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Arq.to

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  1. Por curiosidade gostaria de saber como se gere um arquitecto sozinho em relação a organização de contactos de clientes, facturação, projectos a fazer, projectos a terminar, tarefas, etc...
  2. O mesmo acontece com toda a profissão freelancer, e o ARK têm toda a razão. Embora a publicidade funcione muito noutras profissões, a publicidade para um gabinete de arquitectura é bem mais difícil de entender. A começar será por preços baixos, obter alguns projectos bons, e por norma, trabalhar, trabalhar, trabalhar....
  3. JVS foi o nosso primeiro concurso, houve erros, uma organização mais débil, e se fico feliz com os resultados? Sim fico, foi uma boa experiência para todos, houve mais participantes daqueles que se estavamos à espera, tivemos bons patrocinadores, boa divulgação, claro que para quem assistiu de fora não viu o trabalho feito nem o apreciou da mesma forma que nós. Não sei que outra maneira poderiamos saber os dados ou notificar os concorrentes para prémios sem ter o registo deles, é um procedimento normal e feito por todos os fóruns que conheço, de outra maneira torna-se complicado de controlar. Mais uma vez não percebo o porque da insistência dos 6000, o nosso fórum têm um número de utilizadores activos grande, pode não ser participante, mas é o número que conta nos fóruns. Os grandes fóruns americanos, os números são semelhantes, de já dei inumeras razões para a falta de participação das pessoas, e não, não é por questões entre utilizadores, ou por tópicos "quentes" que as pessoas não participam. Um fórum morre quando o número de utilizadores activos, ou o número de registo baixa, o que é acontece é o contrário. Sobre os projectos a concurso, se são semelhantes, foram os que os utilizadores apresentaram. Se faltou originalidade ou experimentação no concurso deveu-se ao tempo, há altura do concurso (época de exames), e entre outras razões que poderam não ajudar muito ao pensamento criativo, mas são tudo questões a melhorar no próximo concurso. Tivemos a preocupação de falar com muitos destes membros através de mensagem privadas, anotamos sugestões, ideias, e outros conselhos deles, perguntamos aos vencedores, e ao malaise que foi um dos principais críticos dos resultados do concurso. Mas tu como ninguém deves saber que não temos o Arquitectura.pt como único projecto. E que nem sempre há tempo para fazer tudo. O Arquitectura.pt é um projecto que dá muito trabalho, gasta dinheiro, apoia outros pequenos projectos e não dá lucro, nem paga contas ao final do mês. Acho é desgastante estas questões porque levam todos a pensar que andamos aqui a criar jogos mesquinhos entre amigos e pessoas, que não fazemos o nosso trabalho, nem que não o sabemos fazer. Tentamos fazer dentro do possível, falamos com ambas as partes (vencedores e vencidos) e prometemos fazer o nosso melhor no futuro. O facto de sair numa revista de arquitectura de grande tiragem só faz valer o trabalho de quem estava na equipa na altura. E esse trabalho, apesar de não ser perfeito, valeu a pena pela experiência e pela dedicação. Espero que compreendam melhor agora.
  4. Exactamente, o destaque acordado com a Arquitectura e Vida foi aos concurso e seus vencedores e não ao Arquitectura.pt. Em nome da equipa agradeço a todos a oportunidade, e ao Carlos, Daniel e Ivo pelo excelente artigo que nos proporcionaram!
  5. Antes de mais bem-vindo oligomes, Essa é sem dúvida uma questão interessante, como se gere um arquitecto sozinho? Como procura projectos, como gere os clientes, facturação, marketing da sua empresa, as suas tarefas, etc. Gostava de ouvir a tua experiência no assunto!
  6. Sobre o trabalho vencedor a Marta fez o favor de presentear-nos com alguma informação do concurso. O tópico da Marta e da sua equipa encontra-se: http://www.arquitectura.pt/forum/f10/1-pr-mio-internacional-de-arquitectura-energias-renov-veis-8635.html
  7. Aqui fica o site da ARES com toda a informação sobre o concurso: http://www.arescompetition.com/site/
  8. Olá Ricardo, bem vindo!
  9. Bem vinda Helena!
  10. Bem-vindo Trito e boa sorte para o teu percurso académico!
  11. Arquitecto de Coimbra vence prémio em Espanha Mais de 100 projectos ibéricos estiveram a concurso na III edição dos Prémios Enor de Arquitectura. Numa das quatro categorias distinguiu-se o trabalho de um docente da Universidade de Coimbra João Paulo Providência, de Coimbra, foi distinguido em Espanha, ao vencer, em ex aequo, uma das categorias em concurso na III Edição dos Prémios Enor de Arquitectura. O docente do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra concorreu com o projecto “Centro de Saúde em Vila do Conde”, merecendo do júri o reconhecimento pelo «ritmo de alternância entre o positivo e o negativo com que se geraram as fachadas», bem como pela «solução do programa» e uma «reprodução construtiva dotada de energia». Actualmente doutorando da Universidade de Coimbra, João Paulo Providência conta diversos projectos no seu curriculum, cujo início remonta a 1987, um ano antes de se licenciar na FAUP. Entre os projectos do seu ateliê, fundado em 2001 com Lúcia Baptista, destacam-se “Rota do Património Industrial do Vale do Ave”, “Reabilitação do edifício do Teatro Nacional de S. João”, “Casa em Castro Marim”, “Remodelação do Laboratório Químico da Universidade de Coimbra, “Estudo de pormenor praias de Transição na Costa de Caparica”, “Remodelação do Museu de Arte Sacra da Sé de Braga”, ou ainda a “Ponte Rathausbrücke de Berlim, projecto que implica 15 profissionais de todo o mundo. A par de João Paulo Providência foi galardoada, na mesma categoria - Prémio Enor Portugal – a equipa formada por Maria da Graça Ribeiro Correia e Roberto Ragazzi, pelo projecto “Casa do Gerês” em Vieira do Minho. A esta terceira edição do Prémio Enor concorreram, entre Portugal e Espanha, e no total das categorias em concurso, mais de 100 projectos, todos eles concluídos entre 2005 e 2006, sendo que um terço das candidaturas era lusa. Recorde-se que os prémios Enor são compostos por quatro categorias - Portugal, Leão/Castela, Madrid e Galiza - e por um Grande Prémio que elege o trabalho do melhor arquitecto entre as quatro distinções, este ano atribuído a Francisco Mangado Beloqui pela obra “Estádio de Futebol Nueva Balastera”, em Palencia, na região de Castela/Leão. O júri deste ano foi composto por Souto Moura e Francisco Aires Mateus, vencedores do Grande Prémio Enor 2006, e ainda por João Mendes Ribeiro, Alberto Noguerol del Rio, Pilar Díez, Mariano Bayón, Belén Martín Granizo e Carlos Quintáns Eiras. Em paralelo ao concurso foi apresentado o livro do III Prémio de Arquitectura Ascensores Enor, que reúne as melhores obras de arquitectura desta edição do prémio e tem uma tiragem de 8.500 exemplares (em espanhol e português). Fonte: Diário de Coimbra
  12. O preço dos programas da Autodesk não estão disponíveis ao público em geral. Apenas sob consulta em parceiros autorizados.
  13. Editei por causa do link que indicava o nosso perfil, estave assim: http://www.arquitectura.pt/forum/membro/../../connecty/ mas é erro do software com o browser, não editei a tua mensagem. Penso não existir nada a acrescentar a não ser pedir às pessoas para ler as EULA e a lei vigente sobre pirataria em Portugal e na Europa. Qualquer dúvida informática pode ser esclarecida também para aqui: virgilio@connecty.com
  14. JAG não sei se sabes mas a Connecty já teve uma loja online. Esse tipo de CD's passam por aqui todos os dias. Para além de sermos parceiros Microsoft, essas "ideias feitas" das licenças são explicadas por eles nos cursos anuais promovidos pela própria empresa. Acredita em mim que maior parte das pessoas que trabalham na área também pensam semelhante. É natural, até se ler todos os contractos e respectivas licenças. Desculpa estar a insistir, mas confirmei e é assim que funciona (pelo menos neste caso e com esta empresa).
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