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Projecto de Carlos Marreiros vence concurso para Pavilhão de Macau na Expo de 2010 O Coelhinho vai para Xangai O júri presidido por Francis Tam escolheu a proposta de Carlos Marreiros para servir de base ao Pavilhão da RAEM na Exposição de Xangai. A “Lanterna do Coelhinho” completa o simbolismo do Pavilhão Nacional. Foi a proposta mais viável em termos de custos e prazos de execução e a mais criativa. O Lampião abre as portas aos criativos locais ao prever um sistema multimédia e fica a promessa de mais ofertas de emprego para as gentes de Macau. Sónia Nunes É o projecto do arquitecto Carlos Marreiros que vai dar forma ao Pavilhão de Macau na Exposição Mundial de Xangai em 2010. A “Lanterna do Coelhinho” conquistou os votos do júri, presidido pelo secretário para a Economia e Finanças, Francis Tam, por se aproximar do “Campeão do Oriente”, o Pavilhão Nacional. O lampião que fazia as delícias das crianças de Macau é também o guardião da “Porta do Céu Sul” e um símbolo da política “um país, dois sistemas”. Mitologias e semióticas à parte, a caixa de aço e vidro com balões no tecto - entenderam os jurados - faz também uso da tecnologia, é amiga do ambiente, plena em criatividade e promete divertir os visitantes. Foi também a proposta, entre as três seleccionadas, que apresentou a maior viabilidade, custos e prazos de construção “em conformidade com as limitações à execução de obras” e com os constrangimentos de tempo – a execução tem de estar pronta entre 6 a 9 meses. O orçamento apresentado pelo arquitecto ronda 32 milhões patacas mas as contas ainda não incluem o sistema multimédia e os custos do simulador pensado para agitar 38 pessoas. “Estou naturalmente feliz. Vencemos de forma transparente e justa um concurso que foi muito participado. E, como disse a coordenadora, este pavilhão não é do Governo de Macau mas de todos os cidadãos de Macau. Aproveito para felicitar os meus dois colegas finalistas porque o merecem e partilho com eles esta vitória”, comentou Carlos Marreiros ao Hoje Macau. As felicitações são dirigidas a Chio Wao Tong e Loi Mang Choi que receberam o segundo lugar (e um prémio de 60 mil patacas) por “Dancing Lotus”, e à equipa liderada por Carlos Couto que conquistou o terceiro lugar (e vai receber 30 mil patacas) com “Glitter” – os três concorrentes (seleccionados a 8 de Julho) apresentaram ontem de manhã os argumentos finais junto dos jurados. Apelo à participação dos cidadãos O veredicto final saiu depois de uma reunião de cerca de quatro horas e juntou Francis Tam, a coordenadora do Gabinete Preparatório, o administrador do Conselho de Administração do IACM, o director do Gabinete de Comunicação Social, o presidente substituto do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau, o chefe do departamento de Património Cultural do Instituto Cultural, e os presidentes das associações de arquitectos, engenheiros e designers. Carlos Marreiros começa agora a desenvolver a proposta de desenho conceptual para o Pavilhão de Xangai e apela à participação dos cidadãos. “As estruturas de multimédia vão exigir a utilização de muitos recursos criativos de Macau, como jovens realizadores ou artistas consagrados. É uma grande oportunidade para empregar muitos talentos locais”, destacou. O arquitecto espera que o antigo lampião revitalize o artesanato local – há ainda, revela, dois artesãos, na rua da Palha, que fabricam as tradicionais lanternas - , e desencadeie exposições sobre a prática cultural e competições que sirvam de promoção à Expo 2010. “Concursos de vídeo, lembranças, produtos com alma e bom design. Há um mundo de actividades que podem ser feitas”, avança. A próxima fase, garante, será tornada pública e aceitam-se opiniões. Afinal, “o pavilhão deve ser a alegria de todos”. O piscar de olhos às actividades de publicidade ao evento foi enaltecido pelo júri. Na nota de imprensa, lê-se que a “Lanterna do Coelhinho revela uma grande flexibilidade para a realização destes projectos associados porque o desenho está cheio de criatividade, dotado de uma sala de apresentação operada por simulação computorizada, um mini-teatro e um escorrega para crianças”. O espaço permite assim, entre outras iniciativas, “actuações culturais e artísticas, actividades de desfile e venda de lembranças”. De acordo com o comunicado, foram cinco os critérios que validaram a escolha do júri pelo projecto de Marreiros. A saber: os custos e prazos de construção, a compatibilidade com outros projectos; “características singulares e atraentes”, a técnica do desenho e a “ideia de protecção ambiental”. Acresce ainda a aproximação ao Pavilhão Nacional. A “Lanterna do Coelhinho adopta uma famosa mitologia chinesa, onde é comparado o Campeão do Oriente com a Porta do Céu do Sul que separa os deuses e seres humanos”. O lampião é, na lenda, “o coelho do céu” que aguarda a entrada “dos convidados”. A estrutura, continua o Gabinete Preparatório, usa “tecnologia moderna avançada e o conceito de protecção ambiental, revelando completamente as características culturais de Macau”. Através do mito sabe-se que “Macau é parte integrante da China mas beneficia das vantagens resultantes da política de um país, dois sistemas”. Ficou cumprido, destaca-se, o tema do Pavilhão de Macau – “Espírito de cultura, Essência de harmonia”. Chuvada de S. João Carlos Marreiros não foi um candidato natural para a Expo 2010. Organizou cinco equipas de trabalho, escolheu três para concorrer e tinha como certo que não iria participar no concurso – até que, uns quatro dias antes do prazo para a entrega de candidaturas, chegou uma forte chuvada que assombrou o arraial de S. João deste ano. Olhou para o esboço que tinha feito no bloco de notas e viu a “Lanterna do Coelhinho”. “Achei que tinha desenvolvido uma ideia dinâmica. O nosso pavilhão está entalado entre o de Taiwan e o de Hong Kong que têm forma de paralelepípedos. Tínhamos de explorar outra forma. O coelhinho tradicional permite que a cabeça seja pneumática e que mexa. Com efeitos especiais de luz pode mudar de cor e ter várias modalidades. A cabeça sobe, a cauda junta-se à cabeça”, descreve. A lanterna procura também ser um fuga aos lugares comuns. “Cercos clichés maçam-me imenso. Nos anos 90, era a amizade luso-chinesa; no pós-99 é o lótus. Era necessário pensar uma coisa que reflectisse o multiculturalismo, fosse tradicional e refeita em linguagem contemporânea”, avança. O arquitecto destaca que tem feito uma investigação sobre os lampiões que “andaram nas mãos de toda a gente”. “Era uma tradição do sul da China que, por conjunturas várias, foi desaparecendo, mantendo-se em Hong Kong e Macau. Chineses, portugueses e macaenses, todos brincavam com as lanternas. É um coelhinho estilizado, com pelinhos, quatro rodinhas de madeira, uma cabeça que treme e uma caudinha. Há ainda os miúdos que a puxam. É amoroso, é simpático”, frisa. Marreiros destaca ainda a ausência de barreiras arquitectónicas – há uma rampa que vai desde o rés-do-chão até ao topo, onde se encontra uma sala de projecção de filmes – e uma panóplia de actividades que podem ser promovidas no pavilhão. “Há um simulador muito sofisticado que treme, achincalha, deita fumo e jactos de água. É um investimento mas é um atractivo muito grande. Muitos pensam que a Expo é uma exposição de arquitectura. É um erro. É uma exposição de exuberâncias, de fantochadas no bom sentido”, entende. A componente multimédia, os hologramas, projecções de slogans e imagens, e visitantes com uma lanterna na mão permitem que se construa a ideia de acontecimento. “É um espectáculo. O público é um actor, participa no pavilhão”, sublinha. A estrutura, continua, é ecológica – os painéis solares garantem energia eléctrica para 560 metros quadrados – e pode ser facilmente desmontada e transportada para um parque. “Os materiais podem ainda ser reutilizados noutros edifícios, como escolas”, exemplifica. “A ideia é boa porque é fácil de executar e é barata. A construção está pensada para custar 32 milhões de patacas: 15 mil patacas o metro quadrado de construção; o sistema de painéis solares custa 5 milhões e 20 mil patacas; 800 mil para os balões; 6 milhões e 500 mil para consultadoria, projectos e execução”, estima o arquitecto. Porém, o simulador e os efeitos especiais ainda não foram contabilizados: “É caro, mas é possível. Todos os criativos, os realizadores de Macau vão ter trabalho”, reitera. A Lines Lab foi uma das lojas que já se associou ao projecto: desenhou sofás, malas e chapéus. Até 2010, a organização pode promover o Pavilhão. Com “concursos para a mascote, promoções, vídeos, uniforme das coelhinhas...Há um mundo que nunca mais acaba para entreter Macau”, remata. in http://www.hojemacau.com/news.phtml?id=29688&type=culture&today=23-07-2008
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A AV EUA não vai até ao estuário. Esse troço pertence á avenida Infante D. Henrique.
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1 . Somos uma classe optimista???
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Oeiras eh um grande concelho. Gracas ao Isaltino. E se ele continuar como Presidente estas escolas vao ser construidas. Por outro lado o que desagrada em Oeiras eh aquela Salada Russa que eles tem na Paisagem. Basta ver paisagem de Alfragide a Miraflores, uma mistura de fabricas, centros comerciais, escritorios, torres, baldios e habitacao... um caos...
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Nao vi. Mas vai dar ah 1h ... daqui a 2 horas vai dar na RTPN. Pois... estah tudo a criticar o homem mas vejamos... quem eh que votou nas eleicoes? Que listas eh que apareceram para concorrer? Apareceu a lista dos Amigos do Siza e Companhia, a lista dos Discipulos do Manuel Vicente e os Macons. Serah que estes tres grupos representam a Classe de 16 mil arquitectos? E quem eh votou? Uns honraveis 14%... agora queixam-se que ele nao representa bem!?!?!?
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Aqueles barracões quadriculados com dois pisos... simplesmente horripilantes...
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;)
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1 . The Happening Não ligo muito a esses pormenores. Só quando a representação dos actores for péssima como A Jangada... ui... que filme péssimo. Agora este filme eu gostei da história. A história é muito boa e muito real. E é algo a levar em conta. Dentro de alguns anos vai acontecer algo semelhante... algo mais palpável e menos metafisico... 2 . Tropa de Élite Ainda continuo a pensar neste filme. Hilariante. Adorei o filme. Muito bom. Adorei.
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Calma senhores. Este projecto nao vai ser construido.
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Ha uma pequeno pormenor no qual tenho serias duvidas. Alguem acredita que isto vai estar acabado no dia 5 de Outubro de 2010? Eu nao acredito. -
http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/escolas/1.png A edificação de três novos estabelecimentos de ensino insere-se no Plano Estratégico para os Equipamentos Educativos que prevê a requalificação global do parque escolar, com a construção de novas escolas e a ampliação e requalificação dos estabelecimentos existentes. O Executivo municipal deliberou, em finais de Janeiro, adjudicar a execução dos projectos das escolas básicas do 1.º ciclo com jardim-de-infância de Linda-a-Velha, do Alto de Algés e de Porto Salvo, cuja construção se encontra contemplada na Carta Educativa do Concelho de Oeiras. Estas três serão as primeiras de um conjunto de escolas de ‘nova geração’, corporizando um novo conceito de estabelecimento de ensino, caracterizado pela polivalência dos espaços, congregando a qualidade da oferta educativa e a prestação de serviços à comunidade. A aquisição dos projectos foi adjudicada pela Câmara Municipal na sequência da realização de concurso público internacional. Refira-se que em Linda-a-Velha o complexo compreende, para além da escola, outros três pólos: biblioteca municipal, parque de estacionamento subterrâneo e jardim público, tendo a execução do projecto sido adjudicada ao concorrente ‘92 Arquitectos, Lda.’, com prazo de execução de 165 dias, pelo valor de 601 716,13€. Os projectos das escolas do Alto de Algés e de Porto Salvo serão executados pelo concorrente ‘Projectório – Arquitectos Consultores, Lda.’, pelo valor de 119 790€ e 157 300€, respectivamente. As novas escolas projectadas para Oeiras pretendem constituir-se como equipamentos para usufruto da comunidade. Este modelo de escola deverá reflectir-se quer na concepção arquitectónica, quer na gestão quotidiana. A congregação de ofertas e de serviços permitirá a rentabilização dos investimentos, com a criação de economias de escala, tanto ao nível dos custos de manutenção, como ao nível da afectação de recursos humanos. A rede de escolas do 1.º ciclo do ensino básico deve garantir o princípio da escola a tempo inteiro, procurando assegurar a permanência dos alunos durante todo o dia e adaptando modos e tempos de funcionamento às necessidades das famílias, mediante o prolongamento de horário e através da oferta de actividades de enriquecimento curricular. Enquanto a escola não está ocupada, ao final do dia e aos fins-de-semana, a comunidade pode usar as instalações como local de encontro, como espaço para a aprendizagem ao longo da vida, para cidadãos de todas as idades. Para dar resposta às novas necessidades, as escolas serão equipadas com salas de expressão plástica, de música, laboratórios para a iniciação à experimentação científica, informática, centros de recursos / bibliotecas, salas de estudo, cozinha e refeitório em conformidade, espaços para a actividade desportiva e espaços exteriores seguros e atractivos. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/escolas/4.png EB1/JI Porto Salvo Com capacidade para 16 turmas do 1.º ciclo (384 alunos com idades compreendidas entre os seis e os dez anos) e três salas do pré-escolar (75 crianças entre os três e os cinco anos de idade, o estabelecimento de ensino vai inserir-se numa área de futura implantação de habitação colectiva, beneficiando de excelente acessibilidade. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/escolas/3.png EB1/JI Almeida Garrett Serão, no total, 12 turmas do 1.º ciclo (288 alunos entre os seis e os dez anos de idade) e três salas do pré-escolar (75 crianças com idades compreendidas entre os três e os cinco anos).Este equipamento, estrategicamente localizado no centro da malha urbana de Linda-a-Velha (no terreno onde ainda se encontra em funcionamento uma escola básica de 1.º ciclo), tem a particularidade de incluir uma escola, uma biblioteca municipal, um jardim público e um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para cerca de 350 viaturas. Trata-se da criação de um verdadeiro complexo comunitário, a instalar numa área com 15 mil metros quadrados, dos quais cinco mil serão ocupados pelo jardim público. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/escolas/2.png EB1/JI Alto de Algés Com capacidade para 16 turmas do 1.º ciclo (384 alunos entre os seis e os dez anos) e três salas do pré-escolar (75 crianças entre os três e os cinco anos), a escola vai dispor de uma excelente acessibilidade, inserindo-se numa área de qualificada urbanidade, adjacente a uma área de habitação colectiva e aos terrenos da estação Rádio Naval. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/escolas/5.png in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=22571222#post22571222
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Nos trailers que passaram h um filme interessante. Eh o Hellboy 2. Nao pela historia do super heroi mas eh curioso como os americanos gostaram do labirinto do fauno. Adoptaram o mundo fantastico do fauno aos super herois da Marvel... como podia ser possivel? Ora vejam. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=tUAJmmDRWo0"]YouTube - Hellboy II - The Golden Army Teaser Trailer[/ame] [ame="http://www.youtube.com/watch?v=XF0u4KyfLUI&feature=related"]YouTube - Hellboy II: The Golden Army (2008) - Theatrical Trailer 2 HD[/ame]
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Hoje vi o Tropa de Elite na sala de cinema. O filme eh excelente. A cena que mais me surpreendeu foi quando abateram o casal de playboys bem intencionados do BE do Brasil... a garota foi abatida na cabeca e o homem foi queimado vivo. Quem vive bem com o Diabo acaba queimado... E a corrupcao no Brasil... quem quer rir tem que fazer rir... e a Musica... excelente.
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3º aniversário da Rota de Arquitectura Korrodi 07/08/2008 18:19 Irá ser apresentado no próximo dia 11 de Julho, às 17h, no Auditório da Câmara Municipal da Batalha, no âmbito da actividade realizada pelo Centro de Formação da Batalha, o programa "GO" (utilizando o sistema GPS). Serão apresentados percursos histórico-culturais e entre eles, o da Rota de Arquitectura Korrodi, com propostas de percursos dentro da cidade de Leiria. Um programa útil a todos os utilizadores, Escolas, Câmaras Municipais e Regiões de Turismo. A responsabilidade técnica é do Dr Marco Neves que realizará a apresentação e a histórico-cultural de Genoveva Oliveira. A Coordenadora da Rota de Arquitectura Korrodi Genoveva Oliveira in http://port.pravda.ru/news/sociedade/08-07-2008/23506-korrodi-0
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Consórcio português apresenta projecto de azulejos solares fotovoltaicos 2008-07-10 Foi hoje apresentado o projecto Solar Tiles – Desenvolvimento de Sistemas Solares Fotovoltaicos em Coberturas e Revestimentos Cerâmicos -, que consiste no desenvolvimento de protótipos funcionais de produtos cerâmicos fotovoltaicos integrados, de elevada eficiência, para o revestimento de edifícios (telhas e revestimentos exteriores de fachada) que incorporem filmes finos fotovoltaicos da última geração. O projecto será desenvolvido por um consórcio de nove entidades nacionais (Revigrés; Dominó; Coelho da Silva; De Viris, Natura e Ambiente; CTCV; INETI; Universidade do Minho; CENIMAT; e ADENE), do qual a Revigrés é o principal promotor, e que concorre ao QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional. Com este projecto, pretende-se contribuir para um novo tipo de arquitectura de edifícios, que inclua o eco-design, fachadas e coberturas de edifícios baseados em materiais cerâmicos fotovoltaicos, numa perspectiva de novos produtos cerâmicos multifuncionais, em que se conjugam as funções estéticas (de um revestimento comum), com as funções técnicas de produção de energia, por forma a promover a sustentabilidade na construção. O desenvolvimento deste novo tipo de produtos cerâmicos multifuncionais, previsto num período de 2 anos, permitirá validar a tecnologia e os processos de produção para, rapidamente, serem produzidos e colocados no mercado mundial. in http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=6779
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Arquitectura: Obras de arquitectos portugueses finalistas nos Prémios Ibéricos FAD 15h31m Lisboa, 11 Jul (Lusa) - Um conjunto de cinco obras dos arquitectos Francisco Aires Mateus, Eduardo Souto de Moura, Filipa de Castro Guerreiro e Tiago Macedo Correia, Paula Sousa Pinheiro, Nuno Grande é finalista à edição 2008 dos Prémios ibéricos FAD. Instituídos pela Associação espanhola Arquinfad em 1958, estes prémios têm por objectivo "impulsionar as correntes de vanguarda e reconhecer a qualidade dos trabalhos e investigações, abertos à transformação das formas e linguagens tradicionais". A esta edição, comemorativa do 50.º aniversário da associação, apresentaram-se 489 candidaturas, para as quatro categorias previstas: Arquitectura, Arquitectura de Interiores, Cidade e Paisagem e Intervenções Efémeras. O júri, presidido pelo arquitecto Eduard Bru, e constituído pelos arquitectos Stephen Bates, Sancho Páramo Cerqueira, Sílvia Farriol e pelo português Guilherme Machado Vaz, designou 55 projectos finalistas, dos quais 6 são portugueses, respectivamente: Categoria Arquitectura: Museu do Farol de Sta. Marta Av. Frei Humberto II de Itália - Cascais Arquitectos Francisco Aires Mateus, Manuel Aires Mateus Burgo Empreendimento - Edifício de Escritórios e Comércio Av. da Boavista -Porto Arquitecto Eduardo Souto de Moura Centro de Educação e Interpretação Ambiental da Área Protegida do Corno de Bico Chã de Lamas, Vascões - Paredes de Coura Arquitectos Filipa de Castro Guerreiro, Tiago Macedo Correia Duas Habitações para Turismo Rural Quinta da Bouça D'Arques - Vila de Punhe Arquiteca Paula Sousa Pinheiro Categoria Intervenções Efémeras: VIP3 - Very Irregular Polyhedric Room Casa da Música Avenida da Boavista, 604-610 - Porto Arquitecto Nuno Grande Os prémios, atribuídos no âmbito da Península Ibérica a obras acabadas entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2007, têm um carácter honorífico e prevêem a atribuição de um diploma às obras finalistas e às obras premiadas e de um galardão às obras premiadas. Os nomes dos vencedores serão tornados públicos a 09 de Outubro. Além das categorias previstas, a Arquinfad instituiu ainda o Prémio Intervenção e Crítica que distingue textos, livros ou revistas sobre arquitectura. O vencedor, já anunciado, foi o livro "Escritos críticos", de Juan Daniel Fullaondo (1936-1994), uma antologia de textos sobre arquitectura internacional, e "Os Fantasmas de Serralves" de André Tavares, da Colecção Equações de Arquitectura da Dafne Editora, foi um dos finalistas. RMM. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=967222
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
LNEC não quer que Picadeiro Real volte a receber cavalos 10.07.2008, Andreia Sanches A ideia é que tudo esteja pronto a 5 de Outubro de 2010. A construção da nova unidade museológica é pensada para coches brilharem "Simples" e "sóbrio" para que "os coches brilhem com todas as suas cores delicadas, os seus tecidos, os couros, os arreios". É assim o novo Museu Nacional dos Coches, em Belém, Lisboa, explicou ontem o prestigiado arquitecto brasileiro que assina o projecto. Num dos pavilhões do terreno das antigas Oficinas Gerais do Exército, onde o edifício nascerá, Paulo Mendes da Rocha explicou com palavras simples uma obra que o Governo acredita que ajudará a criar "uma nova centralidade turística" em Lisboa. Mendes da Rocha começou por contar que ficou "aflito" com o convite do ministro da Economia português, Manuel Pinho, para desenhar o novo espaço que acolherá as viaturas de gala e de passeio dos séculos XVII a XIX, na sua maioria provenientes dos bens da coroa. Afinal, elas são "um tesouro incomparável", explicou. Passada a aflição, ontem foi dia de apresentar publicamente a maqueta do novo museu numa cerimónia presidida pelo próprio Manuel Pinho - de resto, tem sido ele a liderar todo este processo. E a razão para esse facto, segundo fez questão de explicar o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, também presente, é simples: a obra (cerca de 31,5 milhões de euros) será totalmente financiada pelas contrapartidas pagas pelo Casino de Lisboa. "São contrapartidas dadas à cidade de Lisboa, provenientes de verbas do jogo, que são verbas do Turismo." Pinto Ribeiro lembrou também que toda a planificação começou muito antes dele assumir funções. Ou seja: o ministro da Economia, acrescentou a sorrir, é o verdadeiro "dono da obra". "Levantado do chão" Mendes da Rocha disse algo semelhante: "Se eu inventei o museu, o arquitecto foi o ministro que inventou, porque foi ele que me convidou, é ele o responsável por isto." Perante uma plateia com muitos arquitectos, Manuel Pinho não escondia a satisfação. "Esta é uma obra emblemática, com características únicas, que respeita a cidade." O objectivo é que tudo esteja pronto no dia 5 de Outubro de 2010, dia da Implantação da República. Que obra é esta então que será erguida junto à Avenida da Índia, muito perto do Picadeiro Real onde o museu funciona desde 1905? Descrição de Mendes da Rocha: "Demos um carácter à construção de elevá-la do chão para livrar todo o espaço para a convivência pública, para o passeio a pé, para a convivência com os cafés, as livrarias, as lojas da Rua da Junqueira". Todo o complexo está pois "levantado do chão", como que "em suspenso", e sustenta-se em pilares. "Um anexo, onde ficará a administração, instalações de apoio, um auditório, um restaurante, estará ligado ao museu por uma ponte aérea", disse ainda o arquitecto. E haverá uma outra "passagem aérea pedestre" que atravessa a Avenida da Índia e faz a ligação à estação fluvial de Belém. O acesso ao museu será feito exclusivamente por dois elevadores com capacidade para 75 pessoas que estarão dentro de "uma caixa de cristal, no sentido em que é transparente". Para além dessa caixa, "o museu vai possuir um outro estojo fechado, digamos assim, para as oficinas". O novo espaço ocupará no total 15.177 metros quadrados. "Será um local único a nível nacional e europeu", garantiu o ministro da Cultura. Tem estado a correr na Internet um abaixo-assinado para salvar a biblioteca, o arquivo e as publicações do antigo Instituto Português de Arqueologia (IPA), fundido há um ano no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. Os serviços do antigo IPA estão situados no local onde nascerá o novo Museu do Coches. E albergam, entre outros, a melhor biblioteca de arqueologia do país. O ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, garantiu que estão a ser estudadas soluções. Algumas peças serão brevemente transferidas para zonas próximas - "As peças que precisam de estar dentro de água irão provavelmente para instalações do Museu da Marinha, a partir de Setembro, ou para outras instalações da Marinha." Quanto à biblioteca, afirmou: "Queremos recuperá- -la, tudo isto aqui próximo". a A possibilidade de devolver ao Picadeiro Real - onde desde 1905 funciona o Museu dos Coches - as suas antigas funções já recebeu pareceres negativos. Em 1996, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) considerou que voltar a realizar espetáculos equestres regulares no salão nobre do edifício "não é compatível" com a preservação do mesmo. Ontem, o Bloco de Esquerda pediu explicações urgentes ao ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. Há muitos anos que se fala da possibilidade do Picadeiro - construído entre 1787 e 1816 - voltar a receber espetáculos. Em 2006, a intenção voltou a ser anunciada pelo Governo que fez saber que iria devolver àquele local "a sua função original, para receber exibições da Escola Portuguesa de Arte Equestre", enquanto o novo Museu dos Coches seria instalado num edifício novo. Ontem, o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, garantiu que nada está decidido, que tudo está a ser estudado. "O edifício que alberga os coches vai ter um destino em função do que for determinado. Há um outro espaço, que é o Quartel do Conde de Lippe, que tem um picadeiro e que podia ser utilizado para esse fim", admitiu. O relatório provisório do LNEC, de 1996, feito a pedido do Instituto Português de Museus, refere que, dadas as características do edifício, deixar que o seu salão passe a ser palco regular de espetáculos com cavalos com "bastantes pessoas" a assistir terá uma consequência: "a existência de variações mais ou menos bruscas das condições ambientais", nomeadamente ao nível da temperatura, humidade relativa e luminosidade, as quais "têm, necessariamente, repercussões no comportamento dos elementos de construção, nomeadamente nos de madeira e nos de estuque de gesso". Um outro parecer, feito na mesma altura, da restauradora Anna Maria Marcone, do Instituto Centrale per il Restauro, do Ministério da Cultura italiano, concluiu que "parece incompatível com uma boa conservação" das pinturas sobre tela do salão "o reestabelecimento do picadeiro". O deputado do BE José Soeiro apresentou na Assembleia da República um pedido de explicação urgente ao ministro: "Por que razão esses relatórios nunca foram tornados públicos? O Governo pretende, mesmo assim, insistir na construção do Picadeiro no Salão do Museu dos Coches? O Governo considera que a preservação do edifício e da sua ornamentação deve ser sacrificada em nome de eventuais interesses económicos e turísticos?" Ontem, Pinto Ribeiro disse que não conhecia ainda as perguntas do BE. Mas garantiu que todos os estudos serão considerados na hora de tomar uma decisão final. in http://jornal.publico.clix.pt/ -
Penso que a Segunda Circular devia ser uma GRande Alameda, uma Boulevard rodeada de edificios multifuncionais (habitação+escritórios+comércio).
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São este tipo de informações que revelam a essência da arquitectura.
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
É só o Museu mais visitado de Portugal. É só isso. Querem melhorar. Mas esta malta não entende que quando se melhora piora. -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Estamos a discutir um circulo numa planta... não sabemos como vai ser o aspecto formal e volumétrico do silo. Pode ser algo mais sedutor do que um simples silo automovel. Há silos fantásticos. -
Revigrés desenvolve tecnologia fotovoltaica inovadora Revigrés desenvolve tecnologia fotovoltaica inovadora A Revigrés lidera um consórcio promotor do Solar Tiles, projecto de desenvolvimento de sistemas solares fotovoltaicos em coberturas e revestimentos cerâmicos. Rui Neves ruineves@mediafin.pt A Revigrés lidera um consórcio promotor do Solar Tiles, projecto de desenvolvimento de sistemas solares fotovoltaicos em coberturas e revestimentos cerâmicos. Um projecto tecnologicamente inovador a nível mundial, que vai ser objecto de candidatura ao QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional, e cujo valor do investimento previsto para o desenvolvimento do protótipo é de 1,7 milhões de euros. De acordo com os promotores, “o desenvolvimento deste novo tipo de produtos cerâmicos multifuncionais, previsto para o período de dois anos, permitirá validar a tecnologia e os processos de produção para rapidamente serem produzidos e colocados no mercado mundial”. Através de um filme que é depositado nos revestimentos cerâmicos, explica o consórcio promotor, “consegue-se captar a energia emitida pelo sol, armazená-la e transformá-la em energia eléctrica. Tal tem como base uma tecnologia extremamente sofisticada, desenvolvida à escala laboratorial e, por isso, com um custo de investimento muito elevado, o que justificou o recurso ao apoio do QREN”, justifica a mesma fonte. “Tecnicamente, consiste no desenvolvimento de protótipos funcionais de produtos cerâmicos fotovoltaicos integrados, de elevada eficiência, para o revestimento de edifícios (telhas e revestimentos exteriores de fachada) que incorporem filmes finos fotovoltaicos (da última geração)”, conclui-se. Pretende-se que os protótipos a desenvolver se caracterizem por uma elevada qualidade estética e desempenho técnico. O consórcio é formado pela Revigrés (promotor) e Dominó, empresas de revestimentos cerâmicos; Coelho da Silva (coberturas cerâmicas); De Viris, Natura e Ambiente (desenvolve e implementa soluções integradas de sustentabilidade ao nível dos recursos água e energia); e entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional, designadamente CTCV – Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, INETI – Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Universidade do Minho, CENIMAT – Centro de Investigação em Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e a ADENE – Agência para a Energia. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=659028
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Não percebo o vazio em redor dos dois corpos rectagulares. Cheira-me a CCB mas de tons cinzentos e modernistas. -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Link do video http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=966411 -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
in Publico.pt Uau!!! Já viram uma coisa destas em Lisboa?
