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JVS

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Everything posted by JVS

  1. A pergunta é traiçoeira logo ninguém te quer responder. Perguntar se a Arquitectura é construção é como perguntar se o Homem é um animal. Pergunto: O Homem é um Animal? Ou dentro de uma lógica Heideggeriana: Uma moradia é uma Coisa? Pergunto então: Tu és um animal?
  2. Luís Albuquerque: Ficamos muito contentes com a sua disponibilidade. Se for possivel da sua parte disponibilizar informação sobre o projecto, como por exemplo desenhos, fotografias de obra, fotografias ou renders o Forum agradece. Obrigado pela sua oferta e pela sua disponibilidade.
  3. Parque subterrâneo junto à Igreja da Memória depende de abate de plátanos Por Carlos Filipe Igespar chumba obra proposta pela Sociedade de Reabilitação Urbana para a freguesia da Ajuda, ao passo que a Direcção Regional de Cultura avaliza o projecto O projecto de construção de um parque de estacionamento subterrâneo nas traseiras da Igreja da Memória, na Ajuda, Lisboa, está condicionado pela presença de três plátanos de grande porte, que o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) está disposto a defender, considerando-os importantes para a envolvente do imóvel, classificado desde 1923 como monumento nacional. Para além de pareceres algo contraditórios sobre a matéria, a questão também já chegou ao Parlamento, com a deputada do Bloco de Esquerda Catarina Martins a questionar o Ministério da Cultura sobre a possibilidade de tal obra violar a zona especial de protecção daquele monumento. A deputada do BE salienta que é necessária uma profunda requalificação da área envolvente ao monumento, que dignifique a zona e proteja o elemento classificado, mas ao mesmo tempo que o salvaguarde de "qualquer obra de carácter intrusivo, por esventramento do solo, que ponha em causa a sua integridade". Catarina Martins formula as questões ao Ministério da Cultura com base no Plano de Actividades para 2010 da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Ocidental, apresentado à Câmara de Lisboa, segundo o qual uma das intervenções urbanísticas na zona da Ajuda, incluídas no estudo da área envolvente à Igreja da Memória, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, pressupõe a construção de um parque de estacionamento subterrâneo, com capacidade para 93 viaturas, nas traseiras daquela igreja. Pareceres contraditórios A deputada considera que o projecto já mereceu a condenação por parte das populações, esclarecendo o que diz ser uma contradição de pareceres: desfavorável por parte do Igespar (Junho de 2009), mas favorável o da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (no mesmo mês e ano). Catarina Martins diz ainda não compreender um outro parecer da direcção regional que, em Abril de 2009, avaliara negativamente o projecto. Ao pedido de esclarecimento do PÚBLICO, João Soalheiro, director regional de Cultura, respondeu informando apenas que "o projecto em causa mereceu sempre a não-aprovação do Igespar, na qualidade de entidade decisória também em matéria de salvaguarda do património". Teresa do Passo, presidente do conselho de administração da SRU Ocidental, foi à reunião do executivo camarário, em 24 de Fevereiro, apresentar o plano de actividades de 2010, e explicou que o documento estratégico para a envolvente da Igreja da Memória "ainda não foi aprovado devido a divergências com o Igespar". A mesma responsável pela SRU Ocidental, que tem outros projectos em curso ou em desenvolvimento para a mesma freguesia da Ajuda, explicou que "tem sido difícil aprovar o estudo urbanístico por ser um processo complicado, e embora já tenham sido ultrapassadas as questões de segurança relativas ao monumento, o que ainda está em aberto é se a construção colocará em causa três plátanos que lá estão, e se aqueles serão importantes para o monumento." Em resposta a esclarecimentos adicionais solicitados pelo PÚBLICO, relacionados com os pareceres de entidades externas, Teresa do Passo explicou que da Direcção Regional de Cultura recebeu concordância dos pareceres de arquitectura, engenharia e da Direcção de Serviços dos Bens Culturais, assim como despacho também afirmativo da estrutura dirigente da Direcção Regional de Cultura. No que se refere ao Igespar, a resposta foi negativa, nos seguintes termos: "Não aprovo. O parque subterrâneo neste local compromete definitivamente a sobrevivência das árvores e, consequentemente, a envolvente do imóvel." À necessidade de abate das árvores invocada pelo Igespar, Teresa do Passo respondeu ao PÚBLICO que o assunto "está a ser estudado", esclarecendo também que a construção do parque em outro local não foi objecto de estudo alternativo. "Não desistimos, a área merece e tentaremos implementar o documento estratégico", sublinhou a administradora da SRU Ocidental aos vereadores da Câmara de Lisboa. Já o conjunto de perguntas da deputada do Bloco de Esquerda ao Ministério da Cultura ainda não teve resposta. in http://jornal.publico.clix.pt/noticia/03-03-2010/parque-subterraneo-junto-a-igreja--da-memoria-depende-de-abate-de-platanos-18914214.htm
  4. Ark: Apesar de concordar contigo tens de ter uma linguagem mais contida. Estamos num forum público onde estudantes de arquitectura, pessoas comuns e arquitectos lêem isto e ficam chocados com a tua linguagem imprópria. jvs
  5. RT @rfam Tragédia na Madeira: Um desastre já anunciado há dois anos (Versão 5 Minutos) http://is.gd/9b24U via twitter http-~~-//www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs RESUMO http-~~-//www.youtube.com/watch?v=I-xrpBMZmKY PRIMEIRA PARTE http-~~-//www.youtube.com/watch?v=1wL7ZtMLd34 SEGUNDA PARTE Vale a pena ver os videos e comparar com as noticias. via youtube
  6. PANCHO GUEDES OUTROS Em relacao a outros pouco ou nada existem na net. Tens de pesquisa na Gulbenkian, na Ordem e na FAUTL.
  7. Olha que existe uma linguagem gráfica na arquitectura nacional. Quando estava na Faculdade, na FAUTL existia uma grande diversidade gráfica entre os meus colegas. Havia no entanto as típicas influencias dos holandeses. Mas quando sai reparei que existia uma linguagem gráfica nalguma faculdades como a UAL. Na UAL seguem uma linguagem gráfica do preto & branco. O terreno no corte é todo preto para marcar o cheio-vazio. Uma linguagem muito marcada pelos Aires Mateus. Depois existe os que colocam uma pontinha de vermelho para dar a ideia que são radicais. Existe uma Escola que segue esta Linguagem Gráfica. Na verdade sempre houve essa preocupação pela linguagem gráfica, ja que eram os desenhadores que faziam tudo. Os arquitectos nos anos 40-80 faziam tudo manualmente. Tudo era desenhado graças a uma serie de influencias históricas desde a Arte Nova. Cada arquitectura tinha a sua letra, o seu logótipo, a sua forma de apresentar perspectivas. Temos os exemplos de Daciano Costa, Pancho Guedes e a sua Letra e a sua Linguagem Expressiva, e muitos outros. Em relação aos logótipos basta ver nos sites de ateliers de arquitectura que existem logótipos. Uns mais interessantes que outros mas existir existem. São alguns logótipos. Tirados duma lista de links de ateliers que existe aqui nos fóruns - http://www.arquitectura.pt/forum/f13/ateliers-nacionais-links-1487.html Deu-me a ideia que você ainda não fez uma pesquisa aprofundada sobre o assunto. Se quer analisar bem a relação entre Arquitectura e o Design Gráfico veja um livro sobre Arquitectura Contemporânea Portuguesa. Depois escreva uma lista de arquitectos modernos e pós-modernos e vai ver que existe uma colecção muito rica de linguagens gráficas em Portugal.
  8. O Mac é muito limitado. O Archicad tem potencial para ser uma boa ferramenta mas também é limitado.
  9. Se achas que ser arquitecto ficas mais feliz... faz o curso. Serão os 5 anos mais felizes da tua vida. Depois de tirares a licenciatura voltas a ser infeliz. :p
  10. http://www.pordata.pt/azap_runtime/ JMF1957 #Pordata Fixem este endereço: www.pordata.pt. A partir de hoje é aqui que estão todas as estatísticas d Portugal. Um serviço público da FFMS via Twitter
  11. Urban Forest By the end of 2009, MAD has completed the concept design of a 385 meter high metropolitan cultural complex in the city center of Chongqing – The Urban Forest. This is the third skyscraper designed by MAD following the Absolute Towers in Toronto and the Sinosteel International Plaza in Tianjin, China. Dezeen architecture and design magazine « Log sofa by Patricia Urquiola for Artelano Docks Dombasles by Hamonic + Masson » Urban Forest by MAD December 10th, 2009 Beijing architects MAD have designed a skyscraper for Chongqing, China, with gardens at each level. Rather than consider the project vertically, the architects envisage a stack of floors, each slice shifted horizontally to create spaces for gardens and patios. The 385 metre-high building will be called Urban Forest. Here’s some text from MAD: Urban Forest By the end of 2009, MAD has completed the concept design of a 385 meter high metropolitan cultural complex in the city center of Chongqing – The Urban Forest. This is the third skyscraper designed by MAD following the Absolute Towers in Toronto and the Sinosteel International Plaza in Tianjin, China. MAD proposes a new architectural concept for the course of Chinese urban development – to actualize a sustainable multidimensional high-rise within China’s youngest municipality, where nature reincorporates into the high-density urban environment in the near future, to evoke the affection for nature once lost in the oriental ancient world and bring to the modern city dwellers. In the year of 1997, Chongqing became the fourth direct municipality in China. As an important pole of the growing economy in western China, the city area of Chongqing is more than twice of those of Beijing, Shanghai and Tianjin combined. Such macro-scale urbanization should not only pushes economic growth and material prosperity, but also foster the evolution of the city’s cultural essence. Chinese cities have gone through the process of once starting from nothing, to following contemporary Western civilization urban pattern. Now, the overall economic infrastructure has oriented the direction of future development towards inland China. What lies in the future of cities? How should one grasp the concept of emerging high-density cities of China in the context of a scenic town such as Chongqing? How does one discuss the future of architecture in Chinese cities on the base of Eastern Naturalist perspective and in the new context of China’s unique economic, social environment and globalization background? How to engage the city dwellers with an experience of nature when its presence of steadily diminishes in the face of the ever intensifying concrete jungle. Throughout the process of contemporary Western urbanization, skyscrapers were the symbol of technological competitions, prime capitals and the formal enslavement of the powerful and the rich. Sustainable ecology became more of a demand for comfort; while the yearning of a return to nature was left ignored. The Urban Forest draws inspiration from the perspective of nature and the man-made in Eastern Philosophy, and ties the urban city life with the natural outdoor experiences. The shape of the architecture mimics mountain range, shifting in a dynamic and yet holistic rhythm, and becomes a continuation of nature. Unlike its preceding counterparts, The Urban Forest no longer emphasizes on vertical force, instead it concentrates on the multidimensional relationships within complex anthropomorphic spaces: multilayer sky gardens, floating patios and minimal and yet well lit nesting spaces, the architectural form dissolves into the fluid spatial movements between air, wind, and light. In this environment, people encounter nature filled with unexpected surprises. The fusion between Eastern humanism spirit and urban public spaces pioneers in the making of a sustainable multidimensional city – The Urban Forest will not be a piece of mediocre urban machinery, but an artificial organ that lives and breathes new life in the steel-and-concrete-filled city center. Chongqing, the youngest municipality in China, holds great potential in its urban planning and construction and has the capability to be built into a most livable city, a city of pleasant environments, a traffic-jam-free city, even into a city that runs into a complete urban forest. A city with aspiration and vitality shall be courageous in envisioning and designing its great future. – Bo Xilai (Mayor of Chongqing) In October 2009, The Urban Forest from MAD debuted in the Heart-Made, Europalia exhibition at the 2009 Europalia China. It represents the most challenging dream of the contemporary Chinese architecture — a type of urban landmark that rises from the affection for nature. It is no longer a static icon but an organic form that changes all the time with people’s perception. Director in Charge: Ma Yansong, Dang Qun Design Team: Yu Kui, Diego Perez, Zhao Wei, Chie Fuyuki, Fu Changrui, Jtravis B Russett, Dai Pu, Irmgard Reiter, Rasmus Palmqvist, Qin Lichao, Xie Xinyu Location: Chongqing, China Typology: Commercial, Office, Hotel Site Area: 7,700 sqm Building Area: 216,000 sqm Building Height: 385 m Architectural Design: MAD Ltd Structural Design: ARUP Group Ltd Posted by Rose Etherington http://www.dezeen.com/2009/12/10/urban-forest-by-mad/
  12. ARCHITECTURE | EXPOSITION Les Chinois apprennent vite le contemporain Guy Duplat Mis en ligne le 14/10/2009 Les architectes contemporains chinois sont vite devenus des "grands". On s’extasie souvent sur le "miracle chinois". Il apparaît à nouveau dans toute sa force à la très intéressante expo Europalia sur l’architecture contemporaine chinoise. "Heart-made" (car, selon la tradition chinoise, on construit avec son cœur) présente une cinquantaine de projets des architectes actuels les plus marquants. Et on est sidéré de voir comment ils apprennent vite et souvent bien. Le génie chinois est aussi celui d’assimiler les avancées d’autres pays et de les réutiliser si bien que leur art dépasse celui des modèles. Tout qui voyage en Chine constate d’abord qu’on a beaucoup détruit du patrimoine et construit partout à une échelle inimaginable, avec une architecture très souvent très médiocre, destinée à répondre au plus vite à des besoins urgents (notre architecture "tout venant" ne vaut souvent guère mieux). La Chine part d’un terrain vierge. Pendant 60 ans, elle fut à l’écart des mouvements modernistes ou post-Bauhaus, plongée dans la guerre ou la dictature maoïste. Elle n’a donc pas de tradition moderne. De plus, la profession d’architecte n’existe vraiment que depuis 1992-1993 quand le concept de profession libérale fut créé et a permis de susciter des vocations autres qu’architecte fonctionnaire. L’expo montre très bien comment cette architecture chinoise nouvelle est née dans l’orbite de quelques grands bureaux : Oma de Rem Koolhaas, Zaha Hadid et Steven Holl. Jusqu’à copier leurs tics. La politique des grands travaux pour les JO de Pékin avec les bâtiments emblématiques (nid d’oiseau d’Herzog & de Meuron, tour CCTV de Koolhaas) a donné un coup de fouet supplémentaire à la création architecturale. Mais les architectes chinois se sont vite affranchis de cette tutelle pour créer leurs propres formes dans toutes les directions de l’architecture "mondialisée". Le cas de Man Yansong est emblématique. Ce jeune architecte est sorti de Yale en 2002 et gère aujourd’hui avec son bureau "MAD", une dizaine de très gros et spectaculaires projets. Le plus emblématique (notre photo) est cette tour de logements et commerces de 385 m, faite de tranches inégales superposées. Elle se présente comme une ville verticale avec des parcs et des arbres. Une réminiscence futuriste des ruelles anciennes (les hutongs). "Urban Forest" est construite pour l’instant à Chongqing, la ville-champignon devenue en quelques années une des plus grandes de Chine. Le même bureau construit à Tianjun une tour avec une façade en nid-d’abeilles, comme un exo-squelette, et sa petite tour jumelle. Pour Beihai, MAD construit un énorme ensemble d’hôtels, maisons et bureaux, comme des montagnes russes. Mais ils peuvent varier leurs cibles. Lors de la dernière Biennale de Venise, ils présentaient un projet de science-fiction : une ville en étoile (comme le virus du sida) qui viendrait se poser au-dessus de New York ou Paris, comme une menace chinoise. Mais ils ont aussi construit une splendide maison/club house aux lignes purissimes, se mariant parfaitement avec le paysage de la Mongolie. Pour les "hutongs" de Pékin très menacés de démolition et qui manquent de sanitaires, ils ont imaginé une sorte de bulle-parasite métallique qui vendrait s’accrocher sur les toits. Ces architectes nouveaux qu’on découvre à l’expo représentent tous les courants contemporains : l’écologie et le recyclage, l’architecture durable, celle du "geste", ou au contraire le retour au modernisme. Avec, souvent, une belle créativité. Un livre-catalogue, très bien fait, accompagne l’expo et présente le meilleur topo à ce jour de l’architecture contemporaine chinoise. L’expo inclut - rien n’est anodin - un immeuble à Taipei et la gare de Lhassa, par Cui Kai, qui, pourtant, accueille un train très critiqué par les amis du Tibet qui y voient un outil pour l’envahissement du Tibet par les Hans. "Heart-made, The Cutting-Edge of Chinese Contemporary Architecture" jusqu’au 21 février au Civa, espace la Cambre, place Flagey à Bruxelles. Du mardi au dimanche, de 11 h à 18 h. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=931146&page=2
  13. Portimão | Complexo Desportivo de Portimão Grupo Lena constrói Complexo Desportivo de Portimão Projecto de 150 milhões de euros concluído em 2011 O Grupo Lena foi o concorrente eleito para conceber e construir o Complexo Desportivo Municipal de Portimão, num investimento que ronda os 150 milhões de euros, devendo estar concluído em meados de 2011. A decisão foi anunciada ontem, dia 31, em conferência de imprensa, pelo presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, acompanhado do executivo autárquico, que em reunião aprovou o relatório técnico dos serviços da edilidade. Situado na zona do Barranco do Rodrigo, com um total de 39 hectares, o projecto inclui um estádio de futebol, uma piscina olímpica coberta e um pavilhão desportivo, assim como áreas de habitação e comércio e espaços verdes, representando a criação de 1450 postos de trabalho directos. A adjudicação do projecto baseou-se em três critérios fundamentais: as áreas destinadas ao complexo desportivo, espaços verdes e outras estruturas (com uma percentagem de 40%); o modelo de desenvolvimento urbanístico (30%); e o nível de integração e aproveitamento de sinergias entre componentes e envolvente (também 30%). A ponderação destes factores atribuiu à proposta do Grupo Lena uma classificação de 76,25 pontos, seguindo-se a do Grupo Amorim, através da empresa Aplicação Urbana XII, com 67,50 pontos, e a da Sociedade Cerca do Colégio (63,75 pontos). Questionado acerca da sua opinião pessoal sobre a matéria, Manuel da Luz comentou: "Olhando para as três propostas, há soluções sectoriais interessantes nas duas derrotadas. Mas como não é possível retirar o melhor de cada uma..." Segundo explicaram os técnicos que integraram o júri do concurso, o grupo eleito foi mais pontuado na questão das áreas do complexo desportivo e espaços verdes e o nível de integração no espaço envolvente, perdendo no factor de desenvolvimento urbanístico. Na área desportiva, o estádio municipal - que será objecto de um acordo com o Portimonense -, preparado para receber concertos e outras iniciativas de âmbito comercial ou turístico, terá mais de 8500 lugares. Inclui salas de conferência e camarotes que podem ser convertidos em salas de reunião ou quartos de hotel. O pavilhão multiusos, privilegiando a componente desportiva mas aberto a outro tipo de acções, terá uma lotação de 3660 lugares e o complexo de piscinas, cuja gestão será entregue ao Portinado, compreende uma piscina com dimensões olímpicas. Na proposta do grupo empresarial de Leiria, está prevista a construção de uma área habitacional com 200 moradias, um centro comercial (com hipermercado, 70 lojas, restaurantes e cinemas), um parque verde, um parque infantil, um parque geriátrico, uma ciclovia e um parque de estacionamento de 1064 lugares. Etapas À intenção aprovada hoje pelo executivo de adjudicar a concepção e construção da obra ao Grupo Lena seguir-se-á a possível contestação por parte das empresas que perderam o concurso público, como admitiu Manuel da Luz, e só depois a elaboração do plano de pormenor pela empresa eleita. Até o plano estar concluído e totalmente aprovado (incluindo pareceres vinculativos de diversas entidades e o "sim" final do governo), deverá decorrer um período de mais de um ano, avançando depois a obra no terreno. A previsão do autarca portimonense aponta para que o projecto esteja concluído em meados de 2011. "O plano de pormenor é a chave de todo o processo", frisou. Edgar Pires 17:50 quarta-feira, 31 janeiro 2007 in:http://www.diario-online.com/noticia...fnoticia=69986 Portimão investe 150 milhões em Complexo Desportivo 02-09-2009 13:44:00 Um estádio de futebol, piscinas, complexo multiusos, um centro comercial e uma componente imobiliária. Mega-projecto já arrancou, ficará pronto em dois anos e meio. Foi ontem lançada a primeira pedra do Complexo Desportivo de Portimão, equipamento que incluirá um estádio de futebol, um complexo de piscinas municipais e um pavilhão multiusos. O presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, considerou o acto como um “momento histórico, que demonstra como resultam muito bem a persistência e a capacidade de trabalhar sob uma visão a prazo”. “É nosso objectivo, desde a primeira hora, lançar Portimão na primeira linha e estamos a concretizar com esta obra um desafio muito grande, um exemplo de cidade desportiva que vai ficar para o futuro”, sublinhou o autarca. Já António Barroca, presidente do conselho geral do Grupo Lena - construtores que vão assegurar a realização da obra - distinguiu como “molas propulsoras deste grande projecto a capacidade empreendedora do Município de Portimão, que tem uma visão centrada no horizonte”, estimando um prazo de 30 meses para a concretização das três infra-estruturas desportivas. Apesar do cenário actual de crise, o presidente da Câmara afiança que "há mais vida para além do défice": "Nós não temos medo daquilo que iremos deixar de herança para os vindouros. Portimão é uma referência cada vez mais afirmativa e competitiva na região algarvia e quer figurar por direito próprio na rede internacional de cidades, como se comprova por este e outros projectos em contra ciclo, criadores de emprego e dinamizadores da economia local”, disse na cerimónia de lançamento da primeira pedra. O autarca frisou ainda que este é o início de um novo ciclo com a criação de infraestruturas de lazer que vão requalificar a frente ribeirinha, para além da recuperação da zona antiga da cidade e do reforço competitivo das freguesias de Alvor e Mexilhoeira Grande. O Complexo em números O investimento global relativo ao Complexo Desportivo de Portimão ascende a cerca de 150 milhões de euros, prevendo-se a criação de 1400 postos de trabalho directos e mais 2000 indirectos, adianta a autarquia, em comunicado. As obras que agora arrancaram no Barranco do Rodrigo integram um Estádio Municipal, com oito mil lugares sentados, que terá salas para congressos, conferências e exposições, bem como um Pavilhão Desportivo Multiusos apetrechado para a prática de modalidades como desportos de sala, ginástica, andebol, hóquei em patins, basquetebol e ténis, possuindo 3160 lugares sentados. No que toca ao Complexo Municipal de Piscinas, estará preparado para a prática de alta competição desportiva, nomeadamente natação, pólo aquático e natação sincronizada, numa piscina olímpica coberta com 1400 lugares sentados, existindo ainda uma piscina de aprendizagem infantil. O Jardim Botânico terá 7140 m2 com espaços verdes diferenciados, onde irá existir um jardim sensorial, um jardim geriátrico e um palmetum, com palmeiras de várias espécies. Integrando cerca de 140.000 m2 de áreas verdes, o projecto do Complexo Desportivo de Portimão terá outros espaços de lazer, ciclovias, circuito de manutenção e espelhos de água, além de um centro comercial e um empreendimento imobiliário de baixa densidade, com moradias unifamiliares, geminadas e em banda, condomínios fechados e lotes com área verde. A gestão e promoção do empreendimento ficará a cargo da Viva Up – Soluções Urbanas, S.A., empresa do Grupo Lena. in:http://www.observatoriodoalgarve.com...?noticia=31499 Complexo Desportivo criará cerca de 1400 postos de trabalho por LUSAOntem O presidente da Câmara de Portimão disse hoje que o Complexo Desportivo da cidade, cujas obras arrancaram terça-feira, vai criar cerca de 1400 postos de trabalho directos e mais de 2000 indirectos. Segundo Manuel da Luz (PS), os postos de trabalho serão distribuídos, "não só pela área desportiva, como pelas estruturas envolventes". O projecto de cerca de 150 milhões de euros, ocupa uma área de 14 hectares, no Barranco do Rodrigo, na estrada entre Portimão e Alvor, onde serão construídos os equipamentos desportivos, uma zona comercial, outra residencial, e espaços verdes e de lazer. A concretização do projecto resulta de uma parceria público/privada, entre a Câmara de Portimão e o Grupo Lena, estando prevista a sua conclusão para 2012. A área desportiva engloba um estádio de futebol, com capacidade para oito mil pessoas, um pavilhão multiusos, com 3160 lugares sentados, e duas piscinas, uma das quais olímpica com 1400 lugares. O projecto prevê também a construção de um centro comercial e um empreendimento imobiliário de baixa densidade, formado por moradias unifamiliares, geminadas e em banda, condomínios fechados e lotes com área verde. Está ainda prevista a criação de um Jardim Botânico, com 7140 metros quadrados de espaços verdes diferenciados, nomeadamente um Jardim Sensorial, um Jardim Geriátrico e um Palmetum, com palmeiras de várias espécies. Segundo o presidente da autarquia, Manuel da Luz, o projecto "vai criar cerca de 1400 postos de trabalho directos, e demonstra como resultam muito bem a persistência e a capacidade de trabalhar sob uma visão a prazo, e de colocar Portimão na primeira linha". O autarca considera que se trata "de um exemplo de cidade desportiva que ficará para o futuro", classificando a sua concretização como "um desafio muito grande". "Numa altura de crise, impera a vontade dos homens que remam contra a maré, porque há mais vida para além do défice, e não temos medo do que deixaremos de herança para os vindouros", observou Manuel da Luz. "Portimão é uma referência cada vez mais afirmativa e competitiva da região, e quer figurar por direito próprio na rede internacional de cidades com projectos criadores de emprego e dinamizadores da economia local", concluiu o autarca. in:http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/in...004&seccao=Sul
  14. O conceito de hospitality do L’AND VINEYARDS assegura, aos proprietários, o acesso a uma grande variedade de serviços prestados em sua casa. Os proprietários podem ainda optar por colocar as suas villas e apartamentos num sistema de exploração turística, rentabilizando de forma continuada o seu investimento. A gestão deste sistema de alugueres será assegurada pelo grupo LÁGRIMAS Hotels que prestará, a todos os hóspedes, um conjunto de serviços compatível com o de uma unidade hoteleira de luxo. SERVICED VILLAS & APARTMENTS NÚCLEO A1 SERGISON BATES ARCHITECTS LONDRES, REINO UNIDO Sergison Bates architects trabalham com sensibilidade espaços urbanos e rurais. A sua experiência tem demonstrado como é possível fazer uma arquitectura única, criar uma estética apropriada e ter um olhar contemporâneo, sem esquecer as raízes do contexto. http://www.sergisonbates.co.uk/approach1.html NÚCLEO A2 JOÃO LUÍS CARRILHO DA GRAÇA ARQUITECTOS LISBOA, PORTUGAL "As pessoas para além dos espaços." JLCG http://www.jlcg.pt NÚCLEO A3 ARCHITEKTURBÜRO PETER MÄRKLI ZURIQUE, SUÍÇA PETER MÄRKLI criou alguns dos mais inconvencionais edifícios da ultima década. Na Suiça, é considerado o arquitecto dos arquitectos, pela unicidade provocadora de essência das pessoas, que consegue imprimir a cada projecto. NÚCLEO A4 JOSÉ PAULO DOS SANTOS ARQUITECTO PORTO, PORTUGAL José Paulo dos Santos trabalha o ritmo, a proporção, a luz, os enquadramentos, o significado de cada material na caracterização dos espaços e volumes, intimamente relacionados com o contexto. Sem ostentação, mas com grande rigor , consegue articular o banal com o inesperado. O património e o tempo constituem o principal ponto de partida das suas obras que, num equilíbrio de continuidade temporal, surgem como se desde sempre o conjunto fizesse sentido. http://www.josepaulodossantos.com NÚCLEO A5, MASTERPLAN, COORDENAÇÃO, NÚCLEO B/SERVICED APARTMENTS, NÚCLEO CENTRAL E ADEGA PROMONTÓRIO ARQUITECTOS LISBOA, PORTUGAL O Promontório Arquitectos desenvolve e edifica o seu trabalho em alicerces de solidez, estabilidade, durabilidade, funcionalidade e harmonia com o território. O Promontório foi responsável pela coordenação de todos os projectos arquitectónicos do L'AND VINEYARDS e, para além do Núcleo A5, é também autor do Masterplan, Núcleo B/Serviced Apartments, Núcleo Central e Adega. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=850682
  15. L’AND VINEYARDS localiza-se a 4 km de Montemor-o-Novo, no Alentejo. A cerca de 45 minutos de Lisboa, moram paisagens extraordinárias onde, tranquilamente, surgem 136 casas em espaços privados de grande dimensão. O L’AND VINEYARDS permite-lhe, em poucos minutos e kms, visitar outros destinos turísticos ímpares do Alentejo, como a cidade de Évora - património mundial. CONCEPT L'AND VINEYARDS Aldeamento turístico de 5 estrelas, constituído por 7 núcleos de moradias em banda de um só piso (NúcleoB/Serviced Apartments) e um edifício que integra todos os serviços turísticos do empreendimento (Núcleo Central). L’AND VINEYARDS desenvolve-se em torno de um vale central de vinha, comunicante com as diversas unidades de alojamento, que nascem na paisagem ordenadas em pequenos núcleos, recuperando a tipologia tradicional das implantações dos montes alentejanos. Num dos pontos mais altos da herdade, junto ao lago, encontra-se o Núcleo Central, com a Recepção, Restaurante, WineClub, OrganicSpa, Fitness center, Piscinas e uma moderna Adega virada para Montemor-o-Novo. A par da vinha, os jardins das unidades integram ainda zonas próprias de laranjal, amendoal, pinhal manso e olival, permitindo aos proprietários uma experiência rural, num ambiente confortável e contemporâneo. Com cerca de 66 ha, o L’AND VINEYARDS toca no horizonte com a sua vista panorâmica sobre o casario e o castelo de Montemor. O L’AND VINEYARDS respira as paisagens infinitas do Sul de Portugal, onde a Natureza, a gastronomia, a cultura e a história permitem reencontrar a essência de alguns dos maiores segredos da vida. É no Alentejo que moram os grandes espaços puros, a simplicidade e tudo aquilo que faz desta longa planície um dos destinos imperdíveis da Europa. No L’AND VINEYARDS, a vinha e o vinho são mais do que marcos da paisagem. De forma única e completamente inovadora em Portugal, o L’AND VINEYARDS transforma o vinho e a vinha numa enriquecedora experiência pessoal. Aqui terá a possibilidade de ter vinha própria em sua casa e de produzir o seu próprio vinho na adega do empreendimento, controlando todo o processo, desde a selecção de bagos, à vinificação numa micro-cuba própria. Poderá ainda seleccionar as suas barricas para estágio, escolher a garrafa e o rótulo, de forma a obter o seu vinho em cada ano. A arquitectura marcadamente contemporânea do L’AND VINEYARDS concilia a tradição cultural mediterrânica com a sofisticação sustentável. Seguindo estes princípios urbanísticos, e em estreita colaboração com a L’AND, o PROMONTÓRIO convidou um conjunto de arquitectos com quem partilha ideias e sensibilidades, para colaborar no desenho dos diversos núcleos. 5 arquitectos de renome internacional assinam a paisagem, conferindo uma personalidade própria e distinta a cada núcleo. Acompanhando a morfologia e topografia do terreno, as casas moldam-se ao seu meio envolvente, permitindo um relacionamento aberto e privilegiado com o ambiente rural. Os arquitectos do L’AND VINEYARDS convidam-no assim, para uma nova forma de viver o campo e de se relacionar com a paisagem. A arquitectura do L’AND VINEYARDS tem como raiz temática comum a reinterpretação das tradicionais casas-pátio mediterrânicas. Ao longo de diversos tempos e culturas, os pátios foram cumprindo diferentes propósitos, mas foi nas arquitecturas Grega, Romana e Islâmica que os pátios assumiram a sua mais profunda dimensão: o poder de harmonizar a casa com o seu meio envolvente. Nas casas-pátio, a casa e o pátio formam um todo indissociável, em que o pátio surge, não como um vazio sobrante da construção mas, como um elemento unificador e ordenador da dinâmica do próprio território. Os pátios são pequenos paraísos privados, são espaços “introvertidos”, intimistas, lugares protegidos, são a concha de uma casa que se abre ao exterior, sem que nada lhe possa acontecer. IN/OUT BREATHING HORIZONS Os pátios acendem a luz natural da casa, abrindo horizontes a uma nova relação com a Natureza. Em propriedades de grande dimensão (até 1,2 ha), a arquitectura do L’AND VINEYARDS privilegia a vivência dos espaços naturais, em total privacidade. As villas ligam-se ao exterior por janelas amplas e pátios, permitindo a fruição do jardim e da piscina, dos recantos e rock gardens. O L’AND VINEYARDS coloca à disposição, de todos os proprietários, um completo menu de serviços, especialmente pensados para que possam usufruir, com o máximo de conforto e exclusividade, de todos os seus L'AND moments. NÚCLEO CENTRAL: Recepção, Restaurante, Bar, OrganicSpa, FitnessCenter e Adega. SERVICED VILLAS & APARTMENTS: Catering, Limpeza, Manutenção, Gestão de Despensa, Segurança, Manutenção de Casa e Jardim, Gestão Vinícola, Rede Wireless. O L’AND VINEYARDS diferencia-se pelo elevado nível de qualificação ambiental, sendo o 1º empreendimento em Portugal a ser sujeito a certificação de acordo com a norma BREEAM. O programa BREEAM (BRE - Environmental Assessing Method) é uma norma de certificação da construção sustentável que representa uma das referências internacionais nesta matéria. O BREEAM avalia, de modo transparente, o comportamento ambiental dos edifícios no que respeita ao consumo energético, poluição, materiais utilizados, consumo de água, ecologia, uso da terra e bem-estar. A gestão turística sustentável do empreendimento será também certificada por norma internacionalmente reconhecida (ISO 14001). O projecto terá elevada eficiência energética recorrendo, entre outros aspectos, à energia solar térmica integrada para climatização, aquecimento de águas balneares e micro-geração de energia eléctrica. Cada casa pode ser personalizada através da escolha de opções, sendo ainda possível alterar a configuração interior e o jardim. UPGRADES DISPONÍVEIS: Cozinha Gourmet Pavimentos em soalho de madeira Revestimentos das casas de banho em mármore de Estremoz Climatização através de soalho radiante Domótica A marca L’AND será declinada numa gama de produtos nascidos do terroir genuíno que rodeia o empreendimento. Os produtos L’AND MADE serão fruto da pureza dos solos alentejanos, das tradições agrícolas locais, da dedicação e esforço de quem os cuida. Os produtos L’AND MADE serão produzidos pela SOUSA CUNHAL, de acordo com princípios de sustentabilidade efectiva tendo, por isso, a certificação do modo de produção biológico. Para além dos Rural Deluxe Products produzidos pelo empreendimento, os proprietários poderão produzir os seus próprios produtos rurais, sem recurso a quaisquer químicos de síntese e de modo personalizado, como o vinho e o azeite na adega e as frutas provenientes dos pomares. Produtos que, seguramente, serão um motivo de orgulho e prazer epicurista para os proprietários das “special pieces of L’AND”. PREMIUM SERVICES O L’AND VINEYARDS coloca à disposição, de todos os proprietários, uma infraestrutura premium de serviços, para que possam usufruir da sua estadia com total comodidade e privacidade. NÚCLEO CENTRAL: Recepção, Restaurante, Bar Delicatessen, OrganicSpa, FitnessCenter e Adega. SERVICED VILLAS & APARTMENTS: Catering, Limpeza, Manutenção, Gestão de Dispensa, Segurança, Manutenção de Casa e Jardim, Gestão Vinícola, Rede Wireless. Piscina* Ténis* Serviço de comunicações (correio, internet, telefone e fax); Arrumação e limpeza Lavandaria e engomadoria Guarda de valores individuais* Recolha de lixos* Segurança e vigilância* Conservação e manutenção de instalações e equipamentos* Catering (permitindo o fornecimento de refeições a cada casa) Produção de vinho (possibilitando a produção de vinho próprio na adega) Gestão de vinha (nas unidades com vinha) Aconselhamento vinícola (os residentes que desejarem produzir o seu vinho podem contar com o apoio enológico especializado e a possibilidade de utilização de uma paleta muito variada de castas) Espaço infantil* Babysitting * Serviços e equipamentos incluídos no condomínio, para uso comum sem qualquer pagamento adicional. Todos os restantes serviços são opcionais WINE CLUB A possibilidade de produção de vinho é alargada a todos os proprietários membros do WineClub, mesmo aos que optem por não ter vinha própria. Nesse caso, o vinho será produzido com recurso a uvas da vinha comum (cerca de 4 ha), seleccionadas pelo interessado. Cada membro do WineClub terá acesso a cursos de enologia, à participação em concursos de vinho, à utilização da adega para produção estágio de vinho em cubas próprias, ao apoio enológico personalizado e à possibilidade de ter garrafeira no restaurante para poder servir o seu próprio vinho. Com uma vista deslumbrante sobre Montemor e o seu castelo, o restaurante do L’AND VINEYARDS vai ser fiel às tradições gastronómicas alentejanas, que serão reinterpretadas pelos Chefs do grupo LÁGRIMAS, responsáveis pelo conceito de restauração. Os pratos serão confeccionados com produtos biológicos, o que lhes conferirá uma autenticidade e sabor únicos. O vinho será um tema central deste wine destination restaurant. A carta de vinhos será rica e variada, com especial destaque para os vinhos alentejanos, e incluirá os vinhos produzidos pelos diversos proprietários. Sob o conceito único de OrganicSpa, o centro wellness do L’AND VINEYARDS oferecerá um menu de experiências e tratamentos criados a partir de produtos naturais produzidos na propriedade, como uvas, azeitonas e citrinos. Profundamente enraizado nas tradições rurais da sua inspiração, o L’AND OrganicSpa terá várias salas de tratamento, fitness, banho turco e uma piscina interior aquecida, com vista para a tranquila e relaxante paisagem exterior. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=850682
  16. Champalimaud Research Centre inaugurado em 2010 A sede da Fundação Champalimaud, concebida pelo arquitecto Charles Correa para a zona ribeirinha de Pedrouços, Lisboa, estará concluída em 2010, para coincidir com as comemorações do centenário da implantação da República, revelou hoje o responsável pelo projecto O edifício, que se situará no local actualmente ocupado pela Docapesca, terá três pisos à superfície e um piso subterrâneo, com uma área de construção acima do solo de 25.267 metros quadrados, e irá acolher o centro de investigação nas áreas da neuro-ciência e cancro e um hospital da Fundação Champalimaud. Charles Correa concebeu o edifício a partir do seu contexto natural, na frente ribeirinha, associando a ideia de descoberta científica à dos Descobrimentos portugueses. "Estamos a falar do passado, de História, mas também de aspiração", explicou aos jornalistas. O arquitecto escolheu como material predominante a pedra lioz, a mesma usada em edifícios da zona envolvente como o Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém e Centro Cultural de Belém. Charles Correa destacou o "espaço público" contemplado no projecto, que inclui um anfiteatro ao ar livre para palestras e concertos, que poderá ser usufruído pela população em geral. Referindo-se à construção na frente ribeirinha, Leonor Beleza defendeu que o edifício irá valorizar o local e não prejudicá-lo, considerando que poderá tornar-se um "marco da cidade". O programa de neurociências da fundação já se encontra em funcionamento e será alargado até à inauguração do edifício, referiu Leonor Beleza. Charles Correa, de origem goesa, concebeu recentemente um edifício para o Massachussetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, onde utilizou pedra calcária de origem portuguesa. Entre os seus projectos destacam-se igualmente a concepção de "Nova Bombaim", uma cidade construída de raiz para 2 milhões de habitantes. Foi premiado com o Agan Khan Award for Architecture, em 1998, o Praemium Imperiale for Achitecture, em 1994, a Gold Medal of the International Union of Architects, em 1990, e a Medalha de Ouro do Royal Institute of British Architects, em 1984. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=396153&page=9 O Centro Champalimaud promove a relação da cidade com o rio, abrindo ao público amplas zonas ajardinadas de circulação pedonal. É um espaço de investigação e Ciência que se destina às pessoas e que irá devolver à cidade de Lisboa um local que se encontrava fechado. O Centro Champalimaud inclui 2 edifícios dispostos de forma a promover o acesso livre: - Edifício A, que contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos. - Edifício B, que inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma ponte em vidro. - Espaço Aberto com jardins panorâmicos e um anfiteatro ao ar livre abertos ao público. Os edifícios estão dispostos de forma a criar uma via pedonal de 125 metros que atravessa diagonalmente o terreno (no sentido nascente-poente) em direcção ao mar e, simbolicamente, do ‘desconhecido’. Este caminho tem uma suave rampa ascendente em direcção ao rio (1:30) de tal maneira que na sua subida se vê unicamente o céu. No final da rampa encontram-se duas esculturas monolíticas de pedra bruta. Ao ser atingido o ponto mais alto, ver-se-á uma grande massa de água que, aparentemente sem qualquer tipo de corte visual, liga com o Oceano. No centro desta massa de água emerge um objecto oval de aço inoxidável, ligeiramente convexo, que reflecte o céu azul e o movimento das nuvens. Edifício A No coração da Edifício A está o bloco central, com os centros de diagnóstico e de tratamento nos pisos inferiores, e com os laboratórios nos pisos superiores. Entra-se no edifício através de um “lobby” de duplo pé direito que dá para um jardim tropical coberto por uma pérgola que faz a ligação à natureza e, simbolicamente, à vida. Mais adiante, no piso da entrada encontram-se as zonas de exames, ligadas ao apoio clínico e ao centro de bem-estar. A partir do “lobby” há acesso directo a uma área localizada no piso inferior onde os utentes podem deixar os seus filhos pequenos enquanto estão no Centro. O jardim tropical é a peça central do edifício, ficando a uma cota de –4,5 metros, ou seja no piso inferior ao da entrada. Neste piso estão o centro de diagnóstico e o centro de tratamento, sendo que este se abre para um outro jardim mais calmo e reservado, na extremidade oeste. Neste piso situa-se o biotério e uma área técnica. No primeiro piso, estão localizados os laboratórios de investigação, distribuídos à volta do jardim tropical, os laboratórios de apoio e os gabinetes dos investigadores, estes com vista para a Marina e para o Oceano, a oeste. Estes espaços culminam numa biblioteca de dois pisos localizada numa posição fulcral na intersecção das duas alas, o que a torna num local de encontro de cientistas e de utentes. A sudoeste encontra-se um espaço de reserva para expansão consoante as necessidades futuras. Para nordeste estão a cafetaria o ginásio, com vista para o Oceano, a oeste. O segundo piso é o último piso de laboratórios, com aberturas francas para o piso inferior que ligam os dois níveis, de modo a incentivar e facilitar a interacção entre os profissionais, que é essencial na investigação científica. Edifício B No piso de entrada há uma área de exibições, que contém informação interactiva para comunicar os objectivos inovadores da Fundação Champalimaud e para ilustrar os acontecimentos épicos que ocorreram exactamente neste local há 500 anos. Também estão localizados neste piso o auditório e uma área de restauração, com entradas próprias de forma a poderem ser utilizados separadamente ou em conjunto. Espaço Aberto O Centro Champalimaud será aberto ao público e para ser usados por todos. Os jardins e restantes áreas públicas ocuparão metade do espaço disponível. Jardins panorâmicos com uma grande variedade de árvores e áreas verdes, um anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos musicais, sessões científicas ou artísticas - tudo isto tendo como pano de fundo a água e o Tejo - ficarão à disposição da cidade. No edifício principal existirá também um jardim tropical de grandes dimensões. No espaço público, as escolhas ao nível da vegetação prendem-se principalmente com uma coerência de harmonia e continuidade com as existências adjacentes, procurando a definição de elencos que assegurem a sustentabilidade dos sistemas. Optou-se pela escolha de espécies já existentes na envolvência ou das famílias destas, procurando não desvirtuar os princípios de arborização dos arruamentos próximos, valorizando algumas espécies por associação com outras. As principais espécies utilizadas são: Celtis australis, Fraxinus angustifolia, Jacaranda mimosifolia, Populus alba, Pinus Pinea,Tipuana tipu, Tamarix canariensis e Eleagnus anguatifolia. Nos maciços arbustivos as principais espécies utilizadas são: Arbustus unedo, Crataegus Monogyna, Phillyrea angustifolia, Quercus coccifera, Calluna vulgaris, Juniperus horizontalis, Lavandula spica, Santolina pinnata, Santolina chamaecyparissus e Satureja montana. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=396153&page=9
  17. A empresa do ramo hoteleiro volta a mostrar vontade de recuperar o mítico edifício e já se encontra em conversações com o Governo e a Turistrela. O presidente da Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE), revelou aos jornalistas, que o Grupo Pestana está em negociações com o Governo e com a Turistrela para resolver o problema da reconversão do ex-Sanatório dos Ferroviários. Jorge Patrão assegurou que o Grupo Pestana “está interessado em resolver o problema. “Há negociações com o Grupo e com a Turistrela. Ambas as empresas estão interessadas e poderá haver uma parceria”, mas escusou-se a dar mais detalhes sobre o andamento deste processo. Jorge Patrão aproveitou a oportunidade para deixar o recado, que esta será “a última tentativa que faço para que a reconversão do Sanatório chegue a bom porto”. Para o responsável da entidade de turismo regional, este é um processo que se arrasta “há demasiado tempo”, o que pode ser prejudicial para o imóvel. “A situação terá que ficar resolvida ainda este ano, sob pena do edifício se constituir como um cancro ou vir a ser destruído para apartamentos ou algo do género”, salientou. Na origem do interesse do Grupo Pestana, poderá estar a ameaça que Jorge Patrão fez em tempos de exigir ao Estado o reembolso de 1,3 milhões de euros gastos com o projecto do arquitecto portuense Souto Moura, para reconversão do Sanatório. Verbas do Fundo de Turismo e que estavam destinadas para a construção de um parque de campismo na Serra da Estrela. Recorde-se que o Grupo Pestana tinha desistido de participar na recuperação do lendário edifício concebido em 1927 por Cotinelli Telmo em 2004, justificando que uma obra desta envergadura não teria viabilidade, porque considerava que já existiam estruturas semelhantes na região, como as Pousadas de Manteigas, Belmonte, Linhares da Beira e o Convento do Desagravo. A falta de interesse do Grupo Pestana em construir a obra levou a Turistrela a accionar, em finais de 2004, a cláusula de reversão do edifício, por incumprimento do contrato celebrado em 1998, quando a ENATUR adquiriu o imóvel pelo valor simbólico de um escudo com a contrapartida de o transformar numa pousada até 2001. Algo que nunca veio a acontecer, e que levou a concessionária do turismo na Serra da Estrela a prorrogar os prazos do contrato. Por seu turno, Luís Patrão, presidente do Instituto do Turismo de Portugal (ITP), salientou que este é um dos processos “prioritários” para o Governo. “Tenho indicações do Governo para tratar deste assunto com toda a prioridade e dar ao edifício o bom destino que merece”, garantiu. O responsável pelo sector do turismo em Portugal, disse ainda que espera “resolver o problema durante o meu mandato à frente do instituto”. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=475894 SOBRE O EDIFICIO Arquitecto | Construtor | Autor Arq. José Ângelo Cottinelli Telmo (1897-1948); construtor eng. Virgílio Preto Cronologia 1913 - o general Carlos Vasconcelos Porto (1861-1944) inicia uma campanha de assistência sanitária aos ferroviários, desenvolvendo os primeiros esforços no sentido de se criarem sanatórios exclusivamente destinados aos funcionários dos caminhos de ferro do Estado; 1918 - é inaugurado o primeiro sanatório para ferroviários, em S. Brás de Alportel, instalado numa casa de quinta especialmente adaptada para o efeito (CABANAS, 1945); 1919 - é iniciada a construção do "Sanatório do Norte", em Paredes de Coura, cujas obras se prolongaram até 1933; 1924 ? o Governo concretizou o seu apoio à assistência sanitária aos ferroviários, criando, nas linhas do Estado e nas empresas ferroviárias privadas, um Fundo de Assistência Ferroviária, destinado à organização dos meios de combate à tuberculose dentro de cada empresa; 1925, Junho - é publicado o decreto através do qual a Comissão Administrativa dos Sanatórios para Ferroviários Tuberculosos recebe do Estado o terreno, até então integrado na Mata Nacional da Covilhã, destinado à construção do Sanatório da Covilhã (Gazeta dos Caminhos de Ferro: 1946 (n.º 6), p. 194); 1926 - o Fundo de Assistência foi suprimido, mas a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses (CP) manteve uma dotação anual para a assistência dos seus funcionários, criando uma comissão destinada à sua gestão; 1927 - a CP, através da Comissão Administrativa dos Sanatórios para Ferroviários Tuberculosos presidida por Fausto de Figueiredo, toma a iniciativa de promover a construção de um sanatório de altitude na Serra da Estrela. O projecto do edifício é encomendado ao arquitecto José Ângelo Cottinelli Telmo (1897-1948), enquanto profissional independente e em paralelo com as suas funções de funcionário da CP. O programa funcional do conjunto foi estabelecido por Carlos Lopes, médico chefe dos Serviços de Saúde da CP, que acompanhou de perto o trabalho do arquitecto. Para a definição exacta das instalações e equipamentos técnicos necessários, Carlos Lopes visitou diversos sanatórios na Suíça, França e Alemanha onde pôde estudar os mais actuais e rigorosos padrões de técnica sanitária em uso na Europa. Cottinelli, por seu lado, visitou o Sanatório de Fuenfria, em Espanha (TELMO, 1928); 1928, 8 de Fevereiro - O anteprojecto do Sanatório da Covilhã foi apresentado à "Comissão Administrativa dos Sanatórios para Ferroviários Tuberculosos" que o aprovou. Alguns elementos da Comissão manifestaram, no entanto, o seu desacordo, considerando o projecto "grandioso de mais" e com um orçamento desproporcionado para a capacidade de alojamento prevista; defendiam a edificação de pavilhões de pequenas dimensões junto dos Sanatórios existentes, e não a construção de um grande edifício reunindo a quase totalidade dos serviços, como na opção adoptada. Inicialmente previra-se a existência de uma secção para homens e outra para mulheres; no entanto, uma vez que os primeiros estudos demonstraram a impossibilidade de estabelecer uma separação nítida entre as zonas destinadas os dois sexos, passou a considerar-se apenas a admissão de doentes do sexo masculino. O programa estabelecia a existência de quartos para doentes de 1.ª, 2.ª e 3.ª classes que o arquitecto localizou em pisos diferentes, de acordo com a fórmula com a qual resumia a distribuição funcional do conjunto "um andar para cada coisa e cada coisa no seu andar". Os serviços administrativos, os serviços médicos e as zonas de uso comum iriam ocupar o piso nobre, agrupados de modo nítido e legíveis na expressão da fachada. Na fase de Anteprojecto, o alçado principal, com uma sucessão regular de janelas idênticas, era pontuado pelo corpo da entrada e pelas estruturas reticulares das bow windows e galerias de cura, que ora se integravam no volume construído, ora se projectavam para fora dele, numa composição de estrutura pouco evidente. O projecto definitivo, elaborado em seguida e concretizado em obra, apresentava algumas diferenças substanciais em relação à proposta inicial. Tanto a distribuição interior como a sua expressão exterior foram reformuladas, dando origem a uma composição articulada, com uma estrutura coerente e uma lógica clara, com tradução nos alçados. Os dois corpos longitudinais que constituem o edifício foram dotados de entradas e de acessos (escadas, ascensores, corredores) autónomos; a partir desta estrutura de circulações estabelecia-se uma teia de relações hierárquicas que justificava a localização dos diversos serviços. Na fase final do projecto, a área total de quartos ocupava apenas metade dos 5 pisos existentes, sendo o restante destinado às diversas áreas de apoio (onde se incluíam, por exemplo, Salas de Recreio e Conversação, Biblioteca e Capela); 1930 - cerimónia de lançamento da 1ª pedra, que assinala o início das obras, dirigidas pelo engenheiro Virgílio Preto. Previa-se então a sua conclusão para cerca de quatro anos mais tarde; 1931 - Cottinelli projectou diversos edifícios anexos, para apoio ao estabelecimento, a construir nos terrenos adjacentes (nomeadamente, Casas do Médico e do Gerente; Garagem), só em parte concretizadas; 1936 - é concluída a construção, inteiramente custeada pela CP; 1944, 11 de Novembro - o Sanatório da Covilhã é inaugurado, uma vez ultrapassadas dificuldades várias quanto à viabilidade da sua exploração por parte da CP. Para tal, a capacidade de internamento foi ampliada, passando de 110 doentes, máximo previsto no projecto, para 170; o estabelecimento foi arrendado à Sociedade Portuguesa de Sanatórios, Lda. que o explorou sob a direcção do professor Lopo de Carvalho, ficando com a obrigação de acolher todos os funcionários da CP que necessitassem de tratamento anti-tuberculoso e colocando ainda uma parcela das suas camas à disposição dos doentes a cargo da Assistência Nacional dos Tuberculosos (Gazeta dos Caminhos de Ferro: 1946 (n.º 6), pp. 192-199). Em data não determinada, foram encerrados os solários e as galerias de cura, de forma a ampliar a capacidade de alojamento, o que alterou profundamente a expressão formal do edifício; no período imediato à Revolução de Abril de 1974, estando o edifício já desafectado do seu uso inicial, serviu para alojamento temporário de cidadãos retornados das ex-colónias de Portugal em África. Foi posteriormente abandonado e sujeito a acções de vandalismo que acentuaram o estado de degradação e conduziram ao actual estado de ruína; 1990, década - adquirido pela Enatur, Pousadas de Portugal com o objectivo de ser recuperado e reutilizado como Pousada. Projecto elaborado pelo arquitecto Eduardo Souto de Moura. As últimas notícias conhecidas, após o processo de privatização da Enatur, apontam para a não concretização do projecto por alegada falta de viabilidade económica. Bibliografia FIGUEIREDO, Fausto de, Comissão Administrativa dos Sanatórios para Tuberculosos, Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, Carta para Cottinelli Telmo, 30.Jun.1927, espólio Cottinelli Telmo; TELMO, Cottinelli, Carta para Fausto de Figueiredo, 17.Ago.1927; espólio Cottinelli Telmo; Extracto da Acta 1649, da Sessão da Comissão Executiva de 02.11.1927, Processo Sanatório da Covilhã, Arquivo Histórico CP; Extracto da Acta 1769, da Sessão da Comissão Executiva de 08.02.1928, Processo Sanatório da Covilhã, Arquivo Histórico CP; [TELMO; Cottinelli], Sanatório para os Tuberculosos da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses a construir por esta Companhia na Covilhã. Memória descritiva e justificativa e orçamento relativo ao Anteprojecto [1928], espólio Cottinelli Telmo; [TELMO; Cottinelli], Caminhos de Ferro Portugueses. Sanatório da Covilhã. Memória descritiva e justificativa [1930], espólio Cottinelli Telmo; Sanatório da Covilhã. Caderno de Encargos [1930], espólio Cottinelli Telmo; D'AVYS, Palmeirim, Tuberculose! A grande Rainha!, O Notícias Ilustrado, IIª série, n.º 206, 22.Maio.1932, pp. 4-5, 7; Assistência Ferroviária. O Sanatório de Paredes de Coura dos caminhos de ferro do Estado, O Notícias Ilustrado, IIª série, n.º 268, 30.Jul.1933, p. 5; Nas Penhas da Saúde. Um sanatório Modelo para ferroviários construído pela CP, Gazeta dos Caminhos de Ferro, 56º ano, n.º 22, 16.Nov.1944, pp. 665-666; CABANAS, Manuel dos Santos, Carlos Vasconcelos Porto e os Sanatórios dos Caminhos de Ferro do Estado, Gazeta dos Caminhos de Ferro, 56º ano, n.º 5, 01.Mar.1945, pp. 116-117; Sanatório das Penhas da Saúde, A Arquitectura Portuguesa e Cerâmica e Edificação (reunidas), 3ª série, ano XXVIII, n.º 127, Outubro 1945; O Sanatório das Penhas da Saúde, Gazeta dos Caminhos de Ferro, 58º ano, n.º 6, 16.Mar.1946, pp. 192-199;Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1955, Lisboa, 1956; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério nos anos de 1957 e 1958, 1º Volume, Lisboa, 1959; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério nos Anos de 1959, 1º Volume, Lisboa, 1960; MARTINS, João Paulo, Cottinelli Telmo. A Obra do Arquitecto (1897-1948). Dissertação de mestrado em História da Arte, Lisboa: FCSH, UNL, 1995. 2 vol.; MARTINS, João Paulo, Cottinelli Telmo. Arquitecto na CP, in Gilberto Gomes (ed.), O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996, Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses, 1996, pp. 126-134. Fonte: www.monumentos.pt
  18. Nova Afonso de Paiva pronta em Setembro A ministra da Educação lançou em Castelo Branco a primeira pedra da escola EB 2/3 Afonso de Paiva, que custará quatro milhões de euros e resulta de um protocolo entre o Governo e a autarquia local. A obra estará concluída em Setembro e servirá 700 alunos e 80 docentes. "São as autarquias que estão perto dos cidadãos e que sabem, melhor do que ninguém, apresentar soluções para os problemas”, disse Isabel Alçada. Já o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, sublinhou o forte investimento que está a ser feito no concelho no sector da Educação, com a construção de seis centros educativos, duas novas escolas (Castelo Branco e Alcains) e a recuperação das secundárias Nuno Álvares e Amato Lusitano. A visita à cidade começou na Escola Secundária de Amato Lusitano, onde a governante ficou a conhecer o Projecto Piloto do Plano Tecnológico. A ministra da Educação afirmou também que 83 por cento dos professores foram classificados com Bom no último ano lectivo e que por isso os docentes com melhores notas devem ser distinguidos com uma progressão mais rápida na carreira. Para Isabel Alçada, este número elevado de classificados com Bom explica-se com “a tradição da atribuição desta nota aos docentes por parte de quem avalia", acrescentando que "houve menos de 0,5 por cento de classificações com a nota regular ou insuficiente". "Estes dados também explicam a nossa intenção de distinguir os professores que obtenham Muito Bom e Excelente com uma progressão mais rápida” na carreira, destacou a ministra, que falava aos jornalistas em Castelo Branco. Governo e sindicatos realizam quinta-feira aquela que deverá ser a última ronda negocial para a revisão do estatuto da carreira e da avaliação docente, depois de terem falhado um acordo na semana passada. No centro da discórdia está, sobretudo, a progressão dos professores classificados com Bom. Segundo a proposta do ministério, nem todos aqueles que conseguirem esta nota poderão aceder ao topo da carreira, ficando dependentes da existência de vagas. A ministra disse hoje estar esperançada no sucesso das negociações de quinta-feira: “Tem havido sucessivas aproximações entre as nossas propostas e aquilo que as organizações sindicais nos têm feito chegar e que consideram ser importante para o estatuto da carreira docente e para a avaliação”. A ministra disse esperar que “as organizações sindicais também façam uma aproximação" à proposta do Governo, considerando que o Ministério apresentou aos representantes dos docentes um projecto equilibrado, "que vai ao encontro daquilo que é uma carreira boa para os professores e que está equilibrada com as outras carreiras da função pública”. “Estamos convictos de que se os professores analisarem bem a nossa proposta a vão aceitar”, sublinhou. Reconquista via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1057067
  19. Fotos de Obra via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=606187&page=9
  20. Edifício Savoy * Valor 8.000.000 € * Tipo Concepção/Construção * Localização Braga * Cliente Socimpacto, Lda. O empreendimento é composto por um Hotel Geriátrico denominado Camélia Hotel Sénior & Homes de Braga, áreas de serviços e um parque de estacionamento. A Casa de Saúde de Guimarães vai lançar um novo hotel em Braga dirigido a um público-alvo com idade superior a 65 anos e que deverá ser inaugurado em finais de 2010. Terá uma área de 7.480m2, com capacidade para 60 suites individuais e 20 duplas. Com esta nova unidade em construção, na Rua do Raio, os objectivos passam pela criação de uma solução habitacional com serviços de lazer que priviligie a independência e, acima de tudo, a saúde. Neste plano, o hotel oferecerá serviços de beleza, salas de convívio, de festas, leitura e jogos, piscina interior, oratório, serviços de transporte, infra-estruturas de telecomunicações, sistemas de segurança, bem como o apoio de uma estrutura profissional permanente (24h/dia). O empreendimento conta ainda com um parque de estacionamento, no subsolo, que terá capacidade para aproximadamente 350 viaturas. Este parque automóvel responde não só às necessidades do próprio edifício, assim como às necessidades da área envolvente. http://www.ccrsa.pt/construtora/obra...=&localizacao= O edifício Savoy encontra-se em fase de construção e localiza-se na Rua do Raio, em Braga. É considerado como um edifício inteligente, amigo do ambiente e energeticamente equilibrado. Isto significa que vai criar energia e fará uma gestão energética cuidada. Será neste edifício que o grupo Camélia e a Casa de Saúde de Guimarães vão lançar um novo hotel sénior com uma área de 7.480 m², com capacidade para 60 suites individuais e 20 duplas. Além desta unidade hoteleira, o empreendimento terá um outro hotel (tradicional), denominado Hotel Braga. É de classificação de 3 estrelas e contará com 100 quartos, restaurante e bar, SPA, salas para reuniões e conferências. Tem uma área bruta locável de 6 mil m2. O empreendimento conta ainda com um parque de estacionamento, no subsolo, que terá capacidade para aproximadamente 350 viaturas. Este parque automóvel responde não só às necessidades do próprio edifício, assim como às necessidades da área envolvente. Em questões urbanísticas, este empreendimento implica a abertura de uma nova artéria no centro da cidade, mais precisamente, entre a Rua 25 de Abril e a Rua do Raio, o que permite também melhorar a qualidade de vida dos bracarenses. in http://www.s7ven.pt/ via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1065917
  21. Edifício Zínia Ainda sem um site oficial, pode concluir-se que o edificio será composto pelo seguinte: Piso -2 : Parque de Estacionamento Interior Piso -1: Estacionamento Exterior e Pingo Doce Piso 0 : 4 Lojas Comercias e Estacionamento Exterior Piso 1 a 6: Centro Geriátrico (Conjunto Residencial Sénior) via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1065959
  22. Brazilian architect Marcio Kogan plays with space in a way that makes you think that if he ever gets bored, a second career as a movie set designer awaits. Through all four projects, the box form – Kogan’s favourite motif – occurs time and again but in carefully nuanced combinations: precisely planed concrete boxes within boxes (a function of security concerns in São Paulo); stoned lined boxes on top of boxes; and timber slatted boxes that open outwards towards a slim-lined lap pool perhaps with no doors to mark inside or outside. Can’t get enough of Brazilian homes designed by Marcio Kogan? More Daily Icon posts: Beach House, Casa Mirindiba, Osler House and Casa Corten. Panama House, São Paulo, Brazil, by Marcio Kogan via: Wallpaper* in http://www.dailyicon.net/2009/04/panama-house-by-marcio-kogan/ An architectural masterpiece, Marcio Kogan’s Panama House is more than just a place to live. Located in Sao Paolo, Brazil, it’s the uninterrupted connection between the interior and the exterior that makes this stylish building look like an unlimited living space with no walls. Clad in concrete and covered with a sliding vertical wood lathes, the house is beautifully lit at night when the modern furniture with stylish pillows and sofas becomes the main focal point. An amazing house perfect for a long weekend party with the buds, isn’t it? – via in http://freshome.com/2009/05/21/stylish-panama-house-by-marcio-kogan/ Panama House by Marcio Kogan Posted by Dave on June 29th, 2009 Brazillian architect Marcio Kogan has designed the Panama House in São Paulo, Brazil. The site of the Panama House is located in one of the garden neighborhoods, just some blocks from Paulista, the financial center of the city of São Paulo. The client has an important art collection, above all, modern Brazilian art, and the house was designed to house this collection. The works of art are scattered throughout all the areas of the residence, from the bedrooms to the gardens. The interior plan is organized into 3 floors and a sub-solo. Upon entering the lot, a tree-covered patio leads the guest to the door. A social hall distributes part of the program of the house: a library, vertical circulation, the utility rooms and the living room. From within the library you can see, in front of the exterior stone wall, a Maria Martins sculpture, reposing over a reflecting pool. The living room has large spans that open, in their entirety, to the garden, building a spatial continuity between interior and exterior. In the garden, the pool, installed on the side of the lot, mirrors the stones of the wall. On the second floor, a large corridor connecting the bedrooms also works as a gallery exhibiting the paintings and sculptures. Two windows, at the ends of the corridor, bathe this area with light and, in front of one of them a sculpture made by Brazilian Amilcar de Castro constructs the space. An office annexed to the master suite overlooks the garden, as do the other bedrooms. The façades of the rooms have brise-soleils made of sliding vertical wooden lathes. The brise-soleils are important to guarantee greater comfort, protecting from direct sunlight and creating a texture with the light. One of the architectural premises of the house is to organize the space from a wooden box that is placed inside a C-shaped concrete cask. This concrete cask is formed by cement slabs and a wall and, in relation to the wooden box, determines the translucent and transparent areas. On the third story, a game room and an gym connect to a wooden deck, the terrace of the house. The utility rooms of the house and the garage are located on the subsoil. The stone and the wood, materials that refer to traditional Brazilian building, are mixed with modern materials, such as reinforced concrete and plastic and which create an architectural language. Reflecting concern with the precision of the construction, all of the details of the house were elaborated by the office, even some of the furniture that was specifically designed for the house. Photography by Nelson Kon Architect > Marcio Kogan Architectural Co-Author > Samanta Cafardo Collaborator > Renata Furlanetto Interior Design Co-Authors > Diana Radomysler, Carolina Castroviejo Team > Oswaldo Pessano, Suzana Glogowski, Lair Reis, Eduardo Glycerio, Cristina Motta, Gabriel Kogan, Mariana Simas Landscape Architect > Renata Tilli in http://www.contemporist.com/2009/06/29/panama-house-by-marcio-kogan/ PLANTAS - http://plusmood.com/2009/04/panama-house-marcio-kogan/2nd-floor-plan/
  23. Liquidrom Berlin opened in the Neuen Tempodrom at the Anhalter Bahnhof in Berlin as the first Liquid Sound Day Spa. The concept fits perfectly in the capital city. With a programme of regular live concerts at full moon, DJ evenings in the Liquidrom club, jazz or classical music programmes, poetry readings and light-art-water events, the Liquidrom has quickly established its distinct profile in the cultural capital of Germany. Liquidrom Therme, Berlin, Germany Architect, Meinhard von Gerkan, gmp in http://www.dailyicon.net/2008/07/light-and-sound-at-liquidrom-therme-berlin/
  24. Les Bains des Docks Aquatic Centre designed by Jean Nouvel has been opened in the historical Port of Le Havre. We marvel at the way the light plays over the surfaces, and of course the splash of colour. Inspired by Roman baths, these baths are part of a revitalized dock area of the port city. Les Bains des Docks, Le Havre, France by Jean Nouvel Photos by Cl.Guillaume IN http://www.dailyicon.net/2008/08/les-bains-des-docks-by-jean-nouvel/
  25. HOUSING PILON bevk perovic arhitekti Housing Pilon stands in an unusual location, on the site of an abandoned quarry next to main Ljubljana ring road. The remains of the quarry previously appeared as a ‘wound’ in the natural landscape with an old, lime-kiln building made of stone in the corner of the site, which was protected as a cultural monument. The question was how to position a new large housing complex in such delicate surroundings, how to preserve the quarry and design the housing as new landmark related to the highway passing right next to the site. The location was treated sensitively. The rock wall was preserved, protected against crumbling and planted with greenery. 140 apartment units were structured into a complex of two separate buildings that are further divided into two slabs connected by communication cores. The slabs are shifted, they follow the configuration of the terrain and create different communal spaces, the concrete entrance platform in the front and green courtyard at the back side of the complex. The internal structuring of the complex follows the idea of ‘condensation’ of the city condition vertically: smaller, single person units are positioned in the lower part of the buildings. They are followed by duplex apartments which are organized as patio villas around open, double height courtyard spaces. Luxurious small penthouse apartments are built on top. These different typologies are clearly visible on the facade, yet the overall image of the complex appears homogenous. The facades are designed as interplay of opened and closed elements. Glazed balconies with yellow railings are followed with closed storage units made of velvety black ferrocement plates. Storages thus become an element of the facade and divider between different apartments. The complex is in tune with the silhouette of the hill and is simultaneously paying a kind of ‘hommage’ to the former quarry but at the same functions as a eyecatching ‘landmark’, a strong orientation point on the Ljubljana ring road. building: Housing Pilon, Ljubljana client: Metrokras invest d.o.o. project team: Bevk Perovi_ Arhitekti Matija Bevk, Vasa Perovic, Davor Po_iva_ek, Ida Sedu_ak, Ana _eligoj, Andrej Mercina floor area 11500 m2 in http://www.dezeen.com/2009/05/31/housing-pilon-by-bevk-perovic-arhitekti/
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