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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. RL, no imenso mundo das cadeiras, não é por serem subtis que têm de ser desconfortáveis, se bem que isso também aconteça... agora neste caso em concreto devia-se ter tido mais algum cuidado na escolha do mobiliário, até porque a variedade disponível entre o que é disponibilizado por estas marcas não é muita, e o espaço merecia algo mais...
  2. Jotas, se leres o artigo publicado, percebes o que aconteceu. Segundo a jornalista, confirma-se aquilo que já à muito ia sendo dito por , aíque a casa foi desenhada para um familiar da família Siza, com um filho deficiente... ao que parece, simplesmente cansou-se de tantos degraus...
  3. Bem vinda ana ;)
  4. Bem vinda russa ;)
  5. A mim dá sem problemas ;)
  6. Não sei que outras fontes a jornalista Susana Lúcio consultou, mas se veio aqui pedir a nossa opinião, o mínimo que se exigia era um pouco de respeito por quem de alguma forma a tentou ajudar... uma palavra de agradecimento caia bem, até porque algumas das casas que foram "escolhidas" para a reportagem, foram sugeridas neste tópico...
  7. plantas (implantação, piso 0, piso 1) corte conceito
  8. Aatrial House, lower silesia arquitectura: KWK Promes localização: Opole, Polónia arquitecto principal: Robert Konieczny colaboradores: Marlena Wolnik, Łukasz Prażuch estrutura: Krzysztof Aniot projecto: 2002/2003 construção: 2003/2006 área do terreno: 10.057,00m² área de construção: 660,00m² volume de cnstrução: 2.055m³ fotografia: KWK Promes Location The house is situated in Poland, close to Opole. Majority of low density settlement in the surroundings is formed of “cube - houses”, buildings typical for the 1970’s. Idea One hectare site near the forest, where the building is designed has only one weak point: south-western access. An obvious conflict develops between the driveway and the garden. The idea arose to lower the driveway in order to separate it from the garden. This prompted another idea - of a driveway leading inside to the ground floor level, from underneath the building, which became possible thanks to the creation of an inner atrium with the driveway in it. New type of the house As a result, the building opens up onto all sides with its terraces in an unrestricted manner, and the only way to get into the garden is through the atrium and the house. This in turn has made it possible to obtain a new spatial model of the house, which is the reverse of an atrial building. The aatrial house is closed to the inside and opened to the surroundings. Structure and materials The gateway is situated in the highest point of the site sloping to the east side. The 10 metres wide driveway following slope’s declivity, was additionally lowered underneath the ground level, while the garden was partly raised above this level. As a result, the garden is separated from the driveway and the surroundings with a 2.5m high retaining wall. The building was situated on the garden level. For the sake of neighbouring buildings, typical polish “cube - houses” arisen it 1970’s, the structure of the house results from various transformations of a cube. As a result of stretching and bending particular surfaces of the cube, all the walls, floors and ceilings were defined, together with inner atrium and terraces. This principle of formation has not only created the structure of the house, but also defined interior and exterior architecture, including use of materials. The building is a reinforced concrete monolith, and concrete is at the same time the finishing material of the transformed cube, while all additional elements are finished with dark ebony. The driveway and retaining walls were made out of quarried granite blocks, the material characteristic for the surroundings. Link: http://www.kwkpromes.pl/
  9. Aquela (nula) relação com as traseiras é realmente um ponto complicado para um projecto deste tipo e até no existente a relação melhor, já que tinhamos traseiras com traseiras e o tecido urbano compacto completava-se. Agora dizerem que estão à espera que os privados abram cafés e esplanadas para colmatar essa falha?... será que não devia ser este projecto à partida a não a criar?...
  10. Este fim de semana vou estar fora, por isso não vai dar mesmo :\
  11. O meu dinamarquês anda "muito" enferrujado... :\
  12. Relativamente à disposição dos produtos, tenho dúvidas que haja "leis", creio que serão o resultado de experiências sensoriais e basicamente de como levar o cosumidor a ver tudo antes de chegar ao que precisa. Bens de consumo básicos afastados das entradas e artigos apelativos visualmente, não básicos, à entrada. Basta ver que a água normalmente fica sempre lá no fundo, por exemplo. Se pensares bem, em grande parte destes espaços comerciais, para não dizer em todos, a entrada principal é pela direita, creio que já foi demonstrado que tendencialmente, quando se entra num espaço, olha-se para a direita, mas vira-se para a esquerda. A colocação das carnes/peixes/padaria, terá maior relação com a necessária ligação mais directa aos espaços de abastecimento e acessos de serviço. Para acabar, por alguma razão grande parte dos super/hiper são desenhados da mesma forma, não porque não existam formas melhores, mas talvez porque não se conheçam e esta seja a que vai tendo melhores resultados.
  13. Estás lançado João parabéns. Vi "in loco" a referência ao teu trabalho no Archdaily ;)
  14. Quanto a mim, a aplicação do DL 163/2006 a casas particulares pode ser discutível, e até por aí não me parece que o Japão esteja atrasado, é apenas uma outra forma cultural de ver estas questões. Os particulares têm liberdade de gestão do seu espaço. Se analisares grande parte deste tipo de pequenos projectos habitacionais privados, REGEU´s, REMUE´s, PDM´s e afins não existem, basta analisar com as "nossas" regras de salubridade, nomeadamente afastamentos, cérceas, ou outros...
  15. HP House arquitectura: Akira Yoneda (Architecton) e Masahiro Ikeda localização: Tóquio, Japão área de implantação: 30,00m² ano de construção: 2004 fotografias: Giostra Roberto (OWI) Uma engenhosa solução para quem quer uma casa e um lugar de estacionamento num pequeno lote nas densas áreas residenciais de Tóquio. A casa não é grande e o carro também não o pode ser. PS: Curiosa também a construção ao lado, que aparenta não ter mais de 1,20m de largura. Link´s: http://www.architecton.co.jp http://roi-fund.com/masahiroikeda/ http://www.owi.bz
  16. Dreamer

    Olá!

    BEm vinda Karen ;)
  17. Mobile Track Apartment designer: Setmund Leung Kam Biu Já se imaginaram a viver dentro de um depósito de livros de uma biblioteca?... imaginam sequer como esse conceito pode ser útil para um espaço habitável?... Nas bibliotecas, o sistema de estantes em carris serve para guardar uma maior quantidade de livros num menor espaço, mantendo-os facilmente acessíveis. O designer Setmund Leung Kam Biu aliou essa funcionalidade aos pequenos espaços habitacionais e o resultado, ainda que se possa questionar a sua real facilidade de uso no dia-a-dia, não deixa de ser surpreendente...
  18. E em VN Gaia também tem umas coisas.
  19. Bem, consegui agora abrir a imagem que colocou na primeira mensagem e espero que não se importe de ter tomado a liberdade de a colocar na sua última mensagem, alojada no servidor do fórum para não haver problemas. Como é lógico, não conheço o terreno, nem a envolvente, e assim é impossível fazer mais alguma coisa do que apontar alguns problemas que tem no seu desenho. Até que ponto pensaram nas relações entre os espaços?... Mais algumas questões para pensar: _ não tem acesso pelo interior da casa a um dos quartos; _ as alternativas para se aceder para a cozinha são, ou pela zona de circulação por onde se acede aos restantes quartos, ou pelo interior da sala; _ o acesso ao wc de serviço tem de se fazer pela cozinha; _ quando estaciona o carro tem de entrar pela cozinha, ou em alternativa dar a volta até à entrada principal; _ aquelas manchas azuis, que penso serem zonas cobertas, estão ao que percebi voltadas para nascente/ponte, o que quer dizer que ao nível do sombreamento deixam um pouco a desejar... Agora lembre-se, tudo o que aqui for dito é sobre o que nos mostra e não deve sequer ser interpretado como solução. Pessoalmente, como já lhe disse antes, acho que deve pegar no que tem e vá ter com o seu arquitecto. Com o "que tem" quero-me referir àquilo que parece ser importante para si na sua casa, ou seja, a zona de jantar grande e o quarto grande com wc e "closet", ou seja, apenas uma pequena parte do global da casa.
  20. Oceanário em construção junto ao Parque da Cidade Máquinas preparam terreno para o Sea Life. Obra começou este mês CARLA SOFIA LUZ O oceanário do Porto está em construção, junto ao Parque da Cidade e à Praça de Gonçalves Zarco. A obra começou este mês com as máquinas a prepararem o terreno para a execução das fundações. O Sea Life Center abrirá até Fevereiro de 2010. De menor dimensão do que o equipamento instalado na capital lisboeta, o futuro oceanário nascerá da iniciativa privada da sociedade britânica Merlin Entertainments Limited. Em colaboração com a Câmara do Porto, que cedeu os terrenos em direito de superfície por 30 anos, o Sea Life terá diferentes aquários com animais marinhos e de água doce, como estrelas-do-mar, cavalos-marinhos, raias e tubarões, integrados em cenários adequados aos locais de onde as espécies em exposição são originárias. A ligação do edifício com 1300 metros quadrados, desenhado pelo arquitecto Pedro Balonas, ao Parque da Cidade será assegurada por uma área de lagos e de jardins com 4500 metros quadrados que, na prática, prolongará o espaço verde (para uma zona ocupada por casas antigas - a maioria em estado de degradação). O investimento global estimado ascenderá a 10 milhões de euros. O equipamento poderá beneficiar de comparticipação financeira da União Europeia. Em cooperação com a sociedade britânica, foi apresentada uma candidatura pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal aos fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional. Prevê-se que o oceanário crie 100 postos de trabalho. A empreitada de construção arrancou este mês e é possível que o centro fique concluído antes do prazo estimado, ou seja, Fevereiro de 2010. Recorde-se que, à data da apresentação do Sea Life Center, apontava-se para um prazo máximo de 18 meses para a construção e para a entrada em funcionamento do pequeno oceanário. Em contrapartida pela cedência do terreno, a Merlin Entertainments pagará 20 mil euros anuais (actualizável de acordo com a inflação) a partir de 2014 e disponibilizará, por ano, 2500 bilhetes para os estudantes das escolas do Primeiro Ciclo do Ensino Básico do concelho. A empresa detém equipamentos semelhantes em diversos países europeus, nomeadamente no Reino Unido, na Alemanha, em França e em Espanha. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1036402
  21. Quanto a mim o material de revestimento pode e deve ser interpretado como elemento que influencia esse enquadramento, ou não, com a envolvente.
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