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Dreamer

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  1. Ao optares pelas rampas, tens inevitavelmente de ter em conta a área que estas ocupam... Como já disseste, é óbvio que para um 3º/4º andar, poucos seriam os que iam usar a rampa para se deslocar até lá... Chegado ao consenso de que terá em princípio de ser um sistema de circulação misto, acho que deves não só procurar informação sobre essa poética das rampas, mas também sobre as escadas e até os elevadores... Não conhecendo o terreno, e estando a correr o risco de me "enterrar", porque não fazer os acessos aos módulos ao longo dos muitos e necessários patamares das rampas?... O Richard Meier tem um projecto interessante onde a rampa tem um pouco dessa poética, em Frankfurt, o Museum of Decorative Arts... http://www.greatbuildings.com/buildings/Museum_of_Decorative_Arts.html http://www.e-architect.co.uk/frankfurt/kunsthandwerk_building.htm Estava a ver se encontrava imagens da rampa, mas não encontrei, mas podes a partir daqui procurar mais, até mesmo noutros projectos... Outro arquitecto que trabalha de uma forma interessante as circulações é o Renzo Piano. Tens uma entrevista onde entre outras coisas fala também disso aqui: http://www.youtube.com/watch?v=juYpWEZSIvg&eurl=http://noticiasarquitecturablog.blogspot.com/
  2. Tens um exemplo interessante na rampa de acesso à biblioteca na FAUP.
  3. :shock: BEM... :shock:
  4. Bem vinda Ana. Sinceramente não vejo como uma solução módulos de duplex/triplex te possa ajudar a resolver o exercício de uma residência para estudantes... o que vai acabar por acontecer é teres a multiplicação dos circuitos internos, sejam eles em rampa, escadas ou elevadores... Tal como o aimplemind pergunto, porque não conciliar rampas, escadas e elevadores?... Claro que depende de cada caso em concreto, nomeadamente o terreno em questão...
  5. Também não penso que se deva ser assim tão castrador... até parece que já ninguém ajuda só por ajudar... Concerteza que em determinadas situações cada um de nós dá conselhos, mais ou menos técnicos, da área onde trabalhamos... e não é por isso que vamos cobrar pela "consulta"... João, essa história que relatas fala um pouco disso, do mundo onde tudo tem um preço... será que vocês querem viver num mundo assim?... Oinq, a verdade é que diponibilizas pouca informação e pelo que li/vi, não consigo perceber muito bem aquilo que pretendes... Concerteza que conseguirás melhores esclarecimentos se falares com um arquitecto que se possa deslocar ao local e assim inteirar-se da situação do prédio e dos confrontantes... Parece-me um pouco descabido que esse arquitecto cobre uma "consulta" nesta situação, porque a avançar com o projecto, concerteza que esse valor fará parte dos custos do projecto em si... pelo menos eu faria assim... Podemos estar para aqui a falar de hipóteses, mas imagina que até seria possível fazer aquilo que pretendes nesse terreno em particular. Acabavas por o comprar, mas depois percebias que não cabiam todos os compartimentos que pretendes para a tua habitação... ou a organização espacial não era a melhor... ou tudo tinha de ficar demasiado pequeno... etc... O melhor é procurares um arquitecto que se enquadre naquilo que pretendes e ires com ele ver os terrenos que ponderas comprar. Uma consulta ao PDM e restantes planos pode também dar-te algumas indicações sobre a capacidade construtiva dos terrenos. Concerteza que juntos e com um estudo para cada terreno, acabarás por tomar uma decisão mais consciente e no fim vais ficar mais contente com a tua casa... É só um conselho... cabe-te a ti decidir se vale a pena, ou não aceitá-lo... Boa sorte...
  6. A Caixa Forte do Tio Patinhas... Quem é que não se lembra desta maravilha arquitectónica dos estúdios do Walt Disney?... e quem é que se ia lembrar de fazer um modelo à escala?... Bem, Matt Skull lembrou-se e na minha opinião, ainda bem... A imagem da caixa forte faz parte das memórias de infância de muitos de nós. O último reduto onde o sovina Tio Patinhas guarda a sua fortuna dos ataques dos irmãos metralha... O nível de detalhe é fantástico, mas mais do que falar, proponho uma visita pelas imagens que podem ser igualmente encontradas em http://www.flickr.com/photos/matsgull/sets/72157602185120037/... O Cofre Outros Pormenores
  7. Bem... aqueles valores até assustam...
  8. Vendo isso que mostras Peter, a intervenção tem realmente alguns pormenores que parecem querer rivalizar com o resto da aldeia... e aquela casa ali ao lado, branca, apesar dos seus telhadinhos, tem tanto impacto como este projecto... Sinceramente não conheço a aldeia, pelo menos além das fotografias turísticas, e não conheço as intervenções que têm vindo a ser feitas... Re-observando agora as imagens, se não se tivesse usado o branco e o vermelho naquelas condições específicas, talvez o resultado fosse mais consensual e quiçá conseguido...
  9. Muito engraçado... hehehe
  10. Melhor que responder é leres este artigo: http://www.arquitectura.pt/forum/f27/casa-mercedes-4272.html Boa sorte para o exame :)
  11. Realmente não se consegue ver muito, mas sendo uma aldeia histórica, na minha opinião a intervenção devia ser mais cuidada... Mas há uma coisa que pouco se fala nestes casos, que quando "nos" interessa, é razão para apelarmos a ela, mas quando não interessa, é um pouco esquecida... A verdade é que poucos são os clientes que dão carta branca ao arquitecto (na minha opinão ainda bem), e os projectos só têm a ganhar com isso... Especulando um pouco, o dono de obra, sendo um café, podia muito bem querer algo que se destacasse... o arquitecto não é o único responsável, assim como o dono de obra também não o é... responsáveis são os dois por fazerem algo que parece uma colagem de imagens da aldeia, mas que no resultado final acaba por ser algo completamente diferente e afastado daquela realidade... Temos o exemplo do Abocanhado, em Bufre, Terras de Bouro, o conhecido restaurante... até se pode dizer que é uma atitude semelhante, mas na minha opinião não o é, porque afasta-se da aldeia e recata-se num recanto do terreno, concerteza à vista de todo o vale, mas numa situação diferente... nunca no meio da aldeia...
  12. Quanto muito existe uma regra de ouro da geometria... o chamado rectângulo de ouro... regra de ouro da arquitectura nunca ouvi falar... :)
  13. Se fazer uma por ano já dá uma trabalheira e um grande esforço mental, nem quero imaginar tentar fazer duas cadeiras de projecto no mesmo ano...
  14. João... admitamos que a área do estuário ainda consegue comportar mais algumas dessas. :)
  15. Estou a imaginar os próximos projectos megalómanos no estuário do Tejo... ou no Sado...
  16. Minimalismo?... será... Ou espaços com dimensões mínimas?...
  17. Felizmente, ou não, acabo por não ter tempo para este tipo de coisas... jogos de computador são coisa que o meu pc não vê correr à muito...
  18. Mas a água está a desaparecer?... ou o nível dos mares está a aumentar em consequência do degelo?... Quero ver quando estas ilhas estiverem ameaçadas pela subida do mar... aí é que se vai quem é que gosta de deitar dinheiro fora... PS: Ainda hoje vi um documentário sobre a história da vida na terra e a determinada altura toda a água dos mares foi evaporada e a terra não era mais do que uma bola de rocha incandescente... depois, com o arrefecimento da crosta, choveu durante 2000 anos e a água voltou a criar os mares e lagos... curioso que "a vida" sobreviveu a essa fase...
  19. A diferença entre combóio e eléctrico é precisamente essa, pelo menos nestes casos em que as linhas de combóio são praticamente iguais a quando foram realizadas, talvez variando no número de linhas... A fronteira que se cria em Lisboa é uma ferida resgada na cidade, que em muitas zonas acaba por voltar as costas ao rio... depois o que acontece é ter de se ir de carro, com as bicicletas no tejadilho e as dos míudos mais pequenos na mala, para se conseguir aproveitar alguns "arranjos urbanísticos" que são feitos entre o rio e a linha... O eléctrico é bem mais humanizado, correndo nos trilhos do automóvel, como outrora o trólei percorreu as ruas do Porto... A própria marginal de Lisboa é uma fronteira, uma via rápida camuflada por radares que disparam a cima dos 50 Km/h...
  20. Nessa das sobremesas é que eu estou de acordo :)
  21. Quanto ao caso em concreto, estou a falar de usar por vezes essas janelas de sacada com larguras de 1,00m, o que não torna o espaço assim tão devassado. Claro que em situações como numa cozinha, o beiral a 0,90 ou 1,00m pode ser uma necessidade para aí se encostar o balcão... Claro que é tudo uma questão de opção caso a caso, mas serve o meu comentário para mostrar como coisas simples podem influenciar a imagem geral do projecto... coisas que até os clientes mais reticentes conseguem compreender e até aceitar... Penso que é tudo uma questão de saber explicar e expôr as opções tomadas, desde que elas tenham sido conscientemente tomadas... ainda que não resulte em todos os casos...
  22. Muito interessante a forma de reutilização dessas peças... Acredito que num outro contexto, não necessariamente físico, estas atitudes podiam ter muito mais valor e visibilidade do que assim... é sem dúvida uma mostra do quanto um ser humano tem a capacidade de criar e recriar... :clap:
  23. É incrível como aquilo que à uns anos parecia um sonho difícil de concretizar, no pós Dubai torna-se cada vez mais uma forma de estar e de valorizar as cidades... Conquistar terra aos rios/mares não é de todo uma novidade, basta ver o que a Holanda andou a fazer à já uns largos anos, mas esta febre de especulação imobiliária que se vai espalhando por alguns países, criando condimínios mais ou menos fechados, é uma forma de actuar bem diferente...
  24. A mim faz-me alguma confusão essa situação permanente da costa lisboeta... e concerteza não será só a mim... De qualquer forma acho que te devias debruçar sobre essa questão das acessibilidades, até sendo um evento de lazer, pode ser potenciador de revitalizar modos de circular pela cidade... seja a pé, de bicicleta, de patins, de skate, etc, para se aceder à área em causa...
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