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kaz

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  1. É o belo sistema da pastilha elástica, enquanto tem sabor e sabe a novo, toca a mascar, quando já começa a perder o sabor manda-se fora... abrimos o pack tiramos mais uma e a história repete-se vezes sem conta. Passamos de arquitectos a drageias!
  2. Questão fulcral: A estrutura base do país está montada só para receber pessoas de formação superior, com a ambição de que se formos um país com quase toda a população especializada ultrapassaremos os restantes da Europa. WRONG THOUGHT!!! É o que se passa no momento, sejam arquitectos, médicos, engenheiros, psicólogos, advogados, enfermeiros, etc etc...saem todos da faculdade e são todos centrifugados na máquina do mercado de trabalho. E os restantes sectores em que existem pessoas, não licenciadas mas formadas pela expêriencia, capazes de ajudar o país, têm como ajuda ZERO! Não vejo qual o mal em ter ambição e deter um canudo...Mas á que enfrentar a realidade, seja que curso for, existe muito boa gente a passear a camisola nas universidades só para ter algum estatuto social. Já que a sociedade também de momento, está formatada para tratar por Doutores qualquer pessoa que tenha frequentado o ensino superior e como lata velha qualquer pessoa mesmo sendo inteligente, não tenha titulo académico. Não percebo, os outros países convivém bem com o facto de existir metade licenciada, outra metade mesmo não o sendo "especializada", num serviço que encaixe nos diversos sectores e trabalham em conjunto para que tudo funcione. Acho é que o Síndrome ""Datourada"" (Doctorado(a)) de certa forma facilita a modelação de maus profissionais nas Faculdades. Se entrou com média X e concluiu com média Y é redundante. Interessa sim haver bons profissionais. A grande questão é o preconceito de muitos, entre aceitar um trabalho num atelier, ou numa empresa até mesmo em organismos públicos. Por vezes preferem um atelier a custo ZERO, que numa empresa de nome feio, que pagam e oferecem todas as condições para aprender.
  3. Não será Codex Alimentarium?? Este sim é uma farsa que coloca em perigo a saúde e foi criado para a proteger. Fonte mais resumida Wikipedia: A Codex Alimentarius é uma organização internacional que tem por objetivo proteger a saúde dos consumidores e assegurar a aplicação de práticas eqüitativas no comércio de alimentos. A organização foi criada em 1963 pela FAO/OMS (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação / Organização Mundial de Saúde). [1] Com a Codex, será facilitado ingredientes geneticamente modificados e sem rótulo, irradiação de comida, aumento de pesticidas, eliminação de produtos naturais.[2] A organização ainda permitirá que seja adicionado aos alimentos, substâncias químicas banidas por 176 países, incluindo o Brasil, Portugal e Estados Unidos, conhecidas como Persistent Organic Pollutants (POPs).[3] POPs também são conhecidas por causarem câncer de mama, pulmão, cérebro, doenças cardiovasculares, diabetes e outras graves doenças. Das doze substâncias proibidas e mortais, sete serão novamente permitidas pela Codex Alimentarius e estarão presentes em grandes quantias em alimentos como ovos, legumes, carnes, cereais, leite e frutas cítricas.[4][5] Codex Alimentarius será implementada globalmente em 31 de dezembro de 2009.[6] O Codex Alimentarius será usado durante disputas entre países participantes da OMC (Organização Mundial do Comércio). O país que implementar o CODEX ganhará automaticamente qualquer disputa, sem levar em conta quem tem razão na disputa. [7]
  4. Gosto bastante do projecto...muito bem conseguido, equilibrado, possui uma harmonia que flui.
  5. Só depois de o postar reparei que este mail é mais velho que ao que pensei e já me caiu no mail 15 vezes, desde ontem para hoje, sempre com um upgrade de informação. Ao que parece já há pessoas que aumentam e colocam as contas por mês/ ano quanto ficaria a Ordem a lucrar. Inevitavelmente não se ouve falar de mais nada, se não no caso do Arquitecto Lino Dias. Será que servirá de exemplo para muitos acordarem?? É que a situação do deixa andar, pode resultar em 10anos!!
  6. É irónico, para um país que possui a politica de natalidade e usa de modo artroz, quem teve o azar de nascer fora desse regulamento. Leiloar não, mas sim dar.
  7. Não a vou tomar, pelo simples facto de que a vacina da Gripe chamada normal quando administrada, não protege o doente de apanhar mas sim atrai. Afirmo isto por ter pessoas próximas que se submeteram á vacina e o efeito foi o contrário, 4 gripes num ano, quando a média recaia em apenas uma. Por isso a da Gripe A, igualmente está fora de questão, a menos que tenha um elemento daqui de casa de quarentena por ser sido contaminado.
  8. (dando continuidade ás imagens acima) Programa: 1ªparte - Requalificar a zona ribeirinha da Trafaria, bem como projectar um novo cais de embarque, em que tem de figurar ao longo do programa um centro de turismo com exposições, restaurante/café, esplanada. 2ªparte - A ligação entre Trafaria e Torrão deverá receber e promover um evento desportivo, America's Cup, projectar zonas de equipas, recepção aos barcos e zona ludica e comercial, com os Silos como cenário integrante, (como o programa era mt extenso foi acordado pelo decorrer do ano, de desenvolver somente a localização das coisas sem entrar numa escala de pormenor). 3ªparte - Cova do vapor, após analisar a malha Urbana projectar a casa para o Construtor Solness, personagem principal de uma peça romancista. (como o trabalho foi feito há algum tempo, não tenho todos os elementos necessários á mão, os rigorosos que tenho ultrapassam a resolução máxima de postagem permitida). Resumidamente, O café atrás do autocarro e as oficinas desactivadas da TST desaparecem para dar lugar a uma maior abertura da avenida principal, que faz a ligação entre a Faculdade do Monte da Caparica e os barcos. A estação pre-existente também é destruída, dando lugar a uma nova. Os edificios de caracter histórico da 2ªfotografia do local, são desta forma expostos e integrados no programa novo, de modo a obter uma letura continua. America's Cup, zona de recepção de barcos e restante programa. Consequente destruição da praia abandonada e poluída da Trafaria, para dar lugar a uma estruturação ludica do local. Casa na Cova do Vapor, para o construtor
  9. Será rectificado, e quanto ao João Pedro Silva, não tome em conta o que disse, resultado de ter acordado com os pés fora da cama hoje. Como se percebe a resposta acabou de ser editada visto a anterior, por fruto da má disposição matinal, ter sido proferida da forma menos correcta.
  10. Exactamente, encontra-se escrito no Diário da Republica e é aplicavel tanto a estágios pelo IEFP, como por organismos que têm ligação com o Estado, ou mesmo sendo privados detêm alguma ligação com o mesmo. Mais uma vez lá está, encontra-se estipulado... Em certos gabinetes interessa-lhes passar ao lado.
  11. Se calhar essa dose de "arrogancia" devia se fazer acompanhar de todos aqueles que buscam trabalho. Pessoalmente não vejo isso como tal, mas sim uma pretensão sincera, baseada pelos objectivos de vida de cada um. Pelo menos falo por mim, sempre fui o mais sincera possivel nas entrevistas, já saí de muitas a meio, por achar as condições anedóticas, já enviei pessoas á m**** quando num mail, me enviam como resposta que não remuneravam e subsidio de almoço muito menos, se quisesse comer que trouxesse de casa!!!! :o Tenho experiência de atelier por isso, vão mandar areia a outra(o). Já tenho calo a mais, para andar atrás de gabinetes que tocam a melodia que os meus ouvidos querem ouvir. Preocupa-te mais na "besta" que te podes tornar, quando num dia NÃO, te revoltares contra o teu chefe, seja porque até á data não exerces nada do que foi prometido, quer pelas consecutivas falhas de ordenado. Já agora estágios em organismos publicos auferes 2 salários minimos, mais subsidio de almoço durante 12meses. Se o caminho for pelo privado, existem várias empresas de eng e arquitectura que te acolhem com contracto.
  12. Requalificação Trafaria | Habitação num pontão cova do vapor
  13. Mas quem é o sado-maso que é conivente com o facto de trabalhar de borla? Ok, infelizmente há muitos...mas não deveriam existir. Agora 2 anos??? É preciso ser amantes de Bondage ou coisa assim. Mas se existem, fazem por uma questão bastante errada, com base em cantigas que ouvem nas várias entrevistas "olha que remunerado não achas em lado nenhum, põe-te a pau que se não te despachas a estagiar, nunca mais tens carteira profissional." Se são rigorosos, a comprar roupa, calçado, arranjar namorado ou namorada, a comprar comer e carro, porque carga de água, não deverão ser rigorosos no que toca a emprego, depois de matar a cabeça 5 anos ou mais dependendo do tempo que se demorou a fazer o curso. É o emprego que vai dar qualidade de vida, independencia etc etc e as pessoas são selectivas para isso menos para o mais importante...Não se percebe!! Não estou a dizer que o JoelM faz parte do grupo, dos que encaram todas as manhãs os patrões, com um forte desejo de lhes explodir a cabeça, porque não recebem um tuste...nada disso. Agora se o estágio de 2 anos é feito em condições, de maneira a que no final do 1º ano o estagiário se torne apto para ser auto-suficiente e comece a participar e intervir das actividades do local onde se emprega então que venha ele. Agora se vem para ficar, como mais um esquema de manter esta onda de escravatura que se vive na Arquitectura, então que façam como dizia o outro "vão-se encher de moscas!"
  14. A mim me parece que veio aí uma má preparação proveniente do secundário para o 1ºano de arquitectura. Eu também passei por momentos confusos que me deram a volta á cabeça, afinal quem não passou... Arquitectura só mesmo para quem sente paixão por isto, uma paixão masoquista como muitos chamam. Agora se não percebes como abordar um projecto e dar corpo ás tuas intenções e ideias, começa por perceber seriamente o que é o conceito e como ele vai influir no desenrolar do projecto. Que ao que me parece é o elemento principal que origina tamanha confusão. Não é o não teres jeito, ou não estares dotado para isso, é sim uma compreensão para uma primeira abordagem.
  15. A Margarida já transcreveu o que iria postar. Claro que se sai verde até demais das Universidades, mas também são opções. Ou a pessoa ao ter consciencia desse facto, tenta arranjar um part-time para se inteirar das coisas ao longo do curso, ou quando finaliza sai tão verde, tão verde, tão verde que não consegue filtrar a diferença de uma oportunidade de trabalho num atelier e ser colocado como mais um que faz o trabalhinho chato dos outros, e uma busca de um verdadeiro local que possibilita o crescimento como profissional. De falsas promessas andam os ateliers "abarrotar"... O que não falta é conhecidos meus, que foram destacados para estágios para santas terrinhas, outros para o Norte e outros para o Sul através de organismos que trabalham com Arquitectura e ao fim de 1 ano de estágio já estavam aptos a trabalhar sósinhos. É obvio se o orientador tiver interesse que cresças e desenvolvas os laços de um modo independente te dará inúmeras oportunidades, para caires e saberes te levantar...Se pelo contrário apenas existe o seu mundo no céu e o seu umbigo na terra, será ouvido vezes sem fim, acompanhado de uma palmadinha nas costas, "é um estágio as coisas são para ser levadas nas calmas...chegará o teu tempo, até lá não te preocupes com isso". Quando se acorda, olha Time-out. A frase "Life is not a pic-nic" fará todo o sentido, para o resto dos dias.
  16. Pois bem, já muitos devem ter recebido este mail, se não, estrão em vias disso. Resumindo, o conteúdo que aqui será postado, vem com assinatura do interveniente, e este dá a conhecer os malabarismos da Ordem, leiam: Boa tarde exmo. Colegas e demais funcionários da OA Venho por este meio apresentar o meu descontentamento face aos seguintes pontos: 1º Pago 190 euros de cotas anuais (a dos engenheiros cobra menos de metade!!!). Em 2008 apenas trabalhei para outros arquitectos, não tive nenhum projecto da minha autoria. NÃO PRECISEI da OA, mas tive que pagar! 2º Trabalho há mais de 10 anos a recibos verdes para outros arquitectos (alguns fizeram/fazem ainda parte da direcção da OA). Que é que foi feito pela organização profssional que me deveria defender para por fim a esta questão de falsos recibos verdes, e para a qual pago 190 euros anuais? NADA! 3º Por receber menos de 1000 euros e ter família para sustentar e casa para pagar, e dando prioridades dos bens essenciais, as cotas da OA ficaram em dívida 3 meses. Recebi em casa uma circular a ameaçar de tribunal, se entretanto não saldasse a minha dívida de 47,5 euros (duma Ordem que deveria defender os meus interesses...) 4º Já que cobram assim tanto anualmente, ao menos as formações deveriam ser em maior número, e a preços bem mais acessíveis, senão mesmo gratuitas. 5º Acham justo cobrar 190 euros anuais a arquitectos que fazem pelo menos 20 projectos por ano, e cobrar o mesmo valor a quem não faz nenhum da sua autoria, trabalhando para eles ou para outros? (e que como todos sabemos, pagam mal e a Recibos Verdes...) 6º Já que cobram o mesmo a TODOS os membros da OA, porquê a promoção de apenas meia dúzia? Os mais novos não têm oportunidade? Ou os outros mais velhos, que não têm amigos nem na OA nem nas revistas? Não terão direito a promoção por parte da OA, nomeadamente nos banners do site ou no JA?? 7º Gostaria de saber porque razão acabaram com o Cartão de Arquitecto, que servia de cédula profissional (criaram uma espécie de "Cartão Modelo" para descontos, que na realidade não serve para nada!) 8º Penso que ao cobrar 190 euros anuais, o mínimo que poderiam fazer por nós é atender os telefones, uma vez que já por várias vezes, passei manhãs inteiras à espera que tal sucedesse! Podiamos também ser recebidos com um sorriso e boa educação à chegada à OA... 9º Apesar de não obrigarem a um estágio remunerado, cobraram-me 300 euros (!!!) para ingressar na OA ( a ordem dos Eng. cobra apenas 1/10 do que a OA cobra) 10º Gostaria de saber porque não usam o JA para promover arquitectos que não apareçam noutras revistas, apesar da qualidade do seu trabalho! Quando promovem exposições, concursos ou outras baboseiras, convidam sempre os mesmos arquitectos (ao ponto de já se conhecerem algumas obras melhor que quem a projectou!) Com a perspectiva de trabalho que tenho, e visto que a OA não tem a mínima capacidade ou competância para me defender profissionalmente, informo que de ora em diante cancelarei os meus pagamentos. Mais informo que será formada uma Sociedade Recreativa dos Arquitectos, apenas para esbanjar as cotas dos nossos associados a promover apenas os nossos amigos mais importantes (ou aqueles que mais gostámos), a promover concursos com vencedor já previamente decidido, a promover acções de formação sem interesse e pagas a peso de ouro e a perder tempo com discussões "Pseudo Intelectuais" filosóficas de cultura, história e teorias da superioridade da mente do Arquitecto (o Arquitecto como um DEUS, no centro do mundo, que gira à sua volta). Promoveremos partidas de golf para os nossos importantes e milionários associados! O show Off da nossa superioridade intelectual, cultural e económica estará sempre presente, quer nas nossas formações, acções e cobrança de cotas! Peço desculpa se a nossa futura Sociedade tem alguma semelhança com as acções levadas a cabo pela OA, mas apenas somos uma Sociedade Recreativa! Sem outro assunto de momento, Arq. Lino Dias
  17. LOL nem mais, por acaso loguei-me no intuito de dizer o mesmo! Então é assim, Forward Forward, voltemos ao cerne da questão, 2 anos de estágio e de preferência, com mãozinhas atadas atrás da mesa para não assinar...!
  18. Sintetizando a coisa, pode-se afirmar que as suas 2 intenvenções anteriores neste tópico foram dispensaveis e se tivesse expressado da forma como acabou de o fazer seria mais aceitavel, já que explicou de forma clara o seu ponto de vista. Quando se fala em controlar as entradas das Universidades, não é fechar as portas ao Ensino. Porque, repare, há uns bons anos lembro-me bem de existirem poucas Universidades com o curso de Arquitectura. Hoje quase todas o têm, muitas infelizmente sem condições de ensino, tanto a nivel material como de corpo docente. Virou moda toda a Universidade ter arquitectura...e o resultado está aí á vista, fabricaram-se mais do que era necessário. E quando a oferta é demais o que se faz? abusa-se e deita-se fora, porque há sempre outro pronto para substituição. Pode ser estúpido e inaceitável alguém concordar em trabalhar 10 anos a recibos, pois bem, vejamos também que é com o dinheiro dos recibos que esse alguém paga as suas contas, carro, casa e muitas vezes sustentam uma familia. Ao longo do tópico não me recordo de alguém a se pronunciar quanto ao facto de ser conivente com a situação de trabalhar sem ser remunerado!! Penso que estamos todos aqui equilibrados. Até porque a maioria das pessoas que se manifestou aqui, já tinha mostrado o seu desgrado face a essa situação noutros posts de caracter similar ao deste. Todo o ser humano tem direito á educação, claro que tem. Mas igualmente ao minimo de condições de vida, proporcionado pelos salários e consequente segurança que este pode ajudar a usufruir. Nunca ouviu tanto choradeiro? Pois não...não eramos tantos, agora somos demais! Se o seu pai está no ramo e você ainda consegue usufruir desses conhecimentos, é normal que não ouça tanta lamuria, não precisa labutar como os outros, que não têm ninguém que lhes proporcione subir de forma mais rápida. Cada um batalha com as armas que lhe são proporcionadas. Agora se existe uma autentica máfia entre Ordem e gabinetes, cada um está no direito de lutar pelo que é de dever seu.
  19. Não se percebe para quê e porquê tanta rispidez nas suas palavras!!!!! Aqui debatem-se ideias e temas de conversa, não é um poço vazio com função de albergar pessoas desconcertadas que se servem dele para virem despejar as suas raivas e frustrações. Não sou moderadora, mas acima de tudo há que moderar os modos quando numa conversa de interesse geral, todos dão o máximo para se entenderem. Agora se acha que somos todos o mesmo, e alimenta a sua visão desta classe profissional de forma arrogante e ridicula sem conhecimento de causa, convido-o a libertar os demónios que o atormentam nas inúmeras conferências de Arq. que existem por Lisboa a decorrer até ao fim do mês. Já que se manifestou com tanta veemência aqui neste tópico, não perca tempo a escrever mas sim a ir ao cerne da questão. Vá a conferências e grite e exploda da maneira que mais lhe convém, chame reaccionários como já afirmou e não se esqueça de incluir o "meu" ao longo do seu discurso. As pessoas de fora, de uma forma errónea tendem a formar estereótipos dos arquitectos, que são os rebeldes mas no fundo são os filhos da mamã... Aqui neste forum há muita gente que sabe o que é esforçar, sacrificio, trabalhar e estudar ao mesmo tempo para no fim deter um canudo. Agora se o user Olho insiste em bombardear tudo e todos, aliste-se nas forças armadas, porque perfil de vitima de"stress de guerra" já o tem.
  20. Para quando esta novela mexicana? Ou melhor, a partir de quando a "pimp paradise machine" da Ordem pensa colocar este infeliz procedimento em vigor? A meu ver seria mais fácil reduzir as entradas nas Univ e afirmar abertamente que devido ao enorme fluxo de arquitectos que saem todos os anos descontroladamente, têm de criar filtros de maneira a responder com qualidade, a quem se prepara para entrar no mercado. Enfim venham as propinas e os dinheiros dos coitadinhos que o resto são cantigas. Depois falam de desemprego e consequentes licenciados desesperados a emigrar...!! A vida não é o jogo do monopólio... Com essa lei a entrar em vigor, infelizmente ou felizmente muita gente vai dar cordinha aos pés, é um absurdo isto. Também não se podia esperar outra coisa da Ordem, aliás quem dá prémios internacionais e nomes aos ateliers e senhores arquitectos, são os estagiários que trabalham sempre por de trás do cenário e se havia já um grande movimento contra a escravatura nos ateliers este procedimento da Ordem só veio vincar os interesses que se criam para usufruir dos proprios lucros. A insistência em advertir para o diferente procedimento no estrangeiro, só vem revelar o medo constante que a Ordem vive, por ter revoltados a escaparem-se para o lado de lá. Aliás nem tem muito fundamento existirem essas diferenças, já que relativamente á pouco tempo, tinha saído uma lei em que dava livre trânsito aos arquitectos da comunidade Europeia e a permissão em nos candidatar-mos em outras Ordens. Já que se podia dar o caso de trabalhar-mos e residir fora por uns tempos. A tentativa de prender, ainda lhes vai custar caro e vai originar o efeito contrário.
  21. Para quem ainda estiver interessado, em Lisboa existe uma empresa com o nome Isocor http://www.isocor.pt/por/pt_index.htm tinham e têm aglomerados desses, e pelo menos no atelier que trabalhei tinha sempre disso aos montes. Quem pode fornecer ajudas preciosas são os ateliers de construção sustentavel e ecológica, utilizam disto aos pontapés.
  22. 1º o mestrado do Bolonha como método de filtrar as entradas descontroladas para a Ordem, que tristemente alimenta muitas mentes vazias de que o facto o terem já faz de si pessoas mais que aos outros. 2º agora ocorre esse boato e ponderação de aplicar tal procedimento... o que mais me faz rir e com vontade de chorar ao mesmo tempo, é que afirmem que isso parte dos outros países da União Europeia!! esta última até eu sei o porquê de dizerem isso, é que não falta é gente que se fartou de estudar e trabalhar a fugir do país com foguetes em cada pé, para não aturar a falta de respeito que existe. Até o processo de Bolonha varia de Universidade para Universidade nos países da União Europeia!! É mais uma travessa de polvo para os proxenetas dos ateliers se enriquecerem á conta dos outros.
  23. Ao se pegar numa caneta, e numa base qualquer de registo de uma ideia, ou dissecação da mesma, o acto de desvelar o traço que representa fielmente a realidade existente e o complementar desse registo com a continuação de mesmo gesto, mas que efectivamente representa a tua realidade imaginada, de alguma forma estás a entrar e sair ao mesmo tempo, para poderes construir algo. Se fores a ver, andas-te fora e dentro sem dar conta disso. Mas foi um exercicio necessário á sobrevivencia do teu registo. Por isso estagnar a rapidez de um pensamento com a preocupação se é certo ou errado, é desnecessário quando no desenho consegues dar corpo a uma ideia, que nasce de um conjunto de relações da tua cabeça, no Cad consegues torná-la rigorosa e em maquetes ou 3D consegues materializar os teus anseios com o que rodeia. E no meio deste processo todo já foste actor e espectador do projecto vezes sem conta....sem dar conta. Boas Arquitecturas, Manuel Costa
  24. Os maus projectos também detêm o direito de brilhar, nem que seja por escassos 5min, por mais não seja com funcionalidade educadora de se expor o mau exemplo, como modelo errante do que não se deve fazer numa realidade arquitectónica próxima!!
  25. Boas, seria interessante primeiro estabeleceres para ti, o teu conceito de silencio na arquitectura, se no teu entender se enquadra mais na atmosfera poética que a luz ao incidir em certo espaço pode criar, na materialidade das obras e a sua consequente confrontação e integração na paisagem, na utilização do branco como cor neutra e tranquilizante e de que forma arquitectura ganha o caracter silenciador.......enfim N coisas que podes abordar. Se residires em Lisboa, na Gulbenkian e sua respectiva Biblioteca de Arte encontrarás imensa bibliografia. Espero ter ajudado :)
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