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Lisboa | Expansão da Gare do Oriente | Santiago Calatrava
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Concurso para expansão da estação do Oriente em 2009 O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, anunciou esta quinta-feira que o concurso público para as obras de expansão da Gare do Oriente será lançado no segundo semestre de 2009. Lino esteva presente na cerimónia de assinatura do contrato entre a Rave e o arquitecto Santiago Calatrava, autor da estação e seleccionado para a adaptar ao TGV. O ministro adiantou que a obra, com um orçamento de 8.2 milhões de euros, terá um prazo de construção de 40 meses, estando finalizada em 2013. A ampliação da estação irá obrigar ao alargamento da estação para criação de duas novas plataformas, três novas linhas e ao prolongamento das plataformas de 300 para 415 metros. As obras de ampliação servirão “para introduzir pequenas melhorias ao nível do conforto dos cidadãos e das acessibilidades rodoviárias da estação”, explica Lino. IN http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=3E0A3A93-2808-46A1-BD3A-F68F3F71C678 -
Ponta Delgada: Nova igreja católica em 2009 vai custar 1,5 milhões de euros Ponta Delgada, 17 Abr (Lusa) - Ponta Delgada vai dispor de uma nova igreja católica dedicada à Nossa Senhora de Fátima no próximo ano, na zona do Lajedo, uma obra de "boas vontades" orçada em 1,5 milhões de euros. A presidente da Câmara de Ponta Delgada, Berta Cabral, adiantou que esta obra representa a concretização um "sonho com mais de 30 anos" da comunidade local, que vai marcar o século XXI nos Açores. "As igrejas fazem-se de séculos em séculos e esta obra é um marco importante para Ponta Delgada e para os Açores", afirmou Berta Cabral, que falava na assinatura da cedência do terreno da Diocese de Angra e Ilhas dos Açores para a autarquia. Berta Cabral, que prevê que o templo possa ser inaugurado a 13 de Maio de 2009, apelou à comunidade a continuar a recolher fundos para a aquisição de mobiliário da igreja, que, depois de concluída, poderá dar origem a uma nova paróquia em Ponta Delgada. Segundo explicou a autarca, esta obra surge porque o regulamento municipal de Ponta Delgada determina que os construtores civis do concelho construam equipamentos sociais e desportivos e, nesse âmbito, uma empresa foi desafiada a inovar, construindo um templo e o complexo paroquial do Lajedo, onde funcionará a catequese e o arquivo. O projecto de arquitectura prevê um templo de linhas modernas, com uma nave única, que será construído num terreno com 3.826 metros quadrados, que foi oferecido pelo Governo Regional à Diocese açoriana para este efeito há 30 anos. Para o Cónego José Garcia, da Igreja Paroquial de São José, mais do que um sonho antigo, liderado pelo Monsenhor Maia, a construção da nova igreja era urgente, dado o crescimento populacional que se verifica na zona do Lajedo. "Só uma comunidade de fé viva e estruturada poderá construir uma casa de Deus para os homens utilizarem", lembrou o Cónego José Garcia. RME. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-04-17 19:10:05 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340449&visual=26
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Lisboa: José Miguel Júdice garante vai cumprir a lei e que não precisa que os vereadores o lembrem disso Lisboa, 17 Abr (Lusa) - O advogado José Miguel Júdice afirmou hoje à Lusa que irá "cumprir a lei" e que não precisa que os vereadores o lembrem disso. Confrontado pela agência Lusa com os pedidos dos vereadores da câmara de Lisboa, Manuel Ramos (Lisboa com Carmona) e Helena Roseta para que o advogado apresente uma declaração de interesses, José Miguel Júdice declarou:"vou cumprir a lei. Todas as leis que existem eu cumprirei, não preciso que os vereadores me lembrem". O Governo aprovou hoje a criação da sociedade Frente Tejo, que será presidida por José Miguel Júdice, assim como o documento que define as linhas de orientação da requalificação da frente ribeirinha, que deverá estar concluída em 2010. José Miguel Júdice observou que o Governo logo que teve resposta da câmara, num dia, actuou."É um sinal de eficácia que espero continue a demonstrar", afirmou, recordando que a Câmara de Lisboa aprovou quarta-feira o Plano Estratégico elaborado pela Parque Expo para a frente ribeirinha e não se opôs formalmente ao seu nome. O vereador da Câmara de Lisboa Manuel Ramos (Lisboa com Carmona) defendeu hoje que José Miguel Júdice deveria apresentar uma declaração de interesses por uma questão de transparência política, antes de assumir a presidência da sociedade Frente Tejo. "O dr. José Miguel Júdice é um ilustre advogado desde há muito tempo, com provas dadas, e ao que sei está a desenvolver uma carreira na área imobiliária, como aliás é sabido através da Quinta das Lágrimas e outros projectos", afirmou o vereador, sublinhando que desconhece se este tem algum interesse na frente ribeirinha de Lisboa. "Não estou a pôr em causa a pessoa, nem a idoneidade moral ou ética, nem a capacidade profissional, mas por uma questão de transparência política havia interesse em que a pessoa nomeada esclarecesse se tem algum interesse imobiliário ou urbanístico ou outro na área da frente ribeirinha", afirmou. O autarca fez um paralelismo com o que aconteceu com o arquitecto Manuel Salgado quando foi eleito para a Câmara de Lisboa e onde desempenha o cargo de vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico. "O arquitecto Manuel Salgado tinha interesses na área da arquitectura na cidade e não só os declarou como se afastou dessas responsabilidades", recordou Manuel Ramos. "Ele é que terá de dizer se há interesses ou não, não estou a dizer que há, não estou a levantar uma suspeição", frisou. A vereadora Helena Roseta (Cidadãos por Lisboa) exigiu também que o advogado apresente uma declaração de interesses. AH. in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340470&visual=26
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Lisboa | Expansão da Gare do Oriente | Santiago Calatrava
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António Costa sugere fecho do ramal de Santa Apolónia MIGUEL A. LOPES / LUSA O primeiro-ministro, José Sócrates, considera a alta velocidade "um projecto estratégico para o país" Gina Pereira Aproveitando a presença do primeiro-ministro, do ministro das Obras Públicas e dos responsáveis de todas as empresas públicas do sector ferroviário, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) decidiu ontem lançar um desafio polémico ao Governo que aproveite a obra de transformação da Gare do Oriente na "grande gare intermodal de Lisboa" para estudar a hipótese de encerrar o ramal ferroviário de Santa Apolónia, revitalizando aquele corredor e utilizando o edifício da estação para o novo terminal de cruzeiros de Lisboa. Durante o seu discurso, na cerimónia de assinatura do contrato de prestação de serviços de arquitectura e engenharia para a ampliação da Gare do Oriente para receber o TGV, António Costa lamentou que, durante dez anos, o investimento realizado naquela "grande obra" tenha sido "desperdiçado como um apeadeiro". E sugeriu que esta é "a oportunidade para o Estado repensar o conjunto do sistema ferroviário da cidade" e "saber se deve manter o ramal de Santa Apolónia ou utilizá-lo para requalificar a zona oriental da cidade e sanear financeiramente as empresas de transporte ferroviário." Aos jornalistas, António Costa garantiu que esta proposta não é nova e que, há dez anos, quando a Gare do Oriente entrou em funcionamento, "foi muito discutida". Na altura, decidiu-se que não era boa ideia, mas agora "é talvez uma oportunidade de pensar nisso", defendeu, lembrando os investimentos que estão a ser feitos na ampliação da rede de metropolitano, designadamente na ligação da linha vermelha (que parte do Oriente) ao centro da cidade (Alameda/São Sebastião). António Costa sustenta que esta opção permitiria "resolver vários problemas", desde logo o saneamento financeiro da Refer e também a "libertação daquele ramal" para unir o centro da cidade à zona nova de Lisboa (Parque das Nações). "Esse hiato tem de ir sendo preenchido", disse, defendendo que será um estudo a definir as utilizações a dar aquela língua de terrenos. Outro dos problemas que Costa entende que ficaria resolvido com a saída dos comboios seria o futuro terminal de cruzeiros, que a Administração do Porto de Lisboa (APL) pretende construir na zona de Santa Apolónia. "Podia aproveitar-se o edifício já existente, poupando dinheiro e evitando criar uma nova barreira visual relativamente ao rio", disse o autarca. Recorde-se que o último projecto conhecido para o terminal de cruzeiros foi de tal forma contestado que a CML aprovou uma moção de repúdio e a APL acabou por garantir que se tratava apenas de um estudo. Por explicar ficou como é que António Costa propõe que se resolva a questão da zona de recolha de comboios, hoje situada junto a Santa Apolónia. in http://jn.sapo.pt/2008/04/18/pais/antonio_costa_sugere_fecho_ramal_san.html Sócrates reafirma importância do TGV Projecto é estratégico para o desenvolvimento do país, diz o primeiro-ministro O primeiro-ministro disse hoje que a alta velocidade "é estratégica e fundamental" para o futuro do país, considerando que seria "um erro estratégico" não investir neste projecto que terá um impacto na economia e no emprego. "Não quero que Portugal fique para trás na rede de alta velocidade europeia", afirmou José Sócrates durante a assinatura do contrato entre a RAVE e o arquitecto espanhol Santiago Calatrava, para a ampliação e adaptação da Estação do Oriente ao TGV. "A alta velocidade é um projecto que Portugal quer que seja de qualidade e inovador", sublinhou o primeiro-ministro, afirmando que não investir neste projecto seria "um erro" que "condicionaria a competitividade da nossa economia e o bem-estar futuro dos nossos cidadãos". O projecto de ampliação, orçado em 82 milhões de euros, ficará a cargo do autor original da gare do Oriente, Santiago Calatrava, e deverá ser conhecido dentro de 15 meses. Durante a sua intervenção na cerimónia, José Sócrates disse que foi "uma grande ideia" do Ministério das Obras Públicas convidar Calatrava, "génio máximo da arquitectura espanhola", para conceber o projecto de expansão da Estação do Oriente, um "ícone urbano de Lisboa", que será "uma das imagens centrais da alta velocidade no nosso país". A ampliação da Estação do Oriente para acolher a alta velocidade ferroviária vai obrigar à construção de dois novos terminais e a três novas linhas, segundo dados da RAVE. As obras de alargamento, que estarão concluídas em 2013, prevêem a construção de um terminal de passageiros para os comboios de alta velocidade e de outro, destinado à ligação ao novo aeroporto por meio de 'shuttle' e com serviço de 'check-in' avançado. Deste modo, os passageiros chegados à Gare do Oriente que se dirijam para o aeroporto poderão fazer o 'check-in' logo na própria estação ferroviária. A intervenção criará também com novas zonas de bilheteira, novos ‘lounges’ e proporcionará a requalificação da zona comercial exclusiva da estação e a sua adaptação às necessidades dos utentes. Estas obras tornarão a Gare do Oriente no "grande" interface de transportes de Lisboa, capaz de suportar a rede ferroviária tradicional, a rede de alta Velocidade – com os seus múltiplos destinos como Madrid, novo aeroporto, Porto – e o metropolitano, além da capacidade de distribuição pelos transportes terrestres. Com Lusa in http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/170408_TGVemPortugaldamaximaimportancia.htm Obras na Gare do Oriente vão custar 86,4 milhões alfredo cunha Calatrava foi o responsável pelo desenho da Gare do Oriente e será incumbido da ampliação da estação João Paulo Madeira A RAVE, a empresa responsável pelo desenvolvimento do projecto de Alta Velocidade português, assina hoje o contrato para a expansão da Gare do Oriente com o arquitecto espanhol Santiago Calatrava, para adaptação da estação ao novo tráfego ferroviário. O custo total da obra, que deverá começar em 2010 e terminar em 2013, ascende a 86,4 milhões de euros. Santiago Calatrava foi o responsável pelo desenho da Gare do Oriente, inaugurada em 1998. A ampliação da infraestrutura teria necessariamente de passar pelo arquitecto, uma vez que a obra tem direitos de autor. O contrato de arquitectura e engenharia estabelece um prazo de 15 meses para elaboração do projecto e representa um encargo de 6,4 milhões de euros. O acordo já contempla a preparação do caderno de encargos para o lançamento do concurso público internacional das obras propriamente ditas, que representam um investimento de 80 milhões de euros. O concurso será lançado no segundo semestre de 2009, pelo que se prevê que as obras arranquem em 2010. A construção tem um prazo de 40 meses, com conclusão prevista para o início de 2013. O programa preliminar da futura estação inclui os requisitos funcionais de uma estação de Alta Velocidade zona reservada a passageiros e "lounges", áreas restritas de acesso, zona comercial, novas bilheteiras, além do actual sistema de transportes rodoviário e metropolitano e do parque de estacionamento. A estação será alargada, no sentido transversal, sendo criadas mais duas plataformas (três linhas). A intervenção permitirá a utilização do canal ferroviário existente, com reafectação de duas linhas ao serviço da Alta Velocidade. Globalmente, haverá o prolongamento das plataformas de 300 para 415 metros. A saída de Lisboa à superfície será feito pelo canal da Linha do Norte. A utilização da infraestrutura existente reduz de forma significativa o investimento, uma vez que não implica expropriações, construção de túneis ou acessibilidades, ou supressão de obras de arte. A intervenção na estação obrigará, contudo, à redefinição do tráfego rodoviário. Por este motivo, entre outros, será estabelecido um protocolo entre a RAVE, a REFER, a Gare Intermodal de Lisboa, a Parque Expo e a Câmara de Lisboa, para designação de uma Comissão de Acompanhamento dos trabalhos. in http://jn.sapo.pt/2008/04/17/pais/obras_gare_oriente_custar_864_milhoe.html -
Futuro do Capitólio será decidido a 20 de Maio KÁTIA CATULO O futuro do Teatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, está em aberto. Nove propostas para reabilitar o edifício chegaram ontem à câmara municipal e, agora, um júri presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira terá até 20 de Maio para decidir qual o projecto vencedor. De acordo com a autarquia, o concurso visa atribuir a uma equipa de arquitectos e engenheiros a reabilitação do teatro, devolvendo-lhe a traça original. A reconversão do espaço terá de manter a fachada principal, a sala de espectáculos, o piso superior e a esplanada ao ar livre. Em contrapartida, o balcão da sala de espectáculos, a cobertura no piso superior e os foyers laterais opostos às fachadas laterais do edifício vão desaparecer. Segundo o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, a reabilitação do espaço custará entre 8,5 e 10 milhões de euros, provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. O vice-presidente da câmara, aliás, já assumiu o objectivo de iniciar as obras nos próximos dois anos. O teatro deverá tornar-se um espaço para várias artes de palco e constituir-se como o centro da reabilitação do Parque Mayer, cujo plano de pormenor foi também sujeito a um concurso de ideias, que se encontra actualmente em debate público. Encerrado desde 1991, o Capitólio foi alvo de várias propostas, desde a sua reconversão para um museu do teatro até à demolição do edifício, durante o mandato de Santana Lopes. Classificado como imóvel de interesse público, em 1983, o espaço já acolheu sala de jogos desportivos, pista de patinagem, a sede da Orquestra Sinfónica Portuguesa e até projectou filmes pornográficos, em 1983. Resta agora esperar pelo projecto vencedor para saber o que vai acontecer ao edifício projectado pelo arquitecto Luís Cristino da Silva. | in http://dn.sapo.pt/2008/04/15/cidades/futuro_capitolio_sera_decidido_a_de_.html
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Novo Parque Mayer levanta preocupações Gina Pereira U m casamento aparentemente difícil e complexo. Foi esta a principal tónica das intervenções, ontem à tarde, no debate que teve lugar no auditório da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, para discutir as propostas de reabilitação do Parque Mayer, Jardim Botânico e zona envolvente. Da parte dos actores, voltaram a ouvir-se pedidos para que sejam mantidos mais teatros, além do Capitólio. Do lado dos investigadores e docentes, muita preocupação com os efeitos que este projecto poderá ter no frágil ecossistema do Jardim Botânico e na Politécnica. Cecília Sérgio, investigadora, lembrou que "no jardim existem espécies únicas" que já desapareceram de muitas cidades europeias e alertou para a necessidade de ser feito um estudo de monitorização e de impacto "para que não sejam as plantas, no futuro, a queixar-se do que possa vir a existir". Outra preocupação diz respeito às propostas para abrir o espaço a uma maior fruição pública, com novos acessos pedonais e mecânicos. Marta Lourenço, investigadora no Museu de Ciência e História Natural, lembrou que este "não é o jardim da Estrela, nem pode ser" e defendeu que a acessibilidade deve continuar a ser controlada. Nuno Teotónio Pereira, arquitecto, lembra que o jardim é "um bem inestimável para a cidade" e defende que "tem de ser um espaço reservado para preservar as suas condições". "É fundamental não criar qualquer obstrução visual à contemplação, a partir da Avenida da Liberdade, da colina arborizada do Jardim Botânico", disse, embora aceite que haja "algum tecido edificado nas bordas do recinto". Hélder Freire Costa, empresário que detém o Maria Vitória, único teatro que ainda funciona no Parque Mayer, garante que a classe artística "vai entrar na luta" para a manutenção de mais teatros no recinto. Raul Solnado, actor e membro do júri, defende também mais teatros e sugere que o Museu do Teatro possa ser transferido para o Parque Mayer. Na assistência, os autores dos cinco projectos pré-seleccionados no concurso tiraram notas das sugestões do público. in http://jn.sapo.pt/2008/04/15/pais/novo_parque_mayer_levanta_preocupaco.html Parque Mayer: Artistas e cientistas pouco dispostos a ligação ao Jardim Botânico Lisboa, 14 Abr (Lusa) - Os artistas querem os seus teatros, os cientistas o seu "museu vivo": posições pouco abertas à ligação entre o Parque Mayer e o Jardim Botânico, defendidas nos projectos para a zona, hoje debatidos em Lisboa, no Museu de História Natural. Na conclusão do debate, o arquitecto Nuno Teotónio Pereira alertou para o perigo das "posições extremadas" em ambos os campos, referindo que "é perigosíssimo separar uma unidade paisagística" como a zona Parque Mayer-Jardim Botânico-Politécnica, alvo do concurso de ideias promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. Pelo Museu de História Natural várias intervenções levantaram a necessidade de o Jardim Botânico não se transformar num "Jardim da Estrela". As espécies "únicas" em exposição precisam de resguardo da poluição e qualquer construção na área terá que as levar em conta. Luís Ramalho, ex-professor de Geologia, insurgiu-se contra a ideia de os Museus da Politécnica e o Jardim Botânico terem que obedecer a qualquer "sustentabilidade económica", criticando aUniversidade de Lisboa e Câmara Municipal por terem "deixado degradar de forma infame" o Jardim Botânico. A ideia fora suscitada pelo presidente dos Conselhos Científico e Directivo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que defendeu a "ligação das Ciências às Artes" como mecanismo para promover a sustentabilidade económica, reconhecendo a "dimensão histórica e afectiva" do conjunto dos edifícios da Politécnica. Liliana Povoas, do Museu de História Natural, referiu que pelo "défice de cultura científica" dos portugueses, o museu tem "um papel estratégico", insurgindo-se contra um dos projectos finalistas, do arquitecto Souto Moura, que "corta um terço dos edifícios" do museu. "Precisamos é de mais espaço", afirmou. Pelos artistas, Paulo Vasco, actor do teatro Maria Vitória, considerou que os cinco projectos finalistas do concurso de ideias tratam o Parque Mayer como "a família pobre de todo o projecto", defendendo que deve haver pelo menos mais um teatro a funcionar no desenho final que venha a ser aprovado para a área. Hélder Costa, empresário do mesmo teatro, manifestou oposição à ligação directa entre o Parque Mayer e o jardim, afirmando que o arquitecto Cristino da Silva - autor do Capitólio, que vai ser restaurado - tinha a mesma oposição. O actor Raul Solnado lamentou que os lisboetas "não tenham locais de convívio" e que os projectos "não falem dos teatros", argumentando que o Parque Mayer seria "o local exacto para o Museu do Teatro, por todas as razões". APN. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-04-14 22:25:01 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=339747&visual=26
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Calatrava e RAVE acordam expansão da Gare do Oriente O arquitecto espanhol Santiago Calatrava estará amanhã em Lisboa para formalizar o contrato para a expansão da Gare do Oriente, soube o Jornal de Negócios. O arquitecto espanhol Santiago Calatrava estará amanhã em Lisboa para formalizar o contrato para a expansão da Gare do Oriente, soube o Jornal de Negócios. Calatrava irá reunir-se com a RAVE - Rede de Alta Velocidade para assinar o acordo que lhe permitirá começar a trabalhar no alargamento da Gare do Oriente, preparando-a para receber a linha de Alta Velocidade. A RAVE e o Governo estavam apenas à espera da decisão final sobre a terceira travessia do Tejo, agora prevista para o eixo Chelas-Barreiro, para avançar com o projecto, que irá transformar a Gare do Oriente na estação central do TGV em Lisboa. Ainda não são conhecidos detalhes do novo projecto, que irá expandir a obra que Santiago Calatrava desenhou para a Expo 98 e que foi executada entre 1993 e 1998. Era, aliás, quase indispensável que fosse Calatrava a desenhar o alargamento da Gare do Oriente, visto que o projecto tem direitos de autor. Fonte: http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&SqlPage=Content_Empresas&CpContentId=315417
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Expo Saragoça: Uma segunda embaixada de Portugal em Espanha - ministro do Ambiente Lisboa, 16 Abr (Lusa) - Uma segunda embaixada de Portugal em Espanha é como o ministro do Ambiente, Nunes Correia, classificou hoje a presença portuguesa na Expo Saragoça 2008, que decorre entre 14 Junho e 14 Setembro próximos. A participação portuguesa, hoje apresentada em Lisboa pelo comissário-geral de Portugal naquele certame, Rolando Borges Martins, inclui várias áreas de intervenção que servem de cartão de visita sobre o melhor que o país tem para oferecer, nomeadamente aos níveis cultural, científico e, até, gastronómico. "Queremos que a presença portuguesa seja mais do que um pavilhão", afirmou Rolando Borges Martins, destacando a presença em conferências de vários especialistas portugueses em água, o tema central da Expo Saragoça. O pavilhão de Portugal, cuja construção começou em finais de Março passado, no eixo central de circulação do recinto, é composto por dois espaços: uma área de exposições e um espaço de programação "em permanente actividade". "No final da Expo os conteúdos do pavilhão vão ser desmontados e trazidos para Portugal. Procuramos ainda uma entidade para acolher esses conteúdos", adiantou o comissário-geral. "Na entrada [do pavilhão] há um corredor negro que no fim tem uma escultura sobre água. É a fase de alerta" sobre a importância da água e a necessidade de ser gerida de forma sustentável, referiu. Várias fotografias de catástrofes naturais, como secas, cheias e incêndios, percorrem ainda as paredes do pavilhão de Portugal, reforçando essa ideia de "alerta". Segue-se a ala que o comissário apelida de "consciência" e que concede ao visitante informação sobre os três grandes rios partilhados com Espanha - Douro, Tejo e Guadiana -, enquanto a última ala do pavilhão "constrói a ponte para o futuro, no que chamamos a `mudança`". No pavilhão, da autoria do arquitecto Ricardo Bak Gordon, existirá uma zona multiusos e multifuncional para a apresentação de produtos e iniciativas de empresas nacionais, bem como uma área de restauração e uma pequena área comercial e de design dos produtos portugueses. O ponto alto da participação portuguesa será o Dia de Portugal, a 11 de Julho, quando se prevê a actuação de vários artistas portugueses, como Dulce Pontes, Maria João e Mário Laginha, Rodrigo Leão e os The Gift. O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, salientou a importância do tema escolhido para a Expo Saragoça. "O tema é até muito relevante para Portugal e Espanha", disse, referindo-se aos últimos acordos para a gestão partilhada dos rios que cruzam ambos os países. "A presença de Portugal não é um mero pavilhão. A Expo Saragoça será como uma segunda embaixada de Portugal em Espanha", afirmou Nunes Correia. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, considerou também o tema da água como de qualidade. "Vivemos um momento crítico da relação do Homem com a Natureza", realçou. A participação portuguesa na Expo Saragoça está orçada em cinco milhões de euros, custando só o pavilhão de Portugal cerca de um milhão de euros. A Expo Saragoça, que se realiza dez anos depois da Exposição Internacional de Lisboa (Expo-98), ocupará um recinto de 25 hectares, junto às margens do rio Ebro, na zona ocidental da cidade. Os organizadores esperam mais de seis milhões de visitantes, entre os quais cem mil portugueses. Fonte - http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340104&visual=26 Água e desenvolvimento sustentável na Expo Saragoça Entre Junho e Setembro exposição deve receber mais de 7 milhões de visitantes A água e o desenvolvimento sustentável são os temas centrais da Exposição Internacional Saragoça 2008, informa a agência Lusa. Entre 14 de Junho e 14 de Setembro, a Exposição deverá receber mais de sete milhões de visitantes de todo o mundo, incluindo de Portugal. Localizada num recinto de 25 hectares a Oeste da cidade de Saragoça, esta Exposição contará com a participação de 102 países, constituindo o maior evento internacional do género em Espanha desde a Exposição de Sevilha em 1992. A água como «elemento imprescindível para a vida» é um dos eixos centrais da Exposição, marcando os espaços, as temáticas dos principais pavilhões e os inúmeros eventos programados para o calendário do evento. Portugal com mil hectares de exposição O Pavilhão de Portugal, com cerca de mil hectares, escolheu para tema da sua área expositiva «Os três rios e as três bacias hidrográficas portuguesas mais importantes: Douro, Tejo e Guadiana». No pavilhão, da autoria do arquitecto Ricardo Bak Gordon, existirá uma zona multiusos e multifuncional para a apresentação de produtos e iniciativas de empresas nacionais, bem como uma área de restauração e uma pequena área comercial e de design dos produtos portugueses. A participação portuguesa está estimada em cinco milhões de euros, custando só o Pavilhão de Portugal um milhão de euros. Depois da Expo-98, em Lisboa, Portugal participou na Expo Hannover 2000 e na Expo 2005 em Aichi, no Japão. Rolando Borges Martins, comissário-geral de Portugal para a Exposição Internacional de Saragoça 2008 e presidente do Conselho de Administração da Parque EXPO, foi eleito, por unanimidade, para presidir ao Conselho de Comissários da Expo Saragoça 2008, em representação de todos os países que participam no evento, junto da organização da Exposição. O Comissariado de Portugal apresenta quarta-feira, no Parque das Nações, a participação portuguesa na Exposição Internacional Saragoça 2008, incluindo o pavilhão e as programações científica e cultural. fonte:http://diario.iol.pt/ambiente/saragoca-zaragoza-expo-exposicao/940469-4070.html
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Siza Vieira: Reforma da baixa de Madrid será pacífica O arquitecto Álvaro Siza Vieira afirmou hoje à Lusa, no Porto, que está convencido que a aprovação final do seu projecto para a reforma do eixo Prado-Recoletos, em Madrid, deverá ser pacífica. «Continuamos a aprofundar o trabalho no terreno em alguns pontos onde isso pode ser feito, estamos à espera da aprovação da Comunidad (Governo Regional) de Madrid para que as obras possam avançar«, disse o arquitecto. Siza Vieira acrescentou que a baronesa Thyssen, principal impulsionadora da contestação à reforma, já não tem objecções ao projecto e que até agora «não lhe chegaram quaisquer novas críticas, nem exigências«, pelo que a aprovação deverá ser pacífica. O arquitecto falava à Lusa no Palácio da Bolsa, no Porto, à margem da apresentação do projecto de reabilitação e ampliação do Vidago Palace Hotel, um projecto que envolve um investimento de 56 milhões de euros e a criação de 110 postos de trabalho. Siza Vieira salientou que o projecto para a reforma daquela zona da baixa madrilena, que mereceu críticas de algumas personalidades espanholas, foi aprovado em finais de 2007 pela Câmara de Madrid «por unanimidade, sem qualquer objecção e com elogios«, o que o deixa esperançado na aprovação final. «Sei que a questão está envolvida numa luta política entre o poder municipal e o poder regional de Madrid, cujos responsáveis, por sinal até são do mesmo partido [Partido Popular], mas isso são questões políticas que me ultrapassam, eu nem percebo nada de política«, frisou o arquitecto. A 25 de Fevereiro último, o presidente do Ayuntamiento (câmara municipal] de Madrid, Alberto Ruiz-Gallardón, condicionou a sua permanência no cargo à aprovação do projecto de Siza Vieira para a reforma do eixo Prado-Recoletos, no centro da capital espanhola. Ruiz-Gallardón (Partido Popular) explicou que a decisão final sobre o projecto do arquitecto português deverá ser conhecida em Abril, mês em que se espera uma decisão da Comunidad (Governo Regional) de Madrid, presidida por Esperanza Aguirre (também do PP). «O eixo Prado-Recoletos é a acção política mais importante desta legislatura. É o coração, se não mesmo o motor do arranque da recuperação de todo o centro de Madrid. É prioridade absoluta«, insistiu então o alcaide. Apresentado a concurso há cinco anos, e com obras previstas para começarem em 2009, o projecto desenhado por Siza Vieira para a autarquia de Madrid tem sido marcado praticamente desde o inicio pela polémica. Quer o projecto inicial, quer uma versão alterada, apresentada em Dezembro, foram contestados pela baronesa Thyssen, que chegou a ameaçar levar o Museu Thyssen para outro ponto de Madrid, com menos tráfico, se a ideia avançasse. A reforma em questão centra-se no eixo das avenidas Prado e Recoletos, duas das principais da capital espanhola e onde estão, entre outros, o Museu do Prado e o Museu Thyssen, dois dos maiores ícones culturais de Madrid. O desenho inicial, que há cinco anos foi posto a concurso, causou intensa polémica, levando a baronesa Thyssen a acorrentar-se a uma árvore em protesto contra o corte previsto de árvores e contra a reforma que prejudicaria o Museu Thyssen. Depois de meses de polémica, a autarquia apresentou algumas alterações que, depois da mediação do Ministério da Cultura, acabaram por contar com o sim das instituições culturais afectadas. Fora do acordo ficou porém o governo regional da Comunidade de Madrid, cuja presidente, Esperanza Aguirre, criticou o projecto, sustentando que ele afectará a circulação de tráfico na zona, deixando assim em aberto uma eventual rejeição das obras. O projecto é um dos palcos da guerra política entre Ruiz-Gallardón e Esperanza Aguirre, vistos em alguns quadrantes como sucessores do actual presidente do PP, Mariano Rajoy e que, pelo conflito político, acabaram por ser afastados das listas populares de deputados nas eleições legislativas de 09 de Março último. A derrota de Mariano Rajoy nas eleições, ganhas pelo PSOE, não abrandou a luta entre as duas facções do PP, uma vez que não se sabe ainda se o líder popular deixa ou não a presidência do partido. Ruiz-Gallardón, tido como representante da ala mais moderada do PP, e Esperanza Aguirre, apoiada pela ala direita do partido, perfilam-se ambos como candidatos à sucessão do presidente do PP espanhol. Diário Digital / Lusa Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=328388&page=4
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Arte da Igreja e cidades do futuro O lugar do religioso, no processo da secularização que deslocou as referências fundamentais da humanidade para outras dimensões, tem de se conquistar, cada vez mais, em concorrência com outras mediações sedentas de ocupar um lugar de destaque no horizonte da vida humana. Neste contexto, torna-se pertinente perceber qual o espaço das manifestações artísticas e arquitectónicas próprias da igreja, verdadeiros paradoxos na cidade utilitarista. As igrejas, em especial, passaram de monumento central da cidade a ‘equipamentos públicos’ entre tantos outros: renunciaram a certos prestígios exteriores, lado a lado com edifícios e grandes construções industriais, não se impuseram pela imponência do volume, dando-se a entender em relação com os demais equipamentos públicos que se têm por indispensáveis nos tempos que correm. As novas igrejas devem trazer à cidade moderna a sua mensagem particular, incorporando-se de maneira franca, como um espaço de silêncio, de gratuidade, um espaço improdutivo, se olhado com os olhos da técnica e da economia. À Igreja compete, com a sua arquitectura, compreender a psicosociologia da sociedade urbana, o processo de secularização e o entendimento da laicidade, como surgimento de novos protagonismos e entidades portadoras de sentido para a vida do homem da cidade de hoje, onde a Igreja é uma instituição especializada ao lado de outras instituições especializadas que estruturam toda a vida. Não surpreende, por isso, que muitas igrejas estejam inseridas num espaço polifuncional, respondendo a um programas cívico-religiosos muito elaborado, que incluem centros culturais ou sociais, auditórios ou mesmo parques de estacionamento. A expressão artística, ao longo da história da humanidade, tendeu a encarcerar o sacro, fazer dele tabu, afastar dele os que não foram iniciados. A missão da Igreja, hoje e no futuro, passará seguramente por olhar mais de perto a arte religiosa e perceber que tal como um rio, longe de separar, ela está entre duas margens para ser cruzada e unir. Dossier | Octávio Carmo| 15/04/2008 | 10:51 | 2029 Caracteres | 77 | Património Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=58866&seccaoid=8&tipoid=184
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Espaços sagrados à escala humana Cón. João Peixoto, pároco e professor de liturgia, caracteriza os espaços sagrados do presente. E pensa os do futuro Agência Ecclesia – O edifício faz comunidade? Cón. João Peixoto – Pode condicioná-la fortemente. Modela a comunidade. Podemos dizer que há movimento circular: a Igreja viva, pedras vivas, faz comunidade e a comunidade faz Igreja. AE - Será de outros tempos a estruturação comunitária a partir da igreja paroquial? JP – Pimeiro existe a Igreja Pedras Vivas. Depois constrói-se um espaço para a sua vida eclesial, de culto e de comunhão. A ordem é essa. Acontece como nós com as nossas casas: somos nós que de algum modo fazemos as nossas casas, as vamos preenchendo, as vamos habitando. Mas elas, as casas, também nos marcam, também nos fazem! AE - Qual a identidade de uma igreja matriz? JP – Uma igreja matriz é uma igreja mãe. É uma igreja onde se celebra o baptismo, que faz comunidade. Em português, aos vários aglomerados populacionais, chamamos freguesias: o agrupamento dos filhos de uma igreja, daqueles que nasceram naquela matriz, que foram baptizados naquele baptistério e que formam uma comunidade de proximidade e de vida. O que define, de facto, uma igreja paroquial, como paroquial, é o seu baptistério e é a partir daí que tudo começa na Igreja: o baptismo é o início da vida cristã e da comunidade que continuamente nasce da Páscoa. AE - Há outros elementos e outros espaços que a caracterizam? JP – O baptistério é especificador de uma igreja matriz. O centro de qualquer igreja é o altar da Eucaristia, que é o centro da vida da comunidade. Ao lado do altar está o ambão, onde a comunidade se alimenta da palavra, o lugar da presidência que simboliza a apostolicidade da igreja. AE - E fora do espaço de celebração? JP - Fora do espaço e do tempo da celebração há também um elemento qualificante: o lugar da reserva eucarística, o sacrário. Trata-se do coração vivo deste espaço. AE - E quem vê do exterior, quem desconhece esses espaços, como os descobre? JP – A arquitectura sacra começou por ser eminentemente de interior. A igreja constrói-se de dentro para fora. Mas, à medida que os cristãos penetram na sociedade e a transformam, a presença da igreja começa também a ser visível do exterior e a qualificar os quarteirões ou as povoações. Ainda hoje, muitos emigrantes quando lhes perguntamos pela sua terra mostram uma fotografia da igreja paroquial. A visibilidade exterior do edifico é o testemunho de uma Igreja que não se envergonha de dar testemunho da ressurreição, que se ergue nas praças, nas ruas, como sinal de esperança. Muitas vezes o ordenamento urbanístico tem como fulcro as igreja. AE – E o campanário? JP – A partir de determinado momento da história ganhou importância: a torre, o campanário. Por uma razão funcional: elevando-se acima dos telhados dos outros edifícios, permite projectar o som dos sinos, dos sinais, que convocam para a assembleia de uma forma mais eficaz, mais longe. Elas tornaram-se em si mesmas também um sinal da Igreja, sendo um meio de comunhão importante de uma comunidade paroquial, porque sintoniza todos nas alegrias e nas tristezas. AE – Como serão os espaços sagrados no futuro? JP – É uma questão que precisa de ser reflectida! Nós estamos a viver uma situação – que será certamente transitória – de escassez preocupante do clero. E isso pode determinar que as nossas assembleias, para poderem ser atendidas pelo ministro ordenado, têm de crescer em número, sendo necessários espaços mais amplos. Essa evolução não me agrada! Porque as assembleias devem ter uma dimensão média, de escala humana, e não de mega-assembleias. Nos santuários temos essas experiências em momentos especiais, de festa. Mas no dia-a-dia precisamos de espaços familiares, comunitários. Não seria bom que começássemos a projectar igrejas com mais de 400 lugares sentados. Entrevistas | Paulo Rocha| 15/04/2008 | 10:53 | 3818 Caracteres | 169 | Património in http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=58867&seccaoid=6&tipoid=184
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Arte com simplicidade e harmonia No Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, é oportuno que a Igreja, entre nós responsável por vastíssimo património cultural edificado (monumental ou não), reflicta sobre esse tema intencionalmente relembrado. O mesmo se diga quanto aos sítios cultural e pastoralmente significativos. Tomemos um sítio de todos conhecido: Fátima. É um imenso santuário consagrado ao culto mariano, no interior do qual e ao longo dos tempos foram sendo erigidos vários monumentos que, formalmente, nada têm de comum entre si: a chamada Capelinha das Aparições, mais tarde a Basílica e recentemente a Igreja da Santíssima Trindade. Cada um destes elementos a seu modo justifica a designação de monumento. A Capelinha, porque é evocativa e perpetua uma memória transcendente. A Basílica, pela sua arquitectura majestosa e singular que manifesta o carácter sagrado quer do seu espaço Interior, quer do sítio em que está, e com o qual se relaciona fisicamente pela colunata. No topo oposto, a grande nave do novo templo que, no santuário mariano congrega e convida os peregrinos à contemplação do grande mistério fundamental da Santíssima Trindade. Outros pequenos monumentos de diferente carácter se poderiam apontar, como seja a estátua de João Paulo II, ou a própria azinheira com toda a sua carga simbólica. Assim entendido, o conceito de monumento não se caracteriza tanto pelo que habitualmente designamos por monumentalidade, mas muito mais peta carga simbólica que possa estar na sua génese e que desejavelmente se reflecte na sua forma. No caso de Fátima, o local e os acontecimentos nele vividos, foram o motivo determinante da sua progressiva “monumentalização”. E Fátima tornou-se um Sítio. Monumentos e Sítios integram aquilo a que vulgarmente chamamos Património com “P” e que justifica cuidados de protecção e preservação. Classificados ou não, são valores culturais que nos conferem uma identidade própria em que nos reconhecemos e pela qual nos damos a conhecer. Há Património que vem de trás e deste somos “fiéis depositários”. É uma responsabilidade muito exigente. Não menor nem menos exigente é a responsabilidade, que também nos cabe, de gerarmos novos valores patrimoniais, culturalmente fecundos, nomeadamente ao edificarmos novas igrejas. Mas também ao compormos novos cânticos ou ao procurarmos novas iconografias. Que todos os nossos gestos litúrgicos sejam tocados pela beleza, que todos sejam obra de arte, desde a arquitectura até à alfaia, da escultura ao vitral, passando pela música e pela paramentaria até à simples toalha de altar ou ao arranjo de uma jarra de flores. No seu conjunto, e no pressuposto da sua efectiva qualidade artística, esses gestos serão testemunhos do nosso tempo e do modo como nele nos situamos. O que nos é pedido, não será a produção de arte sacra para um qualquer museu. É-nos exigido anunciar a Boa Nova também por essa via das artes. Isso empenha quem faz e quem pede que seja feito. Neste contexto, e retomando ao exemplo de Fátima, bem nos podemos interrogar onde encaixar toda a quinquilharia de barro, plástico, trapo, pau ou vidro que por lá se encontra e se apresenta como artesanato religioso. Como é evidente, a responsabilidade a que acima nos referimos não é exclusivamente imputável à Igreja, nem respeita exclusivamente aos Monumentos e Sítios e ao Património dos Bens Culturais da Igreja. Mas a Igreja terá responsabilidade acrescida, não só enquanto proprietária de vasto e muito significativo Património, mas também enquanto geradora de novos valores culturais ou, pelo menos enquanto sua “consumidora”. A Igreja usou desde sempre a linguagem das artes para se exprimir. A linguagem da própria liturgia é de natureza artística. Essa mesma natureza não se compadece com modelos estereotipados e meramente convencionais. Quando isso acontece, é a própria vivência litúrgica que entra em rotina, e com ela estiola o espírito criador que a Fé e o Amor exigem. O nosso tempo poderá não ser o mais estimulante para as artes sacras, como também o não será para outras manifestações das artes profanas (se é que isto existe). Simplesmente, a Igreja não pode hoje abdicar delas e, para isso, não pode e não deve ficar dependente das dificuldades circunstanciais que a possam afectar, como sejam a eventual impreparação dos artistas ou do próprio clero. Há que promover o interesse e a preparação de uns e outros. Que as habituais dificuldades económicas não sejam motivo de recurso a expedientes de critério duvidoso, mas antes incentivo para maior exigência de sensata, modesta e humilde procura da simplicidade reveladora do esplendor de Deus (“Olhai os lírios do campo...”). Nos nossos dias, não será pela ostentação, ou pelo triunfalismo, que daremos o testemunho que nos é pedido. Será sim pela harmonia que formos capazes de encontrar no uso das formas, dos materiais ou dos gestos, por mais simples e despojados que sejam, tornando-os assim capazes de revelarem a verdadeira fonte de toda a beleza. Será daí que poderão nascer novos “monumentos”. Arquitecto Diogo Pimentel, Departamento das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa Dossier AE • Património - Dia Internacional dos Monumentos e Sítios in http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=58872&seccaoid=8&tipoid=184
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Apanhei na minha pesquisa habitual tres textos do site da Igreja sobre Arquitectura. Deixo aqui para a leitura e quica alguns comentarios.
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Centro de Arte Contemporânea na Ribeira Grande consolida perspectiva multipolar do desenvolvimento açoriano A velha Fábrica do Álcool da Ribeira Grande, contígua ao campo de jogos municipal, vai deixar de estar ao abandono e, dentro das suas paredes seculares, artistas e intelectuais poderão dar largas à sua criatividade, nas mais diversas formas de expressão artística. De facto, foi hoje apresentado, em cerimónia presidida por Carlos César, o projecto de criação, naquele espaço, do Centro de Arte Contemporânea "Arquipélago", dedicado à criação e difusão de expressões artísticas como a pintura, a escultura, as artes performativas, a fotografia, o vídeo, o áudio, o "design" e a arquitectura e que – nas palavras do presidente do Governo – tomará esse nome porque não pretende ser um centro de artes de um concelho, mas "um equipamento cultural que estará simultaneamente comprometido com a açorianidade e com a universalidade". O "Arquipélago" é, também, prosseguiu Carlos César, um projecto que suscita um grande empolgamento, por corresponder, em primeiro lugar, a uma aspiração e a uma necessidade da comunidade cultural micaelense e, depois, por ser feito a contra-ciclo da tendência de localizar um espaço daquela natureza num centro maior, como Ponta Delgada, por exemplo. Defendendo a necessidade de consolidar uma perspectiva multipolar do desenvolvimento açoriano, não só no plano económico-social, mas também, no plano cultural, o presidente do Governo disse que a decisão de criar ali o Centro de Arte Contemporânea corporiza a vantagem de diversificar, geograficamente, o investimento público também na área da cultura. Foi na concretização dessa política que o Governo dos Açores beneficiou, recuperou, requalificou e construiu – ou vai construir muito em breve – várias infra-estruturas que vão desde o Centro Cultural Multiusos do Corvo até ao pólo museológico de Vila do Porto, passando pelas Bibliotecas Públicas das Flores, Horta e Angra e os museus de S. Jorge, da Graciosa, de Angra e dos Baleeiros do Pico. "Isso representa o esforço que estamos a empreender no domínio da cultura e a ruptura que fizemos contra uma tradição de empobrecimento orçamental de sectores como a cultura", sublinhou Carlos César, para logo acrescentar que vão registar-se crescimentos da ordem dos 50% do orçamento afecto ao sector cultural para o próximo ano, o que constitui caso sem paralelo nos países da União Europeia. O papel que as instituições culturais públicas desempenham pode aferir-se pelas 315 acções desenvolvidas só em 2007, bem como pela dinamização em que, no mesmo período, estiveram envolvidas mais de 30 mil crianças, tudo isso constituindo, na opinião do presidente do Governo, prova de um trabalho bem feito. "Os Açores podem orgulhar-se de ser não apenas um destino de Natureza, um local de tranquilidade e de bem-estar, mas também um arquipélago de cultura. É essa cultura e esse arquipélago que homenageamos com esta obra que dentro em breve se iniciará", concluiu Carlos César. O Centro de Arte Contemporânea "Arquipélago" deverá estar concluído dentro de dois anos e meio. http-~~-//www.acores.net/images/noticias/2_35_25720_5789__.jpg Fonte: http://www.acores.net/noticias/view-25720.html
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© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-04-16 14:25:03 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340096&visual=26&tema=4 Concordo. Devia haver uma maior diversidade de tipo de pontes no Rio Tejo.
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Por acaso este render é parecido com uma torre que está projectada para Londres. Não me recordo se é de Richard Rogers ou de Renzo Piano.
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Denunciados 152 casos de corrupção O número de denúncias enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre suspeitas de corrupção está a registar um ritmo de crescimento imparável desde 1 de Janeiro. Em menos de três meses e meio, a instituição liderada por Pinto Monteiro já contabilizou 152 comunicações, um número que representa mais de um terço do total de 452 denúncias registadas em 2007. E, ao que o Correio da Manhã apurou, na origem desta torrente de denúncias está o alerta lançado pelo Presidente da República, Cavaco Silva, em 5 de Outubro de 2006, contra os efeitos perversos deste fenómeno. As comunicações registadas na PGR provêem de denúncias anónimas, actividades realizadas pelo próprio Ministério Público e investigações da Polícia Judiciária (PJ). E deram origem a processos de averiguações preventivas, destinadas a avaliar se os factos descritos nessas denúncias justificam a abertura formal de um inquérito criminal. O anúncio da construção de importantes obras públicas no início deste ano, como o novo aeroporto de Lisboa em Alcochete, a construção da Alta Velocidade Ferroviária e a terceira ponte sobre o Tejo, é também um motivo capaz de suscitar a abertura de averiguações preventivas. Com estas iniciativas, pretende-se sempre acompanhar os processos de contratação e prevenir eventuais casos de corrupção. Certo é que, 'em termos de número de inquéritos por corrupção entrados no DIAP [Departamento de Investigação e Acção Penal] em 2007, houve um aumento exponencial', frisa fonte conhecedora. E precisa mesmo que '2007 é um ano de viragem na entrada de processos--crime por suspeitas de corrupção'. Para este crescimento das investigações contra o fenómeno, contribuiu de forma decisiva, garantem as mesmas fontes, 'o discurso do Presidente da República, mas também o seminário internacional sobre corrupção na Assembleia da República, os casos da Câmara de Lisboa e da Marinha [associado à compra de equipamento militar]'. No discurso em 5 de Outubro de 2006, Cavaco Silva foi categórico: 'Uma das principais perversões da corrupção reside na sua capacidade de alastrar como uma mancha que a todos envolve e a todos contamina'. Um ‘recado’ que foi compreendido por todos os agentes ligados à Justiça e à Economia. NAS AUTARQUIAS FISCAIS O nível mais baixo da corrupção autárquica é a cometida por fiscais municipais na sua acção de inspecção, principalmente obras particulares. Tentam arranjar irregularidades, abrindo caminho a soluções fora do quadro legal. GABINETES O segundo nível centra-se nos gabinetes de Arquitectura, propriedade de funcionários municipais, local onde se entregam trabalhos a troco da garantia tácita de aprovação. PDM A violação dos Planos Directores Municipais configura o terceiro nível de corrupção. Esta situação encontra-se ligada ao facto de os construtores serem os principais financiadores de campanhas eleitorais. CAVACO DIXIT 'A corrupção tem um potencial corrosivo para a qualidade da democracia que não pode ser menosprezado.' 'Perante a divulgação de um indício de corrupção, de compadrio ou tráfico de influências, é fácil tomar a parte pelo todo.' 'Da corrupção decorre outro efeito altamente perverso para a qualidade da democracia (...) os cidadãos deixam de possuir modelos de acção e referenciais éticos nos seus próprios comportamentos.' DETIDAS 22 PESSOAS ATÉ DEZEMBRO O número de detidos por corrupção nas cadeias portuguesas não ultrapassava, em meados de Dezembro de 2007, 22 pessoas, o que representava seis por cento dos cerca de 370 inquéritos deste tipo, registados pela Polícia Judiciária (PJ)nos últimos dois anos. Segundo a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais (DGSP), essas pessoas tinham 'outros crimes associados.' Tradicionalmente, a burla e o branqueamento de capitais são os crimes que se encontram conexos à corrupção. A obtenção de provas continua a ser uma das principais dificuldades com que se defrontam os investigadores dos crimes de corrupção e uma das principais razões do diminuto número de condenações. PROCURADORES PREOCUPADOS A actual Direcção Central de Investigação de Combate à Criminalidade Económica e Financeira (DCICCEF) da Polícia Judiciária vai ser substituída por uma Unidade Nacional de Combate à Corrupção, 'com competências mais alargadas', que irá centralizar a informação e investigação a este fenómeno, como resulta da proposta de lei 143/X. 'Se o que se pretende é a centralização total numa única unidade operacional, sediada em Lisboa, das investigações respeitantes à criminalidade dita de ‘colarinho branco’[corrupção e similares e crimes cometidos por titulares de cargos políticos], teremos motivos sérios de preocupação', alerta o procurador Euclides Dâmaso,director doDIAPde Coimbra e ex-director adjunto da PJ, justificando estar em causa razões de transparência e de praticabilidade: 'A História ensinou-nos já que um certo grau de difusão no controlo destas matérias, que por vezes contendem com o exercício de outros poderes do Estado, gera maior potencial de revelação e esclarecimento e mais sólidos equilíbrios. Depois, não estou a ver a vantagem de os investigadores sediados em Lisboa [ou noutro local único que fosse] andarem a correr a caminho ora de Bragança ora de Vila Real de Santo António, em execução das múltiplas diligências que cada inquérito ou averiguação exige'. O magistrado defende ainda uma melhor 'partilha de informação'. NOTAS UNIDADES NACIONAIS DA PJ Na proposta da nova Lei Orgânica da PJ as direcções centrais são substituídas por unidades nacionais especializadas. PORTARIA DEFINE ACÇÕES As acções e as competências territoriais das unidades nacionais serão definidas por portaria governamental. UM CÓDIGO QUE NÃO ACOMPANHOU A REALIDADE O crime de corrupção, ao pressupor um resultado imediato da conduta criminosa, não acompanhou o evoluir da sociedade. A NOVA FIGURA DOS ASSESSORES CAMARÁRIOS A colocação de militantes nas autarquias através da figura dos assessores tem multiplicado os riscos de corrupção. FALTA DE VONTADE POLÍTICA PARA MUDAR PROCEDIMENTOS Os investigadores queixam-se da falta de vontade política para actualizar os meios de combate à corrupção. RECOMENDAÇÕES DA IGAT FORAM IGNORADAS Em 2005, a Inspecção-Geral da Administração do Território fez um conjunto de recomendações que nunca foram aplicadas. António Sérgio Azenha / Ana Luísa Nascimento in http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=DC72D0F9-00C3-434E-B2F9-EE23B7A85915
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Sinceramente acho que se trata de uma vigarice... ou a empresa eh mera fachada de lavagem de capital. A empresa tem um nome de passaro e de peregrino que pode ser muita coisa... pode muito bem ser uma empresa da al-qaeda para angaria capital. Eh facil criar uns 3d escrever os locais e jah estah... temos uma empresa com site e com projectos fantasma. Uma torre em Lisboa dah nas vistas... deviam ter colocado Madrid. Nunca se sabe.
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Project Name: Lusitana Tower Location: Lisbon, Portugal Program: Mixed Use (hospitality / residential / office) http-~~-//peregrine-dv.com/images/LusitanaTower_02.jpg http-~~-//peregrine-dv.com/images/LusitanaTower_03.jpg Fonte: http://peregrine-dv.com/hospitality01.html Nao ha mais nenhuma informacao.
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http://www.treehugger.com/2008-03-23_090444-Treehugger-skyscraper-additions.jpg Tree Hugger Skyscrapercity
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Nove propostas para teatro Capitólio A Câmara Municipal de Lisboa recebeu nove propostas para a reabilitação do teatro Capitólio, no Parque Mayer, num “acto público” realizado no edifício camarário do Campo Grande. O restauro do Capitólio insere-se no Plano de Pormenor do Parque Mayer. O edifício será sujeito a um restauro intensivo, passando pela fachada principal, a sala principal de espectáculos e a esplanada ao ar livre, entre outros. Algumas parcelas do teatro serão removidas, como o balcão existente na sala de espectáculos. As propostas serão avaliadas por um júri liderado pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira, e que é composto por profissionais como os arquitectos Ana Tostões, Andreia Galvão, Vera Pais e Jorge Ramos de Carvalho, assim como os engenheiros Fernando Branco e João Freitas. in Correio da Manha Concurso de reabilitação do Capitólio recebeu nove propostas A Câmara de Lisboa recebeu hoje nove propostas para a reabilitação do teatro Capitólio, no Parque Mayer, que serão avaliadas por um júri presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira, que chegará a uma decisão a 20 de Maio. No «acto público» de abertura das propostas que hoje decorreu no edifício camarário do Campo Grande não foram identificados os concorrentes, que serão avaliados pelo júri, que no dia 20 de Maio apresentará o «relatório de hierarquização das propostas». A decisão tomada nessa altura não é definitiva, pela necessidade de verificação de cumprimento de todos os requisitos por parte dos concorrentes. O júri presidido por Nuno Teotónio Pereira integra igualmente os arquitectos Ana Tostões, Andreia Galvão, Vera Pais e Jorge Ramos de Carvalho e os engenheiros Fernando Branco e João Freitas. O concurso de arquitectura, arquitectura paisagística e engenharia visa adjudicar a uma equipa de projectistas a reabilitação do teatro, reconvertendo-o à traça original - o projecto data de 1925-1929 e a abertura do espaço data de 1931 -, resolvendo os problemas estruturais e funcionais existentes. A recuperação do Capitólio, considerado o primeiro edifício do movimento Moderno em Portugal, concebido pelo arquitecto Luís Cristino da Silva, enquadrar-se-á no desenvolvimento do futuro Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e espaço envolvente, funcionando como um equipamento 'âncora' para a revitalização daquele espaço. O caderno de encargos do projecto estipula a manutenção da fachada principal, da sala principal de espectáculos, do piso superior e da esplanada ao ar livre. O balcão existente a meia altura da sala de espectáculos, a cobertura no piso superior e os foyers laterais opostos às fachadas laterais em 1935 são para remover. Passíveis de alteração ou ampliação são a volumetria da zona afecta ao palco e aos camarins, as caves técnicas, o subpalco e as arrecadações. Para repor são os paramentos em vidro das fachadas laterais, os tapetes rolantes de acesso aos pisos superiores, como memória do projecto original e o palco superior para variedades e projecção de cinema. in Sol
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Novo hospital de Todos-os-Santos só tem quartos individuais Por Graça Rosendo O novo Hospital de Todos-os-Santos, que ficará no parque da Bela Vista e substituirá os hospitais S. José, Santa Marta, Capuchos, Desterro e Estefânia, em Lisboa, terá 789 camas, todas em quartos individuais. O concurso será lançado no início de 2008 O novo Hospital de Todos-os-Santos – que substituirá os hospitais de S. José, Santa Marta, Capuchos, Desterro e Estefânia que compõem o actual Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) – já tem garantido um terreno de 95 mil metros quadrados na zona da Bela Vista, ao lado de Chelas. É também para a mesma zona que deverá mudar-se o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, que o Ministério da Saúde já decidiu que vai tirar da Praça de Espanha. Esta semana, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou a proposta da Câmara de vender ao Governo, por 12,6 milhões de euros, o terreno para a construção do novo hospital. A compra destes 95 mil metros quadrados é a última fase do processo que antecede a abertura do concurso público para a construção do novo Hospital de Todos-os-Santos, que deverá ocorrer no início de 2008. Com o terreno disponível e o programa funcional do hospital concluído, o Ministério da Saúde pode começar a preparar a cerimónia de lançamento da primeira pedra, para a qual já se fazem acertos de agenda entre o ministro Correia de Campos, o presidente da Câmara, António Costa, e o primeiro-ministro. Apesar de este ser um projecto antigo – desde 1994 que está previsto no PDM de Lisboa –, a decisão de encerrar os velhos hospitais de Lisboa começa a ser contestada. Na Estefânia, corre uma petição defendendo o hospital pediátrico, por ser uma referência da cidade. E o director do Serviço de Urgência do CHLO disse não acreditar que o S. José encerre, com a abertura do novo hospital. O Todos-os-Santos vai ter 789 camas – para substituir as mais de mil do CHLO, que têm uma ocupação de 70% – e será organizado segundo um modelo inovador. Os tradicionais serviços hospitalares vão deixar de existir, estando o hospital dividido por áreas. A área de cirurgia, por exemplo, inclui a ortopedia, a cirurgia plástica, a neurologia, etc. As camas vão ser todas em quartos individuais – que deverão estar preparados para duplicarem esta capacidade, se for preciso. O novo hospital terá uma forte vertente universitária, com um centro de ensino e um centro de investigação, um auditório e salas de alunos. Outras das características inovadoras do Todos-os-Santos é a componente de apoio à família, já que terá uma creche para os filhos dos trabalhadores. A inauguração está prevista para 2012. graca.rosendo@sol.pt in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=72566
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Ok...
