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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Grande viagem JVS... hehehe... Portugal, nem que quisesse tinha dinheiro para uma coisa dessas... e daí... se se hipotecar o país aos chineses (nova potência mundial) pode ser que dê... ou talvez não... hummm... Gostava de acrescentar os milhares de euros que a Expo 98 injectou em gabinetes (arquitectura e design) menos sérios, vindos de empresas de materiais, qual polémica com a história das comissões dos medicamentos de marca/médicos... sei que os houve... sei que houve gabinetes que se negaram a entrar nesse sistema... Pode vir daí a explicação para pelo menos alguns dos Porshes e outros que se vê por aí... ou talvez não...
  2. Se há quem entenda, outros há que ficam sem saber o que queres dizer... e se há alguma coisa a dizer, ou há frontalidade, ou mais vale estar calado... PS: eu sou daqueles que não entendo...
  3. Sabem quanto custa o exemplar? :?
  4. Há aí algumas imagens que são verdadeiramente de tirar o fôlego... aquela das pessoas em cima do water cube, o interior d´O Ninho e mais algumas... a mesa posta é a cereja em cima do bolo >:(
  5. Boas férias se for para ti... para mim só chegam no dia 11 de Agosto...
  6. Ninobino, só cá está uma imagem...
  7. Bem, estes documentários apresentados pelo nosso amigo JVS são algo caricatos, como se durante o processo de construção dos projectos ainda restassem dúvidas que aquilo se aguenta em pé... Acidentes podem acontecer, mas achar que os arquitectos/engenheiros têm grandes dúvidas?... só mesmo para fazer "filme"... hehehe... As obras em si são de um iconocismo tremendo... cada uma à sua maneira, cada uma com inovações tecnológicas próprias... fantástico... :clap:
  8. Hey, o chapéu e o barco contam só como um, afinal faz-se tudo mais ou menos com as mesmas dobras... hehehe eu próprio não passo muito daí... mas vá lá, sei dobrar as folhas normalizadas de arquitectura... o que já não é mau... hehehe >:(
  9. Vi essa reportagem ontem e fiquei admirado com as potencialidades que esta tecnologia nos pode oferecer...
  10. Já agora saber o horário laboral... :D
  11. O valor monetário do projecto é uma ferramenta importante no que à competitividade diz respeito, por isso é legítimo que cada um decida o que cobrar... Pode ser uma ferramenta importante para se entrar no mercado de trabalho. Eu, por exemplo, sabendo daquilo que se passa à minha volta, não querendo ir pelo nível da qualidade, ou não, dos projectos, tenho de fazer alguns sacrifícios pessoais para angariar o pouco trabalho que tenho por minha conta, não prejudicando o nível de qualidade que tenho como meta, mesmo que para isso o valor não corresponda àquilo que eu entendo que o projecto vale, mas são contingências do mercado... a alternativa é inevitavelmente perder o trabalho e continuar sem conseguir entrar no mercado. Quando alguns trabalhos estiverem garantidos, as coisas têm tudo para começar a ser diferentes... até lá...
  12. Bem vindo Diogo, é estranha essa discrepância no teu possível futuro, medicina e arquitectura pouca relação têm... parece sinceramente aquelas imposições sociais de que quem tem uma média alta tem obrigatóriamente de entrar nos cursos com médias de acesso mais altas... o que a ser verdade (e tu poderás dizer melhor que ninguém) pode ser logo à partida um erro... Pensa por ti e naquilo que gostarias de fazer da tua vida. O dinheiro não é tudo, senão aconselhava-te a medicina, por isso decide por ti, és tu que vais viver os muitos anos que te restam...
  13. Arrisco-me a atirar mais alguns, maus arquitectos que fazem maus projectos, bens desenhadores que não vêm o seu valor reconhecido, maus arquitectos que encravam o progresso nas câmaras, maus arquitectos que no interior querem controlar o "sistema", etc, etc, etc... mas acima de tudo, más equipas que avaliam/projectam mal, independentemente dos títulos que carregam... Eu prreocupo-me em tentar ser o melhor possível dentro das minhas limitações...
  14. Para mim, como já disse num outro tópico, o traje não se adqua lá muito com o curso em si... nunca me imaginaria de traje e rolos de desenhos debaixo dos braços, ou a levar as grandes maquetes para a sala de aula... adaptando aos dias de hoje, será que já há pastas de traje com protecção para os portáteis?... Para mim essa tradição teve o seu tempo quando realmente o sentido do traje em si fazia sentido... quando deixou de fazer e passou a ser um símbolo pouco mais que usado nas tunas, queimas, praxes, campanhas para associações, perdeu aquilo que lhe dava razão, aquela que é a verdadeira tradição... Por isso nunca ousei envergar um, por mais que os meus familiares gostassem de me ver trajado, nem que fosse para uma fotografia (haverá banalidade maior?). Foram as coroas que se pouparam e a minha paz de espírito que se manteve hehehe... No entanto, a minha namorada tem o belo traje de Aveiro, pelo menos nela fica belo com o seu gabão pelas costas. Não recrimino, nem protesto. Ela sabe a minha opinião e tem todo o direito de ter a sua, por isso cada um vive pela sua cabeça e com as suas manias e quem é alguém para ir contra isso?...
  15. Aí aquelas entregas em Dezembro/Janeiro com a chuva a cair a cântaros a as maquetes no carro... hehehe... felizmente já passou :D
  16. Peter, a Thyadra andou por Viana connosco durante a tarde... é a Cláudia, a minha namorada :p
  17. Bem vindo Nuno :p
  18. No almoço fiquei ao lado do R|L e em frente ao asimplemind, na visita andei por lá "perdido" como todos os outros... :p
  19. Bem vindo Luis mostra lá o que tens por aí...
  20. Bem vinda Ana :p
  21. Afinal quem é que daqui apareceu mais?
  22. Antes de mais bem vindo sisco, já que me esqueci de dizer isso na tua outra mensagem... Acho curiosa essa tua afirmação, como se os clientes de cada espaço não se apropriassem dele e a arquitectura fosse sempre e para sempre aquilo que estava no dia em que a obra acabou... Quanto a mim não se trata de ver, ou não, a beleza do espaço vazio, mas antes de tentar perceber como será esse espaço depois da apropriação...
  23. Bem, quem não percebe umas piadas não estará à altura de perceber muito... deves ser uma pessoa muito séria sisco... efim... se ainda não te deste ao trabalho de ler o que está para trás, fâ-lo e pode ser que percebas a minha posição em relação a esta obra (acho que é disso que estás a falar, certo?), se já o fizeste, não percebo minimamente a razão de tal comentário...
  24. Na obra não tive oportunidade de ver as perspectivas, assim dá para ter uma melhor noção dos acabamentos exteriores. Por outro lado dá para perceber algumas intensões que terão sido abandonadas ao longo do processo.
  25. Estou de boca aberta...
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