Dreamer
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Bem vindo Tiago. É bem possível que encontres aqui aquilo que procuras, não fosse este um fórum de arquitectura. Porque não fazer uma apresentação desse teu projecto? Boa sorte desde já.
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Leça da Palmeira | Piscinas das Marés | Álvaro Siza Vieira
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
planta -
Piscina das Marés arquitectura: Álvaro Siza Vieira localização: Leça da Palmeira início do projecto: 1961 inauguração: 1966 Siza Vieira ainda era um jovem arquitecto quando foi escolhido para projectar um complexo de piscinas em Leça da Palmeira. O local era peculiar, entre o mar, a areia, as rochas e a via pública. Passou meses a desenhar o local, interpretando-o e sentindo aquilo que segundo o próprio já tinha sido iniciado pela natureza, o desenho de umas piscinas naturais naquele mesmo sítio. O ponto de partida foi então optimizar as condições que o meio lhe oferecia, completar o sistema de contenção da água com o mínimo de muros necessários e assim fazer nascer uma ligação íntima entre o natural e o construído. Por se encontrar abaixo da cota da via, o edificado quase passa despercebido a quem se passeia pela avenida, não interrompendo a relação que se estabelece com o mar. O projecto inclui duas piscinas (adultos e infantil), balneários e bar. Link: http://www.leca-palmeira.com/historia_monografia/piscinamares.htm GoogleEarth: Modelo em SketchUP:
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Bem vinda Sónia Espero que aqui encontres o que te possa esclarecer sobre essas dúvidas. Tens aqui os testemunhos de muitos alunos e de quem já não o é, para ter, para teres uma ideia do que te pode esperar.
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Farinha91, os materiais a escolher dependem muito do resultado final que se pretende, por isso nada melhor do que algumas experiências para veres aquilo que mais se enquadra com o que queres transmitir. Ponto fundamental é veres a escala a que vais trabalhar e as curvas de nível que tens (se são de metro a metro, 0,5m a 0,5m, 2,5m a 2,5m, 5m a 5m, ou outras). Por exemplo, a 1:100, uma curva de nível de metro a metro equivale a placas de 1cm, o que pode ser um pouco exagerado, se a maquete for a 1:1000, esse mesmo metro equivale na maquete a 1mm, o que te dá um terreno mais suave. Podes também trabalhar por triangulações, mas talvez seja um pouco mais complexo.
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Lá estou eu outra vez?... sinceramente não percebi, mas também não deve ser para perceber...
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Também me passou ao lado. :)
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Mind_moz, às vezes as ferramentas de procura dão uma ajuda. Esse tema, pelo menos parcialmente, já foi focado aqui numa outra conversa ("O tempo"). O Peter Zumthor também tem uma forma muito particular de tratar o tempo na arquitectura, pelo que em alguns tópicos sobre ele também podes encontrar alguma coisa. Talvez devesse lançar o tema de uma forma mais interessante do que propriamente "ficar à espera de explicações". Porque não dar a sua opinião, esse é um tema com muito por onde se pegar e não é preciso ser nenhum "expert" para tem uma opinião minimamente fundada. Porque não dar a sua e lançar a discussão a partir daí?
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Nova lei de acessibilidade para deficientes
Dreamer replied to patriciapinto's topic in Arquitectura
Patricia, antes de mais bem vinda. Legislação pode sempre encontrar no DRE (www.dre.pt) Aqui no fórum à um tópico onde se fala desse decreto-lei e onde pode tirar as suas dúvidas: D.L. 163/2006_acessibilidades -
Aroeira, Caparica | Casa Aroeira II | ARX PORTUGAL, Arquitectos Lda
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
maquete plantas (cobertura, piso 0, piso -1) alçados (noroeste, sudeste) -
Casa Hemeroscopium | Antón García- Abril | Las Rozas- Madrid
Dreamer replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Não faço ideia dos preços destas peças, mas dada a dimensão dos perfis e os custos de trasportes, provavelmente não deve ter ficado nada barato. -
Casa Aroeira II arquitectura: ARX PORTUGAL, Arquitectos Lda. - José Mateus e Nuno Mateus localização: Lote 180, Urbanização Golfe da Aroeira, Caparica colaboradores: Paulo Rocha, Stefano Riva, Andreia Tomé, Marco Roque Antunes, Pedro Sousa, Tânia Pedro estrutura: SAFRE, Projectos e Estudos de Engenharia Lda. projecto: 2000/2003 construção: 2004/2007 área de construção: 640,00 m² fotografia: Daniel Malhão e Telmo Miller Link: http://www.arx.pt GoogleEarth:
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Pois... se calhar o melhor é não acreditar mesmo e ligar, por segurança. Tenho de tratar disso.
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Ninja Arithmetic XLIV A pirâmide de Paris, por Herzog & de Meuron http://architecture.myninjaplease.com/?p=3778
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Nem, mais... nunca mais me lembrei disso, mas também eu assinei a folha e até agora nada...
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diagrama desenhos (implantação, piso 0, corte, alçado) maquete
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Casa N arquitectura: Sou Fugimoto architects localização: Oita, Japão estrutura: Jun Sato projecto: 2006-2007 construção: 2007-2008 área do terreno: 235,00m² área bruta de construção: 90,21m² área construída: 164,20m² fotografia: Iwan Baan A arquitectura japonesa não deixa de me surpreender... Link: http://www.sou-fujimoto.com
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Muito interessante, estou a ponderar seriamente participar o ciclo de cinema e no seminário.
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Centros comerciais podem ser "asneiras" ou "catalisadores" Área Metropolitana do Porto Região já tem mais de 30 grandes superfícies e há mais 17 projectadas ou em construção HUGO SILVA Quem mora no Grande Porto já pode visitar um centro comercial em cada dia do mês. Amanhã, abre o 31.º shopping da região: o Mar Shopping, da Ikea, em Matosinhos. Não fica muito longe do "gigante" Norteshopping. Num país dado a recordes - não faltam tentativas de entrar no Guinness - o novo centro não escapa à regra e anuncia-se como a maior unidade comercial da Ikea na Europa. É mais um grande shopping, que se soma aos já existentes no Grande Porto (uma área geográfica alargada entre a Póvoa de Varzim e Famalicão até Baião e Amarante e Ovar e Oliveira de Azeméis). A concentração é maior nos concelhos do núcleo central da Área Metropolitana: só no Porto há 10, em Gaia há quatro e em Matosinhos passa a haver três. Para os próximos anos, perspectiva-se a construção de mais de uma dezena de centros comerciais. E nestas contas não entram os hipermercados, muitas vezes com galerias associadas. "É o paradigma da asneira, sobretudo num momento de crise profunda, em que tanto se fala da necessidade de apoiar as micro e pequenas empresas, para sustentar a economia. É uma hipocrisia", sentencia Laura Rodrigues, presidente da Associação de Comerciantes do Porto. Comércio tradicional "derretido" Fernando Sá Pereira, líder da Associação Empresarial de Matosinhos, acompanha a crítica. "O comércio tradicional está a ser derretido", desabafa, argumentando que por cada shopping novo há várias lojas de rua a fechar. "Os centros das cidades estão a ficar desertos, ficando entregues à protituição, à droga e aos assaltos", considerou o empresário. Opinião diferente tem Francisco Claro Oliveira, presidente da Associação Comercial e Industrial de Gaia (ACIGaia), que vê nas grandes superfícies "catalisadores", cuja atractividade pode beneficiar o comércio nas artérias envolventes. Ao JN, aponta como exemplo o El Corte Inglés, que se instalou junto à Avenida da República: "Todos os estabelecimentos na envolvente fazem negócio, nunca estão vazios, e as rendas são das mais caras de Gaia". "O pequeno comércio tem que se especializar e não pensar em fazer concorrência às grandes superfícies", observa Francisco Claro Oliveira, argumentando que "os centros comerciais competem entre si e não com o comércio tradicional". Na rua, o principal problema serão mesmo as "lojas de chineses", sublinha o dirigente. "As cidades estão a ser preteridas e secundarizadas, em relação aos centros comerciais. Mas é preciso recordar que o país sem cidades é pobre", contrapõe Laura Rodrigues, contestando a "falta de responsabilidade" de quem aprova tantos centros comerciais. "A abertura de mais grandes superfícies tem mais a ver com especulação imobiliária do que com os interesses dos consumidores", indicou Jorge Pinto, do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Norte (CESNorte). Lembra que já há centros comerciais com muitas lojas vazias e em dificuldades. O sindicalista argumenta, ainda, que os empregos criados são, normalmente, precários e que, a prazo, a abertura dos shoppings contribui para o encerramento de lojas tradicionais, lançando pessoas para o desemprego. "Quando se fala na criação de emprego com os centros comerciais isso é uma falácia", diz Jore Pinto. Na Associação Nacional de Centros Comerciais ninguém esteve disponível para falar ao JN. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1029092
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...medo... [ame="http://www.youtube.com/watch?v=ODUqJCVL0K4"]YouTube - WOW! Insane Airplane landing...must see![/ame] ...este aeroporto é palco de algumas cenas caricatas, como pessoas a "voar" pela praia quando o avião se prepara para levantar. [ame=" "]YouTube - Jumbo Jet vs People on the Beach[/ame] [ame=""]YouTube - Airbus 340 taking off, blowing people off beach[/ame]
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Ludwigsburg, Alemanha | Dupli.Casa - Villa MRMM | J. Mayer H. Architects
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
plantas renderizações -
Dupli.Casa - Villa MRMM arquitectura: J. Mayer H. Architects localização:Ludwigsburg, Alemanha equipa: Jürgen Mayer H., Georg Schmidthals, Thorsten Blatter, Simon Takasaki projecto: 2005 a 2007 construção: 2008 cliente: privado responsável pela obra: AB Wiesler especialidades: Dieter Kubasch, IB Rainer Klein, IB Hans Wagner, IB Dr. Schaecke, Bayer paisagismo: Büro Klaus Wiederkehr área do terreno: 6.900,00m² área de implantação: 560,00m² área de construção: 1.190,00m² número de pisos: 3 fotografia: David Franck existência obra Mais do que gostos pessoais, ressalta nesta obra o rigor do projecto, a atenção dada ao detalhe e a qualidade construtiva. A avaliar pelo apresentado, ainda que sem a vivência humanizada do dia-a-dia, dou por mim a olhar para uma espacialidade à qual é difícil resistir, silenciosa, quase como que um museu à espera de abrir, onde tudo está de tal forma cuidado que se torna difícil ousar mexer sequer uma cadeira. Pergunto-me como é a vivência diária num espaço destes, que tipo de pessoas terão a coragem de se apropriar deste espaço... Imagino os proprietários a passar alguns dias confrontados com decisões difíceis, a dificuldade de começar a tornar o espaço "seu"... o casaco pousado, as cadeiras desalinhadas, a sala de jantar pronta para um jantar com várias pessoas, o ruído do dia-a-dia... tudo parece ser um potencial atentado à pureza das formas vazias... ...e no fundo a vida é feita desses pequenos detalhes... não da inércia das imagens de revista... Link: http://www.jmayerh.de
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plantas (piso 0, piso 1, piso -1) corte
