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  1. Projecto Imaginação e Imaginário 24 Janeiro 2010 Versátil Implantado numa antiga pedreira, o centro apresenta uma forma fluida e orgânica espiralada. E, elevando-se do chão, liberta a rua para uma praça coberta, funcionando como concha acústica potenciada pelo revestimento de cortiça Para Santa Maria da Feira está prevista a construção de um Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua (CCTAR) da autoria do arquitecto Bernardo Rodrigues, que procura consolidar a importância da cidade enquanto palco de um importante Festival Internacional de Artes de Rua, o Imaginarius, mas também atrair outras áreas criativas, como a arquitectura, o design ou a fotografia. O edifício procura espelhar as ambições criativas da iniciativa e ser, ele próprio, um exemplar de imaginação, um elemento icónico da paisagem urbana da cidade e um local de referência cultural no Norte do país. Segundo as palavras do seu director, o futuro CCTAR "intensificará a relação com o território e a comunidade iniciada pelo festival, numa prospectiva que pretende potenciar ao máximo a criatividade local. Por outro lado, ambiciona também ser um espaço aberto, além da cidade, à Região Norte, reforçando a capacidade de gerar e de estabelecer relações entre estas, proporcionando novas ideias para conteúdos de valor expressivo e comercial". Bernardo Rodrigues intitulou o edifício de Opera Magma, e, como é frequente nas suas obras, conferiu um enorme valor cénico ao projecto, que vai de encontro aos propósitos do próprio programa de Centro de Artes Criativas. Implantado no centro da cidade, numa antiga pedreira abandonada para a qual está prevista a criação de um lago artificial, o edifício apresenta uma forma fluída e orgânica espiralada, um loop que é uma metáfora do dinamismo das actividades de rua e do palco. Por outro lado, ao elevar-se do chão, liberta a rua para a criação de uma praça coberta e o edifício funciona assim como uma concha acústica, situação enfatizada pelo revestimento a cortiça. As placas de cortiça, para além do seu excelente desempenho acústico, permitem ainda a colocação de cartazes e panfletos alusivos aos espectáculos em curso. Finalmente esta forma espiralada, mais próxima dos reinos animal ou vegetal do que da arquitectura conhecida, projecta o edifício para um mundo etérico e de fantasia, para o imaginário, aludindo assim ao Festival imaginarius, que se realiza nesta cidade há mais de dez anos e é actualmente um dos grande atractivos da cidade. O CCTAR tem, contudo, um programa muito preciso e definido, que permitirá a realização de espectáculos, seminários e workshops nacionais e internacionais. Com os seus 2400 metros quadrados de área bruta de construção, distribuídos por três pisos, destina-se a albergar residências de artistas - dois apartamentos e cinco camaratas de quatro camas -, salas de ensaios e ateliers de dança, música, fotografia, arquitectura, teatro, design, entre outras expressões artísticas, num total de 500 metros quadrados, um salão principal com 800 metros quadrados e uma biblioteca, com 100 metros quadrados, para além de áreas técnicas e de apoio. Para além da do forte "imaginário" do projecto do arquitecto Bernardo Rodrigues, o CCTAR contará com importantes consultores internacionais, como a companhia catalã La Fura dels Baus, o fotógrafo italiano Oliviero Toscani, o húngaro Ernõ Rubik, inventor do cubo mágico, e Eugenio Barba, fundador da companhia dinamarquesa Odin Teatret. Tags: Artes, Arquitectura http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1477624&seccao=Arquitectura
  2. Caminha: Polis Litoral investe 5 ME na requalificação da frente ribeirinha Alto Minho 2010-01-27 A Polis Litoral Norte lançou o concurso de arquitectura para o projecto de requalificação e valorização da frente ribeirinha de Caminha, no valor de cinco milhões de euros, informou hoje fonte daquela sociedade. Segundo a fonte, o projecto tem por objectivo dotar a frente ribeirinha daquele núcleo urbano de condições de vivência e usufruto pela população e visitantes, permitindo uma ligação de qualidade entre a terra e o rio. No âmbito do concurso de arquitectura, será redesenhado o espaço público de um total de 12 hectares, bem como o equipamento e mobiliário urbano, incluindo resíduos sólidos urbanos e iluminação adequada e novos espaços verdes. Inclui ainda a reformulação das redes de infra-estruturas de saneamento e abastecimento de águas pluviais e energia eléctrica e será também colocada uma rede de fibra óptica com pontos wi-fi de acesso à internet. 'O projecto de arquitectura permitirá uma gestão da mobilidade viária, ciclável e pedonal, nomeadamente a disciplina viária, o estacionamento e o serviço de transportes públicos', acrescentou a fonte. O prazo de entrega de propostas termina a 26 de Março. O Polis Litoral Norte intervém numa área de litoral de 50 quilómetros, entre o limite sul do concelho de Esposende e a foz do rio Coura, em Caminha, promovendo a requalificação e valorização da orla costeira. É uma sociedade de capitais públicos constituída pelo Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território e pelas câmaras municipais de Viana do Castelo, Esposende e Caminha. O investimento previsto para o total da intervenção ascende a 90 milhões de euros. IN http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=22090
  3. Lisboa: Queremos sete torres de 19 andares na zona da Matinha? A palavra cabe aos cidadãos 27.01.2010 - 23:18 Por Ana Henriques A Câmara de Lisboa decidiu pôr à discussão pública a possibilidade de nascerem na zona da Matinha, junto à linha férrea e nas imediações do rio, sete torres de 18 ou 19 andares cada uma. Maquete do plano de pormenor que vai estar em discussão pública (D.R.) O plano de pormenor em que se insere esta urbanização, que inclui outros prédios mais baixos, foi encomendado pela autarquia ao gabinete de arquitectura Risco, que pertenceu até há pouco mais de dois anos ao actual vereador do Urbanismo de Lisboa, Manuel Salgado. Em 2005, a autarquia estabeleceu para aquela zona, situada perto da Expo, um índice de construção hoje considerado por muitos excessivo. “É exageradíssimo”, criticou o vereador Sá Fernandes. “É criticável”, concordou outro vereador, Nunes da Silva. A opção do gabinete de arquitectura, que é hoje dirigido pelo filho de Manuel Salgado, passou por fazer crescer em altura sete dos prédios da urbanização, de forma a permitir alguma área livre ao nível do solo. Se esta solução não for aprovada, explicou o presidente do município, António Costa, a alternativa passa por uma ocupação mais extensiva do solo, embora com edifícios mais baixos. “Se não quisermos as torres, sacrificamos espaço público”, salientou. “Eu prefiro o modelo das torres, mas não dou a minha vida por este desenho urbano”, disse. O plano de pormenor que vai ser posto a discussão pública tem ainda outros problemas, no entender dos autarcas da oposição. Desde logo a carência de áreas destinadas a equipamentos, como escolas ou centros de saúde. “A esse nível há um défice da ordem dos 66,4 por cento”, garantiu o comunista Ruben de Carvalho. Já o vereador do CDS-PP António Carlos Monteiro pôs em causa a legalidade desta solução urbanística. “Estamos a criar aqui um gueto para ricos semelhante à Parque Expo”, observou. Um sítio onde faltam estabelecimentos de ensino, lojas e, sobretudo, vida de bairro. Na oposição, só Santana Lopes (PSD) gabou o plano: “Gosto de construção em altura”. Os terrenos onde há-de crescer a urbanização, para junto da qual está previsto um grande parque urbano, pertencem ao grupo Espírito Santo, à EDP e à Gás de Portugal, entre outros. São eles que deverão pagar a descontaminação dos solos, sujos pelas antigas petroquímicas que ali funcionaram, segundo um documento entregue aos vereadores “à última hora”, antes de a reunião municipal , referiu o vereador do CDS-PP. António Costa assegurou que, como estão afastadas entre si, as sete torres não correm o risco de criar uma barreira visual entre o resto da cidade e o rio. in http://www.publico.clix.pt/Local/queremos-sete-torres-de-19-andares-na-zona-da-matinha-a-palavra-cabe-aos-cidadaos_1420089
  4. Galeria de Abrantes expõe Gonçalo Byrne A exposição "Geografias Vivas", do Arquitecto Gonçalo Byrne, estará patente ao público até 5 de Fevereiro na Galeria Municipal de Arte de Abrantes. Várias vezes premiado a nível nacional e internacional de que o Prémio Valmor 2005 é apenas um exemplo, Gonçalo Byrne é autor de uma vasta obra. A sua produção tem mostrado particular relevo nos planos patrimonial e cultural. Professor catedrático, é autor de grandes projectos de arquitectura como o Museu do Mosteiro de Alcobaça e reconversão da envolvente próxima, Centro de controlo de tráfego marítimo do Porto de Lisboa, Edifício Governamental para Sede de Província em Lovaina (Bélgica), reconversão do quarteirão da Império (Chiado,Lisboa), Teatro de Faro, entre muito outros espalhados por Portugal e pelo estrangeiro. Actualmente, desenvolve projectos significativos tais como o da Pousada de Estoi, no Algarve, a Pousada de Viseu, Complexo Imobiliário Estoril-Sol ou o Laboratório Central da EPAL, em Lisboa. Na área do planeamento urbano realiza, entre outros, os Planos de Pormenor para a área envolvente ao Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, para a Alta Universitária, em Coimbra, para a Cava de Viriato, no âmbito do Programa Polis, em Viseu, bem como o Plano da Vila de Trancoso, no âmbito do Programa das Aldeias Históricas de Portugal. A Galeria Municipal de Arte estará aberta ao público de terça a sábado das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 18:30. Zita Ferreira Braga in http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=4166
  5. Morreu Agostinho Ricca, projectista do complexo Foco, Porto publicado 19:54 18 Janeiro '10 Porto, 18 Jan (Lusa) - O arquitecto Agostinho Ricca, projectista do Complexo Residencial do Foco, no Porto, morreu domingo, com 94 anos, de "causas naturais", disse hoje à agência Lusa um familiar. Morreu Agostinho Ricca, projectista do complexo Foco, Porto O corpo encontra-se numa das suas obras, a Igreja de Nossa Senhora da Boavista, no Foco, de onde partirá terça-feira, pelas 10 horas, para o cemitério de Sendim, Matosinhos, referiu a fonte. Nascido no Porto a 09 de Julho de 1915, Agostinho Ricca Gonçalves estudou Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto (ESBAP), altura em que obteve o 1.° Prémio do Instituto da Alta Cultura para uma bolsa de estudo em Itália, de que acabou por ser afastado por informação política desfavorável. in http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Morreu-Agostinho-Ricca-projectista-do-complexo-Foco-Porto.rtp&article=311657&visual=3&layout=10&tm=4
  6. Casa em Lousado, Porto Architecture Claudia Saraiva Casa em Lousado, the second house by the Italian-Portuguese atelier Correia/Ragazzi,draws attention with its shape but charms with its details. The clients' brief was clear: utter privacy from the neighbors to the north, total openness to south. The site, on a riverbank, was divided into two levels by an old stone wall, a traditional feature of the landscape in the rural outskirts of Porto, northern Portugal. Take a deeper look at the Casa em Lousado Correia/Ragazzi's solution is something of an upside-down bunker sitting atop these two steps - with one floor located on each. The top floor, placed on the north step, is guarded and private. The one below, overlooking the south, is seemingly open. The stone wall was kept, spearing the floorplan and becoming a central feature of the living-room and kitchen on the lower floor. With the side facades kept blank, Casa em Lousado's top floor has three openings to the north: a concealed front door, a micro-window, and, amusingly, a floor-to-ceiling window of the bathroom in the main suite. Inside, the suite, bedrooms and office all open southwards to protected roof terraces, surrounded by walls that are level with the roof and angle outwards to the south for comfort. Facing the entrance hall and the stairway are two south-facing wall-to-wall windows, each a storey high and vertically aligned. The upper one, with a restrained view, is the reason for the break in the 'beak' of the south facade - a result of the angled walls of the terraces. The ground floor window is met, on either side, by the windows of the living-room and kitchen - which take up the remaining visible lower story, have glazed walls on two sides, and open up to a generous south-facing deck that runs the length of the house. The openness of the ground floor is shielded from prying eyes by the stone wall and the angled terraces. The living-room is the most flamboyant room, with windows that can be opened up almost entirely to the garden - including a corner that parts. The one visible pillar half-hidden in the lateral windows is a reminder that the floor above isn't exactly floating on air. While Casa em Lousado isn't quite as audacious as the firm's earlier Casa do Geres, it's nonetheless a welcome - if quirky - addition to Portugal's stock of contemporary houses. in http://www.wallpaper.com/architecture/interactive-floorplan-casa-em-lousado-porto/3290
  7. Location: Rosario, Argentina Architects: Johnston MarkLee & Diego Arraigada Arquitecto Principals-in-Charge: Mark Lee, Diego Arraigada Project Architect: Sharon Johnston AIA Project Team: Juliana Esposito, Jeff Adams, Pablo Gamba, Nazarena Infante, Nadia Carassai, Anne Rosenberg, Anton Schneider Project: 2004-2005 Construction: 2006-2009 Site Area: 2113 m2 Interior Area: 297 m2 Total Built Area: 361 m2 Developer: Lucas Ma (President, Markee LLC) Structural Engineer: Ing Gonzalo Garibay General Contractor: MECSA, Ing Gustavo Micheletti Materials: Exposed Concrete, Anodized Aluminum, Plaster, Polished concrete, Polished Terrazzo, Lapacho Hardwood Photographs: Gustavo Frittegotto in http://www.archdaily.com/35398/view-house-johnston-marklee-diego-arraigada-arquitecto/
  8. View House, Argentina Architecture From the images, one might think that the View House is set adrift in its own sprawling private wilderness, a piece of sculptural beauty set far from civilisation. In fact, the plot of land is part of a large development, the Kentucky Club de Campo, a golf-centric suburb on the outskirts of Rosario, Argentina. Here, generous building plots have been doled out to aspiring suburbanites, with the nearby links intended as bait. The View House is different. For a start, it dispenses with any notion of conventional form. Instead, the total absence of pitched roofs and vernacular cues has resulted in a sculptural concrete form that appears to grow out of the flat landscape. Designed by Mark Lee of Los Angeles-based Johnston Marklee Architects and Diego Arraigada of Diego Arraigada Arquitecto, based in Rosario, the finished result is a generous 300 square metre home. The intention was to maximize the relationship with the terrain, and to achieve this the curved façade is punctuated by a series of generous windows, deeply recessed to provide solar shading and a place to sit. Carefully sited so as to create views that are unsullied by neighbouring houses, the scale of the windows is also deceptive, effectively shrinking the perception of the house's overall size. Inside, the aesthetic shifts and the space literally opens up. Thanks to white plastered walls, elegantly formed to accommodate curving walls and ceilings, and multiple levels, the interior is a labyrinth of vistas, slopes and unexpected reveals, all the way up to a roof deck. It's also smooth, cool and calm, in stark contrast to the rough concrete texture of the exterior. The architects arrived at the final form by interpreting local planning demands their own way, dismissing the conventions of front and back to create an object that is read in the round, a piece of simple geometry intersected by basic forms. Not only has the house created an enhanced environment for the owners, but arguably improved its neighbours's views. Few structures are so aptly named. 3 December 2009 | Architecture in http://www.wallpaper.com/architecture/interactive-floorplan-view-house-argentina/4129 View House by Johnston Marklee and Diego Arraigada Arquitecto, Argentina29Sep09 Here are some pictures of a house, called ‘View House’ located in Rosario, Argentina and designed by American practice Johnston Marklee and Argentinian practice Diego Arraigada Arquitecto. The design aims to allow the occupant to enjoy as much as can from the surrounding views on all sides of the house without loosing some privacy. Interesting about the interior is a spiraling staircase that leads to the roof as you can see on the pictures below by Gustavo Frittegotto. Some text from the architects: The View House is designed under conditions generated by both the potential and limitations of large suburban developments. Situated near Rosario on the vast landscape of the Argentine plains, the 3200 sq foot house occupies a 22,750 sq foot parcel. The design is driven by two conflicting desires: engaging the living experience of the house with the views of the surrounding landscape and preserving privacy from neighboors. Planning demands and the unique position of the peripheral corner lot demanded a specific approach to the massing of the house and its engagement with the landscape. A compact massing strategy with a minimal footprint liberates and preserves the ground, defining a two story structure. By denying the traditional front, side, and rear yard designations, and instead intensifying the facade as a surface that continuously modulates the relationship of interior to exterior, the perception of the house unfolds through a sequence of oblique views where every surface of façade becomes primary. The formal and tectonic complexity of the house results from the repetition of four basic geometric subtractions from a primitive mass that create a dynamic exterior shape perceived simultaneously as embedded and lofted, cantilevered and slumped. In the interior, these operations define a continuous and modulated space that spirals upwards from the ground level to the roof terrace in a sequence of living areas. The four geometric subtractions have differentiated volumetric impressions on the inside of the house, each of which, together with a contiguous aperture, results in an interior landscape of paired surfaces, views, and lighting effects. The rotational strategy for the apertures results from the framing of desirable landscape features, the anticipation of neighboring developments and the choreography of internal circulation. The reduction of electric and HVAC demands by facilitating cross ventilation and natural light have also been taken into consideration. Varying in height, orientation, and depth, each framed opening captures a distinct view, providing alternating relationships between interior and exterior. The layering of subtractions and apertures also relates to the tectonic demands of the overall concrete shell. As a culmination of the internal circulation along a path of 360º, a flight of steps leads up to a panoramic roof deck, from which the expansive surrounding landscape can be perceived from a new height. The rough concrete shell of the house was built using traditional local techniques and its form and finish retain the impression of the means and methods of its construction. In contrast, the interior of the house is smooth and polished in nature. Lightly hued terrazzo floors on the first floor are distinguished from the smooth plaster walls only by a degree of reflectivity and polish. The black window frames punctuate the views and define a contrast with the white interior atmosphere. In more intimate, private spaces, Lapacho wood covers the floors creating a new contrast with the walls and ceilings. Photos by Gustavo Frittegotto in http://archide.wordpress.com/2009/09/29/view-house-by-johnston-marklee-and-diego-arraigada-arquitecto-argentina/
  9. ArchitectureIn Washington, a Different Kind of Bubble Sign in to Recommend By NICOLAI OUROUSSOFF Published: December 14, 2009 I’ve never stepped onto the National Mall without feeling a mix of emotions — reverence, a flash of national solidarity, a feeling of loss — but pure delight has never been one of them. That may soon change. For the last several months the newly appointed director of the Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Richard Koshalek, has been quietly at work on a plan to erect a 145-foot-tall inflatable meeting hall that would swell out of the top of the internal courtyard of the museum, which sits on the Mall midway between the White House and the Capitol. Designed by the New York firm Diller Scofidio & Renfro, the translucent fabric structure, which would be installed twice a year, for May and October, and be packed away in storage the rest of the time, would transform one of the most somber buildings on the mall into a luminous pop landmark. It could be the most uplifting work of civic architecture built in the capital since I. M. Pei completed his East Building of the National Gallery of Art more than 30 years ago. But it is what the project is intended to house, and to represent, that has the potential to shake up Washington. For decades government power brokers have dismissed much of contemporary culture as a playground for elites. Mr. Koshalek’s vision would challenge that mentality by using performing arts, film series and conferences to foster a wide-ranging public debate on cultural values. Mr. Koshalek, who is known for his bubbly enthusiasm, has been a champion of architectural causes since his days as the director of the Museum of Contemporary Art, Los Angeles, in the late 1990s, when he helped lead the drive to build the Walt Disney Concert Hall. Later he worked behind the scenes with the city’s government agencies and cultural institutions to hire respected architects for their new buildings rather than the kind of politically connected firms that were then the norm. He arrived at the Hirshhorn last April with a dual agenda: to raise the museum’s national profile and to put Washington in closer touch with creative life around it. Within weeks he was promoting his vision to legislators, museum directors and foreign cultural attachés. Yet the museum he took over offered its own set of challenges. Completed in 1974, the building was one of the last major projects designed by Gordon Bunshaft, a pillar of American postwar Modernism. Its gray, drum-shaped exterior, propped up on four massive concrete legs, has a bunker-like appearance that seems to keep the city at a distance. The cylindrical courtyard, which is slightly off center in an obvious attempt to offset its formal purity, has the eerie stillness of a set from an Antonioni film. And since the Hirshhorn is part of the Smithsonian Institution and stands on such sacred ground, any permanent addition would require the approval of the notoriously conservative Fine Arts Commission and the National Capital Planning Commission, a process that could take years. The beauty of a temporary structure, Mr. Koshalek realized, is that he would only need to consult with the members of his own board. The budget would be around $5 million, a relatively paltry sum by the standards of recent museum expansions, even in today’s rough economic climate. And the design’s extreme flexibility — it can be blown up at a moment’s notice, and the interior can be easily reconfigured — could allow the museum to respond nimbly to cultural issues of the moment. (Worst case, if it turned out that people hated it, it could be packed away forever.) The architects imagine the installation process as a performance piece in itself, something like watching event organizers blow up the balloons for the Macy’s Thanksgiving Day Parade. Two refrigerator-size air pumps would be used to inflate the baby-blue structure, which would fill the entire four-story courtyard and bulge out of the top. A smaller, globulelike form would swell out of the bottom of the building to create a public lounge overlooking the mall. The aura of lightness — of a building that seems ready to float off into the sky — is counteracted by the structural systems that hold the addition in place. A gigantic tube of water, like an inner tube, encircles the interior of the structure to weigh it down. A series of big steel cables, tethered to the inner tube at one end and to a roof-level truss at the other, would wrap several times around the translucent form as it rises through the core of the building, making it resemble an uneven stack of donuts or an act of ritual bondage. Most visitors would enter the structure through a short, tube-shaped corridor located at the seam between the lounge and the main courtyard space. In the current version of the design, which is still being refined, the lounge’s translucent blue skin becomes progressively more transparent at the base, so that visitors will be able to see out into the mall. The inner tube that would anchor this room’s outer edge serves as an informal bench. The main hall, by contrast, would be slightly more formal. A temporary stage would be built over the courtyard’s off-center fountain, with up to 1,000 seats arranged in a semicircle around it. Further up, a few transparent areas in the fabric would allow visitors occasional views of people up in the galleries. (Given the height of the interior, the architects might consider adding one or two levels of balcony space, which would add richness to the design and take advantage of what is now a four-story-tall void.) Will Mr. Koshalek’s vision succeed? It’s too soon to say. The project could become something Washington has never had: a real democratic forum for the debate of cultural issues as varied as, say, Hollywood morals and the impact of fundamentalism on the arts. It could also, of course, become a political punching bag. The structure itself, if it is ever built, will be part of a long tradition of architects seeking to tap into the energy and accessibility of popular culture. It includes projects like Archigram’s 1969 Instant City, which was partly inspired by the cheap, ethereal structures of postwar Los Angeles, and Peter Cook’s 1968 Ideas Circus, an informal think tank enclosed underneath a big dome that could be packed up in trucks and moved from city to city. Like those earlier models, the Hirshhorn project is informal, egalitarian and free of conventional hierarchies. It aims to provide an elastic framework for a more inclusive culture, one that is in a continual process of reinvention. At a time when Washington is focused on practical issues of survival, from health care to the war in Afghanistan, it would also provide a sanctuary for speculating on the nature of the civilization we are building. in http://www.nytimes.com/2009/12/15/arts/design/15hirshhorn.html?_r=1&scp=2&sq=architecture&st=cse
  10. "Bauhaus 1919-1933 : Workshops for Modernity", Museum of Modern Art, 11 West 53 Street, New York. Jusqu'au 25 janvier 2010. Tél. : (00-1)-212-708-940. Catalogue, sous la direction de Barry Bergdoll et Leah Dickerman, éd. MoMA, 344 p., 75 $ (environ 50 €). Critique L'épopée du Bauhaus, laboratoire de toutes les modernités LE MONDE | 17.12.09 | 14h41 New York Envoyé spécial L'exposition que le Musée d'art moderne de New York (MoMA) consacre au Bauhaus épate d'abord par l'avalanche de noms célèbres, qui, dans l'Allemagne de l'entre-deux-guerres, sont passés par cette école d'art, y ont enseigné, ont inventé une esthétique de la modernité qui a bouleversé les rapports entre l'art, l'industrie et le monde. Sur le même sujet Walter Gropius, Lyonel Feininger, Vladimir Kandinsky, Paul Klee ouvrent la marche. Difficile d'oublier les deux derniers, peintres fétiches des musées d'art moderne. Les deux premiers, auteurs en 1919 du manifeste du Bauhaus, restent adulés par les amateurs de l'architecture, du design, du graphisme. Dans ce stupéfiant bottin, citons encore Marcel Breuer, Joseph Albers, Oskar Schlemmer, Lazlo Moholy-Nagy, Marianne Brandt, Johannes Itten... Cette école n'aura vécu que quatorze années, entre 1919 et 1933, date à laquelle les nazis, à peine arrivés au pouvoir, décident de la fermer. Elle a connu trois sites successifs : Weimar, Dessau et Berlin. Et trois directeurs : le fondateur Walter Gropius, Hannes Meyer et Ludwig Mies van der Rohe, qui sont trois architectes. Mais ce n'est qu'en 1928 que cette discipline entrera dans l'enseignement de l'école. Bauhaus ? Bau : construction. Haus : maison. Dans cette école d'art universelle, professeurs et élèves étaient supposés travailler au même rêve de mariage entre les arts et l'industrie, "l'art et la technique", dit le manifeste initial, association qui rejoint l'idée de l'architecte Le Corbusier : permettre au fonctionnalisme de rejoindre l'esthétique. Ainsi, la production de l'école est devenue mouvement multiforme, qui mêlait architecture, graphisme, design, photographie, costume, danse... Plus qu'un mouvement, une épopée, à laquelle on prête volontiers toute la fécondité des modernités du XXe siècle, mais qui reste difficile à cerner. Avant toute spécialisation, les professeurs ont le titre de "maître de forme" dans cette école où le compagnonnage tient lieu d'autorité. A son ouverture, Walter Gropius, 36 ans, se décarcasse pour faire tourner une machine où la jeunesse n'est pas le moindre gage d'une remise en cause permanente. Les dissensions sont monnaie courante, parfois inspirées par la xénophobie et l'antisémitisme. Ce ne sont pourtant pas ces dissensions, mais les nazis qui tueront l'école en 1933. Assez tôt pour que beaucoup puissent fuir à New York, Tel-Aviv, Zurich, Paris... Le MoMA avait déjà présenté une exposition sur le Bauhaus en 1938, année où Mies van der Rohe, un des géants du siècle, quitte l'Allemagne pour Chicago - faute, dira-t-on, de pouvoir rester dans le jeu architectural. En France, il faut remonter à l'exposition du Musée des arts décoratifs, en 1969, pour retrouver une exposition consacrée à cette pépinière. L'Allemagne a présenté avant New York ce nouvel hommage au Bauhaus, mais en le répartissant sur les trois villes historiques - Weimar, Dessau et Berlin - et avec moins d'oeuvres. L'apparent désordre de l'accrochage new-yorkais, lié à la diversité des oeuvres, cache un parti pris simple et efficace : montrer dans la chronologie ce que furent ces "ateliers de la modernité" (sous-titre de l'exposition). Sa vertu est de réunir en un seul lieu un nombre exceptionnel d'oeuvres ou d'exercices significatifs de l'enseignement "partagé" par les professeurs et les élèves. Si tout n'est pas limpide dans une exposition économe de textes, la juxtaposition des oeuvres peut expliquer pourquoi l'architecture était en retrait dans l'enseignement. Prenons le tableau sans doute le plus emblématique des "styles" de l'école : L'Escalier du Bauhaus, peint par Oskar Schlemmer en 1932. La peinture est aussi lumineuse que l'édifice. On y voit des jeunes femmes, vêtues à l'identique, à l'exception des couleurs de leurs pulls (bleu, noir, rouge, blanc), à la fois vivantes comme des danseuses et immobiles comme des marionnettes, référence au Ballet triadique imaginé par Schlemmer sur une musique de Paul Hindemith, en 1922. Ainsi peut s'expliquer le caractère figuratif du tableau, peu en accord avec l'enseignement du Bauhaus. On en retient surtout la volonté de symbiose entre les arts - ici l'architecture, la peinture, la danse, les recherches sur la couleur, la musique (en toile de fond), symbiose idéale de l'école. L'Escalier prendra la route des Etats-Unis. Il entrera dans la collection de l'architecte Philip Johnson, alors directeur du département d'architecture du MoMA, auquel il finira par le donner. Lui-même deviendra bientôt un disciple de Mies van der Rohe. Tout finit par se croiser, s'entrecroiser, se mêler dans une production qui laisse s'entrechoquer les recherches géométriques pures et dures, le travail sur les coloris, des penchants gothiques voire organicistes, les souvenirs tout proches du mouvement anglais Arts and Crafts (arts et artisanats) ou du Werkbund allemand, les idées des Hollandais du mouvement De Stilj, enfin tout ce qui finira par constituer le Mouvement moderne. Hors un formidable dessin de Walter Determann, qui représente une cité-jardin, l'urbanisme aura moins encore eu sa place dans l'enseignement que l'architecture. Cela n'aura pas empêché certains de rendre le Bauhaus coupable de toutes les malchances de l'urbanisme d'après-guerre. Ainsi doit-on lire avec la plus extrême méfiance l'ouvrage de Tom Wolfe, From Bauhaus to Our House, paru en 1981 (Il court, il court le Bauhaus, Ed. Mazarine), pamphlet de la plus gratuite méchanceté. in http://www.lemonde.fr/culture/article/2009/12/17/l-epopee-du-bauhaus-laboratoire-de-toutes-les-modernites_1282081_3246.html#ens_id=1282157
  11. REPORTAJE Niemeyer, poeta del hormigón armado La Fundación Telefónica recorre la obra del arquitecto brasileño ÁNGELES GARCÍA - Madrid - 18/09/2009 Las formas de la mujer, la ciudad de Río y los vaivenes de la política son las curvas que han inspirado la monumental obra, en generosidad y en tiempo, de Oscar Niemeyer (Río de Janeiro, 1907). Una obra en la que, así lo decidió el artista un buen día, la vida manda sobre la arquitectura. Y esa premisa inspira sus 457 construcciones dispersas por todo el mundo. Entre otros, el primer edificio del artista en España, el Centro Cultural Internacional de Avilés (Asturias), hoy en construcción. Su fenomenal peripecia vital y ese rotundo compromiso con las curvas centran la exposición que le dedica hasta el 22 de noviembre la Fundación Telefónica de Madrid. En ella, dibujos, croquis, textos y fotografías cuentan una vida que ya surca rumbo a los 102 años. Lauro Cavalcanti, arquitecto y amigo de Niemeyer desde hace más treinta, ha sido el encargado de comisariar la exposición. Está convencido de que su trabajo es un calco de lo que hubiera querido contar Niemeyer. Cuenta que el artista se recupera de la rotura de una vértebra, pero que ni eso le impide seguir trabajando a diario en su estudio de Río de Janeiro. La exposición está montada para en el gran público, no para los técnicos. Se muestra la obra en orden cronológico, junto a paneles explicativos que dan cuenta de las circunstancias en las que se ejecutó la construcción. En el arranque del recorrido, un manifiesto enviado desde Río por Niemeyer, da cuenta de su pensamiento. De entrada, advierte que no cree en una arquitectura ideal porque sería la repetición, la monotonía. "Cada arquitecto", dice, "debería tener su propia arquitectura. Aprecio las cosas diferentes". En este punto, el comisario explica que cuando el alemán Walter Gropius visitó la casa de las Canoas, hoy sede de la Fundación Niemeyer y entonces vivienda familiar, objetó que sería muy difícil hacer otra casa similar. "Yo soy único", respondió Niemeyer "y mi casa tiene que ser única". La revolución de las formas instigada por Niemeyer está ligada a su descubrimiento de la capacidad moldeable del hormigón armado. Así se puede ver desde sus primeros trabajos fechados en 1936, como la sede del Ministerio de Educación en Río. Aunque es con el proyecto de la sede de la ONU, en 1940, cuando ensaya a fondo con las posibilidades del hormigón. El modernismo de Niemeyer está caracterizado por su famoso culto a la curva, pero también, precisa el comisario, por su afán de integrar sus construcciones con el entorno. La vegetación está siempre integrada y es cómplice de los edificios y del uso que se les va a dar. Las grutas naturales, por ejemplo, forman parte de sus edificios más emblemáticos. El conjunto arquitectónico, sede de la Bienal de SãoPaulo, es un claro ejemplo de esta forma de trabajar. El propio Niemeyer ha querido que la exposición muestre detalladamente su forma de trabajar. Antes de construir, dibuja y escribe mucho. "Hasta que la idea no está clara sobre el papel" dice Lauro Cavalcanti, "no empieza a trabajar con el edificio". Por eso la muestra recoge numerosos esbozos de gran tamaño de lo que luego serían sus edificios más populares. ¿De qué edificio se siente Niemeyer más orgulloso? Cavalcanti cree no equivocarse al señalar la sede parisina del Partido Comunista realizada en 1965 durante sus años de exilio en Francia. "Siempre ha agradecido que el entonces presidente Charles de Gaulle le permitiera trabajar como un técnico francés más. También está muy satisfecho de todo lo construido en Brasil". ¿Sigue Niemeyer teniendo un pensamiento de izquierdas? "Totalmente", responde el comisario. El primer edificio que Niemeyer ha creado para España, el centro cultural de Avilés, es también una forma de mostrar sus últimos ensayos tecnológicos. En él ha utilizado la silicona para conseguir eludir las líneas rectas en las cúpulas.Con casi 102 años, el artista "aún trabaja cada día", dice el comisario in http://www.elpais.com/articulo/cultura/Niemeyer/poeta/hormigon/armado/elpepicul/20090918elpepicul_6/Tes REPORTAJE: VIAJE El São Paulo de Niemeyer JUAN MANUEL BONET 03/02/2008 Una megalópolis y un arquitecto muy especiales. Seguimos la huella de Niemeyer, que ha cumplido cien años, en la mayor ciudad brasileña. Con dos guías de lujo. Por Juan Manuel Bonet. Fotografía de José Manuel Ballester En el alba pálida, desde el taxi que nos conduce de Garulhas al centro de São Paulo, mientras le voy contando algo de los parajes que atravesamos, Ballester empieza a cazar imágenes al vuelo. Luego lo veré construyendo esas fotografías meditadas al milímetro que son su especialidad. Compatibles con estas otras veloces: como apuntes de pintor. Voy garabateando mis propias notas. Las primeras instantáneas del arrabal terminan teniendo un aire muy de Buenos Aires. Entrevemos el viaducto do Chá y algunos de los rascacielos que bordean la autopista que cruza el centro. También esos edificios estrechos y verticales, de estilo híbrido y nombres pomposos –de Versalles para arriba–, que fueron, en su día, lo más. Proliferación de graffiti como cuneiformes, que ya me habían llamado la atención en mis viajes anteriores. El primer día, por la tarde, tras una visita a Dan y un almuerzo con Peter y Flávio Cohn en A Figueira –empezamos con buen pie, ya que este restaurante propiedad de un gallego de Monforte, con su higuera, sus cristaleras, su botellería tan Bijou (Carlos Pazos), sus bebidas, sus manjares, es “pura felizidade”–, decidimos que nuestra primera visita sea al Copan. Una de las obras maestras del hoy centenario Oscar Niemeyer. La cumbre del estilo brasileño fifties, orgánico: una serpiente de 34 plantas, en pleno caos, en pleno laberinto urbano. Los bajos, muy deteriorados, albergan una popular cafetería. El administrador nos sube hasta la 32. Mi vértigo se dispara. Por una escalera de caracol que da al vacío, Ballester sube hasta la 34: el helipuerto, un plano sin barandilla, en las espectaculares fotografías sobre fondo de cielo de tormenta, como una alfombra voladora sobre Pauliceia desvairada, como rebautizara a su ciudad natal Mário de Andrade, uno de los padres del modernismo paulista y el alma de Klaxon. Mári o de Andrade, amigo de Blaise Cendrars, el primer entusiasta, en 1924, de la metrópolis ultramoderna. Klaxon: presencia del klaxismo, en Ismos (1931), de Ramón Gómez de la Serna. A lo largo de nuestra estancia, volveremos una y otra vez al Copan, convertido por Ballester en el auténtico centro de su fotovisión paulista. Todos los días lo saludaremos de lejos, igual que al seudo-Martinelli, que a la postre resultó ser el Banco do Estado de São Paulo. Casi a la sombra sinuosa de la serpiente, en medio de la paz dominical, repentinamente nos veremos casi envueltos en una teatral pelea de travestis: el único momento de peligro. (Peligro. Miseria. Imaginamos otras visiones de São Paulo: esto, para Andrés Serrano; esto, para Salgado; esto, para Bruce Weber...). Niemeyer, de nuevo, en los edificios de la Bienal. Fantásticas las despojadas, esenciales fotografías que Ballester toma del interior de la Oca, un espacio galáctico, marciano, de un minimalismo compatible con lo orgánico, algo que también sucede, hoy, en las esculturas de Ernesto Neto. Fantásticas también las de los porches. Nos acostumbramos a frecuentar, cerca, un quiosco donde parten, con machete, cocos verdes, de agua tan refrescante. Tras los pasos de Gregori Warchavchik. Este ucranio formado en Italia fue el primero en hacer, aquí, arquitectura funcionalista. Cuando mi primera visita, su propia casa modernista estaba en ruinas. En Madrid, yo se la había vendido a Ballester como una suerte de ruina maya de Yucatán. Hoy la restauran, así como el umbrío jardín tropical que la rodea, obra de su mujer, Mina Klabin; perdió la magia arqueológica, pero felizmente será centro de documentación arquitectónica. También conocía la vecina casa estudio –hoy museo– del pintor lituano Lasar Segall, para el cual su concuñado proyectó un espacio especialmente acogedor. Visitamos ambos lugares. En el primero, abundante cosecha de imágenes, algunas, en movimiento: sonido de pájaros... y de reactores despegando o aterrizando en Congonhas. Un raro: Flávio de Carvalho. Pintor expresionista, arquitecto, hombre de teatro, inventor de un traje para el hombre tropical. Uno de sus chalets redondeados, estilo barco, en el barrio de Jardims, luce un cartel que indica que se alquila. A los Cohn, cuya galería está a dos pasos –gran barrio Jardims: tiendas de moda de la rua Óscar Freire y adyacentes, restaurantes, el hotel Emiliano, librerías a la última o de viejo (sebos)–, les propongo, soñando, montar juntos en ese chalet una “oficina modernista”. No conocía la Ciudad Universitaria. Menos espectacular que la de Caracas, en ella abundan los espacios hermosos como la plaza del antiguo Rectorado, con su monumental columna. Nos retiene, sobre todo, un edificio de donde no hay modo de arrancar a Ballester, que sube y baja a la carrera, cámara en ristre: la Facultad de Arquitectura, obra tardía de Vilanova Artigas, cerca de la cual nos maravillan unos árboles con flores de un amarillo único. Más sitios. La pinacoteca do Estado y su reforma (años ochenta) por Paulo Mendes da Rocha; saludamos al paso a Tarsila do Amaral, representada en la colección por uno de sus maravillosos cuadros del período antropofágico; en la librería, doy con el reciente diario paulista de Jürgen Partenheimer, titulado Copan, de cubierta naranja y verde, y donde sale mucho el emblemático edificio de Niemeyer: durante el mes que pasó aquí, el alemán residió en él. También de Mendes da Rocha el aéreo pórtico en la Praça do Patriarca. Cerca, al fin, el auténtico Martinelli –no gran cosa, pero histórico: el primer rascacielos o aranhaceus, paulista– y el ciertamente impresionante Banco do Estado de São Paulo. El Estadio Municipal, tan thirties, tan metafísico. La fábrica de Lina Bo Bardi, reconvertida en centro cultural, animadísimo. Factorías antañonas, entre ellas, la de la cerveza Antarctica, cerca de unas vías del tren; y un poco más allá, en una placita arbolada, una blanquísima iglesia déco: todo esto me trae de nuevo a la memoria el extrarradio literario y deprimente de Buenos Aires. En la avenida Paulista, tan energética, el Museu de Arte de São Paulo (MASP), también de Lina Bo Bardi –el director era su marido, P. M. Bardi: esta pareja italiana dejó una huella profunda en la cultura moderna brasileña–, y debajo su porche minimalista, sede los domingos de un pequeño rastro, donde compramos fotografías originales del francés Marc Ferrez, el gran nombre del ochocientos carioca. Lina Bo Bardi: un mito. Ballester, que se queda una semana más, verá la residencia de la pareja, la Casa de Vidrio: ya no estaban los cuadros de Morandi, pero sí las pilas de diarios como de la víspera, la biblioteca, la monumental nevera de época... Mi estancia termina por donde empezó: en A Figueira, o, insisto, a felizidade. Descubrimiento de la caipiriña de maracuyá. El propio espacio central del restaurante, y la higuera, y la botellería, pasan al registro de imágenes. in http://www.elpais.com/articulo/portada/Sao/Paulo/Niemeyer/elpepusoceps/20080203elpepspor_5/Tes REPORTAJE El siglo curvo de Oscar Niemeyer El arquitecto que inventó la ciudad de Brasilia cumplió ayer 100 años ANATXU ZABALBEASCOA - Madrid - 16/12/2007 Vota Resultado 246067 votos Odia el ángulo recto tanto como el capitalismo. Oscar Niemeyer, que cumplió ayer 100 años, ha sido un comunista convencido y un arquitecto atípico: nunca ha pensado que la arquitectura pudiera cambiar el mundo. "Para cambiar la vida de los pobres hay que salir a la calle y protestar", asegura. En los últimos días, el ático con vistas a la Playa de Copacabana desde el que defiende a los desheredados ha visto circular al embajador ruso, que le llevó el collar de la unidad de los pueblos, al presidente Lula, que le impuso la Medalla al mérito cultural y a un enviado de Nicolas Sarkozy, que le impuso la Legión de Honor. El arquitecto Oscar Niemeyer, condecorado con la Orden de las Artes y las Letras de España El arquitecto brasileño celebra sus 100 años en plena actividad creativa - Artífice de la ciudad de Brasilia, pocos creadores cuajan una obra capaz de representar el espíritu de su país y menos mantienen, inquebrantable, un perfil tan obcecado. Niemeyer no acudió a recoger el Pritzker que le concedieron en 1988. Tampoco el Príncipe de Asturias del año siguiente. Tiene miedo a volar. Puede parecer una anécdota, pero es un rasgo de carácter en alguien que, durante años, y para construir la capital del país, recorrió en coche los más de mil kilómetros que separan Brasilia de su piso en Rio de Janeiro. Desde la terraza, Niemeyer alarga la vista para atisbar las curvas de las bañistas y las montañas que luego lleva a sus diseños. Frente al mar, más allá del Pan de Azúcar, puede ver el platillo volante de su Museo en Niteroi. Y en la misma ciudad, pero muchas estaciones de metro tierra adentro, están sus monumentos a los obreros huelguistas y los campesinos sin tierra. Niemeyer fue un carioca desocupado y bohemio que decidió estudiar cuando, a los 21 años, se casó con Annita, una inmigrante italiana con la que compartiría éxitos, exilio y una hija. Siendo estudiante, conoció a Le Corbusier y a Lucio Costa, el urbanista al que llamaría para dibujar Brasilia en los años 50. Desde que, en 1945, donara su despacho para montar la sede brasileña del partido, ha sido también un comunista autor de hermosas iglesias, como la de San Francisco en Belo Horizonte, que tardaron 16 años en consagrar porque tenía un aspecto irreverente. Por ese carné, le han negado varias veces el visado para Estados Unidos. Y aunque en 1939 desembarcó para levantar el pabellón brasileño en la Feria de Nueva York, no consiguió entrar para dar clase en Yale ni para convertirse en decano de Harvard. De Gaulle promulgó un decreto que le permitió construir en Francia el tiempo que la dictadura militar lo obligó a exiliarse en París. Allí levantó la sede del Partido Comunista. Y esa conexión política lo llevó a construir la Editorial Mondadori en Milán. Siempre ha defendido que la lucha política es más importante que la arquitectura y para homenajear a su abuelo, un ministro del tribunal supremo de quién dice haber heredado la solidaridad, sus últimos trabajos los ha firmado con su nombre completo Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer. "Mi abuelo fue un hombre útil y murió pobre. Qué orgullo", ha dicho. Su receta para la eterna juventud es actuar como si tuviera cuarenta años. Hace dos, se casó con su secretaria de sesenta. Y hoy, además de en Avilés, construye un auditorio en Ravello, un parque acuático en Postdam y la Plaza del Pueblo en Brasilia. Todo sin moverse ya de Copacabana. Convencido de que deben erradicarse las desigualdades, quiere que se le recuerde como "un ser humano que pasó por la tierra como los demás". Felicidades. in http://www.elpais.com/articulo/cultura/siglo/curvo/Oscar/Niemeyer/elpepicul/20071216elpepicul_3/Tes
  12. Projectos De matadouro a museu por Cláudia Melo13 Dezembro 2009 De matadouro a museu Um exemplar característico da arquitectura industrial do último quartel do século XIX vai passar a abrigar o museu municipal da cidade de Moura, depois de sujeito à intervenção proposta pelo arquitecto José Maria Ventura Trindade, vencedor do concurso público para a fase inicial de estudo prévio. Localizado em São João Baptista, na periferia da urbe alentejana, estava desactivado há cerca de 90 anos da sua função original e apresenta condições privilegiadas para a actividade que se lhe destina agora. O edifício, onde funcionou o matadouro municipal até ao final dos anos 80, foi sendo progressivamente adulterado. Acrescentaram-lhe um cais para desembarcar o gado - quando este passou a ser transportado não à mão ou de carroça, mas por veículos - e chegou a servir, por um determinado período, de estaleiro camarário. Destinado a integrar a Rede Portuguesa de Museus, o futuro museu receberá o acervo do actual, nele ficando instaladas as exposições permanentes, além de haver espaço também para exposições temporárias. O IPPAR, que se encontra em vias de classificar o imóvel, impedindo assim futuros atropelos, define deste modo o património em causa: "Construído em finais do século XIX (…) constitui um exemplar característico da arquitectura industrial da época. O conjunto de linhas harmoniosas é composto por três corpos distintos. No interior, merecem destaque os elementos decorativos, como os painéis de azulejos e os florões de estuque, que contrastam vivamente com o carácter funcional" do edifício. Para o arquitecto, a proposta de adaptação do edifício representa uma "radical transformação de valores: a um sentido iminentemente funcional, sobrepõe-se agora um programa funcional, aliando cultura e lazer". O projecto vencedor de Ventura Trindade teve por conceito base "devolver à estrutura existente o carácter austero e essencial que define o conjunto 'fabril', subtraindo divisórias e adornos sobrepostos ao longo do tempo" e assim "retomando a simplicidade original como valor intrínseco da estrutura". A estratégia da equipa consistiu em estudar e analisar a tipologia "unidade industrial novecentista" e adaptá-la à sua nova finalidade: "No progressivo conhecimento dos espaços da antiga indústria e nos seus sistemas de funcionamento, encontrámos algumas das estratégias a reutilizar na construção do museu". Como resultado, o projecto resulta extremamente simples e claro: o sentido industrial ou fabril da génese do edifício é preservado na manutenção dos espaços de grande volume e área; as zonas técnicas e administrativas são colocadas no perímetro dos edifícios: os painéis de azulejos e os florões, que conferem um singular toque de doçura ao imóvel, são apresentados como fazendo parte do conjunto de elementos que o Museu pretende apresentar o público. Com a proposta de Ventura Trindade fica assegurada a dupla valência de preservação do imóvel e de criação de condições para a melhor apresentação do espólio de que Moura é depositária e responsável. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1446216&seccao=Arquitectura
  13. Urbanismo Saiba porque 2010 pode ser o ano da reabilitação urbana Elisabete Soares 14/12/09 00:05 O Parque das Nações é um exemplo de referência de reabilitação urbana de grande escala. Comunidade Empresários e entidades públicas estão a criar mecanismos para apoiar a reabilitação. O próximo ano pode ser o arranque definitivo de um mercado de reabilitação urbana a séria. A nova lei da reabilitação urbana foi aprovada e com ela trouxe uma série de benefícios fiscais para quem reabilitar; a Câmara Municipal de Lisboa está a criar uma série de mecanismos para incentivar a reabilitação prédio a prédio (ver página ao lado) e agora a Associação Empresarial de Portugal (AEP) está empenhada em criar um ‘cluster' da reabilitação. Contudo, este projecto quer mobilizar todos os agentes do mercado, incluindo proprietários, autarquias, empresas e associações, a Administração Central e os organismos públicos. A ideia lançada pela AEP e apresentada num seminário recente encontra-se em preparação, já que o objectivo é lançar um projecto bem estruturado. Paulo Nunes de Almeida, vice-presidente da AEP e um dos dinamizadores deste ‘cluster', considera que esta iniciativa terá um efeito multiplicador para a economia nacional e não irá contribuir para o nosso endividamento externo, tendo em conta que o ‘know-how' necessário é português. "O essencial do ‘know-how', da tecnologia, dos materiais a incorporar, do tipo de empresa a envolver, quer na componente da construção/reabilitação quer pelos importantes serviços que lhe estão associados, engenharia, arquitectura, energia e eficiência energética, gestão e dinamização cultural, indústrias criativas, entre muitos outros, são de base nacional e não irão contribuir negativamente para o nosso endividamento externo, ou do lado da despesa, via importações para o agravamento do nosso défice comercial face ao exterior", alerta. O responsável da AEP acredita que um projecto desta envergadura "contribuirá para vencer a actual crise económica e ajudará a promover um modelo de desenvolvimento sustentado para o País". Este projecto terá ainda capacidade "para alocar recursos, que sabemos cada vez mais escassos, para aquelas áreas ou sectores que melhores resultados possam gerar e que mais agentes possam envolver", considera. A AEP alerta, no entanto, para a necessidade do "reconhecimento institucional da importância deste ‘cluster', do apoio à sua promoção, como um veículo fundamental para o aumento da competitividade da economia e em particular das PME, que são os principais ‘players' desse mercado". Os beneficiados serão de áreas tão diversas como o turismo, indústria cultural, valorização do património, ordenamento do território ou a promoção da segurança pública e da eficiência energética. "O cluster da reabilitação é uma aposta estratégica com futuro e um contributo inestimável para um modelo de desenvolvimento mais sustentado", alerta Paulo Nunes de Almeida. O que se pretende com o cluster "A coluna vertebral do cluster da reabilitação urbana desenvolve-se a partir de um elemento comum e unificador entre as empresas e entidades, públicas ou privadas", explica José Carlos Marques da Silva, consultor da AEP na elaboração do projecto. O objectivo é conseguir "a aglomeração de vários intervenientes, com interesse e posicionamento nesse mercado, ou que nele operam, em conjunto, criar estratégias de cooperação empresarial que consolidem e ampliem o mercado da reabilitação urbana, aumentando o volume de negócios e promovendo a qualificação dos seus agentes e dos serviços a oferecer. De acordo com os Censos de 2001, em Portugal existem 329 mil prédios a necessitar de reparações médias, 92 mil prédios que se encontram muito degradados e 163 mil que precisam com urgência de grandes reparações. Este é o quadro real da situação em que se encontram os centros das cidades portugueses, e que apesar de todas as medidas tomadas pelos últimos executivos Portugal continua a ser um dos países da Europa que menos tem investido na reabilitação. "O difícil quadro financeiro actual, da parte do Governo central e dos municípios, inviabiliza algumas soluções nesta matéria, alerta Marques da Silva. Por isso é que é preciso fazer "acontecer a reabilitação urbana como uma das melhores vias para ajudar a promover um modelo de desenvolvimento sustentado para o futuro do país", sintetiza o consultor. in http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-porque-2010-pode-ser-o-ano-da-reabilitacao-urbana_76578.html
  14. Arquitectura: Oscar Niemeyer celebra hoje 102 anos Considerado um dos nomes mais influentes na arquitectura moderna, o brasileiro Oscar Niemeyer festeja hoje o seu 102.º aniversário com um almoço e um sarau junto à família e amigos próximos, no seu ateliê em Copacabana, Rio de Janeiro. (Veja vídeos no fim do texto) Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), com Lusa 16:30 Terça-feira, 15 de Dez de 2009 Oscar Niemeyer é autor de algumas das maiores obras de arquitecturas do mundo António Lacerda/EPA Aos 102 anos, completados hoje, Oscar Niemeyer não perdeu o ânimo nem a energia para o trabalho. O arquitecto brasileiro dedica-se actualmente a desenvolver o projecto da nova Marquês de Sapucaí, a famosa passarela do Samba prevista para 2011 no Rio de Janeiro, e já se dispôs a projectar um estádio de futebol no Brasil para o Campeonato do Mundo de 2014 a ter lugar no país. No dia 25 de Novembro, o arquitecto que ajudou a projectar a capital Brasília fez a sua primeira aparição pública após a recuperação, no lançamento da quinta edição da revista "Nosso Caminho", publicação que dirige com a sua esposa, Vera Lúcia. A revista trimestral sobre arquitectura, arte e cultura homenageia nesta edição o compositor Tom Jobim, um dos nomes que mais representam a música brasileira na segunda metade do século XX. Um livro, 1100 fotografias A data será comemorada não apenas no Brasil. Em Portugal, será hoje lançado o livro bilingue português-inglês "Olhar Niemeyer, Look at Niemeyer", no Centro Cultural de Belém em Lisboa. O livro, coordenado por Carlos Oliveira Santos, edição bilingue (Português/Inglês), contém um texto e um desenho inéditos de Siza Vieira e reúne imagens seleccionadas das 1100 tiradas por fotógrafos de 11 países que se candidataram a um concurso internacional realizado em 2007 pela Comissão para as Comemorações dos 100 anos de Oscar Niemeyer - Portugal. Apesar da idade avançada, Niemeyer, um dos grandes renovadores da arquitectura no século XX, trabalha diariamente no seu atelier com vista panorâmica para a Praia de Copacabana. O arquitecto desenhou a maioria dos prédios públicos de Brasília, como os Palácios do Planalto, da Alvorada, do Itamaraty, a Catedral, os edifícios do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional. Certa vez afirmou que não é o ângulo recto que o atrai, mas "a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida". A beleza de seu traçado levou as Nações Unidas a declarar a cidade de Brasília património cultural da humanidade em 1987. Um dos seus projectos mais recentes é o Museu Nacional de Brasília, uma cúpula com quase 90 metros de diâmetro, um mezanino e sobre ele uma rampa com 30 metros de balanço, que é um mirante da cidade. Obras mais importantes Nascido no Rio de Janeiro, Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho deu início à carreira no atelier de Lúcio Costa, o seu futuro parceiro na criação de Brasília, no terceiro ano de curso na Escola de Belas Artes. Niemeyer foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do betão armado. Alguns dos projectos importantes do arquitecto no Brasil são os conjuntos arquitectónicos da Pampulha, em Belo Horizonte, e do parque Ibirapuera, em São Paulo. No estrangeiro, destacam-se 15 prédios do bairro residencial de Hansa, na Alemanha, a torre da Defesa e sede do Partido Comunista Francês, em Paris, os anexos da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e uma urbanização no Algarve, em Portugal. Doutor honoris causa pela UTL Nos anos 60, Oscar Niemeyer concebeu o projecto para um conjunto de hotel, casino e centro de congressos no Funchal, Madeira, que acabou por ser concretizado cerca de dez anos depois. Conhecido pela aversão às viagens de avião, Niemeyer não veio a Lisboa para receber o esta prova de reconhecimento da academia portuguesa. Não o fez também aquando da grande exposição sobre a sua obra que atraiu muitos milhares de visitantes ao Pavilhão de Portugal no Parque das Nações, no Verão de 2001. Desde o passado dia 04, o arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer é doutor honoris causa pela Universidade Técnica de Lisboa (UTL). in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/553088
  15. Construção dos edifícios centrais do Parque Tecnológico de Óbidos arranca em 2011 Nacional 15/12/09, 16:10 OJE/Lusa Uma candidatura de 49,5 milhões de euros aprovada pelo Programa Operacional Mais Centro vai permitir ao Parque Tecnológico de Óbidos avançar com a construção dos edifícios centrais no início de 2011, disse hoje o responsável pelo Parque. "Durante o ano de 2010 vamos elaborar os projectos de arquitectura e especialidade, para no final do ano lançar o concurso e iniciar em 2011 a construção do edifício de gestão e instalação das empresas de base tecnológica" disse à agência Lusa Filipe Montargil, responsável pelo Parque Tecnológico de Óbidos. A obra, planeada há cerca de dois anos, entra assim "em velocidade cruzeiro" depois de o Programa Operacional Regional do Centro (Mais Centro) ter aprovado as candidaturas dos programas estratégicos para Parques de Ciência e Tecnologia apresentadas pelas Universidades de Coimbra e Aveiro. O programa da Universidade de Coimbra (que integra os parques tecnológicos de Óbidos, Coimbra, Cantanhede e a incubadora do Instituto Pedro Nunes) representa um investimento de 49,5 milhões de euros, comparticipados em 23,5 milhões. Assumindo-se como "parceiro nuclear neste ecossistema de inovação", o Parque Tecnológico de Óbidos afirma-se, segundo Filipe Montargil, "como o único parque de ciência e tecnologia entre a zona de Lisboa e Coimbra e como um projecto de referência para a área das indústrias criativas, num eixo de cerca de 300 quilómetros". Além da comparticipação na primeira fase de infra-estruturação (já a decorrer) a comparticipação do Mais Centro irá "permitir avançar com investimentos estimados em mais de cinco milhões de euros", adianta o director do Parque. A par com a construção do edifício de gestão (Business Center) e da instalação de empresas de base científica e tecnológica, em fase de incubação (IEBT), a comparticipação irá ser aplicada nos arranjos exteriores e acessibilidades, num Laboratório de Educação Criativa, numa Unidade de Gastronomia Molecular, no Núcleo de I&D (investigação e desenvolvimento) de Chocolate e num Fab lab (Laboratório de Fabricação) a localizar no edifício de incubação. Com uma área de cerca de 1.000 m2, o edifício de incubação permitirá a instalação de "entre dez a 20 empresas que poderão usufruir de toda a estrutura de apoio do parque", sublinha Filipe Montargil. Os projectos são desenvolvidos pela Obitec - Associação Óbidos Ciência e Tecnologia entidade gestora do parque) que envolve, além do Município de Óbidos e da Óbidos Requalifica, E.E.M. (proprietária do loteamento do Parque Tecnológico de Óbidos), a Universidade de Coimbra, a Universidade Técnica de Lisboa, o Instituto Politécnico de Leiria, a Escola Técnica de Imagem e Comunicação e um conjunto de associações empresariais e de empresas. in http://www.oje.pt/noticias/nacional/construcao-dos-edificios-centrais-do-parque-tecnologico-de-obidos-arranca-em-2011
  16. Évora: consórcio liderado por Souto Moura ganha concurso para concepção de novo hospital por Agência Lusa, Publicado em 15 de Dezembro de 2009 Um agrupamento liderado pelo arquitecto Souto Moura venceu o concurso internacional para a concepção dos projectos de arquitectura e técnico das várias especialidades para o novo Hospital Central de Évora, foi hoje anunciado. A decisão foi hoje divulgada pela administração do Hospital do Espírito Santo, de Évora, na sequência do processo de análise das cinco propostas finalistas. O agrupamento vencedor do concurso é constituído por Souto Moura – Arquitectos, S.A., Pinearq S.L., Grupo JG Ingenieros Consultores de Proyectos S.A. e Manuel Abreu. Após a assinatura do contrato, segundo o hospital, vai iniciar-se a elaboração do projecto final e a preparação do concurso para a empreitada. A partir daquele momento, o vencedor terá 420 dias para entregar o projecto técnico, indicou o hospital que hoje decidiu a adjudicação ao concorrente vencedor durante uma reunião do conselho de administração. Segundo o cronograma do empreendimento, estima-se a conclusão da construção do Novo Hospital Central de Évora até ao final de 2014, sendo o custo total estimado em cerca de 94 milhões de euros. O Novo Hospital Central de Évora terá um edifício com uma área bruta de construção de 78.035 metros quadrados, sendo que o projecto prevê ainda 170.266 metros quadrados para espaços verdes e 1.605 lugares de estacionamento, com uma lotação variável entre 351 e 440 camas, sendo os quartos, na sua maioria, individuais. IN http://www.ionline.pt/conteudo/37737-evora-consorcio-liderado-souto-moura-ganha-concurso-concepcao-novo-hospital
  17. EB1 de S. João do Souto quer requalificar espaços Ensino autor Paula Maia contactar num. de artigos 222 A EB1 de S. João do Souto, situada no coração da cidade, assinalou ontem o seu 125.º aniversário com os olhos colocados no futuro. Considerada um dos ex-líbris do concelho, os responsáveis da escola pretendem que continue a contribuir para o crescimento da cidade, através da formação das próximas gerações. “Por aqui passaram inúmeras gerações e queremos que continue a passar mais e mais”, refere ao ‘CM’ Armindo Cancelinha, coordenador do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Lamaçães, ao qual a escola pertence, procurando dissipar eventuais dúvidas que nos últimos anos têm surgido sobre o futuro deste estabelecimento de ensino. “Tudo aponta para que a escola continue a ser uma realidade. O facto de ter diminuído, por imperativo legal, o número de alunos não significa que a escola por si só desapareça”, prossegue Armindo Cancelinha, no âmbito das comemorações do aniversário da escola. O futuro da EB1 de S. João do Souto deverá passar também por uma total requalificação das suas instalações centenárias. Pelo menos é isso que responsáveis do agrupamento e associação de pais pretendem. “Hoje exige-se muito mais. Os espaços têm que tem uma melhor qualidade”, diz o responsável do 1.º ciclo do Agrupamento de Lamaçães, adiantando que o agrupamento tudo fará junto das entidades competentes, nomeadamente da câmara de Braga, para que tal venha a acontecer. “Quere mos continuar a preservar este espaço, enquanto espaço de qualidade, de comunicação, de vida para a própria cidade”, afirma Armindo Cancelinha. As dificuldades ao nível das instalações começam desde logo pela arquitectura do edifício. “Era necessário definir espaços apropriados para algumas actividades, o apetrechamento das sa-las de aula e a criação de um espaço coberto onde os alunos pudessem conviver no intervalo, principalmente quando as condições climatéricas são adversas”, acrescenta Armindo Cancelinha. Por seu turno, o presidente da Associação de Pais da EB1 de S. João do Souto diz que as obras de requalificação já foram “prometidas” pela autarquia bracarense e que, inclusive, os pais já prepararam o plano de segurança da escola. Alunos foram os protagonistas O aniversário da EB1 de S. João do Souto foi protagonizado pelos alunos da escola que, a partir da varanda, janelas e entrada da escola, cantaram várias canções, presenteando a comunidade educativa e a própria cidade com as suas melodias. O repertório, constituído sobretudo por canções de Natal, teve início com o hino da escola e o hastear da bandeira. Os ensaios decorreram nas actividades de enriquecimento curricular, sob a orientação do professor de música. No final, professores, alunos, pais e pessoal auxiliar saborearam o bolo de aniversário oferecido pela associação de pais. IN http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=19581
  18. Arquitecto brasileiro desenhou edifícios para Chelas, no início dos anos 90 António Costa não vai desistir de projecto de Niemeyer em terrenos que tem ao abandono 16.12.2009 - 10:54 Por Ana Henriques O arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer comemorou ontem, de forma discreta, 102 anos de idade. O acontecimento foi noticiado em Portugal, até porque o mestre da arquitectura brasileira continua a desenhar. O que ninguém recordou é que o terreno de Lisboa onde esteve para surgir aquela que seria a sua única obra no país - Niemeyer nega a autoria do casino da Madeira - está ao abandono vai para uma década. Questionado pelo PÚBLICO sobre o assunto, o presidente da câmara, António Costa, diz que a autarquia "continua interessada em construir" o projecto em questão, concebido no início dos anos 90 para albergar a Fundação Luso-Brasileira. Nesse sentido, o município "continua à procura de entidades, nacionais e brasileiras, com quem possa estabelecer uma parceria" para levar por diante o trabalho de Niemeyer. António Costa assegura que a autarquia gostaria de ter na cidade uma obra do homem que se tornou conhecido no mundo inteiro pelas curvas sensuais que imprime ao betão armado. O projecto, no qual se empenharam figuras como Mário Soares, incluía, além do edifício-sede, um anfiteatro em forma de cilindro, uma zona comercial, espaços para exposições e biblioteca. Na quinta existia um palácio cuja reconstrução devia ter sido feita pela fundação, para nele instalar um instituto de formação de quadros dos países lusófonos. Situado em Chelas, o terreno de 16 mil metros quadrados na Quinta dos Alfinetes foi entregue pela Câmara de Lisboa à Fundação Luso-Brasileira para que esta ali fizesse a sua sede. Niemeyer não só ofereceu o projecto como fez algo inédito, recorda o então presidente da fundação, Pedro Rebelo de Sousa: viajou até Lisboa de avião, apesar do seu pavor de voar. A obra até começou, só que o milhão e meio de contos (7,5 milhões de euros) necessários para que prosseguisse nunca apareceram e os trabalhos pararam em 1999, estavam já feitas as fundações, o primeiro piso e várias colunas de ferro apontadas ao céu. "Não houve vontade nem empenho das autoridades portuguesas, dos diferentes Governos", observa Rebelo de Sousa. "E as empresas brasileiras que tinham prometido donativos foram entretanto privatizadas e entenderam que já não deviam contribuir". Goradas foram, também, as hipóteses de instalar no local outras instituições, como o Instituto da Cooperação. Têm dez anos os escombros do que devia ser a obra de Niemeyer em Lisboa. O ex-presidente da fundação considera o processo lamentável. Os terrenos foram devolvidos à autarquia em 2004, em troca de 750 mil euros, que serviram à instituição luso-brasileira para pagar as dívidas às construtoras. O local permaneceu vedado, ao abandono, até há cerca de ano e meio, altura em que vândalos rebentaram com as protecções para se apoderarem das placas de metal que ali existiam. Foi mais ou menos por esta altura que a Quinta dos Alfinetes se tornou também local de deposição clandestina de entulhos. "O local necessita urgentemente de voltar a ser vedado", reclama o presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Belarmino Silva. "A câmara deve resolver este assunto". in http://www.publico.clix.pt/Local/antonio-costa-nao-vai-desistir-de-projecto-de-niemeyer-em-terrenos-que-tem-ao-abandono_1414138
  19. Mercado do Livramento prestes a entrar em obras… Dois anos para requalificar edifício emblemático Nova página está prestes a ser virada no emblemático mercado municipal do Livramento. O edifício vai ser objecto de profunda requalificação, implicando 3,2 milhões de euros e perto de dois anos de obras. Câmara e comerciantes vão reunir-se para definir o funcionamento, provisório, durante o largo período. Teodoro João red.teodoro@osetubalense.pt A Câmara Municipal de Setúbal vai reunir “muito em breve” com os operadores do Mercado do Livramento por forma a definirem conjuntamente a melhor forma de funcionamento, provisório, deste que é o maior mercado municipal durante o largo período das obras - quase dois anos - de requalificação a que vai ser sujeito. A informação foi veiculada por fonte do gabinete da presidência do Município, que dá como garantido o Janeiro como mês de arranque da profunda intervenção. Trata-se de uma obra do Programa Integrado de Valorização da Zona Ribeirinha, no âmbito de uma candidatura liderada pela autarquia ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). O quadro que anuncia esta obra está afixado na fachada principal do Mercado, sito na avenida Luísa Todi. A abertura de concurso para as obras de requalificação do mercado foi aprovada em sessão pública camarária, em Abril passado e adjudicada, em finais de Julho, à empresa Alexandre Barbosa Borges, SA. O preço da empreitada é de 3,2 milhões de euros, e o prazo de execução está estipulado em 82 semanas, ou seja, quase dois anos para “nascer” o requalificado mercado do Livramento. O Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional comparticipa com o valor de 1,25 mil euros (41 por cento). A Associação de Comerciantes do Mercado do Livramento comparticipa com 250 mil euros (10 por cento). O restante (49 por cento) compete à Câmara Municipal. A intervenção contempla a reabilitação e/ou renovação dos elementos estruturais do edifício, a reorganização do espaço e a instalação de novas infra-estruturas e equipamentos de apoio à actividade comercial e de acolhimentos dos utentes e visitantes. A Câmara já fez saber que, após a montagem do estaleiro, no próximo mês, as obras no interior do edifício terão início em Fevereiro. A intervenção na estrutura exterior, cuja traça será mantida, bem como a parede interior de azulejos, só acontecerá após a conclusão dos trabalhos de interior. O projecto inclui, para além da melhoria de funcionalidade dos diversos operadores, novos sistemas de tratamento dos resíduos sólidos urbanos, substituição das redes de esgoto, águas, electricidade, gás e telecomunicações, e do condicionamento acústico e térmico, bem como, no topo sul (para a frente ribeirinha) de um amplo parque de cargas e descargas. HISTÓRIA O mercado do Livramento foi inaugurado a 31 de Julho de 1876 – há 133 anos – mas reconstruído entre 1920 e 1930 – há mais de 80 anos - tal como actualmente o conhecemos. A bela arquitectura Art Deco, os painéis de azulejos de neobarroco, que simbolizam a história de Setúbal, fazem daquele um espaço nobre, quer para compras quer para simples visita. Com a próxima intervenção de fundo neste mercado municipal, outra página – a terceira - será virada neste que é um dos mais centrais e emblemáticos edifícios setubalenses. in http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=421&id=14382&idSeccao=3245&Action=noticia
  20. Obras no Paço dos Duques de Bragança e no Castelo de Guimarães para a Capital Europeia da Cultura publicado 10:02 17 Dezembro '09 Guimarães, 17 Dez (Lusa)- O Paço dos Duques de Bragança de Guimarães vai realizar obras no edifício e no Castelo para melhorar as condições físicas e os espaços de exposição e participar na Capital Europeia da Cultura, 2012, revelou hoje o seu director. Obras no Paço dos Duques de Bragança e no Castelo de Guimarães para a Capital Europeia da Cultura António Pontes adiantou, em declarações à Lusa, que as obras no palácio do Paço - que englobam o museu - visam melhorar e reordenar os espaços expositivos e o sistema de legendagem e informação aos visitantes. A intervenção no Castelo de Guimarães, e no monte Latito que o rodeia, visa a consolidação de estruturas físicas, a melhoria das acessibilidades à torre de menagem nos espaços contíguos e a preparação do seu interior para a realização de exposições e concertos. in http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Obras-no-Paco-dos-Duques-de-Braganca-e-no-Castelo-de-Guimaraes-para-a-Capital-Europeia-da-Cultura.rtp&article=303893&layout=10&visual=3&tm=4
  21. Xangai 2010: Portuguesa PAL-AsiaConsult responsável pela construção do pavilhão de Portugal 17 de Dezembro de 2009, 15:11 Macau, China, 17 Dez (Lusa) -- A empresa portuguesa PAL Asiaconsult, sedeada em Macau, é a responsável pela construção do pavilhão de Portugal na Expo Xangai de 2010, um projecto de três milhões de euros cuja arquitectura estará a cargo de Carlos Couto, também radicado no território. Em declarações à agência Lusa, Rui Cernadas, responsável da PAL explicou que o projecto foi adjudicado na modalidade de "chave na mão", irá ocupar uma área de mil metros quadrados, um centro de negócios com cerca de 150 metros quadrados e terá elementos multimédia a cargo da empresa portuguesa Ydreams. "O arquitecto Carlos Couto é o responsável pela arquitectura do pavilhão e contamos também com a Ydreams para as animações multimédia que vão estar disponíveis", explicou Rui Cernadas sem revelar detalhes do pavilhão português na exposição da capital financeira da China. in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10468741.html
  22. Centro de Artes avança Por: João Carrega 17 de Dezembro de 2009 às 12:02h A construção do Centro de Arte Contemporânea de Castelo Branco é uma das apostas da autarquia. No orçamento para 2010 já estão reservados dois milhões de euros para a construção. No entender de Joaquim Morão, presidente da Câmara, aquela será uma das obras mais emblemáticas da cidade da sua história recente. Segundo apurámos, o edifício divide-se em quatro pisos, a saber: Piso -1 Entrada Principal; Piso 0 Pista de Gelo; Piso 1 Sala de Exposições e Auditório; e Piso 2 Sala de Exposições e Sala de Projecções. Uma estrutura imponente, com algumas semelhanças exteriores à Casa da Música do Porto, que "constituirá uma marca para a cidade e para a região. Será uma obra de referência, que apresenta uma arquitectura inovadora, também ela marcante para a cidade". Situada no prolongamento da praça da Devesa (Docas), em terrenos do antigo Quartel de Cavalaria, junto à Biblioteca, a nova estrutura apresenta uma arquitectura arrojada e moderna e tem a particularidade de ver agregada uma pista de gelo para patinagem. O investimento ultrapassa os seis milhões de euros. "Esta obra fazia parte do Plano Estratégico do Polis, mas não avançou por que na altura não tínhamos financiamento. Agora conseguimos esse apoio junto do Qren e vamos avançar com a obra”, explica o presidente da autarquia. Joaquim Morão reforça a ideia de que "esta é uma obra de grande dimensão, que vai atrair muito público à cidade e será um pólo de desenvolvimento cultural". Com a construção daquele espaço, o autarca explica que a rua que ainda divide a Devesa do espaço do antigo Quartel vai desaparecer, ficando assim uma praça contínua. O projecto de arquitectura é da autoria do arquitecto catalão Josep Lluis Mateo e integra os projectos de especialidades, com destaque para o projecto de acústica do auditório e projecto de iluminação decorativa do edifício. No entender da autarquia, a concretização deste projecto contribuirá para o desenvolvimento urbano, reforçando a articulação da cidade com a respectiva área envolvente e promoverá a qualificação do espaço urbano. in http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=210&id=18054&idSeccao=2230&Action=noticia
  23. Lisboa quer expandir "big bang" da Expo-98 à envolvente da gare Por Inês Boaventura Plano de Urbanização propõe acabar com o feudo dos automóveis na Avenida Infante D. Henrique e prevê intervenção na Quinta das Laranjeiras A intervenção na zona oriental de Lisboa, a pretexto da Expo-98, foi "um big bang" com efeitos semelhantes aos de "um cataclismo". E o Plano de Urbanização da Área Envolvente à Estação do Orienteambiciona expandir os efeitos do "big bang" a novos terrenos. Joan Busquets, autor do referido plano de urbanização, explicou ontem, naquela que foi a última conferência de um ciclo de divulgação de alguns planos de pormenor e de urbanização de Lisboa, que o seu projecto abrange uma área "quase tão grande" como o vizinho Parque das Nações. Fora isso, sublinhou o arquitecto que coordenou o urbanismo de Barcelona, são duas áreas "completamente diferentes". A localização na Gare do Oriente da estação de alta velocidade é a "oportunidade" na génese deste plano de urbanização, que segundo Joan Busquets vai "tentar pôr em prática" duas realidades: por um lado, dar "mais carácter" à zona de construção mais recente e, por outro, investir em espaços "pendentes de requalificação", como o bairro camarário da Quinta das Laranjeiras. Também a Avenida Infante D. Henrique, que constitui o eixo central da área em causa, vai ser alvo de uma intervenção, com o objectivo de impedir que continue a ser um feudo de automóveis. A directora municipal de Planeamento Urbano de Lisboa defende que a localização da estação da alta velocidade nesta zona de Lisboa vai representar uma"grande capacidade de fixação de empresas e actividades". Aliás, é isso mesmo que diversos estudos verificaram em situações semelhantes noutros países. Teresa Almeida adiantou que a proposta preliminar do Plano de Urbanização da Envolvente à Estação do Oriente está aprovada e a proposta final será apresentada em Março de 2010, para discussão na câmara e posterior envio à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional. in http://jornal.publico.clix.pt/noticia/18-12-2009/lisboa-quer-expandir-big-bang-da-expo98-a-envolvente-da-gare-18440040.htm
  24. Dream Wedding Venue: The Conrad Hotel in Bali My obsession with the South Pacific continues. Could you imagine getting married someplace as incredible as this? It is the Conrad Hotel wedding chapel in Bali. Never been, hope to go there. Conrad Hotel, are you listening? I will be your BFF forever if you grant me my wish! I can just picture a small gathering of friends and family...a lotus bouquet, a gown with some sick fabric detail but which offsets the modern architecture with its softness (like this one by Lela Rose - it's called "Botanical Gardens" and can be found at Kelly's Closet)...sigh. The chapel images are from Yushimoto. in http://www.afoxywedding.com/2009/06/dream-wedding-venue-conrad-hotel-in.html
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