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vitor nina

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  1. Nas obras públicas é obrigatório a fiscalização de obra, assumindo o seu responsável máximo o papel de director; trata-se de alguém que ou trabalha para um serviço da Administração Pública ou subcontratado por esta; nas obras particulares esse papel é facultativo, cabendo ao dono da obra contratar ou não o responsável por essa tarefa. No caso deste não existir passará a responsabilidade da execução técnica da obra para o director de obra (empregado do empreiteiro). A prática corrente ao nível das obras particulares é haver fiscalização de obras nos grandes investimentos imobiliários. Mas ainda assim, mesmo nestas, creio que muitas vezes a fiscalização da obra é coxa por ausência de cadernos de encargos capazes que definam o modo de execução dos trabalhos e as especificações dos materiais, as tolerâncias admissíveis fora das quais levem à não aceitação automática dos trabalhos realizados, os ensaios a realizar pela fiscalização, etc. Eu entendo que obras grandes ou pequenas todas devia ser objecto de fiscalização. Esta deve ser entendida como um elemento de controle de qualidade.
  2. O Mercado de Sta Maria da Feira é um mercado datado no tempo e não obstante ser um ícone arquitectónico do Sec XX está hoje desadaptado aos novos conceitos de mercados municipais, os quais tendem a ser pólos aglutinadores de actividades comerciais e de serviços que rentabilizem o espaço ao longo da totalidade do dia e que dão vida ao espaço urbano onde se inserem. Creio que esta é a filosofia que encerra o actual conceito de mercado municipal. Em Faro, pelo menos aí, foi seguido esse princípio, contando ele, para além das tradicionais áreas de comércio de carne, peixe e vegetais, a Loja do Cidadão e um supermercado Pão-de-Açucar. Estes, associados a um conjunto de cafés e restaurantes e outro tipo de lojas, permitiram rentabilizar o espaço sendo um pólo de atracção social da cidade e dando uma vida nova à praça onde se insere. Creio que no âmbito do ministério da economia existe uma empresa instaladora de mercados municipais (à semelhança dos abastecedores) que para além de co-financiar este tipo de equipamentos também tem intervenções muito próximas ao nível dos respectivos projectos. Tenta pesquisar pois poderá ser fonte de ajuda para o trabalho. Boa sorte.
  3. 1.- Isto é um espaço de entreajuda e ajuda quem quer, sabe e pode. Eu, relativamente à tua questão, porque não sou arquitecto, não o poderia fazer por muito que quisesse; 2.-Para além do espaço de ajuda também é um espaço de troca de opiniões e foi dentro deste quadro que se inseriu a minha anterior mensagem: dar a entender que é um perfeito disparate alunos de engenharia perderem o seu tempo a fazerem arquitectura, pois é algo de estranho ao núcleo da sua profissão (o que é muito diferente de conhecer e compreender arquitectura). Se isso seria uma absurdo no tempo de 73/73, mais absurdo o é agora que legalmente os engenheiros estão inabilitados a fazerem arquitectura. 3.- Obviamente que se te meteres a projectar a arquitectura dum espaço escolar te valorizarás pessoalmente - isso é certo. Mas também te valorizarás se te puseres a fazer crochet ou a bordar naperons. No ensino superior o que se pretende é a valorização profissional e fazer a arquitectura duma escola para uma disciplina de projecto no âmbito da Eng. Civil é profissionalmente tão valorativo como as práticas artistícas atrás referidas. 4.- Quando na tua futura prática profissional te confrontares com a execução dum projecto de estruturas dum edifício corrente, com 7/8 andares, bastante irregular em planta e em alçado, com poucos pilares e alguns deles descontinuados em altura, dotado de consolas de dimensões disparatadas e paredes de betão resistentes fortemente excêntricas, numa das zonas de maior sismicidade do país, então sim, hás-de amargurar o teres-te preocupado com "concepções arquitectónicas de escolas" ao invés de te terem ensinado coisas realmente importantes. As escolas de engenharia fogem das paredes de betão como o Diabo da cruz e depois quando a ignorância se pendura nos softwares estruturais, o pessoal interroga-se porque aparecem sapatas com 7 m de largura por 3 m de altura. 5.- Mas se queres valorizares-te pessoalmente investe no aperfeiçoamento da tua expressão escrita, especialmente na pontuação, no emprego das conjugações e das proposições e ainda na apresentação estruturada das ideias. Felizmente que não dás erros ortográficos, coisa que hoje em dia parece ser coisa rara nos meios universitários (e não só). Servir-te-á mais do que as "concepções arquitectónicas de escolas" . (Claro que isto é extensível a muito boa gente) 6.- Finalmente, se a presente te prejudica ou atrapalha, não respondas.
  4. De facto qualquer coisa está mal no nosso reino da Dinamarca. Um curso de engenharia que obriga os alunos a perderem 2 meses a resolver problemas da área da arquitectura é bom, muito bom. Gostava era de saber qual o interesse disso...expliquem-me, pf.
  5. isso é se se verificarem incompatibilidades, o que é muito diferente. Não há nada que o proíba de contrário...e para a actividade de desenhador, não estou a ver qualquer justificação para isso.
  6. Não faltava mais nada. Na qualidade de desenhador podes fazer todo o tipo de trabalho inerente à tua profissão - desenhar (que não projectista de arquitectura) - fora das horas do serviço oficial, para onde e para quem tu entenderes. Quanto à legislação que pedes, estás a pôr a coisa ao contrário. Melhor será pedires que te indiquem qual é a legislação sobre a qual a autarquia se baseia para te impedir o exercício da tua profissão, fora das horas de trabalho, no concelho da câmara municipal onde trabalhas. De facto não há limites para as parvoíces.
  7. Caro Pauloss, Estava no link que indicaste: HARO Sports Dealer Locator. Portugal Company: ProSport Street: Rua do Barreiro, 171 ZIP/City: 4780-406 Santo Tirso Phone: +351-252 808 370 Fax: +351-252 808 379 E-Mail: jose.soares@prosport.pt Internet: www.prosport.pt Imprint | www.hamberger.com | www.haro.com Boa sorte.
  8. E qual é o material de base que está a imitar a madeira?
  9. Consulta o livro: "Construções Primitivas em Portugal" do Dr. Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Benjamim Pereira, editado pela D. Quixote. Pode ser que te ajude. PS: Não confundas este livro com outro mais conhecido - "A arquitectura popular em Portugal" - também dos mesmos autores e da mesma editora.
  10. M*M, Foi utilizada uma talocha mecânica (vulgarmente chamada "helicóptero"), Quanto à espessura da camada em termos de acabado, tanto quanto me lembro, rondou os 4/5 cm (estou a falar de cor, porque já foi há alguns anos). Vou tentar arranjar uma especificação da ASTM sobre esta matéria. Se a achar, fá-la-ei chegar às tuas mãos. Já agora uma pequena correcção: oa acabamentos epoxídicos são bastante resistentes, quer mecânicamente quer quimicamente. Se eventualmente viste pavimentos deteriorados é porque foram mal aplicados. A maioria dos pavimentos indicados no site do Gupyna são similares (salvo aqueles com coloração embutida) aos que eu falava... e que por sinal estão espectacularmente bem feitos.
  11. As resinas são de natureza epoxídica as quais, duma maneira geral, são fornecidas pelos empreiteiros que trabalham nesta área. Utilizei isto uma única vez numa direcção de obra que fiz e o único problema que tive foi a existência de fissuração descontrolada nas proximidades dos pilares em decorrência do arquitecto e do Dono da obra não quererem ver quaisquer juntas de trabalho nas proximidades destes elementos estruturais, conforme recomenda a boa prática. Este tipo de pavimento ou é bem feito à primeira ou então fica a exibir as patologias para o resto da vida. No meu caso foi ver o gasto de dinheiro com paliativos que a priori se sabia não irem funcionar, tudo isto para ver se se conseguiria melhorar o aspecto. Nada funcionou.
  12. Caro Helder, Dito por outras palavras e de forma mais simples: tens toda a razão na tua pretensão e a câmara (ou o técnico que assume a responsabilidade pela análise do projecto) está a exorbitar competências com uma coisa que nada tem de complicado, e desculpem-me a franqueza, ou porque não sabe ler (e interpretar o que lê, o que nos dias que correm não é infrequente) ou porque é idiota. Desculpem o desabafo e o mau humor, mas este tipo de situação acontece com demasiada frequência para serem considerados lapsos ocasionais ...e não é só em câmaras...
  13. Helder, Não havendo no regulamento municipal definição do que se deve entender por "desvão", haverá que assumir como válida a significação comumente assumida por um dicionário téncio ou, na ausência deste, pelo dicionário corrente. Não pode ser assumido que uma trapeira seja uma varanda, tanto mais que nestas o espaço não é contabilizável em termos área bruta (salvo se estiver coberta), ao contrário do que acontece com o espaço interior delimitado pela trapeira.
  14. Aos colegas que conheçam bem a realidade angolana, ou porque são naturais de Angola ou porque exercem ou exerceram actividade profissional neste país, solicito a juda no sentido de me esclarecerem os seguintes pontos: 1. Quais são os materiais de isolamento térmico, se é que os há, correntemente empregues nas novas construções urbanas? 2. Muito embora saiba que em Angola o problema energético não se põe com a mesma acuidade com que se apresenta na Europa, dado que aquele país é produtor de petróleo, creio ter lido há uns tempos que o governo angolano iria dar ênfase ao desenvolvimento de energias alternativas, nomeadamente no domínio do solar fotovoltaico. Gostaria que me confirmassem se isto é mesmo assim e, em caso afirmativo, se se prevê no curto prazo a implementação de medidas tendentes a diminuir o papel dos sistemas mecânicos de climatização dos edifícios, numa óptica clara de redução de consumos energéticos. Obrigado.
  15. Hugo, Em princípio é possível resolver isso, mas tens que postar a planta da casa de banho. Já agora, seria importante indicares como é o vigamento de madeira.
  16. Coloca Viroc no pavimento como suporte da colagem dos mosaicos cerâmicos.
  17. A tese de doutoramento a que me refiro na mensagem abaixo linkada aborda esse material. http://www.arquitectura.pt/forum/f123/arquitectura-sustentabilidade-12862.html#post73871 Mais uma vez recomendo este trabalho a todos os arquitectos, pelo menos para dar uma vista de olhos, pois está muito bem feito e muito acessível. Esse vai ser o material do futuro para o controle das trocas de calor nos edifícios, e o princípio baseia-se no funcionamento do corpo humano, em particular no fenómeno da exudação para manter a temperatura constante.
  18. Os colegas que me antecedem me desculpem mas não me parece que a dúvida do Clone se deva a motivos de inspiração poética ou a problemas de estática (tanto mais que ele é engenheiro civil), mas derivam problemas por apoiar dois pilares duma pérgola fora do perímetro de implantação. É assim: Para mim não há problema. ----------------------------------- PS:Mas para mim também não há problema andar na autoestrada a 150 Km/h; claro que se for apanhado...
  19. fadadolar, eu não sou arquitecto e portanto, se estiver errado - como parece ser a situação, só tenho que dar a mão à palmatória. Eu gostaria é que casos destes não se passassem. Se o senhor levar uma penalização da OA, melhor.
  20. Parabéns à equipa, pelo aniversário e pelas novidades
  21. João, Na falta dum conhecimento personalizado apenas mandar e_abraço (se é que isso existe) e, ainda que tarde, o sincero agradecimento por partilhares o teu muito bom trabalho com todos nós. Fico (ficaremos todos) a aguardar por mais.
  22. Isso dos cinco anos de prática não tem nada a ver com as Ordens. Foi uma determinação do governo que ficou no protocolo asssinado com as organizações profissionais.
  23. Mais um: "Building with Earth: Design and Thecnology of a Sustainable Architecture", descarregável em http://www.4shared.com/file/44251027/b03916a3/Building_with_Earth_-_Design_and_Technology_of_a_Sustainable_Architecture.html
  24. Pevmac, Agradeço a atenção havida. Lá nos encontraremos.
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