-
Posts
5034 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
5
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by JVS
-
Ponta Delgada | Igreja de Nossa Senhora de Fatima | António Luís Gomes de Meneses
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Ponta Delgada: Nova igreja católica em 2009 vai custar 1,5 milhões de euros Ponta Delgada, 17 Abr (Lusa) - Ponta Delgada vai dispor de uma nova igreja católica dedicada à Nossa Senhora de Fátima no próximo ano, na zona do Lajedo, uma obra de "boas vontades" orçada em 1,5 milhões de euros. A presidente da Câmara de Ponta Delgada, Berta Cabral, adiantou que esta obra representa a concretização um "sonho com mais de 30 anos" da comunidade local, que vai marcar o século XXI nos Açores. "As igrejas fazem-se de séculos em séculos e esta obra é um marco importante para Ponta Delgada e para os Açores", afirmou Berta Cabral, que falava na assinatura da cedência do terreno da Diocese de Angra e Ilhas dos Açores para a autarquia. Berta Cabral, que prevê que o templo possa ser inaugurado a 13 de Maio de 2009, apelou à comunidade a continuar a recolher fundos para a aquisição de mobiliário da igreja, que, depois de concluída, poderá dar origem a uma nova paróquia em Ponta Delgada. Segundo explicou a autarca, esta obra surge porque o regulamento municipal de Ponta Delgada determina que os construtores civis do concelho construam equipamentos sociais e desportivos e, nesse âmbito, uma empresa foi desafiada a inovar, construindo um templo e o complexo paroquial do Lajedo, onde funcionará a catequese e o arquivo. O projecto de arquitectura prevê um templo de linhas modernas, com uma nave única, que será construído num terreno com 3.826 metros quadrados, que foi oferecido pelo Governo Regional à Diocese açoriana para este efeito há 30 anos. Para o Cónego José Garcia, da Igreja Paroquial de São José, mais do que um sonho antigo, liderado pelo Monsenhor Maia, a construção da nova igreja era urgente, dado o crescimento populacional que se verifica na zona do Lajedo. "Só uma comunidade de fé viva e estruturada poderá construir uma casa de Deus para os homens utilizarem", lembrou o Cónego José Garcia. RME. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-04-17 19:10:05 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php...0449&visual=26 Nova igreja do lajedo em 2009 13 de Maio de 2009, dia que os católicos devotam a Nossa Senhora, deverá ser a data em que estará construída a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Lajedo. A nova igreja é um sonho, de mais de 30 anos da comunidade católica da freguesia de São José, que a Câmara Municipal de Ponta Delgada vai concretizar ao doar o equipamento religioso, cuja construção deu, hoje, o passo decisivo para o seu arranque. Esta quarta-feira, na autarquia, procedeu-se à assinatura do Auto de Cedência do Terreno para a construção da igreja pela Marques, ao abrigo de um protocolo firmado com a câmara municipal, no âmbito das suas obrigações de construção de equipamentos públicos, constantes do regulamento municipal de loteamentos, onde a empresa assume a construção do edifício religioso. Coube também ao arquitecto António Luís Gomes de Meneses a execução, a apresentação e a oferta à comunidade do projecto da Igreja de Nossa Senhora de Fátima e respectivo complexo paroquial. Será um templo religioso de construção moderna, com uma nave única, que se faz acompanhar por um rasgo de luz indirecta através de um fosso de luz e espelho de água, e que terá espaços para aulas de catequese e vivência comunitária. Em resumo, o que se assistiu, esta tarde, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ponta Delgada, foi ao conjugar de boas vontades: da Câmara que doa um novo templo à Igreja Católica, do arquitecto responsável pelo projecto e da equipa técnica responsável pelos projectos de engenharia, que foram oferecidos; da empresa construtora que, nos termos do regulamento municipal, vai construir um equipamento público religioso para a cidade; e da Comissão da Fábrica da Igreja de São José e da comunidade católica, que se têm empenhado e vão continuar a empenhar-se na angariação dos fundos necessários para completar a igreja. Por tudo isso, a Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada sublinhou a importância de se construir uma nova igreja no município. “É um marco para Ponta Delgada e para os Açores”, sustentou Berta Cabral para afirmar que “as igrejas constroem-se no espaço de séculos e esta nova igreja marcará o século XXI, em Ponta Delgada”. A autarca salientou, ainda, que o novo edifício, que vai ser construído, é mais uma resposta ao crescimento da cidade, motivando o envolvimento social e levando a hábitos de vida em comunidade. IN http://www.acores.net/noticias/view-25832.html -
Lisboa | Interface do Terreiro do Paço | Atelier Daciano da Costa
JVS posted a topic in Arquitectura
Mário Lino Novo interface de transportes do Terreiro do Paço no primeiro semestre de 2010 O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, revelou hoje que o novo interface de transportes a construir no Terreiro do Paço ficará concluído no primeiro semestre de 2010 O governante, que falava durante a cerimónia de inauguração das estações do metropolitano de Santa Apolónia e Terreiro do Paço, adiantou que os trabalhos de reforço do cais de acostagem já começaram. Segundo a informação disponível no site do metropolitano, está em curso a fase de adjudicação da empreitada de instalação dos pontões e em fase de concurso o sistema de atenuação do efeito das ondas nesta zona para permitir maior facilidade na operacionalidade dos navios. Aguarda-se ainda o resultado dos estudos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) no sentido de saber se será ou não necessário reforçar o edifício da estação fluvial para o interface de transportes. O custo final deste empreendimento estima-se em cerca de 36,31 milhões de euros. Com o novo troço inaugurado hoje a rede do Metropolitano de Lisboa fica com 50 estações, espalhadas por quatro linhas: Azul (Amadora/Santa Apolónia), Amarela (Odivelas/Rato), Verde (Telheiras/Cais do Sodré) e Vermelha (Alameda/Oriente). Lusa/SOL in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=72173 NOVO TERMINAL FLUVIAL, NO INTERFACE DO TERREIRO DO PAÇO Cliente: Metropolitano de Lisboa, EP Local da obra: Terreiro do Paço Tipo de obra: Construção Civil - Edifícios Elementos Técnicos: Valor da Adjudicação: 26.697.211,69 € Início da obra: a confirmar Prazo de Execução: 33 meses Breve descrição da obra: Obra em consórcio: OPWAY / Edifer / MSF / Alves Ribeiro - 24,5% / 24,5% / 24,% /26,5% Área total de construção: 11.660 m2 a) Execução de estruturas, acabamentos, rede de águas e esgotos, redes de instalações eléctricas, telecomunicações e Avac do edifício do Terminal Fluvial; :s Execução das estruturas e equipamentos especiais do Sistema Elevatório e Câmara de Válvulas de Maré; c) Execução do reforço e restauro do edifício Cotinelli Telmo; d) Execução dos desvios de infraestruturas das concessionárias da PT, EDP, GDL e EPAL que atravessam a zona da obra, bem como dos projectos respectivos devidamente aprovados pelas concessionárias. in http://www.opway.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=809&Itemid=1 -
Construção do Hotel Casino vai arrancar ainda este ano A construção do Hotel Casino Príncipe do Mónaco, na Calheta em Ponta Delgada, vai arrancar no último trimestre deste ano e a abertura está prevista para o ano de 2008. A obra ainda não foi adjudicada, porque, como apurámos, o processo burocrático está atrasado. Por exemplo, ainda falta avaliar o preço do terreno. O Furnas SPA Hotel, (antigas instalações das Termas das Furnas), em construção, vai abrir em Abril de 2007, com as mais modernas termas de Portugal, segundo os proprietários, que contaram com a consultadoria da empresa suíça alemã Kannewisher, responsável pelas termas Baden-Baden, bem como da Iberotermas, que explora o maior SPA e Welness Center da Península Ibérica. O anúncio foi feito ontem na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), dia em que Martins Mota, responsável pela ASTA-Atlântida – Sociedade de Turismo e Animação, SA, assinou um acordo de parceria com António Trindade, representante do grupo madeirense “Porto Bay Associated Member”, na presença de Duarte Ponte, Secretário Regional da Economia. Esse acordo permite que ao grupo de hotéis que constituem a “Porto Bay” se junte às duas primeiras unidades hoteleiras da ASTA: o Furnas SPA Hotel e o Hotel Príncipe do Mónaco. O acordo tem como objectivo primordial aumentar a exposição destas duas unidades hoteleiras, através de acções de marketing concertadas com o grupo de hotéis associados à “Porto Bay”. Contudo, a ASTA-Atlântida continua a ser detentora da maioria do capital social, sem que tenham sido divulgadas as percentagens que tem cada um dos grupos. Martins Mota diz que este acordo de cooperação vai permitir que a ASTA-Atlântida “beneficie da experiência e conhecimento de um grupo turístico de sucesso, comungando dos padrões de qualidade exigidos, para obter um elevado grau de satisfação dos seus clientes”. António Trindade, por seu turno, sublinhou que há anos que a “Porto Bay” havia decidido acrescentar ao seu inventário novas unidades hoteleiras e novos produtos, numa lógica continental e intercontinental. Por isso, a Associação à ASTA assenta neste princípio de desenvolvimento e de procura de novas parcerias, num projecto diferenciado como o que vai aparecer em Ponta Delgada com a construção do casino e concessão de jogo. Era a oportunidade esperada pela “Porto Bay” para se estender aos Açores que se materializa no acordo assinado, disse. Por seu turno, Duarte Ponte, em representação do Governo Regional, referiu-se ao novo acordo de parceria no sector do Turismo como “simbólico e importante”, reconhecendo que o “Porto Bay” é um grupo deveras conhecido, tanto na Madeira como no exterior, o qual pode ser uma mais valia para o turismo açoriano, uma vez que tem “experiência, Know-how e mercado”. Assim, os Açores podem “compartilhar com o grupo a qualidade e a sua rede de distribuição fora de portas”. Para o Secretário da Economia, é importante que os grupos açorianos possam dividir com os grupos madeirenses mais experientes no turismo o seu conhecimento. Por isso, diz o governante, é fundamental que a Madeira possa compartilhar com os Açores o objectivo de nos desenvolvermos e de nos tornarmos mais prósperos, assumindo que o progresso dos arquipélagos passa pelo turismo. Duarte Ponte lembra que a Madeira tem o seu sector em franco desenvolvimento, enquanto que os Açores agora é que começa a crescer, mas opina que há a necessidade de ambos os arquipélagos crescerem juntos, mesmo com conjunturas diferentes, porque “estamos muito próximos e temos objectivos comuns, isto é, tanto os Açores como a Madeira podem fazer com que as ilhas sejam mais conhecidas no exterior, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento do país”. Novos hotéis O Hotel Casino Príncipe do Mónaco vai ser uma unidade de cinco estrelas, a primeira dos Açores, com 100 quartos, dos quais 5 são suites e 5 duplos executivos. A nova unidade hoteleira vai oferecer restaurante, bar, salas de reuniões e de banquetes, business center, SPA, entre outros. O casino vai dispor de salas de slot machines, sala de jogos tradicionais, sala de restaurante e espectáculos com palco, salas de congressos, bar, espaço multimédia e sala de exposições, um SPA e estacionamento privativo. O Furnas SPA Hotel é uma unidade hoteleira de quatro estrelas e 44 quartos. Vai oferecer um restaurante com capacidade para 140 pessoas, bar, sala de conferência, SPA, elevador panorâmico, entre outros. O SPA vai oferecer um número vasto de serviços, tais como sauna, terapia aquática/hidromassagem, relaxamento em camas de água, aeróbica, área de relaxamento, estética facial, fisioterapia, gabinetes médicos, entre outros. in http://www.arquitectura.pt/forum/javascript:window.print()http://www.azoresglobal.com/canais/noticias/imprimir.php?id=10408 Diário Económico “Hotel Casino dos Açores entra em operação em 2008” A ASTA, empresa concessionária do jogo nas ilhas de S.Miguel e Terceira, nos Açores, está a ultimar o projecto do Hotel Casino Príncipe no Mónaco, um empreendimento de luxo a edificar na marginal de Ponta Delgada e que deverá estar em operação em 2008. Este será o primeiro hotel de cinco estrelas da capital açoriana e aliará competências nas áreas da hotelaria e do jogo de fortuna e azar. in http://www.ambitur.pt/site/news.asp?news=1620
-
Projecto Vivaci Beja alvo de discórdia entre Pulido Valente e Miguel Ramalho “Questões pendentes” e impasse no projecto da Shopping Vivaci Beja foram motivo de discórdia na reunião de Câmara ontem. Pulido Valente, Presidente da Câmara, questionado por Miguel Ramalho, vereador da CDU, para clarificar quais as questões pendentes a que se referiu em notícia avançada na Rádio Pax, explicou que “reuniu com a FDO” e foi-lhe explicado que “a empresa promotora do projecto já tem as empresas âncora que justificam o investimento para construir este Centro Comercial”. Acrescenta Pulido Valente que “em causa estão as contrapartidas solicitadas pelo anterior executivo que foram consideradas pela FDO incomportáveis e que iriam inviabilizar o processo”. Pulido Valente salienta que “a Câmara deve fazer o máximo possível para desbloquear este investimento”. Segundo palavras do Presidente da Câmara de Beja “a FDO garantiu, depois de todo o processo desbloqueado, avançar com as obras no final deste ano”. Miguel Ramalho diz que “o Vivaci é um projecto que o anterior executivo acarinhou desde o início”. O vereador da oposição eleito pela CDU apresentou na reunião de Câmara um historial de todo o processo referindo que a última reunião com a FDO teve lugar em 2009 “onde foi dito pelo promotor que iria atrasar ligeiramente o processo por não ter ainda 75% dos espaços vendidos que iriam viabilizar o Shopping”. “A Câmara fez todos os esforços para levar por diante o processo tendo ultrapassado rapidamente alguns entraves, tendo sido assinado um protocolo onde o promotor se comprometia a cumprir algumas contrapartidas que deverão ser de sua exclusiva responsabilidade”, referiu Miguel Ramalho. Miguel Ramalho aponta três razões para que o Presidente da Câmara diga que o processo do Vivaci está num impasse por culpa do anterior executivo. Uma das razões apontadas pelo vereador da oposição é de que “o presidente da Câmara está a fazer folclore e que por vezes mexe-se na cadeira e manda notícias para a comunicação social para dar a entender que está a fazer alguma coisa”. O Shopping está orçado em 30 milhões de euros, terá cerca de 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes, e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. O centro comercial ficará situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Fonte: Rádio Pax in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343
-
Novas Fotografias via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=421438&page=3
-
Baía do Tejo nasce no Barreiro 2009-11-06 Foi constituída formalmente, no passado dia 13 de Outubro, a empresa Baía do Tejo SA, que tem por base a fusão da empresa Quimiparque SA, localizada no Lavradio, com as sociedades Urbindústria-Empresa de Urbanização e Infraestruturação de Imóveis SA e Snesges-Administração de Imóveis e Prestação de Serviços SA, ambas com sede na Aldeia de Paio Pires, no Seixal. Entre os motivos apontados para esta decisão esteve “uma crescente necessidade de articular a actuação” das três empresas da Margem Sul, tendo em vista “potenciar as capacidades de cada um dos espaços e do conjunto”. A recente constituição da Baía do Tejo SA teve como fim a incorporação da Urbindústria e Snesges na Quimiparque e subsequentemente extinção daquelas empresas. Os Estatutos da sociedade incorporante foram assim objecto de alteração, tendo a Quimiparque adquirido a designação de Baía do Tejo SA, e mantendo-se a sede no Barreiro. Os motivos da fusão, indicados também no respectivo projecto, são vários e têm por base o facto de “as sociedades participantes neste processo de fusão fazerem parte do mesmo grupo societário, desenvolverem actividades semelhantes centradas na gestão de património imobiliário e de parques empresariais e serem detentoras de vastas áreas de território na margem sul do rio Tejo na região fronteira a Lisboa”. Outra razão patente na incorporação levada a cabo prende-se com “uma crescente necessidade de articular a sua actuação, tendo em vista potenciar as capacidades de cada um dos espaços e do conjunto”. A estes motivos acresce que “o Estado definiu para esta região um projecto de desenvolvimento regional que assenta na necessidade de potenciar os efeitos positivos decorrentes da prevista realização de importantes investimentos públicos (de entre os quais se destacam pela sua especial dimensão a nova Travessia do Tejo, o novo aeroporto de Lisboa e a Plataforma Logística do Poceirão)”. Este projecto, denominado Arco Ribeirinho Sul, foi aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n°137/2008, de 12 de Setembro, e reconhece “a especial importância dos territórios detidos por estas sociedades como instrumentos para dar concretização aos objectivos de desenvolvimento, valorização e ordenamento da região”. A incorporação das duas sociedades que gerem o património da antiga Siderurgia Nacional na empresa estatal Quimiparque começou a ser delineada em Outubro de 2008. Na altura, o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, sustentava-se em indicadores de gestão e dados fornecidos pela Parpública, detentora das duas sociedades e da Quimiparque (que em Dezembro transferiu para uma nova empresa que constituiu, a Capitalpor), para decidir que seria vantajosa a gestão comum dos antigos complexos industriais, aludindo também aos antigos terrenos da Lisnave (absorvidos pelo Fundo da Margueira). O "certificado de admissibilidade para a nova denominação e objecto da sociedade" Baía do Tejo SA foi emitido a 23 de Março pelo Instituto dos Registos e do Notariado. A par da gestão de parques empresariais, a sociedade "tem também por objecto a gestão e desenvolvimento dos bens imobiliários que integram o seu património". A Baía do Tejo SA é assim um dos membros do Conselho Consultivo do Arco Ribeirinho Sul, sociedade cuja criação foi aprovada em Conselho de Ministros com vista à intervenção em terrenos com mais de 900 hectares, em espaços da Quimiparque, da Siderurgia e da Margueira - área equivalente a três Expo98. Recorde-se que o plano do Arco Ribeirinho Sul prevê a criação de sociedades executoras locais participadas pelas câmaras de Almada, Barreiro e Seixal, que poderão ter até 40 por cento do capital. Os projectos têm um horizonte de execução de 18 anos para a Quimiparque, 15 para a Margueira e 12 para a Siderurgia. Funcionários mantêm postos de trabalho Ainda que a fusão das três empresas na Baía do Tejo SA pudesse prever algum despedimento a decisão não implicou quaisquer medidas em relação aos trabalhadores, pelo que a posição destes nos respectivos contratos de trabalho mantém-se inalterada. A única diferença prende-se com a posição do empregador, conforme refere o disposto no protocolo da fusão formalizada: “a posição do empregador da Urbindústria e da Snesges nos contratos de trabalho em vigor celebrados com trabalhadores que se encontram ao seu serviço será transmitida para a Quimiparque sem qualquer alteração do seu conteúdo. Na sequência da fusão ou por causa dela não ocorrerá qualquer reestruturação que implique diminuição dos postos de trabalho". Jornal do Barreiro in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266 Arco Ribeirinho Projecto será a alavanca para desenvolver as duas margens do Tejo 14 | 04 | 2010 18.42H A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, considerou hoje que o projecto Arco Ribeirinho Sul é a “alavanca" que irá promover o desenvolvimento conjunto das duas margens do Tejo, no dia em que foram constituídos os órgãos sociais da sociedade. Destak/Lusa | destak@destak.pt “O projecto Arco Ribeirinho Sul será a alavanca para promover o desenvolvimento conjunto das duas margens do Tejo e irá permitir o desenvolvimento integrado da Área Metropolitana de Lisboa”, referiu à Lusa numa declaração por escrito. A ministra defendeu ainda que a constituição dos órgãos sociais da sociedade Arco Ribeirinho Sul é “um passo importante para a concretização deste projeto de dimensão nacional”. Os órgãos sociais da Sociedade do Arco Ribeirinho Sul, que são presididos por Fonseca Ferreira, foram hoje eleitos e vão vigorar até 2011. Fonseca Ferreira, que vai ter como vogais não executivos no conselho de administração, José Manuel Pinto Leite, Coordenador Nacional do Programa Polis, e Luís Miguel Silva Ribeiro, Sub Director-Geral do Tesouro e Finanças, salientou a importância de relançar as áreas da Quimiparque, no Barreiro, da Siderurgia, no Seixal, e da Margueira, em Almada. “Estes três territórios foram durante o século XX as grandes áreas industriais do país, com emprego e actividades económicas, e é importante que sejam relançadas, agora em novos termos”, disse em declarações à Lusa. O presidente da administração, que liderou durante mais de uma década a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, garantiu que se sente “com ânimo para enfrentar os desafios”. “Existe um plano estratégico aprovado em conselho de ministros, mas a situação económica do mundo mudou e por isso é preciso refletir. O plano não perdeu a sua validade, mas existem detalhes e ajustamentos que devem ser feitos”, referiu. Fonseca Ferreira referiu que os próximos passos serão montar a empresa e tratar das questões de logística, anunciado para o mês de maio contactos com as autarquias envolvidas. A sociedade gestora denominada “Arco Ribeirinho Sul, S.A.”, que tem como capital social 5 milhões de euros e como objeto a coordenação global do Projeto do Arco Ribeirinho Sul e do investimento a realizar naquele âmbito em termos compatíveis com a sua sustentabilidade financeira, nas áreas e nos termos definidos no respetivo Plano Estratégico aprovado pelo Conselho de Ministros. Para a execução das operações de requalificação urbanística e valorização que integram o Projeto do Arco Ribeirinho Sul serão também constituídas três sociedades executoras locais, em parceria entre a sociedade gestora do projeto global e cada município diretamente envolvido na respetiva área de intervenção. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266 Quimiparque: Autarca do Barreiro anuncia mais uma fase O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, considerou este sábado que o investimento na descontaminação e requalificação dos solos é um passo importante para o concelho e referiu que ainda vai existir uma nova fase neste processo. sábado, 3 de Abril de 2010 - 17:21 «O investimento do Ministério do Ambiente é um passo positivo para o Barreiro que pretendemos. Vão actuar no território da Quimiparque na área que estava estudada ao nível dos solos, mas uma outra medida, que já está a decorrer, é o estudo do que resta do território», disse o autarca comunista. O Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território vai investir mais de 18 milhões de euros no processo de descontaminação e reabilitação dos solos na Siderurgia Nacional, no Seixal, e na Quimiparque, no Barreiro. A remoção de resíduos depositados em vazadouros ilegais nos territórios da antiga Siderurgia Nacional estará concluída no primeiro trimestre de 2011, enquanto que a retirada de 65 mil toneladas de resíduos depositados no parque de lamas de zinco do parque empresarial da Quimiparque estará concluída até ao final de 2011. Carlos Humberto (PCP) explicou que se está a avançar a «passos largos» no estudo dos solos da Quimiparque, de modo a que seja possível avançar depois para a sua descontaminação, o que irá acontecer de uma forma faseada. «Pelas informações que tenho já está no terreno o estudo dos solos. Este anúncio é uma segunda fase mas falta ainda uma terceira fase, para a qual penso que também está garantido o financiamento, que é a remoção final de todos os produtos que afectam os solos», referiu. O território da Quimiparque, tal como o da Siderurgia e da Margueira, está incluído no projecto Arco Ribeirinho Sul, mas o edil barreirense garantiu que esta decisão não está relacionada com o projecto. «Esta medida é anterior ao Arco Ribeirinho Sul e iria avançar mesmo sem esse projecto. Nesta altura ainda não foi dada posse aos órgãos do Arco Ribeirinho Sul e aproveito para solicitar que tal aconteça o mais rápido possível, para que se possa avançar», concluiu. Diário Digital / Lusa in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=2 GRANDES PROJECTOS DE DESENVOLVIMENTO PARA O CONCELHO No final da reunião, Carlos Humberto de Carvalho salientou que, no âmbito da Terceira Travessia do Tejo e, principalmente, do Plano de Urbanização da Quimiparque, várias alterações vão ocorrer no Concelho do Barreiro e nomeadamente na zona da Escavadeira. O Autarca referiu que está prevista a desactivação da linha do comboio naquela zona e a construção de uma grande alameda com destaque para as zonas verdes e salientou que a requalificação do Bairro das Palmeiras está inserida neste grande projecto. ARCO RIBEIRINHO SUL – GRANDE PROJECTO PARA O FUTURO DO CONCELHO O Presidente da CMB anunciou que está, para breve, a tomada de posse do executivo do Arco Ribeirinho Sul, com base na informação dada pela Secretária de Estado do Ordenamento do Território. No momento em que decorre a elaboração do Plano de Urbanização, já se vêem no terreno algumas das intervenções, tais como o atravessamento da Quimiparque, o novo quartel dos Bombeiros, o novo quartel da PSP, a fase final de construção da ETAR, entre outras. O autarca esclarece que a construção da TTT obrigará a modificações importantes no território. A criação da Gare do Sul implicará deslocar os Transportes Colectivos do Barreiro (TCB) e todo o parque de oficinas da CMB para a Quimiparque. Segundo o Presidente “os próximos quatro ou cinco anos serão de grande obra no terreno e corresponderão a mais de um quarto do que vai ser feito”. Refira-se que na reunião o Executivo Camarário e técnicos da Autarquia apresentaram ao Secretário de Estado documentos referentes à candidatura do REPARA – Regeneração Programada da Área Ribeirinha de Alburrica; ao Plano de Urbanização da Quimiparque e área envolvente; à regeneração urbana da Quinta da Mina, entre outros. Fonte: http://www.cm-barreiro.pt/NR/rdonlyr...mmarço2010.pdf Barreiro exorta Governo a cumprir Arco Ribeirinho O Governo deve tornar «prioritário» o projecto do Arco Ribeirinho Sul, defende a Câmara do Barreiro numa moção levada a discussão pelo vereador do PSD, Nuno Banza. No documento, a autarquia exorta o Governo a tomar medidas para «a mais rápida operacionalização e início dos trabalhos, que conduzirão à requalificação ambiental». Sexta, 26/03/2010 - 15:49 No documento, o executivo da autarquia manifesta preocupação com o andamento do processo, uma vez que, adianta, desde a criação da Sociedade Arco Ribeirinho Sul, aprovada em Conselho de Ministros em Julho de 2009, «não existem ainda quaisquer iniciativas que no terreno concretizem a necessária operacionalidade e prioridade que este projecto carece». Defendendo que o Arco Ribeirinho Sul um projecto «prioritário para o Barreiro, a margem sul e o país», a autarquia decidiu enviar a moção ao primeiro-ministro. Já a Sociedade Arco Ribeirinho Sul alertou esta semana que «o mais urgente é a conclusão dos planos de urbanização». António Fonseca Ferreira, que lidera a entidade responsável pela requalificação urbanística da Quimiparque, Siderurgia e Margueira, adiantou publicamente que «o mais urgente é concluir os planos de urbanização». No caso da Margueira, em Almada, já está concluído, «mas a Quimiparque, no Barreiro, e a Siderurgia, no Seixal, ainda não», revelou. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=2 PROJECTO ARCO RIBEIRINHO SUL|MOÇÃO PEDE PRIORIDADE AO GOVERNO 22-03-2010 15:15 Foi aprovada uma Moção relativa ao Projecto Arco Ribeirinho Sul na Reunião Pública de Câmara realizada no dia 17 de Março, nas instalações da Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense (SFAL). O documento solicita ao Governo que torne o projecto do Arco Ribeirinho Sul prioritário, tomando todas as medidas necessárias para a mais rápida operacionalização e início dos trabalhos, que conduzirão à requalificação ambiental, nomeadamente do espaço industrial da antiga Companhia União Fabril, sito nas Freguesias do Barreiro e Lavradio. Refira-se que a Moção aprovada considera o Arco Ribeirinho Sul um Projecto prioritário para o Barreiro, a Margem Sul e o País. O documento foi enviado para o Sr. Primeiro-Ministro, José Sócrates Monção na íntegra CM Barreiro in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=2 Fonseca Ferreira dirige Arco Ribeirinho Sul António Fonseca Ferreira, que liderou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) durante onze anos, revelou ao iMais que já aceitou o convite do Governo para coordenar a Sociedade Arco Ribeirinho Sul, que ficará sedeada no Barreiro. Esta Sociedade irá gerir o projecto de reconversão urbanística e ambiental das zonas inertes ou abandonadas de Almada, Barreiro e Seixal. Sexta, 19/02/2010 - 13:09 A desempenhar actualmente as funções de vereador sem pelouros, pelo PS, na Câmara de Palmela, depois de ter abandonado o cargo de presidente da CCDR-LVT, para o qual foi nomeado, Fonseca Ferreira aguarda para saber se a função de autarca é compatível com o novo desafio para que foi chamado. «Penso que é compatível, mas ainda não tenho a resposta do Governo», sublinha, afirmando peremptoriamente que se houver compatibilidade continuará a vestir a camisola do PS no município palmelense. Para Fonseca Ferreira trata-se de um projecto «fundamental» para o desenvolvimento da Península de Setúbal, numa altura em que foram anunciados «importantes» projectos para a região, como é o caso do novo aeroporto internacional de Lisboa e da Plataforma Logística do Poceirão. «Esta requalificação é essencial, pois representa o reforço da Área Metropolitana de Lisboa a Sul», vinca. A Sociedade Arco Ribeirinho Sul, criada em 2002, tem como finalidade promover a requalificação urbanística de importantes áreas da margem sul do Tejo, nomeadamente as zonas da Margueira (Almada), da Siderurgia Nacional (Seixal) e da Quimiparque (Barreiro), anteriormente ocupadas por grandes instalações industriais agora desactivadas. No total, mais de 900 hectares de terrenos públicos vão ser requalificados por forma a valorizar e tornar mais competitiva a Área Metropolitana de Lisboa. Imais in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=2 O Plano de Urbanização de Almada Nascente – Cidade da Água já se encontra concluído e aprovado pela Assembleia Municipal. O próximo passo é o da sua publicação em Diário da República, altura em que passará a ter força legal. A decisão do órgão municipal foi tomada no passado dia 18 de Setembro, em sessão pública realizada no Pragal, e constitui uma importante etapa para a concretização deste projecto estratégico que vai “revolucionar” a frente ribeirinha nascente da cidade. Recorde-se que a elaboração do plano decorreu do encerramento da Lisnave, em 2000. Durante as várias fases, foram diversos os momentos de participação da população para a construção do futuro desta área do concelho. O Plano de Urbanização constitui o documento de gestão do território necessário para que se possa avançar para os projectos e, posteriormente, para as obras. Espera-se que nos próximos três a quatro anos se verifiquem já obras no terreno. Assim que estiverem criadas e a funcionar as sociedades gestoras locais previstas no projecto do Arco Ribeirinho Sul, existem condições para se iniciar a operacionalização do plano. Almada - Cidade da Água será: - Um lugar para trabalhar, através das condições para a instalação de actividades diversas, comércio, serviços e equipamentos de apoio à comunidade local. - Um lugar de relação com a água, potenciando a proximidade com o rio. Um terminal de cruzeiros, uma marina, um museu do Estuário do Tejo e um museu nacional da Indústria Naval são alguns exemplos. - Um lugar para habitar, valorizando a arquitectura bioclimática, a diversidade da oferta residencial e o desenvolvimento de espaços exteriores. - Um lugar de cultura, tirando partido das condições naturais e apostando nos festivais, eventos e exposições, na arte pública e nos museus. - Um lugar de conhecimento, com a instalação de um pólo universitário, desenvolvimento do Parque Tecnológico da Mutela e a criação de um centro de Ciência e Tecnologia, entre outras infra-estruturas. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=3 Almada Nascente aprova Plano de Pormenor Cacilhas é uma das zonas abrandigas pelo plano de recuperação O projecto Almada Nascente - Cidade da Água deu mais um passo no sentido da concretização, ao ter visto aprovado o Plano de Urbanização na última reunião da Assembleia Municipal. De acordo com o município, o passo seguinte é a publicação em Diário da República, altura em que passará a ter força legal. O projecto tem por objectivo devolver o Tejo aos cidadãos e “reabilitar uma zona de antigos estaleiros, desenvolvendo o conceito de cidade de duas margens”, explica o executivo almadense. Para a autarquia, a aprovação do Plano de Pormenor, em Assembleia Municipal, “constitui uma importante etapa para a concretização deste projecto estratégico que vai revolucionar a frente ribeirinha nascente da cidade”. O Plano de Urbanização constitui o documento de gestão do território que o executivo considera “necessário para que se possa avançar para os projectos” e, posteriormente, para as obras”, que espera ver no terreno já dentro de quatro anos. Até porque, segundo as contas da Câmara, assim que estiverem criadas e a funcionar as sociedades gestoras locais previstas no projecto do Arco Ribeirinho Sul, “existem condições para se iniciar a operacionalização do plano”. De acordo com o projecto, o plano abrange uma área de intervenção de 115 hectares entre Cacilhas e a Cova da Piedade e insere-se na estratégia municipal de revitalização urbana e ambiental. Desta forma, a autarquia pretende garantir a integração do crescimento económico e do desenvolvimento social, “com respeito pela natureza e equilíbrio ambiental”. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832266&page=3
-
Novas fotografias via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=208090&page=6
-
Nova igreja de Miraflores estará pronta em 2005 2002-06-02 01:00:03 "Compreender a geometria sagrada e o lado simbólico da relação entre o templo e as pessoas" foi a motivação que levou o arquitecto Troufa Real a aceitar o convite da Câmara de Oeiras para projectar a nova Igreja de Miraflores, que deverá ficar concluída dentro de três anos. Ontem foi lançada a primeira pedra, numa cerimónia que contou com a presença de Isaltino Morais, Ministro das Cidades, do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, e da presidente da autarquia. O templo deverá atingir os 13 ou 14 andares. A parte mais alta medirá 30 metros de altura, mas com a cruz atingirá os 35 metros. Inspirado pela "arquitectura do fantástico", Troufa Real projectou um templo cilíndrico, com 18 metros de diâmetro e capacidade para 500 lugares sentados. O tecto será preenchido por uma cúpula invertida onde está representada a localização dos astros durante omês de Maio (mês de Maria). O exterior da igreja será forrado com azulejos brancos do mestre Querubim Lapa. "Tem todos os elementos contemplados pelas igrejas antigas", sublinhou o arquitecto, explicando que a orientação do templo será Nascente-Poente. A igreja será decorada com esculturas de Francisco Simões. Nas traseiras do edifício principal, será construído um claustro com formato clássico, "onde se desenvolverá toda a vida paroquial e social da igreja". Aqui ficará sediada a residência paroquial e a casa mortuária. O complexo contemplará,ainda, um parque de estacionamento subterrâneo, com capacidade para 90 lugares. A obra ficará concluída com a criação de um pequeno auditório que se ergue sob um espelho de água. Fonte JN Igreja de Troufa Real para Miraflores contempla torre de 95 metros 24 de Maio de 2010 às 18:04:16 por Ana Rita Sevilha Troufa Real, arquitecto autor da polémica igreja que esteve pensada para o Restelo e que incluía uma caravela dourada e uma torre de 95 metros de altura, está a construir uma nova igreja em Miraflores. De acordo com uma notícia avançada pelo Público, a igreja que a Paróquia de Algés e a Câmara de Oeiras estão a construir está avaliada em 3,1 milhões de euros e ocupa quase 2,2 hectares de terreno. Sendo constituída por “um grande cilindro”, a igreja terá uma torre sineira da altura de cinco andares, e ainda uma cúpula invertida para “permitir a entrada de luz natural”, e “evocar as novas referências cósmicas e o infinito como horizonte do homem”, bem como uma nave com 450 metros quadrados. A obra foi iniciada há cerca de um ano e meio deverá estar pronto dentro de 18 meses. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1021749&page=2 Críticas a igreja de 3,1 milhões A Paróquia de Algés e a Câmara Municipal de Oeiras estão a construir uma nova igreja em Miraflores, num investimento de 3,1 milhões de euros, assinada pelo arquitecto Troufa Real, que prevê a construção de uma torre sineira de cinco andares. Depois da polémica em torno da igreja do Restelo, em Lisboa, uma obra da autoria do mesmo arquitecto que previa a construção de uma caravela dourada e uma torre de 95 metros, o que foi apelidado por muitos como uma "aberração", está a nascer, em Oeiras, uma igreja com uma torre sineira de cinco andares e que lembra a alguns moradores da zona uma "torre de controlo" ou mesmo até "um supositório". A Igreja da Santíssima Trindade, que ocupa quase 2,200 hectares, ou seja, mais de dois campos de futebol, é constituída por um "grande cilindro" e terá uma torre sineira da altura de cinco andares, uma cúpula invertida para "permitir a entrada da luz natural" e "evocar as novas referências cósmicas e o infinito como horizonte do Homem" e uma nave com 450 metros quadrados, segundo o projecto a que a agência Lusa teve acesso. A obra foi iniciada "há cerca de ano e meio" e deverá demorar mais 18 meses, disse o padre da Fábrica Paroquial da Igreja de Algés, responsável pela obra, Daniel Henriques. A estrutura em betão da igreja, já concluída, levanta já algumas críticas dos moradores. "O problema é o tamanho. As pessoas passam aqui e ficam surpreendidas quando vêem que é uma igreja. Podiam ter feito uma coisa mais simples, por metade do dinheiro", disse Fernando Cruz, de 70 anos. "Não sei se parece um foguetão ou uma torre de controlo", comentou. Outro morador de Miraflores, Gonçalo Ferreira, com 42 anos, foi mais longe: "Esteticamente acho horrível. Mais parece um supositório", afirmou. No entanto, há também quem espere para ver o resultado final da obra: "É dos nossos hábitos criticarmos aquilo que sai do normal, que é inovador. Ainda não vi a obra acabada, pode ser que fique bonita", disse Alberto Ferreira, de 60 anos. "Vai ficar pandemónioa" O projecto inicial, que data de 2001, tinha como exigência da Câmara de Oeiras a construção de um parque de estacionamento, com 60 lugares, debaixo da igreja. Três anos depois, esse pedido foi retirado com a justificação da proximidade do estacionamento gratuito do Centro Comercial Dolce Vita Miraflores, ao lado da igreja. "O estacionamento do Centro está muitas vezes cheio, estou para ver as questões do trânsito. Isto vai ficar um pandemónio", disse outro morador. O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, explicou à Lusa que a decisão de escolher o arquitecto Troufa Real foi "conjunta" entre a Paróquia e a autarquia e que o arquitecto foi pago, não querendo avançar nem o montante, nem o motivo da escolha do arquitecto para a obra. Também Daniel Henriques, da Fábrica Paroquial da Igreja de Algés, não quis prestar mais esclarecimentos à Lusa. http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais...ent_id=1576864
-
Novas Fotografias via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=618102&page=7
-
RIBEIRA DAS NAUS A Frente Tejo,S.A. convidou dois dos melhores ateliers de arquitectura paisagista para elaborarem, em consórcio, o projecto de requalificação da Ribeira das Naus. A equipa PROAP, liderada pelo Arq. Paisagista João Nunes e a GLOBAL, liderada pelo Arq. Paisagista João Gomes da Silva associaram-se à Consulmar, tendo esta empresa a responsabilidade de elaborar os estudos e projectos relacionados com o avanço das margens do rio. No dia 29 de Julho a Frente Tejo, acompanhada pelos projectistas da PROAP e da GLOBAL, apresentou na reunião do executivo da Câmara de Lisboa o estudo prévio para a Ribeira das Naus. Este estudo foi disponibilizado no mesmo dia a todas as forças políticas representadas no executivo camarário e aos órgãos de comunicação social presentes na reunião. História, cultura e lazer O Estudo Prévio para a Ribeira das Naus tenta cristalizar numa solução contemporânea de espaço público os elementos estruturais mais relevantes da História deste lugar. Dessa síntese, resultam como elementos fundamentais da proposta a revelação de estruturas enterradas, a recuperação da geometria da antiga linha de costa e sua integração no desenho, a reinvenção de elementos funcionais associados ao trabalho de estaleiro (rampas, pontões). Esta atitude de revelação culmina no topo Poente com a possibilidade de utilizar a arqueologia e os trabalhos de escavação na zona do antigo Palácio Corte Real como elementos integrantes do desenho e como função dos novos espaços verdes criados. Em síntese, o projecto aponta como elementos essenciais de revelação histórica as seguintes acções: • Desaterro da antiga Doca da Marinha (caldeira) e da Doca Seca com a revelação das estruturas pré-existentes de contenção das mesmas, as quais poderão ser completadas e/ou reforçadas caso se verifique estarem danificadas ou incompletas; • Recuperação da geometria da antiga Ribeira das Naus como limite de transição entre o pavimento em pedra de calcário e o pavimento em basalto; Construção de dois planos inclinados relvados à imagem das antigas rampas varadouro de lançamento de navios; • Existência de uma zona de jardim compatível com a possível integração de trabalhos de escavação arqueológica (zona do antigo palácio Corte Real), permitindo a criação de uma escavação visitável por parte dos utilizadores do jardim e assim uma mais-valia cultural e pedagógica da fruição do espaço; • Reconfiguração da linha de costa; A condição de limite físico da cidade no seu contacto com o rio, confere a esta zona e a outras congéneres, um carácter volúvel, materializado pelo avanço de um sobre o outro. Esta dinâmica vem conformando a linha de costa ao longo da história de Lisboa. A presente proposta afirma-se positivamente sobre a natureza e geometria do limite da cidade propondo o seu avanço face ao limite actual, reconquistando-se a continuidade das direcções e alinhamentos das áreas contíguas, ganhando espaço público de grande proximidade com o rio e regrando as relações formais entre os vários vazios em presença (praças, ruas); • Definição clara da geometria do limite das várias plataformas niveladas no troço Cais do Sodré/ Praça do Comércio, com a afirmação de um alinhamento único e contínuo ao longo de todas estas zonas coincidente com a crista do plano inclinado; • Criação de dois pontões de remate nos extremos ajudando a conter a plataforma inclinada de avanço sobre o rio e reforçando a ideia desta funcionar como uma peça encaixada; • Criação de espaço público. A reinvenção da Ribeira das Naus enquanto espaço público resulta naturalmente da eliminação da barreira física de limite das instalações da Marinha e da relocalização do eixo viário para sul, acompanhando a linha de costa. Na proposta apresentada, o sentido de fruição do espaço estende-se a praticamente toda a área de intervenção, com diferentes características e aspectos diferenciadores: • A zona de circulação junto aos edifícios, que apesar de sujeita a alguns condicionamentos, surge como uma plataforma pétrea de continuidade entre o edificado e o restante espaço; • As zonas de jardim que assumem o carácter de áreas de relvado com maciços arbóreos e que permitem uma circulação livre e não condicionada. • A plataforma de transição rio/cidade com o basalto negro, onde a circulação de viaturas se confina ao estritamente necessário e a não existência de desníveis convida ao atravessamento; • A aproximação ao rio protagonizada por um plano inclinado, onde a circulação longitudinal no coroamento da peça é complementada pelo alinhamento de árvores (conforto) e declive suave da rampa convidam à estadia e contemplação do rio. Espaço de ligação A posição do espaço da Ribeira das Naus no contexto urbano da cidade de Lisboa é ela própria definidora de uma condição de espaço/junta entre uma praça monumental (Praça do Comércio) e o conjunto Praça Duque da Terceira / Jardim Roque Gameiro. Este carácter foi reconhecido nas várias opções que reforçam este espaço como espaço de ligação. A proposta reafirma como pressuposto a utilização pelo público da passagem existente através do edifício no topo norte da área de intervenção, o que permitirá a comunicação com a Praça do Município e Rua do Arsenal e daí com a Baixa Pombalina e com a zona do Chiado; Possibilita-se com a reinterpretação da antiga linha de contorno dos pontões, a criação de percursos de atravessamento transversal que colocam em ligação a praça de armas interior com o percurso marginal em basalto; Estabelece-se uma continuidade no alinhamento e geometria do percurso pedonal e ciclável marginal proveniente quer do Cais do Sodré, através dos edifícios das Agências, quer da Praça do Comércio, coincidindo o seu limite sul com a linha de coroamento do grande plano inclinado de aproximação ao rio; Reforça-se no limite poente a relação entre a cidade e o rio, através da criação de um pontão de remate no enfiamento do eixo do Largo do Corpo Santo e a criação de uma alameda arborizada no contacto com o edifício mais a nascente das Agências; Garante-se a ligação automóvel e pedonal entre a Ribeira Das Naus e o topo poente da Praça do Comércio através de uma ponte/passadiço, assente sobre um açude de contenção da revelada Doca da Marinha. Este elemento que garante a ligação vital entre a Praça monumental e o espaço multifacetado da Ribeira reinventada terá uma singularidade acrescida pela leveza da sua estrutura e pela nobreza dos materiais e qualidade construtiva. Qualidade do espaço Tendo como ponto de partida a ambiguidade espacial dos vários espaços da actual Ribeira das Naus, pretendeu-se com a reinterpretação da condição urbana deste lugar, conquistar para a cidade áreas de qualidade superior no que à fruição do espaço público diz respeito. Foi possível ao projecto, na concretização do conceito, definir espaços tipologicamente diversos e complementares, que garantem uma multiplicidade de valências e funções, enriquecendo ainda mais através da diversidade, um espaço à partida único na cidade, quer pela História que representa quer pelas características naturais. A procura dessa qualidade espacial foi conduzida no sentido de um maior conforto ambiental e da potenciação das qualidades cénicas do espaço: • Criando zonas de jardim de escala considerável e zonas de estadia generosas e de relação directa com o rio; • No cuidado na escolha dos materiais de revestimento (calcário, basalto), na mobilidade e conforto de acesso em todas as zonas do projecto e na segurança da utilização dos espaços (relação peões/automóveis); • Na reintrodução do elemento água na composição do espaço com a revelação da Doca da Marinha e suas estruturas de contenção, criando um efeito de espelho de grande escala revelador da beleza cénica do reflexo das fachadas. Segurança Militar A eliminação de limites físicos e a nova configuração do espaço traz consigo novas formas de garantir as questões relativas à segurança das instalações militares e descontinuar a proporcionar espaços de representação institucional. O desenho e a organização do espaço encontrados permitem, de forma bastante simples, criar zonas de acesso e circulação condicionados, ou mesmo, em situações de excepção, impedir a entrada do público na plataforma mais próxima dos edifícios: • A nova praça de armas, localizada na zona onde actualmente se encontram respiradouros do Metropolitano, terá uma área aproximada de 2000 m2 e permitirá concentrar todas as funções de representação a que o espaço exterior do edifício tenha de dar resposta; • O desaterro da antiga Doca da Marinha (Caldeira) actuará como uma barreira acrescida de segurança. O percurso em volta deste plano de água poderá ser condicionado em termos de acesso total ou parcial; • A existência dos dois grandes planos inclinados relvados no centro da área de intervenção recuperando a geometria e o conceito dos antigos vazadouros, cria uma tectónica do pavimento que garante o isolamento (pela diferença de cotas) das zonas próximas ao edifícios e afectos à função militar; • A barreira da doca seca redescoberta é aproveitada e maximizada constituindo factor acrescido de segurança e de controlo; • O desenho permite, através de elementos estruturais e pela forma como combina pré-existências com modelação das cotas do pavimento, garantir que em grande parte da linha de contacto com os edifícios seja fácil implementar medidas de segurança, quer passivas quer activas, que possam possibilitar estabelecer diferentes níveis de segurança. Fonte: http://www.cm-lisboa.pt/?idc=41&idi=43327
-
Lisboa | Centro de Investigação da Fundação Champalimaud | Charles Correa
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Mais fotos via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=396153&page=6 -
Edifício para receber turistas da UC pronto em 2011 Projecto superior a dois milhões de euros tem financiamento assegurado. Estrutura vai ser “porta de entrada” para centenas de milhar de visitantes e inclui restaurante, loja, auditório e livraria. O Centro de Interpretação e Divulgação da Universidade de Coimbra (CIDUC) vai estar pronto em 2011, cumprindo assim o prazo original de construção, isto depois de vários impasses e incertezas. Nesta altura o CIDUC está em fase final de licenciamento, sendo a fase seguinte a conclusão do projecto de execução, explicou ao Diário de Coimbra fonte do Gabinete do Reitor da Universidade de Coimbra (UC). O edifício destinado a receber os turistas da UC vai nascer no Largo dos Colégios, entre a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) e Colégio de S. Jerónimo, numa zona onde actualmente existe um parque de estacionamento (ver fotografia). O local de construção tem sido visitado pelos peritos nos últimos dias. O financiamento de mais de dois milhões de euros chega exclusivamente via PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central), no âmbito do Programa de Requalificação da Alta Universitária. A equipa reitoral da Universidade de Coimbra encara a nova estrutura como um dos projectos mais importantes para o futuro da instituição. O CIDUC vai funcionar como uma espécie de “porta de entrada” da Universidade, destinado às centenas de milhar de turistas que visitam a UC anualmente. O novo espaço vai colmatar assim uma das principais lacunas da instituição, que não tem um espaço exclusivamente destinado a receber e a orientar os visitantes nacionais e internacionais. O projecto do arquitecto Gonçalo Byrne engloba valências na área do turismo, restauração e cultura. Um restaurante de qualidade acima da média, uma livraria da Imprensa da Universidade de Coimbra com 180 metros quadrados, um auditório, um posto de informação e uma loja com lembranças são alguns exemplos do que vai nascer no CIDUC. Segundo a Universidade de Coimbra cerca de 600 mil pessoas circulam anualmente no Paço das Escolas, um dos espaços museológicos mais visitados em Portugal. Por ano há cerca de 200 mil bilhetes emitidos e pagos, mas o número real de visitas é bem superior, uma vez que muitos dos turistas optam apenas por circular na zona, sem comprar bilhete para visitar locais específicos. O Centro de Interpretação e Divulgação vai “explorar” em toda a linha o enorme fluxo de turistas que chega anualmente à Universidade de Coimbra. Se o projecto tiver sucesso vai traduzir-se num significativo encaixa financeiro para a instituição. A construção do CIDUC está inserida numa série de obras orçadas em cerca de 30 milhões de euros com arranque previsto para este ano, incluídas no programa “Cidade/Univers©idade”. O objectivo é requalificar a zona da Alta Universitária, avançando com a candidatura a Património Mundial da UNESCO. Diário de Coimbra in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1085527&page=2 Coimbra A Alta precisa é de moradores Coimbra A Alta precisa é de moradores Debate sobre o património público e religioso analisou velhos problemas do centro histórico Os moradores da Alta de Coimbra são hoje tão poucos que praticamente todos se conhecem. A debandada foi acentuada nas últimas duas décadas, saíram serviços, comércio, farmácias e muitas pessoas mudaram-se para bairros da periferia da cidade. A falta de moradores acaba por ser causa e consequência do abandono e da degradação que atacam o nosso como outros centros históricos do país. Esta foi a ideia forte do debate promovido quinta-feira à noite pela Associação para o Desenvolvimento e Defesa da Alta de Coimbra (ADAC), onde se analisaram problemas já antigos – e desesperantes – mas também onde se anteviram mudanças. Em torno da candidatura da Universidade de Coimbra (UC) a Património Mundial da Unesco, vários projectos estão a surgir, envolvendo a autarquia, a Universidade, a Santa Casa da Misericórdia e a Direcção Regional da Cultura, entre outras instituições. Adriano Baganha, membro da Comissão Fábrica da Igreja da Sé Velha e morador da Alta há 40 anos, ainda se lembra de ver encher de gente as ruas de ligação à catedral aos domingos. Armando Gonçalves lamenta que a sua rua, outrora de mais 17 famílias, tenha apenas três moradores actualmente. Os mais idosos vão falecendo, os novos não chegam. As casas vazias atraem quem não interessava atrair e «muitas pessoas vivem aterrorizadas com medo de assaltos e intrusões», acrescentou Armando Gonçalves, pedindo mais «polícia, e a pé nas ruas». A segurança, mas também a desordem do estacionamento, o lixo nas ruas foram questões apontadas ao longo do debate, com todos os intervenientes a concordarem que a Alta precisa de reconquistar moradores e dinâmica para contornar todos estes problemas. Por outro lado, também ficou claro que os novos moradores só vão instalar-se quando algumas mudanças tiverem sido feitas. António Jorge, da Fábrica da Igreja, lembrou as carências financeiras da Comissão e os cada vez menos contributos dos turistas, que dificultam projectos de limpeza e de recuperação de pinturas interiores e património móvel da velha catedral. Renovação em curso «Os centros urbanos antigos são uma mais-valia e não podemos fazer outra coisa senão preservá-los», disse Raimundo Mendes da Silva, vice-reitor da Universidade de Coimbra. O professor de engenharia lembrou que a candidatura a Património Mundial é da UC apenas de nome, uma vez que o projecto é de toda a cidade, envolve não só um conjunto de âncoras físicas da Universidade – que vão da Alta à Rua da Sofia – mas também a sua envolvência histórica e cultural, as pessoas, do Fado de Coimbra e todo o património intangível. Raimundo Mendes Silva congratulou-se com intervenções que estão a ser desenvolvidas para potenciar esta candidatura, coordenadas pelo Gabinete para o Centro Histórico da Câmara Municipal de Coimbra, e lembrou alguns dos projectos da UC. A recuperação da Torre da Universidade, a recuperação das fachadas do Colégio de Jesus (no interior será criada a segunda parte do Museu da Ciência), a criação de um centro de interpretação e divulgação para receber os turistas da Alta, as intervenções no Pátio da Universidade, na Rua Larga, na Cerca de S. Jerónimo (arranjo de espaços verdes) e no exterior dos edifícios de Física e Química (com salas de estudo e espaços de lazer nocturno) são algumas das obras a efectuar e que prometem contribuir para a revitalização do centro histórico. Luís Alcoforado, da empresa municipal Turismo de Coimbra (TC), lembrou que ali estão as principais referências turísticas da cidade, a Universidade, a Sé Velha, o Fado de Coimbra. Confiante no que está a ser feito para atrair cada vez mais visitantes, o presidente da TC garantiu estar empenhado na promoção de eventos que emocionem ainda mais as pessoas, as façam promover a cidade junto de outros e regressar. «É preciso uma política integrada e sustentada, que perdure no tempo, e é preciso fazer a mudança com as pessoas», referiu, justificando a sua participação no debate com a necessidade de «ouvir as opiniões das pessoas da Alta». Rendas de cinco euros não pagam reparações As rendas antigas – na Alta ainda existem de três e cinco euros – e uma lei de arrendamento pouco “amiga” dos proprietários, que dificulta acções de despejo mesmo que os arrendatários estejam há vários meses sem pagar, foram apontados como principal causa da degradação dos edifícios privados nos centros históricos. José Vieira, vice-provedor, admitiu que os imóveis da Misericórdia não são excepção. «Com rendas de dois ou três euros, quando nos pedem para trocar um vidro podemos gastar a renda de quatro anos», referiu. Luís Fernandes, comerciante da Baixa e antigo morador, frisou que «os proprietários foram descapitalizados ao longo de décadas», sendo agora incapazes de investir. José Vieira sugeriu, à semelhança do que acontece já no centro histórico do Porto, que os investimentos em recuperação dos imóveis sejam partilhados entre proprietários, autarquias e Instituto de Reabilitação Urbana. Afinal, só com casas recuperadas é possível manter os actuais e atrair novos moradores. Olívia Linhares, moradora na Rua António Aguiar, estranha, no entanto, que existam já tantas casas recuperadas e que não são arrendadas pelos proprietários: «Há casas para a gente nova, os senhorios é que não alugam». A questão do património privado na Alta será, aliás, tema do próximo debate que a ADAC pretende promover, esperando contar com a presença de vários proprietários. Diário de Coimbra in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1085527
-
Antigo sanatório já tem projectos aprovados Fonte: Jornal "Porta da Estrela" Os projectos para transformar o antigo sanatório da Serra da Estrela numa Pousada de Portugal «foram aprovados esta semana e o concurso deve ser lançado em Fevereiro», disse o presidente da Entidade Turística da Serra da Estrela. Segundo Jorge Patrão, «os diferentes projectos necessários à obra tiveram de passar por várias entidades e esse processo está concluído. Em Fevereiro deve ser lançado o concurso público internacional». O financiamento foi anunciado em Maio de 2009 pela gestão do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). O investimento é de 19,66 milhões de euros e 70 por cento do valor vai ser financiado pelo Programa Operacional Temático Valorização do Território, no âmbito do QREN. O valor inclui a recuperação e reconversão do antigo sanatório dos ferroviários da Covilhã, a 1.200 metros de altitude, bem como a transformação da zona envolvente, instalação de equipamentos e mobiliário. O empreendimento fazia parte do contrato inicial entre o Estado e o Grupo Pestana para concessão das Pousadas de Portugal, em 2003. O sanatório foi construído na década de 1930 e está abandonado desde a década de 80, tendo sido reconhecido como de relevante valor histórico e cultural pela Direcção-Geral de Turismo em 1996. O projecto de Souto Moura para a sua reconversão foi revisto e «a pousada vai ter 90 quartos, mais que os inicialmente previstos», disse Jorge Patrão, acrescentando que o espaço vai ainda dispor de um spa. Ainda segundo o presidente da Entidade de Turismo da Serra da Estrela, «as obras ao longo de dois anos deverão dar emprego a mais de 100 trabalhadores». «Quando estiver concluída, a pousada deverá criar 40 postos de trabalho, a maioria com pessoas da região», frisou. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=475894 Lançado concurso para transformar ex-sanatório dos Ferroviários em pousada Fonte: Jornal O Interior O edifício está votado ao abandono desde a década de 80 A Enatur – Empresa Nacional de Turismo lançou, na semana passada, o concurso público internacional para a transformação do edifício do ex-sanatório dos Ferroviários em pousada, na Serra da Estrela, no concelho da Covilhã. A obra, aguardada desde 1998 na região, tem um valor base de 13,5 milhões de euros. «Encaro o concurso público para esta obra com ânimo, o que confesso que há alguns anos me vinha faltando», afirma o presidente da Turismo Serra da Estrela (TSE), para quem «foi também a determinação que fez com que o projecto não caísse no esquecimento». Jorge Patrão espera agora que a empreitada possa ser adjudicada «logo depois do Verão» e que não aconteça o mesmo que em 2001, em que também foi lançado concurso público para a transformação do emblemático edifício em unidade hoteleira, num processo que viria depois a ficar parado. Na altura, até houve empresas a candidatarem-se, mas a obra «não chegou à fase da adjudicação», recorda este responsável. «Penso que se agora ultrapassarmos esta fase, a obra será finalmente uma realidade», acrescenta. O prazo de execução da empreitada é de 16 meses e a futura unidade hoteleira vai chamar-se Pousada da Serra da Estrela. «Estamos a falar de 13,5 milhões de euros, o que significa que esta será talvez a maior obra pública feita num só edifício na região, depois do Centro Hospitalar da Cova da Beira», constata o presidente da TSE. Com projecto do arquitecto portuense Souto Moura, que foi revisto duas vezes desde a primeira versão, a futura pousada terá cerca de 90 quartos e um spa, sendo que a fachada do emblemático edifício será preservada e toda a zona envolvente será também reabilitada. O projecto inicial apontava para 56 quartos. A Enatur tem 70 por cento do financiamento assegurado no Programa Operacional Temático Valorização do Território, no âmbito do QREN. Jorge Patrão estima que a pousada «vai dar emprego a muitas pessoas» na fase de construção, a perto de 100, e que deverá criar perto de 40 postos de trabalho quando concluída. «O turismo continua a dar emprego», congratula-se o presidente da TSE, para depois fazer referência também ao hotel que está a ser construído em Fornos de Algodres e ainda ao de Penamacor, cujas obras prevê que possam arrancar «dentro de uns 15 dias». Localizado a 1.200 metros de altitude, a cinco quilómetros da Covilhã, o edifício do sanatório foi projectado por Cottinelli Telmo em 1927. Depois de servir de sanatório para ferroviários, foi albergue para retornados do Ultramar, estando votado ao abandono desde a década de 80. Foi depois adquirido pela Turistrela, que em 1998 o cedeu à Enatur pelo valor simbólico de um escudo, com a contrapartida de o transformar numa pousada até 2001. Neste ano, a concessionária do TSE prorrogou os prazos do contrato. Em 2003, o empreendimento fazia parte do contrato inicial entre o Estado e o Grupo Pestana para concessão das Pousadas de Portugal. A candidatura ao QREN foi incluída num aditamento assinado em Setembro de 2008. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=475894
-
No dia sete de Maio, o Salão Nobre da Câmara Municipal, recebeu a apresentação da Nova Estação Central de Coimbra para as redes de Alta Velocidade e Convencional. Nesta cerimónia, foi feita a apresentação do projecto da Rede de Alta Velocidade, dos Estudos Urbanísticos para a Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra (Interface Intermodal), e foi ainda assinado o protocolo de colaboração para o projecto de construção da estação. No início da sessão usando da palavra o Presidente da RAVE e da REFER, Engenheiro Luís Filipe Pardal, disse que "a REFER e RAVE se têm empenhado em estudar as estações necessárias para a implementação da rede de alta velocidade, de forma a contemplar processos integrais e englobados, nas duas redes". Referindo-se ao caso de Coimbra, Luís Filipe Pardal, referiu que "foram pensadas várias soluções para implantação da estação, acabando por se optar pela localização, a uma centena de metros a norte da actual". Seguidamente o Engenheiro Carlos Fernandes e o Engenheiro António Laranjo da RAVE fizeram a apresentação do projecto da Rede de Alta Velocidade, com enfoque no troço Lisboa-Coimbra, integrado no eixo Lisboa-Porto. Referindo-se ao troço Lisboa-Coimbra, Carlos Fernandes disse que "a construção nunca começará antes de três anos". Para ele há "um conjunto de vantagens em não adiar" o comboio de alta velocidade. Como explicou o troço Lisboa-Porto representa um investimento de 4,5 milhões de euros. "Se os 1,5 milhões de euros de fundos comunitários não forem utilizados, terão de ser devolvidos", continuou. A fase de construção da nova estação poderá fazer com que sejam criados "100 mil postos de trabalho, além da potencial participação da indústria nacional entre 80 a 85%.", concluiu. Carlos Fernandes referiu, ainda, que a introdução da alta velocidade vai contribuir para o «bem-estar social», além de gerar riqueza. "A actual linha do norte está no limite da capacidade, com a circulação diária de 620 comboios e 46 milhões de viagens por ano", disse Carlos Fernandes, que espera que "com a introdução do TGV, se maximize as duas redes". Seguidamente o Professor Juan Busquets, autor do projecto, apresentou a Nova Estação e a sua envolvente urbanística. Durante esta cerimónia foi assinado, entre a Rede Ferroviária de Alta Velocidade SA, a Rede Rodoviária Nacional E.P.E. e o Município de Coimbra um protocolo relativo à construção da Nova Estação Central de Coimbra. Este protocolo tem por objectivo definir os ternos de colaboração entre as partes, em tudo o que se relacione com o projecto de construção desta estação para a rede ferroviária de alta velocidade e rede convencional, e com os impactos no tecido urbano na sua envolvente. À RAVE compete a coordenação e o desenvolvimento dos estudos e trabalhos necessários à formação de decisões de planeamento, financiamento, e construção e exploração de uma rede ferroviária de alta velocidade a instalar em Portugal Continental. A REFER será a entidade gestora da infra-estrutura ferroviária nacional que integra a estações ferroviárias das redes de alta velocidade e convencional. Ao Município de Coimbra estão cometidas amplas atribuições em matérias de planeamento, licenciamento e fiscalização das obras particulares da cidade. No final da cerimónia, Carlos Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra disse, no uso da palavra, que "não precisava de ser convencido para aderir à alta velocidade". Para ele as muitas viagens que fez entre Coimbra e Lisboa, eram sempre mais agradáveis em comboio do que em carro. Portanto, para Carlos Encarnação, "não há problema quanto à alta velocidade", uma vez que não é ele quem tem que decidir, "e aquele que tiver que decidir terá que o fazer sem titubear". Carlos Encarnação ficou satisfeito quando a RAFE foi clara e se criou um diálogo frutuoso com a equipa liderada por António Laranjo. A Câmara Municipal de Coimbra e a REFER vão alterar o protocolo com vista à requalificação da frente ribeirinha. Está patente no átrio da Câmara Municipal de Coimbra uma exposição explicativa da Nova Estação Central de Coimbra. Fonte: website da CMC. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957 A RAVE, a REFER e a Câmara Municipal de Coimbra assinaram hoje o Protocolo de colaboração para o projecto de construção da nova Estação Central de Coimbra, que irá integrar as linhas ferroviárias convencional e de Alta Velocidade, o Sistema de Mobilidade do Mondego e os transportes rodoviários. Foram apresentados hoje os Estudos Urbanísticos para o Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra, abrangendo uma área de 107 ha, adjudicados à BAU, B. Arquitectura y Urbanisme, e coordenados pelo Prof. Joan Busquets. A nova estação ficará localizada na proximidade da actual Estação de Coimbra B, e irá potenciar a reconversão urbanística de toda a zona envolvente e desenvolver um novo espaço da cidade, integrando-a na malha urbana e reforçando o impacto positivo desta nova infra-estrutura na economia local. Os estudos desenvolvidos integram uma estrutura verde que se articula com as áreas naturais envolventes, permitindo a continuidade do Vale de Coselhas até ao Choupal. Foi ainda elaborada uma maqueta de toda a zona de intervenção, para ensaio de soluções volumétricas, em particular na zona envolvente à nova Estação de Coimbra, e melhor visualização das soluções alternativas pelas diferentes entidades envolvidas na aprovação do Plano. Esta maqueta foi hoje apresentada e estará exposta ao público nos Paços do Concelho em Coimbra. Protocolo de Cooperação O projecto de construção da Estação Central de Coimbra, para as redes de alta velocidade e convencional, é um projecto de interesse nacional, com impacto na esfera de responsabilidades de diversas entidades entre as quais se destacam: •A RAVE, a quem compete a coordenação e o desenvolvimento dos estudos e trabalhos necessários à formação de decisões no âmbito do Projecto de Alta Velocidade português; •A REFER, como entidade gestora da infra-estrutura ferroviária nacional; e •O MUNICÍPIO DE COIMBRA, a quem estão atribuídas responsabilidades em matéria de planeamento na cidade de Coimbra. Para a execução deste projecto, que exige a partilha de informação e a conjugação de esforços das entidades intervenientes, foi hoje assinado um protocolo que define os termos da cooperação entre a RAVE, a REFER e o Município de Coimbra, no desenvolvimento do projecto de construção da Estação Central de Coimbra e da sua integração no tecido urbano envolvente. A Estação Central de Coimbra No eixo Lisboa-Porto, do projecto de Alta Velocidade, está prevista a construção da nova Estação Central de Coimbra, que integrará os serviços das redes de alta velocidade, convencional e metro ligeiro de superfície. O programa preliminar da Estação, que será incluído no concurso para a ligação Lisboa-Coimbra (PPP3), contemplará a intermodalidade e interoperabilidade da estação sob o aspecto ferroviário e ainda a ligação ao Sistema de Mobilidade do Mondego, cujo projecto está em desenvolvimento e construção. Este novo complexo intermodal de transportes terá também um terminal rodoviário e um parque de estacionamento, e permitirá uma fácil tomada e largada de passageiros. A localização da Estação Central de Coimbra permitirá um novo enquadramento da sua acessibilidade local, através do prolongamento da Av. Fernão Magalhães, das reformulações da EN111 e da Av. Marginal. Quanto às ligações regionais, está prevista a continuação e fecho do Anel da Pedrulha, com a ligação da EN111 (Figueira da Foz) ao IC2. Avaliação ambiental Foi emitida Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável para o troço Soure - Mealhada (Lote :s, da Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto, com uma extensão aproximada de 70 km. A DIA, emitida a 27 de Abril de 2010 pelo Ministério do Ambiente, foi condicionada à integração no projecto de execução de um conjunto de medidas de minimização, de compensação e de programas de monitorização, a concretizar no Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução. Neste troço está prevista a nova Estação de Coimbra, a norte da actual Estação de Coimbra-B, na zona do Loreto. A chegada de Sul à futura estação obriga à travessia do Mondego, que será feita em túnel, a jusante do açude Ponte de Coimbra. Imediatamente a norte da nova estação será instalado um Aparelho de Mudança de Bitola (AMB), que permitirá a articulação da Linha de Alta Velocidade com a rede ferroviária convencional, promovendo, assim, a interoperabilidade e a flexibilidade do sistema ferroviário nacional. Eixo Lisboa – Porto A linha de Alta Velocidade Lisboa – Porto trará importantes benefícios resultantes da transferência de passageiros e mercadorias de outros modos de transporte para a ferrovia, de que se destacam a redução do tempo de viagem e da sinistralidade rodoviária, a melhoria da qualidade do ar e a redução das emissões poluentes. A análise custo-benefício realizada para este eixo aponta para uma TIR (taxa de rendibilidade económica) de 10,8%. A linha de alta velocidade permitirá uma viagem directa entre Coimbra e Lisboa em 45m e de Coimbra ao Porto em 30m e a redução para menos de metade do tempo actual de viagem entre Lisboa e Porto (de 2h35m para 1h15m). A transferência dos comboios de longo curso para a linha de Alta Velocidade irá reduzir o congestionamento que hoje se verifica na Linha do Norte, e aumentar a capacidade da linha para comboios de mercadorias, suburbanos e regionais, contribuindo para a melhoria destes serviços. 07-05-2010 No website da RAVE in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957 Estação Central Nova estação de Coimbra adiada dois anos em três semanas Administrador da RAVE considera que «há um conjunto de vantagens» em não adiar o eixo Lisboa-Porto do TGV Em cerca de três semanas, o prazo para a entrada em funcionamento da nova Estação Central de Coimbra passou de 2015 para 2017. À margem da sessão pública de apresentação do plano de urbanização da zona envolvente à estação intermodal, Carlos Fernandes, administrador da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE), adiantou que o concurso para a parceria público-privada do troço Lisboa-Coimbra deverá ser lançado «até daqui a 12 meses», decorrendo durante dois anos, pelo que, «a construção nunca começará antes de três anos», explicou. Recorde-se que, em meados de Abril, quando foi instalada no átrio da autarquia a maqueta do plano de urbanização, assinado por Juan Busquets, a RAVE adiantou que o respectivo concurso deveria arrancar no final de 2010, prevendo-se que a estação pudesse estar a funcionar em cinco anos. Na sessão pública, que decorreu no salão nobre dos Paços do Concelho, Carlos Fernandes realçou que há «um conjunto de vantagens em não adiar» o comboio de alta velocidade, que, entre Lisboa e Porto, representa um investimento de 4,5 milhões de euros. A começar pelo aproveitamento de 1,5 milhões de euros de fundos comunitários, que, se não forem utilizados, terão de ser devolvidos. Depois, há a possibilidade de, durante a fase de construção, serem criados 100 mil postos de trabalho, além da potencial participação da indústria nacional entre 80 a 85%. Por fim, sublinhou o administrador, as condições actuais do mercado permitem realizar a obra a custos mais reduzidos, o que representa «avultadas poupanças nos custos de construção e manutenção». A título de exemplo, Carlos Fernandes lembrou que o contrato para a área entre o Poceirão e Caia, que será hoje assinado, sofreu uma redução de custos de 40% entre 2005, altura em que foi apresentada, e Junho de 2009, passando de 2,2 milhões de euros para 1,3 milhões. Realçando que a introdução da Alta Velocidade vai contribuir para o «bem-estar social», ao mesmo tempo que gera riqueza e desenvolvimento económico – prevê-se um aumento cumulativo de receitas fiscais seis vezes superior ao custo da obra -, Carlos Fernandes sublinhou que a Linha do Norte se encontra «no limite da capacidade, com a circulação diária de 620 comboios e 46 milhões de viagens por ano. Com a introdução do TGV, espera-se a maximização das duas redes, frisou. Em termos da rentabilidade sócio-económica, na análise custo-benefício, prevê-se um retorno aproximado de 11%, «um resultado espantoso», em que entram várias variáveis: criação de emprego, redução de acidentes, ganhos ambientais, poupança de tempo, resultado de exploração e pagamentos do Estado. Luís Filipe Pardal, presidente da RAVE e da Refer reconheceu que se trata de um processo «relativamente exigente», que só é possível com a colaboração de entidades com competências distintas, como os municípios. Por isso mesmo, foi ontem assinado um protocolo de colaboração entre a RAVE, Refer e Câmara de Coimbra para o projecto de construção da nova estação central, que integrará as linhas ferroviárias convencional e de alta velocidade, o Sistema de Mobilidade do Mondego e os transportes rodoviários. Museu de Arte Contemporânea na Estação Nova A Câmara Municipal de Coimbra e a Refer vão alterar o protocolo com vista à requalificação da frente ribeirinha, que contempla também o aproveitamento da Estação Nova, que será desactivada em breve. A ideia, explicou Carlos Encarnação, é instalar em Coimbra-A o Museu de Arte Contemporânea que irá acolher a colecção privada de Telo de Morais, cedida à autarquia e exposta no Edifício Chiado. O que estava previsto inicialmente era um pólo sócio-cultural, no entanto, Carlos Encarnação considera que, com o Convento de S. Francisco, deixa de fazer sentido um equipamento deste género, daí que tenha sugerido a alteração ao presidente da Refer. Avaliação ambiental favorável ao túnel sob o rio A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) para o troço Soure-Mealhada da ligação ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Porto é a favor da solução em túnel para a travessia do Rio Mondego, a jusante do açude-ponte de Coimbra. Emitida a 27 de Abril pelo Ministério do Ambiente, a DIA está condicionada à integração no projecto de execução de um conjunto de medidas de minimização, de compensação e de programas de monitorização. Segundo Carlos Fernandes, é normal, as avaliações ambientais terem «pequenos pontos que é preciso corrigir, mas são coisas mínimas», explicou. Diário de Coimbra Coimbra: Estação central integra TGV, Metro e Linha do Norte Um protocolo de colaboração subjacente ao projecto de construção da futura estação ferroviária central de Coimbra foi assinado, hoje, pelo presidente da Câmara local e pelos seus homólogos das empresas RAVE e Refer. O prometido complexo irá integrar a Rede de Alta Velocidade, as linhas ferroviárias convencionais e a do Sistema de Mobilidade do Mondego (Metro de superfície). A nova estação ficará situada um pouco a Norte da actual de Coimbra-B, esperando-se que potencie a reconversão urbanística de toda a zona envolvente. Neste contexto, foram apresentados estudos atinentes ao Plano de Urbanização da entrada citadina a Noroeste de Coimbra. Durante alguns anos, foi equacionada a coexistência da estação de Coimbra-B com a criação de outra vocacionada para a Rede de Alta Velocidade (TGV), cuja implantação chegou a estar prevista numa de duas freguesias a Poente de Coimbra, Ribeira de Frades ou Taveiro. Segundo foi anunciado, o futuro complexo intermodal de transportes incluirá um terminal rodoviário e um parque de estacionamento. O TGV entrará em Coimbra (no sentido Sul / Norte) através de um túnel sob o planalto de Santa Clara e o rio Mondego. O protocolo, subscrito por Carlos Encarnação e por Luís Pardal (presidente da Rede Ferroviária Nacional e da Rede de Alta Velocidade), define os termos da cooperação entre a Câmara conimbricense e as referidas empresas. Segundo Carlos Fernandes, um dos gestores da RAVE, o TGV irá permitir viajar em 45minutos de Coimbra a Lisboa e em meia hora entre Coimbra e Porto, garantindo a ligação entre as duas principais cidades portugueses num horizonte de 75 minutos (em vez das duas horas e meia actualmente necessárias). Campeão das Províncias Diário da República, 2.ª série — N.º 87 — 6 de Maio de 2009: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA Aviso n.º 9123/2009 João José Nogueira Gomes Rebelo, vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra: Torna público, nos termos e para os efeitos do disposto nos n.os 1 e 2 do Artigo 77.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 310/2003, de 10 de Dezembro, Decreto-Lei n.º 316/2007, de 14 de Setembro e Decreto-Lei n.º 46/2009, de 20 de Fevereiro que, por deliberação de 30 de Março de 2009, foi determinada a elaboração do “Plano de Urbanização da Entrada Poente e Nova Estação Central de Coimbra (Interface Intermodal)”, para uma área de cerca 107ha identificada na planta anexa, obedecendo aos seguintes termos: * Situação de “pórtico” como referência de entrada na Cidade pelo seu lado Norte e Poente; * Articulação com a Cidade designadamente com o Choupal, EN 111-1/ Campos do Bolão, Loreto/ Pedrulha, Monte Formoso/ R. do Padrão/ Av. Fernão de Magalhães e Estrada de Coselhas/ Rua de Aveiro; * Reforço das continuidades naturais e ambientais: linhas de água e de drenagem natural, Leito Periférico Direito, Vale de Coselhas e Choupal; * Articulação com estudos e compromissos existentes: rectificação do IC2 e nova ponte sobre o Mondego; traçado do Metro Ligeiro do Mondego e possibilidade de sua extensão para Norte; * Consideração de uma gare intermodal que associe e articule os diferentes modos de transporte: -Ferroviário (Metro Ligeiro, RAVE, Linha do Norte, etc.); -Rodoviário (transportes urbanos, suburbanos e expresso, táxis e privados); -Ciclovia, e tipos de uso: -Passageiros; -Mercadorias (pequenas cargas); * Consideração de um pavilhão multiusos com uma capacidade próxima dos 5.000 lugares sentados; * Estacionamento com características de “park&ride”; * Consideração de adequadas acessibilidades, nomeadamente infraestruturas viárias: Anel da Pedrulha, EN111-1 e reformulação da Casa do Sal; * Consideração de uma cota mínima de soleira de 15,2m de acordo com indicações do Ministério do Ambiente/ Instituto da Água; * Articulação com o processo de revisão do Plano Director Municipal e Plano de Urbanização da Cidade de Coimbra, de âmbito mais alargado e em curso. Os cidadãos interessados dispõem do prazo de 30 dias, a contar da data de publicação do presente aviso, no Diário da República, para a formulação de sugestões bem como apresentação de informações sobre quaisquer questões que entendam dever ser consideradas no âmbito da elaboração do Plano de Urbanização. As sugestões e outras informações acima referidas devem ser apresentadas por escrito no prazo mencionado, na Divisão Administrativa e de Atendimento desta Câmara Municipal (Praça 8 de Maio) durante o horário de expediente (8h30m às 16h30m). Quaisquer informações que se mostrem necessárias poderão ser obtidas na Divisão de Planeamento Urbanístico e Projectos Especiais desta Câmara Municipal, sita na Casa Aninhas — Praça 8 de Maio. 14 de Abril de 2009. — O Vice-Presidente da Câmara, João José Nogueira Gomes Rebelo. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1111957
-
Porto | Dragão Caixa - Pavilhão do Dragão | Manuel Salgado
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Pavilhão do Dragão poderá receber eventos a partir de Maio Obra supreendente, pela qualidade e pelo aproveitamento do espaço, o pavilhão do Dragão está quase pronto. Se forem cumpridos os prazos previstos, já poderá receber eventos desportivos a partir de Maio. O dia 23 de Abril mantém-se como a data da conclusão da construção do pavilhão do Dragão, uma estrutura concebida para receber as principais modalidades do F. C. Porto - basquetebol, andebol e hóquei em patins -, mas também para proporcionar outro tipo de actividades, como, por exemplo, concertos de música e outros eventos de âmbito cutural. "Esta é uma estrutura voltada para o futuro, para ser usada, pelo menos, nos próximos 50 anos", explica Eduardo Valente, director da PortoEstádio. Esta ideia pressupõe um crescimento das modalidades do F. C. Porto. Com uma casa nova e tão versátil, será normal a criação de novas actividades. Embora sejam assuntos ainda do segredo dos deuses, espera-se que os dragões regressem ao voleibol e venham a estrear-se no futsal. Na visita guiada que o JN fez ao novíssimo pavilhão, Eduardo Valente e Luís Silva, responsáveis da PortoEstádio, deram conta de variadíssimos pormenores de uma estrutura suigeneris, primeiro erguida em altura - sobre pilares de dez metros -, depois "alinhada" pelo Estádio do Dragão e finalmente autonomizada num espaço próprio. Quem julga tratar-se de um pavilhão pequeno, surpreende-se mal transpõe a zona de entrada do público, situada mesmo à saída da estação do Metro. O aspecto mais curioso da primeira abordagem dentro do pavilhão é o visitante sentir-se como se estivesse no próprio Estádio do Dragão. Aliás, o arquitecto Manuel Salgado, autor do projecto do estádio, concebeu o pavilhão como uma continuidade do recinto principal dos portistas. As duas estruturas vão estar permanentemente ligadas, através de um corredor de serviço. O pavilhão recebe o sistema de aquecimento, de água e de electricidade do estádio. "Em termos de gestão técnica, o pavilhão será um apêndice do estádio", revela Luís Silva. A gestão do espaço em torno da plataforma que serve de base do pavilhão permitiu a construção de três bancadas. Nelas estão a ser colocadas exactamente 2007 cadeiras, a capacidade do recinto em termos de espectadores. "Julgamos ser um número suficiente, se olharmos ao que hoje em dia se passa em termos de modalidades de pavilhão", considera Eduardo Valente. Ao nível do espaço onde se desenrolarão os jogos, o pavilhão apresenta o que de mais moderno há. O piso é flutuante, aplicado em três camadas de madeiras canadianas. A grande novidade técnica é o sistema de elevação das tabelas de hóquei em patins, inspirado no modelo do Palau Blaugrana - Pavilhão do Barcelona - e desenvolvido pela equipa técnica da PortoEstádio. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=821456&page=6 -
A criação de um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para mais de 800 viaturas é uma das principais propostas no âmbito da requalificação do quarteirão de D. João I, no Porto. O projecto-base do documento estratégico, ontem apresentado pela Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), contempla ainda a construção de mais de 150 fogos de habitação - espera-se que sejam ocupados por cerca de 500 moradores - e o reforço em quase 7000 metros quadrados da área destinada a comércio e serviços. De acordo com o projecto para o quarteirão (delimitado pela Praça de D. João I, ruas de Sá da Bandeira, Formosa e Travessa e Rua do Bonjardim), a aposta na oferta de estacionamento é necessária não só para servir de suporte aos "novos habitantes", como aos serviços entretanto criados e às necessidades inerentes à actividade do mercado do Bolhão, que também será reabilitado. "Será uma grande infra-estrutura, o maior parque que se vai criar na Baixa da cidade", sublinhou o arquitecto Patrício Martins, que apresentou os traços gerais da proposta, juntamente com a Administração da SRU. Debate com proprietários O mesmo responsável destacou, por outro lado, a transformação ao nível do panorama habitacional da área. Actualmente existem apenas nove fogos, com um total de "14 ou 15 habitantes". Quando a intervenção estiver concluída, espera-se que o número chegue aos 500 residentes. Recorde-se que 44 das habitações vão nascer com a requalificação da antiga sede da União de Bancos no Porto e do edifício de escritórios contíguo, no gaveto da Praça de D. João I e Rua do Bonjardim, naquele que é o primeiro investimento privado do quarteirão, a cargo de um dos fundos imobiliários do Millennium BCP. De resto, o diagnóstico dos técnicos detectou várias situações a merecer atenção por parte da SRU, como, por exemplo, a "imagem decrépita e perniciosa" do troço de Sá da Bandeira, com o mau estado de conservação da generalidade das fachadas. As frentes da Rua Formosa, Travessa do Bonjardim e Rua do Bonjardim são descritas como tendo várias construções de "pouco ou nulo interesse aquitectónico". O projecto contempla a demolição de alguns edifícios. Arlindo Cunha, presidente da SRU, não quis precisar um prazo para o arranque da intervenção que "irá mudar radicalmente a Baixa". Admitiu apenas que aconteça no próximo ano, ressalvando que vai decorrer (a partir de segunda-feira) um período de debate com os interessados, sobretudo proprietários e inquilinos, com recolha de sugestões e críticas. Numa fase posterior será aprovado o documento estratégico e avançarão os contratos com os proprietários e a selecção de parceiros privados. Estima-se que o investimento no quarteirão, apenas em termos de construções, ascenda aos 30 milhões de euros. Muitos imóveis vazios e em mau estado As vistorias realizadas às 20 parcelas do quarteirão de D. João I concluíram que 60% apresenta um mau estado de conservação, 25% está em situação razoável e apenas 15% em bom estado. Em termos de índices de ocupação, 40% dos espaços estão vazios e 30% tem uma ocupação inferior a 50%. Apenas três parcelas (15%) estão totalmente ocupadas. Ex-Banco do Brasil com os dias contados A proposta para o quarteirão contempla a demolição do edifício do antigo Banco do Brasil, na Rua Formosa. O imóvel, construído em 1976, é definido como uma "anomalia urbana", com volumetria excessiva. A sua demolição permitirá o alargamento da Travessa do Bonjardim. Uma nova praça no interior do quarteirão A SRU pretende criar um atravessamento pedonal e um espaço de uso colectivo no interior do quarteirão, entre a Rua Formosa/Travessa do Bonjardim e a Rua de Sá da Bandeira. Será mantido o percurso pedonal correspondente à Travessa da Formosa. Áreas de intervenção prioritária da SRU Ao nível global, a SRU definiu como prioritárias as seguintes áreas de intervenção Aliados, Vitória/Sé, Infante, Carlos Alberto, Poveiros/S. Lázaro e República. Arlindo Cunha revelou que está em curso a preparação de documentos estratégicos para 20 quarteirões . fonte:JN via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=447841&page=4
-
Centro de Criação para o Teatro e Artes da Rua quer servir a região Norte Se for aprovado pelo QREN, o projecto para o Centro de Criação para o Teatro e Artes da Rua promete criar, em Santa Maria da Feira, um "espaço multidisciplinar na região Norte". A "imaterialidade", o "imaginário" e a "sustentabilidade" são as palavras-chave do projecto do arquitecto Bernardo Rodrigues para o Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua (CCTAR). A candidatura do CCTAR ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) foi apresentada no dia 30 de Maio, em Santa Maria da Feira, no âmbito do Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua. De acordo com Renzo Barsotti, director artístico do Imaginarius, o CCTAR "vem colmatar a quase inexistência de espaços de criação multidisciplinar na região Norte". O "objectivo específico", adianta, "é o de criar as condições de encontro com o mercado e de fomentar a ligação com outros sectores estratégicos da economia regional" como "a indústria local, o artesanato, o turismo e as novas tecnologias". O centro surge, assim, como "um lugar de encontro da produção e do consumo da criação artística para o espaço público". Caso seja aprovado pelo QREN, o projecto será construído na margem de um lago na Pedreira das Penas, no centro de Santa Maria da Feira, e contará com vários pisos, estando o inferior reservado a apartamentos e residências artísticas. "O edifício proposto assume a vontade da rua e seu significado social, ao elevar-se do solo num loop concêntrico", afirma, ao JPN, o arquitecto Bernardo Rodrigues. Com "esta nova infra-estrutura" o cruzamento entre "grandes e confirmadas companhias e de artistas nacionais internacionais" encontra "outras condições e perspectivas", acrescenta, ao JPN, o director artístico do Imaginarius. Edifício do Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua da Feira A proposta assinada pelo arquitecto Bernardo Rodrigues aposta na versatilidade e assume-se como uma metáfora do conceito de artes de rua. O Centro de Criação para o Teatro e Artes de Rua (CCTAR) de Santa Maria da Feira, que surgirá na desactivada pedreira das Penas no centro da cidade, cria a sensação de looping e foi concebido para funcionar como palco tanto no espaço interior como exterior. “O edifício é, todo ele, concebido como um palco. É uma metáfora do próprio conceito de teatro de rua”, adianta Bernardo Rodrigues, autor do projecto de arquitectura. “A superfície da cobertura pode ser usada como palco ou espaço para o público”, sublinha. A versatilidade é um dos conceitos que imperam. O CCTAR terá três pisos e cerca de 2400 metros quadrados, 500 dos quais destinados a salas de ensaios e ateliers de dança, música, fotografia, arquitectura, teatro, design, entre outras expressões artísticas. A infra-estrutura terá ainda um salão principal com 800 metros quadrados, uma biblioteca e residências para artistas: dois T2 e cinco camaratas de quatro camas. Além de ter sido concebida para ser usada na apresentação de espectáculos, a estrutura terá também um revestimento exterior que deverá incluir placas de cortiça para permitir a colocação de gadgets associados às performances. “Quando o edifício levanta e faz uma curva, há uma praça que fica coberta e que faz uma espécie de concha acústica”, revela Bernardo Rodrigues. As condições de audição foram estudadas ao pormenor. Para a concretização do projecto, duas escolas primárias serão demolidas, após a construção de um centro escolar, criando-se uma nova praça. A companhia catalã La Fura dels Baus, o fotógrafo italiano Oliviero Toscani – autor de conhecidas campanhas publicitárias -, o inventor do cubo mágico, o húngaro Ernõ Rubik, e Eugenio Barba, fundador da companhia dinamarquesa Odin Teatret, são alguns dos já anunciados consultores do CCTAR. A construção do CCTAR, cujo projecto global ascende a cinco milhões de euros, depende da aprovação de uma candidatura ao QREN, no âmbito da criação de um cluster de indústrias criativas na região Norte. O projecto do CCTAR prevê a realização de residências nacionais e internacionais de artistas de diferentes áreas e gerações e a promoção de cursos de pensamento criativo para executivos. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=985452&page=2
-
Cobertura com 950 toneladas completao Bolhão Estrutura tinha sido pensada pelo autor do projecto original do mercado, Correia da Silva, em 1914 A cobertura desenhada pelo arquitecto Correia da Silva, em 1914, para o projecto original do mercado do Bolhão vai por fim ser construída. A estrutura em vidro e metal, de 950 toneladas, é uma das jóias da coroa do projecto-base de reabilitação, ontem, quarta-feira, apresentado. A concretizar-se o desenho ontem mostrado, o Bolhão vai ficar muito parecido com o que os seus projectistas iniciais imaginaram e, ao mesmo tempo, virado para os usos actuais da Baixa, com a instalação de cafés e restaurantes no piso superior e ainda a criação de estacionamento, para o qual há actualmente duas opções possíveis (ver texto ao lado). Aplicar "uma nova matriz de espaços inspirada nos novos modelos de mercado europeus" - é essa a filosofia que sustenta o projecto-base de arquitectura que a Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) está a preparar, no âmbito de um protocolo com a Câmara do Porto. As linhas gerais do plano foram apresentadas no Congresso Património 2010, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). Segundo a directora da DRCN, Paula Silva, o objectivo é concluir todo o projecto de execução até ao final deste ano. Trata-se não só insuflar modernidade, mas também de cumprir a legislação em vigor, o que o Bolhão está longe de alcançar em tantos aspectos. As acessibilidades serão melhoradas com elevadores em todas as quatro entradas; as condições higiénico-sanitárias do comércio de fresco vão ser criadas nos termos da lei, com zonas de carga e descarga, elevadores monta-cargas e áreas de apoio na cave. Reforço das fundações Serão recuperados todos os elementos possíveis: os vãos sobre Sá da Bandeira (rua construída na mesma altura do mercado), as estruturas de betão armado (que serão reforçadas) e em madeira de Riga (em bom estado, apesar de serem de 1915). A situação estrutural foi avaliada por um estudo da FEUP, que impôs a necessidade de proceder ao reforço de fundações. O mercado, recorde-se, foi erguido em solos de aterro que chegam aos 15 metros. Também agora há estruturas que terão que ser demolidas, como as lajes da galeria de lojas e o passadiço que liga esse piso, entre as ruas de Sá da Bandeira e de Alexandre Braga. "Tem deformações apreciáveis em termos de abatimento de fundações", disse o arquitecto João Carlos dos Santos, que apresentou o projecto-base de arquitectura. Outro passadiço será construído, mas com uma configuração "mais leve". O passadiço cumprirá a mesma função de ligar as galerias do piso superior, mas essas é que terão nova vocação. Servirão para albergar cafés e restaurantes com esplanadas - com os torreões a permitir zonas mais especiais -, com a particularidade de ser aproveitado o pé direito alto desse piso para criar mais um piso. Os estabelecimentos terão, assim, mezaninos no interior. Elementos avulsos, como aparelhos de ar condicionado e toldos das lojas exteriores, serão eliminados. Está prevista a colocação de vidros transparentes nas janelas, para que se veja de dentro para fora. Uma das maiores intervenções - a cobertura em metal e vidro - terá pouco impacto exterior, mas fará toda a diferença para o interior, protegendo da chuva e da entrada de aves. O comércio de frescos ficará no piso zero, realinhadas as barracas em quatro vias longitudinais, de maneira a criar mais espaço para circulação e eventos de animação. Os talhos ficarão numa galeria num piso intermédio, na escadaria junto à Rua de Fernandes Tomás. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=793116
-
Centro de artes nasce em Santo Tirso 2010-05-10 (Jornal de Notícias) AGOSTINHO SANTOS O município de Santo Tirso vai dispor, a partir do próximo sábado, da Casa da Galeria/Centro de Arte Contemporânea. Construído de raíz, o edifício, que contempla cinco pisos, pertence a privados e será palco de inúmeras iniciativas, abrangendo as mais diversas áreas. É o sonho de um casal de médicos que tem a paixão pela cultura, em especial pelas artes plásticas. Assim, resolveu dar o seu contributo e decidiu construir este novo pólo cultural que abrirá as portas com a exposição de um dos maiores escultores contemporâneos portugueses, Alberto Carneiro. Serão mostradas nove das mais recentes esculturas e 21 desenhos de Alberto Carneiro, artista que no próximo ano deverá expôr no Museu de Serralves, no Porto. Tratando-se de um projecto ambicioso (tendo em conta, sobretudo, a crise económica instalada no país), a Casa da Galeria pretende posicionar-se como um ponto de interesse no roteiro cultural e artístico, com visibilidade local, nacional e até mesmo internacional. Criado sem qualquer apoio estatal ou autárquico, o novo centro de artes será gerido por uma instituição sem fins lucrativos, entretanto constituída, denominada Associação Casa da Galeria. O grande objectivo desta nova associação é a promoção e divulgação da cultura a das artes, propondo-se organizar um conjunto amplo de actividades que visam atingir os mais diversos públicos e idades. Aliás, umas das preocupações da Casa da Galeria prende-se com a educação e estimulação artística dos jovens e das crianças, prevendo-se um trabalho de proximidade com as escolas, propondo visitas guiadas e oficinas específicas. Também é intenção da mesma instituição estabelecer parcerias, co-produções e intercâmbios com outras associações, autarquias, procurando, por outro lado, uma interligação com as várias regiões de Portugal, Espanha e outros países. Auditório e sala multiusos Projectado por Márcio Paiva, o edifício poder-se-á considerar um marco arquitectónico pertencente às mais recentes tendências da arquitectura contemporânea. Integrando cinco andares, o edifício permitirá além da realização de exposições, organizar concertos, exibir filmes, teatro e promover debates e cursos, entre muitas outras iniciativas culturais. Disporá ainda de um pequeno auditório, sala de multiusos, bar e uma sala de reuniões. Para o futuro mais próximo estão já calendarizadas diversas iniciativas, nomeadamente uma exposição colectiva de oito jovens artistas e a realização do concurso de fotografia "Lugares". in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1142179 Cinco pisos para o novo centro de artes em Santo Tirso Corre sérios riscos de se transformar numa passagem obrigatória para quem visitar Santo Tirso. Pode também causar muita estranheza ao público em geral; afinal surge num contexto de crise. Quase em contra corrente, é inaugurado no próximo dia 15 de maio, sábado, a partir das 17 horas, um espaço em Santo Tirso, absolutamente sem precedentes: Casa da Galeria/Centro de Arte Contemporânea. Foto: Ivo Godinho Augusto Pais e Fátima Pinto são os mentores do projeto, mas é Domingos Loureiro, artista e consultor artístico da Casa da Galeria que explica ao Entre Margens como surgiu este arrojado projeto: “apesar de já haver algumas coisas a nível de arte em Santo Tirso, como o museu de escultura e algumas atividades camarárias, o diretores da Casa da Galeria queriam fazer algo que fosse um legado para Santo Tirso, queriam construir um equipamento com qualidade e fazer algo pela cultura" E assim o fizeram. Trata-se de um edifício construído de raiz, com cinco pisos, de linhas modernas e absolutamente identificável entre os prédios rústicos que o circundam. Projetado por Márcio Paiva, o edifício está preparado para receber exposições, concertos, teatro, conferências e cursos. Para além das salas de exposições, é composto ainda por um pequeno auditório, sala multiusos, bar e sala de reuniões. Na exposição inaugural, a Casa da Galeria vai receber nove esculturas e 21 desenhos de Alberto Carneiro, uma escolha que se prende não apenas pela qualidade artística do escultor, como explica Domingos Loureiro: “Alberto Carneiro é um dos artistas mais importantes de Portugal, e é também uma pessoa que tem uma ligação a Santo Tirso muito forte uma vez que é o mentor do Museu Internacional de Escultura Contemporânea.” in http://jornal-entre-margens.blogspot.com/2010/05/cinco-pisos-para-o-novo-centro-de-artes.html
-
Yeatman Hotel & Wine Spa pronto em Dezembro de 2009 Será um dos melhores hotéis do mundo. O Yeatman Hotel & Wine Spa terá 84 quartos, um SPA de vinoterapia com dez salas de tratamento, duas piscinas (interior e exterior) e um restaurante de luxo. A inauguração decorrerá no próximo ano mas a primeira pedra já foi lançada! Âncora Depois de um meticuloso trabalho de casa, começam a surgir no terreno os primeiros projectos sinónimos de excelência no Centro Histórico. Com o Masterplan a determinar as linhas timoneiras de acção, o terreno começa agora a receber projectos de avultado investimento que colorem, entre outros aspectos, o branco existente no potencial turístico desta zona do país. Este raciocínio é testemunhado pelo Presidente da Câmara Municipal, Dr. Luís Filipe Menezes, quando refere que "o investimento representa um passo significativo em frente depois de um trabalho feito no âmbito da reabilitação do Centro Histórico". Após o contexto, a passagem à prática. O interesse do sector privado é efectivo e os trinta milhões de euros investidos neste equipamento pela The Fladgate Partnership representam uma parcela de um leque maior de mil milhões de euros de investimentos captados no ano transacto, equivalentes a cerca de 30% do total nacional. Nesta transformação da face da margem esquerda do Douro, o Vinho do Porto e os seus operadores são partners essenciais, numa região que segundo o autarca "necessitava, e necessita, de um complemento de oferta turística". Assim, foi lançada a primeira pedra de um equipamento diferenciador e de excelência, que estará a rolar no próximo ano trazendo consigo inúmeros benefícios directos e indirectos, conforme se pode testemunhar pelas características do hotel: Localização: Rua do Choupelo, em Santa Marinha Caracterização: 26 mil m2 de área de terreno; 13 mil m2 de área de implantação; 12 m2 de jardins; 2, 7 mil m2 de área de circulação e estacionamento; 2 Pisos de Áreas Publicas: 2 Restaurantes(um dos quais com 3 zonas diferenciadas), esplanadas, biblioteca, 2 bares, business centre, loja e 4 salas de reuniões; 4 Pisos de Quartos: 75 quartos(2 equipados para deficientes motores), 6 suites, corredores separados para clientes e pessoal, 1 galeria técnica em cada piso; Spa Vínico; 2 Piscinas(interior e exterior); 2 Ginásios; 3 Pisos de Garagem; Painéis Solares para aquecimento das águas sanitárias; Recolha de Águas Pluviais e das minas existentes para reutilização na rega dos jardins e nos autoclismos dos quartos; Valor Total Investimento: 30 milhões de euros Linhas mestras orientadas, definidas, eis que a potenciação de sinergias ganha natural relevância para a concretização de toda a dinâmica de desenvolvimento. O Presidente da Câmara Municipal destacou que "o Governo deve ter em linha de conta a apresentação dos resultados para realizar a cooperação", num ramalhete a que, segundo o autarca, também se junta o investimento privado. No seguimento, o autarca referiu também "o apoio dado ao desenvolvimento de projectos" por parte do Ministério da Economia bem como da AICEP, numa lógica de "sentido de responsabilidade". Partnership...The Fladgate Partnership! Investindo desde 1692 em Portugal, o grupo The Fladgate Partnership é um grupo de carácter familiar que hoje em dia, entre outras áreas de negócio, vende Vinho do Porto para todo o mundo. É detentor das marcas Taylor, Croft e Fonseca e, anualmente, tem um volume de negócios de 80 milhões de euros. Manifestando o seu regozijo pelo lançamento da primeira pedra do hotel, o Presidente do Conselho de Administração da The Fladgate Parnership, Alistair Robertson, concretizou que o investimento será complementado com obras paralelas com um novo Centro de Visitas e Centro de Engarrafamento e um condomínio de residências de luxo, este último juntamente com a Squarestone. Alistair Robertson salientou os benefícios, vincando "a enorme criação de postos de trabalho". Mais e melhor...para o Centro Histórico O Yeatman Hotel & Wine Spa não representa, como já referimos, uma iniciativa isolada de investimento no Centro Histórico. Recentemente, o Vice-Presidente da Câmara apresentou detalhadamente todos os projectos para a zona, bem como montantes de investimento e entidades promotoras. Estimular o investimento O Ministro da Economia e Inovação, Dr. Manuel Pinho, deu conta da "unidade hoteleira de enorme qualidade", salientando que "são projectos desta envergadura que fazem o país andar para a frente". Dando conta da cooperação entre o Ministério e a autarquia, o Dr. Manuel Pinho reconheceu o "grande potencial turístico" do nosso país, em que a expansão dos voos low-cost requerem uma maior preparação dos quadros de formação. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=639928&page=11 The Yeatman Hotel abre antes do Verão no Centro Histórico Terá 82 quartos e é a primeira unidade hoteleira na zona. Em Janeiro, arrancará a construção de outro hotel O primeiro hotel de luxo do Centro Histórico de Gaia abrirá antes do Verão. A obra de pedreiro é finalizada hoje e avançam os trabalhos de acabamento, perspectivando-se que The Yeatman Hotel & Wine Spa receba hóspedes em Junho. Quem espreita o armazém da Taylor's, mesmo em frente ao terreno na Rua de Choupelo onde nasce a unidade hoteleira do grupo Fladgate Partnership, fica já a conhecer como serão as futuras 82 suites do hotel. Nada falta ao quarto modelo: desde a varanda com grades em ferro forjado até à banheira com uma janela ampla aberta sobre o rio Douro. "Todos os quartos são voltados para o Porto", especifica o presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, sublinhando que, dentro de três meses, arrancará a construção de outra unidade hoteleira de cinco estrelas nos antigos armazéns da Gran Cruz e da Delaforce na Rua de Serpa Pinto. O esqueleto de betão já é bem visível nos socalcos da encosta de Gaia. Algumas árvores do terreno de 26 mil metros quadrados foram preservadas e integrarão os jardins da unidade. No futuro, reunirão mais de 200 árvores, 6100 arbustos e 6500 herbáceas. The Yeatman Hotel terá dois restaurantes, dois bares, uma biblioteca, um centro de negócios e um spa de vinoterapia com 10 salas de tratamento, duas piscinas (uma ficará no interior), dois ginásios e garagem com 200 lugares. O investimento total do grupo Fladgate Partnership, que está em Portugal desde 1692 ligado à produção e à venda de Vinho do Porto, ronda os 30 milhões de euros. As obras chegam ao quarteirão da Gran Cruz e da Delaforce em Janeiro para edificar o Oporto Vintage Hotel do grupo CS. Os promotores gastarão 47,5 milhões de euros na reconversão dos velhos armazéns nas ruas da Carvalhosa e de Serpa Pinto numa unidade de cinco estrelas com 150 quartos (20 serão suites), dois restaurantes e um spa com piscina coberta, sauna e jacuzzi. O parque de estacionamento de uso público tem capacidade para 107 viaturas. Menezes destaca que estão já projectados mais três hotéis para a marginal de Gaia. O projecto da Novopca para os armazéns da Real Vinícola contempla um centro cultural (já em construção em frente ao Cais de Gaia) e uma unidade hoteleira que ficará por trás daquele equipamento. O autarca, que cumprirá o último mandato na liderança do Município, assinala, ainda, as propostas para o Picão e para a Quinta de Marques Gomes. Confirma-se, então, a transformação do palácio da quinta em Canidelo, situada a poucos passos das frentes de rio e de mar, num hotel de charme. O projecto está em análise na Gaiurb. in JN
-
Palácio das Cardosas já está em obras As obras de requalificação do Palácio das Cardosas, com vista à edificação de um hotel de luxo, já arrancaram. O edifício histórico, datado do século XIX, manterá a fachada. O investimento pretende dar novo ânimo à Baixa. O novo Intercontinental Porto Palácio das Cardosas, que irá custar cerca de 31 milhões de euros, mostrar-se-á ao mundo lá mais para o fim do próximo ano. Apesar de, em 2006, aquando da apresentação do projecto, ter-se previsto que a obra terminaria no final do primeiro semestre de 2008, a verdade é que tal não se veio a verificar. A tardia apresentação do projecto de reconversão do edifício à Porto Vivo - Sociedade de reabilitação Urbana, por parte das sociedades Solitaire e RAR Imobiliária, levou a que a obra se prolongue para além do previsto. Esta demora foi também notada por Narciso Saraiva, morador atento ás obras. " Antes estava um bocado parado, mas depois de se fazerem os contratos com as empresas as coisas começaram a andar bem". Para este portuense, e apesar dos atrasos na sua conclusão, esta acção é muito importante para combater a desertificação da Baixa do Porto, além de se recuperar um dos edifícos históricos da cidade." Esta obra vai ser importante para chamar as pessoas à Baixa mais frequentemente. Não é com aquelas barracas de eventos que ficam cá apenas dois ou três dias, que a Baixa vai encher de pessoas. Era um escândalo isto estar parado há tanto tempo. Ainda bem que resolveram remodelar isto". Narciso Saraiva não deixa de criticar o actual aspecto da Avenida da Liberdade, que no seu entender apenas contribui para um maior divórcio das pessoas para com a Baixa. "Para mim, a avenida ficou péssima, sem tirar valor a Siza Vieira. Para nós, que estávamos habituados a ter a antiga Praça da Liberdade, isto ficou muito despido". opiniou. O espaço, de acordo com responsáveis pelo projecto, será direccionado para um mercado de conferências, reuniões e eventos de lazer. O hotel, que se localizará numa zona nobre, terá 100 quartos e seis suites, quatro salas de conferências, um spa, um restaurante e uma galeria comercial. O quarteirão onde se encontra o Palácio das Cardosas está inserido nas zonas-piloto identificados pela Porto-Vivo como áreas nobres a reabilitar. JN
-
Tenant: Olympique de Marseille Extension: 60,013 --> 67/68,000 seats (6,000 VIP seats) Opening: 2014 Architects: SCAU, Atelier 9, jointly with Bouygues (construction) Cost: €273M, stadium + real estate program (Public–Private Partnership: Local authorities & Bouygues) Renewable energy (photovoltaic cells) Rainwater collection system (Euro 2016 candidate City)
-
Despoluição do rio Tinto é o "passo seguinte" no Parque Oriental O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, inaugurou hoje os primeiros 10 hectares do Parque Oriental da cidade, considerando que a despoluição do rio Tinto é “o passo seguinte mais relevante e importante” naquela nova zona verde. O Parque Oriental do Porto, desenhado pelo arquitecto paisagista Sidónio Pardal (também responsável pelo Parque da Cidade), situa-se no Vale de Campanhã, na zona limítrofe do concelho do Porto com o de Gondomar, e deverá ter uma área total de cerca de 55 hectares. Rui Rio afirmou esperar que a expansão do parque decorra “a um ritmo mais rápido” do que aquele que só hoje permitiu inaugurar esta parcela de verde, prometida e desejada há vários anos. O autarca referiu que tem havido um esforço com outros municípios, designadamente com Gondomar, para a despoluição do rio Tinto. O rio Tinto é considerado pelo arquiteto Sidónio Pardal como “o instrumento da orquestra” daquele parque. “Trabalhar o rio”, disse o arquitecto, “é o desafio para os próximos anos”. Sidónio Pardal considerou que quando o rio estiver despoluído este será, certamente, “o elemento fundamental do parque”. Os moradores daquela zona que hoje decidiram marcar presença na inauguração do parque estavam satisfeitos com o trabalho ali realizado, que representa um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, mas mostraram-se preocupados com a segurança da zona. Rui Rio afirmou aos jornalistas que a Polícia Municipal (PM) irá passar por aquele parque, à semelhança do que faz no parque da Cidade. “Temos a Polícia Municipal que passa no parque Ocidental muitas vezes e vai agora passar por este. Aparentemente, agora é suficiente”, disse o autarca. Rui Rio acrescentou ainda estar convencido que os moradores do bairro do Lagarteiro, vizinhos do parque, estão sensibilizados para preservar o espaço verde. “Acredito que com a vigilância da PM as coisas estão equilibradas. Se for preciso mais, veremos a seu tempo”, frisou. Quanto à próxima fase de expansão do parque, essa será a mais complicada, porque a Câmara terá que realizar expropriações. “O executivo tem de adquirir terreno, fazer permutas com privados, porque o que é do município está tudo praticamente ocupado”, disse Rio, acrescentando estar prevista “alguma construção à volta” do espaço verde. Nestes 10 hectares de parque, foram plantadas 850 novas árvores de diversas espécies. Para o arquiteto paisagista, a “cidade tem no vale do rio Tinto um espaço com uma poética, com uma memória de paisagem rural que é sentida como algo que falta integrar no tecido urbano”. “Nas últimas décadas houve naturalmente um declínio da actividade agrícola neste vale e é preciso fazer agora as transformações necessárias para integrar este espaço como um espaço nobre da cidade”, enalteceu Sidónio Pardal. Para o responsável pelo desenho do parque, com apenas esta obra inicial é possível verificar que a população já está a usufruir do espaço. Fonte: http://www.destak.pt/artigo/66206 Rui Rio inaugura hoje primeiros dez hectares do Parque Oriental do Porto Rui Rio inaugura hoje os primeiros dez hectares do Parque Oriental do Porto, anunciou hoje fonte da autarquia. Os dez hectares que o presidente da Câmara do Porto vai inaugurar representam um quinto da área total do parque, que é de aproximadamente 55 hectares, e localizam-se no extremo norte do vale do Rio Tinto. O projecto é do arquiteto Sidónio Pardal (responsável pelo desenho do Parque da Cidade, na zona Ocidental do Porto) que em novembro do ano passado vaticinou que o parque pode demorar uma década a ficar pronto na sua totalidade. "Um parque é uma coisa viva e está sempre em evolução e transformação, eu diria que se todo o parque estiver pronto nos próximos dez anos seria muito bom", afirmou então Sidónio Pardal durante uma visita guiada ao local, promovida pela Associação Campo Aberto a 08 de novembro de 2009. O Parque Oriental situa-se no Vale de Campanhã, na zona limítrofe do concelho do Porto com o de Gondomar. Trata-se de uma zona ainda com algumas características rurais, embora possua alguns núcleos urbanos. A estrutura do novo espaço será idêntica à do Parque da Cidade, mas apresentará "características diferentes" ao nível da vegetação e à possibilidade de aproveitamento dos cursos de água, de que é exemplo o Rio Tinto. Adiado durante vários anos, o equipamento tem um custo estimado de cerca de 1,2 milhões de euros e, de acordo com o vereador do Ambiente, Álvaro Castello-Branco, a próxima fase é a mais complicada, porque a grande maioria dos terrenos não são da autarquia. Fonte: http://www.destak.pt/artigo/65979 Primeira fase do Parque Oriental foi hoje inaugurada Os primeiros 10 hectares do Parque Oriental foram hoje inaugurados pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, num acto público que contou, igualmente, com a presença de Álvaro Castello-Branco, Vice-Presidente da autarquia e responsável pelo Pelouro do Ambiente, e ainda do arquitecto Sidónio Pardal, autor do projecto. A parcela agora oficialmente aberta à população corresponde sensivelmente a um quinto da área total do Parque e a um investimento da ordem do milhão e meio de euros (sem contar com o valor dos terrenos e com os recursos do próprio município que para ali foram canalizados). Para Rui Rio, a inauguração, ao fim de muitos anos, desta primeira fase do Parque Oriental constitui "um momento importante" para a cidade, em particular para uma zona urbana bastante carenciada e deprimida, como tem sido o caso da de Azevedo/Campanhã, onde o Parque está inserido. A segurança e preservação deste espaço são questões que não preocupam particularmente o Presidente da CMP, que se mostrou convicto de que a população saberá cuidar de um espaço que é de toda a comunidade e que se encontra localizado nas imediações do Bairro do Lagarteiro, que em breve será alvo de profunda reabilitação. "O comportamento das pessoas depende, também, e muito, da atenção que os poderes públicos lhes dispensam", observou o autarca. "Ora, se estamos aqui a dar-lhes essa atenção que elas merecem, com certeza que as pessoas saberão retribuir, preservando este espaço criado e construído com dinheiro público", adiantou. Despoluição do Rio Tinto é o passo seguinte O processo de despoluição do Rio Tinto, que tem vindo a ser conduzido pela Águas do Porto , é um aspecto nuclear no desenvolvimento do Parque Oriental e que foi devidamente salientado quer pelo Presidente da Câmara, quer por Sidónio Pardal, autor do projecto. "Perspectivar o futuro é continuar a despoluir o rio, um trabalho que tem vindo a ser efectuado pela empresa municipal Águas do Porto, mas que necessita, também, da colaboração de outros municípios, designadamente do de Gondomar", vincou Rui Rio. Por seu lado, Sidónio Pardal chamou a atenção para necessidade da inserção do Parque Oriental na malha urbana do Porto. "O Porto tem no vale do Rio Tinto um espaço com uma poética e com uma memória de paisagem rural, que é sentida como algo que falta integrar no tecido da cidade", referiu o arquitecto. "Com esta simples obra, já pudemos assisitr à forma feliz como a população já se 'apropriou' do parque, mesmo antes da sua inauguração, com as crianças que ali já correm e brincam", notou. A "sinfonia" e o "concerto" Para o arquitecto paisagista, "nas últimas décadas assistiu-se a um declínio da actividade agrícola neste vale", o que, na sua óptica, implica agora promover e introduzir "as transformações necessárias com vista à sua integração, enquanto espaço nobre da cidade do Porto". Convidado a explicar o que quis dizer ao afirmar que se o Parque da Cidade - cujo projecto também assinou - é uma sinfonia, este é um concerto, Sidónio Pardal foi claro em descodificar a metáfora. "Num concerto, há sempre um determinado instrumento que prevalece. Há concertos para piano, para violino, etc. Neste caso do Parque, trata-se de um concerto para o rio", referiu. "O vale e a estrutura do rio formam um elemento central do Parque Oriental, que ainda não está trabalhado, sendo por isso um desafio para os próximos anos, assim como a despoluição do rio Tinto, a cargo de uma equipa da empresa Águas do Porto, que tem trabalhado intensivamente para que nele voltem a existir trutas, como dantes acontecia", concluiu. 2010/06/07, 0 comentários in http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=cmp.stories/14630
-
Biblioteca Municipal de Caminha Dados Gerais Caminha, Portugal Câmara Municipal de Caminha Nuno Graça Moura, Arquitecto Unipessoal, Lda. Projecto de Execução concluído 1 200 m2 1 000 000.00 € Descrição No projecto para a Nova Biblioteca Municipal de Caminha faz-se o aproveitamento dum edifício tradicional existente em pedra de dois pisos (com cerca de 10.8x18.0)m, que será ampliado com a construção de uma cave e dum novo Corpo, edificado “de raiz” e integralmente em betão armado (com cerca de 14.5x16.5)m, também com uma cave e dois pisos elevados. Um aspecto fundamental do Projecto prende-se com a escavação e contenção periférica de terras para a construção das caves (de execução muito complexa no interior da casa existente), em que se optou por uma solução de colunas de “jet-grouting” que simultaneamente asseguram a contenção e o “recalçamento” das paredes existentes; dado o nível freático elevado e a grande permeabilidade dos solos, a laje de fundo da cave será solidária com as paredes periféricas, eliminando a necessidade de drenagem pelo exterior. Um aspecto fundamental do Projecto prende-se com a escavação e contenção periférica de terras para a construção das caves (de execução muito complexa no interior da casa existente), em que se optou por uma solução de colunas de “jet-grouting” que simultaneamente asseguram a contenção e o “recalçamento” das paredes existentes; dado o nível freático elevado e a grande permeabilidade dos solos, a laje de fundo da cave será solidária com as paredes periféricas, eliminando a necessidade de drenagem pelo exterior. A generalidade das lajes são maciças (excepto a cobertura do novo Corpo, que é nervurada), dimensionadas para funcionar eficientemente e com deformações aceitáveis nos grandes vãos existentes entre paredes (da ordem de 12.0m) e nas varandas em consola (que chegam a atingir 4.5m). Os pavimentos da casa existente são em tudo análogos aos do novo Corpo, tendo a cobertura uma estrutura em madeira - seja por facilidade construtiva, seja para minorar a carga sobre as paredes de pedra. in http://www.afaconsultores.pt/
-
Douro Palace Hotel abre portas no fim do mês Dia 31 de Maio é a data prevista para a abertura do Douro Palace Hotel Resort & Spa, um novo quatro estrelas com 60 quartos em Baião, no Vale do Douro, investimento de 8,9 milhões de Euros. Projecto que levou quatro anos a desenvolver, o Douro Palace Hotel está neste momento a receber os seus últimos retoques e acabamentos, para abrir portas no final da semana. Este é um projecto da empresa JASE Lda., dedicada à construção e exploração turística, sendo este o seu primeiro empreendimento. Neste momento o hotel aceita reservas para 10 de Junho em diante, com a abertura de portas a 31 de Maio, em “soft-opening”. A Inauguração oficial, na qual é esperada a presença do Primeiro-Ministro, deverá ocorrer ainda na primeira quinzena de Junho. Bem perto da estação ferroviária de Aregos, o Douro Palace Hotel Resort & Spa combina materiais e edifícios de cariz tradicional com a modernidade arquitectónica de novos volumes construídos, destinados aos 60 quartos (36 twin, 23 duplos, uma suite), todos com varanda e vista para o Douro. A sua oferta é composta por um leque variado de serviços e equipamentos. Em destaque está o Douro Palace Spa, de 290 metros quadrados, que inclui jacuzzi, sauna, piscinas, de tratamentos e relaxamento, e uma oferta vasta de tratamentos estéticos e corporais, além dos duches Vichy, entre outros serviços. Restaurante (“Eça” para 80 pessoas), três bares, court de ténis, salas de congressos e eventos para até 200 pessoas (4 salas), centro hípico, piscina exterior (uma para adultos outra para crianças), ancoradouro para embarcações de grandes dimensões, são outras instalações do novo hotel. N.A. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=634509&page=2 Baião: Primeiro hotel do concelho 2008.07.15 Chama-se Douro Palace Hotel, tem quatro estrelas e situa-se junto ao Douro, em Carrapatelo, freguesia de Santa Cruz do Douro: o primeiro hotel de Baião é inaugurado hoje. Representado um investimento global de 8,9 milhões de Euros, o Douro Palace Hotel dispõe de 60 quartos e beneficiou do estatuto de projecto Âncora, atribuído pelo Ministério da Economia. O investimento representa a criação de 30 postos de trabalho, 85 por cento dos quais contratados no concelho. Para além de duplicar a oferta turística existente no concelho – limitada, até ao momento a cerca de 60 quatros, a esmagadora maioria no sector do Turismo Rural e de Habitação –, o Hotel promete dinamizar outras actividades em Baião. Com o Centro Hípico de Baião foi firmado um protocolo para proporcionar actividades de equitação aos hóspedes; com a Fundação Eça de Queiroz o acordo visa a realização de Ceias Queirosianas na Casa de Tormes, antecedidas de visitas ao espólio museológico da fundação; finalmente, a Casa do Lavrador, que recria o ambiente da habitação de um lavrador no princípio do século XX e serve a gastronomia tradicional portuguesa, vai dar a conhecer aos hóspedes um pouco do Portugal real. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=634509 SITE http://www.douropalace.com/
