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JVS

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  1. Lisboa: Ribeiro Telles defende manutenção das ribeiras e pequenas barragens para prevenir cheias Lisboa, 11 Mar (Lusa) - A manutenção das ribeiras e a construção de pequenas barragens de retenção das águas são soluções "baratas" propostas pelo arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles para prevenir cheias em Lisboa, na véspera da discussão do plano de drenagem da cidade. "Defendo a recuperação das ribeiras e a retenção a céu aberto das linhas de água através de pequenas barragens", afirmou à Lusa Gonçalo Ribeiro Telles. O executivo municipal vai discutir o Plano de Drenagem de Lisboa na quarta-feira e decidir se a equipa do consórcio Chiron/Engidro/Hidra tem "luz verde" para desenvolver as soluções para a rede de saneamento da capital, com um custo estimado em 140 milhões de euros. As soluções técnicas apontadas passam pela construção de quatro grandes reservatórios e de um túnel entre a Almirante Reis e Santa Apolónia. Gonçalo Ribeiro Telles escusou-se a comentar as soluções propostas, por desconhecer o plano, mas adiantou que a "manutenção das ribeiras, a céu aberto, e não como canalizações, é uma solução barata" para a prevenção de cheias. A construção de uma bacia de retenção à saída de Amadora é outra das soluções propostas pelo arquitecto paisagista para acabar com as frequentes inundações na zona de Alcântara. O plano de drenagem, que foi apresentado a semana passada, aponta para a construção de um "túnel de um quilómetro, com profundidade de 65 metros, entre o Martim Moniz e Santa Apolónia, conforme expôs o engenheiro José Saldanha Matos, da Hidra. Esta é uma solução de "transvase" proposta devido à impossibilidade de se fazer um reservatório naquela zona. O plano propõe também a construção de quatro grandes reservatórios "para atenuação dos caudais máximos", construção ou reconstrução de colectores com falta de capacidade de escoamento, aumento da capacidade elevatória da zona ribeirinha, entre outras medidas. Na bacia de Alcântara, é proposta a construção de um reservatório na zona de Benfica - Campolide, e de um outro no ramal das Avenidas Novas. É também proposta a construção de quatro comportas, junto ao centro comercial Fonte Nova, junto ao largo General Sousa Brandão, junto à rua Inácio de Sousa e em São Domingos de Benfica. A construção de reservatórios no Intendente, no Vale de Chelas e na zona da Avenida de Berlim e Infante D. Henrique, são outras intervenções propostas. O Plano de Drenagem de Lisboa é o primeiro plano geral de saneamento da capital dos últimos 40 anos, depois dos estudos de Arantes e Oliveira, em 1941, e Pedro Celestino da Costa, em 1955. ACL. Lusa/Fim. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=332314&visual=26
  2. Marinotel vira Tivoli Marina Vilamoura pela mão de Sua Kay Tivoli Marina Vilamoura O emblemático hotel vai materializar este Verão o novo reposicionamento da marca hoteleira portuguesa. Foram necessários 12 milhões de euros para remodelar por completo o hotel e abrir portas ao primeiro Angsana SPA em Portugal. Novo nome, nova imagem, nova decoração, novo posicionamento. Quem entrar no Marinotel, em Vilamoura, neste Verão, vai dar de caras com um hotel totalmente renovado e um conceito capaz de fazer frente a qualquer design hotel. O projecto é da autoria do gabinete do arquitecto Mário Sua Kay e pretende modernizar por completo a imagem do hotel. Granitos escuros, luz difusa e um design actual já começaram a marcar as áreas públicas e os quartos dos primeiros quatro pisos da emblemática unidade hoteleira. Para materializar o novo posicionamento dos Hotéis Tivoli – «Experience More» – a intervenção, que irá custar cerca de 12 milhões de euros, contempla ainda a construção de um SPA, que deverá ficar a cargo da Angsana SPA, uma das marcas da asiática Banyan Tree, detentora de alguns dos melhores SPAs do mundo e que surge como uma das parceiras do grupo no novo posicionamento. Além do novo SPA, até ao final do ano deverá estar concluída a renovação dos restantes pisos de quartos e o restaurante, devendo ainda surgir pequenos requintes como um «Nespresso Café». Na decoração exterior deverá surgir a nova imagem do grupo e o novo nome que o hotel assume, Tivoli Marina Vilamoura. É que, com a apresentação do «rebranding» da cadeia hoteleira – a cargo da BBDO Portugal – em Fevereiro, a cadeia aproveitou para ajustar a nomenclatura de cada hotel, valorizando a marca e a sua localização. Assim, também o Tivoli Arade passará a chamar-se Tivoli Marina Portimão e o Tivoli Almansor assumir-se-á como Tivoli Carvoeiro. O Tivoli Victoria Vilamoura, ainda em construção, deverá integrar a qualificação «Collection», que pretende distinguir os principais hotéis de referência dentro da oferta do grupo, como é também o caso do Tivoli Lisboa, na Avenida da Liberdade, o Tivoli Porto, o Tivoli Palácio dos Seteais e ainda o Tivoli Ecoresort Praia do Forte, no Brasil. Quanto ao Tivoli Marina Portimão, que no ano passado foi anunciado como o primeiro resort Nikki Beach a abrir em Portugal, deverá manter a ligação à marca norte-americana durante este Verão, muito embora esteja em negociação um upgrade dos termos do acordo. Na própria estrutura directiva, aquele que é classificado pelo grupo como «o ano de viragem» ficou marcado pela concentração da direcção-geral das duas unidades hoteleiras mais a Barlavento. Mário Candeias acumula agora a chefia do Tivoli Marina Portimão e do Tivoli Lagos. De resto, as principais mudanças estão na percepção que o cliente terá da cadeia. O marketing por experiências é a principal aposta do grupo e deverá ser uma peça estrutural na oferta para o Verão de 2008. Paralelamente, dentro de cada unidade, os pequenos prazeres tendem a multiplicar-se, nomeadamente com o surgimento da «VBed», uma cama que promete máximo conforto. Veja todas as fotos 11 de Março de 2008 | 14:34 joão tiago http-~~-//www.barlavento.online.pt/upload/multimedia/1204826197.jpg i n http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=22434
  3. Porto/Bolhão: proibição de entrada a Massena cria momento de agitação na reunião dos comerciantes com TramCroNe Porto, 11 Mar (Lusa) - Um grupo de comerciantes do Bolhão, Porto, abandonou hoje a sala do Rivoli onde os vendedores tomam conhecimento do ante-projecto da empresa TramCroNe (TCN) para o mercado em protesto por não ter sido autorizada a participação do arquitecto Joaquim Massena. Pouco mais de uma hora depois do início da reunião, ocorreu este primeiro momento de agitação, quando um pequeno grupo abandonou a sala por entre protestos. "Isto é uma vergonha, é uma falsidade, não é democracia", afirmou indignado um dos comerciantes, numa alusão ao facto do encontro decorrer à porta fechada, sem que tenha sido dada autorização para participar ao arquitecto Joaquim Massada, autor de um projecto alternativo para o Bolhão. Outro comerciante afirmou ainda que "querem enganar as pessoas". "Não queremos um centreo comercial no Bolhão, queremos que o mercado tradicional se mantenha", disse aquele vendedor. O projecto de Massena prevê a reabilitação da traça original do mercado, contrariamente ao da TCN, que estipula alterações profundas no "miolo" do quarteirão. Os vendedores que protestavam criticaram o presidente da Associação dos Comerciantes do Bolhão, afirmando que a sua actual direcção, presidida por Alcindo Sousa, que apoia o projecto da TCN, não os representa. A Câmara do Porto assinou em 23 de Janeiro um contrato com a TNC que prevê a cedência do Mercado do Bolhão por 50 anos. FR/MSP Lusa/Fim in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=332522&visual=26
  4. Mercado Transitório abre a 15 de Março Obras estimadas entre oito a dez meses Jornal do Barreiro | 12-03-2008 http-~~-//www.jornaldobarreiro.com.pt/up/UPLOAD-bin2_imagem_0804091001205317613-204.jpg No dia 8 de Março, o Mercado 1º de Maio abriu as portas pela última vez, antes das obras de construção do novo edifício. Estima-se que as obras durem entre oito a dez meses. Entretanto, a partir de 15 de Março, o mercado transitório junto à Escola Secundária Alfredo da Silva abre ao público. Recorde-se que a intervenção no Mercado 1º de Maio resulta do Estudo Prévio para a construção do Novo Mercado Municipal e a requalificação de toda a zona adjacente, elaborado pela equipa do arquitecto Joan Busquets. A CMB “agradece a colaboração e compreensão face aos incómodos, eventualmente, causados durante o desenvolvimento dos trabalhos”. Fotos CMB in http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&id=88fcf48a99a38a0ffb078d0d5762dc1b
  5. Porto: TCN divulga primeira imagem tridimensional do `novo` Mercado do Bolhão (c/ Foto) Porto, 13 Mar (Lusa) - A empresa holandesa TranCroNe (TCN), que venceu o concurso público realizado pela Câmara do Porto para a reabilitação do Mercado do Bolhão, divulgou hoje à Lusa a primeira imagem tridimensional do ante-projecto para a requalificação daquele espaço. O projecto definitivo ainda terá que ser submetido à aprovação da Câmara do Porto e do IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico), antes de poderem começar as obras. A Câmara do Porto assinou a 23 de Janeiro um contrato com a TCN, onde se prevê que a autarquia ceda o edifício em direito de superfície por 50 anos, recebendo um milhão de euros no momento da emissão da licença de construção e uma percentagem dos resultados de exploração a partir do décimo ano. A TCN pretende que o Mercado do Bolhão mantenha a traça original e que a área comercial tradicional seja complementada com novas lojas, metade das quais de cultura, lazer e restauração. Este projecto tem sido contestado por um movimento cívico de intervenção, que já entregou na Assembleia da República uma petição com cerca de 50 mil assinaturas, e admite interpor uma providência cautelar para impedir o início das obras. As origens do Mercado do Bolhão, um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, remontam a 1838, quando a Câmara do Porto decidiu construir uma praça em terrenos adquiridos ao cabido. Nesse local existia um extenso lameiro, atravessado por um regato que ali formava uma bolha de água, de que resultou o nome `Bolhão`. Alguns anos depois, esta praça foi melhorada com a construção de rampas de acesso e barracas de madeira no corredor central do mercado. No início do século XX, os dirigentes da cidade decidiram construir fora do burgo um novo mercado, de forma a assegurar o abastecimento de alimentos que permita a expansão da cidade. Em 1910 surgiu um ante-projecto do arquitecto Casimiro Barbosa, que previa um edifício com duas alas, tendo a Rua Sá da Bandeira como eixo central. Este projecto foi abandonado por razões económicas, acabando por ser construído, em 1914, o actual edifício, num projecto desenhado pelo arquitecto Correia da Silva. Tratou-se de uma obra de vanguarda para a época, devido à utilização do betão armado em conjugação com estruturas metálicas, coberturas em madeira e cantaria de pedra granítica. Ao longo da sua história, o mercado foi sofrendo algumas alterações, ocorrendo na década de 40 a construção do piso que divide o edifício, fazendo a ligação das entradas entre as ruas Alexandre Braga e Sá da Bandeira. A necessidade de uma reabilitação profunda começou a ser equacionada em meados de 1984, quando os serviços municipais detectaram patologias construtivas graves nos pavimentos do mercado. Na sequência das obras que se seguiram, os técnicos concluíram que era necessária uma intervenção de consolidação e reabilitação do mercado, tendo a autarquia decidido abrir um concurso que veio a ser ganho por um projecto apresentado pelo arquitecto Joaquim Massena. O projecto foi aprovado, por unanimidade, pelo executivo municipal a 22 de Setembro de 1992 e ficou a aguardar a execução. Posteriormente, em 1994, o projecto foi retomado para incluir uma estação do Metro do Porto, culminando dois anos mais tarde com a adjudicação do desenvolvimento do projecto. Para o efeito foi criado um Gabinete de Apoio que, na sequência do diálogo mantido com todas as partes interessadas, apresentou em 1998 um projecto que foi aprovado por unanimidade pela Câmara do Porto e por todos os restantes organismos envolvidos, entre os quais o IPPAR (actual IGESPAR). Apesar disso, o projecto nunca foi executado e a Câmara do Porto começou progressivamente a afastar-se desta opção. A autarquia acabou por lançar um concurso público internacional para a concepção, construção e exploração do Mercado do Bolhão, a que concorreram o Grupo Amorim e a empresa holandesa TCN. A proposta dos holandeses foi aprovada pela Assembleia Municipal a 21 de Janeiro de 2008, numa votação disputada (27 votos a favor e 26 contra) e, dois dias depois, foi assinado o contrato entre a Câmara do Porto e a TCN. FR. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=333014&visual=26
  6. Oposição chumba torre de 20 andares "Planos avulsos" também suscitam protesto por parte do CDS e PCP. PCP e CDS condenam a torre de 20 andares que irá surgir junto à Novolivacast, de acordo com o plano de pormenor da Corgas. O deputado comunista, Jorge Cortez, afirma ter “profundas dúvidas sobre este edifício” e recorda o executivo que, no passado, “outra torre foi construída – o Parque América”. Alerta ainda para as consequências da elevada urbanização: “Há medida que se constrói mais, impermeabiliza-se mais o solo e as zonas baixas correm o risco de inundação por altura das chuvas”. Também o deputado centrista, Manuel Luís de Almeida, opõs-se ao edifício de 20 pisos previsto no projecto do arquitecto Souto Moura. Já Oliveira Bastos, do PSD, argumentou em defesa do plano das Corgas, afirmando que se trate de “um bom projecto” e que “o prédio de 20 andares foi a melhor solução encontrada”. “Se tirássemos andares e os colocássemos em forma de construção iria sobrar pouco espaço verde”, alega. Para o deputado laranja, “a torre funcionará como uma rótula de transição para uma cidade que está a ser construída”. Apresentado à comunidade sanjoanense em Janeiro passado pelo arquitecto Souto Moura, o plano de pormenor das Corgas prevê a construção de um novo parque urbano, com uma área 130 mil metros quadrados, dos quais 40 mil serão espaços verdes. O parque terá ainda áreas de construção destinadas a equipamentos públicos, nomeadamente para a edificação de uma nova escola e uma torre com 20 andares. O documento apresenta ainda alterações no troço da linha férrea do Vale do Vouga, que sofrerá um desvio para nascente. Está prevista ainda a construção de um apeadeiro nas traseiras do edifício da Novolivacast. Quanto ao plano do Largo do Souto, o PCP louvou o executivo pela demolição do antigo edifício da PSP e pela elaboração de um plano urbanístico para aquela zona, que era “fundamental”, afirma Jorge Cortez. Sobre a nova igreja a construir, o deputado prefere não “entrar na discussão quanto à necessidade ou não do empreendimento”, mas chamou a atenção de que “não se deve nunca financiar qualquer religião ou associação ateia”. Mas a decisão de construir um novo edifício religioso não compete à câmara mas à paróquia, ressalvou o presidente da autarquia, Castro Almeida, quando Souto Moura esteve na cidade numa sessão de esclarecimento dirigida à população. O plano do Largo do Souto projecta a nova Igreja para o local onde está actualmente a residência paroquial. Além de novos edifícios, nomeadamente o que irá surgir no lugar do Instituto de Línguas, o documento prevê um novo jardim e a ampliação dos cemitérios 1 e 2. Estas restruturações, a terem efeito, vão implicar a demolição do Instituto de Línguas, Centro Paroquial e Casa do Abade. PCP e CDS criticam política dos “planos avulsos” Para evitar os erros do passado, Jorge Cortez sublinhou a importância do planeamento urbanístico, condenando o método dos “planos avulsos” adoptado pela autarquia sanjoanense. A cidade está manchada por construções como o Parque América, o Elemento Arquitectónico da Praça Luís Ribeiro ou a Rua dos Combatentes da Grande Guerra, que resultaram de uma ausência de política urbana estruturada, afirma Cortez. E critica o facto de “há 15 anos ainda não ter sido aprovado um novo PDM”. Segundo o deputado comunista, “antes de se avançar com o planos de pormenor é necessário existir um plano de urbanização”. “Primeiro o Plano Director Municipal (PDM), depois o Plano de Urbanização e só a seguir os Planos de Pormenor (PPM)”, vinca. Opinião também partilhada pelos deputados do CDS, Cirilo Moura e Manuel Luís Almeida. Mas os “PPM não deveriam esperar pelo plano de urbanização, quando há urgência em aplicá-los e dada a natureza do nosso concelho não há necessidade de um plano de urbanização”, contra-argumenta o vice-presidente, Rui Costa. Por: Salomé Pinto in http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=122&id=5775&idSeccao=1198&Action=noticia
  7. Beato-Montijo "encurta em 12 km a ligação do TGV a Madrid" Esta opção permite poupar mil milhões de euros face à travessia Chelas-Barreiro A opção Beato-Montijo para a travessia do Tejo "encurta em 12 quilómetros a ligação do TGV a Madrid" e poupa mil milhões de euros face a Chelas-Barreiro, afirmou hoje José Manuel Viegas, responsável pelo estudo da CIP Falando na Sociedade de Geografia num debate sobre a melhor opção para a Terceira Travessia do Tejo, que ligará Lisboa ao futuro aeroporto de Alcochete, José Manuel Viegas enumerou outros factores que tornam a ligação Beato-Montijo preferível, designadamente o tempo que se poupa (três vezes menos) na ligação entre Lisboa e Alcochete, e também a eliminação de um ramal de ligação, previsto na opção Chelas-barreiro da Rave. Segundo Viegas, a ligação do novo aeroporto a Lisboa deve ser feita de "forma mais eficiente, em plena via ferroviária e não em ramal", do Poceirão para o aeroporto. "Foi assim que se fez em Amesterdão, em Frankfurt e em Estugarda, e nem faz sentido porque aumenta a distância e o tempo de ligação com Lisboa", considerou José Manuel Viegas. O responsável pelo estudo da CIP adiantou que solução Beato-Montijo "pretende chegar à zona na base aérea, sem afectá-la e fazer passar a linha férrea em túnel por baixo da pista secundária, 01-19," e prosseguir ainda com uma variante em túnel para o Barreiro, para "as futuras oficinas de manutenção do TGV, onde a Refer as quer instalar". José Manuel Viegas disse, também, que a ligação ferroviária Algarve-Lisboa, pelo corredor Beato-Montijo, terá "uma poupança de 25 minutos face à ligação actual pela ponte 25 de Abril". Também em termos de mercadorias, o professor do Técnico afirmou que o mesmo corredor é preferível à solução Chelas-Barreiro, porque esta tem "pendentes mais graves, que não permitem a circulação da nova geração de comboios de mercadorias". Quanto à componente rodoviária, "poderá ficar preparada quando for necessário". Contudo, Viegas lembrou que é "necessária uma nova travessia rodoviária do Tejo, independentemente do novo aeroporto, e que tal travessia, tem de ser feita entre Algés e Trafaria, para desanuviar significativamente a ponte 25 de Abril". Fernando Nunes da Silva, professor de Urbanismo e Ordenamento do Território, do Instituto Superior Técnico, criticou a opção Chelas/Barreiro, que "apanharia um primeiro nó rodoviário (na chegada à capital) na rotunda das Olaias, um segundo nó no prolongamento da Avenida dos EUA, e um terceiro nó no cruzamento da Avenida Marechal Gomes da Costa com a Segunda Cicular, originando gigantescos engarrafamentos". "Tudo isto são asneiras, a juntar as ruas dos bairros periféricos, a servirem de acesso à nova ponte" comentou Nunes da Silva, que também defende a travessia rodoviária Algés-Trafaria, de "preferência em túnel, que facilita as outras ligações quer em Almada, quer em Lisboa, em termos de obras". Um outro aspecto, é a "exiguidade da Gare Oriente, onde se pretende fazer a estação central do TGV, que para Nunes da Silva, "só é bom para o arquitecto Santiago Calatrava", um vez que "não há espaço suficiente para as acessibilidades". O local "tecnicamente ideal, com espaço suficiente e ligado à linha de cintura de Lisboa", deverá ser em Olaias ou em Chelas (Alto do Beato), disse por sua vez, Arménio Matias, antigo vice-presidente da RAVE, que também defendeu "uma estação pivot de TGV no aeroporto de Alcochete, no subsolo, para servir rapidamente os passageiros vindos do Porto, Madrid e Algarve". in http://jn.sapo.pt/2008/03/13/ultimas/Beato_Montijo_encurta_em_12_km_.html
  8. Artesãos noruegueses e portugueses trocam experiências e preparam pedreiros e carpinteiros para recuperar futuramente as casas Licínia Girão Um grupo de artesãos noruegueses quer investir na recuperação de 80 casas situadas nas 24 terras que integram a Rede das Aldeias do Xisto. Alguns dos potenciais investidores estão a participar em workshops de troca de experiências com artesãos portugueses para perceber como são as aldeias do xisto e o que nelas se poderá fazer aproveitando o dinheiro (60% a fundo perdido) que o projecto norueguês EEA Grants vai disponibilizar. Hoje, em Janeiro de Cima, uma das aldeias da Rede pertencentes ao concelho do Fundão, termina o segundo de quatro workshops da "Rede do Património do Xisto", um projecto internacional entre a Rede das Aldeias do Xisto em parceria com o Museu de Røros, localizado na cidade mineira de Røros, na Noruega, classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Segundo Ana Cunha, uma das responsáveis pelo projecto, a iniciativa tem por base a transferência de conhecimentos entre os artesãos noruegueses e portugueses que depois de diversas acções do género ficarão habilitados para recuperar edifícios construídos à base de xisto (em Janeiro de Cima apenas designado por "pedra"), penedos (pedra do rio) e madeira. O objectivo final passa por criar uma bolsa nacional de artesãos que ficarão credenciados para se poderem candidatar à recuperação das 80 casas incluídas no projecto. "Apenas os pedreiros e carpinteiros que passarem por estas acções de formação poderão efectuar os trabalhos de requalificação dos edifícios", salientou a arquitecta Ana Cunha O JN visitou o grupo de quatro artesãos noruegueses e sete nacionais que nas últimas três semanas falaram numa linguagem que dizem ser universal, o "artesanês". Encontrou o grupo dividido entre um trabalho de reconstrução de uma parede de uma casa onde o mestre pedreiro José Latada, de 85 anos, revelava os preciosos segredos de reerguer uma parede com a ajuda de barro, pedra, penedos e muita mestria. Enquanto que os restantes elementos estavam numa carpintaria local a reconstruir portas e janelas de uma casa de Figueira, do concelho de Proença-a-Nova, que será alvo de intervenção aquando da realização do terceiro workshop, que terá início dia 31 de Março. Odd Sletten, sub-director do Museu de Røros, referiu ao JN que "os métodos e filosofia inerentes à intervenção do património vernacular tem um diálogo universal, independentemente das técnicas de construção tradicionais de cada país ou região". Considera, o também arquitecto, que "este diálogo pioneiro de praticar a dúvida como um lugar onde pode surgir alguma coisa nova tem dado origem a uma troca de experiências e de informações" que nem mesmo as diferentes línguas têm sido obstáculo. Os artesãos vão trocando algumas palavras em inglês apoiados por tradutores, sempre que necessário. Nesta última semana decorreu ainda um wokshop destinado a arquitectos que contou com a participação de Odd Sletten e oito arquitectos da região do Fundão e Castelo Branco que se dedicam à intervenção do património edificado e que se encontra em ruínas. Refira-se que o projecto da Rede das Aldeias do Xisto, além de ter vindo a ser premiado nas mais diversas vertentes, é já reconhecido internacionalmente, tendo recebido distinções de operadores turísticos de renome e prestigiadas revistas estrangeiras. http://jn.sapo.pt/2008/03/14/pais/artesaos_noruegueses_querem_recupera.html
  9. Não se sentem em casa.:)
  10. Ver Discussão num Forum brasileiro.http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=592604
  11. [ame=" "]YouTube - tropas de elite[/ame] [ame=""]YouTube - BOPE - A guerra sem fim[/ame] [ame=""]YouTube - BOPE - O combate[/ame] http-~~-//baixaki.ig.com.br/imagens/wpapers/BXK3113_RocinhaRJ800.jpg http://baixaki.ig.com.br/imagens/wpapers/BXK3113_RocinhaRJ800.jpg http-~~-//laurams.files.wordpress.com/2007/10/favela-bope.jpg '> A Cidade do Rio de Janeiro eh uma das unicas cidades num pais sem guerra que vive em Guerra consigo propria devido ao poder dos traficantes. Os traficantes existem nas favelas. Provavelmente a solucao para este problema seria substituir as 700 favelas por urbanisacoes com melhores condicoes de vida e de habitacao. Primeiro demolir e depois construir. Para um pais que estah a sair da pobreza extrema jah era altura de comecarem a pensar em construir nao bairros sociais mas cidades sociais com maior controlo policial, com escolas e com espacos publicos de modo a evitar este tipo de conflitos. O que eh que acham? Gostava de referir que o problema das favelas nao existe soh no Rio de Janeiro nem noutras cidades brasileiras como tambem noutras cidades latino-americanas. Entre elas a Venezuela. Fala-se muito no trabalho de Hugo Chavez. Recentemente referiu que Chavez nada estah a fazer para acabar com as favelas em Caracas. Com os milhoes de dolares do petroleo o dito homem investe na Politica Externa em vez dos problemas que tanto diz enfrentar. Se ele estivesse tao preocupado no povo a primeira medida seria acabar com as favelas... mas a questao coloca-se: Qual seria a melhor maneira de substituir a Favela?
  12. JVS

    Anedotas

    Vejam... a CNN diz que a Suica fica onde eh a Republica Checa.
  13. Jah consegui abrir.
  14. [ame=" "]YouTube - Tropa de Elite - Trailer Oficial[/ame] Esse filme jah estreou em Portugal? Onde eh que viram esses filmes?
  15. JVS

    Anedotas

    http-~~-//www.robinhansson.com/Picturefolder1/funny-map-europe-.jpg http://www.robinhansson.com/Picturefolder1/funny-map-europe-.jpg http-~~-//img126.imageshack.us/img126/2805/karte6dj.jpg http://img126.imageshack.us/img126/2805/karte6dj.jpg Vejam a nota para Portugal... podia ser pior. http-~~-//img178.imageshack.us/img178/345/europe20152136990dl4.png http://img178.imageshack.us/img178/345/europe20152136990dl4.png
  16. Ok... vou explicar melhor... o ficheiro chama-se compasso.wps.rtf. Tem duas extensoes.
  17. Preciso de abrir um ficheiro wps.rtf com word 97. Alguém sabe onde posso arranjar uma aplicação que possa coverter este ficheiro num ficheiro doc legivel?
  18. Epá fixe. Já começo a ficar farto deste. Está a ficar muito socrático.
  19. Para quem está de fora não compreende a razão da contestação. É dificil de compreender. Os critério são semelantes a quelaquer avaliação. Porém este tipo de avaliação na educação leva os professores a facilitar os métodos de avaliação dos alunos para haver uma maior sucesso escolar... no final os alunos vão passar de ano com pouca matéria para que os professores tenham um bom desempenho no final do ano e garantirem a passagem para o escalão seguinte. Mas agora perguntam: E os professores não deviam ser pessoas sérias? Pois. Se forem pessoas sérias ficam no mesmo escalão durante anos, ou seja não são aumentados. Ficarão com o mesmo salário durante anos. Se forem sérios podem correr o risco numa escola complicada de virem a ser despedidos ... pois um funcionário que não atinja os objectivos pretendidos pela empresa não serve...logo é despedido. Agora colocar este sistema de avaliação numa escola em que a culpa não é só dos professores como também é dos alunos acaba por ser injusto. Existe uma ideologia no Ministério de que a culpa do insucesso e da falta de qualificação dos portugueses é dos professores... não vêem que os alunos não estudam nem querem fazer nada. Na semana passada fiz uma experiência. Perguntem aos alunos onde ficava a Suméria. Matéria dada em História no primeiro período. Resultado: Ninguém sabia. Disseram que já tinham feito o teste logo não havia necessidade de saber. Eu ontem pensei... como deverá ser feita avaliação dos alunos na primeira classe... se dão 3 a alunos que ler ou escrever mais ou menos... imaginem um aluno que sabe escrever mas não sabe ler... ou saber ler metade do alfabeto mas tem dificuldades de ler a outra metade... imaginem... o aluno tem 3 com este facilitismo. PS - E nao eh que os miudos apareceram na SIC aos pulos?
  20. JVS

    Reputacao

    A mim ninguém me dá pontos de reputação... é desmotivante... se dentro de dois meses a minha pontuação continuar na mesma provavelmente não volto a por cá os pés.
  21. Hoje cheguei pelas 7 horas e 30 minutos na Escola onde estou a leccionar. Qual não foi o meu espanto ver a escola fechada a cadeado pelos alunos. Os alunos fizeram e estão a fazer greve... o que eles querem é acabar com o Estatuto do Aluno e provavelmente querem continuar a não fazer nenhum e continuar a passar de ano sem saber rigorosamente NADA. PS - Amanhã não vou á Manif.
  22. Que giro...:)
  23. http-~~-//img145.imageshack.us/img145/4297/alburjcopyzs0.png http://img145.imageshack.us/img145/4297/alburjcopyzs0.png Eis o novo Projecto do Dubai que revela mais uma megalomania desta Cidade - Estado dos tempos modernos.
  24. Cinco ideias para mudar o futuro do Parque Mayer in http://dn.sapo.pt/2008/03/04/cidades/cinco_ideias_para_mudar_o_futuro_par.html Costa quer plano de pormenor para o Parque Mayer em Agosto in http://jn.sapo.pt/2008/03/04/pais/costa_quer_plano_pormenor_para_o_par.html Capitólio em 2010 in http://jn.sapo.pt/2008/03/04/pais/capitolio_2010.html
  25. </H5> in http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=45620
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