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JVS

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  1. Julgo que este projecto seja de Alvaro Siza Vieira. Três pontes à espera de aval do Porto 2008-08-01 MARTA NEVES A construção de três pontes, que unam Gaia e Porto, é o projecto que o vice-presidente da Câmara de Gaia espera ver aprovado pela autarquia de Rui Rio, a tempo de ainda este ano concorrerem a apoios financeiros. Na conferência de Imprensa, realizada ontem no edifício da presidência do município de Vila Nova de Gaia, Marco António Costa confirmou a intenção de já "na próxima semana a Câmara de Gaia propor a constituição de uma equipa de técnicos", quer da cidade do Porto como de Gaia, para tratar em conjunto o projecto, orçado em 50 milhões de euros, e que sugere a construção de três novas pontes. Da "necessidade imperiosa de aproximar as duas margens do rio Douro", o vice-presidente da Câmara de Gaia aproveitou a ocasião para apresentar os projectos para cada uma das três pontes - ponte do Gólgota (rodoviária e metro ligeiro), ponte de Santo António (ferrovia de alta velocidade) e ponte pedonal - anunciado, igualmente, que o professor Adão da Fonseca vai ser um "conselheiro estratégico", liderando a equipa técnica de Gaia. Certo que a construção das três pontes "vai contribuir estrategicamente para o desenvolvimento da região", Marco António Costa não tem dúvidas em afirmar que "seria um sinal de miserabilismo se as duas câmaras não chegassem a um acordo", e assim, "aproveitarem" o financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional". E acrescentou: "São uns míseros 50 milhões de euros (32 milhões de euros da ponte do Gólgota; 17 milhões de euros da ponte de Santo António e 11 milhões de euros da ponte pedonal) quando comparados com o que o Estado deu à Câmara de Lisboa para comprar o terreno para o Hospital de Todos os Santos". in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Vila%20Nova%20de%20Gaia&Option=Interior&content_id=974382 Rio Douro: Câmara de Gaia propõe três novas pontes em parceria com autarquia do Porto Porto, 01 Ago (Lusa) - O vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, defendeu hoje a construção de três novas pontes sobre o rio Douro e propôs a criação de um equipa técnica comum aos dois municípios (Porto e Gaia). "Existem propostas de ambos os lados, é fundamental para a região e para o país que se chegue a uma solução conjunta", sustentou Marco António Costa. O autarca considerou que este é o "momento adequado" para avançar com os projectos porque existem "instrumentos de financiamento" que "não podem ser desperdiçados". Numa conferência de imprensa, onde foram recuperados projectos de três pontes sobre o Douro - uma pedonal, outra rodoviária e para metro ligeiro e uma terceira destinada à ferrovia de alta velocidade - o autarca anunciou que no decorrer da próxima semana será apresentada "uma proposta de trabalho conjunto, a nível técnico" na Câmara do Porto. "Os dois municípios não podem ficar numa situação de impasse. Seria imperdoável que não se entendessem, seria um sinal de miserabilismo não aproveitar a oportunidade do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional)", frisou. Marco António sublinhou ainda que o encontro de hoje com os jornalistas destinou-se a fazer o ponto da situação do trabalho já realizado pela Câmara de Gaia nesta área, referindo que "o ideal seria que até final de 2008, as duas autarquias estivessem em condições de apresentar uma proposta técnica ao QREN". As três pontes - cujos projectos foram desenvolvidos na sequência de um protocolo celebrado em Dezembro de 2001 entre as duas câmaras, a RAVE, o Metro e a Universidade do Porto - estão orçadas em cerca de 60 milhões de euros. Segundo o professor catedrático de pontes na Faculdade de Engenharia do Porto, a Ponte de Gólgota (rodoviária e metro ligeiro) tem um custo estimado em 32 milhões de euros, a ponte de Santo António (ferrovia de alta velocidade) 16,8 milhões e a ponte pedonal deverá custar cerca de 11 milhões. "No total, representam um décimo do que vai custar a ponte Chelas/Barreiro", frisou Adão da Fonseca. O catedrático salientou que os orçamentos apontados foram já objecto de actualização. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-08-01 15:25:02 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=357190&visual=26&tema=1
  2. Pensava que era um antes e depois.
  3. http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/7891/20080730/richard_wanderman/30_07_2008_0321025001217408993_richard_wanderman.jpg Espectacular. http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/7891/20080730/richard_wanderman/30_07_2008_0342037001217408993_richard_wanderman.jpg O Imperio Romano nao passou por aqui. http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/7891/20080730/richard_wanderman/30_07_2008_0369142001217408993_richard_wanderman.jpg O Poder da Agua http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/7891/20080730/richard_wanderman/30_07_2008_0372104001217408993_richard_wanderman.jpg A Cidade http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/7891/20080730/richard_wanderman/30_07_2008_0404590001217408993_richard_wanderman.jpg Uma proposta para o Saara. in http://2photo.ru/
  4. JVS

    Curiosidades

    http-~~-//www.abcgallery.com/B/briullov/briullov16.JPG Uma cena da Historia de Portugal pintada por um russo. Karl Brulloff. Death of Inessa de Castro, Morganatic Wife of Portuguese Infant Don Pedro. 1834. Oil on canvas. The Russian Museum, St-Petersburg, Russia
  5. O filme parece-me fixe.
  6. Eh triste... acabou em grande. A juventude tem destas coisas... perdem-se na droga e morrem... quando nao morrem caem no abismo... forever.
  7. [ame=" "]YouTube - Serpentine Gallery Pavilion 2008, designed by Frank Gehry[/ame] [ame=""]YouTube - Frank Gehry's Serpentine Gallery pavilion 2008 opening night[/ame] Frank Gehry diseñará el pabellón de verano 2008 de la Serpentine Gallery La serie de pabellones de verano de la Serpentine Gallery, que ahora entra en su noveno año, es el primer y más ambicioso programa arquitectónico de su clase, y es uno de los eventos más esperados en el calendario internacional de diseño. Actualizado 02/04/2008 LONDRES, Reino Unido (Sólo Arquitectura) -- La estructura articulada - diseñada y desarrollada en colaboración con Arup - está compuesta por grandes planchas de madera y múltiples vidrios planos que se disparan en diferentes ángulos para crear un dramático espacio multi-dimensional. Parte anfiteatro, parte paseo, estos elementos aparentemente al azar harán un lugar transformable para la reflexión y la relajación de día, y el debate y la actuación de noche. Frank Gehry dijo: "El pabellón está concebido como una estructura de madera de madera que actúa como una calle que va del parque a la galería existente. El pabellón será la primera estructura construida por el arquitecto en Inglaterra. Ha colaborado por primera vez con su hijo Samuel Gehry. El pabellón es muy similar a un anfiteatro, diseñado para servir como lugar para eventos en directo, música, performance, discusión y debate. Las cubiertas de vidrio se cuelgan de la estructura de madera para proteger el interior del viento y la lluvia y para proporcionar sombra durante los días soleados. Al pasear el visitante por el Pabellón, tendrá acceso a las terrazas de asientos a ambos lados de la calle. Además de las terrazas, hay cinco zonas elevadas de asientos, a los que se accede desde todo el perímetro del Pabellón. Estos podios sirven como marcadores visuales adjuntando la calle y se puede utilizar como escenarios, plataformas y comedores privados". Julia Peyton-Jones, Directora, y Hans Ulrich Obrist, Co-Director de Exposiciones y Programas y Director de Proyectos Internacionales de la Serpentine Gallery, dijo: "Frank Gehry ha diseñado un extraordinario Pabellón que abre inesperadas vistas a la galería, y al Parque. Se trata de un proyecto visionario". Desde 2001, Peter Rogers, Director de Stanhope, ha donado su experiencia a todos los aspectos de los Pabellones de la Serpentine Gallery, y sigue desempeñando un papel importante. El pabellón es un espacio público totalmente accesible en el Royal Park de Kensington Gardens, atrayendo a 250000 visitantes cada verano, y va acompañada de un ambicioso programa de charlas y actos públicos. in http://www.soloarquitectura.com/noticias/noticia2008040203.html by http://www.edgargonzalez.com/
  8. http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera-house_sq.jpg Dubai Opera House by Zaha Hadid June 6th, 2008 Zaha Hadid Architects have developed designs for a new opera house and cultural centre for Dubai. PROGRAM: Design for a Cultural Centre and Opera House in Dubai ARCHITECT: Design Zaha Hadid with Patrik Schumacher Project Director: Graham Modlen Project Leader: Dillon Lin Design Team: Christine Chow, Lourdes Sanchez, Yiching Liu, Swati Sharma, Tyen Masten, Simone Fuchs, Johannes Schafelner Competition Team: Christine Chow, Lourdes Sanchez, Yiching Liu, Larissa Henke, Claudia Wulf, Hooman Talebi, Daniel Dendra, Simon Yu, Komal Talreja Engineering Consultant: Arup [London, UK] Acoustics Consultant: Richard Cowell, Ian Knowles Structural Engineering: Keith Jones Building Services Engin.: Tim Thornton Façade Engineering: Steve Bosi Introduction The design calls for an exciting new cultural centre in the new Seven Pearls district of Dubai. This landmark development will accommodate an opera house, playhouse, arts gallery, performing arts school and themed hotel on an island in Dubai Creek just off the mainland part of the district. All of these facilities will be state of the art to host world class performances and exhibitions. The opera house will have a seating capacity of 2,500 while the playhouse will have a seating capacity of 800. The arts gallery with 5000m2 of exhibition space is indeed a full size exhibition facility comparable to the Guggenheim Museum in New York. The hotel will accommodate guests in a 6 star setting. Sited on an island in Dubai Creek, the development will be connected to Greater Dubai by a road connection to the mainland. Design Concept and Programme Organisation The proposal houses all of the facilities within a single striking structure. The gentle winding form evokes images of mountains or sand dunes. Rising out of the ground, this form is both a part of the landscape yet very much a distinct element in the skyline. The surrounding landscape forms build up to the main building. These constitute open park spaces as well as ancillary functions such as the parking facilities and the monorail station, which are either tucked under or integrated into the andscape forms. The two peaks correspond to the opera house and the playhouse. The tall requirements of the fly towers are nested under these peaks. From these peaks, the form gradually swoops down to touch the earth. The form is scalloped away where the three major entrances are to be found. The main entrances for audiences visiting either of the two performing arts auditoria are on the north side of the building. At the ground level will be the VIP entrance with car drop off right at the entrance and a separate foyer from the main foyer. This foyer serves both the opera house and the playhouse. The main foyer is a gentle multi-tiered landscape at one floor above the ground floor. It also serves the opera house and the playhouse as well as having an interior connection to the arts gallery. Floating above this foyer are further foyer spaces serving the balcony levels. The foyer levels from the main foyer level up are visually connected to each other through a series of voids. This allows for direct views between the main foyer at the first floor all the way up to the highest balcony foyer. Surprising views are abundant in this space. The auditoria are contained in flowing shapes that seem to emerge from the underside of the main shell. This inner shell however, does not quite touch the main shell. Instead, the two surfaces disappear into a light gap between them. Supporting functions found off the foyer are defined by walls that merge into the underside of the main shell. in http://www.dezeen.com/2008/06/06/dubai-opera-house-by-zaha-hadid/ IMAGENS http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera-house3.jpg http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera-house.jpg http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera-house_int.jpg http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera-house_model.jpg http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/06/zha_dubai-opera.jpg
  9. JVS

    Humor

    http://www.youtube.com/watch?v=IwwztaZUkUw Um episodio dedicado ah Arquitectura.
  10. TEXTO Following up on yesterday’s take on living in a bookcase, we’ve got the recent Lubetkin Prize [RIBA] winning Casa Kike - designed by Gianni Botsford Architects. Located in Cahuita, Costa Rica, the home was built for a writer - and is meant to house 17,000 books [i bet there’s lots of pictures…]. Here’s RIBA’s description of the award: The Lubetkin Prize is named in honour of the Georgia-born architect, who worked in Paris before coming to London in the 1930s to establish the influential Tecton Group. It is awarded for the most outstanding building outside the EU by an RIBA member and is chosen from winners of RIBA International Awards| following visits by a jury of architects and a lay judge. And if I had to weigh-in, I’d have to say that the house is pretty siiick - and I want one. Two connected pavilions, the home is separated by function: the larger volume contains one large open space, containing the authors book, work space, and a grand piano - while the smaller volume contains a bedroom and bath [if I’m not mistaken, there is an existing structure on the property, containing kitchen, etc]. The two structures are built with a locally [and sustainably] harvested wood, clad in corrugated metal panels [another local material], and sit on four foot tall wood piles [a hard wood called Cachà - which is so dense that it sinks in water, and as a result is also naturally termite proof]. I particularly love the way the structure bends from roof to wall, forming the frame work for the bookcase - a feature element of the writer’s studio space. That, and the way the different volumes are connected through these outdoor decks [last image, below] - it must be pretty incredible to live in a location where you can treat the outside as a connector between your living spaces. Although, doesn’t it rain a lot in Costa Rica? in http://architecture.myninjaplease.com/ IMAGENS http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/07/right8.jpg http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/07/casa_kike_lubetkin_06.jpg http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/07/casa_kike_lubetkin_08.jpg http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/07/casa_kike_lubetkin_07.jpg APONTAMENTO Achei interessante a forma como sao aproveitadas as paredes opacas. Aquela estante cheia de livros provoca em mim um certo romantismo. A autenticidade de revelar a estrutura que forma o espaco arquitectonico. Nao existe ali falsidade. E o revestimento que cobre o edificio e que o protege.
  11. Coloco aqui um comentario de uma brasileira sobre este edificio:
  12. 1 . Aconselho-vos a ver este percurso fundação iberê camargo de marcelo della giustina. 2 . Videos [ame=""]YouTube - Ãlvaro Siza - Fundação Iberê Camargo[/ame] Alvaro Siza falando sobre o projecto. [ame=""]YouTube - Inauguração Museu Fundação Iberê Camargo[/ame] Inauguracao.
  13. IMAGENS http-~~-//www.hughpearman.com/2008/illustrations/tate_2_copyright_hay.jpg http-~~-//www.hughpearman.com/2008/illustrations/tate_3_copyright_hay.jpg TEXTOS From diagram to architecture: Tate Modern extension redesigned by Herzog and de Meuron. Text © Hugh Pearman. Images Tate Gallery/Herzog & de Meuron. July 18, 2008. The redesigned extension to the Tate Modern contemporary art museum in London, launched today, shows Jacques Herzog moving from what would effectively have been a built diagram of stacked boxes - his first attempt of two years ago - into something considerably more smoothly sculpted. It's turning into architecture. He has also abandoned the somewhat quixotic glass cladding to his Mark One scheme - this is to be a south-facing building, remember - in favour of a considerably subtler perforated brick skin. Homage is thus duly paid to the brickiness of the existing Tate Modern - originally a post-war oil-fired power station designed by Sir Giles Gilbert Scott. This has an added benefit, as pointed out by the Tate's director Sir Nicholas Serota: the new building will read as part of an overall whole, rather than as a separate building with a separate programme. There had been a danger that the new building would draw a different clientele. The new design has acquired eco-credentials in the form of ground water cooling and recycling of waste heat, while it makes better use of the "found spaces" of the former below-ground circular oil tanks and the transformer substation that occupies the south-western wing of the existing building and has now been decommissioned. Better still, there is now a rather splendid rooftop viewing gallery, providing a panoramic view across to the City of London - something the existing building can only partially provide. But will it be built, as Serota still optimistically insists is possible, in time for the 2012 Olympics - a new cultural building for London to match all the new sporting stuff? I very much doubt it and so, I suspect, does he - since he now talks about the option of later dates as well. Perhaps they can fast-track the planning process as they did for the first iteration, but there's the little matter of the money to raise. So far they've collected £70m of the £215m required - only £13m of that from the private sector. To meet the 2012 deadline, they need to have gathered enough promises to be able to start building next year. This is a very tough time to be seeking funding. But look on the bright side - chances are the tenders for the building work will be rather more reasonable now that the economy is plunging towards recession in http://www.hughpearman.com/2008/11.html Herzog & de Meuron's revised Tate Modern extension revealed 17 July, 2008 By Rory Olcayto, Will Henley Herzog & de Meuron and the Tate today unveiled their substantially revised scheme, now in brick, for the £215 million extension to London's Tate Modern. As BD revealed in this week's paper, the museum - which has so far raised just £70 million - will have to seek new planning permission after original plans for a glass facade were substantially revised. Also key to the updated plans is the retention of the former power station's oil tanks which will become “raw spaces” for art exhibitions and performances. A perforated engineering brick facade will now allow the concrete-frame building to glow at night, with terraces overlooking the City, according to the designs revealed by Jacques Herzog and Tate director Nicholas Serota. The scheme, which will add 21,500sq m to the existing 35,000m space, has been reduced from 70m to 65m high across 11 levels with protruding “boxes” removed and a rooftop balcony added, echoing the top of Tate Modern's chimney. Elsewhere the facade is punctured with horizontal “floor-high” window slots, with other large rectangular holes further exposing the concrete. Herzog & de Meuron is said to have favoured a concrete facade but a planning consultant hired by the Tate advised that the British public would find this “too ugly”. Speaking to BD earlier this week, chair of Southwark's planning committee James Gurling said: “They couldn't engineer the glazed panels to make it work with the building's design. A full planning application is now expected as the facade has changed considerably, but we expect it to still begin on site in early 2009.” However, its green credentials have improved, with waste heat from a nearby substation providing most of the building's requirements. IN http://www.bdonline.co.uk/story.asp?storycode=3118445&origin=BDbreakingnews
  14. [ame=" "]YouTube - Cohabitation: Low income housing for Dubai[/ame] Como resolver o problema da habitacao da populcao que vai servir os milionarios que vao habitar no Dubai. A proposta dele consiste em construir torres onde coabitam ricos e pobres que entram por duas entradas distintas.
  15. Ferreira do Alentejo tem novo regulamento de urbanização e edificação Ferreira do Alentejo tem um novo regulamento municipal de urbanização e edificação em vigor, depois deste ter sido publicado em "Diário da República" recentemente. O novo regulamento apresenta alguns ajustes face à sua redacção inicial, de 2002, tendo como objectivo "a definição de regras relativas à urbanização e à edificação visando assegurar a qualidade ambiental, a preservação dos valores culturais, a sustentabilidade e a salubridade, a qualidade do espaço público e a promoção do desenho urbano e de arquitectura”. As novas regras aplicam-se à totalidade do concelho de Ferreira do Alentejo, apesar da autarquia, "em casos devidamente fundamentados", ter poderes para dispensar a aplicação integral ou parcial do regulamento quando existam planos de urbanização ou de pormenor. in http://correioalentejo.com/?diaria=2294
  16. Autarquia trava projecto para o Largo do Rato A Câmara Municipal de Lisboa chumbou hoje um projecto de construção de um edifício de sete andares no Largo do Rato. O projecto, assinado pelos arquitectos Frederico Valssassina e Manuel Aires Mateus, chegou a ser aprovado em 2005, na altura liderava a autarquia Pedro Santana Lopes, mas o processo voltou para trás, depois da sindicância feita aos serviços de urbanismo da Câmara. Agora, com os votos contra de todos os vereadores da oposição e do vereador do Bloco de Esquerda Sá Fernandes, o projecto fica inviabilizado. Em declarações à Renascença, a vereadora independente Helena Roseta explica as ilegalidades que encontrou no projecto. “A arquitectura foi aprovada com base em pareceres de que estaria tudo conforme e, segundo a nossa apreciação do projecto, há uma desconformidade grave em relação ao Regulamento Geral das Edificações Urbanas, que diz que a altura dos prédios não pode ser superior à largura das ruas”, diz Helena Roseta. RV in http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=255408 Projecto polémico para o Largo do Rato chumbado Por Margarida Davim A Câmara de Lisboa chumbou, esta quarta-feira, o polémico projecto dos arquitectos Valsassina e Aires Mateus para o Largo do Rato. Mas o presidente António Costa deixou no ar um aviso: «Os direitos adquiridos podem levar ao pagamento de uma indemnização» in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=103643&tab=community Lisboa: Oposição e Sá Fernandes chumbam licenciamento de construção no Largo do Rato Lisboa, 30 Jul (Lusa) - Os vereadores da oposição e o vereador José Sá Fernandes (BE) chumbaram hoje o pedido de licenciamento de construção de um projecto dos arquitectos Fredereico Valsassina e Aires Mateus para o Largo do Rato. Apesar de o projecto de arquitectura ter sido aprovado por despacho, em Julho de 2005, pela então vereadora do Urbanismo, Eduarda Napoleão (PSD), durante a presidência de Pedro Santana Lopes, a oposição inviabilizou hoje que o promotor inicie a obra. Votaram contra o pedido de licenciamento da obra situada no gaveto formado pela Rua do Salitre, Rua Alexandre Herculano e Largo do Rato, os vereadores do movimento Lisboa com Carmona, PSD, Cidadãos por Lisboa, PCP e Bloco de Esquerda. Os seis vereadores do PS votaram a favor do pedido de licenciamento. O projecto foi contestado pelo Fórum Cidadania Lisboa e através de um abaixo-assinado que recolheu cerca de 3700 assinaturas. Os subscritores da petição argumentam que volumetria do projecto "rebenta totalmente com a escala do Largo e descaracterizará definitivamente esta zona lisboeta". © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-07-30 19:15:02 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=356904&visual=26&tema=1 Vereadores falaram em "excrescência urbana" e "ditadura da arquitectura" Câmara de Lisboa inviabiliza novo prédio para o Largo do Rato 30.07.2008 - 18h27 Ana Henriques A Câmara de Lisboa acabou de inviabilizar o surgimento de um prédio de grandes dimensões no Largo do Rato, junto ao chafariz, entre a rua Alexandre Herculano e a rua do Salitre. Os vereadores consideraram que o edifício desenhado pelos arquitectos Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus não se enquadra no local. "Excrescência urbana" e "ditadura da arquitectura" foram alguns dos epítetos usados pelos autarcas que se mostraram contra o projecto. Acontece que, em 2005, a autarquia aprovou o respectivo projecto de arquitectura - o que pode trazer problemas legais em relação à decisão hoje tomada. O presidente da câmara, António Costa, usou precisamente este argumento para tentar convencer os vereadores a aprovar o licenciamento, mas sem sucesso. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337069
  17. Biblioteca Central chega ao CCAC Sónia Nunes -- O Instituto Cultural (IC) encaminhou ontem o processo do concurso de ideias para a futura Biblioteca de Macau para o Comissariado Contra a Corrupção (CCAC). O anúncio foi feito ontem à noite pelo organismo que, em comunicado de imprensa, se compromete a colaborar com a investigação e aguarda pela actuação das autoridades. Com o ofício que endereçou ao CCAC, o IC “espera que se efectue uma fiscalização e o eventual acompanhamento de todos os procedimentos e dos resultados do referido concurso. Os dirigentes, chefias e todo o corpo de trabalhadores do Instituto Cultural estão disponíveis para colaborar activa, séria e exaustivamente, nos termos da lei, com as autoridades relevantes no desenvolvimento de quaisquer trabalhos relativos ao assunto”, lê-se na nota enviada aos jornalistas. O organismo presidido por Heidi Ho destacou que os resultados da competição “deram origem a vários comentários no seio da sociedade” e refere que “atribui a devida importância” às questões que foram levantadas em praça pública. Em causa está a entrega dos dois primeiros lugares à arquitecta Vong Man Cheng que trabalha na empresa administrada pelo deputado José Chui Sai Peng (a CAA, Planeamento e Engenharia, Consultores Limitada), contratada em 2006 pelo IC para prestar consultadoria no plano de construção para as futuras instalações da Biblioteca Central. Tudo certo com o júri O membro do júri para o concurso da futura Biblioteca Central de Macau e professor de Arquitectura na Universidade de Hong Kong, David Lung, assegura a lisura da avaliação das 31 propostas de desenho conceptual submetidas e garante que o painel internacional não teve acesso a “qualquer informação” que pudesse ter influenciado os resultados. O académico diz ainda desconhecer a arquitecta vencedora e a empresa para qual Vong Man Cheng trabalha. Reitera que o regulamento apenas vedava a competição aos funcionários do Instituto Cultural e remete as questões sobre participação da CAA na competição para Heidi Ho. “Não sei quem ganhou o concurso: não faço ideia quem são essas pessoas. Como membro do júri limitei-me a fazer uma avaliação técnica das propostas que, de resto, eram anónimas”, assegurou David Lung. A reacção do professor às críticas dos concorrentes (corroboradas, ainda que de forma discreta, pela Associação dos Arquitectos) que apontam o dedo a um eventual conflito de interesses e a um possível acesso de Vong Man Cheng a informação privilegiada, vai ao encontro do discurso da presidente do Instituto Cultural – Heidi Ho, desde a apresentação do júri, feita um dia antes da abertura pública das candidaturas, sempre destacou que os jurados não tinham “qualquer relação com nenhum arquitecto de Macau”. Competição aberta O professor recusa-se a comentar o envolvimento da CAA na competição de ideias para a futura biblioteca: “Não tenho informações sobre o caso”, alegou. Ressalva, porém, que os sete membros que constituíram o painel de avaliação e atribuíram o primeiro e segundo lugar à mesma arquitecta actuaram com justiça e imparcialidade. “O nosso papel era muito simples e cumprimos com o nosso dever. Não nos foi dada qualquer informação”, sublinha. David Lung defende que “não é da nossa [do painel] jurisprudência” ponderar o facto do regulamento do Instituto Cultural não ter declarado impedida a empresa contratada em 2006 para elaborar os estudos sobre o planeamento da construção da nova biblioteca. Mas serve-se do documento para argumentar que todos os arquitectos, desde que estivessem inscritos na Direcção dos Serviços para os Solos, Obras Públicas e Transportes (DSSOPT), podiam ser concorrentes – e submeter as propostas que entendessem. “Que limites podem haver numa competição que é aberta?”, ripostou, dando a entrevista ao Hoje Macau por terminada. O académico faz também parte do júri que a partir de amanhã irá avaliar os seis projectos de arquitectura para a remodelação do Lisboa que constam da primeira fase do concurso internacional lançado pela Sociedade de Jogos de Macau. David Lung é ainda representante da UNESCO na Ásia, com a pasta de Gestão de Recursos do Património Cultural, e é autor de várias publicações sobre a preservação do legado histórico de Macau. in http://www.hojemacau.com/news.phtml?id=29795&type=culture&today=30-07-2008
  18. Três meses de obras com trânsito parado em Agosto Obras prontas em Novembro mas Mercado só em 2009 Ana Lourenço Monteiro | 29-07-2008 http-~~-//www.jornaldobarreiro.com.pt/up/L294_H221_UpX0_UpY0_DwX0_DwY0_UPLOAD-bin2_imagem_0306694001217318912-130.jpg Começa amanhã, dia 31 de Julho, a segunda fase das obras no Centro do Barreiro, que abrange o arranjo da Avenida Alfredo da Silva, da zona entre o Mercado 1º de Maio e a Rua Miguel Pais e a construção da ‘rotunda do Fórum’. Em prol da contínua requalificação do Centro da Cidade, o trânsito na Avenida Alfredo da Silva encontra-se interrompido no presente mês de Agosto. Os trabalhos prolongam-se ao longo de três meses, até à primeira quinzena de Novembro, altura em que estarão concluídos na totalidade, excepto o Mercado 1º de Maio que só ficará pronto no início de 2009. A conferência de imprensa realizada a 23 de Julho, na Galeria Municipal do Barreiro, reuniu a Câmara Municipal do Barreiro (CMB) e a empresa Multi Mall Manegement Portugal, S.A. (MMM), no sentido de anunciar à Comunicação Social uma nova fase de obras em prol da requalificação, alargamento e reforço do Centro da Cidade, evitando a sua desertificação. Ambos os parceiros deram a conhecer o que em concreto está em marcha, com vista a “melhorar o espaço público para as pessoas, como ponto de encontro, de lazer e de comércio”. A estratégia visada envolve, segundo o representante da MMM na reunião, Eduardo Marques, duas fases de intervenção no terreno, a primeira das quais já começou e deve estar pronta no início de 2009. Incluídas estão as obras no Mercado 1º de Maio, a construção de um parque de estacionamento em cave, bem como o arranjo do Parque Catarina Eufémia e da nova praça entre este espaço e o mercado. A segunda fase decorrerá ao longo dos próximos três meses e deve estar concluída até à primeira quinzena de Novembro, encontrando-se, porém, repartida em duas sub-fases. A primeira destas, considerada “a mais pesada”, começa já amanhã, quinta-feira, e implicará a interrupção de trânsito na Avenida Alfredo da Silva, desde a Rua Stara Zagora até ao Mercado 1º de Maio, durante o mês de Agosto para o respectivo arranjo da avenida e a construção da ‘rotunda do Fórum’ que ligará estes dois arruamentos. A segunda sub-fase terá lugar na zona entre o Mercado 1º de Maio e a Rua Miguel Pais, a efectuar “com trânsito condicionado” num só sentido na Avenida Alfredo da Silva, devendo estar pronta até à primeira quinzena do mês de Novembro, altura em que está prevista a inauguração do Fórum Barreiro. Mercado 1º de Maio … só para o ano Conforme revelou Eduardo Marques, o objectivo inicial de conseguir inaugurar em simultâneo as duas grandes obras do Mercado 1º de Maio e do Fórum Barreiro não vai ser cumprido. Embora este possa representar um ponto negativo, para o representante da MMM “a abertura do Fórum e a requalificação da Avenida Alfredo da Silva” constituem “uma mais-valia para garantir a abertura do Mercado” posteriormente. Já na perspectiva do presidente da CMB, Carlos Humberto, “nunca foi possível a abertura dos dois pólos ao mesmo tempo”, tendo sido sempre um objectivo “reduzir ao mínimo esse período diferencial de tempo”. Embora o Mercado 1º de Maio chegue com dois meses de diferença, também o autarca afirmou que esse atraso surge no bom sentido, já que se conseguiu que “o mercado tivesse outras qualidades, 3500 metros quadrados e, assim, mais valências”. Ainda que a realização das obras no Centro do Barreiro possa trazer “inconvenientes na vida das pessoas e no comércio”, para o edil a decisão de avançar por “um Barreiro novo do presente e do futuro” retira destaque aos aspectos negativos envolvidos. Devolver o Centro ao peão e Separar esgotos Entre as várias obras abrangidas na requalificação do Centro do Barreiro, a instalação de uma rede de águas e saneamento separativa entre esgotos domésticos e pluviais na Avenida Alfredo da Silva será uma realidade, tendo em conta a construção da futura ETAR Barreiro/Moita. Segundo Carlos Humberto, outra das intervenções de destaque abrange o “alargamento significativo dos passeios” desta avenida, intervenção que tem como finalidade “privilegiar a pedonalização”, devolvendo o Centro da Cidade ao peão barreirense. Para atingir esta meta, a estrada continuará com uma faixa de rodagem dividida em cada sentido, embora, segundo o vice-presidente Joaquim Matias, os passeios passem a medir 10 metros enquanto a estrada somente seis. Para que o trânsito flua neste “arruamento de velocidade reduzida”, não será permitido parar ou estacionar, embora fiquem garantidos “três ou quatro impasses para cargas e descargas e para a paragem de autocarros”. Incluída nesta obra está ainda a colocação de novos bancos e zonas de lazer, a arborização do espaço, assim como o redesenho dos passeios da Avenida Alfredo da Silva pelo arquitecto envolvido Joan Busquets. Face a um desenho actual que não tem muitos anos, Joaquim Matias admitiu que “não era possível alargar os passeios sem se mexer neles”, pelo que “o desenho vai ser mantido mas melhorado”. Quanto ao local destinado à Estátua Alfredo da Silva, Carlos Humberto garantiu que o mesmo está a ser alvo de estudos ainda não concluídos. Apenas quando findarem as obras deverá ser conhecido o sítio escolhido para este monumento que, no momento, se encontra guardado no território da Quimiparque. Mobilidade e Informação ao cidadão A garantia da existência de um Plano de Mobilidade para o Centro do Barreiro foi avançada pelo vereador responsável pela Divisão da Rede Viária e de Serviços Urbanos, João Soares. Segundo referiu, o plano está a ser concluído e abrange as áreas que poderão ser afectadas pela interrupção de trânsito. Devido à necessidade de “salvaguardar as condições de segurança e o acesso a zonas fundamentais, como o Centro de Saúde”, o vereador da CMB informou que este plano contou com o parecer das autoridades e dos bombeiros locais, estando garantida a possibilidade de criar “algumas bolsas de aproximação de forma a facultar o acesso quer dos bombeiros, em situação de emergência, quer de cargas e descargas”. No âmbito da informação aos cidadãos, Carlos Humberto frisou que se encontra preparado um Plano de Comunicação para a população, que inclui a divulgação de informação sobre o trânsito e respectivas alterações nos vários pontos de entrada no concelho. Para além da reunião realizada com os comerciantes no dia 23 de Julho, terá também lugar a 1 de Agosto uma reunião com a população “para eventuais esclarecimentos sobre esta matéria”, a que se seguirão outros contactos com os vendedores do Mercado 1º de Maio. O que está em preparação e execução? - Mercado 1º de Maio – novas actividades e valências numa construção com 3500 metros quadrados; - Grande Praça como ponto de encontro entre o Mercado e o Parque Catarina Eufémia; - Estacionamento subterrâneo com 230 a 250 lugares; - Obras na rede de saneamento, separando esgotos pluviais e esgotos domésticos; - Alargamento dos passeios da Avenida Alfredo da Silva, com respectiva arborização (cerca de 100 árvores) e colocação de novos passeios; - Transformação da Avenida Alfredo da Silva em arruamento de velocidade reduzida, dando prioridade aos peões; - Rotunda no final da Avenida Alfredo da Silva, no cruzamento com a Rua Stara Zagora, com escultura do artista plástico moçambicano José Malangatana; - Obras (a iniciar a curto prazo) desde a nova rotunda da Avenida Alfredo da Silva até ao Largo das Obras e ligação deste local ao Lavradio, via Quimiparque; - Conclusão de um estudo urbanístico da Rua Miguel Bombarda e de um estudo de circulação do Barreiro centro e Barreiro Velho; - Obras na antiga Escola Mendonça Furtado, depois de ultrapassados problemas de carácter técnico. in http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&id=8c97dbeee3b0d40ced7f514b99a93d93
  19. Macau, China 30/07/2008 13:04 (LUSA) Temas: Economia, Negócios e Finanças Macau, China, 30 Jul (Lusa) - A Sociedade de Jogos de Macau vai gastar cerca de 987 milhões de euros na remodelação do hotel/casino Lisboa, o mais emblemático da cidade e que marcou uma época com a sua construção em forma de gaiola chinesa. Depois de ter lançado em Janeiro um concurso internacional de ideias para a remodelação do espaço, a Sociedade de Jogos de Macau abriu hoje, com a presença de Edmund Ho, o líder do Governo de Macau, uma exposição com as propostas recebidas de seis gabinetes de arquitectura. Entre os nomes que se apresentaram a concurso, todos com larga experiência na Ásia, destaca-se o do arquitecto francês Paul Andreu, responsável por vários projectos como o terminal dois do aeroporto Charles-de-Gaulle, em Paris. A construção do novo hotel/casino Lisboa deverá arrancar em 2009 e deverá estar concluída em cerca de três anos, explicaram responsáveis da empresa concessionária de jogo, adiantando que o investimento será de 12.000 milhões de dólares de Hong Kong (987 milhões de euros) e que representa cerca de três vezes mais do que a empresa estava obrigada pela atribuição da concessão. Rui Cunha, administrador da Sociedade de Jogos de Macau, disse que o investimento contratado com o Governo já foi concretizado e que a proposta de remodelação do hotel/casino Lisboa é “algo mais” que a empresa apresenta a Macau com o objectivo de modernizar o espaço. A exposição hoje inaugurada vai estar patente ao público até 03 de Agosto, ao mesmo tempo que um júri de quadros da empresa e de técnicos, como o arquitecto português Bonina Moreno, irá avaliar as propostas para definir o vencedor. Cada um dos seis gabinetes apresentou várias variantes ao projecto, todas incluindo a preservação do edifício original do hotel/casino Lisboa, muito semelhante a uma gaiola chinesa. “A gaiola é essencial e há-de ser com certeza um dos factores que vai contar para a escolha do projecto e eu penso, embora isso não esteja ainda decidido, que nenhum dos projectos será total e unicamente escolhido podendo haver entre aspectos válidos que sejam acertados no projecto final”, disse Rui Cunha. O mesmo responsável salientou, contudo, que “aquilo que se ganha também se investe em benefício de Macau”. “Isto é mais uma prova que aquilo que a Sociedade de Jogos de Macau ganha em rendimentos vem aplicá-lo em Macau e em proveito da imagem de Macau. Não se leva para fora, é aqui que se usam e aplicam os fundos que se ganham”, disse. Com uma área de implantação de 17.500 metros quadrados, o hotel/casino Lisboa abriu as portas em 1970 e é desde então o espaço de jogo mais conhecido do território e uma marca da arquitectura local. No lançamento do concurso internacional de ideias, Staley Ho tinha salientado que o hotel/casino Lisboa tinha desempenhado um importante papel no desenvolvimento da cidade desde a sua abertura nos anos 70 do século passado e que a sua reconstrução sublinhava o empenhamento da Sociedade de Jogos de Macau na promoção da prosperidade económica do território. O hotel/casino Lisboa é um marco de arquitectura nos espaços de Jogo em Macau. A sua construção foi iniciada no final dos anos 60 por Stanley Ho, Teddy Yip, Henry Fok e Yip Hon e a inauguração ocorreu em 1970 com um casino de três andares e um hotel anexo com 12 pisos de cerca de 660 quartos. Em 1991, uma nova ala com mais 270 quartos foi inaugurada, dotando o hotel de cerca de 930 quartos, e em 2006 foi inaugurado o hotel-casino Grand Lisboa, a nova sede da Sociedade de Jogos de Macau, construída no terreno anexo ao hotel/casino Lisboa. JCS. Lusa/fim in http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=8600080
  20. Já conhecia. Este projecto já tem anos de vida. Mas qual é a novidade. Foi aprovado pela Câmara?
  21. TORANJA [ame=""]YouTube - Toranja - Carta[/ame] [ame=""]YouTube - Tiago Bettencourt & Mantha - Canção Simples[/ame] JORGE PALMA [ame=""]YouTube - JORGE PALMA -Estrela do mar[/ame] [ame=""]YouTube - JORGE PALMA - Os Demitidos[/ame] [ame=""]YouTube - JORGE PALMA - Escuridão[/ame] SITIADOS [ame=""]YouTube - Sitiados - Formiga no Carreiro (Official Videoclip) 1994[/ame]
  22. Nem sabia que este filme era o ultimo desse actor.... a representacao dele eh brilhante. Nao o imaginava capaz de fazer um filme assim.
  23. Onde eh que arranjaste essa info toda? Obrigado pela ajuda.
  24. E a Casa em Maiorca ou Marbelha... espectacular. Mas espectacular mesmo eh o Museu. Uma obra prima... estou para ver mais obras dele... o homem quando chegar aos 90 vira Deus....
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