Dreamer
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Português. PS: Podia-se ter feito a votação com mais países.
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Mais algumas imagens: http://www.carmagazine.co.uk/images/article_images/FerrariThemePark_1_560px.jpg http://www.mobilemag.com/content/images/10748_large.jpg
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Link: http://www.autohoje.com/index.php?option=com_content&task=view&id=71843&Itemid=54 Link: http://clix.turbo.pt/default.asp?CpContentId=327719
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Bem vinda Jo. Espero que encontres aqui aquilo que procuras e que possas de alguma forma contribuir para enriquecer este espaço :)
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Veio esta notícia ontem, dia 5 de Novembro, no JN (http://jn.sapo.pt/2007/11/05/norte/biblioteca_registada_a_favorde_empre.html)
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Outra observação, assim com umas contas rápidas, são cerca de 1174 os membros com 1 ou mais mensagens, qualquer coisa como 16,66% do total nesta altura.
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Gostava de começar por dizer que acho extremamente interessante a relação habitação/museu. Não me parece que seja de todo uma relação pouco provavel, talvez apenas pouco explorada, porque como já em tempos disse aqui, agrada-me as possibilidades que a mutabilidade dos espaços, caracteristica dos museus, pode trazer para o ambiente da habitação. Neste ponto é minha opinião que pegaste muito bem no tema e o desenvolveste de uma forma interessante, uma relação real entre os espaços, um cruzar das actividades que acaba por potenciar cada uma delas. Mas isto já é adiantar-me na análise. Ao nível urbano, volumetricamente falando, é perfeitamente defensavel a tua posição. Aquilo que questiono é a forma como são feitas as relações com a envolvente. A informação acerca de envolvente é pouca e como dizes, talvez algumas fotografias possam ajudar-nos a compreender melhor o terreno. Sinceramente parece-me (porque não te referes a isso) que a forma como o circuito do museu e as circulações exteriores se estabelecem, aparecem um pouco descontextualizadas do contexto da cidade. Não consigo perceber essas relações, o porquê de estes serem resolvidos como são. O apresentado transparece que o elemento que tem mais força é a entrada do museu, aliás, parece ser o único que tem razão de ser naquele local. Tudo o resto, nomeadamente as pequenas praças e percursos, parecem ser algo que faz o projecto voltar-se sobre si mesmo, fechando-se à cidade, contrariando um propósito teu. De um lado existe um parque, noutros 2 a densidade e clausura da mancha edificada, do outro não se percebe. Quanto a mim falta a ligação entre os pontos de maior desanuviamento, o parque e os cruzamentos envolventes. Na entrada do museu percebe-se isso, mas nos restantes espaços não. Eu optaria por fazer das circulações exteriores, canais de circulação que potenciassem a presença de pessoas que pretendem atravessar o espaço nas diversas direcções e não apenas no sentido em que elas se apresentam. Em relação às tipologias, falo sem conhecer a vivência do povo de bruxelas, mas penso que em aguns casos pecam pela organização espacial. Quanto a mim há um exagero nas zonas de circulação em todas as tipologias, que acabam por consumir uma parcela importante das áreas disponiveis. Por outtro lado as salas carecem de mais desenho, até mesmo ao nível do mobiliário, para serem mais "humanizadas". Faltava também esclarecer como cada tipologia, em determinado local, se relaciona com a posição do sol... Pessoalmente talvez tivesse tirado maior partido da "topografia" das coberturas, como um espaço único que pudesse ser vivido pela cidade como uma continuação natural do parque, mas isso seria a minha forma de encarar o terreno. Compreendo a decisão de se criarem espaços privados, mas, como dizes, o facto de ser visto por "todos" à volta, podia prejudicar essa vivência. Isto é uma observação pessoal, que em nada recrimina a opção tomada. Admito que me transmita estas sensações por falta de informação, por isso espero pelo feedback para uma opinião mais fundamentada. De qualquer forma parabéns pelo projecto, acredito que o pouco tempo disponível te tenha impedido de evoluí-lo ainda mais, porque a base está lá...
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Um excelente pensamento esse, sem dúvida... uma excelente forma de estar na vida...
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Que muitos lêem não tenho dúvidas... Não considero esse acto como um voyerismo, porque todos lemos jornais, sites na internet, artigos de opinião, etc. Aqui expressamos as nossas opiniões, dúvidas e inquietações, concerteza que muito se pode saber de cada um de nós através do que cada um escreve, mas nunca se saberá tudo e isso é a segurança de qualquer um. Entendo quem o faz e percebo que haverá 5 mil motivos diferentes para o fazer. Concerteza que uns é por não virem cá as vezes suficientes para conseguirem acompanhar o movimento do fórum, outros será porque apenas querem ler o que cá é dito, outros poderá ser por um medo infundado, uma sensação de invasão, outros será porque tornam-se membros para aceder a determinada informação, mas depois deixam de passar por cá... Como já foi dito, acaba por ser normal neste universo. Outros fóruns motivam a participação fazendo depender dela o acesso a determinados contéudos, mas isso não me parece sequer ser uma opção razoável. Mas o importante não é isso, porque desses 6 mil, há aqueles que participam activamente, uns mais, outros menos, mas participam... isso sim é importante... PS: Já passamos os 7000 :)
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Já agora deixo aqui uma variante, em tom de brincadeira, que encontrei aí pela net à já algum tempo.
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Também já vi isso, e lembro-me que havia portugueses metidos ao barulho, mas onde não sei :/
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Bem vindo Miguel esperamos pelas tuas participações e contribuições para o nosso fórum...
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S. João da Madeira?... por acaso não será a OLMAR é realmente um excelente local para comprar em quantidade. Da última vez que lá estive, disseram-me que iam abrai um espaço lá perto, directamente relacionado com arquitectura e artes, e não tanto com material de escritório. Sendo uma loja tipo "Macro", é normal ter de se comprar em quantidade, mas o preço acaba por compensar... até porque "nós" não usamos apenas uma capa, uma caneta, ou algo semelhante... Nessa última visita comprei duas caixas com 12 "pilot" em promoção e aquilo saiu qualquer coisa como 1,30€ cada uma. Ainda me lembro da primeira vez que tive contacto com elas, talvez à 9/10 anos e elas custarem à volta de 350$00 na stapples que havia no norte shopping... Indo ao tema do tópico, Fernandes só mesmo em último recurso... de resto procuro noutras papelarias...
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Ainda ontem, na casa de uns familiares, vi papel de parede usado de tal forma que acaba por benefeciar em muito o espaço, ajudando a destacar os elementos que o ocupam... O papel de parede tem uma conotação algo má, talvez fruto das sucessivas épocas em que foi usado, da forma como o foi e da imagem que o conceito passa, mas seja neste tipo de material, seja o apresentado neste exemplo, seja vidro, ou qualquer outro, pode resultar muito bem e com uma grande mais valia para a qualidade espacial. O exemplo está à vista...
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O terror é estragá-la... só quem por lá passou imagina...
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Legrias, pelo título o livro deve ser o mesmo que eu recomendei, apenas muda a editora :D
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Eu chamava-lhe mesmo isso, instalação... não o vejo como obra de arte, mas lá que é interessante, lá isso é...
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A ser uma linha de água natural, penso que os muros de vedação têm de ficar a mais de 10m em relação a esta, para precaver situações de inundação. Quanto a contruções, não posso precisar, mas não deverá ser menos do que isso...
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Inês, há um livro sobre o Corbusier que é muito interessante, onde a Villa Savoya aparece bem estudada: O preço deve andar à volta dos €45,00, mas é algo a confirmar. Já o tenho à algum tempo, por isso o preço pode ter descido qualquer coisa... http-~~-//img158.imageshack.us/img158/3424/37761zf5.jpg LE CORBUSIER UMA ANALISE DA FORMA Geoffrey H. Baker Editora : MARTINS FONTES Páginas : 400 Publicação : 1998 Sinopse: Neste livro tão elogiado, o Dr. Geoffrey Baker explica a complexidade da obra de Le Corbusier utilizando uma análise diagramática tridimensional para identificar temas e influências principais. O texto e as excelentes ilustrações, enriquecidos pela inclusão de ilustrações em cores, abrangem as construções fundamentais das quatro fases do desenvolvimento da obra de Le Corbusier, fazendo deste livro um guia básico para profissionais, estudiosos e estudantes de arquitetura.
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João Neves, na capa fala do DOC Lisboa, por isso concerteza que passou, apenas não fala do ano, apenas que o filme é de 2003. João Sousa, eu comprei-o no sábado à noite, o Rui Resende ontem, por isso quase de certeza que ainda deve estar ao mesmo preço :D
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Cá no fórum também há referências à Villa Savoya, num tópico que tem uma perpectiva interessante sobre o tema, e noutros que fazem parte desse e que acabam por o complementar: Geral - Quatro pequenas casas Casa Malaparte - A verdade da Casa Malaparte... Villa Savoya - Uma casa e um mercedes... Falling Water - Falling Water - FLW Casa Farnsworth - Uma Casa de Vidro
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Parece interessante esse que recomendas, vou ter de ver isso... Não vou cometer a infedelidade de te contar o documentário, mas posso dizer que dá uma perpectiva muito real da interacção entre arquitecto Vs. população Vs. poder político... vale bem a pena...
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Não é um livro, mas é algo que vale a pena ver. Link: http://www.laranja-azul.com/filmes-pt/arquitecto.html Há venda via ordem dos arquitectos por 22,00€, em: http://64.233.183.104/search?q=cache:lR2oVENznt0J:www3.arquitectos.pt/%3Fno%3D10101194,022+%22o+arquitecto+e+a+cidade+velha%22&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=7&gl=pt Comprei na FNAC por 10,00€ numa edição da colecção da MIDAS FILMES, "Documentários Portugueses"
