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  1. O Ipca tem 11 anos de existencia, começou com 'meia duzia' de alunos, em salas arrendadas por baixo de edificios na freguesia de arcozelo, Barcelos. Em 2008, na freguesia de vila frescaínha, o projecto já com imensas reformulações devido ao passar dos anos, nasceu o primeiro edificio para a Escola de Gestão, continuando a Escola de Tecnologias nos arrendados edificios em arcozelo. Hoje, o IPCA, tem perto de 3mil alunos, é o politecnico que mais rapidamente preenche as vagas na 1a fase, não englobando mais gente porque nao tem condiçoes para tal, tendo como mais valia funcionar no horario pós-laboral. Já por diversas vezes, a UMinho tentou adquirir o IPCA, sendo que a força estudantil nunca o permitiu, uma vez que iriamos ser sempre satelites, tal como acontece com o polo de Guimaraes. O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, é o mais recente do país e começa agora a crescer. A equipa de futsal que ja disputou o campeonato distrital de Braga, devido á falta de verbas e constantes arrendamentos tem vindo a cair no esquecimento...contudo, O Projecto das futuras instalações do IPCA, junto do futuro hospital de Barcelos e o novo Vivaci Barcelos, situa-se na nova zona da cidade e, segundo a maquete que la ta exposta á anos, engloba dois edificios, uma para cada escola (sendo que a de gestão já funciona), uma residencia, biblioteca, messe, um pavilhao e um campo de futebol bem como toda a logistica necessaria para tudo isto como estacionamentos e acessos. Imagem da nova Escola Superior de Gestao: Mais informações: http://www.ipca.pt/index.php?module=...osition=121:52 via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=842038&page=2
  2. Proposed stadium in the City of Industry (a Los Angeles suburb) for a NFL team. The stadium would be part of a development that includes offices, restaurants, movie theaters and a theater for live shows. The stadium would seat 75,000, 11,000 of which would be in club seats. There would be 175 suites. The stadium would be built into a hill with all the suites and the press box on one side to reduce the cost. The stadium will be able to expand to 80,000 for Super Bowls and other major events. Recently, the City of Industry approved the EIR and voted to approve $500 million in bonds that would pay for improved infrastructure around the stadium. The entire cost of the stadium, $800 million, would be privately funded by Majestic Realty, a company run by billionaire Ed Roski who helped build Staples Center. The stadium can be built in 2 years and construction can begin as soon as a team commits to moving to Los Angeles. That team would spend 2 years playing at either the Rose Bowl or Los Angeles Coliseum while the stadium is under construction. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=798208&page=25 Gov. approves LA-area football stadium waiver By JACOB ADELMAN, Associated Press Writer 3 hours, 15 minutes ago Buzz up! 249 PrintINDUSTRY, Calif. (AP)—Gov. Arnold Schwarzenegger said Thursday he had signed a bill allowing the construction of a 75,000-seat stadium that developers hope will lure an NFL team back to the Los Angeles area. Schwarzenegger said he signed the environmental exemption bill last week but saved the announcement for a press conference in Industry, where the stadium would be built about 15 miles east of Los Angeles. AP - Oct 22, 2:04 pm EDT The bill would nullify a lawsuit filed by residents in nearby Walnut over the project’s environmental impact. Schwarzenegger called the lawsuit frivolous as he addressed a crowd of union members wearing hardhats. Across the street, a dozen protesters held signs saying “No Stadium.” “This is the best kind of action state government can create—action that cuts red tape, generates jobs, is environmentally friendly and brings a continued economic boost to California,” Schwarzenegger said. Majestic Realty Co. is heading the stadium project after helping develop Staples Center, the downtown Los Angeles home of the NBA’s Lakers and Clippers and the NHL’s Kings. Majestic has targeted seven teams as candidates to move to the Los Angeles area: the Buffalo Bills, Jacksonville Jaguars, Minnesota Vikings, St. Louis Rams, San Diego Chargers, Oakland Raiders and San Francisco 49ers. The firm has said the teams are in stadiums that are either too small or can’t be updated with luxury box seats or other revenue sources an NFL club needs to thrive. Schwarzenegger said the stadium would generate more than 18,000 jobs. Majestic guaranteed parking lot attendants and concession stand workers would be paid middle-class wages, said Maria Elena Durazo, head of the Los Angeles County Federation of Labor. “This is true economic development,” Durazo said. “It’s going to benefit everyone in our community.” California Gov. Arnold Schwarzenegger signs a bill Thursday Oct. 22, 2009, in the City of Industry, Calif., allowing the construction of a 75,000-seat stadium that developers hope will lure an NFL team to the Los Angeles area. Schwarzenegger announced the signing of the environmental exemption bill in Industry, where the stadium would be built, about 15 miles east of Los Angeles. A small group of protestors demonstrate against a proposed NFL stadium outside where California Gov. Arnold Schwarzenegger signed a bill Thursday Oct. 22, 2009, in Industry, Calif., allowing the construction of a 75,000-seat stadium that developers hope will lure an NFL team to the Los Angeles area. California Gov. Arnold Schwarzenegger reacts after signing a bill Thursday Oct. 22, 2009 in the City of Industry, Calif., allowing the construction of a 75,000-seat stadium that developers hope will lure an NFL team to the Los Angeles area. Schwarzenegger announced the signing of the environmental exemption bill in Industry, where the stadium would be built about 15 miles east of Los Angeles. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=798208&page=9
  3. O futuro do Jardim Botânico da Politécnica decide-se hoje ... e as preocupações são muitas É hoje votado em reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa, às 15h, o plano de pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e zona envolvente. A CML diz querer a participação pública neste processo, o que é de saudar. O que não é de saudar é fazer o convite em cima do dia e disponibilizar uma ligação ao Plano de Pormenor com 791 MB de dimensão, um download impraticável para a maior parte das pessoas (demorei 2 horas a fazê-lo; gravo os ficheiros de bom gosto a quem quiser), sem uma ligação alternativa mais leve. Note-se também a data de votação: 30 de Junho de 2010. Dia após jogo do Mundial de Futebol que envolve Portugal. Dia anterior ao início de férias de muitos portugueses. Dia anterior ao início da entrada em vigor em Portugal dos novos escalões de IVA. Quer a CML mesmo incentivar a participação pública e o conhecimento de todos? A mim parece-me um bom dia para enterrar notícias e assegurar a menor polémica e resistência possível. O plano em si é profundamente danoso para os interesses e missão do Jardim Botânico (JB) enquanto património dos lisboetas, dos portugueses e do mundo, deixemo-nos de papos na língua que os valores em causa são demasiado importantes. Confesso já a minha ligação, profissional e afectiva, ao Jardim. Tirei o curso de guia do jardim há 3 anos e de Setembro de 2009 a Maio de 2010 guiei 26 visitas. Destas, 9 foram feitas pro bono e as restantes encontram-se por pagar que a Universidade de Lisboa não é de todo imune a problemas financeiros; são estes problemas financeiros que nos apresentam uma universidade conivente com este ataque à integridade física do JB. Não me move qualquer interesse financeiro mas uma enorme paixão por aquele espaço e pela riqueza há muito desprezada e incompreendida que alberga. E contra os meus próprios interesses falo. Financeiramente, a minha actividade profissional, enquanto lojista perto do jardim e guia, só tem a ganhar se forem para a frente as propostas em cima da mesa. Mas, acima dos meus interesses individuais estão os interesses colectivos e a integridade física e de missão do JB. Mais pessoas no jardim? Fantástico. Mas não assim, sacrificando a missão do JB. E esta missão sairá, no meu entender, comprometida se este Plano de Pormenor avançar. Muito mais do que a Universidade de Lisboa, que tutela o JB mas que, assustadoramente, apoia o que é proposto, tem sido a Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB), organização de que sou sócio, a fazer um trabalho heróico de defesa do JB. E é através da LAJB que nos surgem os alertas. No blog Amigos do Botânico foi publicada uma carta, datada de 27 de Junho de 2010 e enviada a várias entidades, com as preocupações principais da LAJB em relação ao que se prevê venha a ser aprovado para o JB. Note-se que desde Junho de 2008, há mais de 2 anos, que a LAJB expressa as suas preocupações, por escrito, para a CML e para o atelier Aires Mateus, ao contrário do que é afirmado hoje publicamente de que estas preocupações seriam novas. Aliás, existe uma reportagem de televisão com o Arquitecto Ribeiro Telles a expressar ao Vereador Sá Fernandes publicamente o seu desacordo ao que se pretende fazer, invocando, por exemplo, o problema da circulação do ar entre as colinas e a baixa, que será fortemente perturbada. Nada disto é novo. Mas, como a escolha da data indica, o importante para a CML, para a UL e para os projectistas parece ser marcar golo a qualquer custo e o mais rápido possível, mesmo se com uma mãozinha dentro da área. Ao contrário do que afirma o vereador Manuel Salgado na moção a votos hoje, penso não estarem respeitados todos os preceitos legais. Tanto quanto sei, por exemplo, não foi ainda a consulta pública a Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) sobre as profundas alterações que a CML quer para todo o eixo da Avenida da Liberdade, incluindo as alterações implicadas neste plano de pormenor. Como escrevi acima, estranho a pressa, estranho a data. Mas, afinal, quais são as preocupações da LAJB - e minhas? O que é que está em causa? A ir para a frente o plano apresentado, a LAJB teme que (coloquei entre aspas excertos da carta da LAJB): 1. Será feira a desafectação de uma grande área e demolição de infraestruturas vitais a um Jardim Botânico. "As estufas de exibição e estufas viveiristas, os herbários e laboratórios e todas as oficinas de carpintaria, mecânica e armazéns de máquinas e alfaias (tractores, etc) serão demolidos para darem lugar a novos imóveis que não servem a missão de um Jardim Botânico. (...)" Note-se estes novos edifícios serão galerias comerciais e afins. 2. Que a construção do novo edifício de entrada no Jardim Botânico terá consequências negativas. "A sua construção, no alinhamento do final da Rua Castilho, ocupa e impermeabiliza a totalidade da actual área dos viveiros do jardim. O plano propõe que as "estufas" passem para cima deste edifício. Esta solução não é viável porque as diferentes estufas de um Jardim Botânico têm características arquitectónicas e exigências de localização muito diversas. As estufas de investigação e viveiristas devem estar longe das entradas e circuitos de visitantes enquanto que as primeiras, de investigação, devem, também, estar junto dos laboratórios. Já as estufas de exposição ao público, onde se incluem plantas de grande porte, precisam de pé direito alto e localização central." 3. Seja construído um estacionamento subterrâneo no subsolo do jardim, em toda a área da entrada sul. Note-se que como não conseguiram fazer este estacionamento subterrâneo no Jardim do Príncipe Real atacam agora no Jardim Botânico. "Esta intervenção pesada, com abertura de caves, implicaria o abate de várias árvores da colecção viva. Uma impermeabilização destas compromete, também, a viabilidade de espécimes devido à limitação de desenvolvimento de raízes. A proposta demolição do edifício da antiga Cantina (1940) é desnecessária (porque recuperável) e nefasta à colecção contígua de Plantas Xerófitas, onde se incluem dragoeiros de interesse histórico e a iuca gigante." 4. Se avance com edifícação encostada à cerca pombalina do Jardim Botânico. "Esta intenção resultaria em mais uma impermeabilização maciça e contínua em quase toda a envolvente de logradouros confinantes com o Jardim Botânico - isto inviabilizaria as intenções de manter um anel de protecção ecológica do jardim. Esta zona tampão não pode ser destruída para garantir o regime hidríco, a saúde do sistema radicular e a circulação de ar. Esta alteração radical da zona de protecção degradaria irreversivelmente o ambiente e os exemplares deste Monumento Nacional." "Apesar de se afirmar que os propostos edifícios encostados à cerca pombalina corresponderiam a «um aumento da área do Jardim Botânico» temos de alertar que um edifício com uma cobertura em laje de betão revestida de plantas nunca cumprirá a função na ecologia urbana de um logradouro ou jardim." 5. Que o novo percurso pedonal que ligaria a Rua da Escola Politécnica à Rua do Salitre e ao Parque Mayer destrua parte da Cerca Pombalina e roube área ao jardim. "Esta proposta implicaria a destruição de largos sectores da Cerca Pombalina e retiraria áreas de colecção viva. A suposta localização deste percurso no exterior do Jardim implicaria complexas expropriações de áreas privadas. A sua eventual construção iria aniquilar a ligação do Jardim ao seu anel de protecção ecológico. O trecho inical proposto (Alameda das Palmeiras até ao topo Norte) subtrairia, ainda, um corredor de jardim, com espécies internacionalmente protegidas, apenas para dar acesso a uma galeria comercial." 6. Que se avance com o aumento das cérceas defendido para vários edifícios na Rua do Salitre. "Este problema já se constata nas intervenções mais recentes e a decorrer. A ser continuamente implementado este aumento das cérceas, o Jardim passaria a estar limitado por uma frente de edifícios que, devido à nivelação de todos os prédios pela cota mais alta, terá um efeito de muro em quase todo o seu perímetro. A circulação de ar ficaria impossibilitada e a temperatura no interior do jardim aumentaria significativamente. Esta alteração micro-climática levaria à perda de espécies, que não suportarão as novas temperaturas, diminuindo a diversidade do Jardim e o seu efeito amenizador no clima da Lisboa histórica. Outro efeito negativo seria a destruição do sistema de vistas entre as colinas de Lisboa e o Jardim." No seu conjunto, estas medidas resultarão num jardim mais pequeno, que perde as estufas originais do século XIX, que não as vê satisfatoriamente substituídas, que tem de abdicar de áreas de colecção viva para várias novas edificações e que vê o seu clima profundamente alterado, com flutuações mais extremas de temperatura e humidade, perdendo parte do seu espólio vivo, plantas, muitas de grande porte, que não se conseguirão adaptar às novas circunstâncias. Só um grande movimento cívico pode atenuar o que se propõe fazer. Informem-se, divulguem esta questão. Façam-se sócios da LAJB (por uma anuidade de 10€ têm acesso gratuito ao Jardim Botânico todo o ano), ajudem a criar uma plataforma cívica sobre esta questão. A LAJB, um conjunto de pessoas com vidas profissionais cheias que doam o seu escasso tempo, está a defender o que é de todos nós, precisa do nosso apoio Ajudem a travar a violação à integridade do Jardim Botânico da Politécnica. O JB precisa de ser melhorado, apoiado, mas não pode ser esquartejado nem usado como moeda de troca da Universidade de Lisboa para conseguir o apoio da CML à recuperação do Museu Nacional de História Natural. Este jardim é Património Nacional. É altura de tratá-lo como tal. PS- se quiser gravar os ficheiros do Plano de Pormenor basta passar na Rua do Monte Olivete, 40, Lisboa, entre as 12h e as 20h durante a semana, 10h-18h ao Sábado e trazer um DVD virgem (791 MB não cabem num CD). Publicada por Rui Pedro Lérias in http://cidadanialx.blogspot.com/2010/06/o-futuro-do-jardim-botanico-da.html Plano do Parque Mayer preocupa amigos do Jardim Botânico In Público (29/6/2010) Por Patrícia de Oliveira «Abate de árvores, demolição de estufas e destruição de troços da cerca pombalina são alguns dos problemas apontados pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico ao plano de pormenor do Parque Mayer. Apesar de reconhecer a urgente necessidade de intervir neste espaço, o movimento cívico considera o plano "muito nefasto" e critica a prevista "demolição de infra-estruturas vitais a um jardim botânico". "A estufa de exibição daria lugar a uma galeria comercial", exemplifica, condenando o desaparecimento de herbários, laboratórios e oficinas de carpintaria. A construção de um novo edifício de entrada no jardim, no alinhamento do final da Rua Castilho, ocupando e impermeabilizando "a totalidade da actual área dos viveiros", é também repudiada por esta associação. Tal como a proposta do plano de passar as estufas para cima deste edifício. Quanto à ideia de criar um percurso para peões ligando a Rua da Escola Politécnica à Rua do Salitre e ao Parque Mayer, "implicaria a destruição de largos sectores da cerca pombalina e retiraria áreas de colecção viva". O trecho inicial deste percurso "subtrairia um corredor de jardim, com espécies internacionalmente protegidas, apenas para dar acesso a uma galeria comercial". Alvo dos reparos da Liga dos Amigos do Jardim é ainda o estacionamento subterrâneo previsto para o subsolo do jardim, em toda a área da entrada sul: "Esta intervenção pesada, com abertura de caves, implicaria o abate de várias árvores da colecção viva. Compromete, também, a viabilidade de espécimes devido à limitação de desenvolvimento de raízes". Por fim, a associação alerta para o perigo de aumentar a altura dos prédios que cercam o jardim, o que criaria "um efeito de muro em quase todo o seu perímetro". Resultado: "A circulação de ar ficaria impossibilitada e a temperatura do interior do jardim aumentaria significativamente." Muitas espécies não resistiriam a um recinto não só mais quente como mais seco. "A verificarem-se estas alterações, o actual contributo do Jardim Botânico na amenização do clima de Lisboa, assim como a sua contribuição para o sequestro de carbono e partículas poluentes ficariam gravemente comprometidos", avisa a liga. Segundo informações do gabinete do vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, as objecções dos Amigos do Jardim Botânico foram reencaminhadas para os arquitectos que têm o projecto em mãos, do atelier Aires Mateus. Ontem este arquitecto não conheciam ainda o teor destas críticas.» Convenhamos que a imagem final do projecto (foto abaixo) diz bem do nível de construção que será uma realidade se este PP for avante tal como está - parece mais um "Plano de Urbanização dos Logradouros da Alegria e do Salitre"-, aliás sem ter tido em conta os contributos/críticas remetidos à CML aquando do período legal de discussão públicas (i.e., participação pública para inglês ver), e que da nossa parte foram estas; pelo que o futuro ali passa por construir betão "amigo do ambiente", ou seja, edifícios com coberturas em relva. in http://cidadanialx.blogspot.com/2010/06/plano-do-parque-mayer-preocupa-amigos.html
  4. We wrote before about Piero Lissoni’s designs for Dellis Cay. Ground has now been broken on this project on a private island in the Turks and Caicos. New designs have been unveiled by Shigeru Ban, David Chipperfield, Carl Ettensperger, Zaha Hadid, Kengo Kuma, and Chad Oppenheim. Starchitects at Dellis Cay in http://www.dailyicon.net/2008/08/starchitects-at-dellis-cay/
  5. METLA Forest Research Centre / SARC Architects23Mar 2009By Ethel Baraona Pohl — Filed under: Institutional Architecture , Selected , Finland, SARC Architects, Wood Architects: SARC Architects Location: Joensuu, Finland Building Owner: Senaatti-kiinteistöt User: The Finnish Forest Research Institute, Joensuu Forest Research Institute Building consultant: ISS Proko Oy (Engel Rakennuttamispalvelut Oy) Constructed Area: 7,650 sqm Project Year: 2004 Photographs: SARC Architects The construction of The Finnish Forest Research Institutes (METLA) new building to accommodate the Joensuu Forest Research Institutes expanding workforce started in April 2003 and was finished in October 2004. The building is situated at the Joensuu University campus-area, in the close vicinity of Joensuu city centre. The staff of Joensuu Forest Research Institute was growing until the end of 2005 up to 150-170 employees, of which 100 were permanent staff members, from 110 employees, including 60 researches, working at the Research Institute. This growth necessitated the building of new workspaces, because of the insufficiency of the existing facilities. The Research Institute’s task is to undertake applied forestry research which supports the regional enterprise activities and forest related regional economic, social and ecological development. One of the Research Institutes seven focus areas is the research of wooden materials. The Metla Building stands out on the campus of the University of Joensuu due to its material and its concise form. From the exterior, the building appears to be a wood box. The forecourt, which is the gate to the building and which is demarcated by the walls made from logs from demolished houses. The offices and laboratory facilities of the research institute curl around the inner courtyard and the vestibule. The yard is dominated by the conference facilities, which resemble a boat that has been turned upside down, and the sloped columns of the vestibule, which have been inspired by the log booms from floating logs down rivers. The primary goal of the construction project was to use Finnish wood in innovative ways. Hence, wood is the main material used throughout the building, from the post-beam-slab -system in the structural frame to the exterior cladding. The building fits in the cityscape in respect to its size, which is closely related to the adjoining buildings. However, the clear form and the uniform materiality achieved through the extensive use of wood make it a distinct entity. A flexible column-beam-slab system was created for the building in a 7.2 m module. For the structure and building technology, 1.2 m modules have been prepared for flexible conversion. This solution makes it possible to move partition walls and even change the façade. The columns, beams and box slabs of the frame are made from fir glulam. The height of the box slab intermediate floors is that of a concrete intermediate floor. The façade elements have been clad with vertical fir planks on the outside and plywood on the inside. The vertical ribs of the outer frame are made of fir glulam. The building has been realized as a single fire section. It has been equipped with sprinklers and fire alarms. The laboratory facilities and the majority of the wet spaces have been located on the bottom floor to control dampness and for flexible conversion. The narrow frame depth illuminates the facilities, ensuring that they are enjoyable and comfortable. This research institute is the first modern wooden office building in Finland. A wooden column-beam-slab structure has never been attempted before on this scale. The exterior is clad with fir planks and glulam fir-ribs. in http://www.archdaily.com/15951/metla-forest-research-centre-sarc-architects/ IMAGENS in http://www.dailyicon.net/2009/03/metla-timber-building-by-sarc-architects/
  6. Atlantic Plaza a dois passos do mar Ter um apartamento na primeira linha do mar e estar a dois passos de Lisboa são mais-valias difíceis de reunir num só empreendimento. Mas é precisamente isso que o Atlantic Plaza oferece a quem adquirir um dos seus apartamentos. Sexta, 11 de Junho de 2010 às 10:21 O empreendimento promovido pela Mazione Construções SA e concebido arquitectonicamente pela dupla Manuel Graça Dias e Egas Vieira, do atelier Contemporânea está situado numa das principais artérias da Costa da Caparica - a rua dos Pescadores - e distribui-se por quatro edifícios com 64 habitações. Três dos edifícios prolongam-se até ao oitavo andar oferecendo uma vista totalmente desimpedida para o horizonte marítimo, uma envolvência que pode ser desfrutada de toda a casa e nas amplas varandas. A sua fachada entrelaçada e bem distintiva é outra das imagens de marca do Atlantic Plaza. "Para não ser mais um empreendimento igual a tantos outros, optámos por esta quadrícula, este entrelaçado branco que cria uma textura muito forte aos edifícios destacando-os dos restantes. Por outro lado, confere ao interior uma certa complexidade e uma maneira diferente de receber o Sol", explica o arquitecto Manuel Graça Dias. Para além disso, esta quadrícula assegura privacidade às espaçosas varandas de2,5 m de largura, dando total liberdade de utilização aos seus moradores. Este espaço exterior é aliás, um dos grandes trunfos dos apartamentos. "As varandas foram muito enfatizadas. Correm toda a frente dos apartamentos e são uma espécie de segundas salas", justifica Graça Dias. Praça com ilusão de óptica Para complementar a estética do Atlantic Plaza, instalou-se uma praça interior de 800 m2 que se revela ideal para o ambiente de descontracção pretendido para o local. A Mazione está a comercializar também várias lojas no piso térreo do empreendimento com acesso directo a esta praça que durante o dia tem acesso público, mas que à noite, a partir de determinada hora, se resguarda somente para os proprietários. Atapetada em pedra, com formato de calçada portuguesa, esta praça tem ainda a particularidade de criar um efeito de ilusão óptica a quem a visualiza do alto, uma mestria assinada pelo artista plástico Pedro Calapez. "A rua dos Pescadores é uma rua pedonal, de comércio e esplanadas, que vai directa à praia. Achámos interessante rematar este caminho com esta praça reservada. O Atlantic Plaza está virado a poente, o que garante a sombra na praça, na parte mais dura do dia, a partir da tarde. Esta praça acaba por ser assim o 'remate' ideal para a rua dos Pescadores, que caso contrário terminaria sem glória, a bater directo na avenida", reforça o arquitecto. A escolha de Graça Dias e Egas Vieira e o consenso do promotor em relação a Pedro Calapez garante também a distinção do empreendimento. Como pormenoriza Manuel Graça Dias, o desenho semi-abstracto impresso na calçada portuguesa revela-se um desafio de óptica para quem o vê dos apartamentos, a um nível mais elevado: "O desenho - uma árvore - tem uma leitura diferente consoante o ponto de onde está a ser observado, algo que não se apercebe quem está em baixo, pois a escala do desenho é muito grande. É muito bonito e tem um efeito muito interessante". Dentro dos edifícios, foi cuidada a escolha dos materiais de forma a garantir o conforto térmico e acústico das habitações. As cozinhas são equipadas e todas as casas têm instalado um sistema de vigilância e de domótica, programado para proporcionar uma vivência de lazer em pleno. O parqueamento do carro está também garantido aos moradores. A garagem do empreendimento assegura entre um a quatro lugares consoante a dimensão de cada casa. Com preços a partir dos 165 mil euros e tipologias que vão desde o T0 ao T6, os apartamentos do Atlantic Plaza possuem áreas entre os 80 m2 até quase aos 400 m2 para as casas maiores. Os duplexes localizados no oitavo piso tornam a experiência de habitar no Atlantic ainda mais apelativa distinguindo-se pela dinâmica de espaço na zona social onde o pé-direito vai até aos cinco metros de altura. Cá em baixo, as obras do Polis estão a pôr ordem em toda a envolvente, criando as condições ideais para que adultos e crianças desfrutem a máximo da frente marítima. Em plena simbiose com o mar, neste complexo residencial ir à praia significa tão somente atravessar a rua. A 20 minutos do centro de Lisboa, a 10 minutos do Almada Fórum e bem próximo de reconhecidos campos de golfe como o da Aroeira, o Atlantic Plaza foi concebido para proporcionar conforto e funcionalidade em ambiente de grande relax. TEXTO MARISA ANTUNES in http://aeiou.bpiexpressoimobiliario.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ei.stories/44508
  7. Eastbanc avança com apartamentos de luxo no centro de Lisboa Ana Baptista 12/06/10 00:05 Empresa norte-americana comprou 20 edifícios para reabilitar na zona do Príncipe Real. O objectivo é construir habitação de luxo, comércio e um hotel. O Alegria 76 é o primeiro. A norte-americana Eastbanc vai avançar com o seu projecto de 200 milhões de euros para a revitalização do Príncipe Real, em Lisboa. Seis anos depois de ter começado a comprar edifícios naquela zona, a promotora imobiliária liderada por Anthony Lanier, já conseguiu a licença de construção para um dos empreendimentos previstos, o Alegria 76. Situado na rua da Alegria, junto a uma das entradas do Jardim Botânico, este projecto consiste na transformação profunda de três edifícios antigos - uma fábrica, a casa dos proprietários da fábrica e a casa dos trabalhadores - num único prédio de habitação de luxo. Desenhado pelo arquitecto Frederico Valssassina, este projecto terá 25 apartamentos de tipologia T1 e T2, garagem, piscina, jardim privado e vista para o Jardim Botânico. Características que levam a que os preços sejam fixados acima dos quatro mil euros por metro quadrado. "Teremos um pé direito alto e, por isso, as áreas serão boas . Além disso, estamos à procura de acabamentos e de sistemas de insonorização de qualidade superior. Quero que as pessoas entrem no prédio, fechem a porta e não oiçam nada do que se passa na rua. Só quando abrirem a janela é que vão ouvir o que se passa na cidade", revelou o presidente da Eastbanc, Anthony Lanier, em entrevista ao Diário Económico. in http://economico.sapo.pt/noticias/eastbanc-avanca-com-apartamentos-de-luxo-no-centro-de-lisboa_91978.html
  8. Requalificação do Palacete dos Guerra ganhou ‘Prémio Korrodi’ As obra de requalificação do Palacete dos Guerra, promovidas pela Creinveste - Investimentos Imobiliários, e que transformaram a antiga sede da União de Leiria num moderno edifício de habitação e comércio, ganharam a quarta edição da Bienal 'Prémio Korrodi', instituído pela Junta de Freguesia de Leiria, presidida por Laura Esperança. Visivelmente satisfeita, a autarca recordou que o prémio surgiu com o objectivo de "fazer com que, cada vez haja mais obras reabilitadas, e não só o Centro Histórico, que é o mais crítico, mas em toda a freguesia". Laura Esperança sublinhou também a importância que deve ser dada aos promotores, aos técnicos, arquitectos e engenheiros que "muitas vezes não são relevados". Das cinco obras a concurso, o Palacete dos Guerra, a antiga padaria Arte Nova, o edifício Rua Rodrigues Cordeiro/Rua Sacadura Cabral, o edifício Garage e o edifício da Rua Barreto Perdigão, a primeira acabou por ganhar o prémio, mas a escolha, sublinhou a presidente da Junta de Freguesia de Leiria, não foi fácil, porque "todas as obras tinham bastante qualidade", justificou. No entanto, os elementos do júri, composto por Laura Esperança, Vitória Mendes, representante da câmara de Leiria, Carlos Vitorino, em representação da ordem dos Arquitectos, Teresa Mariano, representante da ordem dos Engenheiros, e João Mendes Ribeiro, arquitecto convidado, acabaram por entregar o 'Prémio Korrodi' à PAU - Arquitectos Associados, atribuindo ainda uma Menção Honrosa a Rui Rei Alves e Teresa Belo Rodeia, autores do projecto da remodelação da antiga padaria Arte Nova, uma obra promovida pelas Viagens El Corte Inglês. De acordo com o júri, a atribuição do prémio, por unanimidade, ficou a dever-se à "forma como relaciona a preexistência com a obra contemporânea, manifestando uma contenção que privilegia o existente, sem no entanto deixar de assumir uma posição de renovação, resultando um conjunto harmonioso, fortemente relacionado com o espaço público e com o lugar". Ainda de acordo com o júri, "trata-se der uma obra madura, baseada numa solução sóbria e que contribui, de uma forma clara, para a revitalização do centro histórico, apresentando, pela sua dimensão e complexidade, um carácter pedagógico". Para além dos prémios, os concorrentes 'ganharam' ainda, e numa parceria entre a Junta de Freguesia de Leiria, e os CTT, um pacote de selos que representam cada uma das obras efectuadas. Refira-se que o ‘Prémio Korrodi’ foi entregue ontem, no Castelo, no dia da freguesia de Leiria. in http://www.diarioleiria.pt/21277.htm “Palacete dos Guerra” recebe Prémio Korrodi 2010 Publicado em 14 Junho 2010 às 4:50 pm. Tags: arquitectura, junta de freguesia de leiria, palacete dos guerra, prémio korrodi O “Palacete dos Guerra”, edifício que em tempos recebeu a sede da União de Leiria e que foi recentemente recuperado, venceu o Prémio Korrodi – IV Bienal. Premiados Prémio Korrodi - IV Bienal O júri, composto por Laura Esperança (presidente da Junta de Freguesia de Leiria), Vitória Mendes (representante da Câmara Municipal de Leiria), Carlos Vitorino (representação da ordem dos Arquitectos), Teresa Mariano (representante da Ordem dos Engenheiros) e João Mendes Ribeiro, arquitecto convidado, decidiu por unanimidade atribuir o prémio ao antigo “Palacete do Guerra”, situado na Rua João de Deus, em Leiria. O projecto, da autoria da PAU – Arquitectos Associados, Lda, e promovido pela Creinveste – Investimentos Imobiliários, S.A., foi escolhido pelo júri “pela forma como relaciona a preexistência com a obra contemporânea, manifestando uma contenção que privilegia o existente, sem no entanto deixar de assumir uma posição de renovação, resultando num conjunto harmonioso, fortemente relacionado com o espaço público e com o lugar”, descreve o júri. Palacete dos Guerra O edifício recuperado é descrito como “uma obra madura, baseada numa solução sóbria e que contribui de uma forma clara para a revitalização do centro histórico, apresentando, pela sua dimensão e complexidade, um carácter pedagógico”. Ao vencedor é atribuído um prémio de 2.500 euros. Nesta edição, a novidade foi a emissão, limitada, de selos com imagem das obras a concurso, que foram oferecidos a todos os concorrentes. Foi ainda atribuída uma menção honrosa à “Antiga Padaria Arte Nova”, actual Viagens El Corte Inglês, situada na Rua da Graça, pela “resposta de qualidade relativamente ao desafio do programa”. A autoria do projecto é de Rui Rei Alves e Teresa Belo Rodeia. A concurso nesta organização da Junta de Freguesia de Leiria estavam também um edifício na Rua Rodrigues Cordeiro, o Edifício Garage, situado na Avenida Heróis de Angola e um edifício da Rua Barreto Perdigão. in http://www.regiaodeleiria.pt/2010/06/palacete-dos-guerra%E2%80%9D-recebe-premio-korrodi-2010/
  9. Turismo Sustentável Hotel de palha abre em Idanha O primeiro hotel de Portugal construído em palha vai ser instalado no concelho de Idanha-a-Nova. Aquela estrutura resulta de investimento privado, vai funcionar em Salvaterra do Extremo e terá cerca de 30 quartos. Por: João Carrega 17 de Junho de 2010 às 17:32h A freguesia de Salvaterra do Extremo, em Idanha-a-Nova, vai acolher o primeiro hotel, construído em palha. O Hotel Rural Sítio do Calvário, de quatro estrelas, resulta de investidores privados (Paulo Lopes, Carlos Rascão, Anabela Elias e Isabel Lopes), com ligações à região, e surge numa lógica de sustentabilidade ambiental em que a poupança de energia surge como aspecto importante. Paulo Lopes, em representação da empresa Salvatur, e Armindo Jacinto, vice-presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, confirmaram isso mesmo ao Reconquista. “O projecto já foi aprovado no Turismo de Portugal e já deu entrada na autarquia”, disse o autarca. O investimento será de cerca de dois milhões de euros. O Hotel, desenhado pelo arquitecto Teixeira Pinto, vai entrar dentro dos Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos (Provere) e tudo indica que o processo possa avançar no decorrer deste ano. “O objectivo é que a construção se inicie em Janeiro de 2010, para que em Novembro esteja a funcionar”, explica Paulo Lopes. O empresário adianta que o hotel tem duas áreas distintas. Uma para os hóspedes, onde surgem diferentes comodidades, como piscinas interiores e exteriores aquecidas, jacuzzi e espaços de lazer. E outra aberta à comunidade, onde vai ser criado um centro de actividades, com bar, esplanada e um salão com capacidade para 270 pessoas. Promoveremos também a práticas de diversas modalidades”. O Hotel ocupará uma área de 90 mil metros quadrados, será dividido em vários edifícios, e terá cerca de 30 quartos. É nesses 90 mil metros quadrados que serão instalados outros serviços, já que a construção física das estruturas não ocupará todo o terreno. “Faremos um circuito de manutenção e teremos uma área reservada ao campismo, a qual pode acolher escuteiros, escolas ou outras entidades”, justifica Paulo Lopes. Na sua construção, em vez dos tradicionais tijolos, vão utilizar-se entre outros materiais, blocos de palha, pedra cortiça, madeira, argila e outros produtos. Paulo Lopes explica que “neste momento, devido ao clima, está fazer-se um estudo sobre os materiais a utilizar”. Armindo jacinto lembra que “o objectivo é que a construção seja feita de modo a que a sustentabilidade ambiental seja acompanhada da vertente económica. Ou seja, a ideia é que os custos de construção sejam baixos e que as obras não demorem muito tempo”, explica Armindo Jacinto. Idanha com prémio O autarca revela que no concelho de Idanha-a-Nova estão “a concentrar-se um conjunto de saberes relacionados com a sustentabilidade ambiental, para que possamos fazer desta área uma actividade económica. A ideia não é só aplicar os nossos conhecimentos em Idanha-a-Nova, mas também exportá-los para fora. Isso já se verifica com a organização do Boom Festival, ou com a instalação de um centro das Nações Unidas em Idanha-a-Nova com vista à criação de soluções amigas do ambiente nas áreas da construção ou tratamento de energia, por exemplo”. A construção daquele hotel no Concelho vem ao encontro das preocupações ambientais defendidas pela autarquia de Idanha-a-Nova e que recentemente foi distinguido como o Concelho mais Ecológico do País. “Entre vários critérios, destaca-se o consumo de energia. Esta distinção vai ao encontro da nossa estratégia”, assegura. in http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=236&id=21858&idSeccao=2580&Action=noticia
  10. Câmara abre concurso para o Parque da Cidade A Câmara de Vila Nova de Famalicão aprovou quarta-feira a abertura de concurso público para cinco projectos inseridos na concretização do Parque da Cidade, que vai nascer na Devesa, zona nascente. As propostas, que foram aprovadas por unanimidade, incluem a construção do anfiteatro ao ar livre, a Casa do Território, com espaço para serviços educativos e restaurante-bar e um edifício de apoio ao parque. Está prevista ainda a infra-estruturação do parque e do prolongamento da rede viária de acesso ao parque. As cinco obras envolvem um investimento total de mais de dez milhões de euros, sendo que a autarquia assegurou já uma comparticipação financeira da União Europeia de 6 milhões de euros. O presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, disse que “neste momento, estão reunidas todas as condições para avançarmos com a obra”. “Depois das negociações com os proprietários do terreno, dos projectos concluídos e do financiamento assegurado, estamos finalmente em condições de cumprir a promessa de colocar o Parque da Cidade à disposição dos famalicenses ainda neste mandato”, salientou. Com mais de 300 mil metros quadrados de área verde e um conjunto de equipamentos culturais e de lazer, o Parque da Cidade, projectado pelo arquitecto Noé Diniz, será, de acordo com o e dil famalicense, “um novo pulmão de Famalicão”. Depois de decorrido o período de discussão pública dos projectos de execução do Parque da Cidade e do prolongamento da Avenida José Manuel Marques, uma via estruturante de apoio ao Parque, que ficou marcado pela participação activa dos famalicenses, com o registo de sugestões, a obra avança agora com a abertura dos respectivos concursos públicos. Anfiteatro com capacidade para 3.000 sentados Com capacidade para três mil lugares sentados, o anfiteatro será - nas palavras do autor do projecto, Noé Diniz, “a peça mais determinante do Parque da Cidade”, podendo acolher diversos espectáculos e actividades. Além das bancadas, o anfiteatro inclui camarins, piso técnico, arrumos. Será construído um apoio ao parque composto pela casa da arqueologia, sala de pessoal, vestiários O projecto de infra-estruturação incide sobre a requalificação de toda a área, transformando um espaço que servia a agricultura, num espaço de lazer. Além da interligação entre estruturas a criar, serão construídos caminhos pedonais, e será valorizado o rio que atravessa o parque. O projecto do prolongamento da Avenida José Marques fará a ligação da Avenida General Humberto Delgado à igreja de Antas, uma via que servirá directamente o parque. in http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=30901
  11. The Yeatman Hotel está quase pronto, mas não agrada a todos Por Jorge Marmelo Unidade hoteleira foi considerada "Projecto de Interesse Nacional". Empresa diz que áreas verdes diminuirão impacte da construção É o primeiro hotel de cinco estrelas de Gaia. O The Yeatman, do grupo Fladgate Partnership, tem inauguração aprazada para Julho, representa um investimento de 32,5 milhões de euros e foi considerado um projecto de interesse nacional e municipal. Criará uma centena de postos de trabalho e promete um conceito inovador, intimamente relacionado com o vinho (o grupo Fladgate Partnership detém as marcas Taylor"s, Croft e Fonseca). Mas, à medida que a construção foi crescendo entre os telhados das caves do vinho do Porto, na margem esquerda do Douro, foi também aumentando a polémica em seu redor. "É uma coisa horrenda, que não fica bem em lado nenhum", disse ao PÚBLICO o arquitecto Alexandre Burmester. Nuno Portas, ex-vereador da Câmara de Gaia e responsável pelo primeiro Plano Director Municipal de Gaia, também considera que se trata de "um projecto muito discutível". "Vejo-o todos os dias da minha janela e ainda não me aproximei dele o suficiente para ter uma opinião definitiva, mas é algo que me perturba. Parece que não tem a escala certa", declarou ao PÚBLICO. "Não é tão agressivo como costumam ser os hotéis, dadas as dimensões que tem, mas está a acabar de uma forma muito esquisita", considera o arquitecto da chamada "Escola do Porto", para quem este tipo de intervenção é sempre muito complicado numa zona histórica. "Toda a gente diz que é preciso reabilitar, mas, quando aparece alguma coisa, toda a gente lhe cai em cima", conclui Portas. A unidade hoteleira - "que pretende definir uma cidade", conforme é apresentada num comunicado da empresa - tem também suscitado várias críticas públicas e, ao que o PÚBLICO apurou, está longe de ser consensual mesmo entre os responsáveis da Câmara de Gaia, que o aprovou, considerando-o um projecto estratégico para o desenvolvimento económico da zona das caves do vinho do porto. No blogue A Baixa do Porto, Alexandre Burmester reconhece que o The Yeatman "consegue marcar a silhueta urbana de Gaia", mas acrescenta, extremamente crítico: "Não sei quem o desenhou nem quem o concebeu e realizou, [mas] sei, como todos sabemos, quem o aprovou. Todos deviam ter vergonha pelo péssimo serviço que estão a prestar às cidades de Gaia e do Porto", escreveu o arquitecto, descrevendo o hotel como um "mamarracho de características de submundo turístico". No mesmo blogue, o também arquitecto Pedro Figueiredo acrescentou a sua voz ao coro de críticas. O novo hotel, considera, é "um exemplo de vários problemas urbanísticos e mentais que sub-repticiamente tendem a considerar-se pela opinião pública mal ou não informada de todo como situações "normais" e aceites". "É uma arquitectura de pastiche, aparentemente sem uma linguagem assumida, nem contemporânea, nem antiga de todo", considera, acrescentando: "Se eu pudesse, enquanto técnico ao serviço do município, deveria ter reprovado este projecto, porque, apesar de ele cumprir todos os regulamentos camarários e legais em vigor, ele não cumpre o que deveria cumprir: ser um bom projecto de arquitectura". Contactado pelo PÚBLICO, Adrian Bridge, presidente do The Yeatman, comentou, via e-mail, que "vivemos em democracia", pelo que "todas as pessoas são livres de exprimir a sua opinião". "O The Yeatman Hotel encontra-se neste momento em fase final de construção e, devido a este facto, ainda não possui os jardins e espaços verdes terminados. Esta situação influencia directamente a área de construção, fazendo-a parecer maior do que é na realidade", explicou. Confrontado com as críticas ao estilo arquitectónico adoptado, Adrian Bridge salienta que o projecto respeita o enquadramento e dá grande ênfase à protecção do meio ambiente, incluindo elementos "vanguardistas". "Respeitamos os comentários e teremos todo o prazer em mostrar o projecto assim que estiver terminado, e após a abertura do hotel, no final de Julho", concluiu. Projectado por Vítor Miranda, um colaborador do grupo Fladgate, o The Yeatman foi construído ao abrigo do regime de excepção criado pelo facto de o Governo o ter considerado Projecto de Interesse Nacional (PIN). Para tal, o Governo decretou, em Setembro de 2007, a suspensão temporária do Plano Director Municipal de Gaia. Ainda assim, o projecto chegou a suscitar dúvidas por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. O interesse económico e estratégico do projecto acabou, contudo, por se impor e a cerimónia de lançamento da primeira pedra contou com a presença e a bênção do então ministro da Economia, Manuel Pinho. in http://jornal.publico.pt/noticia/28-06-2010/the-yeatman-hotel-esta-quase-pronto-mas-nao-agrada-a-todos-19713678.htm
  12. Convento de S. Francisco adjudicado em menos de 23 milhões de euros Por exigência do financiamento comunitário, a empreitada tem de estar concluída no prazo de 700 dias, ou seja, antes do final de 2012 A adjudicação da empreitada do Centro de Convenções e Espaço Cultural do Convento de S. Francisco à empresa Manuel Rodrigues Gouveia, por pouco menos de 23 milhões de euros, foi, ontem, aprovada, unanimemente, pelos vereadores da Câmara Municipal de Coimbra. Recorde-se que a base do concurso público internacional para a construção estava fixada em 33 milhões de euros. Agora, só falta a intervenção do Tribunal de Contas e o andar do prazo de consignação para que a obra avance para o terreno. «Vamos ver se começa, o mais tardar, em Outubro. Depois de entrar em obra, aí começam a contar os 700 dias do prazo de execução. Esta é uma exigência do Quadro de Referência Estratégico Nacional», revelou Carlos Encarnação no encontro com os jornalistas, realizado, ontem, após a reunião quinzenal do executivo. A obra terá de estar concluída em 2012, pois, caso contrário, o financiamento comunitário será perdido. O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, que reafirmou tratar-se de uma «obra absolutamente essencial e significativa», recordou que, «para os 33 milhões de euros, tínhamos 17 milhões [a comparticipação financeira do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional é de 17.235.046,68 euros, correspondente a 70 por cento da despesa total elegível (24.621.495,26 euros), sendo o custo total da obra de 31.407.154,76 euros], mas agora vamos ver». Da autoria do arquitecto Carrilho da Graça, o projecto prevê a construção de um grande auditório com 1.147 lugares, a recuperação do Mosteiro e a construção de uma praça pedonal, entre outras funcionalidades, a implementar numa área de 27.499 metros quadrados. A construção de um parque de estacionamento sob a praça, com quatro pisos e capacidade para 557 lugares, e de um restaurante está, também, prevista. Ontem, Encarnação destacou a «dupla valência» do Convento de S. Francisco, concretamente de «convenções e espectáculos». Quanto ao futuro modelo de gestão, o autarca reafirmou a vontade de ter a empresa municipal Turismo de Coimbra a gerir o espaço, antes de confirmar querer que a Turismo de Coimbra incorpore, no futuro, capitais privados, como sempre defendeu. Carlos Encarnação confidenciou, ainda, o desejo de ver a empresa presidida por Luís Alcoforado ocupar-se «também [da gestão] do golfe». Por fim, o presidente da Câmara de Coimbra sublinhou que tanto o Centro de Convenções e Espaço Cultural do Convento de S. Francisco, como o campo de golfe podem vir a tornar-se património da Turismo de Coimbra, «desde que a empresa tenha a maioria de capital público». in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=7926&Itemid=135
  13. Teatro Maria Vitória vai ser demolido António Costa já confirmou que o teatro de revista vai abaixo. No lugar dele vai nascer uma nova sala de espectáculos O teatro Maria Vitória faz 88 anos. O Maria Vitória tem 88 anos, mas não fará 89. É a crónica de uma morte anunciada. A Câmara de Lisboa quer demolir o teatro e construir uma sala de espectáculos maior naquele local, segundo a proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer aprovada na quarta-feira, em reunião de câmara. Santana Lopes, vereador e antigo edil da cidade perguntou ao presidente da Câmara se o Maria Vitória vinha abaixo. António Costa não respondeu logo, mas, acabou por confirmá-lo à Lusa: «Vai tudo abaixo e constrói-se um novo». O teatro foi inaugurado em 1922, no Parque Mayer, no coração de Lisboa, foi perdendo importância e valor, perdeu a beleza de jovem, tornou-se velho, rugas feitas de madeiras podres. Deixou de atrair os jovens que gostavam de teatro de revista. Num Portugal fechado ao mundo, o céu foi o limite para muitas estrelas. Ivone Silva, Camilo de Oliveira, que é como quem diz: «Ai Agostinho, Ai Agostinha». Contactado pela Lusa, o arquitecto responsável, Manuel Aires Mateus, explicou: «Aqueles edifícios já não têm hipótese de recuperação. Este será maior, até porque aquelas eram salas muito pequenas e não daria para rentabilizar». A votação de quarta-feira foi a primeira que a Câmara fará do documento, já que o plano vai agora para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e regressará à autarquia para discussão pública e votação final. Na área do Parque Mayer a Câmara quer colocar o Capitólio, actualmente alvo de uma intervenção de recuperação, como «protagonista» de uma grande praça. O Capitólio terá 700 lugares no interior e 200 no recinto exterior. A entrada do Parque Mayer também será recuperada para voltar a ter «monumentalidade», o Teatro Variedades será reconvertido num palco da «actividade teatral convencional» para 200 espectadores e surgirá um novo auditório com uma plateia até 600 lugares e «com capacidade para teatro, conferências ou cinema». in http://diario.iol.pt/sociedade/teatro-maria-vitoria-demolido-camara-lisboa-tvi24--/1174498-4071.html Para construção de um novo auditório Câmara prepara demolição do Teatro Maria Vitória A Câmara Municipal de Lisboa planeia demolir o Teatro Maria Vitória e construir uma sala de espectáculos maior e mais moderna no mesmo local. A proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer foi votada e aprovada quarta feira em reunião camarária. Agora o plano segue para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e voltará à autarquia para votação final. "Aqueles edifícios já não têm hipótese de recuperação. Este será maior, até porque aquelas eram salas muito pequenas e não daria para rentabilizar", referiu Manuel Aires Mateus, arquitecto do projecto. No projecto constam ainda a reabilitação da zona habitacional histórica, parques de estacionamento e um novo auditório com capacidade para teatro, conferências e cinema. O plano abrange a área do Jardim Botânico e da Universidade de Lisboa, onde está prevista a recuperação do Museu da Ciência e História Natural e do Observatório Astronómico, criação de uma zona lúdica infantil, percursos pedonais e dois parques de estacionamento subterrâneos, um dos quais com 200 lugares. No Jardim Botânico é esperada a demolição de algumas estufas, enquanto no Parque Mayer, o Capitólio será o “protagonista“ com 700 lugares no interior e 200 na parte exterior. O Teatro Variedades será transformado num palco de "actividade teatral convencional", enquanto os espaços de restauração serão demolidos e depois reenquadrados no novo espaço. in http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=DD0A0145-D8B3-4C74-8DAD-32514BD64268&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013 Sá Fernandes ausente Câmara aprova Plano de Pormenor do Parque Mayer 30.06.2010 - 21:35 Por Lusa A Câmara de Lisboa aprovou hoje a proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer, numa votação sem a presença do vereador Sá Fernandes, que tem pendente uma accão judicial contra a permuta de terrenos. O Jardim Botânico é um dos equipamentos incluídos na requalificação O Jardim Botânico é um dos equipamentos incluídos na requalificação (Helder Olino (arquivo)) Esta votação, que mereceu o voto contra do CDS-PP e a abstenção do PSD, foi a primeira que o executivo fará relativamente a este plano, já que o documento segue agora para apreciação na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) e terá de regressar à Câmara para discussão pública e votação final. Em declarações aos jornalistas no final da reunião, o vereador do PSD Pedro Santana Lopes afirmou que o projecto, apresentado no início da reunião pelo arquitecto Manuel Aires Mateus, é “um projecto sem sonho”. “António Costa ganhou as eleições a falar na recuperação do Parque Mayer e a área cultural neste projecto não é a predominante. A predominante é a área comercial”, sublinhou. “Optámos pela abstenção porque queremos contribuir para uma solução. Não disse que este é um mau projecto. É outra concepção”, acrescentou Santana Lopes, que quando esteve à frente da autarquia contratou o norte-americano Frank Ghery para o projecto do Parque Mayer. Santana Lopes realçou que a área para equipamentos culturais do projecto anterior era maior e ressalvou que “não eram só em teatros”. “Falou-se do Hot Club, da Escola de Artes Performativas”, destacou. Sobre o processo judicial interposto por Sá Fernandes, o ex-presidente da autarquia considerou que esta acção “ensombra” o projecto para o Parque Mayer. O projecto anterior tinha uma área total de construção próxima dos 50 mil metros quadrados, enquanto este Plano de Pormenor permite um máximo de 30 000 metros quadrados na área abrangida pela permuta, o que faz com que o valor do terreno seja inferior. “É muito confuso. Como é que vai ser se o tribunal decidir anular a permuta [de terrenos do Parque Mayer pelos de Entrecampos] e estes terrenos voltarem para as mãos de privados?”, questionou. Sobre este assunto, o presidente da autarquia, António Costa (PS), disse que a Câmara “tomou a opção correcta” ao decidir “avançar onde podia avançar com segurança”. “Tínhamos o parecer do LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil] a dizer que o Capitólio ameaçava ruína e se não fizéssemos nada podia ser impossível salvar o edifício”, disse António Costa, realçando que “o Plano de Pormenor já devia ter sido feito há mais tempo”. “Independente de ser ou não terreno municipal, é só à Câmara que cabe decidir a edificabilidade nesta zona. Até pela incerteza do resultado do processo judicial devíamos prevenir e dizer o que se pode construir”, acrescentou. O vereador do PCP Ruben de Carvalho congratulou-se com o facto de finalmente existir um Plano de Pormenor para esta zona da cidade, mas sublinhou que, na sua opinião, a área abrangida deveria ter sido alargada, já que o plano “deixa de fora a Praça da Alegria e a Mãe d´Água”, uma área que “vai precisar de intervenção para ser conciliada”. Ruben de Carvalho chamou igualmente a atenção para a necessidade de equacionar um tipo de estrutura de gestão particular, tendo em conta os equipamentos culturais existentes na zona. “São as prioridades daqui para a frente: haver uma reflexão sobre a gestão desta área e, depois do bloco definido, ver o que faz à volta”, afirmou o vereador. Por seu lado, a vereadora Helena Roseta elogiou o plano apresentado por Manuel Aires Mateus, pedindo que, numa próxima fase, este possa “incorporar mais opiniões”. No final, António Costa sublinhou a densificação da habitação na área envolvente ao Jardim Botânico proposta no plano, com os terraços transformados em jardins, numa espécie de auréola que o arquitecto responsável apelidou de “área de protecção”. O plano prevê igualmente mais ligações entre a cota baixa e a cota alta do Jardim Botânico, com o prolongamento da Alameda das Palmeiras, a construção de um novo grande teatro e a possibilidade de instalar um hotel. in http://www.publico.pt/Local/camara-aprova-plano-de-pormenor-do-parque-mayer_1444655 Plano de Pormenor do Parque Mayer e do Jardim Botânico de Lisboa é analisado hoje 30.06.2010 Marisa Soares A Câmara de Lisboa discute hoje a aprovação da proposta do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e zona envolvente. O documento prevê a construção de parques de estacionamento subterrâneos e até 1700 lugares de espectadores no Capitólio, no Teatro Variedades e num novo auditório. Desenvolvido com base no projecto do arquitecto Aires Mateus, que venceu o concurso de ideias lançado para o local, o plano prevê obras de alteração e reabilitação na zona habitacional histórica, incluindo em imóveis de valor patrimonial "elevado", "relevante" ou "de referência". Esta excepção em relação ao que ficou estabelecido no plano de urbanização da Avenida da Liberdade deve-se, segundo a autarquia, ao objectivo de não prejudicar a dinâmica da reconversão com regulamentos demasiado "proteccionistas". Na área abrangida estão definidas também várias zonas para uso turístico, reservado a empreendimentos com um "padrão mínimo de qualidade" de quatro estrelas. Apesar de algumas alterações "de carácter programático e de pormenor", a proposta final não inclui mudanças "de fundo" face aos termos de referência que já estiveram em discussão pública. Para a área da Universidade de Lisboa e do Jardim Botânico, o plano propõe a realização de projectos autónomos de recuperação do Museu da Ciência e História Natural e do Observatório Astronómico. Define também a criação de uma zona lúdica infantil, a construção de novos acessos e percursos pedonais e dois parques de estacionamento subterrâneos, um dos quais com 200 lugares. Junto à entrada da Rua do Salitre, no alinhamento da Rua Castilho, será construído um "novo grande edifício" com "vocação de museu ou centro interpretativo" do jardim e que poderá ter cafetaria, livraria e uma loja do museu. Algumas obras previstas no Plano de Pormenor foram já alvo de contestação pela Liga dos Amigos do Botânico, que considera o documento "muito nefasto". A Liga protesta contra o abate de árvores para a construção de parques subterrâneos, contra a demolição de estufas e a destruição de troços da cerca pombalina. A associação alerta ainda para os perigos de aumentar a altura dos edifícios na Rua do Salitre, o que teria um "efeito de muro" em todo o perímetro do jardim, impedindo a circulação de ar. "Esta alteração microclimática levaria à perda de espécies, que não suportarão as novas temperaturas, diminuindo a diversidade do jardim e o seu efeito amenizador no clima da Lisboa histórica", garante a Liga. in http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1444519
  14. rojectos: novo hotel em Dublim Cruzamento da Irlanda com Portugal por CLÁUDIA MELO06 Junho 2010 Cruzamento da Irlanda com Portugal Dublim está prestes a acolher um hotel de luxo com projecto de Manuel e Francisco Aires Mateus, que venceram o concurso público internacional. O projecto localiza-se numa zona de reconversão ribeirinha das antigas docas da capital da República da Irlanda, um investimento urbanístico de grande escala que inclui outros projectos de arquitectos sonantes, como Daniel Liebskind. Para a concepção do luxuoso hotel , que integra a cadeia internacional Park Hyatt, a dupla portuguesa de arquitectos foi buscar inspiração a um dos mais importantes monumentos naturais e imagem icónica do país, o Giant's Causeway (Calçada dos Gigantes), situado no Norte da ilha. Em particular, reproduziram arquitectonicamente os aspectos telúrico e geométrico desta formação geológica com mais de cinco milhões de anos, composta por cerca de 40 mil colunas de basalto de diferentes alturas, que variam entre 12 metros e poucos centímetros de altura. Com sete pisos de altura, e um programa que acomoda 94 suítes, o hotel assume-se pela sua permanência e solidez, rigor geométrico e ritmos regulares que marcam a composição volumétrica e fachadas, o que evoca a quase escultura natural em basalto. Este mimetismo entre forma natural e arquitectónica resulta da composição volumétrica e de fachada baseada na ideia de desfragmentação, só possível graças à utilização do módulo, medida fixa que se repete uniformemente. Assim, o edifício é predominantemente mais escultórico nos pisos inferiores, junto ao solo, sugerindo a entrada no interior de uma forma rochosa. Esta ideia é enfatizada pelo revestimento, de cor cinza. À medida que o edifício se ergue, a massa construída torna-se branca e vai alternando com envidraçados, criando um interessante jogo de cheios/vazios. As fachadas , com presença extremamente forte no conjunto, resultam da alternância entre opaco/transparente, isto é, parede/vidro. Esta sequência resulta de ritmos cuidadosamente pensados, de forma a imprimir movimento e dinamismo à forma arquitectónica densa e pesada. Esta precisão arquitectónica, que o atelier Aires Mateus tem vindo a investigar nos últimos anos e principais obras, é marcada pela evocação das regras rígidas de composição, dos ritmos fortes e verticais e apreço pelo elemento parede, a massa que delimita o invólucro construído e que medeia o interior e o exterior. Corresponde a uma linguagem arquitectónica plena de precisão, quiçá frieza. Mas também dramatismo, como o da paisagem natural que evoca. Dois dos países mais periféricos da Europa cruzam-se, assim, através da arquitectura e do reconhecimento da importância da paisagem costeira na identidade nacional. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1586626&seccao=Arquitectura
  15. Projectos: Estádio do Mundial Bem-Vindos a Soccer City por Cláudia Melo13 Junho 2010 Bem-Vindos a Soccer City É neste bairro de Joanesburgo, na África do Sul, que se encontra o estádio onde decorreu o primeiro jogo do Mundial de futebol de 2010 e onde decorrerá a final. O equipamento teve que ser remodelado para responder às exigências da FIFA e um "evento planetário". A sede da inauguração e final do Campeonato do Mundial de futebol de 2010 situa-se em Joanesburgo, na África do Sul, e é o maior estádio africano. Foi alvo de uma remodelação total da autoria do consórcio Boogertman & Partners e Populous, de forma a cumprir com as normas actuais da FIFA para o evento planetário. Situado perto do Soweto, bairro onde habitam cerca de 40% da população de Joanesburgo, o estádio tem albergado importantes acontecimentos históricos e desportivos. A começar pela sua própria edificação, em 1986, fruto da vontade de dirigentes locais, tendo sido um dos poucos estádios africanos a cumprir as normas da FIFA . Foi palco, em 1996, da final da Taça das Nações Africanas, em que a selecção nacional se sagrou campeã, mas também do discurso de Nelson Mandela após a sua libertação, em 1990, ou do funeral do activista político assassinado Chris Hani, em 1993. O Estádio FNB, actualmente apelidado de Soccer City (Cidade do Futebol), é um dos elementos de identidade cultural da história recente sul-africana. A intervenção consistiu na criação de mais um anel superior, elevando assim de 80 000 para 88 958 o número de lugares sentados. Foram ainda criadas mais duas cabinas de executivos, novos vestiários, o número de camarotes aumentou de 85 para 184, a cobertura foi ampliada e foram colocados holofotes normalizados. Foi também criada uma nova fachada, que reveste todo o recinto e confere identidade ao estádio. Para além de resolver todos estes pressupostos funcionais, o colectivo sul-africano de arquitectos - que venceu o concurso público internacional - enfatizou a dimensão histórica do estádio e foi buscar inspiração à cultura e ao simbolismo africanos. Assim, o estádio foi revestido de uma nova fachada, ovalada e biselada, de forma a assemelhar--se a um calabash, uma cabaça/vaso africano, objecto ritual que comporta fogo no seu interior, e que o júri entendeu ser a melhor representação possível do continente africano, algo que o associa e distingue de todos os outros. Este objecto é universalmente associado à mistura de povos e culturas que povoam a África. Para além da forma, a própria fachada do estádio é revestida a painéis sobrepostos feitos à base de materiais argilosos e de terra, que representam o mosaico das múltiplas expressões africanas e a forte ligação ao solo. Toda esta profusão destes matizes e cores térreas e forma acabaçada é acentuada pela iluminação nocturna, que, ao contrastar com os painéis em terra, resulta na ilusão de o estádio ter fogo no seu interior , assemelhando-se assim ao calabash ritual primitivo. Pleno de dramatismo e simbolismo e com uma presença dominante na paisagem de Joanesburgo, é este o palco do encontro do mais importante encontro de nações e de futebol do momento. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1591871&seccao=Arquitectura
  16. in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=448&id=65650&idSeccao=7060&Action=noticia
  17. Nova Amoreiras Revitaliza Oferta Residencial no Centro de Lisboa Já estão em adiantada fase de construção as obras do Nova Amoreiras que arrancaram há um ano, bem no centro de Lisboa, no quarteirão que circunda a Avenida Duarte Pacheco e a Rua da Artilharia I Sexta, 18 de Junho de 2010 às 11:34 O empreendimento promovido pela Temple, paredes-meias com o jardim das Amoreiras e o shopping com o mesmo nome, já está comercializado em 40%. Localizado na antiga Quinta do Mineiro, numa área de 2,5 ha, onde em tempos esteve instalado o colégio dos Maristas, o condomínio de luxo tem a assinatura do ateliê de arquitectura Brodway Malyan. "O primeiro de sete lotes que está agora a ser edificado, alia a qualidade da construção e dos acabamentos à localização privilegiada do condomínio, variantes que fazem parte da fórmula do sucesso de vendas", realça Pedro Quintanilha, director comercial da Temple. Nos pisos mais elevados, a vista aberta sobre a cidade permite ver o azul do mar e nos pisos térreos consegue-se o luxo de ter uma zona ajardinada e privativa. Uma autêntica surpresa no meio da agitação da cidade. Quem não tem uma área verde privada colada à casa, tem sempre o jardim de 3.200 m2, espaço comum e reservado a todos os moradores do Nova Amoreiras. Verdadeiro "ex-libris" do empreendimento, pretende-se que este jardim seja quase como um oásis de privacidade e muita tranquilidade. "No interior das casas, os acabamentos de primeira e os pormenores arquitectónicos seguem as mais recentes tendências de design. Dois pequenos exemplos: as cozinhas italianas que se destacam pelas linhas contemporâneas e os soalhos flutuantes que vieram directamente da Holanda e garantem um eficiente e sempre desejável isolamento acústico", reforça ainda o director comercial da Temple. Com preços a partir dos 260 mil euros e áreas que vão desde os 65 até aos 450 m2, o Nova Amoreiras distribui-se por 47 apartamentos com tipologias do T1 até ao T5+1. Sinónimo de modernidade e de ambiente cosmopolita, a zona das Amoreiras revela-se assim no seu dinamismo empresarial, na centralidade, na diversidade comercial e nos acessos rápidos. Se a isto somarmos uma vista única sobre a cidade de Lisboa percebe-se porque esta é hoje uma das zonas mais apetecidas para viver e trabalhar. Texto de MARISA ANTUNES in http://aeiou.bpiexpressoimobiliario.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ei.stories/44517
  18. Estoril Sol Novo edifício concluído, estética continua a suscitar críticas 21 | 06 | 2010 09.44H Três anos depois da demolição do Hotel Estoril-Sol, em Cascais, o complexo habitacional construído no local está pronto a receber os novos residente, embora persistam as críticas em torno da arquitectura do edifício. Destak/Lusa | destak@destak.pt João Torres, morador no Monte Estoril, contou à agência Lusa que assim que viu o projecto do edifício, ainda antes de estar construído, percebeu que seria “uma coisa horrível”. “Como é que é possível alguém ter desenhado aquilo. É um mamarracho que ali está mesmo à entrada de Cascais”, disse o morador. Também Maria Amélia Carvalho, que passa diariamente na Marginal para ir para o trabalho, não fica indiferente a “tamanha aberração”. “Eu até admito que os apartamentos por dentro sejam lindos e que para quem lá vá morar seja maravilhoso ter uma vista sobre o mar, mas quem vê de fora e estava habituado ao antigo hotel, não pode deixar de ficar descontente com este edifício”, frisou Maria Amélia. “É impossível gostar disto. Está construído sobre a Marginal e tira visibilidade à maravilhosa paisagem para Cascais”, acrescentou outro automobilista da zona. Já Nuno Santos, morador no Estoril, lembra o “bloco branco e velho do antigo hotel Estoril Sol”. “Ao menos quando avistamos o edifício da Baía de Cascais é mais bonito do que o antigo, que era um bloco branco e velho. Este ao menos contrasta com o mar. Na minha opinião este edifício é mais bonito que o antigo hotel que já estava a dar uma péssima imagem a Cascais”, disse. O "Estoril Sol Residence", projectado pelo arquitecto Gonçalo Byrne, começou a ser construído no início de 2008, envolto várias polémicas, entre as quais a questão ambiental. Agora que o edifício está concluído, a presidente do Grupo Ecológico de Cascais (GEC), Paula Mascarenhas, disse à Lusa que "o ideal seria não ter sido construído nada, possibilitando a existência de um contínuo verde naquela zona". “Claro que arquitectonicamente aquilo é horrível, mas não é o único problema, uma vez que o antigo edifício era um equipamento colectivo que contribuía para o turismo e economia nacional, que foi substituído por um equipamento privado que não traz mais valias nenhumas ao país”, afirmou a responsável. Paula Mascarenhas lembrou ainda que quando o plano do novo edifício foi aprovado, o GEC mostrou o seu descontentamento e a câmara garantiu que seriam tomadas medidas para preservar o Parque de Palmela e aumentar a sua área, coisa que, diz, “até agora ainda não se viu". Perante os protestos, o presidente da Câmara de Cascais, António Capucho, disse à agência Lusa não estar disposto a alimentar polémicas. “É uma questão de gostos. O plano foi aprovado, o edifício está construído e eu não vou alimentar polémicas”, afirmou o autarca. O novo empreendimento resulta de um Plano de Pormenor para a Reestruturação Urbanística dos Terrenos do Hotel Estoril-Sol, aprovado pela Câmara Municipal de Cascais em 2006. O "Estoril Sol Residence", composto por 111 apartamentos habitacionais, contempla três torres de vidro ligadas entre si por um bloco em forma de ponte, numa altura máxima de 60 metros e num total de 15 pisos a contar do solo, sendo que o piso zero, ao nível da Avenida Marginal, é destinado a escritórios e serviços. Um parque de estacionamento com um total de 511 lugares todos em subsolo e a construção de um novo túnel de acesso ao Parque Palmela e ao paredão, fazem parte do projecto. in http://www.destak.pt/artigo/67512
  19. Rio de Janeiro vai ter museu de ciência e tecnologia projectado por Calatrava - 22-Jun-2010 - 19:29 A cidade do Rio de Janeiro vai receber o Museu do Amanhã dedicado à ciência e tecnologia, com um projecto de arquitectura que será concebido pelo espanhol Santiago Calatrava e que visa revitalizar a área degradada da zona portuária. Orçado em 130 milhões de reais (60 milhões de euros), o novo museu, a ser construído no cais Mauá, é considerado como uma das mais importantes peças do plano de revitalização da zona portuária. A sua inauguração está prevista para 2012. Um dos mais conceituados arquitectos da actualidade, Calatrava está no Rio esta semana pela segunda vez e disse estar impressionado com a beleza da cidade carioca. Ele reconheceu ser um “desafio enorme intervir na cidade com um património natural e arquitectónico secular”. A exuberância do Rio foi determinante na inspiração do arquitecto, que concebeu o projecto do Museu do Amanhã integrado na paisagem carioca. Segundo ele, este poderá ser o projecto de museu mais importante de sua carreira. A zona portuária é um dos pontos de fundação da cidade e hoje sofre com a degradação urbana e abandono de muitos edifícios. Ao todo, serão 12 500 metros quadrados em dois andares interligados por rampas. O museu ficará sobre um espelho d’água rodeado por áreas verdes. A ideia de sustentabilidade é o conceito chave do Museu do Amanhã, que vai utilizar material reciclável na sua construção e a água da Baía de Guanabara no seu sistema de refrigeração. “O visitante não vai apenas apreciar o museu. Ele também vai ter a experiência da luz, da vida, da natureza”, sublinhou o arquitecto. Em 2005, Santiago Calatrava foi eleito pela revista norte-americana Time como uma das cem pessoas mais influentes do planeta. in http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=27194&catogory=Brasil
  20. Campus Universitário será edificado em seis fases Pormenor da construção do Campus Universitário Luanda – O Campus Universitário da Universidade Agostinho Neto, que está a ser erguido no município do Kilamba Kiaxi, Luanda, para albergar 17 mil e 500 estudantes, será implementado em seis fases, revelou hoje (sexta-feira), nesta cidade, uma fonte ligada à empreitada. A primeira etapa da obra arrancou em 2002 e consubstanciou-se na construção da biblioteca central e das estruturas das faculdades de Informática, Física, Matemática e Química; das redes rodoviárias e técnica (distribuição de energia e água), bem como no sistema de drenagem para as águas pluviais. Com início em 2007, a segunda fase cingiu-se na construção das sedes da reitoria e da união dos estudantes, enquanto a terceira arrancou em 2009 e compreende a edificação das estruturas de apoio às faculdades, restaurante, complexo residencial, ginásio,laboratórios de ensino e investigação. A quarta etapa, que começa depois do término da terceira, vai compreender a construção de uma escola secundária para 250 alunos, parque de estacionamento, auditório, museu de geologia, complexo desportivo, centro de conferências e oficina de engenharia. A edificação do hospital universitário com as especialidades de Urologia, Otorrinolaringologia, Gastroenterologia, Cirurgia, Dermatologia, Ortopedia, Pediatria, Neurologia, Infectologia, Obstetrícia, Fisioterapia, Cardiologia, Ginecologia, Oftalmologia, Psicologia, Psiquiatria, Nutrição e Pneumologia constam da quinta fase da empreitada. A sexta e última etapa envolve a montagem de equipamentos para escoamento de fumos, implementação de um sistema de protecção dos produtos tóxicos e outros derivados das experiências laboratoriais para alunos e professores; assim como a colocação de um sistema de alarme de incêndios. O Campus Universitário vai a partir de 2012 albergar faculdades de Informática, Física, Química, Matemática, Arquitectura e Belas Artes, Direito, Ciências da Educação, Medicina e Petróleos. in http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/especiais/reconstrucao-nacional/2010/5/25/Campus-Universitario-sera-edificado-seis-fases,0bc0e48e-9a94-43e4-9722-90c0b40d3c46.html
  21. Património Antigo teatro da alta-roda em Sete Rios transforma-se em auditório 26.06.2010 - 09:34 Por Ana Henriques Projecto de Gonçalo Byrne aprovado pelo Instituto do Património prevê que edifício arruinado do século XIX seja recoberto de betão. O Ministério da Ciência e Ensino Superior está a transformar um antigo teatro da Estrada das Laranjeiras, junto ao Jardim Zoológico, num auditório destinado a conferências, seminários e espectáculos. A obra, que começou em Maio e deverá prolongar-se até ao final do ano que vem, vai custar 2,66 milhões de euros mais IVA. Obedece a um projecto de Gonçalo Byrne, em parceria com o atelier de arquitectura de Patrícia Barbas e Diogo Lopes, estando previsto que o edifício arruinado do séc. XIX seja recoberto por uma "pele de betão" pintada de amarelo e envolvido por um pavilhão transparente mais baixo do que o velho teatro. As velhas paredes de pedra e tijolo ficarão à vista apenas no interior do edifício, naquilo que constitui, segundo a memória descritiva do projecto, a preservação do valor patrimonial da ruína. "A qualidade do projecto e do seu autor mereceram o parecer favorável do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico e da Câmara de Lisboa", esclarece uma nota informativa do Ministério da Ciência. "Será um monólito de betão", descreve Patrícia Barbas, explicando que o telhado, há muito derrubado, será também feito neste material. A memória descritiva justifica esta opção por razões de segurança: "O risco de colapso da estrutura existente, a necessidade de voltar a construir as coberturas e principalmente a vontade de manter intacta a ruína pelo seu interior (...) reduziram as possibilidades de consolidação da construção". Também por isso, a obra está a ser acompanhada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil. O Ministério da Ciência salienta que a "nova imagem urbana" do Teatro Thalia é marcada "pela conservação e restauro dos volumes correspondentes aos espaços cénicos primitivos - foyer, plateia e cena", que serão rodeados pelo novo edifício em vidro, no qual funcionarão serviços de apoio ao auditório, além de uma cafetaria com ligação directa ao jardim adjacente. Em curso estão neste momento demolições de construções anexas ao teatro, "de carácter provisório e traça modesta". A reabilitação desta sala de espectáculos frequentada pela corte e pela nobreza lisboeta do século XIX era há muito reivindicada pelo movimento cívico Fórum Cidadania, que recentemente sugeriu que ali fosse instalado o Museu da Música. "Poderia albergar um sem-número de actividades culturais, a começar por teatro infantil ou de marionetas, à semelhança de Salzburgo", defendeu antes disso o movimento, que pediu anteontem esclarecimentos a várias entidades sobre as demolições que estão a ser feitas. in http://www.publico.pt/Local/antigo-teatro-da-altaroda-em-sete-rios-transformase-em-auditorio_1443779
  22. CONSIGNADA EM JULHO Reabilitação da Casa Manuel de Arriaga Publicado na Quarta-Feira, dia 30 de Junho de 2010, em Actualidade No próximo dia 2 de Julho o Director Regional da Cultura, Jorge Paulus Bruno, procederá à assinatura do contrato e do auto de consignação da obra de “Reabilitação da Casa Manuel de Arriaga”, numa cerimónia pública que se realizará no auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na cidade da Horta. A empreitada de “Reabilitação da Casa Manuel de Arriaga” foi adjudicada à empresa Nascimento, Neves & Filho, Lda. e está orçada no valor de 900 mil euros, mais IVA, com um prazo de execução de 240 dias. A fiscalização da obra será da responsabilidade da Arquiangra – Arquitectura e Engenharia, Lda. O Solar dos Arriagas, cuja edificação teve lugar durante a primeira metade do século XIX, é actualmente designado como Casa Manuel de Arriaga, por nele ter nascido e vivido até aos 18 anos Manuel José de Arriaga Brum da Silveira que viria a ser, em 1911, o primeiro presidente da República Portuguesa. A recuperação e reabilitação deste imóvel, classificado como Imóvel de Interesse Público pela Resolução do Conselho do Governo nr. 148/2008, de 30 de Outubro, assim como o projecto de museologia, restituirão aos faialenses e açorianos em geral um espaço que, para além de evocar a memória de Manuel de Arriaga, significará também um território de reflexão dos ideais republicanos e de sensibilização para os valores da cidadania. in http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=20545
  23. Requalificação do Museu do Carro Eléctrico já tem projecto Por Jorge Marmelo Arquitecto Thomas Kröger venceu concurso público. Propõe nova entrada e uma grande escadaria Está decidido. O arquitecto alemão Thomas Kröger é o vencedor do concurso de ideias lançado pela Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) para a requalificação do Museu do Carro Eléctrico. O edifício rosado de Massarelos contará, quando terminarem as obras, com uma nova entrada, a poente da actual e marcada por uma ampla escadaria, bem como um conjunto de espaços destinados a albergar as novas valências do museu. Thomas Kröger deverá agora ser convidado a transformar a proposta premiada num projecto de intervenção. A empreitada de requalificação está orçada em cerca de 8,6 milhões de euros, prevendo a STCP que o concurso público possa ser aberto "no início do próximo ano". Não foi, para já, adiantada a data prevista para a conclusão das obras. De acordo com um comunicado da STCP, o projecto de Kröger foi escolhido, entre as 49 propostas a concurso, pelo seu "carácter realista, de teor algo clássico e racionalista". O júri do concurso considerou que Kröger valoriza "o lado poético e histórico" do edifício existente e a possibilidade de diálogo com outras construções vizinhas, respondendo de forma "bem articulada e estruturalmente segura" ao programa do concurso. A proposta de Thomas Kröger opta pela "introdução cirúrgica" de novos elementos, entre os quais se destaca, para além da escadaria na entrada principal, a estrutura que será criada sobre o corpo central do edifício. Sob a escadaria, no piso térreo, haverá um espaço envidraçado que albergará o átrio e a recepção do museu. O projecto prevê ainda a criação de um auditório com cem lugares, áreas de arquivo, centro de documentação e, no piso superior, um salão nobre com capacidade para acolher diversos eventos. A STCP, recorde-se, pretende que a requalificação do museu, para além da necessária reabilitação do edifício, o dote de condições e valências que permitam um modelo de desenvolvimento mais sustentado e financeiramente equilibrado. O lançamento do concurso, no início deste ano, provocou alguma controvérsia, uma vez que a empresa tinha encomendado, em 2003, um projecto ao arquitecto Alcino Soutinho, pelo qual pagou 160 mil euros. A STCP alegou, recorde-se, que o projecto de Soutinho não se adequa ao novo modelo funcional e de gestão estabelecido para aquele espaço, pelo que "foi obrigada a lançar" um novo concurso público. Thomas Kröger, refira-se, recebe um prémio de 12.500 euros pela vitória no concurso. No segundo e terceiros lugares, ficaram classificadas as propostas coordenadas, respectivamente, por Nuno Grande e pela dupla Tiago Pimentel e Camilo Rebelo. Colaborou com Foster Nascido em Kassel, em 1968, Thomas Kröger colaborou com grandes nomes da arquitectura, como o britânico Norman Foster e o suíço Max Dudler. Entre os seus trabalhos mais recentes contam-se a Gallery Volker Diehl and Moeller Fine Art, em Berlim, e a Manor House Neumühle, em Altruppin, assim como vários espaços residenciais em Ostend, na Bélgica, e nos arredores da capital alemã. Tem desenhado também espaços comerciais e edifícios de escritórios. in http://jornal.publico.pt/noticia/30-06-2010/requalificacao-do-museu-do-carro-electrico-ja-tem-projecto-19728544.htm Alemão vai modernizar Museu do Carro Eléctrico 2010-06-27 Carla Sofia Luz Alemão vai modernizar Museu do Carro Eléctrico Imagem virtual do projecto vencedor do concurso para a reabilitação do Museu do Carro Eléctrico A reconversão do Museu do Carro Eléctrico, no Porto, terá inspiração germânica. Um arquitecto de Berlim (Alemanha), Thomas Kröger, assina o projecto vencedor que, quase sem mexer na fachada dos edificios, cria uma nova entrada através de ampla escadaria. A demolição de dois anexos que não existiam no projecto original, embora hoje tapem parte da fachada do hangar da antiga Central Termoeléctrica de Massarelos, abre espaço para a montagem da estrutura metálica e em vidro, rasgando um acesso nobre ao complexo museológico da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP). No topo dos degraus, Thomas Kröger cria um terraço que comunica entre o salão nobre (a instalar no hangar) e a cafetaria, situada no primeiro piso do edifício administrativo (é o que tem a sigla STCP na fachada). A esplanada da cafetaria ocupa esse terraço metálico com vista para a marginal do rio Douro. Por baixo da escadaria, estende-se um espaço envidraçado onde ficará o átrio e a recepção do museu com a bilheteira. A partir daí, é possível aceder-se às áreas de exposição permanente e temporárias, ao centro de documentação, ao auditório para 100 lugares e sala polivalente e às zonas privadas do arquivo. O arquitecto germânico, cujo projecto foi escolhido de um conjunto de 49 propostas presentes no concurso de ideias para a requalificação do Museu do Carro Eléctrico, entende que o "grande átrio" no hangar da central pode ser usado, também, para actividades paralelas, como eventos dos serviço educativo ou pequenas recepções. No piso superior, fica o salão nobre capaz de acolher eventos de média e grande dimensão. Esta era uma das condições da STCP no concurso de ideias. A empresa pretende rentabilizar o espaço disponível no complexo, alugando salas para festas e outros "eventos de qualidade". Também no edifício administrativo (onde Thomas Kröger coloca uma caixa de vidro que prolonga verticalmente o imóvel), é rasgado um espaço pronto a alugar para iniciativas de menor dimensão. Fica na cobertura do prédio e, por ser envidraçada, possui uma vista para o Douro. "Enquanto empresa pública, a STCP possui uma grande preocupação com a sustentabilidade financeira do património a seu cargo. Há a necessidade de requalificar o edifício do museu, mas também fazer um aproveitamento que potencie a captação de receita", explica Jorge Freire, administrador da STCP. O júri do concurso entendeu que o conceito do arquitecto alemão é "sólido", "realista", cumpre as exigências das STCP e "valoriza o lado poético e histórico" do complexo da antiga Central Termoeléctrica. Thomas Kröger conquista o primeiro lugar, o prémio de 12,5 mil euros e o direito a requalificar o museu. Perspectiva-se a abertura do concurso público para a execução das obras (com custo estimado é de 8,6 milhões de euros) no início do próximo ano. O projecto vencedor mantém a loja no edifício administrativo, assim como a principal área da exposição permanente com capacidade para albergar 20 veículos. A distribuição dos carros eléctricos será mais espaçada. O circuito social da exposição passa, ainda, pelo piso superior, onde estarão as máquinas da central. No recinto do museu, prevê-se a criação de 72 lugares para estacionamento dos visitantes. Alunos de cursos profissionais vão aprender na oficina escola da empresa É na oficina do museu que os eléctricos históricos em mau estado renascem. A STCP não quer que esse saber se perca e deseja estabelecer um acordo com a Direcção Regional de Educação do Norte, para que os alunos dos cursos profissionais de carpintaria e de electricista possam ter aulas na oficina-escola do museu e aprender, com os actuais funcionários, como se dá nova vida a um eléctrico. O estudo do arquitecto Thomas Kröger contempla a modernização do núcleo das oficinas. A pensar nesta vertente de ensino, existirão duas salas de aula e as infra-estruturas de apoio à actividade da escola. Será rasgada uma abertura na cobertura dos edifícios contíguos para permitir a entrada de luz natural. Além do projectista alemão, o júri distinguiu mais seis trabalhos. O segundo lugar (e 10 mil euros) foi conquistado por Nuno Grande, enquanto a proposta de Pedro Tiago Pimentel e Camilo Rebelo arrecadam a terceira posição (e 7,5 mil euros). Ambos são do Porto. Há, ainda, cinco menções honrosas: SJGS Arquitectos (Porto), Pedro Santos (Pombal), Aurora Herrera Gomez (Espanha), Claudio Vilarinho (Porto) e José Juan Fructuoso Sempere (Espanha). Estes receberão mil euros cada. A cerimónia de entrega dos prémios e a inauguração da exposição dos 49 trabalhos apresentados no concurso público de ideias, lançado no passado mês de Janeiro, estão marcadas para o dia 8 de Julho no Museu do Carro Eléctrico. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1603804
  24. Quem é o autor do Tribunal de Vila Nova de Cerveira? Quem é o autor das Piscinas Municipais de Vila Nova de Cerveira?
  25. Texto original Called Sta Columbina Chapel, the project consists of a long rectangular concrete volume in the landscape. The interior features a mezzanine above the entrance and simple wooden furniture. Large glass windows in the upper half of each end wall flood the interior with light and frame a view above the altar of the surrounding countryside . Here’s some text from Luis Ferreira Rodrigues: – SaColumbina Chapel Bragança, Trás-os-Montes, Portugal We don’t need in depth knowledge of Tras-os-Montes, to realize that the votive chapel has an enormous and significant different level of assessment, the culture of the Tras-os-Montes people, and trough the structure as a reference to places and the memory of the people. Recognition of this fact is common, whether in aid of guidance provided by a shepherd, in a legend or even the more scholarly work literature, appears to reference a luminous presence, as the crystallization of a common will of great symbolic value and an evocative intense landscape and big gestures. Carry with them the three words that always contributed to the identification of this region: isolation, land and community. Faced with the difficulty of designing a space that is simultaneously gathering and celebration, we were leading the design in order to bring the idea of a high degree of balance and harmony, aiming at a stable unit, with order, structure and identifiable language, free supplements or appendices that could call into the question, to be understood as an extreme simplification. Seek to contain the monumentality, to approach the chapel of the range of people, using a unified discourse aimed at recognizing a self-image, concise and almost iconographic, and liaise with the memory, not mimicking, chasing a volume which will coexist with the engaging in an intense and serene, as the maturity of the existing structure. From the perspective volumetric compact and closed, like so many votive chapels, some secular, it surprises the visitor by revealing that inside, after the guard outside, that the perception of a predominantly horizontal, there is the highly vertical spatial experience. All interior space converges to the altar where two images coexist and intentionally deeply involved: the small and beautiful image of Santa Columbina on the granite walls, and the image of the high and rough ground bollards Castro and Guieiro through a large range spring that the structure of the chapel, get the importance of the focal point of the altar. It offers itself as a painting of two floors where the first stands the image of the patron, the second highest all the splendor of the morphology of the territory. In construction, has been involved at various levels, the actual population of the village of Gimonde, which currently gathers donations to enable the implementation of the port, guard panels of the choir and the sacristy. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1103549
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