-
Posts
5045 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
4
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by Arq.to
-
Por favor tomem em atenção que o Blackle dá a ideia errada de um site ambiental. É verdade que os gastos em watts são menores mas esses podem ser configurados pelos diversos monitores, mas há que tomar em atenção que um monitor de fundo preto pode prejudicar gravemente a visão,um monitor bem configurado (nas cores, frequências, bits) gasta menos e não prejudica tanto a visão.
-
Tripoli apresenta projecto de desenvolvimento sustentável O governo líbio lançou hoje em Cyrene (Norte) o «primeiro projecto mundial de conservação e desenvolvimento sustentável de grande dimensão», onde serão investidos vários mil milhões de dólares e criados cerca de 200 mil postos de trabalho. O projecto, anunciado como inédito no mundo, situa-se no parque da Montanha Verde, um local classificado pela Unesco como Património Mundial pela sua biodiversidade e beleza geográfica. No parque em Cyrene, cidade localizada na costa mediterrânica, a cerca de 1.500 quilómetros a leste de Tripoli, encontram-se também algumas das maiores ruínas greco-romanas do mundo, que as autoridades líbias querem explorar e restaurar. «O património histórico é um dos maiores activos do país», afirmou Saif-al-Islam Kaddhafi (filho do Comandante Supremo das Forças Armadas e líder do regime, Muhammar Khaddafi), que chefia a autoridade criada para gerir o projecto. Aproveitando a riqueza natural e arqueológica deste local, que se estende por cinco mil quilómetros quadrados, o governo líbio decidiu criar um projecto global que desenvolva uma economia local e ao mesmo tempo respeite e proteja o ambiente. No topo dos objectivos do projecto está a criação de uma infra-estrutura sustentável com energias renováveis, gestão e reciclagem dos resíduos e neutralidade regional das emissões de dióxido de carbono. Do plano consta também o desenvolvimento da economia local, nomeadamente da agricultura biológica, piscicultura e produção e serviços ligados às novas tecnologias. As populações serão envolvidas através da oferta de micro crédito para incentivar o investimento e actividade económica e cultural, ao mesmo tempo que será desenvolvido o turismo, com a construção de hotéis, restaurantes e museus. Na entidade gestora vão participar arquitectos, arqueólogos, economistas, ambientalistas e conservadores de várias nacionalidades, além de instituições, como o gabinete de arquitectos Foster + Partners ou a escola de artes tradicionais do príncipe de Gales. O principal investimento será do Estado líbio e estima-se que atinja os «vários mil milhões de dólares», avançou Stefan Behling, especialista em sustentabilidade ecológica e energética da Foster + Partners, que realizou o projecto. Nas maquetas em exposição, os arquitectos revelam residências turísticas integradas nas rochas, «spas», hotéis perto de monumentos gregos, planos para o uso de energia solar, eólica e culturas, ao mesmo tempo que garantem a defesa de espécies, como as tartarugas marinhas existentes nesta região. Cerca de 200 mil postos de trabalho serão criados, distribuídos pelo eco-turismo, construção e manutenção de infra-estruturas, arquitectura, agricultura e preservação dos parques naturais, segundo os responsáveis, que não adiantaram um prazo para a sua conclusão. Procurando acelerar o processo, Salif-al-Islam Khaddhafi, apelidado de «Engenheiro», assinou no local, perante várias dezenas de jornalistas e convidados estrangeiros, uma declaração com 14 princípios para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável, que prometeu respeitar. «Estes princípios vão ser aplicados aqui, mas também em todo o país», afirmou, num discurso feito na totalidade em inglês no Gymnasium, um edifício em ruínas, construído pelos gregos e usado mais tarde pelos romanos. Em resposta a algumas perguntas de jornalistas, Kaddhafi reconheceu o «problema do turismo de massa, mas o plano quer evitar esses efeitos negativos». «Esta é a forma certa de avançar», observou Stefan Behling, que se manifestou convencido de que «se o projecto acontecer, o mundo vai olhá-lo como um exemplo e copiar». Behling evitou comentar a situação política e o regime, referindo que a Líbia «faz agora parte da comunidade internacional e existem várias formas de gerir um país». «Eles têm muito petróleo e não precisavam de fazer isto», argumenta. Questionado sobre se o país está a promover uma maior democratização e a abertura ao exterior, Salif-al-Islam, respondeu secamente que «este projecto não tem nada a ver com a democracia». Mas no seu discurso, o dirigente líbio deixou claro o desejo de mostrar que quer participar nas grandes causas globais, em particular no combate às alterações climáticas. Fonte: Diário Digital / Lusa
-
Caro Ricobeau, Bem vindo ao Arquitectura.pt! Queria pedir-te apenas para incluires no teu tópico original o teu e-mail para que os interessados te possam contactar. Obrigado e boa sorte.
-
Caro Koolhas, Aqui está um link para o Download de um trial do Maxwell Render: http://www.maxwellrender.com/ymcetlfhpqnhmqpycanudmmrjch/mirrors_mw.html Devo lembrar que o Arquitectura.pt não aprova a pirataria pelo que não serão tolerados links para sites ou versões piratas deste produto.
-
Caro fillipe. Bem-vindo ao Arquitectura.pt! O plug-in da Maxwell Render já é um software conhecido pelos utilizadores do Arquitectura.pt, aqui fica um tópico da sua última actualização: http://www.arquitectura.pt/forum/f79/software-renderizador-maxwell-render-1-5-a-6099.html Se o Filipe têm trabalhos com o mesmo Plug-in porque não nos mostrar para vermos a potencialidade do software em casos práticos?
-
Sessão de divulgação - Mestrado MIPA - Fri, 07 Sep 2007 16:43:16 GMT Vai a Faculdade de Arquitectura proceder no próximo ano lectivo de 2007/2008 à realização da 4.ª edição do curso de Mestrado em Metodologias de Intervenção no Património Arquitectónico... Ler notícia
-
Um bosque misterioso no coração de Lisboa Expoente do movimento modernista português, monumento nacional desde 2006, o Jardim Gulbenkian, em Lisboa, é agora alvo de um programa especial. Gonçalo Ribeiro Telles, o arquitecto paisagista que, com António Viana Barreto, o criou em 1961-69, e que tem vindo a recuperá-lo desde 2002, vai guiar hoje uma visita ao seu "bosque encantado e misterioso". A lotação já está esgotada (30 pessoas), mas o mais consagrado dos ambientalistas portugueses conduziu o DN pela sua obra, feita de clareiras e recantos arborizados, árvores, ervas aromáticas e flores, pássaros, patos e insectos, caminhos amplos e veredas estreitas, lajes de betão, granito, xisto e cascalho. Um espaço desenhado com luz e sombra, vivido por gente de todas as idades, concebido como projecto de arquitectura total. Eis algumas histórias e segredos, em discurso directo. Trabalho de equipa "Foi com o projecto do Estádio Nacional, de Francisco Caldeira Cabral, que começou a aparecer em Portugal a relação vegetação/traçado. Ele aplicou o que aprendeu na escola de arquitectura paisagista de Berlim e foi nosso professor. Na Gulbenkian, eu e o Viana Barreto fomos desenvolvendo as coisas em conjunto e falando permanentemente com os arquitectos [do edifício: Ruy Athouguia, Alberto Pessoa e Pedro Cid]. Tinha que haver uma relação entre o edifício e o jardim, o interior e o exterior. Não era uma submissão, era uma parceria." Local do edifício "Está no sítio certo, o que é muito difícil. Hoje, em Portugal, geralmente fazem-se em leitos de cheia, encostas abruptas, onde calha e há terreno à venda. Este está, de facto, na cumeada certa e isso foi procurado logo no concurso. Há uma ligação muito boa da parte edificada com o terreno." Importância do clima "O jardim vive do clima mediterrânico. Estamos à sombra e vemos o sol. O Parque Eduardo VII, por exemplo, com aquele eixo central, ainda vem da geometria de Versalhes e dos modelos de 1900. Mas os franceses têm aquela paisagem e a bruma, uma luz mortiça que pede o ponto de fuga. A nossa luz é violenta, temos de tirar partido dela de outra maneira." Paisagem desenhada "Corresponde à paisagem rural portuguesa, em que se contrapõem espaços claros e escuros, bosque e abertura. Camões nunca descreveu na sua poesia nenhuma paisagem de África ou da Índia, mas a da sua meninice no Zêzere e a do Tejo. Lugares que as pessoas, então, associavam ao descanso. Aqui fizemos a mesma coisa: a esta essência mediterrânica do claro-escuro juntámos a nossa paisagem." Pausa e movimento "Pensámos as coisas assim porque recebemos muitos ensinamentos da escola alemã. Isto é uma sucessão de espaços, para se ir descobrindo." Vida no bosque "Temos vida diferente nestas clareiras e no interior do bosque. Um jardim não nasce assim. O bosque resulta da gestão da paisagem, as veredas vão-se abrindo. Aqui já olhamos para o chão, não é? [risos] Isto está cheio de sapos e caracóis! Passámos da grande perspectiva para uma zona completamente diferente. Agora aparece a clareira, começa a aparecer o mistério. O jardim tem vida própria - aliás, tem várias vidas! E cada pessoa o vê de maneira diferente. Há jardins no jardim." Água e fauna Estes tanquezinhos circulares [fruto da recente renovação] não só reflectem a vegetação - há, claro, um valor estético - como têm uma importância enorme para a diversificação da fauna. Como temos arbustos e água, os pardais diminuíram e aparecem mais pássaros de bico mole, os insectívoros, que nos interessam: toutinegras, rouxinóis, chapins... vêm por causa da água, da defesa do arbusto e desta clareira. Na orla poente há mais e ali sente-se uma luz muito especial. Estes tanques criam o reflexo e uma nova dimensão: a da profundidade que se encontra nos poços." Protecção do ruído "Estes arbustos [junto aos muros da rua] foram pensados como barreira visual e contra o ruído. Mas o mais importante é o efeito psicológico, sentirmos que a cidade está do lado de lá." Obras de arte "Vieram depois. Foram-se colocando. Não houve nenhuma preocupação inicial de colocar determinada estátua, excepto a de Gulbenkian, o fundador." Árvores e economia Privilegiaram-se, sobretudo, árvores mediterrânicas? "Com certeza. Mas não são receitas, são consequências da ideia". Pesou a questão dos custos? É mais barato cuidar de um jardim se a vegetação for autóctone? "Não. A economia está no facto de estes jardins, criados como paisagem, não terminarem mas, sim, desenvolverem-se. Vão-se modificando, é um todo em permanente movimento." Recantos perfumados Há zonas onde os cheiros são mais acentuados. Aqui caril, ali rosmaninho. "Mas isso foi apenas relativamente pensado. Sabemos que há umas plantas mais odoríferas, mas não vamos tão longe! A essência do desenho é a vida e o traçado - que tem muito a ver, evidentemente, com a natureza do lugar. O resto vai acontecendo." Estacionamento subterrâneo Foi uma dor de cabeça, por causa da fixação de raízes e drenagens? "Não. Quem trabalhou mais nessa área foi o Viana Barreto, porque tinha feito já uma coisa idêntica no Hotel Ritz, com aquelas plataformas plantadas. Isso já entra no problema da técnica, é uma questão de engenharia biofísica." Manutenção dos espaços "Nunca acaba, todos os dias caem e crescem ramos, as plantas estão permanentemente a criar ambientes. O que é preciso é manter a ideia inicial." Degradação nos anos 70 "A conservação começou, aqui, a fazer-se segundo os termos convencionais dos jardins de Lisboa: se nascem coisas selvagens vai-se logo arrancar, plantam-se rosas... O projecto ia sendo desvirtuado. Inconscientemente, ia tendo uma conservação como se fosse outra coisa. Hoje, o grande problema é a falta de profissionalismo. A propaganda das imobiliárias tem sempre piscinas, relvados e palmeiras, cenários sem qualquer relação com o projecto - e assim se estragou parte do Algarve e continua a estragar-se o País. O espaço verde não é visto como estruturante, mas como complemento, decoração." Lago e cursos de água "Também foram criados. O lago central é determinante do projecto, porque a morfologia do terreno o coloca ali. Não há eixos, há é um lugar com uma determinada escultura. Isto é uma escultura de terreno. E onde houver sistema natural, há água. É a morfologia que dá estas quedas. O desenho da arquitectura paisagista parte da paisagem - e quando ela foi destruída parte-se do lugar: o solo, o relevo, a circulação da água, a chuva." Barreira do CAM Em 1980, a decisão de construir o Centro de Arte Moderna no topo sul do terreno foi muito contestada por Ribeiro Telles e Viana Barreto. Queriam-no a leste, para não cortar a passagem para os terrenos da Casa Vilalva (parte dos quais a Gulbenkian viria a comprar em 2006). "Hoje, toda a gente contesta essa solução [do CAM]! O jardim foi pensado para absorver aquela área, embora só houvesse uns esboços. Tudo isto tem apenas sete hectares e parece muito maior porque entramos num labirinto. Para os novos terrenos, só se passa pelo lado esquerdo. Eu faria ali um jardim de Alcino, o jardim dos pomares gregos." Diversidade da flora Teve que ser repensada nesta recuperação? "Sim, principalmente, porque diminuíram as áreas de sol e aumentaram as áreas de sombra, pelo que o revestimento passou a ser outro - mas nem se dá por isso. Este pinhal [junto ao CAM] tem um ano e já ninguém se lembra de como isto era! Agora, há pinheiros de três tamanhos para garantir a continuidade do ciclo da vida. Dos eucaliptos originais [da época de construção], também só ficaram, então, três ou quatro". Um deles, junto à galeria de exposições temporárias. Cobertura do anfiteatro "Não me agrada, fica muito pouco grego com aquilo [holofotes] em cima! [risos] Perdeu-se o céu. Há várias componentes no jardim: o céu, a grandeza, a luz e a cor, o movimento e a cultura - a mão do homem." Reacção do público Qual o maior desafio que enfrentou quando foi convidado para reabilitar o jardim? "As pessoas, o público, que tem como referência aquilo que vê nos jornais e acha que o bom e 'moderno': a relva, as palmeiras e os canteirinhos com flores. Agora já reagem bem, mas foi um problema. Não percebiam o que andávamos a fazer." Fonte: Diário de Noticias
-
Barreiro | Projecto de Renovação do "Centro" | Joan Busquets
Arq.to replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Ordem dos Arquitectos acusa autarquia de desperdiçar concurso de ideias A Ordem dos Arquitectos acusou o presidente da Câmara do Barreiro de desperdiçar o esforço realizado pelos arquitectos num concurso de ideias, para depois optar pelo catalão Joan Busquets para projectar o novo Mercado 1º Maio e zona envolvente. “Foi um desperdício todo o esforço realizado pela Ordem dos Arquitectos e sobretudo pelos profissionais que disponibilizaram todo o seu saber e recursos na preparação das respostas ao concurso público, gorando as suas expectativas e direitos, ao abandonar a sua continuação num segundo concurso ou a contratação da equipa responsável pelo projecto vencedor, como previsto”, disse Leonor Cintra Gomes, presidente do Conselho Directivo Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos (OA-SRS), numa carta enviada ao autarca Carlos Humberto. O parque Catarina Eufémia e o Mercado 1.º de Maio foram objecto de um concurso público de ideias lançado em 2006 pela autarquia barreirense, apoiado pela Ordem dos Arquitectos, após uma consulta à população e que partia da possibilidade de vir a deslocar o mercado para novas instalações. Depois de ouvir a população, a Câmara do Barreiro decidiu manter o mercado no mesmo local e convidou o arquitecto catalão, Joan Busquets, para projectar a construção do novo mercado municipal, a recuperação da zona envolvente e do parque Catarina Eufémia e um estudo de mobilidade. O espanhol visitou mesmo a cidade do Barreiro no dia 18 de Julho para ter o primeiro contacto com a realidade do local e está previsto que em Outubro apresente a primeira ideia do projecto a desenvolver. Fonte: O Primeiro de Janeiro -
Caro rmoura, Antes de mais bem vindo! Essa mesma questão já foi respondida num outro tópico: http://www.arquitectura.pt/forum/f13/siza-vieira-1868.html O endereço da pesquisa: http://www.arquitectura.pt/forum/cfmgoogle.php?cx=011774745974934100233%3Adqjrs9qa6mu&cof=FORID%3A11&q=Site+do+Siza+Vieira&sa=Search#1002
-
Arquitectura das grande marcas tecnológicas Uma pequena visão da arquitectura das grandes marcas tecnológicas, infelizmente ainda não encontrei muitas mais imagens dos edificios, mas vou procurar melhor. http-~~-//img454.imageshack.us/img454/1118/23814144gy8.jpg
-
Jornadas Europeias do Património em Tavira As Jornadas Europeias do Património, um projecto anual do Conselho da Europa e da União Europeia, vão realizar-se em Tavira, entre 28 e 30 de Setembro, sob o lema “O património em diálogo”. A Câmara Municipal de Tavira participa nesta iniciativa com a exposição “Os estilos na arquitectura de Tavira” e com a palestra “As gentes do Algarve Romano”. Em relação à palestra, integrada no projecto “Conversas a que o Património nos traz”, decorre dia 21, às 18:15 horas, no auditório da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, conduzida por José d’Encarnação, arqueólogo e professor catedrático da Universidade de Coimbra, especialista em Epigrafia e em História da Antiguidade Clássica. Para os dias 28, 29 e 30, está reservada a exposição “Os estilos na arquitectura de Tavira”, na Casa André Pilarte, uma mostra temática que pretende ilustrar e caracterizar os diferentes estilos que ao longo dos tempos marcaram a arquitectura da cidade. Fonte: Jornal Região Sul
-
Aga Khan premeia projectos que ligam passado, presente e futuro
Arq.to replied to Arq.to's topic in Arquitectura
9 projectos distinguidos com Prémio Aga Khan Nove projectos, de oito países, foram distinguidos este ano com o Prémio Aga Khan para a Arquitectura, o de maior dotação pecuniária à escala mundial, 500.000 dólares (367.398 euros), atribuído trienalmente, anunciou hoje a organização. A lista dos premiados inclui o Largo Samir Kassir, em Beirute, Líbano, a reabilitação da cidade de Shibam e o restauro do Complexo Amiriya, em Rada, ambos no Iémen, o Mercado central de Koudougou, no Burkina Faso, a Universidade de Tecnologia de Petronas, em Bandar Seri Iskandar, Malásia, a Torre Residencial Moulmein Rise, Singapura, a embaixada real da Holanda, em Addis Abeba, Etiópia, a reabilitação da Cidade Murada, em Nicósia, Chipre, e uma escola em Rudrapur, Dinajpur, Bangladesh. À edição deste ano concorreram 343 projectos, 27 dos quais foram examinados in loco por especialistas internacionais. Os nove que acabaram por receber o prémio destacam-se, na avaliação do júri, por «terem alcançado os mais elevados padrões de excelência arquitectónica, reflectindo, simultaneamente, os valores dos seus ambientes específicos». Segundo uma nota da organização, o Prémio Aga Khan para a Arquitectura foi instituído em 1977 pelo Aga Khan para «identificar e encorajar conceitos de construção que sejam bem sucedidos na resposta às necessidades e aspirações das sociedades muçulmanas». O prémio, diz ainda a nota, «reconhece exemplos de excelência arquitectónica em todos os lugares onde vivem os muçulmanos, nos campos do design contemporâneo, habitação social, desenvolvimento e melhoramente comunitário, preservação histórica, reutilização e conservação de áreas, bem como projectos paisagísticos e de melhoria ambiental». O prémio faz parte do Fundo Aga Khan para a Cultura, AKTC, que tem «um amplo leque de actividades que visam a preservação e promoção da herança material e espiritual das sociedades muçulmanas». Os projectos vencedores foram anunciados hoje pelo Aga Khan numa cerimónia realizada em Kuala Lumpur a que, entre outros convidados, assistiu a ministra da Cultura de Portugal, Isabel Pires de Lima. Fonte: Diário Digital / Lusa -
“Habitar Portugal” mostra arquitectura contemporânea na Guarda
Arq.to posted a topic in Arquitectura
“Habitar Portugal” mostra arquitectura contemporânea na Guarda Exposição fica patente, a partir de hoje, no Teatro Municipal No TMG, a Ordem dos Arquitectos mostra algumas das mais emblemáticas obras realizadas entre 2003 e 2005 Mais de 70 projectos representativos da obras arquitectónicas portuguesas vão estar expostos, na Guarda, a partir de hoje. “Habitar Portugal 2003/2005” é o título da mostra que pode ser vista no Teatro Municipal da cidade mais alta, até dia 29, com organização da Ordem dos Arquitectos. São apresentados 76 projectos, representativos das diferentes linguagens e da multiplicidade de autores da arquitectura portuguesa contemporânea. Todas elas foram completadas entre 2003 e 2005. “A escolha das obras que compõem esta exposição reflecte o panorama da arquitectura recente em Portugal: da pequena à grande intervenção, da habitação unifamiliar ao complexo residencial colectivo e do espaço privado ao público, no qual está incluído o Teatro Municipal da Guarda, da autoria do arquitecto Carlos Jorge Coelho Veloso”, refere a Ordem dos Arquitectos. O conteúdo da exposição foi aplaudida na Bienal de Veneza, depois de ter sido um sucesso no Centro Cultural de Belém, onde atraiu 20 mil pessoas. Na Guarda, “Habitar Portugal” pode ser visitada gratuitamente, de terça-feira a sábado, das 16h00 às 20h00, e nos dias de espectáculo, até às 21h30. A promoção resulta de uma parceria institucional do Ministério da Cultura/Instituto das Artes e o patrocínio da MAPEI. A exposição que percorre, desde Janeiro, espaços culturais de diferentes cidades portuguesas – Ponta Delgada, Coimbra, Sines, Vila do Conde, Vila Real de Trás-os-Montes e Tavira –, com o intuito de aproximar a arquitectura aos cidadãos. Viaja depois para Beja, onde estará patente de 12 a 28 de Outubro e para a Calheta (Madeira), onde poderá ser vista de 17 de Novembro a 28 de Janeiro de 2008. Fonte: Diário XXI -
Bem vindo arqui!
-
Ora nem mais! Boa resposta e bem vinda!
-
Caro oops713, Infelizmente não permitimos a colocação de classificados no fórum, por não termos condições legais nem funcionais para o mesmo. No entanto existem diversos sites que permitem a colocação de anúncios de compra/venda que estão mais preparados e que podem garantir tanto ao comprador como vendedor alguma qualidade no serviço. O que te posso aconselhar será usares um desses sites e publicitares a tua oferta na tua assinatura com um link para o artigo que pretendes vender. Obrigado pela compreensão.
-
MNE reúnem-se em Viana do Castelo sexta-feira e sábado O cenário em que decorre, sexta-feira e sábado, em Viana do Castelo, a reunião dos 27 ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia (UE) tem a assinatura de dois arquitectos de topo portugueses reconhecidos internacionalmente. Fernando Távora (1923-2005) e Álvaro Siza Vieira (nascido em 1933) são nomes cimeiros de duas gerações consecutivas de arquitectos da internacionalmente reconhecida «escola do Porto». O novo edifício da Biblioteca Municipal da cidade, que acolhe a cimeira, foi desenhado por Álvaro Siza Vieira, um dos mais galardoados arquitectos a nível mundial, enquanto Fernando Távora, considerado o «pai» da escola de Arquitectura do Porto, projectou a praça central da frente ribeirinha de Viana do Castelo, onde se situa aquele equipamento. Para esta praça está também projectado o Coliseu, desenhado por outro dos expoentes da «escola do Porto», Eduardo Souto Moura (1952), presentemente na fase de concurso público. Esta nova praça inclui os edifícios administrativos desenhados por Fernando Távora, onde funcionará o Centro de Imprensa montado para receber as mais de três centenas de jornalistas que vão cobrir a cimeira informal cujo ponto central é a primeira avaliação política conjunta sobre a possibilidade de os 27 aprovarem rapidamente um novo Tratado Reformador da União Europeia. As reuniões de trabalho dos MNE europeus terão lugar na Biblioteca Municipal, em cujo piso térreo funcionarão os gabinetes e os serviços de apoio à cimeira, nomeadamente os gabinetes destinados os contactos bilaterais entre as delegações. No piso superior ficam as três salas principais, designadamente a Sala Luís de Camões (voltada ao rio), onde decorre a reunião plenária dos MNE. Esta sala está apetrechada com uma mesa oval em bétula, com 32,5 metros de perímetro, executada pelo marceneiro José Simões, sob o projecto de Siza Vieira, encomendada pela Câmara Municipal para dar satisfação aos requisitos da reunião ministerial. Na Sala José Saramago (voltada a poente), reunirão os correspondentes europeus dos 27 países (representantes pessoais dos MNE que estão em permanente contacto entre si), enquanto na Sala Fernando Pessoa (voltada ao centro histórico) fica a área de 'coffee-break' e de contactos informais entre as delegações europeias. O edifício da Biblioteca Municipal foi encomendado pela autarquia vianense para o espaço verde da frente ribeirinha da cidade, para que o local fique enquadrado com o rio e com o centro histórico de Viana do Castelo, garantindo a visibilidade para o rio pela construção sobrelevada do andar destinado às salas de leitura. Iniciada em Janeiro de 2004 e concluída exteriormente em finais de 2006, a estrutura tem uma área total de 3.130 metros quadrados divididos por dois pisos. Depois da cimeira, o edifício assumirá a sua função de biblioteca, ficando instalados no piso inferior os serviços técnicos, gabinetes de trabalho e de consulta de especialidade, áreas de depósito e de atendimento, reservando-se o primeiro andar às salas de leitura para adultos e crianças. As salas têm luz natural graças às grandes janelas panorâmicas sobre o rio Lima, por um lado, e o centro histórico por outro, e aos lanternins (clarabóias) projectadas por Siza Vieira. No período nocturno, as salas de leitura serão iluminadas por candeeiros anexados às estantes de livros, especialmente desenhadas para o efeito. O edifício, construído em betão branco que recobre uma complexa estrutura em ferro com o embasamento (base até 1,5 metros de altura) em granito, custou cerca de quatro milhões de euros, valor a que se junta o custo do mobiliário, orçado em cerca de 550 mil euros. Fonte: Diário Digital / Lusa
-
O creativo sim, os restantes são diferentes, basta saber que os objecto de estudo é diferente para as várias áreas do design. Que mais emoticons aconselhas e exemplos?
-
Aga Khan premeia projectos que ligam passado, presente e futuro Uma praça, um mercado, o restauro de uma cidade e a reabilitação de duas outras, uma universidade, uma torre residencial, uma embaixada e uma escola. Foram estes os nove projectos vencedores do Prémio de Arquitectura Aga Khan 2007, ontem entregue em Kuala Lumpur. O local para a cerimónia não foi escolhido ao acaso, uma vez que a capital da Malásia tem alguns dos mais arrojados edifícios do mundo islâmico. Criado em 1977, este prémio pretende reconhecer obras criadas para a comunidade islâmica ou das quais esta pode usufruir. E as Torres Petronas, em cujo auditório, construído para a sua Filarmónica, decorreu a cerimónia, são um perfeito exemplo da mistura entre o estilo islâmico e a tecnologia mais moderna. "Um conceito central de tudo isto é o poder da arquitectura para ligar o passado ao presente e ao futuro", disse o Aga Khan IV, o píncipe Karim al-Hussayni, após um momento musical interpretado pelo Silk Road Ensemble. O 49º imã dos ismaelitas (uma comunidade muçulmana xiita minoritária) presidiu à cerimónia ao lado de Abdullah Ahmad Badawi, o primeiro-ministro da Malásia, num cenário em que a madeira predominava e o negro dos fatos dos homens contrastava com as cores fortes dos trajes tradicionais das mulheres na plateia. Considerado o maior do mundo, o prémio Aga Khan, num valor de 500 mil dólares, abrange um vasto leque de projectos para espaços "públicos ou privados, fechados ou abertos, urbanos ou rurais, residenciais ou comerciais, intímos ou grandiosos, religiosos ou seculares", disse o Aga Khan. É o caso dos nove vencedores, escolhidos entre 343 projectos por um júri de especialistas: arquitectos e artistas. O primeiro a ser apresentado num ecrã gigante ladeado por duas bandeiras da Malásia foi a praça Samir Kassir em Beirute, no Líbano, seguida da reabilitação da cidade de Shibam e do restauro do complexo de Amiriya, ambos no Iémen. Seguiu-se a torre residencial Moulmein Rise, em Singapura, a embaixada da Holanda na Etiópia, a reabilitação da cidade velha de Nicósia, em Chipre, e a escola de Rudrapur, no Bangladesh. Os representantes de cada projecto receberam o prémio das mãos do Aga Khan e do primeiro-ministro Badawi. Badawi mostrou-se feliz por o Aga Khan ter escolhido as Petronas - um dos mais altos edifícios do mundo - para realizar este evento, após a obra do gabinete de arquitectos Cesar Pelli ter sido umas das vencedoras da edição anterior do prémio, em 2004. "Quero felicitar sua alteza [o Aga Khan] por construir pontes entre muçulmanos e não muçulmanos", disse o chefe do Governo, que tem sede em Putrajaya, a capital administrativa do país, recentemente construída a 25 quilómetros de Kuala Lumpur. "Foi a única forma de evitar que Kuala Lumpur se transformasse numa selva de betão", disse Badawi, destacando a importância da arquitectura para "trazer a modernidade sem destruir as belezas naturais." Fonte: Diário de Notícias
