do uso do automóvel, a totalidade das vias de acesso local com tráfego automóvel condicionado, um mínimo de 5% das deslocações realizadas em bicicletas ou transportes semelhantes, 30% de redução do consumo da água, 20% das necessidades energéticas provenientes de energias renováveis e obter a classificação marina azul. Também o Metro Sul do Tejo terá ligação a esta zona. Como “forma de prestar tributo à memória do local”, o tradicional e vermelho pórtico da Lisnave continuará a marcar a paisagem da zona. ENTREVISTA A RICHARD ROGERS “Almada tem um enquadramento muito bonito” Autor de projectos como o Millennium Dome, em Londres, ou o Centro Georges Pompidou, em Paris, Richard Rogers é também um dos responsáveis pelo projecto Almada Nascente. Este ano foi-lhe atribuído o prémio Pritzker, considerado o Nobel da arquitectura. MARGEM SUL: O que o atraiu na zona nascente de Almada para apostar neste projecto? RICHARD ROGERS: Esta zona de Almada é uma parte de uma cidade muito dinâmica da Grande Lisboa que precisa de ser recuperada. O porto marítimo já não desempenha o papel que outrora desempenhou, mas a zona continua a ser fantástica e possui a água como elemento especial. Além disso, Almada tem um enquadramento muito bonito, com colinas por trás e a capital à frente. Regenerar este espaço é regenerar toda esta área metropolitana. MS: Qual o maior desafio que representou o projecto Almada Nascente? RR: Os transportes públicos. Os problemas que encontrei são semelhantes aos de Londres, colocando-se a questão de como expandir os transportes públicos ao mesmo tempo que se aumenta a cidade. Neste âmbito ainda propus um comboio que ligasse Almada e Lisboa por baixo de água. Além disso, como é um projecto para realizar a 20 anos, tem de haver muita flexibilidade, pois não sabemos como estará a economia nessa altura. MS: Acha que este projecto em Almada terá tanto impacto como o Millennium Dome ou o Pompidou? RR: Terá mais impacto que estes projectos, pois mexe mais com a vida das pessoas. Não acredito no entanto que seja tão polémico quanto foi o Pompidou, pois hoje em dia há maior receptividade a este tipo de arquitectura. MS: Como surgiu o consórcio com a Atkins e o Atelier Santa Rita Arquitectos? RR: Surgiu de forma natural. Há bons e maus arquitectos por todo o mundo, mas hoje é possível escolher e juntar os melhores. E trabalhar com eles tem sido muito bom, pois eles conhecem o país e a economia e têm mais experiência em Portugal. MS: Existe algum projecto que lhe suscite especial admiração? RR: Existem inúmeros projectos um pouco por todo o mundo que são de admirar. Posso dizer que aprendi muito com o Frank Lloyd Wright, mas também com todos os meus colaboradores. Fonte: Jornal Margem Sul
  5. Arquitectos portugueses dinstinguidos Prémio ThyssenKrupp 2007 Duas equipas de arquitectos portugueses foram distinguidas com o Prémio ThyssenKrupp Arquitectura, pelos projectos apresentados para o reordenamento de uma estação ferroviária em Granada, Espanha, foi hoje anunciado. O objectivo da edição Ddeste ano era escolher uma proposta arquitectónica para o espaço ocupado pela estação ferroviária de Granada e que incluía obrigatoriamente a construção de um novo terminal. A equipa de arquitectos liderada por Germano Veira foi distinguida com o segundo prémio, no valor de 15.000 euros, enquanto o projecto do arquitecto Paulo Calapez recebeu o terceiro prémio, em ex-aequo com outras duas propostas espanholas, no valor de cinco mil euros. O primeiro prémio ThyssenKrupp Arquitectura foi atribuído a um projecto de Carmen Navas-Parejo Galera, de Espanha, no valor de 30.000 euros. Do júri deste ano fizeram parte, entre outros, os arquitectos portugueses Manuel Salgado e Manuel Vicente, vice-presidente da Ordem os Arquitectos de Portugal. As propostas vencedoras estarão em exibição em Granada até ao dia 14 de Outubro e os prémios serão entregues no dia 25, também em Espanha. O Prémio ThyssenKrupp Arquitectura foi criado em 1988 e tem distinguido projectos arquitectónicos em cidades como Madrid, Sevilha, Lisboa, Porto e Bilbau. Este ano, pela primeira vez, o concurso esteve aberto a propostas de arquitectos de países árabes, o que levará a próxima edição a realizar-se no Dubai em 2008. Fonte: Diário Digital / Lusa
  6. Arq.to

    FJG

    Bem vindo FJG
  7. Novo atelier adicionado por Koolhas: Nieto Sobejano Arquitectos - http://www.nietosobejano.com/
  8. Caro PedroMatias, O "cargo" proposto não é remunerado e é simplesmente um pedido a quem estiver disponível para ajudar no projecto Arquitectura.pt. Não procuramos currículo porque o que conta é boa vontade e disponibilidade de cada um, seja ele arquitecto, designer, engenheiro, ou simplesmente interessado pelo assunto.
  9. Se têm 5.5mb ao fazer o upload o ficheiro pode contar como 6mb. O tamanho pode variar consoante sistemas diferentes. A única maneira será converter o PDF em imagens e publicar via anexo.
  10. Um outro tópico sobre o mesmo assunto: http://www.arquitectura.pt/forum/f31/habitar-7938.html
  11. Oferta de Estágio - Wed, 03 Oct 2007 14:25:04 GMT Atelier de arquitectura, com sede em Aveiro, que procura arquitectoestagiário.Os contactos:Sónia Cruz, arquitectarua de S.to António nº12, Oliveirinha, 3810-886... Ler notícia
  12. O tamanho máximo para os anexos nos utilizadores é de 6mb, no teu caso o ficheiro excede a quota permitida dai não ser possível anexar o ficheiro. Para introduzires o que pretendes envia as imagens individualmente.
  13. A Casa Da Vizinha Não É Tão Verde Quanto A Minha Uma Proposta de Nadir Bonaccorso, João Manuel Santa Rita e Carlos Sant’Ana A Secção Regional da Ordem dos Arquitectos comemora o Dia Mundial da Arquitectura propondo aos arquitectos a apresentação de projectos e obras sustentáveis, que vão estar disponíveis no sítio da Internet www.casadavizinha.eu Esta proposta segue o tema das comemorações definido pela União Internacional dos Arquitectos: legar aos vindouros uma arquitectura livre de emissões de carbono. Candidaturas até 30 de Outubro «A casa da vizinha não é tão verde quanto a minha» é o nome deste programa proposto pelos arquitectos Nadir Bonaccorso, João Manuel Santa Rita e Carlos Sant’Ana e organizado pela Secção Regional Sul. O programa propõe a recolha de material variado sobre projectos e obras de carácter sustentável (desenhos, diagramas, imagens de referência, fotos, etc.), que serão formalmente apresentados em formato digital (powerpoint ou vídeo) na Ordem dos Arquitectos no dia 1 de Outubro - Dia Mundial da Arquitectura, com as candidaturas recebidas até 25 de Setembro. Naquele dia (1 de Outubro) inaugura, na sede da Ordem dos Arquitectos, uma exposição com os trabalhos, que estará em permanente actualização até final do mês, tal como o sítio da Internet com as contribuições que forem chegando até 30 de Outubro. «A casa da vizinha não é tão verde quanto a minha» Uma ideia de Nadir Bonaccorso, João Santa Rita e Carlos Sant’Ana Condições de Participação . Ser arquitecto efectivo ou estagiário inscrito na Ordem dos Arquitectos. . Os trabalhos devem ser de autoria do proponente. . Podem participar quaisquer trabalhos, sem limite de escala ou tipo de intervenção, independentemente de ser construção, projectos, concursos, ideias, etc. Submissão de material Textos . Documento DOC ou RTF com descrição resumida do trabalho e explicação da sua relação com o tema CO2 Free ou Sustentabilidade em geral. Máximo 2000 caracteres. . Ficha Técnica do Projecto, com lista de autores, colaboradores, local, data, etc. Imagens . Diapositivos com a dimensão 1024x768 pixels em formato JPG . Não há limite à quantidade de trabalhos a apresentar. . Não há limite à quantidade de diapositivos a apresentar. . Os nomes de arquivo devem seguir a sequência: NOME ATELIER_ORDEM DE APRESENTAÇÃO_LOCAL_TITULO PROJECTO_DESCRIPÇÃO.JPG Exemplo: Arquitectos_01_Lisboa_Casa2_Diagrama.JPG Informações: http://www.oasrs.org/emissaozero
  14. Aqui está o link para o artigo na Semanas Temáticas: http://www.arquitectura.pt/forum/f104/projecto-casa-de-campo-na-lardosa-beira-baixa-_-pedro-duarte-bento-6500.html
  15. Obrigado e bem-vindo!
  16. Obrigado a todos pela votação. A votação foi encerrada ontem e os vencedores foram: - JVS - Koolhas Aguardamos a resposta de ambos para que possamos anunciar a nova equipa. Aos restantes membros peço que não seja motivo para desanimar, à medida que o espaço cresce maior terá de ser a nossa equipa, e como dizia aamedeiros (aqui) já fazemos todos parte desta grande equipa. Continuem a participar para que possam ser recompensados. Boas Arquitecturas!
  17. Tópicos fundidos.
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