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  1. Mergulhar no vazio - Pedro Barata Castro http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/51/projects/29/1195512358_2.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/51/projects/29/1195513550_15.jpg O lote em que propomos intervir tem uma imagem forte de porta para o interior proibido do quarteirão. A proposta passa pela sua abertura, intersectando público e privado, cidade e privacidade. Propomos uma "piscina pública", entendida como algo definido num cruzamento entre os conceitos de piscina municipal, equipamento desportivo de utilização livre (tipo campo de futebol público) e jardim urbano. Deverá garantir as condições de qualidade de uma piscina municipal (balneários, segurança), permitir uma utilização de livre acesso, desde que não esteja lotada (como num campo de futebol público) e poder ser encerrada durante a noite mantendo a sua presença na cidade, como um jardim urbano. Enquanto parte integrante do espaço público, propomos que, ao contrário das piscinas mais comuns, esta se mantenha aberta durante todo o ano. O espaço funcionará como piscina durante os seis meses mais quentes e servirá de base a actividades alternativas que permitam estender a sua utilização durante os seis meses mais frios (BMX Water Jump, Cursos de Mergulho, Pista de Gelo, Winter Swimming, Radiomodelismo Naval, Cinema ao ar livre). Redução, reutilização, renovação e reciclagem foram os conceitos introduzidos na proposta através do programa anual de actividades, pensado para sustentar uma interacção contínua entre a cidade e o espaço aguado que se propõe. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/29-mergulhar-no-vazio.html
  2. Prémio Mobilidade 2007 - Cláudio Vilarinho Sabia que com a esperança de vida crescente, os idosos são figura cada vez mais importante para o desenho do fogo? As necessidades de vida dos idosos em relação à habitação não estarão em parte a ser alteradas? Sabia que estes, cada vez mais, possuem autonomia em idades mais avançadas? O tipo de idoso actual é o do século XX? Porque não pensamos que o programa do fogo é adaptável a este tipo de novos sujeitos urbanos? A proposta amplia o conceito de mobilidade; esta, não interpreta este conceito apenas relacionado com a “promoção da acessibilidade” a qual “constitui um elemento fundamental na qualidade de vida das pessoas”; esta contribui “decisivamente para um maior reforço dos laços sociais”, através da exploração de espaços de interacção no edifício (“banco da conversa”; percurso de acesso com pequenos jardins temáticos; sala polivalente e varanda junto à entrada de acesso aos apartamentos; terraço horta; terraço “apanha o sol”/barbecue); por outro lado, a existência destes “instrumentos”, permite (para além do ganho de diferentes atmosferas e ambientes) a criação de fluxos e movimentos (apesar da escala pequena do edifício), logo uma vez mais de mobilidade. Noutro sentido, a proposta entende a mobilidade através do uso de elementos de compartimentação interior amovíveis. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/45-pramio-mobilidade-2007.html
  3. Concurso Médio Tejo - Ateliermob Vila Nova da Barquinha - Abrantes http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/36/projects/38/1195657064_003.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/36/projects/38/1195657100_005.jpg Nas margens do rio Tejo, entre Abrantes e Vila Nova da Barquinha, desenvolve-se uma paisagem natural marginal ao território construído. Para as populações, a difícil relação com o rio, tradicionalmente conflituosa em tempos de cheia e pouco potenciada nos períodos de Verão e Primavera, pode ser verificada pelo desenho das estruturas urbanas e dos caminhos trilhados. Contudo, embora se perceba que a população e o rio estejam de costas voltadas, o peso e a força identitária do segundo consegue, de uma forma natural, construir lugares e estabelecer um contexto coerente entre os diferentes territórios. Desta forma, entende-se que o lugar tem potencialidades naturais para ser estabelecida como um todo territorial ou unidade de projecto, tendo em conta que as suas geografias fundamentais não se compadecerem com limites administrativos. Neste contexto, considera-se que o discurso disciplinar da nossa intervenção, deve ser o de potenciar e reforçar os ritmos e traçados naturais, apostando na consolidação das estruturas de lugar existentes e pontuando-os com algumas novas geografias. A intervenção proposta ao Concurso Internacional para a Dinamização das Margens do Rio no Médio Tejo preocupa-se, numa primeira fase, em hierarquizar os caminhos de chegada ao rio para que se torne de melhor acesso, sem que daí resultem quebras na integridade das margens e da paisagem natural. Por outro lado, embora a disparidade física, programática e geográfica das intervenções a concurso, dificultem a coerência global do todo, a utilização de uma única matéria em todas os momentos – o betão, reforça os elos e a unidade geral do projecto. Procura-se assim, incentivar uma familiaridade entre as várias intervenções coisa que inicialmente poderia parecer impossível. Com as imagens apresentadas pretende-se provar que o material utilizado, o betão de geometrias claras, não conflitua com os elementos naturais da paisagem. O desenho rigoroso para o qual o betão remete e a sua artificialidade genética, contrastam com a apropriação que a Natureza e, sobretudo, o Tempo farão das intervenções propostas. As arquitecturas e espaços construídos tenderão, ano após ano, a integrarem-se e a fazer parte da paisagem, não como objectos, mas como geografias construídas. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/38-concurso-madio-tejo.html
  4. Reabilitação de um edifício de rendimento Pombalino - Carlos Mourão Pereira http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/52/projects/41/1195664586_3.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/52/projects/41/1195664637_4.jpg O programa prevê a reabilitação de uma construção do século XVIII, com comércio, terciário e habitação, localizada em Lisboa, no limite do Chiado com o Bairro Alto. O edifício existente possui seis pisos acima da cota de soleira, sendo que os dois últimos são ampliações do século XIX ao original. Nas áreas afectas ao uso de habitação foi construído, em meados dos anos 30, uma ampliação destinada a instalações sanitárias e implantada na área de logradouro. O interior pombalino ao nível da loja, sobreloja e 1º andar, é inexistente, tendo sofrido profundas alterações ao longo do século XX. A proposta tem como premissa o enquadramento sustentável do edifício de rendimento pombalino. Propõe-se uma intervenção cirúrgica recorrendo predominantemente a técnicas de restauro, excluindo-se o corpo anexo afecto a instalações sanitárias, o qual se propõe a supressão recuperando a área de logradouro original. Procurou-se flexibilidade na evolução do edifício. A tipologia da habitação proposta é de um único fogo, desenvolvendo-se em quatro pisos, no entanto, foram equacionados critérios de adaptabilidade para que seja possível a reconversão da área de habitação em quatro fogos com a área pombalina de génese. Nas circulações verticais foram introduzidas correcções a nível antropométrico, dando resposta de acessibilidade a todos os pisos da habitação. O estacionamento foi equacionado de forma urbana, permitido por este edifício se localizar na área de influência de dois grandes estacionamentos municipais, preservando-se assim a área comercial bem como o jardim existente no logradouro. Procurou-se que o conforto térmico da construção fosse regulado recorrendo a técnicas de aquecimento e arrefecimento passivos, através da exposição a Sul da fachada principal de métrica pombalina e do microclima gerado pelo logradouro em pátio ajardinado a Norte. Procurou-se também a utilização de estratégias de reciclagem de águas pluviais. O jardim é caracterizado pela presença de uma Buganvília de grande dimensão e por um tanque de recreio, o qual se pretende restaurar possibilitando a presença sonora do correr da água. As espécies vegetais propostas procuram enfatizar cromaticamente a buganvília existente. Introduz-se o plantio de Murta, dando referências olfactivas, e uma Romãzeira, na tradição da árvore de fruto do quintal lisboeta. Ao nível táctil procurou-se a difícil tarefa de que as intervenções propostas fossem as de garantir ou optimizar o grau de satisfação possibilitado pelos acabamentos dos séculos XVIII e XIX. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/41-reabilitaaao-de-um-edifacio-de-rendimento-pombalino.html
  5. Instalação Efémera, EDP - Lisboa 2006/07 - Isabel Barbas e Ben Busche http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/53/projects/30/1195501158_1.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/53/projects/30/1195501703_9.jpg O projecto para a fachada do edifício sede da EDP, energias de Portugal, foi-nos pedido para comemorar o trigésimo aniversário da empresa que coincidia com a época natalícia. A proposta consiste numa instalação artística sobre a fachada do edifício que se inspira nos valores sustentáveis da empresa e no ambiente dinâmico da rotunda do Marquês de Pombal. EDP é uma das maiores empresas de Portugal e uma das maiores produtoras de energia eólica a nível europeu. A instalação configura numa mancha de 60 moinhos de vento em frente da fachada. O exterior das lâminas que formam cada um dos moinhos está revestido com uma película reflectante, tipo espelho, e o interior com uma película vermelha, a cor corporativa da empresa. Entre os moinhos e a fachada estão integradas lâmpadas led (4 por moinho) cuja energia seria produzida pela rotação do próprio moinho. A ideia é visualizar a energia ambiental. Através dos reflexos, a instalação entra em diálogo com o edifício e sua envolvente. Durante o dia os protagonistas são os moinhos. As distintas velocidades e os movimentos descoordenados remetem-nos para um diálogo entre módulos, um fluir de ritmos, arranques, pausas e permanências. Num olhar mais distraído ou afastado os módulos tendem à sincronização. As distintas velocidades tornam-se imperceptíveis e são os reflexos que adquirem protagonismo e enchem de vida o conjunto. Durante o dia as sombras dos moinhos, desenhadas pela incidência solar, configuram um padrão florido que contrasta com o brilho e reflexo dinâmico da própria peça que os origina. De noite, os moinhos tornam-se mais neutros e a percepção da instalação concentra-se na luz e vitalidade do movimento. Cada moinho, colocado sobre tirantes metálicos verticais a 1,5 m de distância da fachada, projecta sobre a parede o reflexo das lâmpadas led de baixo consumo colocadas por detrás do módulo. A cor da iluminação alterna, periodicamente, entre o vermelho, branco, azul e verde. Este projecto faz referência ao conceito de sustentabilidade, preocupação máxima na política da empresa e da humanidade. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/30-instalaaao-efamera-edp-lisboa-200607.html
  6. Casa em Aldeia de Juzo - Carlos Mourão Pereira http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/52/projects/40/1195662589_1.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/52/projects/40/1195662803_4.jpg Trata-se do primeiro projecto de Carlos Mourão Pereira depois de perder a visão, realizado em co-autoria com um seu ex-aluno. A síntese equaciona um programa para uma moradia uni familiar isolada e compacta, com tipologia T3 e uma piscina exterior, para um lote localizado entre Sintra e Cascais. Organiza-se em três pisos, um em cave e dois acima da cota de soleira. O piso térreo destina-se aos usos de estar e refeições. O piso em cave, com extensão exterior a dois pequenos pátios enterrados, tem o uso de tratamento de roupas e arrumos. O piso superior é afecto ao uso de dormir. As áreas exteriores integram dois espaços distintos. A cobertura, em terraço ajardinado, destina-se a um jardin potager que se articula, através de uma circulação vertical exterior, com o jardim. Este outro espaço envolve o edificado e integra uma piscina saliente e pensada como se de um tanque de recreio se tratasse. Relativamente ao desempenho energético da construção, tendo em conta o clima local, são utilizadas estratégias de arrefecimento e aquecimento. Seja pela implantação da volumetria – segundo um eixo Nascente-Poente – permitindo fenestração com exposição Sul, regulada por dispositivos de sombreamento, bem como a ventilação transversal utilizando a fachada Norte, permitida em todos os seus pisos, e ainda a previsão de um espaço de transição mutável entre loggia e estufa solar. Este espaço, entre a zona de estar e o jardim, apresenta-se como uma área de apropriação num limiar flexível entre o interior e o exterior, utilizando divisórias reguláveis em filtro vegetal e em vidro. Procurou-se enfatizar uma percepção sensorial. Ao nível visual, explorou-se uma relação de comunicabilidade articulando duas vistas distintas, uma para o jardim e outra para o interior da casa, salientando-se as variações cromáticas dadas pelos filtros vegetais, em vinha virgem. Essa sazonalidade também se apresenta ao olfacto. No que se refere à sensação táctil, considerou-se a regulação da sombra e do sol, conjugada com a protecção aos ventos de Norte-Noroeste. E procurou-se o silêncio do logradouro e a sonoridade do correr da água a transbordar do tanque. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/40-casa-em-aldeia-de-juzo.html
  7. Plug-in 'China Solar Building Competition 2007' - Nadir Bonaccorso Actualmente, mais do que estilo arquitectónico, a necessidade de uma habitação sustentável, leva-nos a re-pensar sobre o edifico num modo GLObal. As características especiais do território e a cultura loCAL, conduzem-nos à compreensão de necessidades específicas. Assim, arquitectura GLOCAL é o futuro. http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/37/projects/32/1195564763_nbaa_01_pequim_plug-in_maquete.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/37/projects/32/1195565052_nbaa_07_pequim_plug-in_vistageral.jpg Conceptual e matericamente, a casa divide-se em duas partes; a máquina sustentável e o espaço habitável. Máquina Sustentável Este volume contém todos os serviços da casa e áreas técnicas necessárias. Está intimamente ligada ao terreno, como parte deste, revelando-se através de chaminés que se destacam de forma ritmada (estas permitem a iluminação e ventilação naturais para instalações sanitárias e cozinhas, trabalhando como base para a tecnologia solar activa que necessita de diferentes inclinações). Conecta-se com o espaço habitável através de corredores. Entre estes, pátios são usados como temáticas diferenciadas, permitindo a iluminação e circulação de ar. Espaço Habitável Um volume simples orientado a Sul. Servido pela máquina sustentável; sendo que todos os esforços já deram resposta às problemáticas inerentes á habitação, esta caixa é livre de assumir variadas formas e dimensões, consoante as exigências do cliente. Espaço habitável personalizado: puro conforto. Nesta proposta, o volume geométrico apresenta algumas leves torções de modo a desfrutar das melhores vistas que a paisagem envolvente oferece. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/32-plug-in-china_solar-building-competition-07.html
  8. Tal como o asimplemind desconheço conceitos de espaço minimo. A meu ver, estas questões surgem no momento em que se precisa de mais espaço em casa. Vejamos os Japoneses, onde existe um aproveitamento máximo de toda a área possível e imaginária... Seria interessante se especificasses melhor a tua dúvida. :)
  9. Governo aprova medidas para acabar com depósito ilegal de resíduos de construção O Conselho de Ministros desta quinta-feira aprovou um decreto que pretende combater a deposição de resíduos de construção e demolição em locais inapropriados, através da aplicação de medidas de reutilização, redução e reciclagem dos chamados entulhos. A ideia do Governo passa por " criar", no entender do secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, "condições objectivas para que os entulhos não sejam colocados em destino inapropriado", apostando o Governo na via da "reciclagem e reutilização dos resíduos de construção e demolição". "Com este diploma, cria-se uma cadeia de responsabilidade clara entre donos de obra, empreiteiros e câmaras municipais, de forma a assegurar um destino adequado aos resíduos de construção e demolição", declarou o governante, adiantando que "naturalmente, perante eventuais infracções à nova legislação, será aplicado um regime de fiscalização e de contra-ordenações". Segundo a agência Lusa, o decreto apresenta duas componentes: uma aplicável à gestão em obra dos resíduos (por forma a valorizar a sua reciclagem); e uma via regulamentar destinada a garantir que os operadores não libertarão resíduos em locais considerados impróprios. Segundo Humberto Rosa, na componente relacionada com a gestão em obra, o diploma prevê que os projectos sejam logo orientados "para a minimização da existência de resíduos, maximizando-se a reciclagem". "Prevê-se também a aprovação de critérios de qualidade, assim como de especificações técnicas para que materiais de construção possam ser feitos a partir de resíduos de construção e de demolição", frisou. Em relação a obras de recuperação de minas e pedreiras e a cobertura de aterros, o secretário de Estado do Ambiente referiu que os solos com minerais não contaminados possam também ser aproveitados directamente para reutilização. Já em relação às obras, o diploma agora aprovado impõe que exista "um sistema de triagem (separando-se os resíduos) ou, em alternativa, o responsável da obra encaminhe esses resíduos para "um operador licenciado" que fará então a sua triagem e separação. "Só poderão ir para aterro os resíduos que tiverem uma triagem prévia", salientou Humberto Rosa. Em matéria de redução de entulho, Humberto Rosa procurou assegurar que o Estado "dará o exemplo", razão pela qual este Governo já aprovou o código de contratação pública em que se prevê a necessidade de um plano de prevenção de resíduos de construção e demolição. "As obras públicas vão ter a garantia que tratam bem os seus resíduos de construção e demolição", acrescentou, antes de referir que o diploma agora aprovado prevê também "uma simplificação de procedimentos". "Nas próprias obras, haverá uma dispensa de licenciamento para uma série de operações de gestão destes resíduos", disse, em referência aos objectivos de simplificação administrativa inerentes ao decreto. Fonte: JC
  10. Évora recebe exposição de arquitectura paisagista "O Arquitecto Paisagista: Conceito e Obra", é o nome da exposição de arquitectura paisagista que está desde ontem em Évora e que apresenta cerca de cinquenta trabalhos realizados por profissionais portugueses. Promovida pela Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP), no âmbito das comemorações do seu 30º aniversário, a mostra reúne trabalhos relacionados com temas como ordenamento de áreas urbanas, espaços rurais, património natural e construído, espaços públicos e requalificação de faixas costeiras marítimas e margens dos cursos de água. Segundo a Agência Lusa, a exposição pretende "promover uma reflexão sobre a arquitectura paisagista, dando a conhecer uma profissão, relativamente recente, pouco divulgada e pouco conhecida pela maioria dos cidadãos", e ficará patente até ao próximo dia 7 de Dezembro no Palácio D. Manuel, no centro da cidade. Fonte: JC / Lusa
  11. Siza projecta Centro de Design do Bom Sucesso http-~~-//img519.imageshack.us/img519/8146/siza1popup972a3kv2.jpg Álvaro Siza Vieira vai ser o autor do BS - Centro de Design, um equipamento que vai nascer no empreendimento turístico Bom Sucesso - Design Resort, Leisure Golf & SPA, e que vai contar com um investimento de 450 mil euros, que compreende ainda a construção de uma concha acústica cujo autor ainda não foi definido. O BS - Centro de Design vai ser desenvolvido numa área de cerca de 300 metros quadrados e vai ser implantado na 4ªfase do empreendimento, compreendendo um "espaço privilegiado de exposição e experimentação de manifestações artísticas ligadas à criação do design e arquitectura". O projecto vai ser lançado no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito de uma exposição de esculturas em prata de Ângelo de Sousa. Fonte: JC
  12. Ordem antecipa entrada em vigor de nova lei das acessibilidades O novo diploma sobre a lei das acessibilidades vai entrar em vigor em Janeiro próximo, e com ele uma série de normas que a Ordem dos Arquitectos já começou a familiarizar com os seus associados através do Prémio Mobilidade 2007. Com a entrada em vigor do novo diploma, os projectos de edifícios de habitação têm que ter facilidades de acesso a deficientes ou pessoas de mobilidade reduzida, tal como já acontecia com edifícios públicos. Em declarações à Agência Lusa, Jorge Simões, arquitecto e júri do concurso Prémio Mobilidade 2007, referiu que este é "um avanço cultural e social" porque estabelece que "todos têm direito à mobilidade". Contudo, o mesmo responsável aponta defeitos à nova lei, "não exige aplicação imediata, dá um prazo de oito anos" para aplicação progressiva, o que significa que "só daqui a dez, doze anos, teremos edifícios completamente acessíveis". "Esta é uma lei que se impõe, não se pode adoptar depois, quando o número de idosos aumentar. Não é possível ter pessoas presas em suas casas, com os custos de assistência domiciliária a aumentar", sublinhou. Com o Prémio Mobilidade, a Ordem e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa pretenderam mostrar que "não há problema em aplicar a nova lei, sem acréscimos de custo significativos". Embora algumas vezes os arquitectos reajam "com alguma hostilidade" a novas leis que introduzem condicionantes ao desenho de edifícios, Jorge Simões frisou que todos os arquitectos desenham edifícios "para serem vividos pelas pessoas". No entanto, o mesmo responsável manifestou-se convicto de que não vai existir grande resistência por parte da classe à adopção das novas directivas, "ter um ambiente edificado acessível também é a garantia da sua sustentabilidade". O prémio foi ganho por Cláudio Vilarinho, por cumprir todas as normas de acessibilidade, bem como pela "humanização da utilização do edifício ao nível dos espaços comuns, que incentivam relações de vizinhança em espaços diferenciados". Fonte: JC / Lusa
  13. http-~~-//img139.imageshack.us/img139/9710/metroportonu9.jpg Um comboio, um eléctrico ou um 'metropolitano'? Ou Híbrido? Comboio: série de carruagens puxadas por uma locomotiva, sobre carris; Eléctrico: carro movido a electricidade. Metropolitano: caminho-de-ferro instalado no interior de uma cidade, parcialmente ou totalmente subterrâneo; :)
  14. Kisho Kurokawa: a tribute http-~~-//img440.imageshack.us/img440/17/98kurokawaam171007f1b6fmd2.jpg Nakagin Capsule Tower, Kisho Kurokawa (1934-2007) One of Japan’s greatest architects, Kisho Kurokawa, died last week leaving behind a very significant theoretical and concrete legacy. Kurokawa co-founded the Metabolist movement in 1960, pioneering a radical avant-garde style of architecture and urban planning for the future. The Metabolists’ vision centred around vast cities that adapted to an ever-increasing population by building flexible, extendable structures that could be added to over time. His first and arguably most notorious existing embodiment of these principles is the Nagakin Capsule Tower, Tokyo, built in 1970. The concrete structure consists of removable clip-on components which, together with Sony’s Osaka headquarters of 1972, were clear ancestors of Rogers and Piano’s Pompidou Centre, and Rogers’ Lloyd’s building. Following his theories of Metabolism, Kurokawa later propagated the philosophy of Symbiosis in architecture, also the title of a book he wrote in 1987 delineating his theories. Symbiosis in architectural terms to Kurokawa meant that buildings shouldn’t be viewed as mechanical structures in isolation of each other but should instead work together advantageously as living, breathing entities. These principles are best on show in his larger projects notably the National Art Centre in Tokyo (2005), the Zhengdong new district in China designed to inhabit 150,000 people, and his master planning for Astana, Kazakhstan’s new capital, incidentally the Wallpaper* 098 cover feature. As an architect and theorist, Kurokawa will best be remembered for elevating post-war Japanese architecture into post-modern realms. Always mindful to incorporate Japanese social and historical tradition into his work, at the same time Kurokawa continually sought to push the boundaries of established ways of viewing architecture, seeking to make it as relevant as possible to the changing constraints of modern needs. Kisho Kurokawa - www.kisho.co.jp Fonte: Wallpaper
  15. Hoje recebi notícias do Trendio... Para os mais curiosos, podem-se inscrever aqui: Trendio - A Bolsa Divertida :)
  16. Alinho nas sobremesas! Café é que não... :)
  17. Fonte: ElMundo.es
  18. Câmaras podem passar a regular Ordenamento e Ambiente O Governo pretende transferir as competências relativas às áreas do Ambiente e do Ordenamento do Território para as autarquias.Segundo avançou ontem o Diário Económico (DE), citando fonte oficial da Secretaria de Estado da Administração Local, "praias, orla costeira e áreas protegidas vão ser as primeiras competências a passar já para os municípios". Trata-se de uma medida que espera-se que gere bastante controvérsia, já que, por exemplo em Almada, o município encontra-se com avultados gastos em obras para travar o avanço do mar. De momento, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) aguarda que o Governo agende uma reunião para que possam discutir em conjunto e "definir quais as áreas prioritárias de transferência", tendo adiantado fonte ao DE que "estamos interessados em discutir essas competências, mas atenção: não queremos apenas essas". De acordo com o DE, estas transferências para as autarquias deverão chegar aos 500 milhões de euros, dos quais, 300 a 250 milhões correspondem à gestão dos cerca de 36500 funcionários não docentes das escolas públicas. Fonte: JC
  19. De Algés ao Cais do Sodré é totalmente aterro... lembram-se das dificuldades técnicas e orçamentais inerentes à construção do segmento Baixa-Chiado - Terreiro do Paço ? x( Porque é que o comboio é uma barreira e o eléctrico não? Merecia uma revitalização total... este tipo de linhas estão obsoletas e tem sido cada vez mais uma barreira urbana.
  20. Governo força autarquias a definir zonas de reabilitação Para receberem os benefícios fiscais previstos no Orçamento de Estado para 2008, as câmaras terão de definir as zonas de reabilitação urbana.De acordo com o Diário Económico (DE), entre os benefícios inscritos pelo Governo no Orçamento de Estado do próximo ano, está contemplada a redução do IVA de 21 para 5% para as obras de reparação e requalificação do prédio e a cobrança de menos 10% de IRC ou de IRS ao senhorio. Para além disso, quem recupere prédios nas zonas pré-definidas pelas autarquias, terá direito entre cinco a oito anos de isenção sobre o Imposto Municipal de Imóveis (IMI). Pronunciando-se ao DE, fonte da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) declarou que, apesar de actualmente muitas autarquias terem já terem delimitado as áreas para reformar, "nem todas têm uma zona de reabilitação" definida, pelo que vão perder os benefícios. O Governo procura com esta medida mostrar que se encontra empenhado na recuperação de mais de 325 mil prédios no país, sendo que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, já admitiu que esta medida vai custar ao Executivo entre 450 a 500 milhões de euros só em receitas fiscais. Fonte: JC
  21. Ilha artificial pode nascer ao largo de Valência http-~~-//img205.imageshack.us/img205/1963/islalunaredis613f3badp8.jpg "Isla Luna" é o nome do projecto que contempla uma ilha artificial e que poderá ser construída ao largo de Valência, mais concretamente a um quilómetro da praia La Malvarrosa, em Espanha. Segundo a imprensa espanhola, o projecto foi apresentado durante o "Salón Inmobiliario Urbe", pelo grupo imobiliário Redis 6, e pretende ser a "nova fachada marítima de Valência". Contudo, o projecto pretende diferenciar-se das elitistas ilhas dos Emirados Árabes Unidos e converter-se num bairro, prevendo-se que entre 25% a 30% das habitações sejam destinadas a um mercado com forte apoio do Estado (uma ideia próxima ao que em Portugal se design por habitação social). O projecto ocupa uma área de 1,6 milhões de metros quadrados, ficando 1 milhão ocupado por terra e os restantes por canais, tendo a ilha no total a capacidade para acolher cerca de mil famílias. Durante a apresentação do projecto, o director-geral do Redis 6, Óscar López assegurou que o meio ambiente será uma prioridade, e nesse sentido os edifícios serão bioclimáticas e a ilha contará com plataformas fotovoltaicas, parque eólico e sistemas de captação de energia solar. Espaços educativos, culturais, restaurantes, ginásios, cafés e hóteis são alguns dos equipamentos que a "Isla Luna" tem para oferecer, num projecto que se começasse amanhã estaria terminado em 2020 num investimento estimado em 5 milhões de euros. Fonte: JC
  22. Olá Jose, Pesquisei e descobri que o Arquitecto Carlos Pratas foi o autor do projecto de reconversão da Estação Central de Camionagem de Bragança (Antiga estação de comboios CP). Não consegui encontrar mais detalhes do projecto, apenas uma notícia: http://www.cm-braganca.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=503854 Abraço
  23. Novo atelier adicionado: CVDB - www.cvdbarquitectos.com Fonte: Portugal Now :)
  24. Mais fotografias: Fontes: http://www.flickr.com/photos/herrera/ http://www.flickr.com/photos/8131472@N04/ http://www.flickr.com/photos/irdrager/ http://www.flickr.com/photos/trentonza/ http://www.flickr.com/photos/andres-b/
  25. Novo atelier adicionado por sergiopenas: Sergio Penas - www.sergiopenas.com.pt :)
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