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Raio atinge Cristo Rei Um raio atingiu ontem a zona do Cristo Rei, Almada, desligando a iluminação natalícia da base do monumento, inaugurada há poucos dias, declarou fonte do Santuário à Agência Lusa. A ocorrência deu-se por volta das 19.30, altura em que relâmpagos e chuva forte atingiram o concelho durante cerca de 30 minutos. Apesar do apagão no local, nenhuma corporação de bombeiros foi chamada ao local, tendo sido confirmado que «nenhum cabo se soltou depois de atingido pelo raio». A iluminação natalícia, a cargo da Câmara Municipal, foi inaugurada no sábado à noite e ilumina apenas a base do monumento, sendo que o Cristo Rei mantém a sua luz normal, a que está acesa todo o ano De acordo com o segurança de serviço no Santuário, o Cristo Rei mantém-se iluminado, visto que «apesar da energia vir do mesmo sítio, as fases são diferentes, tendo apenas uma delas sido atingida». Durante a manhã de terça-feira, a iluminação deverá ser reposta, logo que o Santuário avise a autarquia do sucedido, o que não foi possível até ao momento. Fonte: Portugal Diário
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ADOC Residências Universitárias, Saragoça Ah, si el pueblo fuera tan pequeño que todas sus calles pasaran por mi puerta. Yo deseo tener una ventana que sea el centro del mundo... (De ”El imaginero”, Ricardo E. Molinari) El primero razonamiento fue no solo interpretar las viviendas como parte de un todo sino también, reconocer su individualidad. Es una casa. Y nunca podrá dejar de ser una casa. Será única y será lo que siempre fue, “…el centro del mundo…”, nuestra primera línea recta, nuestro primero cuadrado, nuestra casa de cinco líneas. Solo en el papel éramos ortogonales, apoyados en sus paredes buscábamos el eje vertical desafiando el equilibrio y apoyados nuestros ojos empiezan a mirar cosas del tamaño de nuestra altura y la dibujamos, en su tributo dibujamos líneas rectas. De La multiplicación del arquetipo resultan 5 pueblos verticales, que en cada piso tienen una calle. Las calles son, como atrás referido, galerías abiertas en los extremos, en los laterales y en los suelos (delante las casas de la planta inferior), y techos (sobre las casas de la dicha planta). Estas aperturas permiten la fluidez del aire que tiene tendencia a refrigerar bioclimatizando todas las galerías. La presencia de una pequeña vegetación al largo de las galerías sirve también de regulador higrométrico (térmico y de humedad) de las mismas, que puede ser insuflado al interior de las casas, convirtiéndolas en más salubres y mejorando la calidad del aire interior. Todos los edificios tienen en sus últimas cubiertas, es decir, en las cubiertas de las casas del a ultima galería paneles térmicos para calentar el agua del edificio. Estos paneles aprovechan la incitación de la cubierta de las casas para mejorar la exposición solar presentándose como lucernario en el plano del tejado orientado hacia la galería. El índice de impermeabilización del terreno, o sea, el área de construcción que ocupa la parcela del terreno (44%) es suficientemente pequeña para que el suelo libre de construcción sea una medida de sostenibilidad, contribuyendo a un proyecto que vaya al encuentro de las necesidades ambientales. Tal vez ésta es la casa en que viví cuando yo no existí ni había tierra, cuando todo era luna o piedra o sombra, cuando la luz inmóvil no nacía. Tal vez entonces esta piedra era mi casa, mis ventanas o mis ojos... (De “Casa”, Pablo Neruda) Agradecemos a colaboração de ADOC.
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ADOC Museu de Arquitectura e Urbanismo, Salamanca O programa de concurso promove uma operação de reabilitação de um edifício classificado através da reutilização das instalações do “banco de Espanha em Salamanca”. A eleição deste edifício para albergar a “sede do museu nacional de arquitectura e urbanismo dedicada à arquitectura”, compreende-se pela sua localização relativa ao centro da cidade de Salamanca. Um equipamento cultural desta natureza pode assumir uma preponderância grande numa cidade que se caracteriza por albergar um pólo universitário dinâmico. A aproximação franca entre a arquitectura e as camadas mais jovens pode permitir uma difusão/cultivação nesta matéria, que contribuem para uma sensibilização da população em geral para a valorização. A reabilitação de um edifício classificado e emblemático para a cidade surge como o primeiro aspecto que pode enquadrar este projecto num patamar desejável de sustentabilidade. O prolongamento do ciclo de vida desta construção contribui para a consolidação e permanência de um memória histórica, patrimonial e social. O projecto propõe a adequação de espaços existentes a novos usos, optimizando recursos e custos, bem como a expectativa de aproveitamento e reciclagem do maior número de elementos que caracterizam o edifício. Esta intenção permite uma redução substancial dos resíduos de demolição e construção. No entanto o facto de a intervenção estar restringida, não deve inibir por completo o processo criativo, quando se promove o enriquecimento do espaço. O factor mobilidade é importante em qualquer edifício com um carácter de utilização pública. Tratando-se de um museu que se destina à divulgação da arquitectura, este factor assume um papel preponderante. Pretende-se, que o museu possa garantir equidade a quem o utiliza, assim a proposta de criação de percursos alternativos próprios para utentes com mobilidade condicionada, surge adaptada à construção existente, mas tenta acompanhar o percurso principal para haver a mesma sequência espacial dentro do espaço expositivo. Num edifício com estas características, concebido originalmente para albergar um uso muito particular, para que seja transformado num espaço expositivo fluido e versátil, por ventura com exigências ainda mais específicas necessita, em primeira instância de ser reorganizado espacialmente. A complexidade desta intervenção, ainda que com um programa aparentemente simples, reside na adequação da infraestrutura existente a um equipamento onde todos os pisos deverão ser acessiveis por diferentes utentes, sem que se cruzem, e cujo controlo seja facilitado pela estanquicidade das diferentes valências. O grau de protecção desta unidade, de acordo com o plano general, impõe, por um lado, que a intervenção se centre no seu interior mantendo totalmente a fachada original e sem alterações de volumetria, e que ainda assim, procure manter a coerência construtiva e alguma continuidade na abordagem. Contudo, e segundo o programa, cabe ao projectista (concursante) propor não só uma ideia de “museu de arquitectura e urbanismo dedicado à arquitectura”, mas também qual a maneira de devolver a este edifício a centralidade social através do uso a que se destina. Assim, com estas premissas procurámos concentrar a intervenção na reinvenção do percurso, elegendo o pátio como o lugar deste edifício, ideal para portoganizar essa valia. A integração de um “corpo estranho” a esta construção materializa esta ideia. Neste caso, a escada helicoidal é o percurso principal que conduz no decorrer da exposição residente e que traz os visitantes ao pátio tornando-o parte integrante da exposição. No que diz respeito à reorganização espacial, esta proposta pretende racionalizar a estrutura existente. Desta forma, dedicámos ala poente do edifício (volume definido pela fachada da praça de los bandos e o pátio) já que aí reside uma parte importante da estabilidade do edifício, e onde a compartimentação é mais imprescindível, para os serviços satélite do museu, ou seja, entrada, venda de bilhetes, loja, biblioteca, administração e zona de formação e ferramentas de sensibilização. Isto possibilitou libertar as outras três alas do edifício apenas para o museu, à excepção da cafetaria no piso 0, que usufrui, tb ela, do pátio. No piso semi-enterrado, foram colocados os armazéns, os aquivos e os serviços que lhes estão associados. Salamanca é, numa análise primária, uma cidade monocromática, se não mesmo, monomatérica. A pedra, de cor amarelada, impera no cenário urbano consolidado. Isso torna-a absolutamente apaixonante e altamente iconográfica. Esta proposta procura, à sua escala, enfatizar essa mono-materialidade, transportando-a para dentro do pátio, extrapolando limites na perspectiva de fazer deste pátio uma continuidade da praça de los bandos na sua utilização. Sob a forma de tiras de pedra local, que se intervalam entre revestimento de estrutura e “folhas” de pedra que permitem a passagem da luz, num jogo de profundidades ambíguas, o pátio ganha complexidade, embora distinta das fachadas de cariz urbano e que constroem as frentes de rua da cidade. A eleição do ferro, de expressão semelhante a uma escultura de bronze, pretende que esta peça torne ainda mais visível uma entidade que já ali estava com a qual co-existe. Agradecemos a colaboração de ADOC.
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ADOC Edifício de Advogados e contencioso administrativo, Campus de Justiça - Madrid Cebolla, luminosa redoma, pétalo a pétalo se formó tu hermosura, escamas de cristal te acrecentaron y en el secreto de la tierra oscura se redondeó tu vientre de rocío... “Oda a la cebolla, Pablo Neruda” El Campus de la Justicia de Madrid es producto del esfuerzo del gobierno regional de la Comunidad de Madrid en desarrollar una nueva referencia dentro de la ciudad, contribuyendo a través de un estructurado concepto urbano social y arquitectónico a los nuevos desafíos que implican la creación del servicio público de las sedes judiciales del servicio de la Administración de Justicia de la Comunidad de Madrid . El Campus es un proyecto que busca la reagrupación y construcción de un nuevo complejo de edificios de ámbito publico-administrativo ubicado en una parcela del denominado Parque de Valdebebas de Madrid, promovido y gestionado a través de la sociedad pública Campus de la justicia de Madrid, S.A., sociedad que se encuentra adscrita a la Vicepresidencia Segunda y Consejería de Justicia e Interior. Paliar los problemas de dispersión de las dieciocho sedes actuales por toda la ciudad es el concepto base del conjunto que tiene como objetivo primordial optimizar el funcionamiento de la Administración de Justicia y facilitar al ciudadano el acceso y uso del Campus. Asi, se plantea la distribuicíon de usos diferenciada por bloques de cada una de las jurisdiciones e instancias a lo largo de toda la parcela, en una edificacíon de tipologia de baja densidad y con amplios espacios libres y zonas ajardinadas. Esta idea urbana condiciona fuertemente toda la arquitectura del Parque y consequentemente a la del Edificio de Juzgados de la Jurisdición Contencioso-Administrativa objeto de este concurso. Generosa deshaces tu globo de frescura en la consumación ferviente de la olla, y el jirón de cristal al calor encendido del aceite se transforma en rizada pluma de oro... “Oda a la cebolla, Pablo Neruda” La claridad que se pide a este proyecto tanto en su relación con el Parque como en su desarollo programático influyó de una forma directa la arquitectura y el concepto del edificio. De esta manera, proponemos una cebolla, un edificio de capas concéntricas, con funciones programáticas y arquitectónicas distintas, que se desarrolla desde el núcleo hacia el exterior. Los anillos, de distintas densidades, albergan y organizan el programa y la forma persigue la idea del edificio para el ciudadano, como si el programa del edificio fuera un matiz del Parque utilizando el núcleo del bulbo como circulación publica de los usuarios del servicio y el antepenúltimo anillo como entrada de los funcionarios, separando las circulaciones y jerarquizando el edificio. El sótano -1 es iluminado por un patio inglés que rodea la edificación en planta baja y que también sirve para renovar el aire del sótano -3, a través de las cajas de los ascensores, que conducen el aire hacia las galerías cubiertas durante las estaciones mas calidas del año. En las plantas primera y segunda se ubican las salas de visitas y el servicio jurídico siendo las tres ultimas plantas las que albergan las Unidades Procesales de Apoyo Directo (UDAP) y los Servicios Comunes Procesales (SCP). La transparencia del cilindro adquiere densidad con la multiplicidad de anillos, que van alternando la función de fosos de luz con la de capas que albergan el programa y se conectan puntualmente en el vacío. Estas uniones a través de los fosos de luz unido a la estratificación de las circulaciones en anillos garantizan los flujos necesarios para el perfecto funcionamiento del edificio, flexibilizando y optimizando la ocupación y el acceso a los servicios administrativos. Disgregar formalmente las circulaciones de los anillos funcionales posibilitará la introducción de las necesarias modificaciones que se producen a lo largo del tiempo sin consecuencias en el programa. El anillo de comunicaciones vertical restringido a los funcionarios funciona en espiral con una rotación de 22.5 grados por piso en todo su programa desarrollando las escaleras en espiral y distribuyendo a los pasillos que rompen los fosos en orbita para que no afecte la entrada de luz. La exposición solar genera un dinamismo en la fachada exterior global e interior de cada. El control de la luz por la fachada vive de su naturaleza fibrosa, una malla viva y elástica, que recorre todo el cierre, va interaccionando con su exposición a la luz. Así, cuando a levante, sur y poniente la malla se cierra , todas las vertientes norte se abren para que la luz invada el interior del edificio. La belleza y gracilidad de la propuesta está en su sencillez y capacidad para observar lo que esta alrededor sin prejuicios formales, siendo capaces de crear arquitectura a través de una idea y persiguiendo sus matices y singularidades para hacerla funcionar, respirar y liberarase sin perder la conexión con su esencia. Estrella de los pobres, hada madrina envuelta en delicado papel, sales del suelo, eterna, intacta, pura como semilla de astro, y al cortarte el cuchillo en la cocina sube la única lágrima sin pena... “Oda a la cebolla, Pablo Neruda” Agredecemos a colaboração de ADOC.
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ADOC Habitação, Saragoça - Espanha Zaragoza privilegiadamente ubicada entre Madrid, Barcelona, Bilbao y Valencia, se convierte, en un excepcional punto intermedio de encuentros entre las principales ciudades Españolas, y una puerta abierta para el resto del continente Europeo. Su nombramiento como sede de la Exposición Internacional del año 2008, añadida a la conmemoración del bicentenario de Los Sitios de Zaragoza (1808) y el centenario de la Exposición Hispano-Francesa de 1908 convertirá, la ciudad, en un centro cultural y político de relevancia internacional que creará dinámicas importantísimas, en todos los sectores de la sociedad de la capital Aragonesa. Todas estas sinergias, van a catalizar importantes cambios, que influirán en el desarrollo urbano, en puntos neurálgicos del territorio y el terreno en estudio es un ejemplo claro de la tranformación en curso. Este conjunto de parcelas a desarrollar, están insertadas en la envolvente de la Estación Intermodal de Delicias, donde se encarrilan más que trenes, todos estes proyectos políticos, económicos, sociales y urbanísticos, y donde el espacio y el tiempo toman su escala humana y van a materializar todas sus expectativas. Esta propuesta intenta encontrar todos estos tiempos y todos estos espacios para ganar cuerpo en una envolvente que aun está perdida en su nueva realidad. Fue fundamental esta consciencia, para concretizar la propuesta, la continuidad de las manzanas, en relación con la estacion, la demarcación del ferrocarril, las distintas velocidades producidas por el tren, las relaciones volumétricas dentro y fuera de las parcelas y las demandas de una vivienda de calidad producirán dos bloques donde el objectivo principal es sintetizar la idea de una ciudad que está en constante movimiento. La forma de los edifícios compuestos por largas bandas paralelas, a una proximidad no muy confortable impone, así, la necesidad de posicionar las viviendas diagonalmente en relación a las bandas, de manera que la separación entre ellas sea el mayor posible. Este distanciamento, beneficia no sólo, la relación con el volumen que está en frente, sino también con las viviendas vecinas en la misma banda. Esta rotación fue hecha sin perjudicar las alineaciones obligatorias, y consiguiendo apartar las dos empenas que, consecuentemente, liberan más luz para las plantas inferiores. Las dos manzanas están constituidas por X pisos de estacionamento con acceso por la via norte, la planta baja, sigue la imposición urbanística de uniformidad del conjunto y está ocupada con áreas comerciales y núcleos de comunicación a los pisos superiores. La primera planta está ocupada en su totalidad por oficinas iluminadas no solo por las fachadas, sino también por patios ubicados en la parte central de la planta. Las restantes plantas están ocupadas por viviendas que se dividen en 4 tipologias: estudios y viviendas de 1, 2 y 3 habitaciones. La cantidad de estudios, en las dos manzanas es residual dividiendo el resto de las viviendas por las otras tipologias con predomio de viviendas de dos habitaciones. En todas las tipologias se dió la mayor importancia a la zona social ,que construye, asi, toda la estructura de la vivienda y la relación de vecindad buscando aproximar lo mas possibel la oferta de un producto de calidad com a las necesidades del mercado, sin que con eso, se afecte el precio de construcción. La fuerte vibración formal del edifício es el resultado de la superposición, de los pisos, donde la localizacion de las terrazas va cambiando por toda la longitud de los edifícios y atribuyendo la complejidad necesaria para un edificio de gran peso volumétrico, que es una barrera visual y un obstáculo de dimensión considerable, que se enfrenta con un vial de alta velocidad. La elección del material de revestimiento fue, por la misma lógica, de abstracción formal; la piedra que en la geometria dibujada, puede añadir textura y ser un importante elemento de reflexión de luz, para las divisiones que se relacionan com el interior de la parcela. Los edifícios van a formar, con los de todas las otras manzanas, una puerta importante a una ciudad que se quiere afirmar, en la nueva y cada vez más fuerte realidad europea. Construir este nudo de relación es uno de los muchos pasos importantes, para la revitalización de Zaragoza, el nudo donde se cruzan todas las líneas, el punto de partida y de llegada de todo y de todos. Agredecemos a colaboração de ADOC.
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MoMA amplia galerias pelo traço de Nouvel O Museum of Modern Art de Nova Iorque (MoMA), vai ampliar as suas galerias a três pisos de uma nova torre que vai nascer no terreno contíguo, um edifício que conta com a assinatura de Jean Nouvel. Com 75 andares, a torre projectada pelo arquitecto francês vai contemplar um hotel de sete estrelas e 120 apartamentos de luxo, numa configuração que afunila à medida que ganha altitude, e que se apresenta com uma fachada em aço e vidro numa grelha diagonal. Desta forma o MoMA vai ganhar mais 3700 metros quadrados de área de exposição, e ficará ligado à nova torre entre o segundo e o quinto piso, não tendo contudo entradas separadas. Fonte: JC
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Exercício de Arquitectura - Feira do livro em Alcântara
3CPO replied to SilverBlaze's topic in Arquitectura
Olá Silverblade, Antes de mais, bem vindo ao Arquitectura.pt. Aquilo que pedes depende muito de ti... da tua visão do local, das tuas experiências, dos teus desenhos e da tua percepção do espaço. Se fores à biblioteca do ISCTE consegues encontrar diversos projectos sobre arquitectura efémera. Mas antes de pensares pela cabeça dos outros, pensa pela tua. Só depois disso é que deves ir espreitar outros projectos. Abraços, João Morgado -
A entrevista foi retirada do site do Jornal Construir, mas creio que também é citada de outra fonte. :)
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Novos ateliers adicionados : Arquiporto - www.arquiporto.pt BJF Arquitectos - www.bfj.pt Guilerme Machado Vaz - www.guilhermemachadovaz.com modular system - www.modular-system.com Vora Arquitectura - http://vora-arquitectura.com/ Agradecimentos ao Daniel (abarrigadeumarquitecto.blogspot.com)
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A cozinha… por Henrique Sá Pessoa Foi entre 1996 e 1997 que o percurso profissional de Henrique Sá Pessoa se começou a delinear, mais concretamente na cidade de Pittsburgh, onde tirou o curso de cozinha no Pennsylvania Institute of Culinary Arts, Estados Unidos da América. Após o curso, a sua carreira profissional começou em Londres, no Park Lane Hotel, em Picadilly, onde permaneceu até finais de 1999. Com a sua estadia em Londres, e através de uma transferência na cadeia Starwood, teve a oportunidade de ir trabalhar para a Austrália, em Sydney, no Sheraton on the Park. 2002 é o ano do seu regresso a Portugal onde ingressa a equipa do Lapa Palace da cadeia Orient Express, mas é em Cascais, no Restaurante Xarope, que desempenha pela primeira vez as funções de chefe de cozinha. Posteriormente as experiências seguiram-se pelo Restaurante La Villa na praia do Tamariz, em 2004, pelo Bairro Alto Hotel, em 2005, seguindo-se outras experiências profissionais, que culminaram no mesmo ano com a distinção como Chefe Cozinheiro do Ano, o mais prestigiante concurso de cozinha em Portugal. Neste momento Henrique Sá Pessoa é responsável pela cozinha do Restaurante Panorama no 27º andar do Sheraton Lisboa Spa e Hotel que reabriu em Janeiro de 2007, e iniciou uma nova etapa na sua carreira com o programa Entre Pratos que semanalmente dá ideias novas e acessíveis a todos aqueles que desfrutam dos prazeres da cozinha. O que para si fundamental numa cozinha? Para além de espaço (físico), gosto de bastante arrumação, um bom fogão e forno e uma boa bancada de trabalho de preferência mármore ou inox. É também fundamental boa extracção de fumos e cheiros. Em termos de funcionalidade o que é essencial? Uma das coisas que considero essencial é que a zona envolvente ao fogão tenha espaço de bancada para podermos preparar os ingredientes, muitas vezes isso não acontece. Um bom frigorífico é também essencial, especialmente para um melhor planeamento para as compras da semana. A funcionalidade pode se sobrepor à estética? Sem dúvida, muitas vezes o que é esteticamente bonito não é nada funcional. Há que pensar no dia a dia e como iremos utilizar a cozinha, se muito, se pouco. Se queremos que seja um espaço para conviver e entreter ou apenas para cozinhar. A escolha dos materiais ao nível dos acabamentos é um factor importante? Sem dúvida, vão determinar a durabilidade e rapidez de desgaste do equipamento. Muitas vezes o mais barato nem é sempre a melhor opção, principalmente nos fogões e frigoríficos. Existem tendências ao nível do mobiliário de cozinha? Penso que sim e pelo que tenho acompanhado noto que cada vez mais as cozinhas domésticas se parecem com as cozinhas dos restaurantes, talvez porque a cozinha e saber cozinhar é uma tendência neste momento em todo o mundo. Sente que existe alguma evolução ao nível do design de cozinhas? Sem dúvida, a evolução é impressionante, todos os dias aparecem novos gadgets ou acessórios para a cozinha. O que é para si uma "cozinha de sonho"? Uma cozinha com muito espaço com uma "ilha" e área envolvente para entreter convidados. Sendo chef de profissão gosto de cozinhar também em casa e adoro ter os convidados à volta da cozinha a conviver. Bons equipamentos, bom fogão e acima de tudo boas áreas de·bancada são sempre um sonho para qualquer apaixonado de cozinha. Henrique Sá-Pessoa Fonte: JC
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Sem comentários... A inveja é uma coisa feia. :)
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Citando o site "A casa da Vizinha": Não quero parecer um opressor, mas para críticas pessoais aconselho as Mensagens Privadas. Abraços :)
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Os créditos da publicação e divulgação na AeV são do Carlos. Sei que foi bastante difícil conseguir as 6 paginas, mas com o empenho necessário conseguiu este artigo com a colaboração do Ivo e do Daniel. Obviamente que fico extremamente orgulhoso por tudo isto! :)
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Não há nada mais repulsivo do que ir comprar pão e sermos atendidos por alguém que não usa luvas, não usa touca e ainda nos coloca o pão sobre o balcão sem qualquer tipo de invólucro ou saco plástico... Tudo isto me parecia nojento; quando vi os clientes a levarem a baguete debaixo do braço... sem comentários. Ao lado deles, somos muito asseados. Baratas, Unhas, Moscas? Rookies... Em Portugal existe muito o hábito dos pequenos cafés servirem uma sopa, umas sanduiches, refeição ligeira... quando as coisas começam a sobrar, dá nojice. Eu estive a trabalhar no restauro de uma das salas da Casa do Alentejo em Lisboa e não era capaz de comer naquele restaurante apesar de ser um grande apreciador de comida alentejana... É caso para dizer: "Olhos que não vêem, coração que não sente..." :)
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Comprei hoje e senti um orgulho enorme em ter participado directamente na organização do concurso... Aproveito também para dar os parabéns ao Ivo não só pelo texto do concurso mas também pelo projecto H20use. Aqui fica a primeira página (de 6) do artigo sobre o Concurso Espaços Habitáveis: http://img231.imageshack.us/img231/6804/revistayw5.jpg :)
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A diferença é que há muitos estudantes a quererem entrar em Arquitectura. A média não é 18... a nota mínima de entrada é 100 pontos. Dados estatísticos de 2006: Candidatos à FAUTL: 774 Colocados: 110 Como deves calcular, entram aqueles com nota mais alta... :)
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Olá Helena, Bem vinda ao Arquitectura.pt :)
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Recuperação do teatro Capitólio arranca em dois anos As obras de recuperação do teatro Capitólio, no Parque Mayer, arrancam nos próximos dois anos, enquanto que o plano de pormenor da zona estará concluído no início de 2009, anunciou ontem o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado. Segundo a Agência Lusa, o mesmo responsável revelou durante o lançamento do concurso de ideias que, "a nossa ideia é que até ao início de 2009 o plano de pormenor possa estar em vigor. Nesse sentido, as obras de reabilitação do teatro vão avançar através de um concurso de arquitectura e engenharia próprio, numa obra que está avaliada entre "8,5 e 10 milhões de euros", e que será paga com as verbas do Casino de Lisboa. "Eu gostava muito que as obras [do Capitólio] ficassem concluídas nestes dois anos. Pode não ser possível, o objectivo é esse, mas há tempos difíceis de controlar", disse Manuel Salgado. Quanto às propostas para o concurso, começam a ser recebidas na próxima terça-feira e até 4 de Janeiro, sendo que o concurso é aberto à população em geral e destina-se a seleccionar as cinco melhores propostas e respectivas equipas técnicas. As equipas seleccionadas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor para aquela zona, em colaboração com os serviços camarários. A reabilitação do teatro Capitólio será sujeita a um "concurso de engenharia arquitectura e equipamentos cénicos", onde será escolhido o projecto que fará o teatro regressar à traça original, que foi "completamente deturpada". Os projectos que concorrerem ao concurso de ideias para a zona do Parque Mayer vão incidir sobre a área que compreende os edifícios do recinto de espectáculos bem como do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente, o que se traduz numa intervenção em cerca de 14 hectares que terá em conta a "reorganização e reabilitação dos edifícios da Escola Politécnica, vocacionando-os para um Museu de História Natural e Ciência e um conjunto residencial e hoteleiro vocacionado, entre outros, para investigadores e professores estrangeiros convidados". Segundo Manuel Salgado, o financiamento do projecto será decidido depois de consideradas as propostas a concurso, mas deverá contar com parcerias com privados. "Não é um projecto de grandes intervenções e grandes gestos. Será certamente um projecto de remates, de escolher bem as valências, e um projecto auto-suficiente do ponto de vista ecológico, cultural e financeiro", sustentou. O júri do concurso de ideias será presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira e incluirá um representante da Universidade de Lisboa, da Assembleia Municipal, da Ordem dos Arquitectos, da Associação dos Paisagistas e duas personalidades a indicar pela Câmara. Fonte: JC
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Residência Sénior Rua do Breyner, Porto Cliente: Montepio Geral http://www.grupo3.pt Projectos - Outros :)
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Faro quer Marina em projecto turístico A Câmara de Faro propôs ontem, quinta-feira, ao Governo que a marina da cidade seja edificada na área do cais comercial, área degradada mas que o município pretende requalificar. De acordo com o jornal Público, o presidente da câmara, José Apolinário, terá defendido que "a verdadeira marina da cidade deve ser construída na área do cais comercial". Esta posição do autarca algarvio vem contrariar a ideia inicial, em que estava prevista a construção do porto de recreio/marina na Ria Formosa, no lado poente da linha de caminho-de-ferro. Este projecto, contava já com parecer favorável do Ministério do Ambiente. Na reunião de câmara, que ontem decorreu, José Apolinário levou à discussão e votação a celebração de um acordo com o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) com o objectivo de desbloquear conflito que dura a duas décadas e, desta forma, garantir que o município passe a gerir a zona ribeirinha. José Apolinário procura assim que a marinha seja inserida num projecto turístico, numa área com 28 hectares, que já está a despertar o interesse dos investidores privados. Porém, para que o processo se concretize, o Governo terá de classificar o projecto de potencial interesse nacional (PIN). Na opinião do autarca, com esta proposta a marina respeita a memória do local, uma área com grandes tradições de ligação ao mar e que actualmente, devido ao abandono, acaba por ser usado como vazadouro. Fonte: JC
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Núcleo histórico de Oeiras já tem plano de revitalização Os arquitectos Filipe Almeida, Raquel Almeida, Luís Chastre e Joana Martins, da Genoma Urbano Arquitectos, assinam o projecto vencedor do Concurso de Ideias 2007. Os arquitectos Filipe Almeida, Raquel Almeida, Luís Chastre e Joana Martins, da Genoma Urbano Arquitectos, Lda, venceram a edição 2007 do Concurso de Ideias, organizado pelo Salão Imobiliário de Lisboa, intitulado "Intervenção no Núcleo Histórico de Oeiras". O júri de avaliação das propostas era constituído por Rolando Borges Martins, da Parque Expo, presidente deste júri, por João Santa-Rita, representante da Ordem dos Arquitectos, Gilberto Jordan, Mário Sua Kay, Vasco Massapina, Leonel Fadigas e por Cristina Ribeiro, representante da Câmara Municipal de Oeiras. A proposta baseou-se na crescente necessidade de revitalização dos espaços tradicionais de utilização colectiva e consequente reivindicação do valor, importância da comunidade e da recuperação de espaços de convivência com significado para a paisagem urbana e para a identidade da cidade, o que exigiu o desenvolvimento de uma proposta de desenho urbano, onde se combina a comunidade com o sistema de relações, consubstanciado na urgência da sociabilidade, da apropriação colectiva e interactiva dos espaços. O projecto apoiou-se numa imagem de uma cidade desenvolvida para o peão, onde se pretende defender o património urbano, através da garantia de melhores condições de vida urbana, contendo registos do passado e mantendo a autenticidade do lugar, garantindo o seu valor económico, gerando mais-valias, contribuindo desta forma para a sustentabilidade. Pretendeu-se aproveitar um tecido expectante no centro histórico de Oeiras, para relançar a vida pública contemporânea mediterrânica, interligando um espaço central a um novo local de permanência sequente, como forma de entendimento da importância da reconquista de espaços vivíveis no contexto de regeneração urbana. O projecto pretende valorizar o espaço como uma estrutura deambulatória ordenada, apenas com conexões pedonais à superfície, onde a composição urbana define o grau de participação da população, expõe imagens distintas da cidade, alarga o sentimento de identidade, em que a relação próxima dos usos públicos com os privados é chave para uma apropriação dos espaços urbanos contemporâneos. O objectivo é sintetizar o equilíbrio estável entre as condições do meio existente e o modo de vida contemporâneo, com a história, a economia e a formação de paisagens urbanas; o que implica uma demarcação do espaço como parte integrante da sua origem, numa dualidade entre o exterior e o interior. Fonte: Casa.Sapo
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C&W anuncia abertura da Louis Vuitton em Londres A consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W), anunciou a abertura da mais recente loja "Maison" da Louis Vuitton, em Londres. Esta flagship store da marca francesa vai abrir na New Bond Street em Londres, uma das mais emblemáticas ruas comerciais desta cidade. A nova loja será uma extensão da já existente e totalizará 2.000 m2. A Louis Vuitton iniciou o seu sucesso em 1854 pelo fabrico de malas de viagem. Actualmente, carteiras, livros de viagens, perfumes, bebidas destiladas e roupa são alguns dos artigos que também fazem parte da marca, que conta com 374 lojas em todo o mundo e duas em Lisboa, na Avenida da Liberdade e Rua Augusta. O conceito "Maison" da Louis Vuitton é descrito como uma loja única que combina compras, luxo, lazer, arte e cultura. A única loja deste tipo que existe na Europa encontra-se nos Champs Elyssees em Paris. A Cushman & Wakefield actuou em representação de David Daly, um investidor privado irlandês, na aquisição do número 19/20 da New Bond Street, que até há pouco tempo era ocupado pela criadora de moda Donna Karan, e também nas negociações com a Louis Vuitton. Fonte: Casa.Sapo
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Revolução na titularidade dos terrenos dos portos As câmaras municipais vão passar a gerir os terrenos que não estiverem directamente afectos à actividade portuária ou que não sejam necessários para eventuais ampliações dos terminais dos cinco principais portos nacionais - Leixões, Aveiro, Lisboa, Setúbal e Sines.Na prática, estes terrenos continuarão a ser de domínio público, o que acontece é que o seu planeamento e desenvolvimento passa a ser feito pelas autarquias. Os terrenos serão planeados e desenvolvidos, tanto através da realização de protocolos com o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) ou com as administrações portuárias, como através da celebração de um contrato de gestão. Ana Paula Vitorino, secretária de Estado dos Transportes, declarou ao Diário Económico que "está quase concluído o processo legislativo nesse sentido", acreditando que o a lei ou decreto-lei estará publicado até ao final do primeiro trimestre de 2008. A secretária de Estado acrescentou ainda ao Diário Económico "nas áreas em que não há nenhuma apetência, as actividades que aí vierem a ser desenvolvidas deverão contar com as câmaras municipais com um papel preponderante, prevalecente no desenvolvimento sustentável desses espaços urbanos". Fonte: JC
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Sintra reduz taxa do imposto sobre imóveis A Câmara de Sintra pretende diminuir em 10% a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para o próximo ano.De acordo com notícia adiantada pelo Público, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, articulou com os deputados socialistas a medida com o propósito de "desonerar os munícipes de uma carga fiscal que é significativa". Desta forma, no decorrer da assembleia municipal de ontem, quarta-feira, foi fixada a taxa do IMI em 0,72% para os prédios urbanos de valor actualizado e em 0,45% para os edifícios urbanos ainda não avaliados, quando estes eram 0,8 e 0,5 respectivamente. No que diz respeito à taxa aplicável a prédios recuperados e prédios degradados que tenham sido notificados para resolver os problemas, a proposta prevê uma redução de 30% sobre a taxa aplicável. Fernando Seara, em declarações ao Público, adiantou por fim que estas medidas vão ter um impacto "entre cinco a seis milhões de euros" nos cofres municipais. Fonte: JC
