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JVS já existe um tópico sobre esse "Hotel do Espaço" que podes consultar mais informação aqui: http://www.arquitectura.pt/forum/f29/arquitectos-espanhois-norte-americanos-desenvolvem-hotel-no-espaco-1910.html
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Oito em cada dez candidatos entraram no ensino superior Universidades e politécnicos podem estar satisfeitos: o número de candidatos e de colocados no ensino superior público aumentou. Mas, ainda assim, ficaram 6812 vagas por preencher. Nesta 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso entraram 41938 candidatos, mais sete mil do que no ano anterior. Mas a notícia do aumento do número de candidatos não agrada certamente aos estudantes que concorreram e não ficaram colocados, quase dez mil. Às 48.710 vagas autorizadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior — mais cinco por cento do que no ano anterior — concorreram 51472, mas só 41938 conseguir um lugar. Mesmo entre esses, apenas 53 por cento ficaram na primeira opção, contra os 61 por cento que o conseguiram em 2006. Neste concurso, o ensino superior universitário continua a ser o que recebe mais estudantes, 24046. Por seu lado, o politécnico ganha 17892 novos alunos. Aliás, a maior subida, comparativamente ao ano passado, dá-se no politécnico, onde mais 25 por cento de estudantes optaram por este sistema de ensino. E 17 por cento mais escolheram o universitário. Uma das razões para o aumento da frequência nas escolas politécnicas deve-se à oferta de mais cursos em horário nocturno ou pós-laboral. Embora muitos tenham ficado com vagas por preencher, como Gestão da Construção, em Setúbal, ou Serviço Social, em Portalegre. Medicina volta a subir Apesar de ter havido um aumento de quatro por cento no número de vagas para Medicina, de 1347 para 1400 — a Universidade do Minho foi a que fez um maior esforço, passando a receber mais 33 alunos —, a nota do último colocado continua a ser a mais alta da lista dos 1031 cursos postos a concurso. E se no ano passado desceu ligeiramente, este ano voltou a subir. A Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa abriu 210 lugares e o último aluno a entrar teve 188,5 valores (numa escala de 0 a 200) de nota final. O estudante com a nota mais baixa admitido em Medicina foi para a Universidade da Madeira, com 177,5 valores. A área da Saúde continua a ser muito apetecível entre os alunos que terminam o secundário e que se batem por décimas que lhes permitem aceder não só a Medicina, mas a Fisioterapia (176,5 valores na Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto) ou Enfermagem (168,5 na Escola Superior de Enfermagem do Porto). Ou mesmo a Criminologia, na Faculdade de Direito do Porto, que atraiu 20 estudantes (172,2). Arquitectura também voltou a subir e continua a rivalizar as notas mais altas com as formações na área da Saúde. Na Universidade do Porto, 182 valores foi a classificação obtida pelo último colocado. Também se destaca a mesma licenciatura no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, em Lisboa (175 valores), e na Universidade Técnica de Lisboa, onde existem dois cursos, ambos com 170 valores. Maioria já em Bolonha O Governo continua a apostar nas Artes, onde houve um aumento de oito por cento nos lugares oferecidos. E se os cursos universitários como os da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa fi caram sem vagas para a 2.ª fase do concurso, há outros, nomeadamente nos politécnicos de Tomar, Beja e Viseu, que mantêm várias dezenas de lugares disponíveis. Os cursos de Ciências e Tecnologias representam um terço do total das vagas. Contudo, os candidatos continuam reticentes em apostar nestas areas e são muitas as vagas sobrantes nas Engenharias, Físicas e Matemáticas. Assim como em História, Ciências Agrárias, Educação Básica e Música. Também são as escolas do interior que mais sentem a falta de alunos. Praticamente nove em cada dez cursos já estão adequados ao modelo de Bolonha, que prevê a harmonização do ensino superior em 40 países europeus. Assim, formações como Medicina ou Arquitectura são mestrados integrados. E as licenciaturas podem ter três a quatro anos. Desde manhã que os resultados estão em www.acessoensinosuperior.pt. Há 379 formações com vagas por preencher. A 2.ª fase começa já amanhã e termina na sexta-feira. Podem concorrer os que não foram colocados e os que conseguiram um lugar, mas querem candidatar-se de novo. Os resultados serão conhecidos a 15 de Outubro. Fonte: Público Online
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Nenhuma delas!
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Para restringir o acesso de SPAM à tua conta de e-mail existem várias opções, uma deles é arranjares um ou actualizares o teu cliente de e-mail (MS Outlook, Thunderbird, Eudora, Live Mail,...), pessoalmente uso o Thunderbird que funciona muito bem com o anti-spam, no entanto não é sempre fedigno, e convém sempre verificar pelos e-mails filtrados. Existem ainda software que funcionam com estes mesmos clientes de e-mail que ajudam na tarefa, as grande marcas de anti-vírus já possuem soluções destas das quais podes visitar e ponderar o melhor. Se usares um cliente de e-mail web (Hotmail, Gmail, Sapo Mail, etc) esses já possuem configurações específicas de controlo de SPAM onde pouco ou nada podes fazer, a não ser reportar manualmente o SPAM na tua conta ou elimina-los um a um. Se usas alojamento profissional com o domínio próprio empresarial então existem empresas de alojamento que disponibilizam serviços ou software anti-spam dentro dos próprios servidores, basta contactar o suporte para saber mais. Finalmente, não existe nenhum princípio fundamental para impedir o SPAM de chegar à tua caixa de correio, mas evita dar ou publicar o teu e-mail em qualquer lado, só em sites que consideres válidos e que contenham de alguma maneira Política de Privacidade. No Arquitectura.pt o próprio software protege o vosso e-mail e só fica disponível se o inserirem directamente numa mensagem. Nota: O título foi mudado para Males do Spam
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Mina de Diamantes Mirny - Sibéria 500m de profundidade e 1200 de diâmetro. http-~~-//img524.imageshack.us/img524/9804/1349490665e52b6f8c8dll0.jpg http-~~-//img526.imageshack.us/img526/3105/1350382606e0aad99a10fq2.jpg Seta vermelha indicando um camião. http-~~-//img526.imageshack.us/img526/8681/135038271629e114f6a8ze5.jpg Mina de Diamantes Kimberley - África do Sul 1097 metros de profundidade. http-~~-//img528.imageshack.us/img528/4571/32947530e5bf131326qg4.jpg http-~~-//img528.imageshack.us/img528/6232/135045764000edc167f2pd7.jpg Buraco Sagrado - Monte Monticello http-~~-//img211.imageshack.us/img211/5397/13503828280065388115rj7.jpg http-~~-//img211.imageshack.us/img211/7673/1350383018afefd809fddz1.jpg http-~~-//img164.imageshack.us/img164/6448/13494913433a11af1a89ct0.jpg http-~~-//img164.imageshack.us/img164/3411/13500067450fe51c976bmk4.jpg Mina de Bingham Canyon - Utah, EUA 4.8 km de profundidade e 4 de diâmetro. http-~~-//img164.imageshack.us/img164/1715/135038379427552b3d1dyc5.jpg http-~~-//img515.imageshack.us/img515/1369/134951649730e7b6105dik6.jpg Buraco Azul - Belize 145 metros de profundidade e 400 metros de diâmetro. http-~~-//img515.imageshack.us/img515/8771/134970191719f3c51e0cyw1.jpg http-~~-//img515.imageshack.us/img515/6779/1350592620ae26ba69ddcx4.jpg Mina Diavik - Canadá http-~~-//img339.imageshack.us/img339/9481/1349702207dd24448e5bnw6.jpg http-~~-//img339.imageshack.us/img339/6025/1350592376c340ff289bjk0.jpg Buraco - Guatemala http-~~-//img339.imageshack.us/img339/2248/1350926918c11ea01e82op9.jpg http-~~-//img339.imageshack.us/img339/3194/1350650048e6891e452eqh8.jpg http-~~-//img339.imageshack.us/img339/7163/13497597438efca20009sn0.jpg Fontes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.
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Well-behaved Homes http-~~-//farm2.static.flickr.com/1217/1381647359_d5a70c2dd9_o.jpg [image: The Glidehouse by Michelle Kaufmann]. Architects Michael McDonough and Michelle Kaufmann are now up on stage, speaking here at Dwell on Design. Their topic is "Well-behaved Homes." Michael, in full-on performance mode, explains that building houses using conductive materials (metal, for instance, which is also used to make pots and pans) instead of using insulating materials (he specifically refers to aerated autoclave concrete here, something used in the majority of European houses) is inherently problematic from the standpoint of energy efficiency and climate control. He talks about the importance of mechanical engineers in coming to understand the movement of air through enclosed architectural structures. McDonough's firm is now developing what he calls the eHouse, a kind of domestic research station in New York State through which they can test out the use of more energy-efficient – and climate-appropriate – building materials. http-~~-//farm2.static.flickr.com/1044/1382542250_ab5afb40fa_o.jpg http-~~-//farm2.static.flickr.com/1381/1382541834_df405888da_o.jpg [images: Michelle Kaufmann's mkLotus house]. Michelle Kaufmann, meanwhile, still speaking as I type this, is introducing everyone to the construction process involved in assembling one of her projects; green roofs; rainwater catchment; and passive/active solar energy systems – including, briefly, issues of affordability (and the lack thereof). She just finished up, actually. In any case, I can't help but wonder, referring to the title of this panel, what a non-well-behaved home might be. In fact, one of the respondents literally just mentioned this, in a passing reference to the possibility of "outlaw homes," which she describes as homes whose owners tear up the front yard to plant vegetable gardens. But is that not just another way of being well-behaved? Eating right, being a good neighbor? What if you installed a shake table in your front yard? Is there a modernism for bad neighbors? (Note: I'll be live-blogging the Dwell on Design conference this weekend; expect more posts soon – and bad editing or typos might have to stay up for now. Please excuse any such editorial lapses...) Ler artigo...
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Aqui fica um pequeno documentário sobre o mesmo autor: http://blip.tv/file/94203
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Barreiro | Projecto de Renovação do "Centro" | Joan Busquets
Arq.to replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Ordem dos Arquitectos acusa CMB de “ignorar” Concurso de Ideias Um ano após terem sido conhecidos os vencedores do Concurso de Ideias do Mercado 1º de Maio e Zona Envolvente, lançado ainda pelo executivo camarário PS, eis que a presidente do Conselho Directivo Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (Ordem dos Arquitectos), Leonor Cintra Gomes vem a publico criticar a atitude do actual executivo. Segundo lamenta a responsável, “foi com surpresa e pesar” que a Ordem dos Arquitectos viu o actual executivo anunciar “uma nova estratégia, pretensamente inédita, para a requalificação da mesma área, descartando todas as contribuições efectuadas pelos cidadãos e profissionais.” Em carta dirigida ao presidente da CMB, Carlos Humberto, Leonor Cintra Gomes, presidente do Conselho Directivo Regional Sul da Ordem dos Arquitectos (Ordem dos Arquitectos) lança duras críticas à autarquia, por alegadamente “não ter servido para nada a consulta pública, lançada em 2005, no seguimento da qual cidadãos e especialistas foram convidados a manifestar as suas opiniões sobre a transformação de dois espaços emblemáticos do centro da cidade – o parque Catarina Eufémia e o Mercado 1.º de Maio - e sobre o seu papel na requalificação do centro da cidade.” Foi no âmbito dessa iniciativa, “em parte motivada pela possibilidade de transferência do citado equipamento para novas instalações, com uma localização excêntrica ao centro primitivo”, que a Ordem dos Arquitectos foi convidada pela CMB, para prestar apoio na realização do concurso de ideias, tendo aceite de imediato, congratulando-se pela estratégia que estava a ser seguida pelo município”, segundo recordou Leonor Cintra Gomes. Diz a Ordem dos Arquitectos que o concurso público de ideias, destinado a profissionais das áreas do urbanismo e arquitectura, com o objectivo de seleccionar uma ou mais ideias para a requalificação do mercado e jardim, “foi organizado no mais estrito respeito pelas regras pela qual a contratação pública se rege”, tendo nele participado “44 equipas pluridisciplinares, que apresentaram propostas concretas e representou o envolvimento de um conjunto muito alargado de profissionais, o que revela o forte interesse suscitado pelo concurso”, lembram. Mais acrescenta a Ordem que “uma vez que a decisão de realização do concurso mereceu a aprovação de todas as forças políticas com assento na Câmara Municipal, tal dava a entender que existia um abrangente consenso político sobre a estratégia que estava a ser implementada para a requalificação do centro da cidade.” Para além disso, a Ordem dos Arquitectos recorda ainda que “ficou previsto no regulamento do concurso a possibilidade de vir a existir um segundo, desta vez limitado, destinado a seleccionar, uma única proposta para a requalificação dos espaços. Para esse segundo concurso seria executado novo programa, que decorreria da análise das ideias apresentadas no concurso de ideias, da respectiva valorização pelo júri, e da reacção da população aquando da exposição dos trabalhos concorrentes.” Ordem surpreendida com mudança de estratégia “pretensamente inédita” É na mesma carta que Leonor Cintra Gomes elogia todo o processo por o “município ter demonstrado reconhecer a validade e a importância da participação pública e do debate plural de ideias, nas intervenções em espaço público e nas decisões sobre o futuro das cidades, em geral, adoptando uma metodologia democrática, aberta e inclusiva, de fazer política urbana e construir cidade - infelizmente, pouco frequente no nosso país - em que cidadãos, técnicos e políticos têm a oportunidade de dialogar para encontrarem as soluções que melhor poderão corresponder a um projecto de futuro em comum”, sublinha. Contudo, as críticas não se fizeram esperar, e a presidente da Ordem dos Arquitectos diz que foi com “surpresa e pesar” que “volvido um ano da apresentação dos vencedores do concurso”, o município tenha vindo a público anunciar aquilo que a Ordem dos Arquitectos diz ser “ uma nova estratégia, pretensamente inédita, para a requalificação da mesma área, incidindo sobre os mesmos espaços, elidindo todo o passado recente, esquecendo-se dos compromissos que firmou com a população e os concorrentes, descartando todas as contribuições efectuadas pelos cidadãos e profissionais.” Para além de “não ter sido apresentada qualquer fundamentação que justificasse a inversão da estratégia inicial” aos vencedores do concurso de ideias, segundo garante Leonor Cintra Gomes, “a nova estratégia, aparenta ser, à partida, inversa à primeira: a requalificação de espaços emblemáticos da cidade deixa de ser um projecto colectivo e participado para, contrariamente, ser apresentada como um produto acabado, ´chave na mão´, no qual parece não existir qualquer oportunidade para intervir, nem mesmo por parte do poder político”, acusa a responsável. Perplexos por terem sido ignorados os arquitectos vencedores Perante as notícias que foram avançadas pelo executivo camarário CDU, e que dão conta da construção de um novo mercado, de cerca de 3000 m2, que será entregue ao município ´de chave na mão', ou seja, todo construído, onde se inclui também a construção de um parque de estacionamento com capacidade para 225 a 250 carros e todo o arranjo de superfície daquela praça, a Ordem dos Arquitectos diz-se “perplexa” por a obra ter sido entregue a uma empresa da especialidade sob a orientação do arquitecto Joan Busquets, professor de planeamento de cidades na Universidade Politécnica de Barcelona. É em tom “irónico” que a Ordem do Arquitectos sublinha que “a equipa de Joan Busquets vai elaborar um estudo global para a renovação urbana de todo o centro do Barreiro, ou seja, Avenida Alfredo da Silva, Rua Miguel Bombarda, desde a CMB até à Praça da República, e Rua Stara Zagora.” Ou seja, garantem, “a proposta vencedora do concurso realizado propõe exactamente a manutenção do Mercado Municipal na zona onde se encontra, a construção de um parque de estacionamento e o arranjo de toda a praça/jardim, em tudo coincidente com os objectivos apresentados pela Câmara Municipal.” Não obstante, a Ordem dos Arquitectos afirma ainda que “a modalidade anunciada pela Câmara Municipal, confunde a arquitectura com o arquitecto.” Para Leonor Cintra Gomes “a boa arquitectura concretiza-se em projectos e em obras, não é um valor imanente do profissional que a executa. Entre outras, essa é a razão pela qual os concursos de arquitectura constituem a forma mais eficaz e transparente de distribuição da encomenda pública de projectos, no regime de livre concorrência da União Europeia, permitindo a escolha a partir de um leque alargado de soluções para um problema específico”, explica. “Não podemos deixar de ficar perplexos perante estas notícias, é evidente o desperdício de todo o esforço realizado pela Ordem dos Arquitectos, e sobretudo pelos profissionais que disponibilizaram de todo o seu saber e recursos na preparação das respostas ao concurso público, gorando as suas expectativas e direitos, ao abandonar a sua continuação num segundo concurso ou a contratação da equipa responsável pelo projecto vencedor, como previsto”, lamenta. Mais ainda, acrescenta a Ordem, “é também evidente o desperdício do esforço, e erário público, realizado pela própria Câmara Municipal no processo participado que até aqui vinha conduzindo de modo exemplar, e que agora parece abandonar de modo tão incompreensível.” Ordem apela a um trabalho de parceria Ainda assim, a Ordem dos Arquitectos reconhece que cabe à CMB decidir o que fazer nesta matéria. “Nada obsta a que a Câmara Municipal proceda à contratação através dos mecanismos legalmente previstos, de um qualquer profissional para a execução de um plano para a renovação urbana de todo o centro do Barreiro, e é certo que o arquitecto Joan Busquets possui uma vasta e reconhecida experiência no domínio do planeamento e urbanismo.” Por outro lado, continuam “nada obsta também a que o projecto vencedor do concurso seja desenvolvido, uma vez que coincide com o programa apresentado pela Câmara Municipal, e venha a ser integrado no plano para a renovação urbana de todo o centro do Barreiro, constituindo-se como um dos seus alicerces mais sólidos.” Diz a Ordem dos Arquitectos que “a articulação destes dois projectos desenvolvidos simultaneamente por duas equipas de profissionais de reconhecido mérito (pois tal é também o caso da equipa que venceu o concurso público de ideias) será simples e eficaz visto tratar-se de processos a desenvolver a velocidades distintas, até porque como é referido pela própria autarquia, o plano não terá financiamento imediato para a sua implementação, mas deverá constituir-se como um património para futuras candidaturas de apoio à renovação de zonas comerciais, ao contrário da actuação no Mercado e praça/jardim envolvente, para a qual existe já um prazo de realização previsto.” Deste modo, concluem, “não seria desperdiçado o esforço desenvolvido por nenhum dos envolvidos e manter-se-ia uma actuação caracterizada pela participação, transparência e rigor da actuação política.” Novo Mercado será entregue de “chave na mão” “Reforçar e requalificar o Centro do Barreiro é a estratégia definida pelo Executivo camarário”, que começou o ano passado a dar os primeiros passos para a concretização deste objectivo com a decisão e o acordo para a construção do “Novo Mercado Municipal” na zona onde está situado o Mercado 1º de Maio. Refira-se que a proposta de não deslocalização do mercado foi aprovada em reunião de Câmara no início de 2007, tendo sido posteriormente, a 6 de Junho do mesmo ano, aprovada outra proposta que visa segundo o edil, Carlos Humberto “a construção de um novo mercado, de cerca de 3000 m2, que será entregue à CMB 'de chave na mão', ou seja, todo construído, já com as bancas, instalações, com as áreas técnicas, acabamentos, etc, cuja obra terá um prazo de conclusão de 20 meses. Recorde-se que neste âmbito a empresa responsável pelas obras do novo Mercado Municipal é a mesma a quem estão entregues os trabalhos da grande superfície comercial Forum Barreiro. Esta obra de “chave na mão” resulta de uma contrapartida dada pela empresa responsável pela construção do Forum, à autarquia, que abdicou do espaço de construção que lhe tinha sido cedido, e que estava destinado para o Mercado Municipal. A decisão dos barreirenses de não se deslocar o mercado, mantendo-o com melhores condições no mesmo local, levou o actual executivo CDU a aceitar a opinião dos munícipes e por consequente a proposta dos responsáveis do Forum, uma vez que lhe permite ter um novo mercado, estacionamento e arranjo do espaço envolvente. As críticas por parte dos partidos da oposição foram muitas perante este “negócio”, mas não chegaram para demover o executivo CDU, que em várias declarações sempre deu a entender pouco estar de acordo com as decisões tomadas pelo executivo de Emídio Xavier. Recorde-se que aquando da apresentação dos vencedores do concurso de ideias, o vice-presidente da CMB, Joaquim Matias lembrava, que “a questão financeira continua a ser um problema considerando que a autarquia não tem dinheiro para a curto prazo fazer o mercado no Fórum Barreiro”. Declaração à qual se junta outra, frisada em Assembleia Municipal pelo mesmo autarca, que focou “as deficiências da solução avançada pelo anterior executivo PS, que exigia a construção do novo mercado no Fórum Barreiro a localizar no Campo das Cordoarias, num espaço de 2100 metros quadrados em tosco, mais 400 metros quadrados em cave para cargas e descargas, e a não afectação de estacionamento.” Para o efeito da construção do novo Mercado, no mesmo local, foi então contratada uma empresa da especialidade sob a orientação do arquitecto Juan Busquets, conhecido por ter desenvolvido projectos de arquitectura em várias cidades europeias, como Roterdão, Málaga, Barcelona, Genebra e Amesterdão, entre outras. Em Portugal, desenvolveu projectos de reconversão urbana em Cascais, Viseu e no Chiado, em Lisboa. A mesma equipa vai elaborar um estudo global para a renovação urbana de todo o centro do Barreiro, ou seja, Avenida Alfredo da Silva, Rua Miguel Bombarda, desde a CMB até à Praça da República, e Rua Stara Zagora. Para além disto vai ser também executado por uma empresa da especialidade um Plano de Mobilidade, desde o caminho-de-ferro até à Avenida da Praia e desde a Rua Miguel Pais até aos contornos da Quimiparque. “Este Plano de Mobilidade, mais do que um plano de circulação e estacionamento, será também um plano de mobilidade pedonal, que poderá dinamizar os equipamentos existentes”, explicou Joaquim Matias na altura. Carlos Humberto diz-se “surpreendido” e sublinha que “a CMB nada tem a ver com o assunto” Confrontado com as declarações desta carta datada de 27 de Agosto, o presidente da CMB, Carlos Humberto mostrou-se “surpreso” com as declarações da Ordem dos Arquitectos, tendo em conta “que não foi a Câmara Municipal que contratou o arquitecto catalão Joan Busquet.” Segundo o edil “o que a CMB pediu foi uma acordo com a empresa do Fórum, porque estava prevista a construção do mercado no centro comercial. Como tal construção já não ia avante pedimos à empresa responsável para nos fazer um estudo e um projecto porque a autarquia já não ficava com aquele espaço. Foi neste sentido que a entidade nos apresentou o projecto e informou-nos de que o mesmo seria levado a cabo pelo arquitecto Joan Busquet. Ficámos muito satisfeitos pela escolha, já lhe demos a conhecer os projectos do concurso de ideias e estranho a atitude da Ordem dos Arquitectos, mas pouco mais posso adiantar na medida em que ainda não li a carta que me foi endereçada”, explicou. No que toca ao “apelo” que é feito pela Ordem para que seja desenvolvido um trabalho de parceria entre o arquitecto catalão e as equipas vencedoras do concurso de ideias, Carlos Humberto diz que nada mais pode fazer. “Essa possibilidade ultrapassa-me completamente, não sou eu que vou pedir para que o arquitecto Joan Busquet, que também já recebeu a carta da Ordem dos Arquitectos, chegue a acordo com os outros técnicos. Essa função não compete à CMB.” As sucessivas criticas da Ordem dos Arquitectos sobre “a mudança de estratégia do executivo camarário”, mereceram resposta do presidente do município que salienta que “apesar de ter existido um concurso de ideias, cabe sempre à autarquia decidir o que fazer com elas. As eleições foram um elemento essencial em todo este processo. Ganhou uma força política diferente que tem estratégias diferentes”, concluiu. Ideias que valorizaram o centro da cidade “Expectativa” é talvez a melhor palavra para descrever os sentimentos dos três grandes vencedores do concurso de ideias, que no dia 15 de Setembro de 2007 transmitiram ao JB a sua satisfação pelos prémios alcançados, sobretudo por poderem contribuir para um projecto que a médio prazo poderia ser uma realidade. Vencedor do 1º prémio José Adrião, Arquitecto – Sociedade Unipessoal, Lda. “A sensação de receber o primeiro prémio é maravilhosa, sobretudo tendo a expectativa de que este trabalho pode vir a ser construído. Apesar de ser um concurso de ideias, estes trabalhos são mais do que isso, são propostas efectivas para o centro do Barreiro. Penso que esta proposta acertou em muitas coisas e pode valorizar bastante o centro do Barreiro, criando espaços públicos interessantes onde as pessoas se possam sentir bem. Como tal, o projecto envolve a criação de uma praça, a valorização do Parque Catarina Eufémia e a manutenção do mercado no mesmo local. A ideia base é criar uma única unidade em que o parque e o mercado funcionem como um só, pois é uma vantagem que este espaço pode ter. Nesse sentido, procurei criar um centro cívico, de modo a que continue a ter vitalidade com a revitalização do mercado. Por muitas cidades da Europa, os mercados antigos estão a ser revitalizados e a população adere; as pessoas dos mercados é que têm de mudar de atitude e adaptar-se aos novos consumidores.” Vencedor do 2º prémio Carlos Veloso – Arquitecto, Lda. “O concurso foi essencial para se lançar uma base de trabalho de discussão sobre a cidade. A ideia passou por fazer uma nova centralidade, sem o mercado a funcionar tal qual como está. Pensámos assim em criar um grande jardim com determinadas valências no seu interior, chamadas grandes aquários, e com essa perspectiva manter a estrutura verde tal como ela é, embora com um novo desenho e uma nova forma de ver o parque. Baseámo-nos no próprio local e vimos que não fazia sentido manter a estrutura do parque, mas sim, com esta centralidade e dinâmica comercial e populacional, tirar partido de um grande espaço de uso público actual. Quisemos limpar o que estava para trás de degradação e manter o essencial do que existia mas dando uma nova unidade ao espaço.” Vencedor do 3º prémio Agrupamento dos arquitectos Pedro Jordão e Cláudia Costa “Quisemos criar um novo centro cívico do Barreiro mas sem alterar muito o que já existia, criando várias valências dedicadas ao lazer e à cultura. Foi também uma oportunidade para alterar o jardim, pegando no potencial que ele tem mas tornando-o mais contemporâneo e convidativo. No mercado achámos que o ideal seria criar um espaço público dentro do espaço já existente, rodeado por equipamentos comerciais e ligados à CMB, com uma pequena praça multiusos. No local do mercado do peixe localizámos um novo edifício que seria destinado à restauração e que faria a mediação entre o mercado e o jardim.” Fonte: Jornal do Barreiro -
Câmara do Bombarral embarga obra de Joe Berardo Um edifício que estava a ser construído sem licença, à entrada do Jardim do Oriente, que o empresário Joe Berardo está a construir na Quinta dos Loridos (Bombarral), foi embargado pela Câmara local. A construção, já em fase muito adiantada, destina-se a ser a entrada daquele espaço ajardinado, onde estarão reunidos os serviços de apoio ao projecto que ali está a ser erguido. Luis Camilo Duarte, presidente da Câmara, diz que entretanto o projecto de arquitectura já deu entrada na autarquia estando neste momento a ser analisado. A obra ilegal é composta por um edifício com 13 arcos, através dos quais se acede a várias salas e possui também um piso inferior, em cave, ladeado por duas rampas. As obras já duravam há meses, quando, em meados de Agosto, Luis Camilo Duarte mandou a fiscalização ao local, confirmando que a construção era, afinal, clandestina. Nessa altura o autarquia dizia que “não se trata de uma ilegalidade muito grave porque no local já chegou a haver construções” e garantiu que, de acordo com as informações que tinha, o projecto de arquitectura daria entrada na Câmara na semana seguinte. Por isso não haveria motivo para embargo da obra, bastando um processo de contra ordenação que poderia redundar numa multa de cerca de 2500 euros. Na passada terça-feira, porém, Luis Camilo Duarte disse à Gazeta das Caldas que a obra estava embargada e que o projecto de arquitectura, que entretanto já dera entrada na Câmara, estava a ser analisado. A monumentalidade do projecto que Joe Berardo tem em curso no Bombarral e a mais valia que o mesmo constitui para o concelho tem levado a autarquia a ser permissiva com várias ilegalidades cometidas. Mesmo sem estar terminado, o jardim budista da Quinta dos Loridos é já um local de peregrinação pois são muitas as pessoas que o visitam todos os dias, chegando às centenas aos fins-de-semana. O projecto desenvolve-se ao longo de uma área de 35 hectares na qual estão a ser colocadas centenas de estátuas (muitas delas de grande dimensão) importadas da China. O parque tem um espelho de água com um pagode chinês no centro, local onde outrora existia apenas um pequeno riacho, sendo esta a única obra que está licenciada, possuindo autorização do Ministério do Ambiente. Tudo o resto, porém, é como se não existisse pois, teoricamente, o Jardim não tem qualquer projecto na Câmara do Bombarral. Berardo e Luis Camilo Duarte entendem que tal não é necessário por se tratar de um jardim e por as estátuas serem consideradas “peças amovíveis”. O Decreto-Lei 555/99, contudo, obriga a que a aberturas de caminhos, remodelação de terrenos, corte de sobreiros e trabalhos de destruição do revestimento vegetal - isto é, tudo o que está ser feito naquele local - sejam alvo de um licenciamento prévio. Fonte: Gazeta das Caldas
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Peter, Aqui ficam alguns tópico que possam interessar a ti e aos demais: http://www.arquitectura.pt/forum/f98/programa-polis-7331.html http://www.arquitectura.pt/forum/f29/1-fase-do-programa-de-requalificacao-do-polis-barreiro-avanca-7633.html http://www.arquitectura.pt/forum/f29/revisao-do-pdm-de-sines-discussao-7596.html http://www.arquitectura.pt/forum/f29/obras-ao-abrigo-do-polis-concluidas-2008-a-7572.html http://www.arquitectura.pt/forum/f29/setenta-nove-bons-exemplos-de-habitar-portugal-1863.html http://www.arquitectura.pt/forum/f24/information-about-publication-passeio-atlantico-edicao-maot-gcpp-2002-a-7449.html
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Siza Vieira apresenta projecto para requalificar Sé em Cabo Verde O arquitecto Álvaro Siza Vieira apresentou ontem na Cidade da Praia, Cabo Verde, o projecto de requalificação da Sé da Cidade Velha, que vai preparar o lugar para, no futuro, receber espectáculos culturais. O governo de Cabo Verde está a preparar a candidatura a património mundial da Cidade Velha, a primeira cidade de Cabo Verde, edificada em 1462. No âmbito de uma visita de três dias a Cabo Verde da ministra da Cultura de Portugal, Isabel Pires de Lima, o arquitecto explicou à governante e ao seu homólogo cabo-verdiano, Manuel Veiga, que intervenção pretende fazer nas ruínas da antiga catedral, para a qual o governo de Lisboa disponibilizou 1,3 milhões de euros. "Vamos refazer todo o arranjo exterior, criar infra-estruturas e iluminação", permitindo que no futuro se possam fazer ali espectáculos musicais, festas, representações teatrais ou celebrar Missas, disse. A antiga Sé da Cidade Velha é o principal monumento do património arquitectónico da localidade e o projecto de recuperação já poderá fazer parte da proposta de património mundial que o governo de Cabo Verde apresentará à UNESCO nos próximos seis meses. Fonte: Redacção/Lusa
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Concurso Internacional de Ideias Arquitectónicas A Revista House Traders, numa parceria com a empresa LT-Studios, promove o seu primeiro concurso internacional de ideias arquitectónicas destinado a estudantes e arquitectos de qualquer faixa etária. De forma a incentivar a criatividade e inovação é lançado um concurso sem tema, restrição espacial ou construtiva que não implica qualquer fase posterior de projecto ou execução. Esta iniciativa de carácter teórico surge com o objectivo de abordar a revista House Traders como um veículo de reflexão e difusão de projectos inéditos que ajudem a desenvolver e dar a conhecer as extraordinárias ideias de estudantes e arquitectos. Com apoio nas novas tecnologias, será proporcionado ao concorrente vencedor a hipótese de ver o seu projecto representado em 3 dimensões pela prestigiada empresa LT-Studios e publicado na revista House Traders. Data de inicio: 10 de Agosto Data de término: 19 de Outubro Inscrição e mais informação: http://www.housetraders.pt/concurso/ Cátia Fernandes - Catsol (Membro do Arquitectura.pt) catiafernandes@housetraders.pt Concurso com o apoio do Arquitectura.pt
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Novo atelier adicionado pelo utilizador pauloss JDS Architects - www.jdsarchitects.com
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Caro Luis, Bem vindo ao Arquitectura.pt! Este espaço é o ideal para te apresentares, se achares bem faz um pequeno resumo de ti, para que possa cativas mais interessados em contactar-te!
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JotaArq, Nós já temos uma boa lista de atelieres nacionais disponíveis no Arquitectura.pt, onde todos os que citas-te já estão disponíveis desde o inicio . Aqui fica a lista para os mais desatentos: http://www.arquitectura.pt/forum/f13/ateliers-nacionais-links-1487.html Agradeço a tua ajuda para tornar a nossa lista de atelieres nacionais ainda maior!
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Bem vindo Valter, parabéns pela tua galeria!
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Caro LFigueiredo, Aqui ficam alguns contactos de pessoas, ou empresas que prestam serviços de realização de maquetas disponíveis no Arquitectura.pt: http://www.arquitectura.pt/forum/f25/maquetes-levantamentos-arquitectonicos-7247.html http://www.arquitectura.pt/forum/f17/maquetes-6831.html http://www.arquitectura.pt/forum/f31/maquetes-5833.html
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Câmara de Torres Novas anula concurso para projectos dos centros educativos devido a irregularidades A natureza e diversidade das irregularidades detectadas levaram a Ordem dos Arquitectos a aconselhar a anulação do procedimento, para evitar possíveis recursos e pedidos de impugnação dos concorrentes. A Câmara de Torres Novas anulou o concurso público de selecção do projectista para a elaboração dos projectos-base de quatro centros educativos a construir no concelho após a Ordem dos Arquitectos ter detectado diversas irregularidades que dariam a possibilidade, a qualquer concorrente, de impugnar o acto. O despacho de anulação, feito pelo presidente da câmara, António Rodrigues (PS), foi aprovado na reunião de 24 de Julho. O concurso para a construção dos quatro centros educativos - nas freguesias de Assentis, Olaia, Pedrógão e em Negréus, na periferia da cidade – foi publicado em Diário da República em 19 de Abril deste ano e a data limite para apresentação das propostas decorreu até 27 de Maio. Na reunião de 10 de Julho, o vice-presidente do município, Pedro Ferreira (PS), anunciou que o concurso estava na fase de adjudicação e deu conhecimento então de que, “talvez devido à singularidade do projecto”, tinham existido algumas reclamações. Segundo O MIRANTE apurou, boa parte dos 27 concorrentes apresentou reclamações ao concurso, obrigando mesmo a câmara a emitir um esclarecimento público sobre o programa e concurso e o caderno de encargos, num documento com 25 pontos. Esclarecimentos que não convenceram a Ordem dos Arquitectos (Ordem dos Arquitectos) para onde tinham seguido também as reclamações dos concorrentes. Em parecer emitido em Maio deste ano, a secção regional sul da Ordem dos Arquitectos refere ter constatado que o concurso “contém desconformidades com a legislação aplicável, para além de, no desenrolar do procedimento, terem já ocorrido irregularidades que tornarão possível, a qualquer concorrente, promover a impugnação do concurso”. Entre as irregularidades detectadas, a Ordem dos Arquitectos refere que no nº1 do artigo 21 do programa do concurso os critérios de adjudicação surgem ponderados pela entidade promotora. O que viola o disposto no nº1 do artigo 94 do Decreto de Lei 197/99, que estabelece que é o júri que deve definir a ponderação a aplicar aos diferentes elementos que interfiram na aplicação do critério de adjudicação estabelecido no programa. A adopção de um critério de apreciação dos trabalhos em que é solicitada “a experiência anterior na execução de trabalhos semelhantes e recursos humanos e técnicos afectos à elaboração dos trabalhos” contraria também a legislação em vigor, segundo a Ordem. “O Decreto de Lei 197/99 preceitua que na análise do conteúdo das propostas não se pode, em qualquer circunstância, ter em consideração, directa ou indirectamente, factores relacionados com as habilitações profissionais ou a capacidade financeira ou técnica dos concorrentes”. “Composição nominal do júri não pode ser tornada pública” Mais: na resposta aos pedidos de esclarecimento, datada de 7 de Maio, “foi revelada a composição nominal do júri”, o que contraria também o mesmo Decreto-Lei, que impõe que “a composição nominal do júri não pode ser tornada pública antes da realização do acto público de abertura dos invólucros que contêm os projectos ou planos”. O parecer da Ordem dos Arquitectos faz ainda referência a outras situações, nomeadamente a que respeita à competência do júri. “Tratando-se de um projecto de arquitectura, ou seja, em que é exigida aos concorrentes uma habilitação profissional específica, natural se torna que, conforme dispõe o nº2 do artigo 170 do Decreto de Lei 197/99, a maioria dos membros do júri deva possuir as mesmas habilitações ou habilitações equivalentes”. Nesta perspectiva, entende a Ordem dos Arquitectos, “quanto mais não fosse por motivos de transparência, justificar-se-ia que o regulamento do concurso revelasse aos concorrentes a composição do júri, no respeitante às entidades que aceitaram designar os seus membros, assim como as habilitações profissionais de cada um deles”. Face à natureza e diversidade das irregularidades detectadas e dado o facto de o procedimento estar já em curso, o que leva a que o programa do concurso e o caderno de encargos não possam ser alterados, a Ordem dos Arquitectos refere que, “para que o princípio da estabilidade seja garantido, não restará à câmara outra alternativa que não seja a de providenciar, de imediato, a anulação do procedimento”. E alerta ainda que caso isso não fosse feito, os concorrentes poderiam, no acto público, interpor recursos hierárquicos com vista à impugnação do concurso. Fonte: Jornal O Mirante
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Bem vindo VTR! Obrigado e cá estaremos todos para te ajudar no que for preciso.
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Pela ausência das cores, o quarto ou escritório onde usas o teu computador deve ser bem iluminado em torno da área onde estás a trabalhar, se o monitor é escuro as diferenças entre claridades prejudicam muito a visão. Por exemplo estares num site preto como o citado acima e visitares um com fundo claro, ao voltares ao preto a tua visão demora mais tempo a habituar-se ao escuro. Da mesma forma pode acontecer quando olhas de um fundo escuro no monitor para uma folha branca.
