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JVS

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Everything posted by JVS

  1. Alguem sabe porque razao o Presidente da Republica Anibal Cavaco Silva nao aceitou este Diploma.
  2. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=Tm5e6AqrNF8"]YouTube - The Kite Runner (trailer)[/ame] Parece ser ... emocionante. Profundo. :)
  3. Esta obra arquitectonica esta ao mesmo nivel de alguns edificios existentes na cidade de Lisboa que nao sao inovadoras. Pertencem a um estilo muito comercializado pelos grandes ateliers de arquitectura. Quando vejo este edificio faz-me lembrar as Torres de Lisboa. E mesmo que digamos que eh um equipamento de saude e que estes edificios desta tipologia costumam ser assim sou obrigado a mostrar a Faculdade de Medicina Veterinaria do Polo de Ajuda. Aquilo sim, merece ser mostrado aqui no Forum. Mas o que eu gostava era de ler a opiniao do Ark sobre este projecto.
  4. in http://www.destak.pt/artigos.php?art=9019 Este plano merece um topico aqui. Eh um plano que merece alguma atencao e alguma analise.
  5. Fui ver o 10000 ac ... uma grande treta. Mais uma vez a história da Atlântida, especulações sobre as origens do Egipto, a indiferença, o uso e abuso superficial de temas como forma de decoração para entreter... uma grande porcaria de filme.
  6. Universidades do Norte de Portugal promovem cursos de Verão Brasileiros têm sido os principais participantes nos "Cursos de Verão" na região Norte de Portugal. Este ano é a 20ª edição, que decorrerá de 6 a 11 de julho. Da Redação Lisboa - A Associação das Universidades da Região Norte de Portugal realizará de 6 a 11 de julho a sua edição deste ano do programa internacional de cursos de Verão. As anteriores edições desta iniciativa têm tido uma adesão especialmente significativa de estudantes brasileiros. A 20ª edição dos "Cursos de Verão" incidirá sobre os temas "Arquitectura portuguesa" (na Universidade do Porto), "Ambiente e desenvolvimento sustentável" (na Universidade de Aveiro) e "Enoturismo na região demarcada do Douro" (na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro). Os cursos já receberam nas edições anteriores mais de 1.500 participantes do mundo lusófono, em especial do Brasil, consolidando uma experiência de intercâmbio bem sucedida, segundo a associação universitária. Cada curso tem o custo de 600 euros, incluindo aulas e palestras, visitas, actividades de lazer, almoços e lanches, jantares de abertura e encerramento do curso e transporte local. O programa, que pode ser consultado por via do site www.aurn.pt ou do e-mail cursosdeverao@aurn.pt, tem como destinatários os profissionais, estudantes do ensino superior, professores e todos os que desejem complementar alguns conhecimentos que já tenham nestas áreas. in http://www.portugaldigital.com.br/sis/noticia.kmf?noticia=7056439&canal=159
  7. Imocom lança prémio de Inovação no Turismo O Grupo Imocom lançou a primeira edição dos Imocom Tourism Innovation Awards, prémio de Inovação no Turismo que visa contribuir para o desenvolvimento da excelência na formação académica complementar de estudantes ao nível da Licenciatura, Mestrado e Pós-Graduação (1º e 2º ciclo do processo de Bolonha). Com este Prémio, o Grupo Imocom quer promover uma maior interligação entre as universidades e o mundo empresarial, reconhecendo e estimulando as vertentes académicas e científicas dos trabalhos apresentados pelos concorrentes. Estes são os estudantes de licenciatura, mestrado ou pós-graduação cujos programas contemplem conteúdos que possam ser aplicados no sector da hotelaria e turismo em aspectos como inovação, estratégia, marketing, e outros. Também podem concorrer candidatos não universitários, mas que mostrem provas de conhecimentos suficientes no âmbito do tema do prémio, o turismo. Em qualquer caso os concorrentes devem organizar-se em grupo de três a cinco elementos, independentemente do estabelecimento de ensino. Dentro do tema geral do turismo o tema do trabalho é livre, mas ficam algumas sugestões do Grupo: Caracterização de como será um grupo hoteleiro em Portugal nos próximos a 10 anos, nomeadamente em termos de marca, modelo de gestão, produtos, clientes, fontes de criação de valor, entre outros; Definição daquilo que será o produto turístico “resort” num prazo de 10 anos: Qual o conceito? Qual a arquitectura? Quais as infra-estruturas e serviços disponíveis? Quais as motivações da procura? Qual o perfil do turista? Terceira sugestão, um plano estratégico para novos conceitos de projectos turísticos em Portugal, incluindo “business plan”: estudo de mercado, segmentação e posicionamento, e análise de viabilidade. Prémio universitário, os Imocom Tourism Innovation Awards irão atribuir bolsas de estudo e estágios no Grupo Imocom. Caso os projectos sejam desenvolvidos com o acompanhamento de um docente, este terá direito a uma Bolsa de investigação. Fins-de-semana no Hotel Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa também premiarão os concorrentes melhor classificados. 17/03/2008 in http://www.turisver.com/article.php?id=34395
  8. Criado prémio para jovens inovadores Data: 2008-03-17 A empresa Ceska Hlava, em parceria com o Senado e com o Ministério da Educação, Juventude e Desporto checos, lançaram uma competição em ciências e tecnologia para estudantes de escolas secundárias a nível internacional. O «Innovating Minds – Czech Awards for Young Europeans» está aberto a todos os alunos europeus até aos 19 anos, com o objectivo de «contribuir para o desenvolvimento do interesse dos jovens numa carreira científica e em investigação», explica o portal do concurso. Esta competição está dividida em cinco categorias, nomeadamente tecnologia de informação e comunicação (TIC), saúde e qualidade de vida, ambiente, produto e tecnologia inovadora e desenho e arquitectura. Os concorrentes têm que submeter uma síntese do seu projecto via on-line, a par com uma crítica de um dos seus professores, até 10 de Setembro. A avaliação dos projectos caberá a um júri internacional integrado por cientistas, políticos e especialistas da indústria, que vai escolher o projecto vencedor em cada categoria, cujo autor receberá cinco mil euros. A cerimónia de entrega dos prémios vai ocorrer em Praga a Outubro de 2008. in http://www.i-gov.org/index.php?article=6176&visual=1
  9. Seixal: Protocolo para Museu Cargaleiro foi assinado hoje sem a presença do pintor Seixal, Setúbal, 16 Mar (Lusa) - A Câmara Municipal do Seixal assinou hoje os protocolos de colaboração com o arquitecto Siza Vieira e com os mecenas do projecto para concretizar o Museu Cargaleiro no concelho, apesar do pintor não ter estado presente na cerimónia. Manuel Cargaleiro, que comemora hoje 81 anos e estava confirmado nesta apresentação formal, acabou por não estar presente por questões de saúde, tendo-se feito representar por António Nabais, assessor da autarquia relativamente a questões culturais e históricas. O projecto Museu-Oficina Manuel Cargaleiro, da autoria de Álvaro Siza Vieira, ficará concluído em Abril de 2009 e funcionará como galeria de exposições e oficina de formação profissional artística nas áreas da marcenaria, tipografia e encardenação. Orçada em 800 mil euros, a galeria de exposições será construída na Quinta da Fidalga e terá financiamento de três mecenas, que cobrirão cerca de 85 por cento do custo total da obra. O Banco Espírito Santo colaborará com 375 mil euros enquanto as duas empresas locais Sociedade de Construções Manuel Gouveia e A. Silva e Silva financiarão com 150 mil euros cada uma o projecto. Além da construção de raiz da galeria de exposições, o projecto prevê também a remodelação das várias alas da Quinta da Fidalga, que foi propriedade de Paulo da Gama, para acolher o depósito de obras e as salas de oficinas. Cerâmicas, pinturas, gravuras, serigrafias e outras peças decorativas fazem parte do espólio de milhares de peças de Manuel Cargaleiro que, além de ter obras suas, colecciona também peças de outros artistas desde o início do século XX. "Finalmente é certo que se vai concretizar esta antiga ideia que será um óptimo equipamento que abarcará uma colecção preciosa e variada", realçou Álvaro Siza Vieira, que hoje assinou o protocolo que define os moldes da parceria com a Câmara Municipal. O arquitecto referia-se ao facto deste projecto estar pendente desde o ano 2000, visto que a ideia inicial previa um edifício de raiz que acolhesse as duas valências deste espaço e que ficaria situado na Quinta da Saudade. O presidente da autarquia, Alfredo Monteiro, congratulou-se com a concretização deste espaço que terá "um modelo museológico inovador, que honra o Seixal, a região e o país". Depois da angariação de três mecenas para o projecto, o presidente da autarquia espera agora sensibilizar outras entidades, nomeadamente o Ministério da Cultura, para a colaboração no que toca à área da formação, uma área da qual depende um investimento de mais 700 mil euros entre remodelações e contratação de pessoal. A ideia de criar um museu com o nome do artista surgiu em 1990 com o convite da Câmara Municipal de Lisboa para construir um espaço museológico na Praça de Espanha, onde seria instalada uma escola com formação profissional artística, um projecto que acabou por não se concretizar. "Tenho pena que este projecto não tenha ficado ligado a Lisboa porque sempre vivi em Lisboa e estive sempre ligado à cidade, apesar de viver há 50 anos em Paris", lamentou o pintor. Visto que esta possibilidade exigiu a criação da Fundação Manuel Cargaleiro, o pintor decidiu aceitar outro convite, da autarquia seixalense, para criar este espaço museológico no concelho do Seixal, sítio para o qual veio viver com 12 anos. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=333737&visual=26&tema=5
  10. Tem uma espacialidade muito interessante. Aqui em Lisboa seria curioso investigar mercados.
  11. Hmmm... por acaso tenho que concordar com alguns membros do forum quando me criticam quando não escrevo nada sobre os projectos que coloco no forum. É que eu olho para este projecto e fico um tanto surpreendido pela banalidade arquitectónica que este projecto apresenta. Com uma análise mais cuidada dá para ver que o projecto apresenta uma certa qualidade mas não é um projecto surpreendente. Gostava de saber porque razão o colega apresenta este projecto e porque teve o trabalho de tirar fotografias e de partilhar conosco este exemplo arquitectónico.
  12. http://tour-signal-ladefense.com/fr/pr1.html O Site. Prefiro a do Jean Nouvel.
  13. Sao Joao da Madeira, no distrito de Aveiro.
  14. Em vez de estar a olhar para Portugal como unico local para trabalhar apresento aqui alguns sites com oferta de emprego relacionado com a nossa profissão. Era para colocar na zona de Emprego mas achei melhor colocar aqui. First Job - http://www.premier-emploi.stepstone.be/jobsuche.cfm?newsearch=1&lsfilterf=21000000&searchtype=category Career Jet (India) - http://www.careerjet.co.in/search/jobs?s=architect&l=&ct=&cp=&sort=relevance&xs=sector%3A+%22architecture+building+construction%22 World Architecture News - http://www.worldarchitecturenews.com/index.php?fuseaction=job.joblist Go4Construction - http://www.go4constructionjobs.com/fr/discipline-1.html jobs.ac.uk - http://www.jobs.ac.uk/sector/architecture/ jobsarchitect - http://www.jobsarchitect.com/ Kijiji - http://montreal.kijiji.ca/f-jobs-W0QQisSearchFormZtrueQQlangZenQQExpandCatZ1QQKeywordZarchitectureQQCatIdZ45 New york craig list - http://newyork.craigslist.org/egr/ The New York Times - http://jobmarket.nytimes.com/jobs/category/engineering-architecture-jobs/architectural-services-jobs The Architecture Room - http://www.thearchitectureroom.com/Architecture_Jobs.html Architecture Recruitment - http://www.architecture.co.uk/
  15. Picote: EDP ajuda a recuperar esta aldeia transmontana do Douro Internacional Miranda do Douro, Bragança, 11 Mar (Lusa) - A aldeia de Picote, no Nordeste Transmontano, onde está instalada uma das mais emblemáticas barragens do Douro Internacional, está a ser alvo de um projecto de recuperação em parceria com a EDP, divulgaram hoje responsáveis locais. O propósito é dotar a freguesia de infra-estruturas modernas respeitando a traça original e valorizando o que é tradicional, defenderam a associação local FRAUGA e a junta de freguesia. Estas duas entidades são as responsáveis locais pelas intervenções previstas no âmbito da iniciativa "Núcleo Rural das Arribas", que abrange mais duas aldeias mirandesas, Sendim e Atenor. O projecto, que é coordenado pela CORANE, a associação para o desenvolvimento dos municípios da raia nordestina, conseguiu reunir para Picote várias parcerias e patrocínios, nomeadamente de empresas públicas como a EDP. A eléctrica nacional está ligada a esta aldeia pela barragem de Picote que deu origem à povoação anexa do Barrocal do Douro, construída no final da década de 1950, por causa da barragem. O conjunto está, há vários, para ser classificado pela sua importância, pois é considerado um exemplo da arquitectura moderna portuguesa. A "aldeia-mãe" (Picote) prepara-se para criar novos atractivos, recuperando o que é tradicional e valorizando o seu potencial turístico. Segundo disse à Lusa Jorge Lourenço, da associação de FRAUGA, que em mirandês significa fraga, as intervenções previstas são apresentadas quarta-feira. A cerimónia decorrerá na sede desta associação constituída por jovens apostados em dinamizar a aldeia, que tem menos de 500 habitantes. O projecto orçado em 700 mil euros incide no núcleo antigo da localidade com apoios a particulares para a recuperação de fachadas de traça tradicional. Prevê também soterrar o emaranhado de fios da iluminação pública e telecomunicações para respeitar o ambiente e a ruralidade desta aldeia do Planalto Mirandês. Os promotores querem ainda requalificar espaços públicos, abrir um centro cultural num edifício antigo e construir um centro de interpretação e eco-museu alusivos aos diferentes elementos da Natureza. Outras acções visam reabilitar o local arqueológico conhecido como Castro do Castelhar e o arranjo da envolvente do ribeiro que alimentava as pequenas hortas comunitárias. O Núcleo Rural das Arribas vai também permitir concluir a toponímia em mirandês, 12 anos depois desta aldeia ter sido pioneira a identificar, nas suas ruas, a segunda língua oficial de Portugal. Está também prevista a criação de itinerários temáticos sobre agricultura, ambiente, turismo e cultura. HFI. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=332359&visual=26&tema=4
  16. Existem duas margens. Norte e Sul. A margem sul é muito irregular tornando as cidades de Almada, Seixal, Barreiro e Montijo separadas por água. Esta ponte que apresento tem como objectivo ligar estas cidades da Margem Sul entre elas e por sua vez com a margem norte.
  17. Entrevista a uma jovem arquitecta.
  18. Seixal/Museu: Manuel Cargaleiro concebeu espaço para formação artística diversificada e acessível a todos Serviço Multimédia também disponível em áudio e vídeo em www.lusa.pt Seixal, Setúbal, 14 Mar (Lusa) - A criação de um espaço de formação artística diversificada para os jovens e acessível a todos foi a principal motivação do pintor Manuel Cargaleiro para aceitar conceber um museu com o seu nome no concelho do Seixal. Cerca de oito anos depois do convite da Câmara Municipal do Seixal para construir o Museu-Oficina de Artes Manuel Cargaleiro, o protocolo para construção do projecto será assinado este domingo, pelas 17:00 na Quinta da Fidalga, local que acolherá o edifício. Pinturas, cerâmicas, serigrafias, azulejos e outras peças decorativas fazem parte da colecção do pintor, que ficará exposta na Quinta da Fidalga a partir de Abril do próximo ano, isto de acordo com o calendário da Câmara Municipal do Seixal, responsável pela construção da galeria e remodelação de algumas alas da Quinta. O Museu funcionará com duas valências complementares: a galeria de exposições permanentes e temporárias e a escola de formação profissional artística, idealizada por Cargaleiro há quase 20 anos. Em entrevista à Agência Lusa, Manuel Cargaleiro confessa que até nem gosta "muito da palavra museu". "Acho que é um bocadinho de vaidade. Quando pensei no projecto para o Seixal era no sentido de fazer uma oficina de marcenaria, tipografia, cerâmica e restauro, criando um espaço para formar jovens que estão sem ocupação", afirma. "Hoje, as obras de arte, sobretudo as dos artistas mais velhos, ficam inacessíveis, acho-as um pouco caras demais. Este museu serve para que a arte esteja acessível a todos os que a queiram aproveitar", salienta o pintor, que possui um espólio de milhares de peças. O arquitecto Álvaro Siza Vieira é o autor do projecto para o Museu-Oficina de Artes Manuel Cargaleiro, um espaço de arquitectura moderna com cerca de 500 metros quadrados e que acolherá o espólio de Manuel Cargaleiro. As salas para formação profissional artística serão instaladas no edifício da Quinta da Fidalga, um espaço que data do século XVI e que pertenceu a Paulo da Gama, tendo sido comprado aos familiares do navegador no ano de 2000 pela autarquia. O projecto inicial previa um edifício que abarcasse as duas valências e ficaria situado na Quinta da Saudade mas as dificuldades de investimento, devido à não atribuição de fundos no âmbito do Programa Operacional para a Cultura dos dois anteriores quadros comunitários, inviabilizou a obra. "Ainda mantemos este projecto inicial, que considero ser a Serralves da Área Metropolitana de Lisboa pelo facto de ser um projecto grande. Mas a solução de investimento não podia ser só municipal, daí o abandono temporário da ideia", referiu o presidente da Câmara do Seixal, Alfredo Monteiro. "Se algum dia o primeiro projecto avançar, o espaço que vai ser construído este ano poderá sempre ser o de uma bela galeria de exposições, que o Seixal não tem", acrescentou Manuel Cargaleiro. A ideia de criar um museu com o nome do artista surgiu em 1990 com o convite da Câmara Municipal de Lisboa para construir um espaço museológico na Praça de Espanha, onde seria instalada uma escola com formação profissional artística, um projecto que acabou por não se concretizar. "Tenho pena que este projecto não tenha ficado ligado a Lisboa porque sempre vivi em Lisboa e estive sempre ligado à cidade, apesar de viver há 50 anos em Paris", lamentou o pintor. Visto que esta possibilidade exigiu a criação da Fundação Manuel Cargaleiro, o pintor decidiu aceitar outro convite, da autarquia seixalense, para criar este espaço museológico no concelho do Seixal, sítio para o qual veio viver com 12 anos. Além deste pólo, que será criado durante este ano no Seixal, o pintor tem ainda outro museu com o seu nome, localizado em Castelo Branco e que também vai ser alvo de uma remodelação para poder acolher mais actividades de formação profissional artística. Em Vila Velha de Ródão, terra natal de Manuel Cargaleiro, onde também estava prevista uma instalação do mesmo género, vai ser apenas construído um Centro de Formação artística na área do patchwork, um projecto que "está mais atrasado", disse o pintor. "Escolhi o `patchwork` porque é uma grande tradição da Beira Baixa e porque a minha mãe foi uma inovadora desta arte naquela região. Fez coisas muito interessantes só por fazer, sem intenção de expor", concluiu o artista. VYG © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-03-14 08:10:01 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=333177&visual=26
  19. in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=22635
  20. Obras em casas já não exigem licença camarária Entrou em vigor a 3 de Março o novo Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação que prevê, entre outras questões, que as obras em casas deixem de precisar de licença camarária, nos casos em que estas não alterem a estrutura ou o telhado do edifício. Os trabalhos de preservação de fachadas de prédio ou a construção de piscinas em moradias passam a precisar de apenas uma comunicação à autarquia. O novo regime reduz o controlo administrativo dos licenciamentos, mas reforça a responsabilidade dos promotores imobiliários e dos técnicos responsáveis pelos projectos. A partir de agora, as multas podem ir até aos 450 mil euros para quem violar as regras urbanísticas, podendo mesmo o técnico que assinar o projecto ficar até quatro anos sem poder exercer a sua actividade. Em contrapartida, o bastonário da Ordem dos Engenheiros declarou à agência Lusa que considera “gravíssimo” que as obras em casa deixem de precisar de licença, lembrando que nos prédios anteriores a 1950 há pequenas alterações que podem por em causa a estrutura do edifício. Para Francisco Santo, nos casos de edifícios anteriores a 1950, “abrir roços de três centímetros para instalar telefones e internet, ainda por cima em muitos casos dos dois lados das paredes, significa que estas ficam todas picadas como se fossem uma rede”. O Bastonário da Ordem dos Engenheiros, temente desta liberalização e desborucratização, questionou ainda a falta de regulamentação quanto à qualificação dos técnicos e à instrução para elaboração de projectos e criticou a “proliferação de regulamentos municipais”. O engenheiro critica o facto de que em matérias técnicas, cada câmara municipal regula como entende e defende que “isto deveria ser uniformizado a nível nacional”. Socialistas criticam falta de preparação da Câmara No mesmo dia em que entrou em vigor esta lei, os vereadores do PS acusaram a Câmara das Caldas de não estar preparada para as alterações previstas no novo regime, publicado em Setembro de 2007 no Diário da República. Em declarações ao nosso jornal António Galamba lamentou este facto, ressalvando que “os serviços jurídicos deram alguns passos neste sentido”. O vereador salienta que o novo regime tem mecanismos que permitem simplificar a vida dos agentes económicos e dos cidadãos em geral, no contacto com as câmaras municipais. Está em causa, por exemplo, a indicação de um gestor de procedimentos em cada projecto apresentado e a existência de um endereço electrónico para a recepção dos projectos. António Galamba sublinha que se não houver resposta do município no prazo de 20 dias a uma informação para trabalhos de preservação de fachadas de prédio, entre outros, os projectos são aprovados tacitamente. No entanto, o presidente da Câmara das Caldas esclareceu que já existe um endereço de correio electrónico (obrasparticulares@cm-caldas-rainha.pt) através do qual os munícipes podem apresentar os seus projectos. Por outro lado, Fernando Costa explicou que só uma semana depois da entrada em vigor do novo regime (a 11 de Março), é que foi publicada a Portaria que regulamenta os elementos que devem instruir os pedidos de realização de operações urbanísticas. Por isso, só agora é que a Câmara pode passar a proceder em conformidade com as alterações legislativas. Segundo o autarca, alguns funcionários frequentaram acções de formação “o que permitiu elencar alguns dos procedimentos que necessitam de ser adaptados”. Vai ser criada uma conta bancária para que os requerentes de um pedido de comunicação prévia (uma das figuras de controlo prévio agora revista) possam auto liquidar as taxas (nova figura agora prevista). Relativamente ao gestor de procedimentos, “praticamente já se encontrava assegurado por técnicos da DPU, devendo agora ser nomeado o gestor administrativo”. Na opinião do edil caldense, a aplicação deste novo regime jurídico tem diversos aspectos positivos, mas outros também negativos. Os vereadores socialistas aproveitaram este tema para voltar a criticar o funcionamento da Divisão de Projectos e Urbanismo da Câmara das Caldas, que continua sem um chefe. Desde 27 de Agosto de 2007 que os vereadores do PS não participam na votação de projectos urbanísticos “por não haver um chefe de divisão que assegure a uniformização dos critérios de análise dos projectos”. Segundo António Galamba, esta divisão tem tido diversos problemas, o que tem causado alguns entraves na aprovação de projectos. “Nenhum agente económico tem interesse em investir num município onde não tenha segurança de quais são as regras e quais são os prazos para aprovação de um projecto”, afirmou. Pedro Antunes in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=21034
  21. Viana: Biblioteca desenhada por Siza Vieira visitada por arquitectos gregos e alunos de Taiwan Viana do Castelo, 07 Mar (Lusa) - A nova Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, desenhada por Siza Vieira, já recebeu cerca de 11 mil visitas, entre elas de alunos da Universidade de Arquitectura Dayeh, em Taiwan, e de um grupo de arquitectos gregos. Em comunicado, fonte camarária sublinha que a nova biblioteca, inaugurada a 20 de Janeiro pelo primeiro-ministro, José Sócrates, "começa a ser um dos principais pólos de atracção da cidade e tem vindo a merecer grandes elogios por parte dos especialistas em engenharia e arquitectura". O presidente da Câmara de Viana do Castelo, Defensor Moura, já disse mesmo que nesta fase inicial o edifício tem funcionado mais como uma espécie de "museu visitável" do que propriamente como biblioteca. Para além dos normais utentes da biblioteca, foram registadas 1259 visitas marcadas por parte de escolas, universidades, associações culturais e de muitos arquitectos e fotógrafos. Situada na Praça da Liberdade e orçada em 4,5 milhões de euros, a nova Biblioteca Municipal começou a ser construída em Janeiro de 2004 e tem uma área total de 3.130 metros quadrados, divididos por dois pisos. Acolhe um acervo de cerca de cem mil livros e documentos do Município de Viana do Castelo. No piso superior ficam os três espaços de leitura, designadamente a Sala Luís de Camões, voltada ao rio Lima, que está apetrechada com uma mesa oval em bétula com 32,5 metros de perímetro e executada pelo marceneiro José Simões, sob o projecto do arquitecto Siza Vieira. As outras duas salas foram baptizadas com os nomes de José Saramago e de Fernando Pessoa. No piso inferior, ficam instalados serviços técnicos, gabinetes de trabalho e de consulta de especialidade, áreas de depósito e de atendimento. O edifício foi construído em betão branco, que recobre uma complexa estrutura em ferro, sendo a base em granito. "As salas são inundadas de luz natural, graças às grandes janelas panorâmicas sobre o rio Lima e sobre o centro histórico e aos originais lanternins (clarabóias). Dispõe ainda de um berçário, de um espaço infanto-juvenil e de um outro espaço de leitura para invisuais. No período nocturno, as salas de leitura serão iluminadas por candeeiros anexados às estantes de livros, especialmente desenhadas para o efeito", explicou fonte municipal. Estas são as primeiras instalações construídas de raiz para a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, que foi criada em Fevereiro de 1888 e que até aqui "passou" por cinco palacetes existentes na cidade. VCP. Lusa/Fim in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=331532&visual=26
  22. Douro: Siza Vieira desenha armazém de envelhecimento da Quinta do Portal Sabrosa, 08 Mar (Lusa) - A Quinta do Portal, implantada no vale do rio Pinhão, alia a tradição à inovação na produção de vinhos internacionalmente premiados e promete surpreender o Douro com um sofisticado armazém de envelhecimento projectado por Siza Vieira. Apesar de há mais de um século a família Mansilha se dedicar à produção de vinhos a empresa "Quinta do Portal" foi constituída apenas em 1994, dedicando-se desde então aos vinhos do Porto, do Douro, Moscatel e espumantes. Em 14 anos, a Quinta do Portal conquistou vários prémios nacionais e internacionais e, em Fevereiro deste ano, foi eleita pela Revista de Vinhos como "A Empresa do Ano 2007". "Foi um reconhecimento à consistência do nosso projecto em termos agrícolas, industriais e comerciais", disse à agência Lusa, Castro Ribeiro, membro da administração da empresa. O administrador acrescentou que a Quinta do Portal "é já uma das empresas de referência" da Região Demarcada do Douro (RDD), tendo apostado na introdução das mais modernas tecnologias nos processos de vinificação. Ao vinho "Quinta do Portal AURU 2001", a Revista de Vinhos atribuiu também o "Prémio de Excelência", e na categoria "O Melhor de Cada Região" foi galardoado o "Quinta do Portal AURU 2003" e os Portos "Portal 30 Anos" e "Portal 40 Anos". Hoje as vinhas da Quinta do Portal estendem-se ao longo de 95 hectares, reunindo também as quintas dos Muros, Confradeiro e Abelheira, instaladas no vale do rio Pinhão, nos concelhos de Sabrosa e Alijó. Com uma produção média anual de 1.500 pipas, os vinhos desta empresa são vendidos em 37 países, entre os quais o Canadá, Reino Unido, Hong Kong e Dubai. A "grande aposta" actual é o mercado brasileiro. Nos últimos dois anos e meio a empresa investiu cerca de oito milhões de euros na reestruturação das vinhas, na ampliação da adega e na construção do armazém de envelhecimento de vinhos, projectado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira. "É um dos dois trabalhos ligados ao vinho que o arquitecto Siza Vieira projectou", afirmou Castro Ribeiro. O administrador adiantou que as obras deverão estar concluídas ainda no decorrer do primeiro semestre deste ano. Castro Ribeiro diz que se trata de "um projecto inovador e sofisticado" que se tornará num "ponto de atracção turístico" na Região Demarcada do Douro. Siza elegeu o xisto e a cortiça como materiais de revestimento da estrutura de betão e aço, onde vão ser armazenados os vinhos do Porto e Douro. A estrutura possui também um auditório e uma sala de provas. O enólogo Paulo Coutinho referiu que o novo armazém, com 2.500 metros quadrados, vai proporcionar um "controlo da humidade, temperatura e melhorar significativamente o envelhecimento dos vinhos". "Mais do que um armazém de envelhecimento de vinhos é um complemento ao pólo turístico da Quinta do Portal, onde já abriram as portas a Casa das Pipas e a Casa do Lagar", frisou Castro Ribeiro. E porque é na altura das vindimas que mais turistas visitam a Quinta do Portal, a empresa está a construir uma entrada com vista panorâmica para a adega, onde poderão ser observadas todas as etapas da produção de vinho, desde a chegadas das uvas até ao envasilhamento. Totalmente remodelada em 2006, a adega tem 6.000 metros quadrados e um processo de vinificação completamente mecanizado. "O objectivo foi aliar a tradição ao conhecimento actual de vinificação de vinhos. Todo o processo é muito cuidadoso e o mais natural possível. Mecanizámos mas sem industrializar", afirmou o enólogo Paulo Coutinho. Aliando a tradição e a modernidade na produção dos vinhos fortificados a empresa consegue que sejam apreciados tanto pelos consumidores maduros como pelos jovens. Paulo Coutinho explicou que, agora, se "conseguem controlar todas as fases de produção do vinho preservando-se as qualidades da matéria-prima". Segundo o responsável, no lagar, totalmente em inox, é controlada a temperatura, através de resistências, e a pisa das uvas é feita por robôs. Paulo Coutinho referiu que da produção de 2007, que já foi feita naqueles lagares, vai ser "certamente" lançado um vintage. Também as prensas, inspiradas nos modelos antigos, foram informatizadas para que o técnico possa controlar todo o processo. O enólogo referiu ainda que, nesta adega, foi colocada uma máquina que faz a selecção dos bagos pela sua densidade, ou seja, consegue separar os bagos de uvas mais maduros das mais verdes. "Trata-se de uma máquina única no Douro, existindo apenas mais uma em Portugal, que desempenha uma importante função até porque produzimos várias castas com graus de maturação diferentes", salientou. As principais castas de tintos da Quinta do Portal são a Touriga Nacional, a Tinta Roriz, a Tinta Barroca, a Touriga Franca e o Tinto Cão, enquanto que dos brancos são o Moscatel, Viozinho, Malvasia Fina e Gouveia. Castro Ribeiro salientou que a empresa pretende duplicar a área de vinha nos próximos anos, podendo adquirir mais quintas e também mais uvas aos lavradores daquela região. Segundo Miguel Sousa, responsável pela área da vinha, nos últimos dois anos, foram reestruturados 40 hectares de vinha, o que representou um investimento de cerca de um milhão de euros. O responsável, que defende uma maior mecanização da vinha para também se poder tirar um maior rendimento, considerou o Douro como um "território de extremos", onde o custo de implantação das vinhas chega a ser "quatro vezes superior" ao do Alentejo. Castro Ribeiro salientou que a Quinta do Portal tem uma parceria com uma adega da região da Ribeira Del Duero, em Espanha, através da qual foi lançado um vinho com uvas das duas empresas. Anunciou também que tem, em fase embrionária, a participação numa empresa sul-africana com vista à troca de experiência e a um aumento dos canais de comercialização. É no meio dos vinhedos da Quinta do Portal, junto a Celeiros, concelho de Sabrosa, que está instalada a Casa das Pipas, que logo no primeiro ano de funcionamento recebeu o prémio nacional na categoria de acomodação, atribuído no concurso "Best of Wine Tourism Award 2007". Manuel Ferreira, responsável pelo enoturismo da Quinta do Portal, diz que ficou "completamente encantado e deslumbrado" pela paisagem duriense. Foi também por isso, reconhece, que trocou o reboliço e a confusão de Lisboa pelo Douro. Com 10 quartos cuidadosamente decorados com mobílias de madeira antiga e aos quais foram atribuídos nomes das castas da quinta, a Casa das Pipas oferece ainda um pequeno ginásio e uma sala de estar com lareira, uma biblioteca vínica e vista sobre duas piscinas, uma para crianças e outra para adultos, onde uma enorme balseiro vai ser transformado num bar. Manuel Ferreira referiu que a taxa de ocupação rondou os 34 por cento em 2007, mas, acrescentou, que se prevê um aumento do número de turistas no corrente ano. A maioria dos visitantes é portuguesa e fica em média duas noites, estando-se agora a trabalhar pela promoção no exterior, até porque, segundo o responsável, "este tipo de turismo está a ganhar terreno". A época alta coincide com as vindimas do Douro, altura em que a quinta disponibiliza aos turistas programas que vão dos 100 aos 150 euros. Para além de participar nas vindimas, cortando as uvas ou entrando nos lagares para a pisa a pé, os turistas podem ainda passear de barco no rio Douro, andar a cavalo, efectuar passeios pedestres ou visitar o património histórico da região. A poucos metros da Casa das Pipas, abriu portas a Casa do Lagar, com quatro quartos, onde vai ser ainda instalado um museu dedicado à produção de azeite, produto que a Quinta do Portal quer começar a comercializar ainda este ano. Segundo Manuel Ferreira, o projecto de enoturismo não fica por aqui, pois está prevista a recuperação de outras pequenas casas espalhadas pelos vinhedos e a organização de jantares confeccionados com vinho, sob orientação do chefe Alexandre Ferreira. PLI. Lusa/Fim in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=331676&visual=26
  23. Programa Escolhas: Concurso Muda o Bairro Publicado em 10-03-2008 Tema: Notícias Foi lançada no dia 6 de Março, a Iniciativa “MUDA O BAIRRO”, concurso de ideias em que jovens moradores em territórios vulneráveis irão, em equipa, propor intervenções numa área seleccionada no seu bairro (um jardim, a fachada de um prédio, um parque infantil, uma escola, etc.). Para a execução das 10 melhores ideias será atribuído um apoio financeiro até ao montante máximo de 2.000€ por projecto. O Concurso “Muda O Bairro” dirige-se a jovens dos 16 aos 24 anos, destinatários dos 121 projectos de inclusão social financiados pelo Programa Escolhas. Com este concurso o Programa Escolhas pretende: Fomentar a participação, capacitação e co-responsabilização dos jovens no melhoramento dos territórios em que habitam. Reforçar a imagem interna e externa destes territórios e públicos, demonstrando o seu empenhamento em torno de ideais de mobilização e valorização positiva. O Concurso “Muda o Bairro” decorrerá entre Março e Setembro de 2008. As 10 melhores ideias, propostas por equipas de 5 jovens, para mudar o bairro serão seleccionadas no mês de Junho por um júri composto por um arquitecto, um artista plástico, o Director Executivo do Programa Escolhas e um responsável da empresa Parque Expo. A execução dos projectos decorrerá entre Julho e Agosto, e será apoiada por um técnico especializado. Mais informações em http://mudaobairro.wordpress.com. Para mais informações contactar: Luisa Cruz = Tlm: 967287157// Fax: 21 810 30 79// Tel: 218103060 // e-mail: luisac@programaescolhas.pt in http://www.acime.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=2226
  24. Cheias: Ribeiro Telles defende manutenção das ribeiras A manutenção das ribeiras e a construção de pequenas barragens de retenção das águas são soluções «baratas» propostas pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles para prevenir cheias em Lisboa, na véspera da discussão do plano de drenagem da cidade. «Defendo a recuperação das ribeiras e a retenção a céu aberto das linhas de água através de pequenas barragens», afirmou à Lusa Gonçalo Ribeiro Telles. O executivo municipal vai discutir o Plano de Drenagem de Lisboa na quarta-feira e decidir se a equipa do consórcio Chiron/Engidro/Hidra tem «luz verde» para desenvolver as soluções para a rede de saneamento da capital, com um custo estimado em 140 milhões de euros. As soluções técnicas apontadas passam pela construção de quatro grandes reservatórios e de um túnel entre a Almirante Reis e Santa Apolónia. Gonçalo Ribeiro Telles escusou-se a comentar as soluções propostas, por desconhecer o plano, mas adiantou que a «manutenção das ribeiras, a céu aberto, e não como canalizações, é uma solução barata» para a prevenção de cheias. A construção de uma bacia de retenção à saída de Amadora é outra das soluções propostas pelo arquitecto paisagista para acabar com as frequentes inundações na zona de Alcântara. O plano de drenagem, que foi apresentado a semana passada, aponta para a construção de um «túnel de um quilómetro, com profundidade de 65 metros, entre o Martim Moniz e Santa Apolónia, conforme expôs o engenheiro José Saldanha Matos, da Hidra. Esta é uma solução de »transvase« proposta devido à impossibilidade de se fazer um reservatório naquela zona. O plano propõe também a construção de quatro grandes reservatórios »para atenuação dos caudais máximos«, construção ou reconstrução de colectores com falta de capacidade de escoamento, aumento da capacidade elevatória da zona ribeirinha, entre outras medidas. Na bacia de Alcântara, é proposta a construção de um reservatório na zona de Benfica - Campolide, e de um outro no ramal das Avenidas Novas. É também proposta a construção de quatro comportas, junto ao centro comercial Fonte Nova, junto ao largo General Sousa Brandão, junto à rua Inácio de Sousa e em São Domingos de Benfica. A construção de reservatórios no Intendente, no Vale de Chelas e na zona da Avenida de Berlim e Infante D. Henrique, são outras intervenções propostas. O Plano de Drenagem de Lisboa é o primeiro plano geral de saneamento da capital dos últimos 40 anos, depois dos estudos de Arantes e Oliveira, em 1941, e Pedro Celestino da Costa, em 1955. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=322725&page=2
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