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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"


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Algo que sem duvida cada vez mais questiona a "arquitectura vindoura", é a forma de como as "pessoas" personalizam e adaptam o espaço ás suas exigências, gostos e modos de estar / apropriação do espaço... A dualidade ás vezes gerada entre o gesto arquitectonico e o que as pessoas pertendem como o seu proprio espaço (" a sua casa "), muitas vezes cria conflitos e levanta novas problemáticas na forma como os arquitectos geram e manobram tais espacialidades...isto numa era de constante mudança e novas tecnologias. Tais questões foram levantadas num exercicio, no qual vos exponho a resolução, tendo como base tais premissas e uma cada vez mais necessária a sustentabilidade. Este exercicio estava englobado num outro que consistia na criação duma "nova cidade" na zona de carcavelos - junto a farbrica da Legrand... Depois de projectada a cidade, (tema 02), era pedido que fosse gerado uma zona "pública de exposição das habitações" com a inclusão de um modulo que seria a base da habitação do tema cidade (tema 03 ). Aqui fica para ja o resultado " final " do modulo em makete onde as principais premissas presentes, foi a mutabilidade espacial e a sustentabilidade, pois xegava a ser apreoveitado " caixas de ovos " para se construirem paineis sanduiche servindo da mesma forma para isolamento acustico e ate climatérico, mas mais tarde vo deixar aki cortes e plantas, para voces perceberem o trabalho... Gostava que comentassem, sobre a resolução do mesmo, para ja ficam as fotos da makete 1.20, mais tarde irei incluir os rigorosos...

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Algo que sem duvida cada vez mais questiona a "arquitectura vindoura", é a forma de como as "pessoas" personalizam e adaptam o espaço ás suas exigências, gostos e modos de estar / apropriação do espaç

Aqui estão as fotos da maquete 1.20 e 1.1000 de inserção urbana NOTA: naquela zona de exposição do modulo ha 1 cobertura, em que numa das fotos aparece e na outra não simplesmente para se entender como é a zona de exposição sem a cobertura ( fluxos ), no entanto ela consta do projecto... A cidade tambem foi 1 exercicio ( tema 02 4º ano )

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Antes de mais, parebens pelas Maquetes, já sei que és aluno da Lusíada.

Acho interessante, o tal uso dos Materiais para a questão sustentabilidade, mas não compreendo de que forma isso inferiu no projecto em si. Já que há pouco info.

A questão da personalização dos espaços, é interessante, o Loos escreveu umas coisas acerca disso, sempre preferi a abordagem, casa com autoria e estilo demarcado, acho um tanto vago, deixar em aberto para o cliente a personalização do espaço. Somos nos os experts nisso.

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Parece-me que tens alguns conceitos bastante fortes que queres incutir aqui, porém como ja foi dito antes falta de facto alguma informação, para perceber até que ponto é que esses conceitos influênciaram o produto final. Olhando para as fotos da maquete, posso dizer que está tudo muito atraente, porém não posso desenvolver mais que isso...

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A escolha dos materiais influiu logo no inicio do acto projectual ( eskiço ), pois como se sabe o betão armado é um material dificil de reciclar ( kse impossivel e mt caro ) dai partiu-se logo de inicio para uma abordagem de estrutura leve, metalica / mista onde seriam acupulados 2 tipos de paineis, de isolamento acustico ( caixas d ovos ) e térmico ( curtiça expandida ), logo reaproveitando materiais, e aproveitando um dos materiais no qual portugal é o maior exportador mundial ( cortiça-biodegradavel ). A estrutura em perfis Heb, permite que um dia após o fim do "ciclo de vida" do prototipo este seja desmantelado e reaproveitado, desde os paineis até á estrutura. A malha estrutural é muito simples, baseia-se numa medida de multiplos de 6/3 e 3/9, que ja havia sido utilizado no tema da cidade ( medida do prototipo 6x9m ) Em anexo mando umas plantas sinteticas...

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No que diz respeito á espacialidade por mim definida / pessoas, algo que me fez equacionar a forma de abordar tal tematica e equacionar, foi 1 coisa hoje muito visivel na população portuguesa, onde cada vez ha mais "tipos de familias" e cada vez esse tipos de familias se transformam mais rapidamente, para tal a mutabilidade do prototipo, consistia na possibilidade das pessoas que dele usufruissem, o poderem adaptar as necessidades e não tanto a "estética/linguagem arquitectonica" pois um casal que adequirisse o prototipo, secalhar pertendia apenas 1 quarto, mais tarde podiam ter mais 2 filhos e modificar (paineis), sem ter que adequirir uma "casa" nova, assim como se podiam divorciar e um deles modificar atraves de paineis podendo abrir p exemplo 1 pekeno atelier (tele-trabalho), isto no mesmo volume. Nos cortes que vao em anexo axo k da para perceber as espacialidades geradas (possibilidade de patio com 6 m) (avançado) (cobertura aberta)... No entanto queria desde ja agradecer as observações, pois estamos num meio em k tdos aprendemos com tdos...

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O "Duplex" acontece no modelo de exposição que tem um carácter panfuletário, pois o denominado piso 0, é sustentavel por si mesmo enquanto habitação, tanto que o "piso 1" é 1 piso "adicionável", ao modulo base, este piso surge conforme a necessidade habitacional da nova cidade. Em relação aos "degraus" este gesto tem como base 2 premissas, uma espacial e uma outra de resolução prática / funcional. A espacial está relacionada com a diferença de cotas provocadas pelo desnivel das escadas, diferencionando através das altimetrias um espaço de caracter mais publico ( hall / sala ) com um de carácter mais privado, implicando desta forma numa graduação de enclausuramento superior, não so através de planos, mas da cota também... A de resolução prática / funcional, está ligada aos arrumos, pois o desnivel, é aproveitado para guardar "camas" que são retiradas através do deslocamento dos degraus, bem como o arrumo de outro tipo de objectos, rentabilizando desta forma ao maximo o espaço, em vez de se gerar uma versão "armário" para arrumos Aproveito para perguntar se alguem me sabe dizer como passar um fixeiro grandito de cad ( planta construtiva ) para um fixeiro de imagem jpeg... obrigado Ginsoakedboy, axei pertinente a tua 2a questão, pois é algo que pode susceptibilizar algumas duvidas do porquê de acrescentar uns degraus, de qualquer forma penso que ficou explicado a razão desse gesto...

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Compreendo a tua intenção, mas... Se estás a fazer um modulo de habitação então interessa faze-lo de modo a que abranger o máximo número possivel de utilizadores, de modo a teres mais compradores. Ao inserires assim degraus estas a excluir o grupo de mobilidade reduzida, repara que não estou a limitar esta questão ao grupo de pessoas portadoras de deficiência. Uma das tuas intenções é a possibilidade de expansão da habitação conforme as necessidades dos utilizadores vão evoluindo, até utilizaste o exemplo do casal que tem filhos e constroi a expansão. A utilização dos degraus para diferênciar zonas da casa vai colocar outras questões como por exemplo a segurança infantil (miudos e degraus raramente é boa ideia), a questão do tempo enquanto a mulher está gravida ter que andar a subir e a descer degraus desnecessários, etc. Por isto acho que este é daqueles casos em que os degraus são perfeitamente desnecessários e até a evitar.

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Concordo com a tua observação ( Ginsoakedboy ) quando falas em quetões de mobilidades, nessa zona, no entanto o trabalho (enunciado ) baseva-se essencialmente em novas formas de habitar que não as "convencionais", ou seja era ponto assente que estava no campo da exprimentação (academico), este modulo quando repetido poderia ter modificações conforme a necessidade essa dos degraus era uma delas, o modelo aki exposto e no qual os rigorosos completam, é o modelo de exposição, tipo "andar modelo" e importava dessa forma demonstrar o maximo possivel de soluções num so modelo. Se no modelo não fosse demonstrado a solução "degraus" esta provavelmente passava ao lado das escolhas, daí o modelo exposição ser o maximo completo possivel ( completo no numero de soluções ) como aconteceu no caso do 2º piso, em que poderia ou não ser adicionado... No entanto volto a dizer, a questão dos degraus faz todo o sentido e compete ao arquitecto compreender as questões relacionadas com a mobiliade e as barreiras arquitectonicas, que infelizmente em Portugal como se sabe não são nada respeitadas... apesar da lei o obrigar.

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Eu acho graça a estas criticass tão construtivas.. como é que querem que o rapaz faça um duplex sem escadas??... não estão à espera que ele ponha elevador.. é que se ele pusessee de certo que tb criticavam! E uma grávidaa não é uma doente, nem uma incapacitada .. por favorr!!


O que eu acho graça é como tu consegues ler no que escrevi que tava a criticar o ele ter utilizado escadas para fazer um duplex, das duas uma, ou não leste de todo o que escrevi, ou só leste o que te interessou.

O que eu disse é que não percebo pk raio é que ele utilizou aqueles 2 degraus entre a zona da sala e a zona de cozinha. Entretanto ele ja me explicou e mesmo assim eu não achei que fosse uma explicação que justifica-se mas ei no final das contas o que interessa é o que o professor que o vai avaliar acha, portanto fica apenas como uma critica que ele se quizer pensa nele se não quizer não pensa.

Mas se quizeres critico o facto de ele ter concebido apartamentos duplex para algo que seria uma habitação tipo, e para não te dar muito trabalho continuo-o a usar exactamente o mesmo argumento. (diga-se de passagem que eu na minah primeira resposta nem queria entrar por aqui, mas pronto ja que queres...)
Quando estás a fazer um modulo tipo convem abranger o máximo de utilizadores possivel de modo a conseguires abranger o maximo de clientes que conseguires.
Ora, parece-me, posso estar enganado, que ao colocares barreiras arquitectonicas como escadas estás a excluir um grupo grande de potênciais clientes.
E já agora, não sei se moras, ou alguma vez moraste, num duplex, eu moro, e acredita que é uma grande seca porque acabas por ter a tua casa sempre dividida ao meio.

Agora indo à questão das gravidas. Mais uma vez eu posso estar enganado, mas quando eu estou a conceber um modulo habitacional, ainda por cima que necessita a possibilidade de expansão, portanto vai de certeza ter uma ocupante grávida, uma das coisas que tenho a mania de pensar é no conforto que a pessoa vai ter quando ocupar a casa. Eu não estou a chamar às gravidas de doente, e muito menos de incapacitada, mas acho que será mais confortável se a mulher gravida que habite aquela casa, não tenha degrauzinhos a meio da sala porque sim e fica bem.
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Eu por acaso acho que neste caso, a qualidade espacial que a sala ganha com o aumento do pé-direito justifica a opção pelos degraus. Por um lado consegue uma hierarquia mais entre o que é zona de circulação e o que é zona de estar, clarifica melhor essas questões e transforma a sala num espaço mais "nobre" da casa. É uma opção, uma sala não tem de ter um pé-direito maior para ser melhor, mas também pode acontecer, e a mim agrada-me. Neste caso parece-me que era a intenção que esta diferenciação existisse. A questão das pessoas de mobilidade condicionada é, neste caso, mais secundária do que noutras condições. Numa habitação em duplex, dois degraus para entrar numa divisão, sobretudo por pessoas que como a expressão indica não se deslocam c facilidade (sendo de crer que não passar o tempo dentro e fora), não assim tão dramático. A questão coloca-se mais em relação a eventuais pessoas inválidas que entrem na casa como visitas. Porque a verdade, embora triste, é que para uma pessoa paraplégica, não há casa razoável... Essa terá de ser realizada em função da pessoa que tiver essa infelicidade e pensada até ao mais mínimo pormenor... Porque se uma pessoa em cadeira de rodas não pode de facto descer os degraus que conduzem à sala, também não é menos verdade que não pode utilizar a banheira, que provavelmente a casa de banho não tem um raio livre suficiente para ele poder efectuar todas as manobras que necessita, apoios na retrete, altura dos móveis na cozinha, altura da banca, etc. etc. etc. Neste caso, está-se a pensar, em princípio, o módulo para uma família média. A família média pode viver nessa casa.

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Eu por acaso acho que neste caso, a qualidade espacial que a sala ganha com o aumento do pé-direito justifica a opção pelos degraus. Por um lado consegue uma hierarquia mais entre o que é zona de circulação e o que é zona de estar, clarifica melhor essas questões e transforma a sala num espaço mais "nobre" da casa. É uma opção, uma sala não tem de ter um pé-direito maior para ser melhor, mas também pode acontecer, e a mim agrada-me. Neste caso parece-me que era a intenção que esta diferenciação existisse.

A questão das pessoas de mobilidade condicionada é, neste caso, mais secundária do que noutras condições. Numa habitação em duplex, dois degraus para entrar numa divisão, sobretudo por pessoas que como a expressão indica não se deslocam c facilidade (sendo de crer que não passar o tempo dentro e fora), não assim tão dramático. A questão coloca-se mais em relação a eventuais pessoas inválidas que entrem na casa como visitas. Porque a verdade, embora triste, é que para uma pessoa paraplégica, não há casa razoável... Essa terá de ser realizada em função da pessoa que tiver essa infelicidade e pensada até ao mais mínimo pormenor... Porque se uma pessoa em cadeira de rodas não pode de facto descer os degraus que conduzem à sala, também não é menos verdade que não pode utilizar a banheira, que provavelmente a casa de banho não tem um raio livre suficiente para ele poder efectuar todas as manobras que necessita, apoios na retrete, altura dos móveis na cozinha, altura da banca, etc. etc. etc. Neste caso, está-se a pensar, em princípio, o módulo para uma família média. A família média pode viver nessa casa.


1º- Não acho que o desnivel acrescente assim tanto quanto isso. Mas isto é mais uma questão de gosto pessoal que outra coisa.

2º- A grande razão pela qual eu estou a dizer estas coisas é que estamos a falar de um modulo habitacional, ou seja, algo que vai ser repetido e não tem um cliente definido.

3º- Repara que eu até me dei ao trabalho de dizer que já nem ia trazer para a discussão as pessoas portadoras de deficiência e até dei o exemplo de crianças (uma casa que esteja pensada para a expansão familiar e depois não me encoraja a segurança infantil para mim é um obvio falhanço), dei o exemplo de mulheres gravidas, que quanto menos esforço tiverem que fazer melhor (não estou a dizer que não podem ou não conseguem, mas se puder ser evitado acho que é melhor), mas posso dar mais exemplos, uma pessoa com um pé partido, uma pessoa que tenha de carregar pesos (como sacos de compras), idosos, etc.
Assim de repente parece-me um grupo demasiado grande de gente a ser afectada por uma mera opção estética, que, pela sua natureza estética, pode ser discutida e rebatida.

4º- Indo agora para o grupo de pessoas portadoras de deficiência. Claro que não me passa pela cabeça ter todas as habitações neste pais adaptadas para as pessoas portadoras de deficiência, como tu dizes cada caso é um caso e precisa de ajudas técnicas diferentes.
Agora não achas que se devia fazer um esforço de inclusão?
Não achas que seria melhor em vez de ter a atitude de "ah a pessoa com a cadeira de rodas não consegue mover-se pela casa, bom paciência também não se pode ter tudo adaptado", ter antes a atitude inversa? "Bom não da para ter tudo adaptado, mas ao menos a cadeira de rodas ja consegue andar pela casa".


Também não vejo qualquer contra nas escadas que criam aquele mini pódio, acho qua andam aqui a por o dedo numa ferida que não existe.


Por este tipo de atitude de negação de um problema existente é que tens muita gente, mas mesmo muita, enclausurada em casa, porque não tem condições fisicas para o poder fazer.
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O teu problema infelizmente é a preocupação com o nº de clientes e a rentabilidade que o duplex possa ter.. enquanto que o Ricardo valoriza a qualidade espacial, a intriga, e a mutação desse mesmo espaço... eu agora tb te posso dizer.. ou n leste ou n keres ler.. senao terias visto que se tratou de uma proposta que traria novos modos de habitar e propostas diferentes... e que esses 2 simples e minimos degraus de k falas tinham uma dupla utilidade (arrumação de camas). Mas como em todo lado há os que fazem arquitectura e depois há os outros... que contam apenas cm o lucro

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O teu problema infelizmente é a preocupação com o nº de clientes e a rentabilidade que o duplex possa ter.. enquanto que o Ricardo valoriza a qualidade espacial, a intriga, e a mutação desse mesmo espaço... eu agora tb te posso dizer.. ou n leste ou n keres ler.. senao terias visto que se tratou de uma proposta que traria novos modos de habitar e propostas diferentes... e que esses 2 simples e minimos degraus de k falas tinham uma dupla utilidade (arrumação de camas).



Mas o que é assim de tão inovador na forma de habitar, que ele tenha apresentado com esta proposta? e será que os prós dessa inovação vão superar os contras?

Eu de inovador não acho que haja nada na questão dos degraus. Mas vamos assumir que sim e não ha nada tão inovador desde o pão com manteigua. Os pros, a arrumação de camas, não compensam os contras, cortar a mobilidade dentro da casa.
Mas ja agora sugiro que investigues um pouco esta questão de arrumação de camas, vais ver que ja existem várias soluções, inclusivé arrumando-as por baixo de outras camas, ou seja o mesmo principio dos degraus, e vai ver porque é que não são mais adoptadas.

Quanto à qualidade espacial, mais uma vez não percebo o que é que os degraus vem acrescentar, a meu ver so pioram, visto que um dos factores mais importantes da tal qualidade espacial é a mobilidade e segurança nesse espaço.

Não basta pensar em coisas bonitas e justificar tudo com a bela poética do espaço, esse é apenas um factor da arquitectura. Então e a parte prática? E a vivência do espaço? É a função que se submete à forma ou o contrário?

E quanto à minha preocupação... não é vender apartamentos ou modulos habitacionais, ou a rentabilidade deles, se fosse por ai os meus argumentos seriam diferentes, como por exemplo a escolha dos materiais de construção e a sua aceitação pelo publico geral. Como viste até agora nunca fui por ai, e não é por ai que eu quero ir.
Repara que a minha grande preocupação até agora foi provar que quando se projecta um modulo habitacional não tens um cliente tipo, portanto tens de conseguir dar condições de conforto e qualidade de vida ao maior grupo de pessoas possivel.

Mas como em todo lado há os que fazem arquitectura e depois há os outros... que contam apenas cm o lucro


Pois... mas, como em todo o lado, há os que falam sem pensar e depois há os outros.
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As gravidas só o são 9 meses.. não intertessa. (Duh) Os deficientes... são só dois degraus haveria-se de dar a volta ... De todas as maneiras, sendo um exercicio não interessa muito. Se fosse para construir, fazia-se uma percentagem de moduloes com acesso facilitado para deficientes (vulgo rampa) ou metia-se tudo ao mesmo nivel nesses casos. Agora não se chateiem com isso ...

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Eu tb acho ..não se chateiem.. principalmente o nosso amigo ginsoakedboy que parece não perceber o obvio.. pa criticar por criticar mais vale estar calado, porque para além de criticar.. há o respeito mutuo entre colegas e à que ter a noção que criticar arquitectura.. não é apenas destrutivamente... nem mandar bocas foleiras que eu não mandaria nem no secundário. Um forum é exactamente para as pessoas discutir opiniões e para chegarem a um consenço, ... e nem sempre temos sempre a razão absoluta!

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Estive a acompanhar esta discussão e só posso dizer uma coisa, o melhor é cada um ficar com a sua, porque não vão chegar a lado nenhum... É óbvio que 2/3 degraus se podem tornar um obstáculo para algumas pessoas, mas o que percebi é que na eventualidade impossivel de este projecto vir a ser construído, existiriam vários "modelos" de casas dentro do mesmo conceito, por isso não vale a pena andar a falar deste ou daquele pormenor, desde que noutros "modelos" isso seja salvaguardado... Por outro lado acho óptimo o conceito de diferentes modos de habitar dentro de um mesmo bloco (mesmo que o conceito seja o mesmo), sem ser uma planta que se vai repetindo por ali a cima, sempre igual mesmo se o edifício tivesse 20 pisos. Com isto a variedade de pessoas a adquirir um módulo aumenta, com as vantagens sociais que daí advêm... Eu próprio já fiz experiências nesse sentido... Ginsoakedboy, é o mesmo que construires apartamentos para uma faixa da população mais rica (os mais pobres ficam de fora), ou o contrário e são os mais ricos que não adquirem esses espaços, ou um Porshe que não dá para toda a gente... No momento do projecto há que fazer opções, porque é sempre impossível agradar a gregos e troianos, e o facto de o módulo ser versátil e com várias soluções, consegue-se abranger uma maior faixa da população...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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