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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Exactamente, percebe-se esse "movimento" dos contentores pela forma como o logotipo está partido na fachada.
  2. Bem vinda Carolina :)
  3. Dominus Winery arquitectura: Herzog & de Meuron Architekten localização: YountVille, NapaValley, Califórnia, EUA clientes: Christian Moueix and Cherise Chen-Moueix ano de projecto : 1995 construção: 1996/1998 área de construção: 4.100,00m² valor da obra: $ 5,400,000 Manter a temperatura estável foi o princípio que determinou o projecto da adega Dominus. Com uma solução original e criativa, diferenciando-se de tudo o que já se havia feito em termos de construção vinícola, a dupla suíça Herzog & de Meuron pegou no conceito de gabiões, sistema de gaiolas metálicas normalmente utilizado para contenção de terras, e construíram uma parede de pedra que literalmente se funde com a paisagem. O interior recebe uma luz coada e contida, dotando o espaço de um ambiente bucólico e sereno. DominusWinery: http://www.dominusestate.com GoogleEarth: Imagens: http://www.dezeen.com/2007/09/09/dominus-winery-by-herzog-de-meuron/ http://www.greatbuildings.com/buildings/Dominus_Winery.html
  4. Algumas fotografias do edifício durante a prova em Alicante, da autoria de Vicente Corona. Link: http://fotos.euroresidentes.com/fotos/Alicante/volvo-ocean-race/puma-city/
  5. Puma City arquitectura: Lot-Ek localização: portátil cliente: Puma conclusão: 2008 estrutura: Robert Silman Associates iluminação: Tirchwell & Co., Inc. área de construção: 1020,00m² fotografia: Danny Bright planta Link: http://www.lot-ek.com/
  6. Bem vinda Juliana :)
  7. Bem vinda Mia :)
  8. Rrodrigues, antes de mais bem vindo. Essa informação podes encontrar em livros de história e mais particularmente, em livros de história da arquitectura.
  9. Construção da Casa da Música teve 127 contratos Tribunal de Contas volta a evidenciar descontrolo na obra, que "derrapou" 77,2 milhões HUGO SILVA Foi preciso assinar 127 contratos para se construir a Casa da Música, no Porto. Falhas no projecto, múltiplas alterações e atrasos do arquitecto obrigaram à elaboração de sucessivos documentos contratuais, muitos dos quais sem concurso público. Uma auditoria do Tribunal de Contas à construção do edifício volta a revelar um descontrolo generalizado no processo, que teve como corolário um atraso de quatro anos e meio na execução da obra (devia ter sido feita em dois anos e quatro meses, mas demorou seis anos e 10 meses) e uma derrapagem financeira na ordem dos 77,2 milhões de euros. O custo previsto inicialmente, 33,9 milhões, disparou para os 111,1 milhões. Uma subida de 228%. O documento foi enviado para o procurador-geral adjunto, entre outras entidades. "As deficiências do projecto foram uma das causas de grandes prorrogações do prazo e de grandes desvios financeiros, não só por conta da execução propriamente dita, mas também pelo aumento de custos decorrentes do próprio contrato celebrado com o projectista", lê-se na auditoria. O documento especifica que a obra da Casa da Música teve um total de 12 empreitadas e cinco adjudicatários, mas que, no final, contabilizaram-se 127 documentos contratuais: 12 contratos iniciais, 14 alterações a esses contratos, 90 novos contratos e 11 acordos finais de contas, documentos preparatórios e de esclarecimentos. Só no caso da empreitada principal registaram-se 33 adendas e 27 contratos adicionais a essas mesmas adendas. Os auditores criticam o facto do dono da obra (Sociedade Porto 2001) ter escolhido as empresas por ajuste directo, "consultando maioritariamente apenas uma entidade". Ao contrário do que foi entendido pela "Porto 2001", os auditores consideram que não eram sub-empreitadas, mas "novos contratos de empreitada e de aquisição de serviços". A argumentação de que não era possível cumprir os prazos disponíveis para os concursos e que, devido à especificidade dos trabalhos ou dos fornecimentos, as empresas que já trabalhavam na obra responderiam de forma mais célere e com maior qualidade não convenceram os auditores. Ainda que a "Porto 2001" estivesse sob um regime especial para a realização das obras no âmbito da Capital Europeia da Cultura. A empreitada de "movimentos de terra e contenção periférica da Casa da Música" constituiu exemplo paradigmático do "pouco critério" na utilização de dinheiro público, atenta a auditoria, fazendo notar que, em Abril de 2000, quando aquela obra já deveria estar pronta há três meses, foram aprovados trabalhos a mais que representavam 49% do valor do contrato inicial. A intervenção, cujo contrato estipulava uma prazo de 91 dias, só ficaria pronta em 2002, dois anos depois da data de conclusão prevista. Os custos também dispararam em 75%. "Esta empreitada denota, de uma forma extrema, os desvios de custos e de prazos das empreitadas, parecendo que os dinheiros públicos são usados com pouco critério, o que põe em causa todos os princípios de boa gestão", sentenciaram os auditores. O trabalho do projectista - o arquitecto holandês Rem Koolhaas - também não fica isento de reparos: "Não cumpriu a grande maioria dos prazos que lhe eram impostos contratualmente, a não ser no plano formal, pois os prazos foram sendo prorrogados através de aditamentos". A auditoria considera, ainda, que "os atrasos do projectista nas respostas a pedidos de esclarecimento, dúvidas, omissões e incompatibilidades contribuíram para muitos dos atrasos verificados". Ainda assim, não foi aplicada qualquer multa por incumprimento e a "Porto 2001" ainda pagou ao arquitecto "o prémio previsto no contrato inicial (um milhão de euros) e o adicional de 50 mil euros introduzido pelo aditamento ao contrato, de 29/11/2001". Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1054418
  10. Baixonhosoares, o autor do tópico pode não visitar regularmente este espaço, pelo que sugiro um contacto para os números de telefone expostos.
  11. A minha sugestão vai para uma grande reformulação gráfica, mesmo dentro dos parâmetros limitados desse sistema de blogs. Assim à primeira vista, as temáticas não são de todo uma novidade, ou notícia que não tenham aparecido noutros suportes com alguma antecedência, mas nesse campo, acredito que com o tempo possas estar mais a par do que vai passando e assim manter o teu espaço mais actualizado. Boa sorte para o futuro, o meu voto como "nada de novo", não é pela negativa, mas uma forma de melhorares.
  12. Lourencomr, antes de mais bem vindo. Esta forma de lançar um tema não é certamente a forma correcta de se criar um tópico. Uma pergunta, ou proposta de discussão, feita dessa forma, infelizmente indicia que poderá ser essa a temática de um trabalho pessoal e que de certa forma pretende que façam a discussão por si. Admito no entanto que possa não ser essa a sua intenção, por isso deixo aqui a proposta para ser você a lançar o tema. Porque não dar início a essa discussão com uma perspectiva sua, pessoal?
  13. Também o LX Factory.
  14. Não sei se explicaste bem o pretendido, ou se o pretendido é o que explicaste. Pode-se dividir em duas grandes categorias, as pequenas feiras que têm modelos de stands pré-definidos, ou as feiras de grandes dimensões, ou temáticas mais específicas em que cada participante "faz" o seu stand. Não sei se te referes aos stands e aí poderás ter de criar um novo modelo pré-definido, ou se te referes à feira em si, nomeadamente o enquadramento espacial, circulações, etc. No primeiro caso, acho que há bibliografia específica sobre stands, no segundo, o melhor mesmo será visitar feiras grandes e pequenas, em grandes pavilhões, ou na rua, e tirares as tuas próprias conclusões, até porque não conheço bibliografia nesta área, ainda que isso não queira dizer que não exista...
  15. Convém lembrar que esse orçamento de 29,9 milhões não era para o estádio que está construído, mas para a ideia inicial de um estádio "convencional" próximo do actual, numa zona de terreno mais plana. Não quero com isto dizer que não houve derrapagem, até porque desconheço o orçamentado para o que foi contruído, mas concerteza que dadas as circunstâncias do terreno e concepção do projecto, terá sido mais elevado do que esses 29,9 milhões de euros.
  16. Dreamer

    Olá

    Bem vindo Vitor ;)
  17. Se estes investidores se lembrarem, ainda vão para os USA aclamar que a solução para o mercado financeiro está nos shoppings... haja paciência... O pior disto tudo é que uns começam a canibalizar os outros, e consequentemente vem a decadência e o pior é que o comércio de rua fica cada vez mais fragilizado... Quanto a mim o conceito de renovação mais conseguido ainda é aquilo que se propõe para o Ferreira Borges, que aparente e felizmente conseguiu fugir ao estigma do comércio de massas...
  18. A Siduhe Grand Bridge ou 四渡河大桥 (se preferirem) quando concluída terá o tebuleiro a uma altura superior ao Empire State Building em relação ao fundo do vale. Só por si algo digno de nota, desde logo um recorde, mas o mais impressionante de toda a obra é o processo escolhido para a passagem dos cabos de um lado para o outro. Noutros casos de pontes suspensas, foram utilizados sistemas como o parapente, em Niagara, através de barcos, na ponte de Brooklyn, ou mesmo helicópteros. Neste caso, dada a imensa profundidade do vale, decidiu-se inovar e ir mais longe, utilizando mísseis... sim... mísseis, como se pode comprovar nestas imagens. Link: http://deputy-dog.com/2008/11/rockets-help-build-bridge-higher-than.html Mais imagens: http://www.whstr.gov.cn/New_news/read.asp?NewsId=953
  19. Típico... infelizmente...
  20. Kwhwl, sou da mesma opinião. Recentemente fui ao Gerês e por uma questão de comodidade, lá decidi experimentar um GPS emprestado. Já lá tinha ido outras vezes, sem GPS, e se por momentos não sabia bem por onde ir, logo voltava a encontrar o caminho e como quem tem boca vai a Roma, cheguei sempre aos vários pontos da serra. Desta vez não tive dúvidas, fui dar direitinho ao local que pretendia, mas perdi muita coisa pelo caminho, desde logo fiquei sem saber como ir para essa zona em particular sem o dito. Coisas que nas visitas passadas me tinha ficado gravado na memória, com imagens de troços de estrada, particularidades do percurso, ou outras, desta vez desvaneceram-se rapidamente, ou nem sequer chegaram a se fixar... pessoalmente e depois desta experiência, prefiro a aventura e a incerteza... Não nego que usado moderamente e em situações particulares não nos traga vantagens, mas mais do que um controlo do ser humano, receio um atrofio mental das gerações vindouras... com tamanho facilitismo, quem é que vai querer perder tempo a pensar?...
  21. Vudkaa, uma ida a uma biblioteca esclarece-te essa dúvida... e tens logo ali os livros que necessitas...
  22. Uma questão interessante, sem dúvida, mas por uma questão de pormenor, creio que a entrada principal se processa à cota alta, ainda que também seja possível aceder ao terreno pela cota baixa. Nesse caso, este projecto seria interpretado como uma sucessão de pisos abaixo da cota de soleira.
  23. Segundo se soube ontem, um ano após ter aberto a maior livraria do país em Lisboa, a Byblos entrou em processo de insolvência e o destino mais provável, segundo se o que vem a público, será a sua venda a outro grupo, mas agora surge a questão, sendo o conceito Byblos a loja âncora para a renovação da Praça de Lisboa, que futuro se pode esperar para este projecto?... De salientar que Américo Areal, dono deste conceito, declarou que além da livraria de Lisboa e desta no Porto, pretendia também instalar-se em Braga e em Faro. Link: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1047400
  24. RL, sim, a casa é de férias. Segundo a autora do artigo, quando o Alvaro Leite Siza foi ao local, "desaconcelhou" o proprietário por o terreno ser tão inclinado, mas este insistiu. Depois dos primeiros desenhos, o arquitecto teve acesso ao levantamento topográfico e voltou tudo à estaca zero por o terreno ser ainda mais inclinado, com cerca de 45º. Foi então que surgiu a ideia das caixas ligadas pelas escadarias e citando o dono de obra, "nem me apercebi que tinha tantas escadas". Depois fala paralisia cerebral do filho e da incapacidade deste de andar, referindo que as férias neste local se tornaram muito cansativas... passado um ano da conclusão, foi colocada à venda...
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