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Dreamer

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  1. Na página do DR acho que a forma mais fácil é através do PCMLEX. Aqui dás os dados do documento e ele filtra-os. Pela informação que dás, sem o número do documento, devem-te aparecer todos os que foram aprovados nessa data, é uma questão de leres o resumo de cada um e ver se descobres o pretendido. Boa sorte.
  2. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1018925 Recordo que algumas imagens do projecto do arquitecto Joaquim Messena já foram apresentadas neste tópico na mensagem #39. Desde essa mensagem no site do arquitecto já foram publicadas mais alguns desenhos. Esta proposta é a vencedora de um concurdo público internacional realizado em 1992 e foi aprovado por unanimidade, já que o juri não atribuiu qualquer 2º lugar. Faziam parte do juri elementos da C.M. Porto, da Ordem dos Arquitectos, da Faculdade Arquitectura, e ainda os arquitectos Alvaro Siza Vieira e Duarte Castel-Branco. plantas (piso 0, piso 1, piso 2) plantas (piso -1, piso -2)
  3. dj_cc, já procuraste no site do DR? www.dre.pt
  4. Carla Gomes, este tópico não é o indicado para essa questão. Pode criar um novo em Dúvidas de Arquitectura (novo tópico). Não será aquilo que pergunta a solução do trabalho?... não será o trabalho o debruçar-ser sobre essas questão? Como não conheço o local, dou-lhe uma sugestão, pense, estude e desenhe o local, faça um esboço das suas intenções e a partir daí será mais fácil lançar uma conversa no fórum sobre essa temática. Tópico encerrado.
  5. The Wall: o primeiro estádio de futebol subterrâneo do mundo Se tudo ocorrer conforme planejado, o “The Wall” estádio em Doha, na capital do Qatar, vai reinvidicar: o primeiro estádio subterrâneo do mundo e o primeiro ao ar livre, com ar-condicionado no estádio. Há um longo caminho a percorrer no entanto, pois o estádio não deve ficar pronto antes de 2010. A concepção é do escritório MZ & Partners Architects de Doha. Depois de olhar para o estádio de cima você pode ver imediatamente a razão pela qual o “The Wall” já ganhou o apelido de “The laptop”. Na parte principal os espectadores sentam-se na posição vertical. Não haverá os tradicionais floodlights, as torres de luz, uma característica que os arquitetos deste projeto sentem orgulho, pois as luzes serão incorporadas ao redor da arquitetura do estádio. O fato dele ser subterrâneo não é somente um grande golpe de marketing e sim, inestimáveis benefícios como o controle da temperatura, especialmente em um clima como o do Qatar. Um estádio subterrâneo assegura aos seus espectadores um ar cool, uma atmosfera natural e sem a necessidade de gastar milhões de dólares com ar-condicionado. O estádio é um lance para que Doha seja a sede para a Copa do Mundo de 2018 e se a escolha for puramente arquitetônica, eles poderão ter uma chance. O lado negativo? O “The Wall” é capaz de suportar somente 11.000 espectadores sentados. Capacidade para jogos somente de várzea aqui no Brasil. Link: http://estrategiaempresarial.wordpress.com/2008/09/03/the-wall-o-primeiro-estadio-de-futebol-subterraneo-do-mundo/
  6. Desenterrei este tópico porque recentemente a Farnsworth House foi novamente alvo de uma inundação. A tempestade tropical Lowell e depois o furacão Ike encarregaram-se de elevar o nível das águas do rio Fox (creio chamar-se assim). Em Agosto passado noticiou-se que uma outra inundação teria alcançado o interior da casa, ainda que a água tivesse ficado a cerca de 15cm do nível interior. Recentemente a inundação foi mais forte e a água acabou por entrar. preparação para a inundação a inundação a inundação a retirada da água [ame=" "]YouTube - Farnsworth House Flood Pix Sept 2008[/ame] Desta vez nem a elavação da casa chegou para a salvar de uma inundação...
  7. A isso chama-se público alvo...
  8. Com o nome, o homem lá arranjou uma sigla porreira para o gabinete, mas com a denominação "internautica" do país é que não se deu lá muito bem... a menos que tenha sido essa a intenção... hehehe
  9. 3fast, este projecto foi disponibilizado pelo arquitecto Pedro Campos Costa para ser apresentado no arquitectura.pt no âmbito das Semanas Temáticas. O arquitecto responsável pode não aceder regularmente ao site, pelo que sugiro um contacto directo com ele (http://www.camposcosta.com/) kwhyl, tanto quanto sei este projecto foi divulgado durante a trianal de arquitectura, ou na Experimentadesign 2005, não me recordo, pelo que terá sido mais um exercício do que um projecto real para um cliente real. Como dizes e bem "parece-me um exercício académico interessante e especulativo, que na sua irrealidade consegue levantar questões interessantes, a um nível,claro sempre de pesquisa." A menos que tenha sido idealizado antes e tudo o que estou para aqui a dizer deixe de fazer sentido... :\
  10. O Pavilhão Dinamarquês para a EXPO 2010 arquitectura: BIG, 2+1, Arup Agu localização: Xangai, China cliente: Danish Enterprise and Construction Authority área de construção: 3.000,00 m² Mais do que uma mostra do que de melhor existe na Dinamarca, o pavilhão dinamarquês para a EXPO 2010 em Xangai, idealizado pela equipa de Bjarke Ingels (em colaboração com as firmas 2+1 e Arup Agu), leva até à China a vivência e a experiência de se estar em Copenhaga. O pavilhão é assim a adaptação de um conceito de percurso contínuo a um grande "loop", que pode ser percorrido numa das 1500 bicicletas disponibilizadas ao público. No centro do edifício encontra-se um símbolo da Dinamarca, a estátua da pequena sereia (The Little Mermaid), de edvard eriksen. Nas palavras de Bjarke Ingels, “it is considerably more resource efficient moving The Little Mermaid to China, than moving 1.3 billion Chinese to Copenhagen”. [ame=""]YouTube - The Danish Pavilion EXPO 2010[/ame] Link: http://www.big.dk/
  11. Algumas imagens retiradas de sites de imobiliárias.
  12. O empreendimento Quinta da Avenida inclui também uma área habitacional. esquisso tipologia A. T4 (área coberta bruta: 325,00m²) planta (piso 0) tipologia B. T5 (área coberta bruta: 365,00m²) plantas (piso 0, piso -1, piso -2) tipologia C. T4+1 (área coberta bruta: 380,00m²) plantas (piso 0, piso 1, piso -1) Link: http://www.quinta-da-avenida.com
  13. Empreendimento Quinta da Avenida arquitectura: Souto Moura Arquitectos, Lda localização: Aldoar, Porto, Portugal cliente: 1946 - Imobiliária, SA área bruta de construção: 6.180,00 m² custo da obra: 2.625.000,00 € O Empreendimento Quinta da Avenida – Lote 29, trata-se de um Edifício junto à Avenida da Boavista frente ao Parque da Cidade na cidade do Porto. Com duas caves e um R/C, em toda a área de implantação do Empreendimento, vários “Blocos” dispersos de um ou dois pisos implantados sobre o tecto do R/C materializam uma concepção arquitectónica muito original. As duas caves (piso -2 e -1) destinam-se a estacionamento e a compartimentos para arrumos das lojas existentes no R/C. Os vários “Blocos” destinam-se a escritórios. Todos os pisos estão interligados verticalmente por dois núcleos de escadas com um elevador cada um. O acesso de veículos ao piso -1 é feito pela Avenida da Boavista. A existência de nível freático pouco abaixo da laje do Piso -1, que associado às características dos solos sob a laje do piso -2 (areias lodosas com permeabilidade presumivelmente muito elevada) levou à necessidade de construção duma laje de ensoleiramento geral sob o pavimento térreo, solidária com as fundações indirectas dos pilares e as paredes de contenção periféricas. Acima deste ensoleiramento, e com a interposição duma camada de aterro e membrana drenante envolvendo as redes enterradas de drenagem e saneamento, existirá uma laje de pavimento térreo, “solta” da estrutura. Link: http://www.afaconsult.com/
  14. Habitação Unifamiliar na Mata do Duque arquitectura: Souto Moura Arquitectos, Lda localização: Mata do Duque, Santo Estevão, Benavente, Portugal cliente: Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro área bruta de construção: 2.100,00 m² (?) custo da obra: 6.100.000,00 € O arrojado Projecto de Arquitectura, da autoria do Arquitecto Eduardo Souto de Moura, propõe a ocupação da construção feita a eixo do terreno, de forma a beneficiar da morfologia deste. O edifício desenvolve-se abaixo da cota da entrada principal do lote, como se de uma “cunha” se tratasse, permanecendo parcialmente enterrado a Nascente e completamente descoberto a Poente. A cobertura é revestida com terra vegetal dando continuidade ao monte Ribatejano. A obra caracteriza-se pelo seu grande volume, tirando-se partido estético dos materiais, todas as superfícies exteriores são em betão-à-vista, branco ou cinzento, conforme a zona onde se insere. Foram concebidas soluções técnicas “state-of-the-art” nos domínios das várias especialidades, sob os exigentes requisitos arquitectónicos, de conforto e de sustentabilidade energética. Do ponto de vista da adaptabilidade de redes de infra-estruturas desenvolveram-se galerias e áreas técnicas que alojam os equipamentos necessários e permitem flexibilidade nos caminhos das redes de serviços a instalar, bem como a sua fácil modificação, actualização ou instalação de futuros sistemas com que se queira dotar a habitação. Realça-se a importância e dimensão dos trabalhos geotécnicos a realizar nesta obra, com elaboração de um plano de caracterização geológica/geotécnica do terreno. O desafiante desenho de arquitectura encaminhou a soluções estruturais assentes em estruturas em betão armado, localmente pré-esforçado (horizontal e verticalmente), que, tratando-se de betão-à-vista, associa rigorosos cuidados nas especificações técnicas para execução destes elementos mas, também, ao nível do dimensionamento, nomeadamente, relacionadas com questões de durabilidade e controlo da abertura de fendas. implantação Link: http://www.afaconsult.com/
  15. Link: http://www.urbanity.es/blog/plaza-de-espana-sc-de-tenerife-herzog-de-meuron
  16. plantas (piso -1, piso o, piso 1) corte
  17. Casa D arquitectura: Bevk Perović Arhitekti localização: Liubliana, Eslovénia (Rožna dolina) fase de projecto: 2005 - 2007 fase de construção: 2007 - 2008 equipa: Matija Bevk, Vasa Perović, Uršula Oitzl fotografia: M.Kambič Link: http://www.bevkperovic.com/ http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/house_d.htm
  18. Residência do Embaixador, Embaixada Holandesa Royal dutch embassy, ambassador's residence, koseze, ljubljana arquitectura: Bevk Perović Arhitekti localização: Liubliana, Eslovénia (Draga 52, SI-1000 Ljubljana) área de construção: 450,00 m² fase de projecto: 2002 fase de construção: 2002 - 2003 cliente: Netherlands Ministry for Foreign Affairs, The Hague Royal Dutch Embassy, Ljubljana, Slovenia equipa: Matija Bevk, Vasa Perović, Blaž Kandus fotografia: B. Zupan O conceito base do edifício parte da vivência particular de um embaixador. No piso térreo localizam-se as zonas públicas, com espaços de trabalho e salas para recepções, enquanto o piso superior recebe os compartimentos privados. Esta realidade é então transposta para a concretização volumétrica e material do projecto. O piso inferior revela uma presença mais maciça, em contraposição à leveza da madeira que reveste as fachadas da secção superior. Seguindo a tradição holandesa, todos os compartimentos do piso térreo estão ligados entre si por portas. Link: http://www.bevkperovic.com/
  19. Concurso de ideias - Faculty of Architecture of the Technical University of Delf Mais informação: http://www.buildingforbouwkunde.nl/Competitionrules/tabid/93/Default.aspx
  20. implantação plantas (piso 0, piso -1) alçados cortes
  21. Habitação em Zapallar arquitectura: Pilar García A., Carolina Portugueis W., Martín Labbé P. localização: Zapallar, V Región, Chile estrutura: Joel Contreras área do terreno: 5,000 ,² área de construção: 396 m² ano de projecto: 2006 ano de construção: 2007 fotografia: Carolina Portugueis, Martin Labbe The house is located in the north hillside of Zapallar’s bay, on the coastal way, in an area with a slope of 30 %. There cross a ravine that brings the waters rains of the top sites. The best sights to the southwest are opposite to the good sun orientation of the volume, the pronounced slope and the privacy to the access road determined the form. The house is located in the high part of the site, parallel to the slope, giving to all the enclosures possibility of sight by means of the disposition of these in one narrow row. The living dining room, kitchen and principal bedroom are located in the top level of arrival, and the children’s pieces and the play room in the low level. The exterior terraces and the covered court they remain contained in the volume of the house, framing the sights and erasing the lateral constructions. Three retaining walls expand the house of the natural terrain, allowing the entry of the Sun to the first floor, shaping two courts against the hill. The first one, under the access of cars, characterizes the circulation of the first level. The second one relates the level of the children to the play room and the kitchen in the top level, transforming in the place where all the routes cross. On this court, it crosses the top volume as a bridge, leaving a roofed and different zone with the Sun. This court liberates of construction the band where the ravine passes. The house was constructed in seen concrete, and the interiors re-dressed in wood. The walls of containment that go against the hill are of Zapallar’s typical stone.
  22. O acto de dormir segundo as profissões...
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