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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. JVS: não precisamos de tar aqui a mostrar o que é viana, no mínimo terás de ser tu a interessar-te, vais ao google e procuras por viana (nem sei como é que aí para o sul as pessoas não conhecem viana! Realmente estamos muito distantes). Quanto às questões do alçado, na minha opinião isso revelou-se de certa forma uma opção puramente formal em que os arquitectos saberiam à partida que poderiam investir em vidros e isolamentos xpto sem terem que se importar com tratamentos especiais no alçado. Mas se fosse passar uns dias ao hotel queria sempre um quarto virado para o parque e não para o (des)ordenamento urbano, se bem que mesmo aí temos o monte de sta luzia que da uma imagem interessante no meio daquele ruído todo. Mas penso que haveria que se diferenciar realmente as relações do edificio com a envolvente, são realidades distintas. E em termos volumétricos para mim falha bastante, é aqui que reside o problema na minha opinião. Basta virmos pelo lado da escola de uma escala relativamente baixa para vermos aquele volume bastante descontextualizado. No entanto ali está tudo descontextualizado, cada um fez o seu edifício a olhar para o seu umbigo e à procura das vistas para o mar..
  2. é legítimo. Só não é legítimo quando chegamos ao ponto de cópia formal como um edifício que foi aqui discutido ha uns tempos
  3. margarida: não é bem assim... Eu fiz testes psicotécnicos quando tava no 9º ano para saber que área seguir. Fi-los na faculdade de psicologia com psicólogos que nos fizeram bastantes testes. No final estava claramente voltado para o trabalho criativo. Esses testes das empresas é muito diferente, é mais estilo teste de QI
  4. A data de óbito do modernismo pelo jencks é puramente simbólica, faz algum sentido ser apontada, mas há decadas que o modernismo se estava a desintegrar. Começou a corroer-se logo no seio dos CIAM. Felizmente sempre houve oposição aos CIAM (quase como um governo de maioria absoluta), de facto são os autores dessa oposição que trouxeram até nós obras bastante significativas e importantes para a historia da arquitectura. o próprio corbu se desligou quando começou a perceber que a mensagem que passavam não estava a ser bem entendida por parte dos arquitectos, como também Gropius afirma. Enfim, o movimento moderno foi necessário (e ainda bem que houve), revolucionou completamente a forma de pensar as cidades, no entanto faltou o seguimento, a evolução das ideias. Os arquitectos em geral ficaram-se pelos principios enunciados e passaram a fazer uma arquitectura despojada de ornamentos e por vezes de sentido. Deste modo finalmente depois da segunda guerra se começam a elaborar pensamentos sobre arquitectura e a forma das cidades que levam a uma nova ®evolução das ideias do movimento moderno. Como tal, por mais desenquadradas ou aculturadas que as obras post-modernas sejam, foi algo necessário para o evoluir do pensar arquitectónico. E realmente os teóricos do nosso tempo surgem desse contexto. Foi mais produtivo em termos teóricos que práticos. Mas o pensamento continua a evoluir (lentamente) para novos processos e sistemas urbanos adaptados claramente à revolução tecnológica. Quase que podíamos chamar de novo modernismo! :p
  5. Em relação a esse tema é fundamental a escrita de charles jencks no que diz respeito à crítica ao modernismo, na qual concordo quase inteiramente. Entende-se dessa forma a necessidade do surgimento do post-modernismo como forma de aliar a arquitectura à 3ª cultura emergente depois da segunda guerra mundial. É essa globalização da arquitectura que fundamenta o surgimento do post-modernismo e nesse aspecto continuamos a ser post-modernos, mas de cara lavada! deixo aqui o link do artigo no palavras da arquitectura sobre esse tema: "Ser ou Não Ser Moderno"
  6. testes psicotécnicos :p
  7. como autodidacta tenho grandes dúvidas... Aliás para se conseguir fazer boa figura a geometria deverias começar sempre pela base ou seja pela matéria do 10º senão é muito complicado entender os sistemas e vamos estar sempre a tentar decorar e dificilmente encontramos exercicios que se resolvem da mesma forma. É isso que acho aliciante na geometria.
  8. e esta hein? à segunda tentativa! You reached 244 points, so you achieved position 64433 on the ranking list You type 329 characters per minute You have 60 correct words and you have 2 wrong words
  9. JAG: não é desse tipo de crítica que estamos aqui a falar... Não passam de meros comentarios e opiniões sobre uma obra. Aquilo a que nos referimos aqui enquanto crítica é a uma das vertentes do pensamento arquitectónico que passa pela teoria, prática e crítica. Sem uma das 3 não há arquitectura.
  10. Tiago: não penses que a geometria é só ter umas explicações e já está. É uma disciplina que requer imensa prática e compreensão, não se aprende de um dia para o outro. A título de exemplo: no 10º ano eu andava às aranhas com a geometria e acabei com 12, no 11º ano aquilo já me entrou no cérebro e acabei com 18. No 12º ano tirei uma média de 19 e 20 nos testes ao longo do ano, cheguei ao exame e por uma mísera distracção tirei 18.8 ou seja acabei numa privada por uma diferença de 4 décimas na minha nota de ingresso... Por isso tem cuidado com a geometria.
  11. Tiago Soares: sem o exame de geometria descritiva A não podes candidatar-te a nenhuma faculdade de arquitectura (pelo menos nas públicas).
  12. Aliás eu gostava de perguntar então (a quem refere que não há crítica em Portugal e no estrangeiro sim) de onde vem essa tal crítica de que aqui tanto escasseia. Pois segundo aquilo que observo, leio, penso, em Portugal temos uma série de autores que conseguem estabelecer um padrão de rigor e de coerência em termos de crítica de arquitectura enquanto que no exterior, aqueles nomes mais sonantes da crítica muitas vezes são os que se deixam levar por modas... (e consequentemente são aqueles que todos nós admiramos e compramos livros e livros e lemos intensamente) Quando se pergunta se há crítica em Portugal eu pergunto: Mas já leram textos, artigos, livros, dos actuais críticos de arquitectura em Portugal?
  13. JVS às vezes mais vale estar calado antes de se falar sem saber... Se nunca foste a Viana aconselho-te vivamente a lá ires e descobrires uma cidade bastante interessante. Com aberrações como todas as outras. A vista que se fala é precisamente a vista oposta voltada para o parque da cidade, o rio Lima e a cidade de Viana. Esta vista é o resultado de anos de construção descontrolada em conjunto com o monte de Sta Luzia. Mas com duas vistas totalmente distintas o edifício tem dois alçados totalmente iguais (a Sul e a Norte)
  14. Uma crítica deve sempre assentar segundo um pensamento teórico. Sem isso é facilmente desmascarada e perde o seu significado porque pertencerá ao domínio do senso comum. Aconselho a lerem com atenção os textos de Nuno Portas e Pedro Vieira de Almeida, dois grandes teóricos e críticos. Ou sabemos daquilo que estamos a falar e fundamentamos a nossa crítica segundo bases teóricas ou essa crítica não passará de uma opinião que terá o valor que se quiser dar...
  15. Eh lá agora ta integradissimo! enfim... Como já disse antes, muito antes de discutir questões do ter uma parte branca ou não vêm a questão conceptual e a questão de coerência projectual e de respeito perante o lugar. E nesse caso não posso considerar comentários que criticam o edifício por ser "moderno" (seja lá o que isso for...) quando ao lado temos uma casa rebocada a branco que por sinal tem telhas em ardósia e mais ao lado uma casa (igual) cinzenta com telhas de barro. Ah mas estas casas têm telhado! E depois? São uma tremenda falta de cultura (local e arquitectónica) e feitas sequer sem pensar no que essa casa implica na relação com os espaços exteriores e com a imagem do património. Mas estas casas mesmo apelidadas de "tradicionais" (tendo sido feitas há uns anos) são elas próprias a derradeira prova do egocentrismo de quem as fez e de quem as mandou fazer. E não são estas as críticas que fazem sempre à arquitectura "moderna" (como gostam de lhe chamar)? Sempre criticam que "lá vem aquele edifício novo estragar com o conjunto de casas tradicionais" só porque em vez de cobertura inclinada optou por usar cobertura plana ou então partiu das vantagens da cobertura plana para criar um terraço. Só porque como as paredes não são auto-portantes coloca-se uma cortina de vidro. Só porque aparentemente nada do que se fez nesse novo edifício corresponde à ideia de casa que os nós nos habituamos a desenhar em pequenos (sabe-se lá como). Mas no entanto quem tece essas críticas construiu uma casa nova com pastiches de uma arquitectura tradicional e que na sua ignorância vive nessa espécie de construção desmesurada, abstracta perante o local e ilusória de uma imagem passada....
  16. Mas podemos ser pragmáticos ao ponto de dizer "ah cortinas de vidro não podem ser, têm de ser janelas como os edifícios adjacentes" e afinal de contas o vidro não choca ninguém por ser transparente e por não ser rebocado a branco... Acho que para criticar vamos partir da ideia global de intervenção e sustentarmo-nos em aspectos de coerência projectual antes de apontar aspectos formais que serão subjectivos. Para mim a opção de rebocar a branco aquele volume que se solta é de certa forma contraditória em termos da aposta na linguagem projectual. No entanto vamos lá ver... Os arquitectos decidiram criar uma espécie de excepção na sua obra, no meio de tanta coerência (com a envolvente) decidiram soltar um grito e evidênciar o edifício perante o aglomerado (é uma opção discutível), rebocaram então de branco, evidência este carácter excepcional e de forma verdadeira demonstra que aquilo que está ali é assumidamente contemporâneo. Revestir isso a pedra só porque é o material das casas ao lado acho que se torna ridículo porque estamos no domínio da decoração, podemos pensar que se trata de uma questão de coerência formal, mas para mim isso poderá ser sim uma falta de coerência que é a de estar a querer dar uma aparência tradicional a algo assumidamente contemporâneo... É discutível. Agora as casas brancas acima, muito antes de terem sido construídas nunca na vida deveriam ter sido aprovadas, por mim até ficavam assim como estão como forma de demonstrar a nossa falta de esperteza e o exemplo que corre por Portugal fora. Por outro lado o correcto seria demoli-las e construir novas casas assentes numa ideia de se integrarem com a envolvente. Prefiro estas opções a irmos agora colar pedras nas paredes só para tornar o postal mais bonito...
  17. bem pensado!!
  18. marco1: eu entendo perfeitamente, referia-me mais na minha crítica aos comentários no outro blog nem era tanto ao que se tem comentado aqui.. Quanto ao volume branco poder ser melhorado com pedra acho que isso é um pouco trivial porque se fizessem aquele vlume branco com pedra não ia trazer mais nada à obra, o problema está antes no desenho da forma, se se justifica ou não. Mas como disse é uma intervenção que joga pelo lado do seguro e que pretende estabelecer relações pacíficas no local, é credível. Mas tambem discutível! e eram esses aspectos que gostava de ver aqui referenciados e discutidos muito mais do que se o edifício em pedra é que está integrado ou não.
  19. vamos lá ver... Não faz sentido estar a criar rampas para 3º e 4º andar como também não faz sentido estar a colocar os quartos de mobilidade reduzida nesses andares se queremos que o acesso seja feito através de rampas... Ninguém vai perder 10 minutos por dia a subir e a descer rampas do quarto às áreas comuns ou mesmo para sair e entrar da residência. Ou colocas os quartos de mobilidade reduzia em pisos térreos ou então crias acessos dignos com ascensores. Não vamos andar a sacrificar uma pessoa que anda de cadeira de rodas a obrigá-la a percorrer centenas de metros em rampas até chegar à porta do quarto. Sobre este tema saiu agora uma publicação do prémio mobilidade que se constituía em desenvolver um edifício de habitação adaptado a pessoas de mobilidade reduzida. Podes procurar o projecto do vencedor aqui no fórum: Cláudio Vilarinho, ou mesmo no site dele http://www.claudiovilarinho.com ou consultar o livro com os projectos a concurso.
  20. Sinceramente eu não vejo o porquê de tanta polémica. No mínimo este projecto até pretende afirmar-se de forma segura no local. Não querendo ser protagonista, parte de uma linguagem local para uma formalização contemporânea (com opções que podem ser discutíveis) mas no geral é uma obra que se insere claramente no conjunto e que sem grandes dramas coabita com os edifícios adjacentes. A maior parte das críticas destrutivas que vejo a esta intervenção vêm de gente que não pensou minimamente naquilo que está a criticar e que o faz apenas pela primeira impressão, ora isso tanto dá para um lado como para o outro. Se me vierem perguntar se entre esta intervenção, onde até uma vontade de enquadramento através da utilização da pedra da implantação e volumetria e uma intervenção completamente alheada do local onde tanto dava ser reboco branco ou betão aparente, prefiro claramente uma intervenção deste tipo porque sempre é mais segura e ao fim e ao cabo até nem é nenhuma aberração.
  21. este projecto já figura aqui no fórum e situa-se na suíça
  22. "100% moderno" e no entanto tão bem inserido "100% moderno" e no entanto tão bem inserido "100% moderno" e no entanto tão bem inserido "100% moderno" e no entanto tão bem inserido
  23. E porque nao conjugar rampas com elevadores? Quanto aos módulos de habitaçao eles devem ser o mais simples possivel, transformá-los em duplex e triplex parece-me que se está a querer complicar onde não é necessário..
  24. wanna: há vários tópicos sobre este assunto onde essas dúvidas já estão ou podem ser esclarecidas. Não há necessidade de criar novos tópicos..
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