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3CPO

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  1. Nova tentativa: You type 295 characters per minute You have 53 correct words and you have 0 wrong words :p
  2. Aldrabão? Vamos lá ver se tenho que me zangar... :icon_pistoles:
  3. ARCHITECTURE OF YEMEN FROM YAFI TO HADRAMUT SALMA SAMAR DAMLUJI, ABDULLAH AHMAD SAID BUGSHAN http-~~-//img519.imageshack.us/img519/8240/67847yemen16c78b0ux4.jpg :p
  4. ASMARA AFRICA'S SECRET MODERNIST CITY GEBREMEDHIN, NAIGZY http-~~-//img155.imageshack.us/img155/3434/6587135asmara167a16eev5.png :p
  5. Flexible Housing Jeremy Till + Tatjana Schneider http-~~-//img503.imageshack.us/img503/7468/511d4euealss500160633eyr3.jpg :p
  6. AL MANAKH DUBAI GUIDE, GULL SURVEY, GLOBAL AGENDA KOOLHAAS, REM KHOUBROU,MITRA BOUMAN,OLE http-~~-//img146.imageshack.us/img146/5953/67598almanakh13515b5144vk0.jpg PodCast: Al Manakh _ Rem Koolhaas ISBN13: 9789077966129 Publisher: ARCHIS FOUNDATION Pages: 500 Published: 30 August 2007 Price: EUR 38.88
  7. You type 287 characters per minute You have 53 correct words and you have 0 wrong words :p
  8. http://speedtest.10-fast-fingers.com x(
  9. Cara Érika Ribeiro, O Arquitectura.pt apenas disponibiliza os contactos e os anúncios dos ateliers ao público, os ateliers aqui apresentados, na sua maioria não recebe as propostas enviadas pelo Arquitectura.pt. Se deseja auto propor-se para o lugar por favor contacte directamente os ateliers através dos contactos apresentados. :p
  10. Cara Érika Ribeiro, O Arquitectura.pt apenas disponibiliza os contactos e os anúncios dos ateliers ao público, os ateliers aqui apresentados, na sua maioria não recebe as propostas enviadas pelo Arquitectura.pt. Se deseja auto propor-se para o lugar por favor contacte directamente os ateliers através dos contactos apresentados. :p
  11. Casa Funchal V Paulo David A casa insere-se num pequeno lote em forma de trapézio e localiza-se a nascente da Cidade do Funchal. O terreno apresenta diferenças altimétricas na ordem de 8.00 m ao ponto mais alto do arruamento. A adopção de uma solução volumétrica fragmentada no piso superior pretende garantir o rasgamento visual possível com o maciço rochoso existente e acusado com o corte da construção. O projecto contempla duas cores, duas texturas, no exterior um revestimento rugoso na cor preta e o no interior materiais lisos e brancos que reflectem luz. O negro das fachadas é interrompido pelos rasgos dos vãos. A fachada a sul é mais rasgada permitindo a entrada de luz e a vista sobre a baía do Funchal. A Norte uma fachada mais contida, onde os rasgos são pontuais e acontecem só ao nível do piso 0, tendo como pano de fundo a rocha esculpida. No exterior os pavimentos são a negro intercalados com o espaço verde possível. A piscina desenvolve-se a partir da parede poente da casa e assemelha-se a uma “ levada / poço de rega” pelas suas dimensões e a forma como se acede à mesma. Adquire a mesma cor e textura da casa, como se de uma pele única se tratasse. Fotografia: 2007 © Leonardo Finotti / www.leonardofinotti.com Fonte: EuropaConcorsi
  12. Tanto se fala no 'factor C', mas as definições variam de pessoa para pessoa. É frequente relacionar a cunha com termos como 'facilitismo', conhecimento, amizades, favores, etc... De acordo com o site Psicologos.com.pt, mais de 28% dos empregos foram obtidos por «cunha». O que é afinal uma «cunha»? :p
  13. Torre de Belém http://img134.imageshack.us/img134/1674/lisboaantigaaa9faaib2.jpg Torre de Belém actualmente http://img134.imageshack.us/img134/4844/lisboa36torredebelemb48bo8.jpg
  14. 1º Ciclo de Cinema e Arquitectura IST - Manuel Guedes + David Guggenheim 13 DEZEMBRO, quinta-feira às 19h00 Manuel Correia Guedes (Arquitectura IST) "Uma Verdade Inconveniente", Davis Guggenheim Anfiteatro VA1 do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST Fonte: NucleAr
  15. 1º Ciclo de Cinema e Arquitectura PLANOS - IST 11 DEZEMBRO, terça-feira às 19h00 José Neves (Arquitectura FA) "Onde Jaz O Teu Sorriso?", Pedro Costa Anfiteatro VA1 do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST Fonte: NucleAr
  16. 1º Ciclo de Cinema e Arquitectura PLANOS - IST 6 DEZEMBRO, quinta-feira às 19h00 Bárbara Coutinho (História IST) "O Homem Da Câmara de Filmar", Dziga Vertov Anfiteatro VA1 do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST Fonte: NucleAr
  17. 1º Ciclo de Cinema e Arquitectura PLANOS - IST 4 DEZEMBRO, terça-feira às 19h00 Vítor Carvalho Araújo (Arquitectura IST) "Até Ao Fim Do Mundo", Wim Wenders Anfiteatro VA1 do Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do IST Fonte: NucleAr
  18. De facto a internet pode causar muita dependência. Conheço algumas pessoas completamente viciadas em MSN's, HI5's, jogos Online, etc... um dia a internet esteve em baixo e tive que aturar uma delas! É incrível como de repente alguém fica sem saber o que fazer só porque algum servidor deixou de funcionar. Se não fosse a internet, nunca tinha tido o prazer de ouvir a menina cinaminamina a gritar dentro do aqueduto por causa de uma cobra inofensiva!!! :D:D:D :icon_chick:
  19. Olá F Soares, Se reparares com atenção, existe uma legenda de imagens na página seguinte onde poderás confirmar exactamente o o autor e o nome do projecto. O projecto é de Victor Gruen y Krummeck - vista aérea do Olympic Shopping Circle - 1950 http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/09257287764892417410046/ima0011.htm Abraço :p
  20. Olá Raulino, Bem vindo ao Arquitectura.pt :p
  21. Casa PARA[sOL] Paulo André Horta Rodrigues http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/59/projects/48/1196375791_00_maquete.jpg http-~~-//www.casadavizinha.eu/spp/architects/59/projects/48/1196375852_04_exterior.jpg 100% AminhaCASA! A envolvente construída interioriza a casaPARA[sOL] impedindo a projecção do seu território doméstico sobre a paisagem. Procuramos uma estratégia ocupacional capaz de estabelecer princípios espaciais e funcionais, formando simultaneamente um corpo unitário indecomponível que simule a diversidade e complexidades necessárias a um mundo aberto sobre si mesmo, que espera a partilha dos territórios anexos como forma de ampliação da sua identidade. 50/50. Uma operação de subtracção reduz á condição de equilíbrio a relação entre interior/exterior, estabelecendo a implantação mínima capaz da albergar as funcionalidades interiores da casa. Os compartimentos exteriores assumem 4 diferentes identidades personalizáveis – ex. pátio de entrada, pátio inclinado, pátio da água e pátio horta – que actuam como projecção da identidade dos habitantes da casaPARA[sOL]. PERMEABILIDADE. Os compartimentos fixos (biblioteca, cozinha, quarto de vestir/banho) da casa são dispostos periféricamente em relação ao lote, de modo a permitir a permeabilidade diagonal entre todos os espaços abertos da casa. A relação de causa/efeito sugere ocupações anexas - espaço de trabalho, zona de comer, zonas de dormir – delimitadas por planos amovíveis personalizáveis, que potenciam a flexibilização do uso território interior da casaPARA[sOL], em continuidade com as entidades exteriores anexas. casaSUSPENSA. A inevitável mobilidade individual altera constantemente a estrutura familiar tradicional e questiona a tipologia unifamiliar, obrigando à formulação de estratégias que permitam a flexibilização dos espaços de acordo com as oscilações da sua ocupação. Quem habitará esta casa? Pensamos em ocupantes satélites e permanentes. Sobre o espaço social da casa, adaptável a ocupações mais ou menos temporárias, paira secretamente uma célula de habitar autónoma que alberga os habitantes permanentes da casaPARA[sOL]. CAMUFLAGEM. Uma superfície gráfica mimetiza a paisagem exterior, envolvendo a casa suspensa e conformando pátios suspensos que interiorizam a sua relação com o exterior. Sob estes vazios criam-se espaços de sobreposição entre o território interior da casa e o seu exterior, estabelecendo-se simultaneamente mecanismos de controlo e gestão da exposição solar. Os planos multicolores actuam como elementos de sobreamento/reflexão da radiação solar, cuja energia é transformada para uso doméstico através de painéis fotovoltáicos instalados na cobertura. Ler mais sobre o projecto: http://www.casadavizinha.eu/projectos/casa-parasol-48.html
  22. Ampla biblioteca reabre em Luanda A biblioteca do Centro Cultural Português de Luanda, uma das mais frequentadas da capital angolana, reabre hoje totalmente remodelada, com maior acervo, o dobro da lotação e novos serviços ao público. As novas instalações estão equipadas com um centro multimédia e permitem acesso sem fios (wireless) à Internet. As duas salas de leitura e consulta de livros têm capacidade para receber em simultâneo uma centena de pessoas, o dobro dos lugares que existiam antes das obras. Este aumento deverá permitir resolver o problema das longas filas de pessoas que diariamente se formavam junto às instalações do Centro Cultural Português. Esta biblioteca é uma referência na capital angolana, registando uma média superior a 300 utilizadores por dia, maioritariamente estudantes universitários e do ensino secundário. A grande afluência resulta não só da escassez de bibliotecas em Luanda, mas principalmente da qualidade do acervo que disponibiliza, especialmente ao nível dos livros técnicos, da literatura portuguesa e em língua portuguesa. As obras de remodelação, integralmente financiadas pela ESCOM, do grupo português Espírito Santo, permitiram também aumentar o seu acervo, na sequência de uma oferta da Fundação Calouste Gulbenkian. A remodelação da biblioteca insere-se no projecto de renovação do Centro Cultural Português de Luanda, cuja primeira fase, que envolveu a sala de exposições e o auditório, foi inaugurada em Abril durante a visita do primeiro-ministro, José Sócrates. Com a conclusão destas obras, que se prolongaram por mais de seis meses, o Centro Cultural Português de Luanda, que funciona no edifício da Embaixada de Portugal, passa a ser um dos mais bem equipados centros culturais portugueses no mundo, dispondo de vídeo- conferência, sistema de vídeo e cinema de alta qualidade e sala de exposições climatizada. O auditório, com capacidade para 120 pessoas, está equipado para projecções de filmes, espectáculos de teatro e música e a realização de seminários. As novas e modernas instalações inserem-se numa perspectiva de reposicionamento da imagem cultural portuguesa naquela ex-colónia, que se pretende venha a ser mais actuante nos próximos tempos. Fonte: JN
  23. A biblioteca que impulsionou Sines Não foi a primeira vez que a dupla de arquitectos Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus viu o trabalho desenvolvido na Biblioteca-Centro de Artes de Sines ser alvo de uma distinção. Com apenas um ano de existência, o edifício já conquistou o Prémio da Associação Internacional de Críticos de Artes/Ministério da Cultura e uma menção honrosa, na categoria Obra, no concurso promovido pelo Instituto do Turismo de Portugal. Mas o prémio arrecadado anteontem em Vigo reveste-se de um significado especial, como admite Manuel Aires Mateus. "É a prova do bom momento por que passa a arquitectura portuguesa, que bem precisa de reconhecimento e divulgação". Se "ser premiado entre arquitectos de tanta valia já é grande motivo de felicidade", a honra ainda é maior pelo facto de "partilharmos o prémio com alguém como Souto Moura", sublinha Francisco Aires Mateus. Em Sines, o desafio que a dupla de arquitectos teve pela frente consistiu em criar um espaço aglutinador de várias funções, mas também capaz de despertar a atenção dos seus habitantes. A robustez da construção, a fazer lembrar as muralhas do secular castelo, encontra um contraponto ideal na leveza e transparência provocada pelo recurso ao vidro. Elogiando "a coragem" da autarquia em abraçar o projecto, Manuel Aires Mateus revela que "procurámos fazer com que o edifício saísse dos limites da cidade, ou seja, que a cidade o desenhasse ela própria. É uma obra inevitável na geografia de Sines. Estar localizada na rua principal leva a que se converta numa espécie de novo interior da cidade". As limitações do mercado nacional e o decréscimo do número de construções não são suficientes para beliscar o optimismo da dupla, que se congratula pelo "interesse crescente provocado pela arquitectura portuguesa tanto nos meios políticos como nos empresariais". Fonte: JN
  24. Arquitectura do Metro vence prémio ibérico Depois de Barcelona há poucos meses, é agora a vez de Vigo premiar o projecto assinado por Souto Moura À segunda edição, o Prémio de Arquitectura dos Ascensores Enor reservou a principal distinção a dois projectos nacionais, atribuída ex-aequo as estações do Metro do Porto, da autoria de Eduardo Souto Moura, e a Biblioteca-Centro de Artes de Sines, de Manuel e Francisco Aires Mateus. Poucos meses depois de ganhar em Barcelona o Prémio FAD'2006, na categoria Cidade e Paisagem, o projecto coordenado pelo arquitecto portuense - "sou apenas um dos oito que integraram a equipa", frisou, anteontem à noite, ao JN - viu destacada uma obra "ambiciosa que propõe um sistema capaz de resolver os diferentes projectos e as diferentes escalas de uma infra-estrutura de transporte". "O enriquecimento do espaço público" foi um factor dominante para a escolha do júri internacional, de que fazia parte Gonçalo Sousa Byrne, para quem "a cidade ganha generosos espaços em que o colectivo complementa a condição da sua utilização". A presença portuguesa no concurso - dividido nas categorias Galiza, Castela e Leão, Madrid e Portugal - foi predominante. Basta dizer que, dos 120 candidatos, quase metade (meia centena) eram oriundos de Portugal. Nos 20 finalistas do Grande Prémio, perfilavam-se ainda Guilherme Machado Vaz (Casa do Vale, em Cantelães), NPS Arquitectos Associados (Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental, em Vila do Conde), António Pedro Portugal Mendonça/Manuel Sousa Reis (Restaurante na aldeia de Brufe) e José Fernando Gonçalves (Capela Quebrantões, em Oliveira do Douro) Director-geral da representação portuguesa da multinacional galega, António Balsinha vê no concurso - que se prepara para abrir uma nova modalidade no próximo ano, a categoria jovem - "uma aposta já ganha, que se enquadra no nosso projecto de responsabilidade social", devido "à elevada qualidade dos projectos apresentados". O responsável não esconde a pretensão de ver um dia a cidade do Porto a acolher uma futura edição da entrega do prémio, embora reconheça que "seja difícil, já que Vigo é o berço da empresa". Fonte: JN
  25. Detidos por corrupção urbanística O presidente da autarquia de Totana e o chefe da polícia local, na região espanhola de Múrcia, estão entre 10 detidos por alegado envolvimento numa rede de corrupção urbanística, o mais recente de casos idênticos em Espanha. José Martines Andreo, do Partido Popular (PP), foi detido numa operação em que foram presos também a secretária da autarquia, Laura Bastida, o chefe da polícia local, Alfonso Canales, o empresário Pedro Martinez Ruiz e um funcionário da câmara. Seis pessoas acusadas de alegada corrupção urbanística em Totana, uma localidade de 28 mil habitantes, tinham sido já detidas na segunda-feira, em operações na Galiza, Madrid e Múrcia. A operação em causa refere-se a alegada corrupção na urbanização de 220 hectares de terrenos rústicos para a construção de quase cinco mil casas. Nos últimos anos, têm-se sucedido os casos de corrupção urbanística um pouco por toda a Espanha e envolvendo responsáveis políticos de vários partidos, bem como empresários e outras individualidades. Os casos envolvem milhares de milhões de euros e têm causado ampla polémica a nível político. Fonte: JN
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