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  1. Uma visao do que pode vir a acontecer com o Dubai.
  2. Ridiculo eh deitar tudo abaixo e fazer o que estava lah antes com um interior modificado e uma fachada semelhante mas com a porta ao lado do que estava antes. . Na faculdade houve uma colega minha que referiu nisso num edificio de Lisboa. Os arquitectos deitaram abaixo o interior e fizeram uma arquitectura que nada tem a ver com o anterior. . O mesmo acontece com tantas obras espalhas em Lisboa: 1 . Eden. Destruiram o interior para construir o Hotel 2 . A Sede da Ordem dos Arquitectos 3 . O Cinema Conde Etc.
  3. JVS

    Curiosidades

    [ame=" "]YouTube - Battle at Kruger[/ame] Uma cria de bufalo sobrevive a crocodilos e a leoes e ainda eh a causa duma derrota humilhante dos leoes.
  4. Oposição contra novo projecto no Saldanha LUÍSA BOTINAS A aprovação de um loteamento na esquina da Av. Casal Ribeiro com o Saldanha, em Lisboa, que possibilitará a construção de um novo edifício naquela conhecida praça lisboeta, "poderá constituir um grave precedente" para outros projectos que "venham a ser aprovados naquela área ou na Fontes Pereira de Melo, nas mesmas condições", disse ao DN a vereadora da do PCP, Rita Magrinho. Na ordem de trabalhos da reunião do executivo municipal estava ontem agendada uma proposta subscrita pelo vereador Manuel Salgado que defendia a "aprovação e deferimento do pedido de operação de loteamento no Saldanha", apresentado pelo promotor espanhol Reyal Urbis, que comprou os imóveis devolutos da praça ao ex-dirigente do Benfica, Vítor Santos (Bibi). Na prática, o requerente pretende construir um único edifício em dois lotes. Para tal, é necessário proceder ao emparcelamento/loteamento. Contudo, a oposição encontra neste documento e nesta intenção aspectos discutíveis. "O que tem esta proposta diferente da que foi apresentada ainda no mandato do dr. Santana Lopes e que acabou indeferida? Nada!", disse ao DN Margarida Saavedra, do PSD. A vereadora social- -democrata questiona os critérios legais para aprovar o "uso de habitação numa zona eminentemente terciária, à luz do PDM". Além da questão dos usos, foi igualmente levantada a das cérceas e da altura. Segundo Rita Magrinho, "Este projecto tem pisos a mais. Tem 30 metros de altura ou dez pisos" e, além disso, "invoca-se a conformidade com um plano de cérceas para o Saldanha e Fontes Pereira de Melo que nunca foi aprovado e que não passa de um mero estudo, sem força legal", refere a mesma responsável. De acordo com o autor do projecto, o arquitecto português Vasco Massapina, "propõe-se um edifício de habitação plurifamiliar, com maior incidência de tipologias de características familiares: T2 e T3". Quanto aos usos, Massapina esclarece: "A introdução da habitação no espaço da praça tende a melhorar a miscigenação funcional do local, contribuindo para o equilíbrio e segurança informal do espaço da rua/praça ao longo das 24 horas do dia." O edifício deverá ter 45 fogos por nove pisos habitacionais, com um T1, dois T2 e dois T3 por piso. Quanto ao enquadramento na área, o projectista sublinha: " A volumetria-base do edifício proposto é uma grande superfície ondulante que se implanta segundo a geometria da Praça." Manuel Salgado reconhece que a Praça Duque de Saldanha "não é exemplar em matéria de harmonia de cérceas" e sublinha que a câmara pouco pode fazer sobre a matéria. Contudo, destaca o papel regularizador que a autarquia pode assumir no ordenamento do espaço público e irá fazê-lo", disse. À hora de fecho desta edição, a proposta ainda não tinha sido analisada.| in http://dn.sapo.pt/2008/05/01/cidades/oposicao_contra_novo_projecto_saldan.html
  5. Artes: José Pedro Croft e João Mendes Ribeiro recebem prémios AICA de artes plásticas e arquitectura Lisboa, 02 Maio (Lusa) - Os prémios AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) 2007 para artes plásticas e arquitectura foram atribuídos a José Pedro Croft e João Mendes Ribeiro, repectivamente, anunciou hoje a associação. O júri era constituído por Rui Mário Gonçalves, Leonor Nazaré, João Pinharanda, Nuno Crespo, Ana Tostões, Michel Toussaint e Ricardo Carvalho. "Uma reflexão permanente sobre o discurso escultórico e o recurso a materiais como a pedra, o esso e a madeira, ou mais recentemente grandes espelhos e estruturas metálicas, têm determinado a criação de trabalhos que desafiam fortemente a iniciativa do observador e que reflectem no seu interior os espaços envolventes", opinou o júri, sobre a obra de Croft. "Paisagem Interior", uma intervenção no hall do Museu Gulbenkian de Abril a Julho de 2007, incluída nas comemorações do 50.º aniversário da Fundação, foi apontada pelo júri como "um dos momentos fortes desse ano que avalizam a atribuição" do prémio. Relativamente a João Mendes Ribeiro, arquitecto e cenógrafo, o júri considerou que estas "duas vertentes combinam-se coerentemente para, em cada caso, se adequarem às condições particulares do sítio e do programa ou da peça de teatro, materializando com extremo cuidado as suas concepções que, no teatro, mostram uma muito eficaz contenção de meios e, nas obras arquitectónicas, uma atenção construtiva aliada a uma subtil teatralidade que valoriza plasticamente cada parte". "É de destacar - acrescentou - a sua intervenção na reabilitação do Laboratório Chimico em Coimbra, exemplar na capacidade de recuperar e mostrar o edifício antigo e os seus vários tempos, não deixando de adequá-lo a um actual museu de Ciência". Entre 1968 e 1972, a AICA atribuiu os prémios SOQUIL de artes plásticas, através de um júri fixo constituído por José Augusto França, Rui Mário Gonçalves e Fernando Pernes. Interrompido durante oito anos, o prémio "regressou", em 1981, por iniciativa da Divisão de Artes Plásticas da Direcção Geral da Acção Cultural/ SEC (Secretaria de Estado da Cultura), em moldes que ainda hoje se mantêm. O Ministério da Cultura é responsável pela atribuição do Prémio AICA desde aquela ano, fazendo-o através do IAC (depois IA) desde 1996. Entre os premiados desde 1981 figuram, nas artes plásticas e na arquitectura, respectivamente, Costa Pinheiro e Siza Vieira, Júlio Resende e Alcino Coutinho, Alberto Carneiro e Nuno Teotónio Pereira, Malangatana e Pedro Ramalho, Nikias Skapinakis e Manuel Tainha, João Cutileiro e Frederico George, Júlio Pomar e Fernando Távora, Paula Rego e Raul Chorão Ramalho. RMM. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-05-02 17:10:02 http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=343454&visual=26
  6. Expo-98/10 anos: Marvila dividida entre bairros sociais e condomínios de luxo Susana Oliveira e Raquel Rio (texto) e Tiago Petinga (Fotos), agência Lusa Lisboa, 06 Mai(Lusa) - Marvila tem cerca de 70 por cento da população a viver em bairros sociais e prepara-se para receber nos próximos anos novos residentes para condomínios de luxo. Estes empreendimentos vão marcar a nova face desta freguesia da zona oriental que pouco sentiu os efeitos da Expo`98. "Marvila beneficiou principalmente a nível de acessibilidades. Hoje sai-se e entra-se através de vias rápidas", disse à Lusa o presidente da Junta de Freguesia, Belarmino Silva. Marvila é a freguesia de Lisboa com mais terrenos disponíveis para construção e tem um curso vários projectos, como o do novo Hospital de Todos os Santos, o do Instituto Português de Oncologia (IPO) e da nova catedral, além de investimentos privados. Nos terrenos da antiga Fábrica de Sabões, um projecto da Obriverca aguarda a decisão relativamente ao TGV e à Terceira Travessia do Tejo. "A Obriverca aguarda esta decisão para o novo empreendimento", adiantou, referindo-se ao polémico loteamento da Lismarvila aprovado pela autarquia em 2004 e que acabou por não avançar por causa das medidas preventivas decretadas pelo Governo. No Poço do Bispo, o condomínio Jardins de Braço de Prata, do arquitecto Renzo Piano, aguarda aprovação desde 1999 e na antiga Petroquímica deverá nascer "um condomínio com outras valências, com uma escola secundária e com serviços sociais". Da totalidade de projectos em análise na autarquia, segundo o presidente da Junta, a maior parte contempla condomínios. "Os condomínios são bem-vindos, mas terão que se abrir aos outros munícipes e permitir o uso dos equipamentos por toda a população", alertou. A concretizarem-se os projectos, "Marvila terá uma zona muito pobre e outra muito rica", afirmou o autarca, alertando para o perigo desta clivagem entre "muito ricos" e "muito pobres". "Deviam ser criados outros bairros junto aos PER [que resultaram do Programa Especial de Realojamento] para minimizar o impacto negativo destas áreas", considerou. Um exemplo a seguir é o das cooperativas, que têm adquirido terrenos e promovido a construção junto a alguns destes bairros, "que são bem vindas porque trazem outro tipo de gente". "A Câmara tem de ter a preocupação de alterar o pressuposto das cooperativas de habitação, que são obrigadas a dar 10 por cento do seu edificado à autarquia, ou então pôr à venda estas casas para quem quiser comprar", defendeu, sublinhando que quem compra "tem maior cuidado na manutenção dos espaços do que quem está nos bairros sociais". Dos 50 mil habitantes de Marvila, cerca de 70 por cento vivem em bairros sociais, muitos deles construídos ao abrigo dos programas especiais de realojamento. O autarca adiantou à Lusa que na zona velha de Marvila está prevista a reabilitação da maioria do edificado e aponta como principal vantagem a localização privilegiada junto ao Tejo. O cenário deverá ser manter apenas algumas fachadas "porque o edificado é muito velho". "Aqui a autarquia deverá ter uma grande preocupação porque a maior parte da habitação é privada", avisou. Muitos destes projectos iam ser realizados pela SRU Oriental, que previa recuperar todo o edificado, desde o Pátio da Quintinha ao Poço do Bispo. "A SRU nasceu mal, não tinha meios. E não tendo verba, teria de encontrar parceiros para executar os projectos", o que não chegou a acontecer. Apesar do predomínio da habitação, Marvila começou recentemente a atrair novos visitantes com projectos diferentes na área cultural. Um dos exemplos é a antiga fábrica de munições, agora conhecida como Fábrica Braço de Prata, fruto da vontade de duas livrarias - Ler Devagar e Eterno Retorno -, que se associaram e apostaram em iniciativas culturais que "têm sido uma mais valia" para a freguesia, reconheceu o autarca. Para Junho, está prometido "um grande evento cultural", que se espera levar cerca de 30 mil visitantes a Marvila. Trata-se de um festival de gastronomia e cultura que durante quatro dias mostrará a gastronomia de várias regiões do país. Quanto ao património, além das degradadas instalações fabris de empresas que abandonaram a freguesia, Marvila guarda ainda alguns palacetes, uns recuperados por privados, como é o caso do Palácio do Armador, e outros que já têm comprador mas aguardam projecto de recuperação, como o dos Alfinetes, que deverá transformar-se num "hotel-aeroporto". "Há um cidadão francês que quer fazer no Palácio dos Alfinetes um hotel que, com alguns acordos com companhias aéreas, pudesse receber os passageiros dos voos que por motivos vários são diariamente cancelados ou adiados, deixando as pessoas em terra", contou. Belarmino Silva faz um balanço positivo dos impactos da Expo`98 na freguesia, mas diz que foram essencialmente ao nível das acessibilidades. "Marvila precisa acima de tudo de recuperar o edificado e reconstruir a zona ribeirinha para transformar a zona velha num pólo agradável. Precisa também de mais valências e mais empresas para fixar as pessoas e criar emprego e vida própria. Neste momento é um dormitório", reconhece. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-05-06 08:45:03 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=344016&visual=26&tema=5
  7. Já são conhecidas as “Sete Maravilhas” de Matosinhos Igreja Matriz foi a mais votada De uma lista de 14 finalistas, foram escolhidos sete monumentos do concelho Mosteiro de Leça do Balio, Fonte das Sete Bicas, Obelisco da Memória, Museu e Quinta de Santiago, Porto de Leixões/ Titãs, Casa de Chá da Boa Nova/Piscina das Marés, Igreja Matriz/Bom Jesus de Matosinhos. Estas são as “Sete Maravilhas” de Matosinhos. A ideia partiu de quatro alunos da turma 3 do 12º ano da Escola Secundária João Gonçalves Zarco- Ana Cláudia, Lisa Fernandes, Pedro Maio e Pedro Marques. Depois das “Sete Maravilhas do Mundo e de Portugal” anunciadas no ano passado, os quatro estudantes decidiram avançar para a eleição das “Sete Maravilhas” de Matosinhos, na disciplina não-curricular de Área de Projecto. O trabalho foi orientado pela professora Maria do Céu Machado. Oito meses de trabalho culminaram, na passada sexta-feira, com a cerimónia oficial das “Sete Maravilhas” no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Presidentes e representantes das dez juntas de freguesia, membros do júri e da Câmara Municipal receberam uma lembrança da Escola Secundária João Gonçalves Zarco pelo seu contributo para este projecto. Ana Cláudia, Lisa Fernandes, Pedro Maio e Pedro Marques foram os anfitriães de uma cerimónia que contou com a participação de alunos e professores da Escola de Música Óscar da Silva. “…Em qualquer aventura, / O que importa é partir, não é chegar”. A partir do poema de Miguel Torga “A Viagem” começaram a ser divulgadas as “Sete Maravilhas” de Matosinhos. De 37 para 14 A lista inicial era composta por 37 monumentos. O júri, constituído por cinco elementos (o director da Rádio Clube de Matosinhos, João Lourival, o jornalista do “Matosinhos Hoje”, Francisco Adrião, o presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, José Ramos, a professora Delfina Rio Ferreira e o historiador Joel Cleto) seleccionou 14 monumentos. A votação decorreu durante dois meses e terminou no dia 15 de Abril. Da lista dos 14 monumentos finalistas fizeram parte: Edifício dos Paços do Concelho, Igreja Matriz de Matosinhos (Bom Jesus), Museu e Quinta de Santiago, Obelisco da Memória, Mosteiro de Leça do Balio, Casa Museu Abel Salazar, Monumento ao Senhor do Padrão, Fonte das Sete Bicas, Casa de Chá da Boa Nova/Piscina das Marés, Tanques de Salga de Peixe, Castro de Guifões, Ponte da Pedra, Mercado de Matosinhos e Titãs - Porto de Leixões. De todos, o monumento mais votado foi a Igreja Matriz/Bom Jesus de Matosinhos (século XVI), pela “combinação harmoniosa da renascença e do barroco”. A Casa de Chá (1958-63)/ Piscina das Marés (1966), duas obras da autoria do arquitecto Álvaro Siza em Leça da Palmeira, foram já classificadas como “Monumento Nacional” e a sua escolha justifica-se pelo “exemplo da harmonização dinâmica do espaço construído com as formas criadas pela natureza”. Os Titãs, os grandes guindastes que permitiram a construção do Porto de Leixões (1884), foram considerados “uma obra ímpar de engenharia”. O Museu e a Quinta de Santiago (século XIX), em Leça da Palmeira, estão também entre os monumentos escolhidos pela “expressão da vivência burguesa e da arte de Matosinhos”. O Obelisco da Memória, em Perafita, assinala o desembarque, em 1831, das tropas liberais, comandadas por D. Pedro IV, que marca “o fim do Portugal Venho e o início do Portugal Novo”. Já a Fonte das Sete Bicas, na Senhora da Hora, reúne “o divino e o profano na tradição matosinhense”. Finalmente, o Mosteiro de Leça do Balio (século XII) representa “o gótico e o romântico em perfeita harmonia”. Um a um, representantes das juntas de freguesia e da Câmara Municipal, subiram ao palco e agradeceram o galardão que lhes foi atribuído. No fim, Fernando Rocha, vereador da Cultura da CMM, em representação do presidente Guilherme Pinto, fez questão de referir os bons exemplos de alunos e professores que não são notícia em detrimento dos “maus exemplos dos telemóveis”. Fernando Rocha recordou ainda o momento em que recebeu os alunos, numa fase embrionária do projecto: “Simpatizei com eles. Achei-os descontraídos e determinados, mas tinham muitas dúvidas. Dissemos que apoiaríamos e incentivaríamos o interesse destes jovens. Isto chama-se cidadania, interesse pela comunidade”. Nuno e Fábia Cardoso, finalistas do programa de televisão “Família Superstar” fecharam com música a cerimónia das “Sete Maravilhas”. Por: Dulce Salvador in http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=361&id=18011&idSeccao=2916&Action=noticia
  8. Abertura ao público a 9 de Maio “Porta para o Oriente” é o objectivo do novo Museu do Oriente que abre em Lisboa http-~~-//i237.photobucket.com/albums/ff84/Pelha/Pelha2/38918729.jpg http-~~-//i237.photobucket.com/albums/ff84/Pelha/Pelha2/36b8cd3d.jpg Presstur 07-05-2008 (20h23) O Museu do Oriente, um projecto da Fundação do Oriente, na Doca de Alcântara, em Lisboa, abre ao público dia 9 de Maio, com o objectivo de fomentar o “diálogo entre culturas”, através da mostra de peças e música vindas do Oriente. Designado “Uma porta para o Oriente”, o novo equipamento cultural de Lisboa, um sonho de 18 anos, que tem hoje a sua inauguração oficial, abre com uma colecção permanente composta por mais de 1400 peças, que incluem esculturas, pinturas, porcelanas, tecidos, objectos religiosos, objectos decorativos entre outros, distribuídas por sete espaços temáticos, representativas da “Presença Portuguesa na Ásia”, afirmou ao PressTUR o presidente da Fundação Oriente, Carlos Monjardim. “As expectativas são grandes, é um museu para ver com algum tempo, no qual esperamos que as pessoas se sintam bem”, explicou o executivo. “Pretendemos que este Museu seja uma “porta” para a Ásia”, afirmou ainda, acrescentando o desejo de que “este espaço se torne um Centro Cultural ligado à Ásia, ao qual as pessoas possam vir e entender um pouco da sua cultura e do seu povo”. Outra exposição permanente é a colecção Kwok On, que terá expostas 650 peças de cerca de 13 mil, oriundas dos vários países da Ásia. Por outro lado o museu vai ter uma exposição temporária, “Máscaras da Ásia”, a qual terá expostas cerca de 200 peças. O museu está instalado num edifício da década de 40, na parte norte da Doca de Alcântara, em tempos dedicado ao armazenamento do bacalhau. O projecto arquitectónico é da autoria do arquitecto Carrilho da Graça e o projecto museográfico é da autoria do professor Fernando António Baptista Pereira. “À excepção da colecção Kwok, que foi oferecida, todas as peças foram adquiridas pela Fundação Oriente para o agora criado museu”, revelou ao PressTUR Natália Correia Guedes, directora do museu. Para a criação deste museu a fundação disponibilizou um orçamento de 25 milhões de euros, para a aquisição do edifício e consequente reestruturação, aquisição de peças, restauro e montagem do espaço museológico. “Para a instalação das peças foram tidos alguns cuidados, como a luz e a temperatura, pois cada material necessita de cuidados específicos para a sua conservação e também houve uma preocupação para criar um ambiente propício em cada secção, como na exposição “Deuses da Ásia” por exemplo”, explicou a conservadora, “todas as peças presentes estão em vitrines e são acompanhadas de legendas em português e inglês”, concluiu. Das várias peças em exposição oriundas de lugares como a Birmânia, Nepal, China, Macau, Índia ou Japão, destacam-se o Pagode Chinês, oriundo de Macau, oferecido ao rei D. João VI aquando a partida da corte para o Brasil, que se encontrava no Palácio da Vila em Sintra. Das peças orriundas da Índia o destaque vai para as colchas indo-portuguesas e entre as peças japonesas destaca-se um biombo de estilo Namban. “Com este novo espaço esperamos fomentar o diálogo entre as culturas e servir de pretexto para algo mais do que só mostrar as peças”, revelou a conservadora, que considera que o museu pode “abrir o apetite” para conhecer as culturas e as tradições do Oriente. O novo equipamento vai abrir todos os dias, com excepção da terça-feira (uma novidade entre os museus e monumentos de Lisboa) e às sextas-feiras vai estar aberto até às 22 horas, com entrada gratuita a partir das 18 horas. Em relação ao número de visitantes esperados, a responsável adiantou ainda que “para já vamos tentar cativar o público que costuma vir visitar os museus e monumentos da zona de Belém, vamos ter actividades e ateliers para escolas e também espectáculos”, as entradas só para o museu vão ter um preço de 4 euros. Além do espaço expositivo, o edifício está dotado também de um auditório, com capacidade para 360 pessoas, um centro de documentação, uma loja (onde se poderão encontrar algumas réplicas de peças em exposição), uma cafetaria, um lounge e um restaurante com vista para o rio, onde a comida oriental marcará presença numa carta de cariz internacional. Programação Da responsabilidade de Carlos Amorim, a programação cultural do novo equipamento vai abranger as áreas do cinema, dança, teatro, marionetes e muito especialmente a música, com variados concertos organizados por ciclos. “A nossa programação vai procurar criar sinergias entre as diferentes culturas. Vamos ter música da Finlândia, do Brasil, da Alemanha ou da França, mas a grande maioria vai ser oriunda de países do Oriente ou ter uma base oriental”, revelou ao PressTur o responsável. Um exemplo desta vontade é o espectáculo “Trimurti”, da autoria de Mário Laginha, encomendado para a abertura do museu, que vai estar em palco durante quatro noites. Espectáculos de música goesa, chinesa, fado, egípcia, um combinado de música flamenca e paquistanesa “Qawwali Flamenco”, no dia 14 de Maio, entre outras, preenchem a programação dos meses de Maio e Junho. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15022
  9. ACENTUA CARLOS CÉSAR - Projecto "Portas do Mar" transforma Ponta Delgada Publicado na Terça-Feira, dia 08 de Maio de 2007, em Actualidade Foto: GACS/a União "Esta obra de reordenamento portuário transformou- se num projecto de múltiplas funcionalidades e de renovação de toda a frente marítima citadina", adiantou Carlos César, que ontem visitou os trabalhos, orçados em cerca de 46 milhões de euros. Além do terminal e gare de cruzeiros e de um cais para ferries, está a ser construído um espaço multiusos (Pavilhão do Mar), com uma área de cerca de quatro mil metros quadrados, e uma nova marina, com capacidade para 476 embarcações. O projecto do arquitecto Manuel Salgado inclui, também, zonas comerciais, novas piscinas públicas, um parque de estacionamento subterrâneo com 200 lugares, assim como um jardim com dez mil metros quadrados ao longo do passeio marítimo. Segundo Carlos César, este projecto nasceu da necessidade de ultrapassar os constrangimentos ao nível turístico, associados ao frequente congestionamento do porto comercial de Ponta Delgada. "Em qualquer lugar do mundo, onde se quer atrair turismo de cruzeiros ou ter escalas mais frequentes e também mais prolongadas, têm de ser dadas outras condições de segurança e de qualidade no seu acolhimento", salientou o presidente do Governo Regional. Realçou, também, a afectação extraordinária para este projecto de fundos europeus que estavam afectos ao continente, devido a uma decisão do primeiro-ministro. Com esta obra, que ficará concluída no próximo ano, Ponta Delgada vai assistir à "sua mais importante transformação nas últimas e nas próximas décadas", disse Carlos César, para quem este investimento será, também, um "espaço de lazer, de restauração, de serviços e entretenimento". Durante a visita às obras, Carlos César adiantou que, em 2006, Ponta Delgada recebeu cerca de 50 navios de cruzeiros, enquanto que, nos últimos 30 dias, já escalaram o porto 23 navios, com cerca de 25 mil turistas. Anunciou, ainda, que o Governo vai lançar, em breve, o concurso para a concessão de cerca de cinco mil metros quadrados de área comercial que ficarão disponíveis depois de concluídas as obras. A proposta de ocupação dos espaços comerciais já foi enviada à Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada para parecer, adiantou Carlos César, ao salientar que o executivo está aberto a sugestões para uma "versão melhorada". http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=5223
  10. Nova Vila Franca de Xira é uma “monstruosidade” O Arquitecto Ribeiro Telles anda a alertar para as monstruosidades desde os anos setenta. Muito antes do 25 de Abril. Muito antes dos PDM. Muito antes das Reservas Agrícolas e Ecológicas. Sou seu admirador. Admirador do seu conhecimento e do seu amor ao país e a todos nós que não merecemos o seu empenho e a sua coragem. Ele tem lutado sem desfalecimentos, numa guerra desigual contra interesses económicos poderosíssimos e contra autarcas que, pensando que estão a promover o progresso estão a hipotecar o futuro. Autarcas que vivem o imediatismo e não pensam a longo prazo. Não pensam ou não querem pensar. O que se está a passar com a produção de bens alimentares é um exemplo das decisões políticas meramente conjunturais. Acabou-se com a agricultura em Portugal porque o futuro era a logística, as novas tecnologias, etc, etc. Agora é tarde para repor o que foi destruído. O nosso futuro não está nas novas Vilas Francas. Nesses empreendimentos está apenas o futuro dos investidores. Não é justo que a câmara apenas pense neles e não nos restantes munícipes. João António Marques Barrento
  11. Plano da Habitação sugere reforço de poderes das autarquias João Pedro Campos*</B> Os coordenadores do Plano Estratégico da Habitação 2008/2013, ontem apresentado aos municípios em Coimbra, consideram que as autarquias devem ter um papel central no parque habitacional português. O documento, que traça as prioridades da política habitacional até 2013, foi elaborado por uma equipa técnica com especialistas do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, da Universidade do Porto/IRIC e do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana. Para além de propor um reforço dos poderes das autarquias, através dos Programas Locais de Habitação, o grupo defende ainda a dinamização do mercado de arrendamento, um aumento da oferta de habitação pública a custos controlados e uma forte aposta na reabilitação em detrimento da construção (ler ao lado). Propostas estas acatadas com optimismo pelos autarcas presentes na cerimónia. Apoios em aberto No que concerne a incentivos ao arrendamento, propostos pelos especialistas, o secretário de Estado do Ordenamento do Território, João Ferrão, disse à Lusa "É uma hipótese que está em cima da mesa e que, fazendo parte do projecto final do estudo técnico, será, conjuntamente com outras, analisada com as finanças". Por outro lado, pretende-se também incentivar a reabilitação e penalizar as casas devolutas e os edifícios degradados. Refira-se que há cerca de 1,6 milhões de fogos a precisar de pequenas e médias reparações, meio milhão de casas vagas - a maior parte no Norte - e 40 mil famílias com necessidades de realojamento por se encontrarem a viver em casas sem condições de habitabilidade (ver infografia). Papel das autarquias Nuno Portas, arquitecto e um dos coordenadores do projecto, explicou, ontem, que "os municípios na mesma área geográfica têm de chegar a um acordo para fazer as mesmas propostas para essa determinada área; tem de haver complementaridade". Os autores da estratégia defendem, também, que os programas locais devem ser feitos em articulação com a Administração Central. "Esta política bem entendida entre as administrações seria um grande passo em frente", esclareceu Nuno Portas. Entre as propostas, é ainda defendida uma maior oferta de habitações a custos controlados por empresas e cooperativas, "destinados a estratos populacionais médios e médio baixos". No entanto, o grupo afasta a ideia de construir bairros sociais, seguindo o modelo da década de 60. Aprovação até fim do ano Presente na apresentação das propostas, João Ferrão afirmou que "o Governo está empenhado em colocar a habitação na agenda política, e isso só é possível se for adoptado um novo paradigma". E disse ter esperança de que a primeira proposta esteja fechada até ao Verão, sendo o plano estratégico aprovado pelo Governo até final do ano. O secretário de Estado do Ordenamento do Território explicou, ainda, que o Plano Estratégico de Habitação, que será colocado à discussão pública em Setembro, contemplará um período de transição, como salvaguarda de sucesso para as novas medidas. * Com Agência Lusa
  12. A cidade insegura adelino meireles Manuel Correia Fernandes, Arquitecto A "Carta de Atenas" (concebida em 1933 e tornada pública em 1943), foi - como é sabido - a carta de princípios que serviu de base à construção da "cidade moderna" até finais da década de cinquenta do século passado. O "zonamento" era um dos seus mais (sagrados) princípios que eram, "Habitar, Trabalhar, Recrear e Circular". Duas "formas" (tipologias ou modelos) e dois "acontecimentos" (factos ou fenómenos), foram a tradução construída e a consequência sócio-urbanística desses princípios o "bloco de habitação colectiva" e a "via segregada" (ou isolada) são, por excelência, as "formas" características da cidade moderna e o abandono dos "centros históricos" e a consagração dos "subúrbios", as suas consequências mais comuns. Ou seja: na "cidade moderna", habita-se num lado, trabalha-se noutro, recreia-se ainda noutro e circula-se (intensa, mecânica e ciclicamente) entre todos. Contudo, este novo cenário, não dura mais do que uma escassa vintena de anos. De facto, em 1958, alguns "arquitectos/urbanistas" e, principalmente, o grupo auto-designado por TEAM X, depois de se afirmarem como convictos "utilizadores" da "cartilha", declaram a falência da "Carta" que tinham ajudado a "redigir" e, com ela, o fim da chamada "cidade moderna", ou seja, da utopia modernista. As razões eram muitas mas, de todas, sobressaía a questão da "guetização" da cidade provocada pelo "zonamento" e, consequentemente, a questão social e de "segurança urbana", que a cidade moderna era suposto garantir, mas que a realidade se encarregou de negar. A verdade é que a cidade moderna não só não resolveu a questão dos "centros históricos" como os deixou à sua sorte e condenou à desvitalização por pretensa inadequação a qualquer tipo de vida moderno. Muitos, foram destruídos para isolar "monumentos" ou desumanamente abandonados a estratos sociais de menores recursos, atirando, simultaneamente, outros, para novos bairros periféricos, atraídos por novas e monofuncionais "unidades de habitação", aí implantadas em generosos (mas enganadores) espaços verdes; as "grandes massas" passaram, assim, a chegar a "casa" apenas para dormir e para, na madrugada seguinte, regressar maçissamente ao "trabalho" no outro lado da cidade, repetindo, sem cessar, este circuito infernal todos os dias, todo o ano e anos atrás de ano. Por isso, todos estes lugares se foram tornando progressivamente "menos seguros". Ou porque estavam dramaticamente vazios de dia nos "bairros dormitório", ou porque estavam, igualmente, desertos à noite, nas zonas industriais; circular era igualmente pouco seguro porque os transportes circulavam em vias próprias (e, portanto, segregadas) a abarrotar de gente condenada a viajar sempre nos mesmos sentidos e às mesmas horas, passando a consumir aí, horas de descanso, de recreio e de convívio. Naturalmente que, neste quadro, tudo concorria para a rápida degradação da qualidade de vida nas novas cidades e, portanto, para a "reposição" da questão urbana, a que havia que acrescentar o consequente crescimento demográfico das zonas urbanas que já se desenhavam como metrópoles sem um "princípio" que as contivesse e sem um sentido que as sustentasse, condenadas a crescer indefinidamente de modo clandestino, informal ou marginal, "em mancha de óleo" e sem fim. Hoje, voltamos a ver barracas, bairros de lata, clandestinos e casas sobreocupadas, e os cenários (político-sociais) do século XIX reeditam-se, perante a incapacidade da "cidade moderna". Hoje, temos a sensação ter regredido no que já pensávamos ser uma etapa ganha na modernização das cidades e das sociedades! E voltámos aos tempos das "cidades inseguras"! in http://jn.sapo.pt/2008/01/11/porto/a_cidade_insegura.html
  13. Isto é para continuar? Manuel Correia Fernandes, Arquitecto Ultrapassando tudo quanto seria imaginável, o conjunto do "Palácio do Freixo" está a ser destruído. A história daquele conjunto é conhecida e não há ninguém com um mínimo de cultura que não a saiba. Só para avivar a memória trata-se de um conjunto constituído por um palácio barroco com extensos jardins circundantes, projectados por Nicolau Nazoni nos finais do século XVIII, uma "fábrica" de moagem construída nos referidos jardins já nos finais do século XIX e, ainda, cais de acesso ao Douro em cuja margem se encontra este notável conjunto arquitectónico. Embora o Palácio seja monumento nacional, embora tenha sido adquirido pelo Estado e posteriormente doado à Câmara do Porto (para sede da Junta Metropolitana?), embora tenha sido conservado e restaurado com fundos europeus, embora o presidente da Câmara do Porto o tenha considerado "de enorme valor arquitectónico e cultural" e "pólo catalisador de actividades culturais e recreativas, aberto à população em geral", embora tenha sido uma das últimas obras de Fernando Távora que nesse trabalho notável usou toda a sua sabedoria e embora a manutenção naquele local ou a deslocação e remontagem das Moagens Harmonia - mas nunca a sua demolição - tenham proporcionado intenso debate na cidade, a verdade é que a Câmara do Porto não teve qualquer rebate de consciência ao entregar tudo ao "Grupo Pestana" cujo negócio nada tem a ver com património ou coisa que o valha. Como era de prever, o resultado está à vista o conjunto do "Palácio do Freixo" está a saque! E o resto da história é triste em 2005, o "Grupo Pestana" nem quis acreditar na "dádiva" que lhe caía nos braços vindo directamente dos cofres do estado e, do alto da sua "filantropia", decidiu brindar cidade com uma "pousada de luxo" que é a coisa que a "a população em geral" mais precisa! Vai daí, atirou-se ao "património" e longe dos olhares da dita "população" mas, certamente, bem perto dos gabinetes do poder, decidiu dispor a seu bel-prazer do que tinha sido tão apaixonadamente restaurado, conservado e construído. Claro que, a avaliar pelas notícias, está a desfazer tudo mas - note-se - com saudáveis preocupações de "sustentabilidade" que, como se sabe, é um valor moderno e muito produtivo de tal forma que 70% dos resíduos da demolição, serão reaproveitados depois de cientificamente separados em contentores apropriados para serem, depois, reutilizados como "património" reciclado. O que o amor ao património pode fazer! O facto é que, para já, do belo exemplar de arquitectura industrial dos finais do século XIX que as Moagens eram - ainda que localizadas em lugar de que o arquitecto Fernando Távora não gostava - nada mais resta do que insólitas paredes e tudo quanto era verdadeiramente histórico já foi! Já agora, podiam ter feito o serviço todo e, pelo menos, tinham mudado as ditas paredes para outro local, permitindo que, assim, o jardim e a lógica compositiva do palácio pudessem ser recuperados que, esse sim, era o "plano" pelo qual o arquitecto Fernando Távora se bateu ainda que sem êxito, porque se considerou que as Moagens deviam ficar exactamente ali (tal como eram) em honra da verdade histórica! Mas como o resto também não vai resistir tanto faz! Não é? A ignorância é sempre atrevida mas quando tem o beneplácito - óbvio - das autoridades que temos torna-se perigosa! Então, os casos de Hotel de New Lanark na Escócia e do New York Hotel em Rotterdam, entre muitos outros, já não dizem nada? Será preciso estar sempre a inventar a pólvora? in http://jn.sapo.pt/2008/05/09/porto/isto_e_para_continuar.html
  14. Um cinema italiano numa galeria de Lisboa NUNO CRESPO A exposição de André Guedes "Better Days, for These Days" (melhores dias para os nossos dias) resulta do encontro com um lugar, com uma história, com uma memória. Numa viagem a Bolonha, em Itália, o artista encontrou um cinema a ser desmontado. Mas não foi a ruína do cinema que lhe interessou, o que quis explorar foi o cinema enquanto lugar de construção de histórias: da sua própria enquanto ponto geográfico e as estórias dos filmes que ali encontravam vida. Trazer esse cinema para Lisboa, deslocar esse universo para a galeria é o primeiro resultado desta criação de André Guedes: pegou nas cadeiras, cinzeiros, nas cores e na arquitectura do cinema e integrou-os na galeria. Interessou-lhe, numa estratégia comum a outros seus trabalhos, investigar sobre as diferentes relações espaciais e temporais que aquele cinema bolonhês convocava. O ambiente vazio e solitário da exposição provoca uma certa sensação de nostalgia, que encontra nas capas da revista italiana de cinema Drama a sua melhor imagem: a felicidade dos personagens fotografados - todos figuras do jet set italiano dos anos 50 - tem um aspecto de falsidade indesmentível. Esta encenação da vida ligada à história de um cinema evoca aquela espécie de mentira de que toda a narrativa e experiências cinematográficas necessitam. No cinema, suprema arte da metamorfose, o morto transforma-se em vivo e são os elementos poéticos - do texto, da imagem, do som - que constituem a matéria daquilo que acontece, dos factos do mundo. A presença de Antonioni é um factor imprescindível nesta exposição. A banda sonora do filme Eclipse, daquele realizador, introduz o tempo enquanto elemento que tem um fim. A sua beleza é triste, porque finita.| in http://dn.sapo.pt/2008/05/02/artes/um_cinema_italiano_numa_galeria_lisb.html
  15. De 2 a 16 de Agosto Lisboa quer receber cerca de 300 mil visitantes com o Festival dos Oceanos Presstur 06-05-2008 (19h09) O Turismo de Lisboa quer receber 300 mil visitantes na edição deste ano do Festival dos Oceanos, que decorre entre 2 e 16 de Agosto e realiza 17 espectáculos ao longo de 15 dias. “Este ano queremos ultrapassar os 200 mil visitantes, da edição de 2007, em cerca de 50%”, afirmou hoje o presidente-adjunto do Turismo de Lisboa, Mário Machado na assinatura do protocolo entre a Parque Expo e a ATL para a realização conjunta do Festival dos Oceanos. O evento, que vai apresentar diferentes espectáculos ao longo da zona ribeirinha de Lisboa, entre o Parque das Nações e a Zona de Belém, e também em bairros históricos da cidade, como Alfama, e que contou com um investimento de dois milhões de euros, participado em 250 mil euros pelo Turismo de Portugal, vai contar este ano com uma divulgação maior e reforçada. “Este ano tivemos mais tempo para promover o Festival, por isso conseguimos incluí-lo em todas as acções promocionais que fizemos no estrangeiro, nas brochuras dos operadores estrangeiros relativas a Agosto, nomeadamente no Reino Unido, Alemanha, Espanha, França e Itália e também contamos com a colaboração da TAP, com a qual temos um protocolo, para fazer divulgação das nossas iniciativas na revista de bordo”, revelou ao PressTur Mário Machado, presidente Adjunto da ATL, hoje, à margem da apresentação. Durante 15 dias, quem passar e morar em Lisboa vai poder assistir a mais de 17 espectáculos e iniciativas, das quais se destaca a “A Regata Internacional dos Oceanos”, que parte de Marselha a 19 de Julho, chegando a Lisboa a 12 de Agosto, após passar por cidades como Algeciras ou Rabat, a “Ocean Parade”, no dia 2 de Agosto, no Parque das Nações. A Parque Expo vai celebrar os 10 anos da Exposição Mundial de Lisboa – Expo ’98, com o espectáculo “L’Utopie”, na Doca dos Olivais, entre 15 e 16 de Agosto, num espectáculo cheio de música, cor e pirotecnia. Também em destaque no Festival dos Oceanos vai estar a conferência “2008 – Ano Internacional do Planeta Terra”, a decorrer no Oceanário. A música, o teatro, exposições, espectáculos de rua e de mergulho e lançamento de papagaios de papel vão ser algumas das iniciativas previstas na programação do Festival dos Oceanos. Museus abertos até à meia-noite Uma das novidades da programação deste ano, é a abertura de alguns museus e monumentos até à meia-noite, como o Museu Berardo, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Pavilhão do Conhecimento, o Museu da Carris e o novo Museu do Oriente. Em paralelo, a Parque Expo, para celebrar o 10º aniversário da Expo 98 vai ter patente ao público uma exposição de cartoons, publicados entre 1993 e 1998, sobre o que se esperava viesse a ser a Expo 98, e vai também organizar um debate subordinado ao “Urbanismo e Arquitectura”, relativo ao papel que a exposição teve no crescimento da cidade para Oriente. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=15005
  16. Oeiras: Nova unidade residencial disponibiliza 60 apartamentos para idosos 09 de Maio de 2008, 12:22 Oeiras, Lisboa, 09 Mai (Lusa) - A Câmara de Oeiras vai inaugurar sábado, em Carnaxide, uma unidade residencial para idosos com 15 apartamentos de residência assistida e 45 destinados a munícipes e casais autónomos, mas socialmente isolados. Segundo a vereadora da Acção Social na autarquia, Elisabete Oliveira, a infra-estrutura, localizada na zona da Outorela, foi construída a partir de investimentos da autarquia, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e do programa comunitário PROQUAL, num total superior a 4,8 milhões de euros. Ao município caberá gerir os 45 apartamentos da zona residencial, enquanto a instituição de solidariedade social ficará responsável pelo funcionamento da residência assistida, com capacidade para vinte idosos em situação de convalescença. A organização terá também a seu cargo as restantes valências da Unidade Madre Maria Clara - o centro de dia e o apoio domiciliário. Elisabete Oliveira explicou à Lusa que o executivo municipal está agora a projectar a conversão do centro de dia de Linda-a-Velha numa outra residência para a terceira idade e a ponderar a construção de uma unidade de cuidados continuados. Entretanto, estão já as obras para uma unidade residencial em Queijas, edificada no âmbito do programa governamental PARES e de um investimento camarário. "Como há muita carência e muitas das casas são privadas, não sei se a oferta passará a ser muito boa, nem posso dizer que vamos cobrir todo o concelho, mas procuramos ao máximo dar resposta às necessidades", afirmou a vereadora, sublinhando que a qualidade dos equipamentos públicos pode "perfeitamente" ser equiparada à dos estabelecimentos privados. RYC. Lusa/fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/a66f94703d81e80ab18650.html
  17. Cashback parece ser bacano. E mais um filme de Peter Greenway... e ambos nas mesmas salas de cinema... um pouco revoltante...
  18. Estou a imprimir para ler nos transportes...
  19. Plano urbanístico da Expo 98 alvo de críticas Zona é agora vista como «um gueto» Depois de terem passado dez anos da construção da Expo 98, o balanço, embora positivo, tem sido alvo de duras críticas, como a falta de ligação com as áreas à sua volta. O arquitecto Manuel Salgado, que na altura participou no plano de urbanização, define a zona do Parque das Nações como «um gueto», no sentido em que foi «criada «uma muralha ao longo dos caminhos-de-ferro e divorciou a Expo do que está para trás, da encosta dos Olivais» admitiu o arquitecto. Critica-se portanto, a falta de ligação com a zona circundante ao Parque, que tem sido classificada como «uma ilha». As potencialidades que a área apresentava não foram totalmente aproveitadas segundo o também vereador do urbanismo da Câmara de Lisboa, pois a «intervenção esqueceu o espaço envolvente». O vereador acrescentou ainda que é necessário alargar a Expo no sentido poente da linha de comboio até aos Olivais e também no sentido oposto, em direcção ao centro de Lisboa, «ligando bem o terreno, sem contrastes excessivos», noticia o Expresso. A este respeito, a Associação Profissional dos Urbanistas Portugueses (APROUB) afirma que «não pode ser entendido passados dez anos como um plano urbanístico coerente e integrador», defendendo que o projecto da Expo 98 «falhou como peça urbanística integrada na envolvente». http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=353a72a9292cfa34939042fd94e4c426
  20. Expo-98/10 anos: Marcas de uma exposição que levantou a moral dos portugueses ** Sandra Moutinho, da agência Lusa ** Lisboa, 08 Mai (Lusa) - Da Expo-98, apenas os pavilhões temáticos sobrevivem para contar a história da Exposição de Lisboa, um deles transformado em casino e o de Portugal com o futuro por definir. O resto são prédios e ruas de uma cidade chamada Parque das Nações. Visitada por mais de 10 milhões de pessoas, entre os dias 22 de Maio e 30 de Setembro de 1998, a Expo-98 tinha cinco pavilhões temáticos: Pavilhão de Portugal, da Utopia, do Futuro, do Conhecimento dos Mares e o Oceanário. Destes, apenas o ex-libris da exposição - o Pavilhão de Portugal, polémico desde o início graças à sua pala, desenhada pelo premiado arquitecto Siza Vieira - ainda não tem futuro definido. Isto porque, depois da exposição, o Governo manifestou a intenção de adquirir este pavilhão, que custa 24 milhões de euros, mas voltou atrás. Actualmente, a Parque Expo aguarda que a Câmara Municipal de Lisboa cumpra o propósito de comprar esta obra e dar-lhe uma utilização. O Pavilhão do Futuro, que durante a exposição foi subordinado ao tema "O Futuro dos Oceanos", é hoje o Casino de Lisboa, enquanto o Pavilhão do Conhecimento dos Mares, que recebeu 2.543.914 visitantes durante a Expo-98, é hoje um espaço de divulgação da ciência, tendo a designação de Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva. O Pavilhão da Utopia é hoje a maior sala de espectáculos do país e tem acolhido os maiores eventos musicais. Com uma capacidade para 12.500 pessoas, é hoje o Pavilhão Atlântico e apresenta uma agenda recheada durante todo o ano. Talvez o mais emblemático dos pavilhões, o Oceanário continua a receber milhares de visitantes por ano. Tal como durante a Expo-98, este aquário gigante apresenta exposições e mostra a vida marinha. Amália e Eusébio, as duas lontras que foram a principal atracção deste tanque, continuam a constituir família. O Teatro Camões, propriedade do Ministério da Cultura, permanece como sala de espectáculos. Em obras e por isso encerrada ao público encontra-se a Torre Vasco da Gama, que após ter acolhido o pavilhão da Comissão Europeia durante a Expo-98 e ter tido um restaurante, será um hotel de luxo. O teleférico também ainda funciona. Na antiga Porta do Oriente da Exposição, funciona hoje o Centro Comercial Vasco da Gama, mesmo junto à Gare Intermodal de Lisboa (GIL), a famosa obra do arquitecto Santiago Calatrava. Sem o brilho que teve durante a exposição encontra-se o Edifício Nau, junto à marina e que durante a Expo-98 acolheu restaurantes famosos como o Peter´s (que serve um afamado gin tónico) ou o Nobre. Hoje, em virtude da degradação da marina, que irá sofrer obras de reabilitação em breve, este edifício está vazio. Igualmente vazio, e pelos mesmos motivos, está a zona da exibição náutica que recebeu centenas de embarcações de várias partes do mundo. Entre estas, esteve permanentemente a Fragata D. Fernando e Glória, visitada por mais de 1,3 milhões de pessoas nestes meses de 1998. Outros símbolos da exposição permanecem no recinto, como os famosos vulcões de água que foram cenário de milhões de fotografias durante o tempo da Expo-98 e que fizeram as delícias dos visitantes mais encalorados, protagonizando ainda algumas quedas. Entre as memórias da Expo consta um memorial aos trabalhadores que perderam a vida na construção da exposição. A Expo-98 foi visitada por 9.637.451 pessoas, entre 22 de Maio e 30 de Setembro de 1998. Só no último dia da exposição, visitaram o recinto 200 mil pessoas. Foram estes 200 mil que, no último espectáculo nocturno (Acqua Matrix) da exposição, que marcou o seu encerramento, cantaram a plenos pulmões um hino nacional emocionado. A palavra "Portugal" foi gritada com orgulho e em uníssono. O feito só voltou a acontecer seis anos depois, durante o Europeu de Futebol (Euro 2004). O evento foi inicialmente alvo de críticas e algum cepticismo. As alegadas derrapagens nas contas da Expo motivaram protestos da oposição. Dos portugueses, a exposição mereceu algumas queixas, como por exemplo contra a proibição de levar lancheiras para o recinto. Os altos preços que o sector da restauração praticou também não foi bem visto pelos visitantes que elogiaram, contudo, a boa manutenção do recinto e de instalações como as sanitárias, o que até então era raro em Portugal. Esta zona oriental da capital foi uma verdadeira passadeira vermelha de ilustres, reis e rainhas e outros notáveis. Só no dia da inauguração (21 de Maio de 1998), passaram pela Expo-98 mais de 3 mil convidados, entre os quais o príncipe Aga Khan, os presidentes do Brasil, Alemanha, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau, os primeiros-ministros da Namíbia, Costa do Marfim e Angola, o príncipe herdeiro de Marrocos e o presidente da Comissão Europeia. Também o rei Juan Carlos e a Rainha Sofia marcaram presença. A partir desse dia, o recinto acolheu dezenas de visitas de representantes do Governo português. António Costa, que era ministro dos Assuntos Parlamentares e tinha a tutela da Expo-98, foi o campeão das presenças, contabilizando 38. Jorge Sampaio, como Presidente da República, e António Guterres, como Primeiro-Ministro, estiveram lá 20 vezes. Mariano Gago (ministro da Ciência) visitou oficialmente 14 vezes a Expo-98, Manuel Maria Carrilho (ministro da Cultura) 12, João Cravinho (ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território) nove vezes, Vera Jardim (ministro da Justiça) oito vezes e José Sócrates (ministro adjunto do Primeiro-Ministro) sete. A exposição teve como objectivo celebrar o quinto centenário da chegada de Vasco da Gama à Índia. Coube a Jorge Sampaio, enquanto Presidente da República, dar as boas-vindas aos visitantes. Às 18:18 de 21 de Maio, o então chefe de Estado declarava "com muita honra e alegria" aberta a Exposição Internacional de Lisboa de 1998. Lusa/Fim http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=344625&visual=26
  21. Expo-98/10 anos: Apesar do saldo positivo, continua a ser um gueto - Manuel Salgado Susana Oliveira, agência Lusa Lisboa, 05 Mai (Lusa) - Fez parte do Plano de Urbanização do Parque das Nações e confessa que gostaria de ter uma Alameda dos Oceanos mais larga. Dez anos depois da exposição mundial, o arquitecto Manuel Salgado diz que a Expo continua a ser um gueto. "O saldo mais negativo é que continua a ser um gueto. O próprio desenho da zona criou uma muralha ao longo dos caminhos-de-ferro e divorciou a Expo do que está para trás, da encosta dos Olivais", disse, em declarações à Lusa. Por outro lado, "ela ainda não conseguiu estender-se para sul, para a zona da antiga petroquímica, e é esse o próximo passo a dar", adianta o arquitecto, que confessa que gostaria de ter tido uma Alameda dos Oceanos mais larga. "Logo no início tivemos a primeira discussão sobre essa matéria. Para lhe dar um termo de comparação, a Avenida da Liberdade tem 90 metros de largura e a Alameda dos Oceanos 40. Gostávamos que tivesse sido mais larga, mas a Expo tinha de se pagar a si própria, com a promoção imobiliária a cobrir o investimento", explicou. O arquitecto lembra que os investimentos na área foram avultados: "aquela área era muito poluída e tinha problemas de contaminação de solos muito complicados, com actividades que tinham de ser trasladadas". Reconhece que houve alguma "densificação da construção relativamente ao projecto inicial", mas diz que essa concentração até é compreensível. "Se numa cidade ambientalmente confortável é desejável ter mais espaço verde, mais desafogo, ali há uma concentração de actividades e uma vitalidade que não há noutras áreas", afirmou. "Temos que perceber que a cidade não é toda igual e há áreas mais densas porque têm mistura de habitação, comércio e equipamentos e toda essa concentração gera uma densidade de vida. É a cultura do 24/7, em que o paradigma máximo é Nova Iorque e Manhattan", disse. Num balanço geral, Manuel Salgado diz que, apesar de tudo, "o saldo é positivo" para a cidade e defende que é preciso agora estender a Expo para poente da linha do comboio até aos Olivais - "ligando bem o terreno, sem contrastes excessivos" - e para o outro lado, em direcção ao centro de Lisboa. "Esses são os dois grandes passos que se têm que dar. Depois as pessoas perceberão melhor que é bom ter áreas de grande vitalidade e grande concentração e outras onde os índices (de construção) são mais baixos", defendeu. Actualmente vereador do urbanismo na Câmara de Lisboa, Manuel Salgado diz que, num horizonte de 10 anos, os lisboetas vão ter "uma zona central da cidade, a baixa, rejuvenescida e a zona oriental em torno da estação do Oriente (que acolherá o TGV) como outro grande pólo". "Existirão depois outras centralidades, mais para poente, e a zona do Rego e Entrecampos. Este conjunto de áreas com grandes concentrações de actividades diferentes é que vai marcar Lisboa no futuro". http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=343770&visual=26&tema=1
  22. Faz 40 anos. Uma epoca bacana... hein. E os anos 60... Serah que os anos 90 e os anos 00 tambem foram assim tao exaltados? Acho que nao. Nota-se que a nossa geracao, como diz um deputado do CDS, somos uma geracao que adapta-se bem a esta vida de precariedade... aos 1000 euros para nos divertirmos-nos... segundo disse esse deputado, o Lobo Xavier. Eh uma geracao um tanto mole. Falta-lhe a genica e pica para uma revolta contra esta pouca vergonha... Uma geracao que foi acusada de ser rasca por um madeirense que hoje em dia anda a engraxar os sapatos ao Jardim... geracao revoltada... disse um colega aqui do forum... revoltada? Onde estah essa revolta? Serah que somos uma geracao revoltada e rasca quando ficamos calados perante as dificuldades ou esperamos que um dia apareca um milagre ou vamos embora de Portugal em busca dos nossos direitos... e deixamos Portugal na sua existencial decadencia eternizante de pleno Fim do Mundo Europeu. Ainda no outro dia visitei uma daquelas lojas criadas pelos radicais. Chamo radicais aqueles jovens como nos e ainda mais novos que vivem no Bairro Alto e aparentam ser do Bloco de Esquerda... diante dos precos fico espantado... mas que raio? Isto eh para os estrangeiros ou eh para os portugueses... Uma geracao pouco solidaria com ela mesma... vivemos tempos em que ninguem eh solidario com ninguem a solidariedade dentro de uma classe eh acusada de fascista e de corporativista... Depois vejo a malta a jogar jogos como o Battle Knight ou como o Gladiatus onde provavelmente eh habitado por jovens dos 12 aos 29 e vejo a pouca vergonha de falta de etica, falta de respeito e falta de escrupulos onde pesos pesados atacam velhinhas soh para ficar com as moedas de prata... Nota-se tambem no Novembro de 2005 em Paris onde jovens atacaram os suburbios de Paris incendiando os carros das pessoas comum revelando um verdadeiro desprezo pelas posses materiais que levou certamente muitos anos de trabalho a serem adquiridas pelas respectivas familias... Nota-se a Guerra da Jugoslavia onde foram realizados os famosos crimes de Guerra onde servios massacraram milhares de bosnios... e eu pergunto: - Se fosse em Portugal, se fosse em Paris ou se fosse em Londre... nao fariam o mesmo? Eu respondo: Sim. No dia em que houver uma Guerra na Europa, meus senhores, deixo-vos um conselho: FUJAM PARA BEM LONGE!!! Porque a nossa geracao vai ser capaz de realizar os piores crimes da humanidade. Chocados com Josef Fritzl. Os vossos netos ficarao ainda mais chocados com os vossos crimes na Futura Terceira Guerra Mundial. E eh tudo por agora.
  23. http://www.litoralmania.com.br/humor/humor~579.gif Uma sala para fumadores
  24. JVS

    Curiosidades

    Um pormenor
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