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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Fantástico :)
  2. Sugeria um exemplo que apesar de já ter sido muito publicado, quanto a mim pode ser paradigmático para a apresentação num artigo destes, vocacionado para um público mais generalista. Excêntrico na sua concepção, no sentido de "fora do centro", ou "fora do convencional", mas subtil na forma como se agarra ao terreno. O tópico aqui no fórum: Cantelães, Vieira do Minho | Casa do Vale | Guilherme Machado Vaz
  3. Na bilbioteca da Ordem dos Arquitectos (Lisboa) deve ter, pelo menos creio que têm muitos números dessa revista.
  4. Praça de Lisboa entra em obras até Abril CARLA SOFIA LUZ As obras de reconversão da galeria comercial da Praça de Lisboa, no Porto, iniciar-se-ão até Abril próximo. A Câmara entrega esta quinta-feira a chave do espaço à Bragaparques, no dia em que a empresa inaugura um novo parque na cidade. Depois do aval do Município portuense e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) do Porto ao projecto do arquitecto Pedro Balonas para a galeria comercial, prepara-se o arranque da intervenção. "Estamos a iniciar o projecto de execução, que não precisa da aprovação da Câmara, para preparar o arranque da obra. Mantém-se o conceito proposto no concurso público. O IGESPAR sugeriu apenas alterações de pormenor", explica, ao JN, Pedro Balonas, nomeadamente a peça distintiva da proposta que é a cobertura ondulada em betão (essa praça, aberta à prática de desportos radicais, terá oliveiras) e uma grande loja-âncora de cariz cultural. A galeria comercial terá 10 lojas e um restaurante. No entanto, José Santa Clara, da Bragaparques, não confirma que o espaço cultural venha a ser ocupado pela livraria Byblos, como foi apontado inicialmente. Considera, para já, prematuro falar sobre a ocupação da galeria. "O contrato foi assinado com a Câmara no início de Outubro. As obras deverão começar nos próximos seis meses e vão durar cerca de um ano", acrescenta José Santa Clara. Não será cumprida a data inicial que previa a entrada em funcionamento da galeria no Verão do próximo ano. Hoje à tarde, a Bragaparques recebe a chave do espaço municipal. Horas antes, será aberto o novo parque de estacionamento subterrâneo da empresa na Praceta de Adelino Amaro da Costa, junto ao Parque Itália. O empreendimento, que tem uma história com 20 anos no Município portuense (ler texto nesta página) e cuja obra de construção ficou marcada pelos protestos dos moradores contra o ruído, custou mais de quatro milhões de euros e dispõe de 400 lugares de aparcamento. Embora inicialmente não se integrasse na concessão da Bragaparques, a empresa procedeu à beneficiação da praceta após um acordo com a Autarquia, validado anteontem pelo Executivo. O parque é inaugurado hoje ao meio-dia e o acesso será gratuito nos próximos três dias. A partir da segunda-feira, será a pagar. "A Câmara já decidiu, mas ainda não foi formalizado connosco. Depois da formalização, vamos construir um edifício comercial na praceta. Entretanto, encontraremos uma solução para a sua ocupação. Ainda não está definido o que vai ser", conclui José Santa Clara. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1032707
  5. Hotel "low cost" já espera clientes NÍDIA FERREIRA O Porto tem, desde esta quarta-feira, o primeiro hotel " low cost" em Portugal. "O conceito é semelhante às companhias aéreas de baixos preços", afirmou ao JN a admnistração.Tarifas acessíveis e design são premissas do projecto. "Decidimos começar ao contrário. Ao contrário dos outros hotéis, em que há um grande período de testes e preparação, nós decidimos fazer tudo num curto espaço de tempo e hoje já vamos ter clientes", afirmou Catarina Machado Vaz, directora manager do hotel Star Inn, que ontem já esperava os primeiros clientes. Situado na antiga sede da Soares da Costa, remodelada para o efeito, o hotel foi construido a pensar na redução de custos aliado à criação de um design "jovem e dinâmico". "Foi um hotel "low cost" desde a construção, em que optámos por materiais económicos e eliminámos custos supéfluos", explicou a directora ao JN. Com um staff de apenas dez pessoas, o sistema de reservas é em tudo semelhante ao das companhias aéreas de baixos preços. "Quanto maior a antecedência da reserva, e de acordo com a nossa ocupação, mais baixo será o preço", adiantou a responsável. "A localização é outra das nossas vantagens. Estamos próximos do aeroporto e junto à Circunvalação, que é uma das artérias principais da cidade. Também ficamos perto do Hospital de S. João e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto", salientou a directora manager. Apesar de não avançar com números, admite que a cadeia "Mini Price Hotels", que deverá construir mais dez unidades em Portugal nos próximos cinco anos, espera para o hotel do Porto altas taxas de ocupação já no primeiro ano de funcionamento. Criada de uma parceria entre a Soares da Costa e a Hotti Hotéis, a cadeia pretende expandir-se a cidades como Lisboa, Coimbra e Aveiro. Para isso irá construir edifícios de raiz ou renovar outros espaços, como fez no Porto. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1032710
  6. TCN não quer outro privado a requalificar o Bolhão Empresa, que interpôs acção no Tribunal Administrativo, mantém vontade de fazer a obra CARLA SOFIA LUZ A TCN não aceita que a Câmara do Porto entregue a reabilitação do Bolhão a outra empresa. Vinte dias depois da Autarquia ter interposto um pedido de indemnização em Tribunal, a TramCroNe responde com acção judicial. O processo deu entrada, ontem, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. A empresa apresentou uma providência cautelar para evitar que outro privado assuma a recuperação do mercado e, ainda, uma acção de impugnação para extinguir a deliberação municipal do passado dia 23 de Setembro. Então, o Executivo decidiu anular a adjudicação da recuperação e da exploração do mercado à TramCroNe, entendendo que desrespeitou as obrigações pré-contratuais. É, aliás, fundamentado nesse incumprimento que o Município portuense pede uma indemnização de 3,3 milhões de euros na acção administrativa comum, colocada no passado dia 1 deste mês no mesmo tribunal. Só ontem é que a TCN teve conhecimento deste processo - uma vez que as partes ainda não foram citadas pelo Tribunal - pela Comunicação Social. No mesmo dia, avançou com a acção de impugnação e com a providência cautelar. No entanto, o director-executivo da TCN, Pedro Neves, garante que a única vontade da empresa é requalificar o mercado. A providência cautelar não impede, de acordo com o responsável, que a Câmara faça, por sua iniciativa, obras no mercado, mas trava qualquer intervenção de empresas externas à Autarquia. "Se houver obras que seja necessário fazer no mercado, deve ser a própria Câmara a executá- -las. Se assim não for, então queremos ser nós a fazê-las", esclarece, em declarações ao JN, Pedro Neves, assinalando que o recurso ao Tribunal Administrativo impossibilita a Autarquia de avançar com a recuperação do Bolhão sem ter em conta a TCN. "Houve um concurso público. Nós vencemos e arranjámos soluções que ultrapassam os desafios que foram colocados no concurso e no caderno de encargos. A decisão de parar este processo não é correcta", insiste. Ainda assim, Pedro Neves acredita que, apesar do rompimento da parceria assumido publicamente pelo vereador do Urbanismo, Lino Ferreira, e do diferendo judicial, "ainda é possível" negociar e alcançar um acordo com a Autarquia, que permita à TCN proceder à reabilitação do mercado e assumir a gestão durante 50 anos. "Neste momento, o Bolhão continua a necessitar de uma intervenção que é cada vez mais urgente. Devem juntar-se esforços, em vez de se separarem", adianta o director-executivo. Essa vontade é manifestada, igualmente, no comunicado da TCN, enviado ontem à Imprensa. Reafirmando que o concurso público tinha "irregularidades", a TCN sublinha que possui uma solução que agradará a todos, incluindo comerciantes, políticos e "forças vivas do Porto" que contestaram a proposta da empresa. Contactada pelo JN, a Câmara optou por manter o silêncio. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1032691
  7. Edifício Zuiderhof II (ING) Enquanto o edifício Van Doorne se assume como um volume único, o edifício ING, devido à maior profundidade do lote, surge dividido em dois sectores, que são interligados por um átrio com duplo pé-direito. Esta opção permite que os volumes se tornem independentes e possam por isso funcionar em separado. O volume mais alto está reservado para escritórios e no mais baixo encontram-se serviços como restaurante e centro de conferências. _imagens e desenhos técnicos (pdf):
  8. Edifício Zuiderhof I (van Doorne) Devido à pouca profundidade do lote, este edifício foi projectado para que as duas secções (corpo mais alto e corpo mais baixo) se possam assumir como um único volume. O revestimento cerâmico foi utilizado como um tecido que envolve todo o conjunto, levando a que a distinção entre paramentos verticais e coberturas se torna difusa. _imagens e desenhos técnicos (pdf):
  9. Edifícios de escritórios Zuiderhof arquitectura: Architectenbureau Ellerman, Lucas, van Vugt localização: Amesterdão, Holanda arquitecto principal: N.C. van Vugt arquitecto (projecto Zuiderhof I): F.N. van Zutphen colaboradora (Zuiderhof I): P. Schwyter arquitecto (projecto Zuiderhof II): P.C.J. van Veggel colaborador (Zuiderhof II): F.G.J. Haasnoot projecto: 1999-2001 construção: 2000-2002 fotografia: Luuk Kramer fotografie, René de Wit fotograaf imagens 3D: DPI Animation House Os edifícios de escritórios Zuiderhof I (construído para van Doorne) e Zuiderhof II (construído para ING) foram concebidos como um conjunto de dois volumes em forma de cunha, numa área próxima da sede do ING Zuiderhof em Amesterdão. Cada um dos edifícios tem a sua própria identidade, como consequência dos diferentes programas, requisitos específicos de cada promotor e condicionantes do terreno em que estão implantados. No entanto, não deixam de funcionar como uma unidade urbana, principalmente devido à escolha de materiais de revestimento e cores. Cada edifício contempla uma secção mais alta, com 8 pisos, e outra mais baixa, que faz a transição volumétrica para a escala da rua. Em muitas situações, a entrada mais utilizada de um edifício de escritórios é o parque de estacionamento. Por essa razão, nestes dois edifícios estes elementos são assumidos como preponderantes na organização espacial, de tal forma que contemplam grandes entradas de luz natural e ligações directas e agradáveis aos respectivos átrios principais. Link: http://www.elv.nl GoogleEarth:
  10. Tudo depende do que se entende por excêntrico, se o excêntrico da casa do Cristiano Ronaldo, se o excêntrico de algumas das casas da Quinta do Lago, se o excêntrico de simplesmente diferente (fora do "centro"), etc.
  11. Zt_86, o meu conselho ia para uma análise física (se possível) do bom e do menos bom, e para isso há por aí muitas piscinas recentes para analisar e tirar conclusões. Não sei de que zona és, mas em Espinho tens duas cobertas, a municipal mais antiga e a mais recente piscina coberta da piscina atlântica (creio chamar-se assim), em Sta. Maria de Lamas tens outra recente, também as novas piscinas do fluvial (Porto), etc, etc, etc...
  12. Possivelmente nem conhecem a villa Savoya, por isso podem não ter termo de comparação formal... bom, bom era levar um livro do Corbusier :)
  13. Pessoalmente acho importantes estes exercícios, como forma de alargar horizontes, o pegar na técnica e "esticá-la" até onde der, ou na imagem e perceber até onde podemos ir conceptualmente. Quanto a mim funciona um pouco como os protótipos das mais diversas áreas, onde se testam soluções, onde se desenvolvem tecnologias, onde se experimentam conceitos. Depois, quando esse protótipo passa à produção, tudo se torna necessariamente mais humanizado, mais próximo do utilizador.
  14. Câmara pede indemnização à TCN em Tribunal C.S.L. A Câmara do Porto já interpôs uma acção contra a TramCroNe no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. O Município requer o pagamento de uma indemnização à empresa, pertencente ao grupo holandês TCN, por incumprimento das obrigações pré-contratuais no âmbito da requalificação do mercado do Bolhão. O processo deu entrada no passado dia 1 - 13 dias depois do vereador do Urbanismo da Autarquia, Lino Ferreira, ter anunciado o rompimento das negociações com a TramCroNe face ao adiamento sucessivo de assinatura do contrato de concessão do mercado e à vontade da empresa em introduzir uma cláusula de conforto no acordo. Na acção, a Câmara lembra que o processo se arrastava há quase três anos com prejuízo, também, para os comerciantes. À data do final das negociações, a TCN manifestou a intenção de recorrer à Justiça para ser ressarcida dos custos já realizados e dos prejuízos da anulação do concurso público, lançado em 2006. No entanto e até ontem, a Autarquia portuense desconhecia a entrada de qualquer acção por parte da empresa do grupo TCN. Aguarda-se, agora, pela solução municipal para o Bolhão. O vereador Lino Ferreira tinha apontado a apresentação de uma proposta de requalificação do mercado para o final do mês passado. Ontem, o autarca garantiu que a solução será conhecida em breve, sem adiantar mais pormenores. Recorde-se que o presidente da Câmara, Rui Rio, já afirmou que não será adoptado um concurso semelhante ao aberto em 2006, reconhecendo que a solução para a reabilitação do mercado contemplará, obrigatoriamente, a aplicação de fundos públicos. Era isso que Rui Rio pretendia evitar com a concessão à TCN, mas o processo foi anulado. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1032249
  15. Rui Rodrigues, está uma disponível na mensagem #3, basta subir a página e lá está ela :)
  16. Alguns vídeos: [ame=" "]YouTube - Masdar[/ame] [ame=""]YouTube - Masdar City Ariel Fly Through[/ame] [ame="http://www.youtube.com/watch?v=TA_Hkv42B4o"]YouTube - MASDAR Headquarters[/ame]
  17. JAG, a casa faz parte da paisagem, quase como que uma continuação do elemento natural, por isso aquilo que dizes faz todo o sentido, mas pela positiva :)
  18. Acrescento, após 45 anos com uma intervenção do Siza pelo meio em 1991. Confesso que desconheço o que levou a degradação que motivou essa recuperação. Li algures que terá sido um dia mais tempestuoso no mar, com a água das ondas a entrar pelo edifício, danificando tudo o que estava no interior, mas não sei até que ponto será verídico.
  19. Vitor, manda-me uma MP porque não consigo aceder ao teu perfil para te enviar eu uma.
  20. Casa de Chá da Boa Nova arquitectura: Álvaro Siza Vieira localização: Leça da Palmeira, Matosinhos início do projecto: 1958 construção: 1963 planta A Casa de Chá da Boa Nova é um dos primeiros projectos de Siza Vieira. Um promontório rochoso marca a costa de Leça da Palmeira, um limite natural para o areal que se estende para sul. Neste local, a areia é substituída por grandes pedras que se amontoam e rodeiam o conjunto formado pela casa de chá e pela capela da Boa Nova. O trabalho foi-lhe entregue pelo seu mentor e na altura patrão, Fernando Távora, depois de este ter vencido um concurso promovido pela edilidade de Matosinhos. O edifício pertence verdadeiramente ao local, como se estivesse ali desde sempre e nos fosse impossível imaginar o espaço sem ele. Certamente que Siza Vieira terá passado ali muitas horas a desenhar a formação rochosa, o mar, a variação das marés, o tempo, a relação com a avenida e com a cidade, a imaginar e a criar um objecto que faz parte da paisagem. Acede-se à casa pelo parque de estacionamento, através de um conjunto de muros, escadarias e plataformas que vão escondendo e revelando parcelas da paisagem. O acto de entrar é marcado pela baixa cobertura, e o percurso termina com o olhar a dirigir-se instintivamente para os vãos que finalmente revelam o esplendor do horizonte atlântico. Link: http://www.leca-palmeira.com/historia_monografia/casacha.htm Galeria Danda: http://www.danda.be/gallery/boa_nova_tea_house/ GoogleEarth:
  21. Posso-te arranjar isso, mas como deves compreender os ficheiros não são nada pequenos... :)
  22. Da última vez que lá fui deu para perceber isso mesmo, o edifício em si está em bom estado. Os muros de betão e estruturas de madeira estão aparentemente bem conservados. Um pouco pior estavam as vedações em rede, em alguns pontos mal tratadas talvez devido à proximidade marítima. A imagem do espaço peca um pouco na escolha do mobiliário da esplanada, pouco relacionado com o edifício em si. Provavelmente terá sido escolhido pelo concessionário do bar.
  23. desenhos (implantação, piso 0, alçados, cortes)
  24. White Cave arquitectura: Takao Shiotsuka Atelier localização: Oita, Japão projecto: 2006-2007 área do terreno: 419,34m² área de construção: 132,60m² construtor: Hokoku Co. Ltd fotografia: Toshiyuki Yano Link: http://www.shio-atl.com/
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