Jump to content
Arquitectura.pt


gdionisio

Membros
  • Posts

    59
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by gdionisio

  1. Acho que devias dar outro tipo de título ao teu post em vez de "alguém gosta?". abraços
  2. Mais um formalismo gratuito longe da real função, se isto é para habitar/viver, está muito longe do mínimo razoável. nota: "Putos....vocês deviam era beijar o chão onde passa o Pulido Valente (e ler uns dos seus livros, já agora)." Esta está demais, havias de ser tu a comprar uma casa em que a única janela seria aquela virada para o interior do vão para veres o que é beijar o tecto em vez de ver o sol! "Digo que a minha arquitectura é telúrica." Telúrico: referente à terra; diz-se do abalo da terra; sísmo. (in dicionário) Não será necessário dizer mais nada, a única relação será a do abalo da terra quando aquilo cair tudo, porque no 3dmax é fácil fazer, mas na realidade é outra coisa. "Respeitando os preconceitos do Presidente da Câmara quanto à percentagem de solo a impermeabilizar (...). Deixei permeável tudo o resto " No fundo a justificação "é o resultado de uma vida", é pura artimanha para justificar a forma horrivel de resolver a relação de área mínima de toque com o solo (impermeável) e o índice de construção maximizado. abraços
  3. Qual é a grande diferença entre o PLADUR e o VIROC? Todos sabemos que o gesso cartonado não tem tanta resistência mecânica e etc como o compósito cimento e madeira, mas qual é a real vantagem em usar o VIROC em prol do PLADUR, porque se o VIROC é assim tão vantajoso, porquê que se usa cada vez mais o PLADUR? é pelo preço? facilidade de trabalhar?
  4. "Aqueduto é um canal ou galeria, subterrâneo ou à superfície, e construído com a finalidade de conduzir a água. Os aquedutos são normalmente edificados sobre arcadas ou sob plataformas de vias de comunicação" fonte wikipédia. É principalmente uma infra-estrutura de abastecimento de água, que pode tomar a importância de um objecto arquitectónico relevante em partes, mas nunca no todo. No todo é uma estrutura de engenharia. Em relação a arquitectos que se inspiraram em aquedutos para grandes projectos, lembro-me do Siza Vieira no projecto da Malagueira em Évora, ele assume um tipo de aqueduto que une todo o conjunto, arquitectonicamente e com as infra-estruturas nele contidas, de forma evolutiva. abraços
  5. ...pois, mas entre ter uma "vivenda" na Quinta do Conde e um T1 do Byrne no estoril, a escolha não é dificil. Escolho o T1, porque não é pela área, churrasqueira, lareira, jacuzzi, terraço, sotão, cave, balaustrada, beirado rústico, marquise com caixilharia verde alface, que uma habitação é melhor. abraços
  6. No caso, e como já foi referido neste forum, este edifício proposto pelo byrne, assume uma das premissas mais importantes do modernismo, o construir em altura para ceder espaço ao nível térreo. E isso é um objectivo que eu reconheço valor, porque para manter índices de construção que viabilizem o empreendimento são necessários um x número de apartamentos. Agora se eles estão a abusar nesses indices isso já é outra história. Eu prefiro a proposta do byrne ao hotel (cascais miragem) que se encontra mesmo ao lado, e desse ninguém falou, acho que o que está actualmente construido é que fica dissonante em relação ao que está previsto construir (talvez um pouco optimista, logo se vê). abraços
  7. Possivelmente, os apartamentos ficarão na sua maioria vazios, uma vez que não passa de mais uma "estratégia de investimento imobiliário", tipo os "terraços de bragança" do Siza, ali no Cais-do-Sodré. A maioria dos fogos foi comprada por investidores estrangeiros. Duvido que seja a compra da primeira habitação, um apartamento no Estoril Residence. Abraços
  8. "Mas agora surge ainda outra questão... será que ambas não foram inspiradas em alguma torre já existente noutro local do mundo?" ...boa, a inspiração pode ter origem na "torre de pisa", que acham? a diferença é que a torre de pisa é inclinada sem querer!
  9. estou mesmo curioso para ver isto construido, espero que não seja um desastre. O byrne arriscou tudo, e isso tem o seu mérito. Gosto quando alguém arrisca assim, no fundo é como passar da utopia para a realidade, da banalidade rústica estou eu farto...
  10. quando uma das justificações para demolir o estoril sol era o facto do edifício ter uma presença demasido forte na paisagem, devem pensar que o matagal à volta da nova proposta esconde a real proporção do paquiderme byrneziano (atenção, gbyrne é um dos meus arquitectos de eleição).
  11. Uns colegas meus foram recentemente a Barcelona e regressaram com umas fotografias bastante interessantes…(ver as duas primeiras imagens) … esta torre faz parte do complexo do “Port de Barcelona” e é em quase tudo semelhante à torre projectada pelo arquitecto Gonçalo Byrne para o Centro de Coordenação e Controlo de Tráfego Marítimo do Porto de Lisboa (1997 Lisboa, Portugal). Fica aqui lançada a questão, sobre esta “pequena” coincidência (foram ambas projectadas para instituições portuárias, partilham de contextos urbanos muito idênticos, ambas utilizam cobre como revestimento exterior, são rematadas nos últimos pisos com uma espécie de lanternim, etc.). Contudo acho que a versão do Byrne está bem melhor e, não tenho a certeza, é anterior à espanhola...:icon_pistoles:
  12. Todos temos colegas que são arquitectos mas que nunca projectaram por vários motivos, a nossa carreira profissional tem várias vertentes que não só o projecto. É preciso saber explorar essas potencialidades.
  13. Foi realizada uma visita organizada pela OA em que foi possivel visitar somente os exteriores, não entrando na habitação. Podes sempre tentar entrar em contacto com os proprietários para ver se é possivel dares uma volta por lá, vale mesmo a pena.
  14. A minha mão ainda não usa oculos, mas eu mal cheguei ao 4º ano, toma!
  15. De certeza que o projecto do Adalberto Dias seria bem mais consequente, mas talvez menos rentável para os bolsos do promotor/CMG. Em relação ao nosso património, para podermos salvar uns temos de deixar outros, infelizmente é assim, não há orçamento que consiga reabilitar todo o nosso património e voces sabem bem disso, os custos são incomportáveis. Mas isso não quer dizer que por estar em ruina que se possa fazer o que se quiser, é preciso mudar o modo de pensar e aprender a gostar do que é nosso. Quando tivermos orgulho no nosso património, e não estou só a falar das "maravilhas" porque existe todo um património rural, a arquitectura tradicional com tecnicas e saberes que são diariamente demolidos pela falta da tal cultura do que é genuino. abraços
  16. Vi num programa qualquer, a apresentação destas construções com declarações de pessoas que habitam estes espaços. Algumas são alugadas por exemplo para turistas que pretendem passar alguns dias, mas a maioria dos utilizadores são estudantes das faculdades próximas. Alguns dão festas em casa, e digo-vos eu conhecia pessoal com quartos alugados e n tinham nada haver com as condições excelentes destas habitações. Estas fotografias mostram o objecto isolado, mas quando se juntam vários, formando uma pequena "aldeia" a coisa fica composta. Lembro-me de uns cubos estarem sobre elevados do terreno por meio de uma estrutura metálica, onde o "smart" ficava por baixo e outros ficarem juntos etc. Existem variadas formas de conjugar, mas a vantagem está em puderem ser colocados onde se quiser sem grande impacto, porque é de fácil remoção. abraços
  17. Que fortuna (500€)! nem paga as horas de investigação quanto mais as despesas inerentes a qualquer tipo de pesquisa. E para um arquitecto que se tenha formado antes de 79 deve ser complicado, por isso é que ainda não há candidatos.
  18. Não me deixa saudade nenhuma, é possivelmente um dos edifícios mais desinteressantes que conheci. abraços
  19. Que remédio tem a população, se a ponte foi construida é porque é necessária, agora se ela é cor-de-rosa às bolinhas é outra história. Na minha opinião acho um pouco excessivo o espalhafato dos vidrinhos coloridos, nem tudo tem de parecer a feira popular, porque nem todos os dias, são dias de festa. Quando existe uma atitude de prevalecer sobre a envolvente natural, essa atitude perde à nascença. Mas o que interessa é que as pessoas consigam atravessar o rio, nem que seja de jangada. abraços
  20. Eu sei q a conversa já vai longa, mas aqui fica o meu comentário para juntar à "molhada". Sem dúvida que não se percebe a falta de ortogonalidade uma vez que o contexto previa uma atitute rectilinea, mas não deixa de ser importante o esforço para chegar a esta opção e fazer com que isto funcione (se é que funciona). Eu acho que a equipa projectista deve ter chegado a um ponto de total caos na fase de projecto, mas o risco revelou-se compensatório, não deixa de ser uma peça abstracta com espacialidades bastante ricas e por acaso mora lá alguém.
  21. A arquitectura pela subtracção sempre me pareceu mais interessante que a adição. Gosto da opção de ter deixado o aspecto tectónico da estrutura do tecto e das soluções de reforço estrutural.Contudo faço um apontamento, apesar de também eu ser "conquistado" por este tipo de espacialidades, devemos ter um pouco de cuidado no excesso de "moda" pelo qual somos levados, mas n é o caso. O regresso ao anos 70´s, tanto na música, roupas, decorações e até mesmo modos de comunicação serão sempre voláteis. Este tipo de espaço tem uma durabilidade reduzida, porque está demasiadamente referenciado a uma "data". Por exemplo, o mesmo acontece às montras de algumas lojas que procuram chamar a atenção imediata através de cores e formas "chave". É uma estratégia estudada e deveras conhecida, contudo ser aplicada à arquitectura poderá ser um erro, porque a arquitectura não se muda com a velocidade com que se muda uma montra, de estação em estação, nem tem época de saldos, isso era no pós-modernismo-português-suave. Mas eu n deixava de ir beber um copo na mesma, porque há uma forte conjugação entre a "moda" e um passado recuperado bastante saudável!
  22. Foi a primeira vez que se usou betão branco em portugal, e só por isso é um marco pioneiro na experimentação, até porque não se sabia como é que o betão ia ficar depois da descofragem, é sempre um risco. O Carrilho tem-nos mostrado vários exemplos da utilização de materiais "estranhos" em obras suas, o "edifício da brisa" em carcavelos, revestido de paineis solares em 3 dos seus alçados.
  23. só espero que passem por cá, quem souber quando estarão os bilhetes à venda que faça publicidade.
  24. Lembro-me do sucesso que os programas do Hermano Saraiva tiveram e continuam a ter, pura e simplesmente passeando por portugal divulgando a nossa cultura muita dela baseada na arquitectura tanto popular como vernacular. Acho a ideia de propor uma matriz de programa uma ideia perfeitamente real.
  25. ...podemos sempre ver os cenários delirantes do taveira no jornal nacional da tvi, ou dos magníficos estádios espalhados pelo nosso enorme portugal, isso é que é arquitectura para as pessoas em geral. "isso os arquitectos é só para decorar, eu quero é um engenheiro ou mesmo um desenhador, é mais simples, tiram o projecto da gaveta, é só escolher e alterar a legenda" ouvi eu várias vezes.
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.