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kaz

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Everything posted by kaz

  1. Top 5 stars, XD uma mentira mesmo boa!! :s
  2. Sinceramente pelo que vejo do panorama actual de emprego não pensas mal... Maaaaasssss, é daquelas coisas...quando se gosta faz-se com o maior gozo do mundo mesmo que por vezes seja penoso. Terás de ser tu a olhar para o teu interior e questionar se qual dos dois te realizará.
  3. Se já lucram uns bons euros gordos em acorrentar o estagiário ao CAD e a 3D para os concursos que andam alimentar os ateliers, há que fazer render bem essa sardinha. Ordem que mais dinheiro aufere e menos se mexe... Shame on you, Ordem da Desordem!!!
  4. As lojas de modelagem, ou seja que vendam aviões a diferentes escalas e barcos, motas etc etc, para gente grauda brincar, costumam ter isso. Qualquer loja que venda os tipicos aviões telecomandados e os barcos, movidos a gasolina e material para esses fins costuma ter normalmente esses modelos para maquetes. Em Lisboa é assim, duvido que no Porto seja o contrário.
  5. Nop! podem ser parecidos em algumas coisas, mas são algo diferentes em legislação. A única mudança actual sofrida foi no livro o "Manual da Arquitectura" em Português.
  6. Depois de tanto se debater aqui sobre estágios não remunerados, não percebo como ainda vejo aqui anúncios que contêm isto em entrelinhas "1 Arquitecto recém-licenciado (possibilidade de estágio profissional remunerado)." !!!!!!!!!!!!!!!!!!! :p XD
  7. Eu gosto é quando aparece descrito, estágio IEFP e remuneração aliciante compativel com tarefa....!!!! 1º os locais onde se praticam ordenados bons, não publicam esses dados, para não entupirem a porta deles durante semanas a fio com curriculos 2º quando a intenção é achar estagiário pelo IEFP não publicam, pois eles próprios recorrem aos estagiários ja inscritos no IEFP e pedem ajuda a estes serviços para divulgar candidatos disponiveis para esta causa. Anda aí muito palhacinho que pensa que é inteligente com estas acções, mas quando descreve os objectivos no anúncio mete logo os pés pelas mãos. Não vão nestas cantigas. Agora a moda é recitar a poesia de remuneração atractiva e o IEFP...Chulos...!! Batalhem por um contracto decente e esqueçam os recibos.
  8. A água da piscina tem de ser melhor configurada, o deck entra em convergência por ser muito claro e tem muito brilho. Podes sempre substituí-lo por uma mapa HD, se calhar resulta melhor do que aplicares mesmo material vray.
  9. Ui li bem? Quem te falou bem daquela Universidade? Fiz lá o curso e digo-te é preferivel ficares um ano no secundário e melhoras a tua média como aluno residual, em que fica só a melhorar a média do que estares com pressa para entrares na Universidade. Ainda para mais aquela. Contras na Lusiada de LX: 1º Chulos até dizer chega 2º Existe o programa de Bolsas, mas é para os que exibem Mercedes e Porsches 3º Se a meio do curso tiveres problemas financeiros a administração mete-te logo de lado e cheguei a ver com cada caso, que nem se fala. 4º Além da mensalidade altissima, ainda tens material de projecto, plotagens etc etc, "To much expensive"!!! :p 5º Chumbas a disciplinas nem sabes o porquê, quando vais fazer barulho é que acordas e vês que aquilo é tudo um polvo... 6º A administração é gerida por advogados e não respeita os alunos de arquitectura e são os que permitem a faculdade sobreviver...Aliás não respeita nem os Docentes Doutorados de Arquitectura. 7º A gestão daquilo pelo menos até á data em que me licenciei ia de mal a pior 8º Bolonha ali, cuidado quando chegares ao final vais ter de trepar muito para arranjar alguém que se interesse em acompanhar a tua tese. 9º áh ia-me esquecendo a maior parte das bombásticas notas a projecto provêm da cópia descarada de revistas de arquitecturas e é quando não são os funcionários do papá que tem um atelier ou uma constructoras que o fez e tu que vives-te meses atormentado(a) com projecto vês todo o trabalho cair em discredito. 10º Instalações de M**** , para saires do mercado de trabalho a saber, terás de trabalhar na área durante o curso. Beneficios: - ZERO, lol Pensa muito bem o que queres da vida, antes de fazeres asneira.
  10. A escala de construção tem de ser lida como um todo, logo para ter uma leitura continúa o teu projecto e maquete terá de ser apresentado sempre á mesma escala. Não tem Lógica apresentar esse elemento vertical de que falas, por exemplo: á escala 1:100 que mais se aproxima da escala real e depois a base para se de facil transporte colocas a uma escala tão imprecisa que é a 1:35. Depois de a fazeres, aliás depois de entrares em ataques de nervos por veres que as coisas estão desproporcionais entre si e não encaixam devido a pertencerem a escalas diferentes, serás inundado pela crise do cansaço em que se aplicam golpes á Mohamed Ali á maquete, ou dás rotativos á Walker Ranger do Texas!! Estuda qual a escala que para ti mais se encaixa ao que queres fazer para ter expressão, se incomodar o transporte da mesma, estudas como podes partir a base ao meio e desmontá-la de modo a poderes ter maior mobilidade com ela, estado a consistencia sempre assegurada. Se achas que a base é fina em relação ao corpo verical e não aguenta, constroi uma base mais consistente de modo ao todo se suportar e ter uma leitura igual. De resto podes sempre complementar com desenhos dos interiores ou 3D. Acho que no 12º já aprendem noções de CAD e 3D.
  11. Atenção ao orçamento que tem de se ter em conta face a atrasos de obra. É comum o preço subir mais um pouco devido a pequenos atrasos, frutos de ajustes que por vezes se vão fazendo durante a construção. Ou mesmo por erros de obra. Por norma as empresas que executam Medições e Orçamentos têm esse factor em causa, mas há gabinetes que se esquecem. Boa Sorte :p
  12. kaz

    Estágio OA

    Poder podes, conheci uma pessoa que fez o estágio no Brasil. A questão que tens de ver mt bem com a Ordem é que o Brasil não é um país da comunidade Europeia e por isso haja alguns pontos nas leis e direitos do estagiário que devam ser bem costurados e entendidos antes de viajares.
  13. Há uns bons anos, quando andava á procura de emprego calhou-me um desses mágicos, com o belo truque na manga de executar o projecto...Não caí porque é completamente disparatado contractar uma pessoa mandando executar um trabalho que foi destinado ao arquitecto. É igualmente inconcebivel avaliar um trabalhador nessas funções... O mágico com o coelho na cartola acabei por ser eu, disse que sim trouxe todos os elementos para casa e definimos uma data. O tipo acabou por se mostrar mais inocente que eu própria propositadamente aparentava, já que caiu na farça que lhe iria fazer o combinado. Fizes-te tu?? assim fiz eu...!! Ligou-me passado uns tempos a perguntar pelo trabalho, já devia estar com certeza todo entalado com o cliente, ao qual respondi; "Não estava á espera que eu caisse numa coisa dessas e fizesse o trabalho por si, pois não ?" Nem dei espaço de manobras para mais conversas e desliguei o tlm na cara. Só para avisar que ja la vão uns anos e o processo para entrar lá continua o mesmo, os parvos caem e fazem, quem quer trabalhar á séria, queima o tempo que deveria estar a ser escravizado por este verme a procurar mais emprego decente.
  14. Dave_Jaxis :por isso não estejam a mandar postas de bacalhau, pois a informação que eu tomei, vem de parte de um docente que esta a cerca de 25 anos dentro deste tipo de assuntos.. Give me a break...! Falam pessoas que já cursaram e que falam de acordo com a experiência de cada estabelecimento leccionado. Ao qual volto a reafirmar, a nivel técnico é chamado de recurso, mas em termos práticos a reavaliação não é feita do mesmo modo que as disciplinas teóricas. A projecto ou se passa ou se chumba...tb pode-se chumbar quando a relação com o prof não é saudavel e aí recorre-se ao Regente é para isso que existem. E nesses casos a via de avaliação é outra. Cada um veste a camisola do local em que se formou. Cada um fala de acordo com as regras da "casa" que frequentou. Se é aceitável ou não, já não nos compete. Voltando ao tema inicial, afinal é isso que se trata o assunto fulcral...Uma boa conversa com o professor para se perceber onde foi a falha, por vezes resulta e até por vezes abrem portas a que surjam oportunidades dadas por ele, para se conseguir defender o trabalho de novo e levantar a nota. Não se pode encarar projecto como cadeira teórica, mas nada como o user que iniciou este tópico para esclarecer melhor a situação em que se encontra.
  15. A cidade de Almada á conta do célebre metro de superficie sofreu o maior atentado de sempre. Ideias utópicas de circulação de carros, fazem com que em pleno meio dia não se veja quase ninguém e a partir das 20h PUUFFFF não se vê viva alma e as ruas com os novos candeeiros com um Design atraente estão escuras. Resultado, a população jovem está a migrar toda para Lisboa. A meu ver não só os prédios devolutos contribuem para isso, mas a pobre visão de futuro de quem projecta urbanisticamente as cidades, tal como sonhos absurdos de traçado contribuem para a desertificação urbana. Hoje percorre-se a avenida principal desde o centro sul até cacilhas, com lojas abandonadas, outras a dizer vende-se, trespassa-se, ou simplesmente já esquecidas pelo tempo. A parte histórica que até está arranjada está confinada aos junkies... Foi só um á parte para salientar que não são apenas as implementações dos novos edificios que irão condicionar as cidades e a sua vida, mas sim também as imagens de futuro que se implantam nelas, sem qualquer consciencia das consequencias.
  16. An Advice: Elabora a tua tese de acordo com as tuas intrigas interiores sobre arquitectura. Pois isso reflecte-se sempre na forma como abordas os teus projectos e como os desenvolves e até qual a expressividade que os dás. Se não cais como muitos que vi a cair quando os juris faziam a pergunta: "...pensa em aplicar isto de futuro na vida profissional, ou foi só um argumento para elaborar a tese? Desenvolva..." E aí tristemente muita gente vi a cair na apresentação das teses.
  17. Não percebo, choram de barriga cheia, não passam o que passamos, a Ordem mostra alguma organização, tem empregos sempre pagos, não são ensonbrados pela precaridade que nós passamos no trabalho e ainda querem mais? É o tempo das vacas magras, era hábito receber dinheirinho debaixo da mesa para sustentar muita coisa, agora que a lei cortou o biberão, vêm chorar. For God's Sake...!!!!
  18. A Lusíada de Lisboa, não tem exame de recurso a projecto. Pelo menos enquanto lá cursei não existia isso. Ou passas ou chumbas. Havia sim a situação de achares que não foste bem avaliado pelo teu prof., deslocavas-te ao Regente com a finalidade de participar a situação e então era decidido se a situação ia em frente e fazias uma espécie de exame oral em que eras mais que espremido, ou que se chumbava pelos motivos que o Prof. posteriormente iria argumentar. Se existe de momento, cheira-me a termos técnicos do Bolonha mas que na prática não funcionam assim.
  19. LOL, a lenga lenga ouve-se todos os anos, pelos profs. Não entres em stress, fácil, quando referem que não querem igual á 1/100 como é óbvio é para aprimorares a expressão corporal do objecto em causa. Não vais fazer uma escadas iguais ou com a mesma expressão alías, que a escala 1/100. As variações de espessuras de paredes como já o referis-te, tb devem obedecer a essa transição. O terreno em volta...vários elementos que bem expressos podem enriquecer o projecto. Este aviso anual, por parte deles, serve para determinadas tendências em "aldrabar" as maquetes...não é para meteres corrimão, nem nada disso...Mas se tiveres planos de vidro e diferença de material, á escala 1/50 costuma ser bem explicito.
  20. Gosto bastante deste projecto, apesar do uso exaustivo de betão, facto técnico e construtivo, necessário para a natureza onde se encontra inserido, consegue ser bastante acolhedor. Coisa que em muitos projectos, é inexistente, pois o tratamento estético é excelente mas por vezes a noção de acolhimento e habitação falha redondamente. Aqui o conceito Habitar encontra-se bem visivel.
  21. O KAZ não, my friends! A KAZ :p...
  22. A cliente pelos vistos é que alterou a linguagem do projecto, não respeitou os desenhos e ainda colocou dentro de casa 2 pessoas não qualificadas para fazer o trabalho. Além do que me parece através do que foi escrito é que o que se encontra presentemente construído nada tem haver com o que era o projecto final. A cliente é que alterou o projecto sem consulta aprovada de um profissional e ainda ignorou as chamadas de atenção. Não vejo onde ela possa ter razão. No próximo trabalho já sabe, uma acta sempre atrás onde fica registado tudo o que foi acordado e devidamente assinado.
  23. Agrada-me a simplicidade da linguagem e a qualidade espacial que se conseguiu aferir através dessa atitude, porém habitar constantemente entre muros cujas cotas se elevam de um modo fortificado, é um pouco sufocante. Mas espero numa deslocação ao Norte, poder observar as casas com olhos de ver, até para conhecer melhor o projecto e formar uma opinião mais sólida.
  24. INFORMAÇÃO DO IEFP hoje dia 8.01.2010 face ao assunto estágio da Ordem mais estágios IEFP. Hoje após me ter deslocado pessoalmente com a finalidade de tratar uns assuntos pessoais aproveitei e falei com uma técnica sobre este tema. O que me foi informado, que os 2 estágios podem funcionar em conjunto, já que o aluno e a aluna de arquitectura quando acaba o 5º ano, acaba com o grau de licenciatura, por sua vez já adquirida pelos 5 anos de curso. Como o estágio é um processo obrigatório de introdução e preparação profissional, ambos podem operar ao mesmo tempo. Passo a explicar o porquê: - Fazemos os 5 anos do curso, acabamos todos como arquitectos. Não podemos assinar nada como é óbvio pois não temos preparação para tal. Mas o estatuto de Arquitecto(a) já o possuímos. Não pelo estágio da Ordem, mas sim por termos concluido os 5 anos de curso. - Para o Bolonha, a mesma situação mas com uma pequena diferença. Faz-se igualmente os 5 anos + tese, tudo igual ao de cima, menos no usufruto dos escalões. Não é com o estágio da Ordem que seremos arquitectos licenciados ou mestres, logo aí tb se pode fazer o IEFP mais estágio da Ordem. *a única diferença do Bolonha ao regime pré Bolonha, é que sai-se da universidade Mestre, pelo escalão deles... o que mexe automáticamente nas remunerações correspondentes. O pré Bolonha era simplesmente o grau de licenciado. **atenção o IEFP só considerará Mestre o certificado da Universidade com indicação de tal facto. Se na politica da Universidade que frequentam, entenderem que não chamam de Mestre mas sim de Arquitecto após apresentação da tese perante o jurí, então apenas gozarão do escalão de licenciados.
  25. Apenas me refiro á tua informação de se interessarem apenas pela licenciatura, daí eu ter respondido o factor dos escalões que vem sempre descriminado nos PDF's de apoio dos estágios IEFP. Quanto aos do Inovjovem, não tenho grande conhecimento se existem estes escalões ou não, mas sim tenho conhecimento que se pode fazer ao longo do curso...até os do IEFP. Agora a questão fulcral é que antes podias cruzar estes 2 estágios o da Ordem e o do IEFP ao mesmo tempo, e pelo que parece na presente data já não é possível! Mas como em cada zona os técnicos transmitem informações diferentes, fruto da desorganização, como já referi brevemente adiantarei aqui a informação que me foi avançada.
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