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Arquitectura.pt


asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. ninguém tem entrada directa na OA... não sei quem é que te informou...
  2. Sim sr riki! gosto da evolução Isto promete! ainda para mais com o artwork do drumond!
  3. quando me refiro ao "pegar ou largar" não me refiro apenas ao trabalho de renderização. O mesmo se aplica num atelier de arquitectura. De que me serve trabalhar num atelier se não consigo sobreviver através do meu trabalho? Só vou estar a perder tempo, paciência e a ganhar idade e depressões. Obviamente é complicado arranjar condições decentes de trabalho num mercado que está pejado de (grandes) abutres que nos sugam até ao tutano, ficando sempre os créditos para eles. Mas não podemos parar de procurar condições melhores, trabalhos melhores, salários melhores, ... Quanto aos 3ds, tive uma experiência em que estive a fazer (independentemente) modelação e renderização para um atelier de Madrid e no final, feitas bem as contas, eles acabaram por lucrar bastante mais que eu. Mas vamos aprendendo com os erros. Se bem que não é um trabalho que me dê prazer (obviamente).
  4. Porque não começas a passear pela faup? assim poderás tirar tu as tuas conclusões. E agora com o novo curriculo até é mais fácil pedir transferência para a faup. Este as transferências aumentaram em flecha!
  5. Para se poder manter a dignidade do nosso trabalho, ou fazemos pelo orçamento justo que estipulamos e justificamos ou simplesmente não fazemos. Se há alguém mais que o faça, o problema é dele. Poderá custar no início manter uma atitude correcta e coerente, no entanto isso trazer-te-á qualidade e dignidade nos trabalhos que irás desenvolver. Se estás a trabalhar para alguém que irá lucrar com o teu trabalho, então tu tens obrigatoriamente de ser recompensado por isso.
  6. Como pudeste comprovar, não há tabelas fixas anda sempre muito na questão do bom senso e da experiência de cada um (de quem faz e do cliente). Se tecnicamente tu tens aquilo que pouca gente tem, então deverás pedir um preço justo pelos conhecimentos que tens. Porque queiramos ou não, este é um trabalho especializado e que para se poder fazer é necessário ter uma boa formação e/ou muitas horas de trabalho e de aperfeiçoamento. Eu sugiro que, dependendo das tuas capacidades e do objectivo e quantidade de imagens, proponhas um preço baseado numa estimativa de tempo de trabalho, acrescido dos honorários necessários à componente do trabalho especializado.
  7. vai depender da qualidade técnica das imagens, do número de imagens, se inclui ou não modelação, das horas de trabalho, etc. basicamente tem de ser um preço justo conforme os factores que estão em jogo.
  8. as próprias revistas se têm de reinventar, como o João Morgado referiu. Tenho pouquíssimos números da Arq e vida que adquiri normalmente em feiras do livro porque nunca achei que fosse uma publicação digna de ser comprada pelos conteúdos que apresentava. Aliás, dificilmente alguma revista de arquitectura em Portugal terá conteúdos que valham a pena serem comprados, são praticamente todas iguais, com os mesmos projectos, repetidos em todas elas e com artigos que poderiam ser bastante mais interessantes e importantes para a prática e o ensino da arquitectura. Actualmente penso que a publicação portuguesa que mais se destaca desta estagnação criativa editorial é a revista Darco que pelo conteúdo que vai tendo merece pelo menos uma vista de olhos atenta. Acresce também o facto da própria revista ter lugar na internet e de se poder livremente folheá-la online. Isso é uma boa estratégia. Mas enquanto andarem a fazer revistas de arquitectura generalistas, dificilmente conseguirão captar um público mais interessado, que apenas estudantes dos primeiros anos e alguns arquitectos. As revistas são acima de tudo um meio de discussão, de aprendizagem, de investigação, de demonstração e em Portugal as revistas de arquitectura muito pouco correspondem a estes parâmetros. Ao contrário por exemplo de algumas excelentes publicações espanholas.
  9. A Adega: Arquitectura e Paisagem (...) A leitura do território agrícola enquadra-se sobretudo no domínio das suas formas geométricas humanizadas. A paisagem a que chamamos de ‘natural’ é muito mais do que isso. É uma sucessão de eventos e de transformações humanizadoras que a alteram e redesenham em função do seu uso. Desta forma, a paisagem vitivinícola surge na maioria dos casos como um sistema geométrico de formas e contornos bastante definidos. São alinhamentos e geometrias que se adaptam à topografia local, mas que se autonomizam através da sua imagem distinta. Ao mesmo tempo em que estabelecem uma regra, as vinhas tornam-se, elas próprias, o espelho das variantes topográficas dos terrenos onde se plantam, formando finalmente esta dualidade entre uma estrita ortogonalidade da sua implantação, associada à composição livre de montes, vales e planaltos. (...) artigo completo em: palavras-arquitectura.com
  10. há manuais escolares de geometria descritiva com perspectiva cónica.. não entendo porque não os encontras
  11. Já enviei paineis A1 para Paris pelos CTT com aviso de recepção e nao tive problemas. Pude ir controlando também no site dos ctt com a referência que tinha e chegou quando estava previsto.
  12. a partir de saberes o conceito? o conceito não se aprende nem se diz de uma para outra pessoa. o conceito é a base do projecto, não é algo que atires para o projecto à posteriori, se o fazes assim é fácil de ver no final quais os projectos que realmente são interessantes e os que não são. Tu com essas condicionantes que te são dadas tens tudo para te surgir um conceito... não entendo qual é o problema.. só é necessário começar a pensar e sistematizar todos os parâmetros que te são dados para conseguires ter alguma ideia.
  13. acho que já tens condicionantes suficientes para começares a pôr a cabeça a pensar em todos os problemas que se geram ao projectar uma casa para quatro familias. o propósito do exercício deve ser esse mesmo, o teu professor não lançou esse tema só porque sim... a ideia é que com essas condicionantes cada um consiga projectar algo especifico e interessante. É que se distingue um bom aluno de um razoável.
  14. Ark: Que pena... somos todos excelentes até começarmos a trabalhar... Ainda bem que nem todos somos assim.
  15. Na falta de argumento, introduzes ideias que eu não defendo, não dás luta... és demasiado banal para isso! ARK agradecia que não fizesses citações de coisas que não disse.
  16. já lá vai o tempo onde neste fórum se discutiam projectos de arquitectura com interesse em serem discutidos. Agora andamos nisto
  17. Ark não vale a pena porque nem sequer te sabes enquadrar no tema... e nem sequer sabes qual o meu background profissional... Já trabalho há tempo suficiente para entender como se processam as coisas na vida real e por isso não me venhas com a conversa de que não há tempo para nada e então as obras saem assim... Aí se vê a diferença entre o bom e o mau profissional. Se toda a gente fizesse arquitectura "para cumprir calendário", para receber o seu ao fim do mês e viver a vida descansado então todas as cidades seriam feitas de edifícios do género ou ainda piores. E o pior no meio disto tudo é que provavelmente foi projectado por arquitectos! Não podemos dar aquela desculpa de que foi o zé da esquina que tem diploma de desenhador. É pena que as faculdades não sejam mais exigentes e que cuspam todos os anos centenas de diplomas, de novos números que a ordem acrescenta ao seu grupo. E afinal de contas apenas uma pequena parte consegue realmente fazer Arquitectura. Mas em todo lado há bons e maus profissionais. Agora como é óbvio não vou defender um mau profissional nem uma má obra. Porque antes de mais, um Arquitecto tem de saber distinguir intrinsecamente um bom de um mau projecto. Se aquilo que sabes argumentar são os acentos que não ponho nas palavras, já vejo que concluis que afinal não tens razão nesta discussão. Mas pelos vistos fiz-me entender.
  18. ark eu tão somente sou wannabe porque ainda não tenho um numero que me diga que sou arquitecto. Agora se ao ter esse número sou obrigado a pertencer ao grupo da mediocridade então não sei o que será melhor! Quando fazes esses comentários parece que uma vez que somos arquitectos temos de ser medíocres e que até sermos arquitectos somos a excelência. Isto porque segundo aquilo que defendes, é impossível fazer arquitectura excelente no contexto da sociedade real. Ora eu estou completamente em desacordo e a prova disso é que há uma minoria de arquitectos que fazem arquitectura excelente. Então porque é que esses conseguem e os outros milhares apenas se ficam pela mediocridade? é uma questão de empenho e dedicação no trabalho que fazemos. Se te parece que esta obra é digna de ser discutida enquanto referência na arquitectura nacional, tenho muita pena que os teus valores estejam assim tão baixos em relação à boa arquitectura. Afinal de contas esta obra não passa de mais um triste exemplo do pós-modernismo em que nem sequer a sua recuperação traz nada de novo. É agora uma colagem de pós mais pós-modernismo. Felizmente há excelentes exemplos de recuperações de edifícios, mesmo de edifícios pós-modernos e que merecem o seu devido destaque ao contrário de exemplos tão medíocres que povoam as nossas cidades de norte a sul.
  19. Se tu achas que aquilo tem "um mínimo de qualidade estética" é contigo...
  20. há um tópico já antigo aqui no fórum com o acompanhamento da obra por parte do Peter. O sistema construtivo é em LSF e o revestimento é o sistema ETICS (capoto). p.s. aqui está: http://www.arquitectura.pt/forum/f10/penafiel-moradia-unifamiliar-autor-desconhecido-7025.html seria bom fundir os dois tópicos
  21. a casa que não se vê (...) É neste “esquecimento” da casa que se referenciam as suas virtudes. Ela é um objecto quase metafísico, que ao mesmo tempo “constrói a textura da paisagem” (p. 29) e faz com que nos sintamos moradores desse mesmo entorno. E, desta forma, perante o sufoco que seria apreender a vista do horizonte de forma declaradamente moderna (em “cinemascópio”), a presença desta “cenografia” é devidamente “filtrada e sucessiva, convidando o espectador a procurá-la, a sair e puxar o estar para o logradouro” (p. 49). Aqui as janelas enquadram o horizonte tal como a secção do corredor das alcovas enquadra justamente aquele falso Miró. (...) artigo completo em: palavras-arquitectura.com
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