asimplemind
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Um exemplo de arquitectura a partir de conceitos (visuais neste caso): http://www.claudiovilarinho.com
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ah ok.. tinha ideia de serem esses...
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Se não me engano é do Pedro Ramalho e Sérgio Fernandez. Tenho isso algures. Depois confirmo.
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Argos e Gupyna: vocês têm bastante razão no que dizem porque é a derradeira realidade. Se há vantagens em trabalhar em equipa é quando os membros dessa equipa conseguem dedicar-se ao máximo em determinada coisa e não todos fazerem o mesmo. A questão da especialização por vezes mete medo porque nós vivemos sempre com a ideia romântica de que o arquitecto sabe pouco de tudo e muito de nada. E é verdade. Por isso é que existem especializações porque assim nós podemos saber pouco de tudo e muito de alguma coisa. E a vantagem está aí porque com isso podemos encontrar o nosso "nicho" e explorar esse campo abrindo-nos oportunidades de trabalho de forma a podermos susistir economicamente. Veja-se o caso do atelier PLOT. Fundado em 2001 e terminado em 2006 (creio) as suas bases sempre foram no trabalho de equipa onde cada um desenvolve da melhor forma cada aspecto do projecto. Só assim conseguiram chegar ao portfolio que têm, aos prémios que receberam internacionalmente. E agora que cada um dos 2 socios originais formou o seu próprio atelier, esta dinâmica continua bem presente e cada um está com enorme sucesso à frente das respectivas empresas. Pessoas de 30 e poucos anos que para além de arquitectos são óptimos gestores e sabem pôr as coisas a funcionar. Tudo depende daquilo que se pretende atingir. Se queremos dar cartas em grandes concursos temos de ter uma equipa capaz de tal.
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um exemplo (não construído) http://www.arquitectura.pt/forum/f63/concurso-arquitectar-07-casa-do-vale-9469.html
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para que servem aqueles riscos todos à volta dos volumes?
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o problema está aí! e nisso este artigo não contribuiu em nada para cultivar a população...
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Eu sei que estou a ser duro, a ideia é essa! ;)
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A casa ideal é aquela "desaparece" quando é habitada. É aquela casa que está plenamente em simbiose entre o habitante e os contextos onde se insere (geográfico, ecológico, económico, .....). É aquela casa que se esquece que existe porque não cria obstáculos à vida dos seus habitantes. mariana: aproveita para leres o livro da "cabana de heidegger" que até saiu agora uma edição nova. E já agora o imprescindível "Poética do Espaço" de Bachelard
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Não digo que a jornalista deveria estudar arquitectura para escrever um artigo baseado em arquitectura, mas no mínimo deveria ser capaz de se informar a ela própria para poder informar quem irá ler o seu artigo. Mas a minha questão não é saber ou não falar de arquitectura. a minha questão é o próprio tema de trabalho! Qual é o interesse de falar sobre casas excêntricas? Haverá pertinência da capa de uma revista generalista ser sobre "casas excêntricas"? Se o comum cidadão quiser ver coisas excêntricas sempre pode comprar a revista maria ou a caras ou outra qualquer que se dedique à divulgação dos excentrismos e dos egocentrismos da "novela" da vida real. Veria muito mais interesse se a capa da revista tivesse como tema "Casas de referência" ou mesmo os "Paradigmas da Habitação" em Portugal! Mas está claro que isto não ia vender...porque andamos aqui a alimentar a ideia de que uma boa casa só o é com os "bons" acessórios. Nós podemos viver num barraco, mas se tivermos todo o tipo de objectos topo de gama no seu interior e se formos excêntricos ao ponto de estarmos gritar continuamente para que olhem para nós, então aí vivemos numa "casa excêntrica". Mas uma casa que foi pensada para uma família, com as condicionantes dos contextos, dos sujeitos, etc, essa casa cujos espaços estão tão bem adaptados à realidade que nos passam despercebidos, essa não merece ser assunto de reportagem. Essa não é "excêntrica", no entanto essa sim é será aquela na qual nos os seus habitantes irão verdadeiramente usufruir do seu espaço de habitar. Essa sim trará algo de novo que as "casas excêntricas", mesmo com todos os acessórios e extras não trazem. Não vem nos catálogos, é pena... Mas isso não dá tema de revista. Porque mesmo que o povo não seja burro, os media (entre outros) tratam de o tornar o mais burro possível, tão ignorantes quanto possível, para que esse povo não seja capaz sequer de pensar que haverá outra realidade para além daquela que lhe é impingida. E disso os jornalistas sabem bem qual é o seu papel.. A (des)informação continua a ser um dos maior problemas da sociedade actual. E este tipo de artigos, por mais simples que sejam, são eles que com o tempo e a persistência transformam as mentalidades. Mais ainda... Enquanto Arquitecto, tenho a obrigação de estar interessado em saber que tipo de informação é passada pelos meios comuns sobre a Arquitectura. Com artigos sobre "casas excêntricas", entre outros, a Arquitectura continua a ser considerada como um capricho de elites, como um simples acessório, como um decor que adjectiva uma simples casa de "excêntrica".
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Gupyna: eu nao vi mas até tinha curiosidade para ver o que a sra jornalista andou a escrever sobre "casas excêntricas"! Apenas pelo tema se consegue aperceber que tipo de reportagem haverá de ser... "a casa x tem 7 quartos, 3 piscinas, uma delas com vista para o monte e outra com jacuzzi dentro da sala...." aos olhos do comum dos mortais a arquitectura não passa disto, de excentrismos. Aos olhos de uma simples jornalista a arquitectura deveria ser muito mais que isso. Porque a função do jornalista é estudar um assunto para poder escrever sobre ele de forma a informar as pessoas que irão ler. Mas muito raras são as excepções em que um jornalista sabe do que está a falar e se deu ao trabalho de estudar o assunto sobre o qual está a escrever e que sabe que milhares de pessoas irão ler as suas palavras. É a magia dos media! Podem escrever sobre tudo e mais alguma coisa porque é neles que a pessoa comum irá acreditar. Casas excentricas? Porquê? Para quê? Para quem? estas questões seriam interessantes de ser abordadas numa reportagem do género e não apenas escrever sobre casas excêntricas porque sim. Porquê o dono é milionário, porque quer mostrar o seu status, porque quer fazer inveja ao povinho, etc. Porque quer ser excêntrico! enfim... Também nunca aprendi nada com revistas generalistas. O nome diz tudo, é muito sobre nada.
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links de interesse: http://11thhouraction.com/seethefilm http://zeitgeistmovie.com/main.htm
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Viva o novo-riquismo!
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é holandês ;)
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Para mim o seminário estava fora de questão pelo preço, mas tinha ideias de ir a todas as sessões de cinema, no entanto só irei à de sexta-feira uma vez que também são 5€ por sessão..
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muito boas fotos João! Aquelas das salas de operações ficaram excelentes! A luz e as tonalidades estão fantásticas estás um pro!
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gps pois nesse caso... fazes bem em pedir informações, mas penso que terás de fazer bastante "trabalho de campo" indo a diversos supermercados e analisando esses aspectos..Pelo menos não conheço publicações que refiram este tema..
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gps isso deveria ser o cliente a fornecer os dados, pois tudo o que questionas são questões do programa sem as quais não há projecto... Não sei se há algum decreto-lei que regule alguns dos aspectos que mencionaste...
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pois... u never know... disso não sei.. o que sei é do que vejo.
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Gupyna: já tinha reparado já! nem só ganha concursos de exclusividade como também tem convites directos para os mais diversos projectos públicos! Quem tem contactos vai longe.
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sugiro a leitura: http://palavras-arquitectura.com/2007/03/13/kunsthaus-bregenz-peter-zumthor/
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já agora as dos jogos olímpicos são dos PTW Architects.. http://palavras-arquitectura.com/2007/12/11/watercube-ptw-architects-arup-australia/ já agora aproveita para conhecer esta excelente obra de arquitectura: http://www.chqs.net/proyecto-ano-17.htm
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qual é o interesse de fazer uma reportagem sobre casas excêntricas? É isso que o comum dos mortais irá gostar de ver numa revista generalista? É essa a cultura arquitectónica que queremos impingir à população comum? Não seria interessante fazer uma reportagem sobre as habitações que se tornaram um paradigma sobre como a arquitectura contribui para o bem-estar dos seus habitantes? Ainda por cima em Portugal não faltam exemplos! Porque é que uma casa tem de ser excêntrica? Para projectar o ego dos seus habitantes? Para ser um símbolo do status que procuram? Não seria mais interessante escrever sobre uma casa que procura acima de tudo uma subtileza na inserção no local, que ao contrário de se querer mostrar prefere lançar o olhar? Não será mais proveitoso para todos nós que uma reportagem sobre "casas extraordinárias" em Portugal foque realmente as casas que se tornaram em paradigmas de uma arquitectura fora do normal, fora de excessos, fora de excentrismos e de egocentrismos?
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Leça da Palmeira | Casa de Chá da Boa Nova | Álvaro Siza Vieira
asimplemind replied to Dreamer's topic in Arquitectura
A propósito desta forma de pensar a arquitectura, hoje será o lançamento do livro sobre a casa de Caminha do Sérgio Fernandez. Uma obra que, tal como esta, elimina as fronteiras entre a paisagem (o não construído) e a obra em si (o construído. http://www.dafne.com.pt/noticias.php?menu=4&id=45 -
Leça da Palmeira | Casa de Chá da Boa Nova | Álvaro Siza Vieira
asimplemind replied to Dreamer's topic in Arquitectura
algumas fotografias do estado actual (após 45 anos): mais fotografias em: http://flickr.com/photos/asimplemind/sets/72157606981199235/
