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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. que comentario... sinceramente... Esta gente é burra ou faz-se? gostava de saber se este sujeito sabe por acaso quando surgiram as primeiras obras de arquitectura.... E a avaliar pelas imagens parece-me uma intervenção bastante contida e que até parece ter interesse, ao contrário daquele casario estilo "maison" mais acima que ninguém se atreve sequer a abrir a boca!
  2. Esse projecto vi-o em exposição na bienal de veneza de 2006 e está bastante interessante principalmente no trabalho da pele exterior. Quanto às comparações com a casa da música, este é bem distinto tanto em termos do processo criativo como do desenvolvimento do projecto. Se quisermos comparar em termos de elemento de excepção, sim podemos estabelecer elos de comparação entre as duas obras.
  3. Normalmente para termos os desenhos de uma casa feita à nossa medida deveremos contactar alguém que em conjunto connosco desenvolva esse projecto. Não é através de livros que vamos encontrar a casa adequada a nós.
  4. Eu fiz o meu projecto de execução do 5º ano todo à mao. Foi a melhor forma de eu interiorizar toda a questão do detalhe com muito mais eficácia do que estar a colar detalhes. É claro que a entrega final foi a computador, mas tenho todos os vegetais A0 com os pormenores todos desenhados. Não vejo problema nenhum em fazer isso até é muito vantajoso para quem está interessado.
  5. Em 3d studio também é muito fácil e demora 2 segundos (se tanto!). Tens de ter as curvas de nível feitas em polyline cada uma. Também as tens de posicionar cada uma à sua altura no espaço (mesmo sendo só uma linha. No 3d max a única coisa que fazes é: Seleccionas todas as polylines das curvas e vais ao comando create - compound object - terrain e automaticamente ele calcula-te todas as pendentes e constroi o terreno a partir das curvas de nível. No autocad sei que é bastante semelhante a forma de fazer como no 3ds max, mas nao sei ao certo o comando
  6. JCAMIRANDA: "disposição" e "edifício"
  7. hehe fui lá dar uma vista de olhos outra vez, mas nao tenho paciencia nem tempo para perder naquilo...
  8. ai meu deus.... Esta febre está a chegar aqui...
  9. nunca ouvi falar desse conceito "espaço mínimo". De onde é que tens essa referência?
  10. Que atrocidade, não só este projecto é totalmente insustentável como viver no meio dos ventos do atlantico, com humidade e frio da costa norte de portugal e da galiza é um desafio para qualquer um... E gastam dinheiro nisto quando há tanto para fazer...
  11. marco1: é sempre complicado de gerir como sabemos, no entanto há sempre algo que um arquitecto responsável poderá fazer de forma a tornar a obra melhor e mais interessante a nível arquitectónico. Muitas vezes coisas que os clientes nem reparam e que poderão dar uma imagem e uma vivência da casa bastante distinta. Por exemplo as janelas. A maior parte das pessoas que quer construir uma casa quem janelas grandes. No entanto nós (arquitectos) temos a capacidade de partindo desse pressuposto ou não desenhar alçados que sejam interessantes e bem compostos, independentemente do cliente querer ou não janelas grandes ou pequenas. (não sei se me faço entender...) Mas por vezes também há gente que se fica pelo que os clientes dizem, esquecendo que deveria ter uma atitude crítica perante aquilo que está a projectar e que terá o seu nome para o bem e para o mal...
  12. galfarro tens toda a razão. Por menos trabalho que tenhamos devemos manter um nível de qualidade seja em alto ou baixo custo. Não é por termos uns clientes tacanhos que não querem gastar um tostão que vamos ter de fazer uma casa estilo "maison" só porque teoricamente será mais barata. Exemplos não faltam de óptimos projectos de arquitectura feitos com custos baixissimos. É uma questão de ética e de responsabilidade de cada pessoa. Algo que todos nós deveríamos ter em conta.
  13. Eu não considero esta obra ridícula nem sequer a consigo categorizar como obra de reabilitação. Aquilo que os arquitectos fizeram foi partir de uma estrutura para construir o novo edifício da caixa fórum. Aquilo que a meu ver foi entendido como valor foi precisamente o carácter plástico da estrutura antiga. Desse modo os arquitectos partem dessa plasticidade e desenham um novo edifício apoiando-se no que já existe. O aumento da altura gera ainda relações bastante agradáveis ao nível do passeio do prado e de uma pequena praça entre edifícios que recentemente foi redesenhada. O edifício da Caixa Forum ganha assim importância enquanto elemento cultural da cidade, suportando-se de uma grande plasticidade apoiada na estrutura antiga. Acho que valerá muito a pena analisar com mais detalhe o edifício quando estiver aberto. Analisar também as apropriações da nova praça que foi aberta com aquele muro vegetal. Penso que no geral será uma mais valia para aquela zona. Neste caso falo sim de reabilitação urbana, não de reabilitação de um edifício pois não foi essa a intenção.
  14. olá, Tenho uma dúvida que acho que alguns de vocês me poderão esclarecer: - Gostava de saber como posso através do 3dmax (com ou sem v-ray) sacar renders não realistas, em forma de esquema como se se tratasse por exemplo de uma vista axonometrica de um cubo onde apenas as arestas visiveis estão a preto e as superficíes do cubo a branco. (penso que me expliquei bem) Alguém sabe como se consegue isso no 3dmax? obrigado
  15. Este projecto tem uma imagem bastante forte. Talvez demasiado forçada para a escala que os edifícios têm, no entanto são claras as referências ao edifício da estação do AVE do Carlos Ferrater. Para ser sincero assusta-me um pouco as imagens aéreas desta intervenção. Cria uma grande tensão entre as direcções de força da rua e dos edifícios envolventes, no entanto nas imagens de pormenor dá ideia que o edifício poderá ser interessante nas relações cruzadas que estabelece entre edifícios e pátios. Seria bom podermos ver plantas do edifício e dos apartamentos para se entender melhor como se estruturam as casas.
  16. Não pode ser, estamos a falar do Byrne...! Já chegou ao ponto onde não se critica... enfim
  17. Isso de quem dá aulas é extremamente subjectivo, porque um bom profissional não é necessariamente um bom professor. No entanto da escola de Mendrísio tenho boas referências em conjunto com a escola de Zürich.
  18. Já vi bastantes imagens e textos sobre esta casa. Tem o seu interesse obviamente, no entanto para mim falta uma coisa fundamental na arquitectura: Sensibilidade. Em termos conceptuais é bastante interessante o desenvolvimento programático da casa, mas o resultado final fica muito àquem do que seria de esperar. É uma casa que se quer inserida num terreno, mas falta-lhe na verdade um diálogo com esse terreno. Apenas foi ajustada para caber no sítio certo. Depois a história da textura do betão na minha opinião não trás nada de novo à casa, é mera decoração.
  19. olá silverblaze, consulta os vários pavilhões da serpentine gallery ou mesmo o pavilhão da 75ª feira do livro do marcosandmarjan. Nada como passar umas tardes nas bibliotecas a descobrir coisas
  20. concordo plenamente! Já na entrevista ao El País ele tinha abordado essa questão.
  21. Pois foi isso que eu pensei, pode ser uma situação interessante e se calhar ganhavam muito se tivessem criado alguns esquemas onde pudéssemos ver essa dinâmica de acessos e essa dualidade entre a situação normal e a de cheia. Ao mesmo tempo essa dualidade de situações (previsíveis, porque foi feito para isso) poderá gerar também uma dupla identidade da casa perante a paisagem. Por um lado a tal ideia de "casa árvore" como tinha falado antes (que também encontramos esse exemplo num conjunto habitacional em Rotterdam) e por outro a ideia de "casa flutuante" que acontece quando existe cheia e o tronco de acessos fica coberto de água ficando apenas visível o volume da parte social. Esta imagem poderá ser interessante de explorar já que permite também a uma escala maior de um aglomerado destes módulos de criar situações onde as pessoas podem em casos extremos passar a viver no telhado das suas casas ou mesmo usá-los de forma a criar laços de comunicação entre casas. Acho que a proposta tem ideias interessantes e era passível de continuar a ser explorada. Já agora qual era a ideia para o revestimento das casas?
  22. porreiro! assim podemos ir actualizando este tópico com novos videos
  23. pois o Mota Galiza e o Hospital meu deus... nao entendo como é possivel...
  24. Ivo: quanto à proposta, parece-me interessante ao nível do desenvolvimento da ideia, sustentada nos valores iniciais. É uma proposta que até podia ser encarada como uma casa na árvore: temos um tronco com um núcleo de acesso e na copa desenvolvem-se os espaços da casa, as áreas sociais e ao mesmo tempo criam-se pontos de vista para a paisagem. Penso que mesmo a nível material a casa se podia equiparar mesmo a uma árvore, utilizando materiais vegetais reciclados de forma a "naturalizar" a construção No entanto há coisas que não cheguei a entender através dos painéis. A ideia de levantar a casa do solo funciona pois se a água sobe, a casa continua seca nos espaços de vida. No entanto aquilo que não entendi tem a ver com o que mostra a última imagem dos painéis: se a água subir, como é que entramos em casa? provavelmente foi pensado e eu não me apercebi disso nos painéis mas fiquei com essa dúvida.
  25. Casa K em Stocksund, Tham & Videgård Hansson Arkitekter "A aparência exterior monolítica é-nos apresentada de uma forma exacta, totalmente perceptível no seu conjunto. Trata-se de um grande paralelipípedo forrado a madeira pontuado por aberturas que ora nos deixam antever o interior ora expelem a luz para o exterior. No entanto, esta aparente simplicidade volumétrica exterior revela uma enorme riqueza a nível dos espaços interiores da casa." (...) "Ainda aquilo que gostaria de destacar é a forma de materialização dos espaços interiores e do exterior do edifício. Através de uma construção simples e económica de betão armado isolado termicamente em ambas as faces, a pele exterior é construída através de placas de madeira dispostas em escama de forma a anularem juntas visíveis, permitindo que tanto a chuva como a neve não penetrem no interior da parede. Os interiores são tratados de forma bastante contida, sendo revestidos na sua totalidade a gesso cartonado pintado de branco onde ainda no piso inferior é definido um lambrim de madeira dando continuação ao soalho do chão gerando uma sensação de conforto através presença deste material." artigo completo em: palavras-arquitectura.com
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