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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Herzog & DeMeuron : Laban Dance Centre : Greenwich, Londres Reportagem completa em: http://www.flickr.com/photos/asimplemind/sets/72157625151331955/with/5129747576/
  2. Reavivando este tópico. Uma pessoa amiga contactou-me a fim de lhe "passar a limpo" a organização funcional de um cabeleireiro instalado numa loja interior de um centro comercial, a fim de estar apta a receber fundos para apoio à criação do seu espaço de comércio. O espaço referido já foi ocupado por outro cabeleireiro e provavelmente estaria dentro da legislação uma vez que tem a configuração apropriada para este tipo de serviço. O trabalho necessário refere-se à redisposição do mobiliário, introdução de novo mobiliário e a longo prazo na criação de uma divisão para uma nova sala. A minha questão é a seguinte: não sendo ainda membro efectivo da OA estarei indicado para fazer este trabalho de redesenhar o interior da loja a nível do mobiliário (maioritariamente) ou será necessário um arquitecto membro da OA? Isto porque tanto quanto sei, não será necessário nenhum tipo de licenciamento na Câmara, uma vez que se trata de uma loja dentro de um espaço comercial, onde não se vai construir ou demolir nada. Da mesma forma, este espaço já foi ocupado por outro cabeleireiro, supondo assim que estará à partida licenciado para tal. A necessidade de desenhar o layout da loja prende-se com o facto de ser necessário comprovar o tipo de utilização para financiamento do funcionamento da loja. Espero ter sido claro...
  3. 90% de todos os edificios de habitação multifamiliar no Porto usam fachada ventilada e com essa descrição que fazes. Se o teu problema é saber desenhar esse tipo de detalhe então o melhor mesmo é procurares empresas que fabricam esses sistemas e usares os detalhes das mesmas.
  4. Parece-me que há sobretudo uma ideia de que quando acabamos a faculdade, o próximo passo é fazer estágio para entrar na Ordem, quando na realidade a maior parte de nós não tem sequer nenhum projecto para fazer nos próximos anos. O que acontece é que passamos 18 anos da nossa vida em que sabemos precisamente aquilo que temos de fazer quando acabar este ano e começar o próximo. Vamos fazendo todos os graus de ensino e de repente acabamos o ensino superior e se não temos um "estágio para a Ordem" para fazer, de repente ficamos numa situação em que não sabemos bem o que fazer. Agora já não há nada a que sejamos obrigados de fazer, nem nenhum passo que tenhamos que tomar para... Por isso o mais normal é continuarmos na situação que vivemos há 18 anos e fazer o tal estágio. Mas na realidade, uma grande parte de nós não tem capacidade ou oportunidade de nos próximos anos fazer nenhum projecto que necessite de assinatura logo, porque razão temos nós de nos apressar a ser membros da Ordem dos Arquitectos, quando nem sequer vamos usufruir da Ordem, nem trazer nada de novo á profissão? Penso que na maior parte dos casos seria preferível arranjar trabalho, independentemente de se ter de fazer estágios ou não. Porque dessa forma, podemos demonstrar já as nossas capacidades, aprender a profissão e posteriormente fazer o estágio no mesmo local ou noutro, já com um maior saber e confiança. E não me parece que em termos de remuneração, não vai ser por estarmos a fazer um estágio para a Ordem ou um estágio do IEFP ou sem fazer estágio que iremos receber mais ou menos ou não receber. Isso já depende do que cada um quer da vida e de que opções quer fazer. Fazer estágio do IEFP em que apensa recebemos a metade do IE e o atelier não desembolsa o resto? Isso é uma anedota! Mas há quem não goste de se chatear e ficar com a primeira opção que lhe aparece à frente... Sinceramente, acho que temos que elevar muito mais as expectativas e lutar por isso. Se uns podem estar a trabalhar/estagiar de forma correcta e legal, porque haverão todos os outros de se submeter à escravidão?
  5. bom, estive a ler as 13 paginas de rajada e deu para apontar algumas questoes pertinentes que foram abordadas. Deste modo, antes de mais, por experiencia propria e dos que me rodeam, confirmo que nem por sombras um licenciado de uma universidade de arquitectura (seja Portuguesa ou estranjeira, ja que nao estamos sos no mundo) sai de la com capacidade para executar projectos do inicio ao fim, com todas os problemas que surgem nas diversas fases de projecto. Nem sequer estou a falar so de burocracias, mas de todo o conhecimento pratico necessario para levar a cabo um projecto, comunica-lo com os diversos profissionais que o acompanham, ter a capacidade para o ir alterando sistematicamente, etc etc. Sao tudo coisas que sao exteriores 'a escola e que caso nos nao tenhamos tido ja a iniciativa de colaborar com arquitectos enquanto estudantes, entramos subitamente no mundo de trabalho com o olhar de espanto de que 90% daquilo que fazemos todos os dias nao foi abordado na escola. Curiosamente, ha outros paises (como a Espanha, tao aqui ao lado) que estabelecem que um recem-licenciado pode livremente exercer arquitectura e ser responsavel por aquilo que faz. Por outro, noutros paises, (como na Inglaterra) a formacao academica estende-se ao longo de 7 anos, incluindo ja 2 estagios de 1 ano cada, um deles a meio da formacao e outro no final. Por isso ate aqui, nao consigo entender grande parte das lamentacoes que vao sendo feitas por aqui, uma vez que ora por falta de vontade propria, ora por imposicao da realidade local, de uma maneira ou de outra todos saimos das faculdades, mais ou menos preparados e em qualquer dos casos, salvo raras excepcoes (como recem-licenciados que antes de tirar o curso ja trabalhavam em arquitectura, etc), convem que facamos estagios de curta ou longa duracao (e esta para mim e' a grande questao) para nos tornar aptos a desempenhar a nossa profissao. De ouvir comentarios do genero, 'ah mas a escola deveria ensinar-nos mais para nao devermos fazer estagio', 'mas eu sempre fui excelente aluno, por isso nao preciso de estagio', ja eu estou farto! Acho que todos nos passamos, enquanto estudantes, por uma certa arrogancia de que somos bons e capazes de acabar o curso e de construir o nosso nome la fora. Essa e' uma ilusao que vai sendo alimentada cada vez mais pelas publicacoes, blogs, ligados 'a divulgacao da arquitectura, em que o leitor, de forma rapida e simples, engole uma quantidade enorme de nomes, projectos, ideias, que da a ilusao de que tudo isto em arquitectura e' tao rapido e tao possivel de ser conseguido que qualquer um de nos la consegue chegar. E por isso mesmo e' que saimos das faculdades com as maiores expectativas, vamos bater 'as portas dos arquitectos maiores (obviamente), a nao ser que essas portas ja estejam abertas, e tentamos a nossa sorte para entrar no mundo da arquitectura assim como nos e' transmitida pelas publicacoes periodicas, com imagens virtuais, pessoas alegres a correr, passaros a voar, todo um espectaculo de luzes e abstraccoes ao qual vamos querer pertencer. E obviamente, se estamos 'as portas desse mundo, se nos acenam para entrar, mas so' quando estamos a colocar o primeiro pe (o direito, de preferencia) e' que nos dizem 'ah mas olha que isto aqui e' estagio nao remunerado! Queres trabalhar connosco tudo bem, mas tens de te safar como puderes! O nosso Nome da' prestigio e isso nao se ganha assim de qualquer maneira'. E e' assim que um jovem arquitecto recem-licenciado, que viveu 'a custa dos pais (na sua grande maioria) durante 5 ou 6 anos do curso, nem pensa duas vezes entre ficar num atelier com algum prestigio, mesmo que nao seja remunerado, afinal esse jovem nunca viveu doutra forma. Sempre se alimentou, bebeu, divertiu, viajou, sem ser remunerado. Qual e' a diferenca agora? Os amigos deste jovem ouvem estas historias, nao ouvem outras que sejam distintas, entao pensam que a realidade e' esta. La terao eles de estagiar sem serem remunerados. Mas afinal de contas eles proprios vao estar a aprender, portanto nao ha problema, e' como se continuassem na escola, pelo menos nao pagam proprinas! Esta e' a realidade que vejo em 95% das pessoas que conheco e que estao nesta situacao. Ou nunca trabalharam enquanto estudaram e sujeitam-se 'a nao remuneracao, seja em ateliers com mais ou menos prestigio (provavelmente sem experiencia tambem nao irao encontrar ateliers 'com prestigio' que os acolham), ou entao optam claramente por poder ter no seu curriculo o nome de algum atelier importante, mesmo que para isso seja necessario serem usados das mais diversas formas. Nao tenho duvidas que um recem-licenciado devera fazer um estagio (vejam em espanha quantos recem licenciados conseguem assinar projectos? a maior parte deve ficar frustrado a meio porque nao sabe qual o caminho a seguir, ou entao tem alguem que os apoie), no entanto aquilo que para mim deveria ser o metodo mais justo era o candidato ao estagio fazer um estagio consoante a experiencia profissional que tem ou nao tem. Isto porque na maior parte dos casos os recem licenciados apenas tiraram o curso e por isso, ate me parece bem que tenham 2 anos de estagio porque ainda tem muito que aprender. No entanto, ha muita gente que ou ja trabalhava em ateliers de arquitectura e so depois tirou o curso ou enquanto tirava o curso foi colaborando com arquitectos, ja tem experiencia profissional que lhes permita serem diferenciados dos outros candidatos a estagio. Desta forma deveriam ser tomadas em consideracao estas questoes e adequar os estagios 'a necessidade e experiencia que cada um tem. Isto deveria comecar logo por se fazerem pequenas entrevistas a Todos os candidatos a estagio, onde se falava sobre o percurso academico/profissional e se falava sobre o portfolio. A partir daqui seria possivel estabelecer 2 ou 3 tempos distintos de estagio consoante as capacidades de cada um. E' claro que isto da trabalho 'a Ordem. Fazer entrevistas, tratar dos dossiers, etc. Mas afinal de contas o que e' que a Ordem faz? Tanta gente empregada nas duas Ordens daria para fazer tudo isto e muito mais. Bastava retirarem 2 ou 3 pessoas aos outros departamentos e fazerem um departaemento serio e dedicado ao estagio. Isto sim valorizava a Ordem desde o inicio das relacoes para com o estagiario e desenvolvia possiveis boas relacoes para futuros Arquitectos. Se temos de ser amigos, ao menos que comecemos a se-lo logo desde o inicio.
  6. student: Mesmo que estejas 'a procura de concursos, supondo que te exigem na escola que tenhas um 'cliente' real, contacta camaras municipais e organismos responsaveis pelo planeamento e gestao desses equipamentos para saberes se ha sitios onde esta planeada a construcao de algo do genero. Nao fiques 'a espera que surja um concurso. Tu proprio tens de ir 'a procura do cliente e do local, isso ja faz parte do trabalho.
  7. Andre, tens sempre os manuais de construcao do arq Mascarenhas que encontras nas livrarias. Ha um volume dedicado a coberturas inclinadas. Penso que sera a melhor fonte de informacao tecnica sobre o assunto. Depois, obviamente, nao te limites a fazer um caixote e a colocar-lhe o chapeu... Ha tanto que se pode fazer com uma cobertura inclinada. So pensaste ainda na casa de cha da boa nova? Entao e Alvar Aalto, Frank Lloyd Wright, etc etc?
  8. A propósito desta obra sugiro a leitura do artigo: http://palavras-arquitectura.com/2009/12/02/serpentine-gallery-pavilion-2009-sanaa/
  9. Serpentine Gallery Pavilion 2009, SANAA (...) O desenho de um pavilhão é, antes de mais, um desafio. Propor a um arquitecto a criação de uma pequena estrutura efémera, construída a baixos custos e que se possa tornar num ícone temporario do local onde se implanta, é algo que à partida parece simples, mas que se revela extremamente complexo com o desenrolar do projecto. A problemática aqui centra-se sobretudo em como fazer muito com pouco. Ou antes, entenda-se, em como fazer algo extraordinário através de um pequeno e subtil gesto. A iniciativa da Serpentine Gallery em Londres tem sido de grande importância para o desenvolvimento de um pensamento e de uma linguagem arquitectural, associada não só à contemporaneidade, mas enquanto paradigma da obra do seu autor. É desta forma que, um grupo de arquitectos reconhecidos em todo mundo, tem tido a oportunidade de construir no Reino Unido, abrindo novas fronteiras à sua obra e acima de tudo, aproximando a sua obra de um público amplamente vasto. (...) artigo completo em: palavras-arquitectura.com
  10. Fred: A fachada não tem nada que saber, qualquer empresa que fabrique aqueles paineis de fachada, fabrica também o seu sistema de fixação. Certamente os arquitectos colaram os detalhes standard nos seus cortes construtivos e trataram de jogar com as dimensões possíveis dos paineis.
  11. Ana: Como podes notar, na barra de links do meu blog nao apresento sites ateliers de Arquitectura pelo facto de que nao teria forma de fazer uma seleccao dos ateliers a apresentar. Como tal apenas faco referencias a blogs de arquitectura, onde tambem aparecem alguns ateliers de arquitectura mas que desenvolvem um blog proprio. Espero ter sido compreendido
  12. x-acto: agradeco-te as informacoes disponibilizadas e irao ser bastante uteis aqueles que aqui vierem buscar informacoes sobre blocos de cortica. Eu ja terminei o meu projecto final ha quase 1 ano e consegui, com muito esforco, compreender o funcionamento deste sistema e representa-lo ao longo de todo projecto de execucao. Confirmo assim as informacoes que tanto tu como o rmrrs disponibilizaram neste topico.
  13. A Cidade Invisível (...) Mas porque razão não estavam as pessoas a caminhar pelas ruas? Porque permaneciam as lojas inutilmente abertas? Porque é que os bancos e as sombras das árvores que povoam as praças continuavam de vago? E porque é que os cafés teimavam em chamar os transeuntes que por lá não passam? Era estranho… ou talvez não. Teria que ver com algum acontecimento? Algum evento que teria transportado as pessoas para algum outro local? Ou será que a cidade havia deixado de ter significado enquanto estrutura socio-cultural de uma comunidade que a usa e que dela depende? Mas o que era feito das comunidades? Onde estavam elas? A cidade estava deserta… (...) artigo completo em: palavras-arquitectura.com
  14. É verdade!! fonix este ano já não vou nem ao Paredes de Coura nem ao Alive... Já vou começar a trabalhar fora de PT por isso não tenho hipótese.
  15. Acho que a primeira questão a colocar será, onde começa e acaba o centro histórico de VN Gaia? E depois de ver o que tem sido feito no CH de Gaia, temo que as intervenções que se anunciam possam servir para dar continuidade ao carácter de "parque de diversões" para turista ou para pessoas que usufruem do espaço apenas para lazer. Pega-se num passado próspero mas com uma imagem decadente, lava-se a sua cara e pintam-se os olhos e dá-se a mostrar a quem lá passa...
  16. Delly: porreiro! adoro os albuns mais recentes de Anathema. Têm tido uma boa evolução :D
  17. Arte Nova?! Não vejo porque razão... Nem sequer penso que se poderá enquadrar no estilo Art Decó. Tem a ver sim com a corrente modernista do Norte do País. Há uns fascículos do Porto 2001 que falam sobre a Rua de Ceuta e esse edifício.
  18. A obra prima deste ano é o "Crack the Skye" dos Mastodon!!! :D
  19. tem a ver com o enquadramento. podias distorcer a perspectiva para ficares com as linhas verticais realmente verticais
  20. Está bastante interessante. Gosto de ver o 3d aplicado a outros objectivos que não a representação de arquitectura. A única coisa que eu iria corrigir era só a inclinação da câmara, penso que ficava interessante se se corrigisse aquela inclinação que se nota na janela.
  21. JVS esses Architects são uma banda de Hardcore com putos de 18 anos! :D
  22. aquela guarda é horrorosa... Esta não é a casa do ESM em Cascais? Quanto ao render, tudo o que está para além da casa parece-me claramente falso, falta alguma subtileza na luz, uns tons mais amarelados já que estamos contra o sol e certamente todo o espaço exterior não tem esta expressão com esta orientação do sol.
  23. :D Tens bastante razão naquilo que dizes. Também partilho dessa opinião, não penso que a revogação do 73/73 será a vinda do Messias que todos teimam em anunciar... Há tanto que mudar, tanto para fazer que o 73/73 não passa de uma pequena formalidade, pois agora ainda dizemos "que edifício mais nojento, não deve ter sido feito por arquitecto", a questão é que na maior parte são feitos por arquitectos também. E apesar de aqui o "papel" fazer milagres em relação à má arquitectura, o problema também está nas condições em que saem os recém formados das escolas de arquitectura, onde apenas de uma pequeníssima podemos dizer que irão ser bons profissionais (em todos os campos).
  24. Acho que dificilmente não encontras um Arquitecto conhecido que não tenha usado Capotto...
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