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JVS

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Everything posted by JVS

  1. Estah a dar nos Pros e Contras... O representante da Ordem dos Arquitectos a falar eh tipicamente arquitecto... falou, falou falou e nao disse nada e foi convidado a responder o que achava da imagem... claramente um arquitecto nunca julga nada atraves de imagens e assim foi convidado a sentar-se... Enfim... os arquitecto nao servem para nada... eh esta a conclusao que eu tiro da nossa representacao nos pros e contras no debate sobre a TTT. Eis que agora fala Jose Mateus... director da Trienal... hmmm... retiro o que disse. Este acabou por dar uma opiniao... afinal os arquitectos servem para alguma coisa... Porque razao o representante da OA nao sabe falar portugues?
  2. Via Projectos em Lisboa Fonte: www.rave.pt
  3. Redbull da-te asas!!! Oh Miranda bebe lah um Redbull...:)
  4. E actores comicos no Juri... Raul Solnado no Parque Mayer... achas bem? Deve ter sido giro a conversa... os arquitectos a falar chines ao Solnado e ele acenar a cabeca que sim, que sim, que sim, que estava a perceber tudo...:p
  5. Ainda hoje roubaram-me o chapeu de chuva... :icon_pistoles:... atirei na hora sobre todos...
  6. Este edificio faz-me lembrar tambem um edificio do Arq. Goncalo Byrne que eh o Instituto Superior de Ciencias Politicas e Sociais na Ajuda.
  7. E esta ponte ficava bem ali em Chelas?
  8. http://www.cm-lisboa.pt/docs/imagens/ASC_9999_Projectos_Parque_Mayer.jpg Os Vencedores
  9. Aires Mateus e Associados O Jardim Botânico é o centro, e constitui uma boa parte, da área em estudo. Situa-se entre os dois conjuntos edificados mais significativos da zona e ocupa uma cota de transição entre ambos. Uma unidade territorial estruturante daquele troço da cidade não pode deixar de partir do Jardim. A proposta funda-se na extensão da sua massa arbórea, desde o actual limite até ao tardoz da periferia construída. Além de promover a continuidade ecológica com a Avenida, cria-se assim um anel de protecção, que permite uma utilização intensa e minimiza o impacto do contexto construído em todas as suas vertentes, ajudando a preservar o equilíbrio do Jardim Botânico. Aqueles espaços verdes são, na realidade, as coberturas do novo edificado. Mas, mais do que edifícios de cobertura ajardinada, o que se propõe é a ocupação dos espaços resultantes, sob os grandes planos contínuos que modelam a plataforma à cota superior. Noutros moldes, o paradigma é o da cidade histórica: elevada ocupação do solo, baixa altura de construção. Embora contínua em conceito, essa mole edificada é profusamente aberta: permeável às ruas circundantes, atravessável no seu interior, recortada para o céu. Qualificando alguns troços existentes e criando outros, gera-se uma malha de espaço público pedonal que articula as duas cotas; o Capitólio é enquadrado numa nova praça, onde todos os percursos desaguam. Implementação de novas actividades e revitalização dos actuais devem gerar mútuo benefício. Em torno do Capitólio recuperado, será natural um pólo de artes performativas; na Politécnica, propõe-se um de artes plásticas. São actividades afins, com impacto económico-social e margem de crescimento; escolas e workshops, associados a residências temporárias, podem garantir uma programação de eventos em ambas as áreas, de forma continuada e económica. E, sobretudo, podem informalmente interagir com a vida da cidade, tomando o espaço público como palco principal. Já o desfio do Jardim Botânico é diferente: recuperá-lo e divulgá-lo sem comprometer um equilíbrio delicado e precioso. ARX Portugal, Arquitectos Lda. ORGAN(i)CIDADE = [CIÊNCIA + NATUREZA + ARTE] ENVOLVIMENTO A cidade, como objecto colectivo da experiência humana por excelência, tem adquirido e exacerbado a complexidade própria ao homem na sua humanidade, acentuando contornos fenomenológicos decorrentes da sua ambiguidade fundadora: natura e cultura - o melhor de dois mundos. É feliz a delimitação da área de intervenção do presente concurso porque inteligentemente define uma unidade mínima de sustentabilidade urbanística, um ser urbano, com todas as componentes necessárias ao seu metabolismo orgânico com a cidade, um organismo que também é órgão, diverso, denso, autónomo. Um pedaço de cidade, actualmente em estado de coma, expectante, porque desestruturado, funcionando apenas como o somatório de quatro núcleos isolados - politécnica/jardim/parque/envolvente. Abordamos este espaço através de dois prismas. O privado, que reflecte o sentir da presença individual e o público, da memória colectiva, em que a cidade é consequência de uma criação e acumulação cultural, a construção colectiva por essência. Aqui, o equilíbrio e sustentabilidade passa mais por um processo de cirurgias e substituições, do que pela adição de novas construções ou da impermeabilização do solo. Neste cenário urbano-natural, a especificidade encontra também razões no substrato geológico e num clima ímpar: é um dos maiores Vazios Urbanos indispensável ao frágil e ameaçado sistema húmido de Lisboa e ao qual está associada uma bela e rara estrutura verde. Propondo um princípio de porosidade, abrimos em diversos pontos possíveis e estratégicos, canais de um novo sistema capilar pedonal e mecânico, que ligará partes e fará fluir uma nova vitalidade pelo seu interior. A nova dinâmica da cidade estará sempre baseada no legado da revista, mas agora extensivo a formas afins e hoje tão emergentes como pujantes na nossa sociedade: a stand-up comedy, o sketch, os novos comediantes, o cinema, etc. Face a outros processos de desenvolvimento acreditamos neste equilíbrio e organicidade: na evolução criativa e participada do “fazer fazer”. Não se trata aqui de (re)inventar de novo a forma ou o conteúdo do espaço urbano “ideal” mas de estudar um “sistema” circunstancial (contextualizado caso a caso e, por conseguinte, essencialmente assistemático) de pistas de intervenção integradas num processo que induza a reabilitação semântica e vivencial deste espaço urbano. Vão Arquitectos Associados EXISTENTE o passado-passado o jardim A génese do J. Botânico da E. Politécnica (antigo Colégio dos Nobres), é associado à agricultura (1886), desenhando a ligação entre a cumeada da patriarcal (hoje P. Real) e a Avenida. Com R. Garcia propõe-se a ligação do J. Botânico R. do Salitre como jardim público. Andrade Corvo, (director da E.P.) propôs à CML abrir uma Avenida ligando os espaços com um ascensor até à R. da E. Politécnica. o passado-presente o Parque Mayer Comprado (1921) à família Lima Mayer, para parque de diversões. Surge o Maria Vitória (1925) o Capitólio (1931), projectado para café concerto com a escada rolante e o ABC em 1952. O pitoresco do P: Mayer sedimentou-se marginal à cidade. Vieira de Almeida no seu Plano propôs a renovação total do mesmo com excepção do Capitólio. o presente-presente a degradação O isolamento do Jardim Botânico, o abandono do Parque Mayer e a Faculdade de Ciências que perde a sua função inicial como o Picadeiro. a eleição das “permanências” e “elementos primários” Estrutura Portante 1. O Edifício e jardim da F. Ciências, bem como as alamedas de entrada 2. O J. Botânico como Paisagem 3. O Muro como fronteira a Reutilizar 4. Morfologia do terreno: cotas 57, R. da Alegria e R. Castilho 5. Projecto do Capitólio 6. A avaliação do Edificado em Correnteza PROPOSTO pressupostos cidade contemporânea 1. Hoje são as cidades que disputam entre si num quadro que dá: 2. Uma visão global e intersectorial do sistema urbano; 3. Identifica tendências e antecipa oportunidades; 4. Formula objectivos pontuais e concentra recursos nos mesmos; 5. Formula e desenvolve a posição competitiva da cidade. o Programa | a Temática Duas temáticas interactivas: As Ciências e as Artes, de âmbito público e privado. A primeira tem como epicentro a F. Ciências e o seu jardim sendo o Picadeiro a intercepção (temática) abrindo ao público e concessionando os edifícios adjacentes à Faculdade. As Artes repousam no P.M. com epicentro no Capitólio. do percurso às portas o urbano O sistema contínuo relaciona a Faculdade de Ciências ao Parque Mayer e num percurso, pautado por Portas corresponde a 2 níveis de intervenção: pontuais de reutilização e renovação. Souto Moura Arquitectos Hoje, sobretudo num Centro Histórico, os planos não podem ser decididos segundo slogans políticos e gestos unitários de desenho. Por motivos de estratégia e faseamento, a gestão urbanística assim o prova. A cidade contemporânea não se faz, vai-se fazendo. Foi por estes motivos que optamos por 5 sectores, fragmentos urbanos, interligados pela presença da massa verde, constituída pelo Jardim Botânico e o Jardim da Antiga Escola Politécnica. Uma iniciativa global, seria puro Romantismo de desenho. 1. Para a frente dos edifícios da Rua da Escola Politécnica, propomos a sua reabilitação para habitação e comércio, com algumas rectificações de cérceas. A linguagem e o material são miméticos, com todos os riscos que podemos ter. - O alçado Norte é realinhado, constituindo uma frente não unitária, mas com o carácter das arquitecturas de ferro, existentes em Lisboa (ver anexos). - Para o Palacete Ribeiro da Cunha propomos um hotel com 50 quartos, que deve ficar na plataforma a Sul do Jardim Botânico. Um outro programa, um “SPA”, também é proposto fazendo parte do hotel, mas com uma entrada independente pelo Jardim Botânico. A ligação entre os dois, será subterrânea. O alçado reconstrói o muro existente, com janelas para o hotel, e cego com lanternins para o SPA. 2. O edifício da Antiga Escola Politécnica, deve em parte (2/3 da sua superfície) continuar a ser Museu, depois de remodelado, como por exemplo, o Museu da Ciência, em Barcelona. A restante parte virada a Norte para o jardim, propomos um Centro de Eventos para reuniões, banquetes, exposições, moda, design e apresentação de projectos, etc, etc. - O pequeno edifício virado a Nascente sobre o jardim, propomos um restaurante, aproveitando a belíssima vista sobre esta parte da cidade. O Teatro poderá ser deslocado para um edifício anexo ao Capitólio, já que não precisa de vistas para o exterior. - O Picadeiro deve ser restaurado e servir para grandes eventos, tal como acontece na antiga sala de arquivos na Alfândega do Porto. A analogia estrutural da cobertura em madeira, garantem-nos à priori, uma boa acústica. - 3 Fragmentos rematam algumas situações pontuais de ângulos e esquinas (ver edifícios B.2.4, B.2.5 e B.1.7), que foram desenvolvidos por nós, para que a forma não fosse arbitrária. - O outro edifício a Poente, na Av. das Palmeiras, também deverá ser recuperado. Propomos uma galeria de comércio no r/c, e no Piso 1, a biblioteca deve ser mantida e recuperada, pois pode servir de apoio ao hotel residencial (70 quartos), que pode dar apoio a um centro de investigação da universidade. As estufas devem ser demolidas. Este hotel pode obedecer a um protocolo, como por exemplo, com Harvard ou o tão anunciado projecto do M.I.T. - Sem afectar a morfologia do Centro de Meteorologia, propomos uma casa de chá, apoiada por uma pequena biblioteca, e uma galeria de exposições. 3. Na zona 3, a Norte do Jardim e nas traseiras da Rua do Salitre, propomos uma frente de habitação, com uma volumetria quase simétrica. Esta frente, terá estacionamento para os moradores, bem como um túnel para um Funicular que ligará a Av. da Liberdade (estação do metro) com a cota dos jardins da Antiga Escola Politécnica, hoje museu. A distância justifica-se - 400 m. - Um outro edifício que pouco se manifesta, é onde termina o Funicular, pois aproveitamos a plataforma, onde hoje estão instalados os viveiros e que devem ser removidos para Nascente. - Nesse desfasamento de cota, propomos uma construção, sem janelas mas com um pátio, um centro de dança contemporânea, que não precisa de aberturas. As janelas indicariam uma escala doméstica, que a escala destruiria o anonimato que se pretende. 4. Num antigo caminho (ver planta) que rematava a Sul os antigos jardins do Palácio Mayer, propomos a abertura de uma nova rua, que ligará a cota alta da entrada do Jardim Botânico com a nova praça do Parque Mayer. - Algumas lojas no r/c de casas da Rua da Alegria e da Rua do Salitre, deverão ser demolidas para serem novas portas de acesso ao jardim, conforme as curvas de nível entre os quarteirões a Sul e a Norte. Deste modo, o jardim não é um obstáculo na cidade, mas um corpo disponível, aberto, que oferece percursos alternativos, que hoje não existem. O jardim, pode e deve ganhar outras alternativas de uso. 5. Mantendo o Teatro Capitólio, não quer dizer que pelo facto de ser classificado, que tenha de ficar isolado. Por isso, propomos duas construções que o ladeiam e que pelos seus alinhamentos definem uma praça, aproximadamente com 60m de diâmetro. Os seus programas serão de habitação, ateliers, laboratórios, oficinas e escritórios, ficando no r/c e no piso 1 o comércio. Esta praça, quase circular, funciona como um joelho que articula a Av. da Liberdade, o Jardim Alfredo Keil, e os braços da nova construção que abraçam o Jardim Botânico, com uma escala próxima da envolvente. Conclusão Contando com a existência do Cinema S. Jorge, do Coliseu dos Recreios e dos Teatros Tivoli, Politeama e D. Maria II nas proximidades, o projecto tenta criar uma malha de equipamentos lúdicos (comércio, hotel, ginásio, etc.) com actividades artísticas (teatro, ateliers, dança, galerias), não concentradas num sítio, mas estrategicamente dispersos de modo a que o jardim seja o pólo aglutinador de vários percursos pré-existentes e outros que terão de acontecer. As novas frentes de construção, são no nosso entender adequadas às volumetrias e linguagens existentes, e serão a âncora realista para que a operação se possa realizar. Gonçalo Byrne Arquitectos “ (...) quanto ao presente, se fosse sempre presente, e não passasse para o pretérito, como poderíamos afirmar que ele existe, se a causa da sua existência é a mesma pela qual deixará de existir?” Santo Agostinho, Cf. XI, 17, 22. Propõe-se, à cota baixa, a replicação de uma matriz semelhante à que no séc. XVII rege, na cumeada do Monte Olivete, a implantação do noviciado Jesuíta da Cotovia, posteriormente ocupado pelo Colégio dos Nobres, actual Faculdade de Ciências. Esta acção implica a implantação de um novo motor urbano à cota baixa, contrariando o processo convencional que tem vindo a construir Lisboa das coroas para os vales. É a partir daí proposta a compactação do enclave residual actualmente representado pelo Parque Mayer, redescobrindo a possibilidade de introdução de um sistema articulado de vazios que, pervertendo a actual oclusão deste espaço, comprova não só a possibilidade da sua inscrição na cidade, como a da geração de novos significados urbanos. Estabelecem-se assim os objectivos de inscrição e de identidade, sustentando o primeiro a dimensão urbana e o segundo a dimensão arquitectónica da proposta. A sobreposição dessas duas dimensões resultará num sistema de continuidades não só da cota baixa para a cota alta, como ao longo da meia encosta, com novas permeabilidades estabelecidas pelas frentes urbanas das ruas da Alegria e do Salitre. Na definição deste sistema, onde a indução de vida é encarada como factor fundamental, a nova edificação desempenhará um papel decisivo como dispositivo de condução de todo o sistema de vazios, cerzindo novas frentes, fechando malhas, criando matrizes, fabricando cidade. No caso da Faculdade de Ciências, conduz a um complemento funcional. Será através dela superada a residualidade dos actuais limites, invertendo o sistema de traseiras onde possível, reforçando as restantes acções que inferem a dimensão urbana e paisagística da proposta. Constituirá também um factor decisivo na viabilidade económica e urbanística da operação já que, para além de possibilitar a diversificação de usos neste espaço e respectiva programação, poderá consagrar a possibilidade de integração da sua carga temática à escala da avenida, senão mesmo da cidade. Esse constituirá um dos vectores de sustentabilidade da proposta. Em termos de sustentabilidade ambiental e energética apontar-se-á sempre ao reencontro de equilíbrios e a acções não intrusivas em áreas tão sensíveis como a do Jardim Botânico e mesmo subsistemas envolventes, inscrevendo estes no quadro mais alargado dos corredores ecológicos do vale e da avenida. De forma transversal, a viabilidade da operação assentará sempre na definição de um adequado modelo financeiro, que, ajustado à dimensão sensível da proposta, não só torne viável a sua execução como garanta o reflexo da sua dimensão prospectiva e optimista. in http://www.cm-lisboa.pt/?id_item=15962&id_categoria=11
  10. Exposição dos Projectos para o Parque Mayer visa promover o debate público O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, inaugurou, no dia 3 de Abril, nos Museus da Politécnica, a exposição “Concurso de Ideias para o Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Área Envolvente”, antecedida da apresentação das cinco propostas vencedoras do concurso de ideias. António Costa apelou ao envolvimento no debate público sobre o futuro do Parque Mayer, cujo plano de pormenor a elaborar pelos vencedores do concurso de ideias deverá ser discutido em Agosto próximo. “Debatam, reflictam, agitem ideias e ajudem a fazer desta zona de Lisboa a zona de excelência que deve ser”, convidou o presidente da autarquia as muitas pessoas que enchiam o auditório da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para assistir à apresentação, pelos próprios autores, das cinco propostas selecionadas. "Este espaço resolve-se pensado colectivamente e falado colectivamente" adiantou o autarca. Assim, a sessão contou com a apresentação dos projectos do atelier de Aires Mateus e Associados (por Manuel Aires Mateus), da ARX Portugal - Arquitectos, Lda (por José Mateus), da Vão Arquitectos Associados, Lda (por José Pedro Rosado), de Eduardo Souto Moura (por Souto Moura) e de Gonçalo Byrne Arquitectos (por Gonçalo Byrne). A ocasião contou com a presença dos membros do júri deste concurso, o Arq.º Nuno Portas, presidente, a Prof.ª Maria Amélia Martins-Loução, o Arq. Luís Carrilho da Graça, a Arqª. Paisagista Elisabete Barreiros Ferreira, o Dr. Jorge Manuel Cabrita Trigo, o Arqº. Manuel Fernandes de Sá e o actor Raul Solnado. A exposição dos trabalhos estará patente até 4 de Maio nos Museus da Politécnica, na Rua da Escola Politécnica, e será acompanhada da realização de três debates, nos dias 7, 14 e 21 deste mês, moderados por Miguel Lobo Antunes, com o objectivo de ajudar a Câmara a perceber o que querem as pessoas para a zona. “A fase da Câmara decidir há-de chegar. Neste momento, é altura da cidade falar”, disse António Costa, justificando a opção de promover um concurso de ideias com a “convicção de que do debate resultarão ideias melhores”. O autarca espera que o debate seja “informador e inspirador de uma boa decisão para a cidade”, sublinhando que está em causa uma “oportunidade única” para ligar a Avenida da Liberdade à Sétima Colina. Em exposição estarão as cinco propostas finalistas do concurso público lançado pela Câmara Municipal de Lisboa, em Novembro de 2007, bem como as restantes propostas e outros projectos, mais antigos. A exposição pretende dar a conhecer os projectos e promover o debate público em torno da reabilitação deste quarteirão. O concurso que, ao todo, reuniu 27 propostas de diferentes ateliers de arquitectos teve como critério de selecção a visão criativa mas realista, o pensamento ecológico, a animação sociocultural e a qualidade arquitectónica. Em Junho, estes ateliers entregarão propostas mais pormenorizadas que serão avaliadas tendo em conta também as sugestões do debate fomentado por esta exposição, bem como pelos debates e colóquios que decorrerão em paralelo. in http://www.cm-lisboa.pt/?id_item=15962&id_categoria=11
  11. E o que estava lah antes era melhor? Achas que aquele monumento que existe em honra dos soldados mortos fica bem perto daquele edificio? [ATTACH]11418[/ATTACH] Vendo os edificios que lah estao penso que nao vai ter um grande impacto junto da Torre.
  12. O Impacto nao parece ser tao negativo como pretenderam afirmar. Mas mesmo assim tem um impacto estranho na paisagem. O que eh que acham?
  13. Parece a juncao de Siza com Souto de Moura. Muito Escola do Porto. Agora seria bom umas plantas, uma memoria descritiva e as respectivas fotos do interior.
  14. YouTube - Champalimaud Research Centre O Centro de Investigação Champalimaud, materializa o objectivo da Fundação Champalimaud de construir um centro de investigação científica multidisciplinar translacional de referência no campo da biomedicina, que garanta as condições ideais para que investigadores e académicos nacionais e estrangeiros desenvolvam projectos de excelência com aplicação clínica (prevenção, diagnóstico e tratamento), nas áreas das neurociências e da oncologia. O Centro disporá das melhores condições e das mais modernas tecnologias para investigação biomédica, bem como das infra-estruturas necessárias ao ensino pós-graduado e a programas de mestrado e de doutoramento no campo da biomedicina. O Centro Champalimaud ficará implantado num terreno de 60.000m2 na zona ribeirinha de Pedrouços. É um local privilegiado, perto da Torre de Belém, e onde o rio se encontra com o Oceano Atlântico e de onde os navegadores portugueses partiram há cinco séculos em busca do ‘desconhecido’. A presença de um centro de investigação científica de excelência e de reputação internacional alavanca o legado histórico desta zona e estabelece uma ponte inspiradora entre as “Descobertas” e a sempre actual epopeia das descobertas científicas. O Centro Champalimaud promove a relação da cidade com o oceano e com o ‘desconhecido’ abrindo ao público amplas zonas ajardinadas de circulação pedonal através do empreendimento e ao longo do rio. O projecto desenvolvido pelo Arquitecto Charles Correa para o Centro Champalimaud acolhe, desenvolve e potencia os objectivos de excelência científica e de celebração das “Descobertas”, ao mesmo tempo que devolve o rio à cidade e o torna acessível através de zonas públicas de grande beleza. O Centro Champalimaud inclui 3 edifícios dispostos de forma a promover o acesso franco ao rio: - Edifício A, que contém nos pisos inferiores as áreas de diagnóstico e de tratamento, e nos pisos superiores os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos. - Edifício B, que inclui um Auditório, uma Área de Exibições e uma Área de Restauração no piso de entrada. No piso superior estão os escritórios da Fundação, que comunicam com os serviços administrativos da Edifício A através de uma elegante ponte de vidro. - Edifício C é um anfiteatro ao ar livre com vista para o rio. Os edifícios estão dispostos de forma a criar uma via pedonal de 125 metros que atravessa diagonalmente o terreno (no sentido nascente-poente) em direcção ao mar e, simbolicamente, do ‘desconhecido’. Este caminho tem uma suave rampa ascendente em direcção ao rio (1:30) de tal maneira que na sua subida se vê unicamente o céu. No final da rampa encontram-se duas grandes esculturas monolíticas de pedra bruta. Ao ser atingido o ponto mais alto, ver-se-á uma grande massa de água que, aparentemente sem qualquer tipo de corte visual, liga com o oceano. No centro desta massa de água emerge um objecto oval de aço inoxidável, ligeiramente convexo, que reflecte o céu azul e o movimento das nuvens; pode representar um conjunto diverso de coisas, desde a carapaça de uma tartaruga, a uma ilha tropical ou mesmo um tesouro, elementos que fazem parte da aventura mítica que inspirou os descobrimentos. Nas plantas do projecto é possível ver como é que as diferentes áreas estão distribuídas nas três unidades do Centro Champalimaud. Edifício A No coração da Edifício A está o bloco central, com os centros de diagnóstico e de tratamento nos pisos inferiores e com os laboratórios nos pisos superiores. Entra-se no edifício através de um lobby de duplo pé direito que dá para um jardim tropical coberto por uma pérgola que faz a ligação à natureza e, simbolicamente, à vida. Mais adiante no piso da entrada encontram-se as zonas de exames, ligadas ao apoio clínico e ao centro de bem-estar. A partir do lobby há acesso directo a uma área localizada no piso inferior onde os utentes podem deixar os seus filhos pequenos enquanto estão no Centro. O jardim tropical coberto por uma pérgola é a peça central do edifício, ficando a uma cota de –4,5 metros, ou seja no piso inferior ao da entrada. Neste piso estão o centro de diagnóstico e o centro de tratamento, sendo que este se abre para um outro jardim mais calmo e reservado, na extremidade oeste. Também estão neste piso o biotério e uma área técnica, cada uma servida por uma zona de descarga, acessível pela via de serviço a norte do edifício. No primeiro piso, estão localizados os laboratórios de investigação, distribuídos à volta do jardim tropical, os laboratórios de apoio e os gabinetes dos investigadores, estes com vista para a Marina e para o Oceano, a oeste. Estes espaços culminam numa biblioteca de dois pisos localizada numa posição fulcral na intersecção das duas alas, o que a torna num local de encontro de cientistas e de utentes. A sudoeste encontra-se um espaço de reserva para expansão consoante as necessidades futuras. Para nordeste estão a Cafetaria o Ginásio, com vista para o Oceano, a oeste. O segundo piso é o último piso de laboratórios, com aberturas francas para o piso inferior que ligam os dois níveis, de modo a incentivar e facilitar a interacção entre os profissionais, que é essencial na investigação científica. Na ala nordeste deste segundo piso encontram-se os serviços administrativos que comunicam através de uma ponte de vidro com os escritórios da Fundação da Edifício B. Na cobertura encontram-se as áreas técnicas e outras áreas de serviços. Edifício B No piso de entrada há uma área de exibições, que contém informação interactiva muito high tech para comunicar os objectivos inovadores da Fundação Champalimaud e para ilustrar os acontecimentos épicos que ocorreram exactamente neste local há 500 anos. Também estão localizados neste piso o Auditório e uma área de Restauração, com entradas próprias de forma a poderem ser utilizados separadamente ou em conjunto. A área de restauração surpreende-nos com um generoso terraço a sul, com vista para o passeio à beira rio. Os escritórios da Fundação estão no piso superior, abrindo-se para bonitos terraços com árvores plantadas em terra. Edifício C Trata-se do anfiteatro que completa a composição arquitectónica. Será utilizado para programas musicais e palestras: um espaço maravilhoso para estas actividades, com a água do rio como pano de fundo dos músicos e dos oradores. in http://www.fchampalimaud.org/home/po...-champalimaud/ Building A At the heart of Building A is the central block with the diagnostic and treatment areas in the lower levels and the basic research laboratories in the upper levels; One enters through the double-height Lobby that looks on to a Pergola-covered Garden. Ahead on the ground floor are the Patient Examination Clusters, connected to the Clinical Support and to the Wellness Centre. From the Lobby there is a direct access to an area where patients can leave their children while being cared for, in the garden level below. The Pergola-covered Garden (see picture above), that is central to all the facilities is at a level below the Lobby (at -4,5 m), where the Diagnostic and Treatment Centres are located. The Treatment Centre, and specifically the facilities for cancer patients, opens out onto a sunken plaza at the western end of the site, which provides a quiet and pleasant ambience. Also located in this level are the Vivarium and the Maintenance Area with their own docks for trailers, directly accessible from the Service Road. On the first floor are located the Research Laboratories, arranged around the Pergola-covered Garden, backed up by Support Laboratories and a ring of offices overlooking the Marina and the Ocean to the west. These spaces culminate in the double-storey Library, placed in a pivotal position at the intersection of two wings, so that it also becomes a meeting place for scientists, clinicians, and patients. On the SW there is Shell Space for expansion of either the Clinic or the Laboratories, depending on future needs. To the NW are the Cafeteria and the Gymnasium overlooking the Ocean to the west. On the second floor is the upper level of Research and Support Laboratories, with double-height cut-outs interconnecting the first and the second floor, so as to promote the interaction so essential to scientific research. On the NE wing of this second floor is located the Administration and the Conference Rooms, which connect via a glass bridge to the Foundation offices located in Building B. On the terrace level are Maintenance rooms and other service areas. Building B On the ground floor is located the Exhibition Area, with high-tech interactive displays depicting the cutting-edge objectives of the Champalimaud Foundation and their relation with the discoveries of 500 years ago. Here are also located the Auditorium and a Restaurant, each with its own entrance, so that they can be used separately or together with the conference rooms. The Restaurant has a generous dining terrace to the south, overlooking the public promenade on the waterfront. The offices of the Champalimaud Foundation are in the upper floor, opening to beautiful terrace gardens, covered with large trees. Building C This is the Amphitheatre which completes the architectural composition. It will be used for music programs and for lectures. It is a wonderful space for these activities, with the water acting as a backdrop to the musicians and to the speakers.
  15. Nao foi totslmente aberto. Participaram os ateliers com portfolio e com obra feita e que pudessem pagar umas centenas de euros pela caderno de encargos. Foi parcialmente aberto. Os arquitectos mais jovens e sem obra feita nao puderam participar.
  16. Corredor Verde avança após 30 anos de projectos bruno simões castanheira Entre o Parque Eduadro VII e o Parque Florestal de Monsanto existem 6,5 quilómetros de espaço verdes Mónica Costa Entre o Parque Eduardo VII e o Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa, existem 6,5 quilómetros de espaços verdes, que até ao Verão do próximo ano vão ficar ligados entre si. A garantia que o Corredor Verde da cidade vai finalmente avançar foi dada ontem por José Sá Fernandes, vereador responsável pelos Espaços Verdes da Câmara de Lisboa, que pretende assim concretizar um das suas promessas eleitorais. O autarca promete assim realizar um sonho antigo do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, que há cerca de 30 anos idealizou aquele percurso pedonal, sem que até hoje o tenha visto acontecer. Ao todo, o projecto - que inclui nivelamentos de piso, construção de uma ponte, entre vários outros trabalhos - custará 500 mil euros, mas a maior parte da verba será assegurada por financiamentos exteriores e também por dinheiro do Casino de Lisboa, explicou Sá Fernandes, que acedeu ao convite do Centro Nacional de Cultura e foi o cicerone durante um passeio pedonal pelos 6,5 quilómetros do futuro Corredor Verde. As novidades começam logo entre o Parque Eduardo VII e o Jardim Amália Rodrigues, onde haverá nivelamento de piso e uma passagem para peões. Também para chegar à parte de trás do Palácio da Justiça será feita uma passagem para peões. Para a zona da Avenida Gulbenkian está prevista uma ponte de ligação pedonal até perto das instalações da Polícia Municipal (PM). Sá Fernandes espera conseguir lançar o concurso de adjudicação no final do mês de Maio e acredita que em Novembro será possível arrancar com a construção. A conclusão está prevista para o Verão de 2009, assim como os restantes trabalhos. Duas cafetarias vão ser construídas ao longo do percurso uma perto da PM e outra junto à quinta municipal José Pinto, perto do Bairro da Liberdade, em Campolide. A quinta também será recuperada e para chegar a Monsanto será aproveitada a passagem pedonal já existente. Na entrada do Parque Florestal, haverá uma recepção: uma construção municipal que vai ser recuperada. O actual parque de estacionamento vai ser melhorado, assim como o caminho que leva para ao interior do parque. No final da longa caminhada, Sá Fernandes anunciou que está estudo um sistema que permita o aluguer de bicicletas e carrinhos eléctricos num ponto do percurso e posterior devolução noutra zona, depois de utilizados.
  17. Fórum Portimão abre em Dezembro com grande espectáculo O Jardim 1º de Dezembro, com o Fórum Portimão ao fundo O Fórum Portimão, que resulta da adaptação do antigo Palácio Sárrea Prado, deverá estar concluído em Dezembro. A construção, de acordo com fonte da autarquia, corre a bom ritmo, depois de meses de impasse devido a desentendimento entre os empreiteiros. A programação do novo teatro está já, de resto, a ser preparada, ainda que não esteja «fechada». A perspectiva é a de realizar um grande espectáculo inaugural. O Fórum Portimão, um investimento de cerca de 10 milhões de euros, contempla uma sala principal com capacidade para 600 espectadores, um auditório mais pequeno, uma grande sala de exposições, um café-concerto e salas para actividades diversas, numa abordagem de espaço de manifestações culturais de porta sempre aberta à vivência pública, de ponto de encontro no coração da cidade. O projecto é assinado pelo arquitecto Troufa Real, guardando uma réplica da fachada emblemática e de uma parede lateral depois de, devido a problemas surgidos durante a obra, ter sido preciso demolir as estruturas originais. O interior moderno é da autoria do designer Daciano da Costa, recentemente falecido. 2 de Abril de 2008 | 15:01 joão tiago in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=23042&tnid=3
  18. Sabe como foram construídas as pirâmides? 2008/04/02 | 19:34 Um francês alega ter solucionado o enigma e mostra o seu trabalho A forma como foram construídas as gigantescas pirâmides do Egipto é um dos maiores mistérios da antiguidade. Mas o arquitecto francês Jean-Pierre Houdin pensa ter resolvido o problema e apresentou a sua solução: uma rampa interior em espiral que terá permitido aos construtores erguer as enormes estruturas, de dentro para fora. Houdin recorreu à tecnologia para estudar a execução da obra e usou um programa informático desenvolvido pela empresa francesa Dassault Systemes para simular a construção da pirâmide de Queóps. Na sua versão, os egípcios recorreram a um túnel em espiral em rampa, que segundo ele ainda se deve encontrar no interior da parede externa das pirâmides, que serviu para elevar as pesadas pedras com que foram construídas. A primeira explicação conhecida para a construção das pirâmides foi feita pelo grego Heródoto, que por volta do ano 450 a.C. defendeu que os enormes blocos de pedra haviam sido erguidos com auxílio de guindastes. Esta possibilidade é considerada, no entanto, pouco provável, já que seria necessária uma tecnologia demasiado avançada para a época, devido ao peso elevado de alguns blocos. A teoria das rampas - que também tem sido defendida - é da mesma forma vista com algum cepticismo, pela razão de que uma estrutura desse tipo teria que ter cerca de 1,6 quilómetros de comprimento, para que a sua inclinação não superasse os 8 graus de inclinação. in http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=793315&div_id=291
  19. Os arquitectos Álvaro Siza Vieira, Nuno Teotónio Pereira e Gonçalo Byrne participam em Castelo Branco, a 12 de Abril, numa homenagem ao arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer. A iniciativa da delegação distrital da Ordem dos Arquitectos pretende homenagear o “pai” da cidade de Brasília, que fez recentemente 100 anos e continua no activo. Na sessão de abertura deverão estar o embaixador do Brasil e o bastonário da Ordem dos Arquitectos. Por confirmar está a presença de José António Pinto Ribeiro, o ministro da Cultura. Na sessão da manhã vão intervir os arquitectos Alexandre Alves Costa, Gonçalo Byrne, Nuno Teotónio Pereira e Sérgio Fernandez. Siza Viera, Ana Tostões e José Afonso, o presidente da delegação distrital da Ordem dos Arquitectos, são alguns dos intervenientes da tarde. Na homenagem, marcada para o auditório da Escola Superior de Tecnologia, vai ser exibido um filme sobre os 100 anos de Niemeyer. in http://www.reconquista.pt/noticia.asp?idEdicao=121&id=5726&idSeccao=1130&Action=noticia
  20. Aceitam-se ideias para o novo Parque Mayer ANDRé KOSTERS / LUSA António Costa espera que o plano esteja concluído em Setembro Até ao início de Setembro, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) espera que o plano de pormenor do Parque Mayer e da zona envolvente (Jardim Botânico e edifícios da Rua da Escola Politécnica) esteja em condições de ser aprovado pela autarquia, num processo que deseja o mais participado possível pela população da cidade. "Debatam, reflictam, agitem as ideias e ajudem a fazer desta zona de Lisboa a zona de excelência que deve ser", apelou, ontem, António Costa, às muitas pessoas que enchiam o auditório da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa para assistir à apresentação das cinco propostas seleccionadas na primeira fase do concurso de ideias. António Costa inaugurou depois uma exposição no Museu de História Natural, onde, até 4 de Maio, podem ser apreciados os 27 trabalhos que se apresentaram à primeira fase. Nos dias 7, 14 e 21 de Abril, sempre às 18 horas, haverá debates públicos, moderados por Miguel Lobo Antunes, com o objectivo de ajudar a Câmara a perceber o que querem as pessoas para a zona. "A fase da Câmara decidir há-de chegar. Neste momento, é altura da cidade falar", disse António Costa, justificando a opção de promover um concurso de ideias com a "convicção de que do debate resultarão ideias melhores". Costa espera que o debate seja "informador e inspirador de uma boa decisão para a cidade", insistindo que está em causa uma "oportunidade única" para ligar a Avenida da Liberdade à Sétima Colina. "Este espaço não se resolve por inspirações de príncipe. Resolve-se pensado e debatido colectivamente", defendeu, para explicar porque optou por não "escolher um grande arquitecto", preferindo antes chamar "toda a gente para o debate". Algumas das caras da cultura e do espectáculo que estiveram presentes não se mostraram entusiasmadas com o que viram. Maria Tavares, actriz, não compreende "porque é que só se mantém um dos teatros da Broadway portuguesa [o Capitólio]", ideia também partilhada por Hélder Freire. O dono do "Maria Vitória", único teatro que permanece a funcionar, promete que a classe irá bater-se para que exista também um teatro dedicado à revista. Gina Pereira in http://jn.sapo.pt/2008/04/04/pais/aceitamse_ideias_para_o_novo_parque_.html Lisboa/Parque Mayer: Costa apela ao debate público Lisboa, 03 Abr (Lusa) - O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), apelou hoje ao envolvimento no debate público sobre o futuro do Parque Mayer, cujo plano de pormenor elaborado pelos vencedores do concurso de ideias deverá ser discutido em Setembro. "Debatam, reflictam e agitem ideias e ajudem a fazer desta zona a zona de excelência que deve ser", apelou António Costa na inauguração da exposição das 25 propostas apresentadas no concurso de ideias para o Parque Mayer e zona envolvente. A exposição dos trabalhos estará patente até 4 de Maio nos Museus da Politécnica, na Rua da Escola Politécnica, e será acompanhada da realização de três debates, nos dias 7, 14 e 21 deste mês, moderados por Miguel Lobo Antunes. No final deste período de debate, "a Câmara terá de definir um programa que delimite o trabalho dos cinco grupos de arquitectos" que já foram seleccionados. As cinco equipas elaborarão a partir das directrizes dadas pela autarquia um projecto de plano de pormenor, cabendo ao júri presidido pelo arquitecto Nuno Portas e à Câmara a escolha de um plano. "Desejavelmente em Setembro" o plano de pormenor será discutido pelo executivo municipal, apontou António Costa. Foram seleccionados os projectos do ateliê Aires Mateus e associados, ARX Portugal, Vão Arquitectos, Souto Moura e Gonçalo Byrne. O autarca sublinhou que este plano é "totalmente independente" do desfecho de processos judiciais que possam vir a determinar a anulação da permuta entre a Câmara e a Bragaparques. "É uma competência municipal a elaboração e aprovação de planos de pormenor e eles aplicam-se quer se trate de propriedade municipal ou privada", sustentou. Sejam quais forem os futuros donos do Parque Mayer - actualmente sob posse da Câmara - "terão que respeitar o plano", que define os usos e índices de construção, sublinhou. A abrangência deste futuro plano de pormenor não se cinge ao Parque Mayer mas estende-se pelo Jardim Botânico e zona da Escola Politécnica. O concurso internacional de arquitectura para a reabilitação do Teatro Capitólio, que ficou de fora do concurso de ideias, sendo contudo um dos seus eixos, já recebeu 12 propostas. O acto público da abertura das propostas está marcado para 14 de Abril. ACL. Lusa/Fim. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=337454&visual=26
  21. Agora todos vao apresentar as propostas nas publicacoes, em revistas e nos sites.
  22. Centro comercial abre em 2011Fotos deJoaquim Dâmaso Provavelmente fizeram-se apostas, provavelmente o consórcio Multi/Lena era dado como favorito. E venceu. Vai construir o centro comercial Forum Leiria e conduzir a maior operação urbanística dos últimos anos na cidade. Depois de sucessivos adiamentos, a adjudicação foi anunciada na terça-feira durante a reunião do executivo camarário. As obras - primeiro as infra-estruturas e a rede viária, durante seis meses, só depois, faseadamente, o resto - arrancam em Janeiro ou Fevereiro do próximo ano. Sem encurtamento de prazos, a inauguração do shopping é no início de 2011. Com encurtamento de prazos, terá lugar a tempo do Natal de 2010. Isabel Damasceno anunciou os resultados: 15,25 valores para o consórcio Multi/Lena, 13,65 para a Chamartin e 9,85 para a Immochan. Oito vereadores pronunciaram-se a favor e um (Raúl Castro, eleito pelo PS) absteve-se. “Entendi que talvez valesse a pena proceder a uma auditoria jurídica a todo o processo, por entidade pública externa”, explicou. “Como tal não foi aceite, entendi abster-me”. Os concorrentes derrotados, que não quiseram comentar, têm dez dias úteis para contestar este desfecho. O que os leirienses vão ver primeiro é o começo do desenho do Jardim da Almoinha, lá para o Verão. Mas quando a intervenção chegar ao fim, a cidade não será a mesma. O projecto da Multi Development com a Lena Construções, o arquitecto Manuel Salgado e o ateliê Risco prevê 170 milhões de euros de investimento numa área de 195 mil m2 entre o Maringá e o Estádio Magalhães Pessoa. E, além de um shopping com hipermercado e 120 a 140 lojas, inclui nas contrapartidas um multiusos, um novo mercado, a conclusão do topo Norte, um patinódromo, um centro de treino e o realojamento das associações cívicas. A revolução verde associada promete liberdade para usufruir do rio Lis, andar a pé e de bicicleta e experimentar 65 mil m2 de relvados. O trânsito passa a circular à volta, em anel, e estão previstos 2.800 lugares de estacionamento. Talvez porque Leiria é um das últimas urbes médias portuguesas a avançar para um shopping desta dimensão, a presidente da Câmara, Isabel Damasceno, quer evitar os erros dos outros. “Vai-se requalificar uma zona da cidade que não estava bem rematada”, acrescenta. Se, por um lado, o centro comercial vale 2.300 empregos directos e deverá atrair consumidores de todos os concelhos em redor, por outro as opiniões sobre o futuro dos comerciantes tradicionais dividem-se. Uns vêem aqui uma oportunidade, outros a morte anunciada. Isabel Damasceno garante que a lógica é “de complementaridade e não de concorrência permanente”. in http://www.regiaodeleiria.pt/?lop=conteudo&op=705f2172834666788607efbfca35afb3&id=a265a8ff5ff76c7594010c9b8d0d8b0e
  23. Arquitecto Eduardo Souto Moura fala sobre «Recuperação de edifícios» em Tavira Eduardo Souto Moura «Recuperação de Edifícios» é o tema da palestra a apresentar por Eduardo Souto Moura, no dia 28 de Março, sexta-feira, às 18h15, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, com entrada livre. A iniciativa integra-se no ciclo «Conversas a que o Património nos Traz», promovido pela Câmara Municipal de Tavira, cujo o objectivo consiste em aprofundar a reflexão e o debate em torno de temas relacionados com o património histórico-cultural, a reabilitação urbana e os centros históricos nas mais diversas vertentes técnicas e científicas. Considerado um dos mais prestigiados arquitectos nacionais, Eduardo Souto Moura formou-se na Escola Superior de Belas-Artes do Porto (1980), foi vencedor do Prémio Pessoa (1998) e, mais recentemente, do Prémio Secil pela obra do Estádio Municipal de Braga (2004). Eduardo Souto Moura é, também, autor do projecto destinado a reabilitar o antigo convento de Nossa Senhora da Piedade de Tavira, mais conhecido como Convento das Bernardas. 12 de Março de 2008 | 15:02 in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=22659&tnid=5
  24. Primeira obra do arquitecto português na América Latina Museu projectado por Siza Vieira no Brasil inaugurado em Maio 26.03.2008 - 15h58 O Museu Iberê Camargo, projectado pelo arquitecto Siza Vieira em Porto Alegre, no Estado de Rio Grande do Sul, será inaugurado dia 30 de Maio. A obra que congratulou o arquitecto com o Prémio de Ouro na Bienal de Arquitectura em Veneza, há seis anos, foi também a primeira construção de Siza Vieira na América Latina. O projecto para a construção do Museu foi vencedor de um concurso realizado por uma fundação criada em 1995, com o objectivo de divulgar a obra do pintor expressionista brasileiro Iberê Camargo (1914-1994), nascido no Rio Grande do Sul. Desde o início da construção, em Julho de 2003, o projecto do museu foi exibido nas principais cidades brasileiras e em países como Portugal, França, Itália, Espanha, China, Japão e Coreia do Sul. A área de 8600 metros quadrados está localizada nas margens de um rio, o que permitiu a Siza Vieira tirar proveito do terreno escarpado para desenhar formas curvas para o prédio, em que o cimento branco surge como material principal. O objectivo foi criar um edifício que não surgisse como um “intruso no ambiente”, sendo por isso necessário “cumprimentar os vizinhos e estabelecer relações com o que está a sua volta", explicou. Siza Vieira projectou, em cinco andares, nove salas de exposições, distribuídas nos três andares superiores, além de um grande espaço, no primeiro andar, para exposições permanentes. O museu terá 4000 obras, entre pinturas, gravuras e desenhos de Iberê Camargo, um auditório para 125 pessoas, um atelier de gravuras, salas para cursos e oficinas, e um centro de informação e biblioteca. Para além do Museu em homenagem ao artista expressionista, o arquitecto português projectou também o Museu Aleijadinho, que está a ser construído na cidade de Congonhas, no Estado de Minas Gerais. A construção é dedicada ao escultor e arquitecto António Francisco Lisboa, de origem portuguesa, que viveu no Brasil no século XVIII. O Museu apresenta as obras do Aleijadinho, que ficou assim conhecido devido à doença que o deixou aleijado, deformando-lhe os pés e as mãos, mas não o impediu de esculpir. Projecto para requalificação do eixo Prado-Recoletos de Madrid vai ser estudado O projecto de Siza Vieira para a remodelação do eixo Prado-Recoletos de Madrid será submetido a um sistema normal de aprovação, de acordo com declarações proferidas pelo vice-presidente da Comunidade Autónoma Ignacio González. A decisão do Governo Regional poderá levar a um atraso de 9 meses da execução das obras, tal como escreve o jornal "El País". Contudo, o vice-presidente defende que é necessária a análise, "dada a envergadura do projecto bem como todas as alterações que implica assim o exige”. O projecto de Siza Vieira visa a remodelação desde a circulação rodoviária M-30 até ao Paseo de la Reina Maria Cristina, passando pelos Embajadores, desde Atocha até Colón, numa área total de 160 hectares. Face à magnitude do projecto, Ignacio González defende um estudo que tenha em conta as quatro jurisdições envolventes e todas as supressões ou modificações necessárias, designadamente em ruas, tráfego, monumentos e colégios existentes na área. Quanto à ideia de um túnel, o responsável afirmou apenas que é “uma alternativa possível”, mas “é ao município que cabe decidir”. Segundo Gonzalez, os túneis seriam uma solução uma vez que “Madrid tem uma tremenda experiência em construir túneis, e a M-30 é um exemplo, que tecnicamente é a obra mais complexa”. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1323709 Brasil: Museu projectado por Siza Vieira é inaugurado em Maio, em Porto Alegre São Paulo, Brasil, 26 Mar (Lusa) - O Museu Iberê Camargo, projectado pelo arquitecto português Álvaro Siza Vieira, em Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, será inaugurado a 30 de Maio, informaram fontes da instituição. Primeira obra de Siza Vieira na América do Sul, o projecto levou o arquitecto a vencer, em Setembro de 2002, o Prémio de Ouro da Bienal de Arquitectura, em Veneza. Siza Vieira foi o vencedor de um concurso realizado por uma fundação, criada em 1995 para divulgar a obra do pintor expressionista brasileiro Iberê Camargo (1914-1994), nascido no Rio Grande do Sul. Desde o início da construção, em Julho de 2003, o projecto do museu foi exibido nas principais cidades brasileiras e em países, como Portugal, França, Itália, Espanha, China, Japão e Coreia do Sul. Localizado nas margens de um rio, numa área de 8.600 metros quadrados, o arquitecto aproveitou o terreno escarpado para desenhar formas curvas para o prédio, que tem o cimento branco como material principal. "O edifício que surge é um intruso no ambiente. É preciso cumprimentar os vizinhos e estabelecer relações com o que está a sua volta", disse Siza à agência Lusa, durante uma de suas passagens pelo Brasil. Siza Vieira projectou, em cinco andares, nove salas de exposições, distribuídas nos três andares superiores, além de um grande espaço, no primeiro andar, para exposições permanentes. O museu terá 4.000 obras, entre pinturas, gravuras e desenhos de Iberê Camargo, auditório para 125 pessoas, atelier de gravuras, salas para cursos e oficinas, centro de informação e biblioteca. No Brasil, Siza Vieira projectou igualmente o Museu Aleijadinho, que está a ser construído na cidade de Congonhas, no Estado de Minas Gerais. Orçado em 2,2 milhões de euros, o museu é dedicado ao escultor e arquitecto António Francisco Lisboa, de origem portuguesa, que viveu no Brasil no século XVIII. O artista ficou conhecido como Aleijadinho devido à doença que o deixou aleijado, deformando-lhe os pés e as mãos, mas não o impedindo de esculpir. Filho de um mestre-de-obras português (Manuel Francisco Lisboa) e de uma escrava africana (Isabel), Aleijadinho é considerado pelos especialistas um dos mais importantes escultores de estilo barroco das Américas. O novo museu ficará situado ao lado do Santuário Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, que abriga as esculturas dos Doze Profetas de Aleijadinho, uma de suas obras mais conhecidas. MAN. Lusa/Fim in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=335501&visual=26
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