Sim...estou bastante agradado com a tua ajuda!!!!
Na realidade este "conceito" começou a ser gerado, logo após a I Guerra Mundial, pois o aproveitamento das industrias metalurgicas, era consequentemente mal utilizado para armas e instrumentos de guerra. Assim, vários arquitectos começaram a gerar abrigos, refúgios e arquitectura portátil e efémera, onde esse aproveitamento pudesse ser feito, mas de uma forma mais consistente e sem o intuito de guerrilha, ou o prolongar das mesmas...(o que não se veio a suceder infelizmente!!).
Já tinha pesquisado pelo EXISTENZMINIMUM e encontrei coisas que me interessavam.
Uma referência para este tipo de arquitectura é por exemplo Buckminster Fuller e mesmo Walter Gropius.
Ficava muito agradecido por qualquer bibliografia que me fosse recomendada.
Muito obrigado por tudo.
Na esperança de também despertar em vós este "conceito", com os melhores cumprimentos,
Hernandezz
...para além dos nomes que relatei, existe um que surpreendentemente também fez esse estudo, mas já em Portugal!!!Foi Nuno Portas com o livro “Funções e Exigências das Áreas de Habitação”, Lisboa. LNEC 1964.
Cumprimentos.