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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Bem vinda e Alexandra... e como já vi que fazes, não te acanhes em mandar uns bitaites... :s
  2. Bem Raquel, o que me parece logo à pertida é que o menu inicial é pouco claro... Em segundo lugar, essa imagem abstrata pouca relação tem com a rigidez e a ortogonalidade do portfólio propriamente dito... O portfólio em si está interessante, se bem que na minha opinião poderias criar mais algumas "regras" na disposição dos elementos gráficos, porque a nível de texto está bem estruturado...
  3. Dreamer

    Ines

    Bem vinda Inês... Se não é indescrição, o que é que aconteceu para ai fim de 4 anos num curso científico pores em hipótese uma incursão pela arquitectura? Foi uma vocação reprimida?... o desejo de mudar?... Mesmo que o teu futuro não passe pela arquitectura a nível profissional, todos vivemos na arquitectura e é salutar ver que à cada vez mais pessoas de outras áreas que se interessam a sério por esta... arte (será?)... Força aí e sempre que te sentires com vontade, comenta e expões os teus pontos de vista... nós agradecemos...
  4. Onde fica, ou quem o projectou, não sei, mas é um exemplo recorrente nos cursos de arquitectura... e sempre os profs dizem que aquilo "acabou" quase vazio e completamente destruido...
  5. Eu sirvo-me do esboço como ferramenta de projecto, porque no início "perco" sempre algum tempo a desenhar à mão plantas, pormenores interessantes, perspectivas, etc... Mas o desenho a tinta da china (no sentido de desenho rigoroso à mão) é muito mais do que isso, porque só aí percebemos e ganhamos a tarimba no que às dimensões das coisas diz respeito... O que é que adianta seres um grande arquitecto (teoria) se não tens noção da escala?
  6. Acho que esse é um exemplo recorrente nas faculdades de arquitectura, que fica creio que em França... e é o exemplo claro do erro na leitura da forma de vida dessas populações... Há primeira vista poderia parecer uma implantação interessante, mas o tempo e as pessoas vieram provar que estava muito longe de ser eficaz... Quanto ao bairro da Lapa (SAAL), na minha opinião as escadas podem não ser muitas, mas o que faz maior confusão é as portas terem creio que 70cm... nem um móvel passa... no entanto é, e será, um dos mais importantes exemplos de proposta de haitação social...
  7. Há uma obra de Viana de Lima muito fácil de localizar, a FEP (faculdade de economia da universidade do porto), realmente uma obra de destaque... Uma outra é a saudosa casa "Honório da Silva", mas dessa nem as ruinas restam... porque foi selvaticamente demolida... Outra casa é na zona das Antas e chama-se "Aristides Ribeiro"... Uma coisa com que me tenho confrontado desde à 8 anos é a falta de informação de muitos dos vultos da arquitectura dos anos 50,60,70 em Portugal...
  8. Da mesma forma essa integração poderia ser feita se as autarquias podessem comprar uma percentagem pequena dos apartamentos de cada bloco a preço de custo de construção... isso ia levar a população dicidente a integrar-se realmente no meio dos habitantes locais...
  9. Também temos de ver uma coisa, essas pessoas sabem que estão ilegais e vieram para cá conscientes disso, por isso não vamos recriminar o SEF por não legalizar todos e mais algum... O mesmo aconteceu à anos com os portugueses um pouco por toda a Europa e no entanto muitos conseguiram vencer as dificuldades e a exploração inicial, tornando-se agora uma mão de obra importante nesses países... quantos é que numa primeira fase não foram explorados? A questão é a vontade que se tem de fazer alguma coisa pela nossa vida e saber se somos ou não capazes de lutar por ela... Enquanto existirem pessoas que preferem estar em casa/café a receber os subsídios de emprego ou outros, em vez de trabalhar, dificilmente vamos a algum lado, porque são as próprias pessoas que se põem há margem da sociedade... e nestes casos eu não os condeno, porque a culpa é de quem aprova subsídios para tudo e mais alguma coisa . Há situações em que é justo, como outras em que as pessoas se aproveitam disso e nem sequer se preocupam em arranjar um novo emprego... pelo menos enquanto o subsídio durar...
  10. Uma mini-hidríca e uma mini-barragem para produção de energia. Como é lógico são poucos os terrenos/locais onde é possível fazer-se isto, mas pode-se tornar uma opção rentável em termos energéticos... Por vezes passa um ribeiro num terreno e gostavamos de fazer uma represa... uma mini-hidrica é uma forma de o conseguir e ainda ter a mais valia de produzir energia...
  11. Quando FORMOS arquitectos famosos e cheios de sucesso, fazemos umas palestras lá e cá e o pessoal junta-se todo... :s
  12. O tempo verbal teria de ser "tive"... mas infelizmente e para grande pena minha não tive... mas no entanto tive alguns professores que procuravam passar algumas dessas preocupações... o resto fui eu... O que tenho é uma grande preocupação com o caminho que a humanidade está a tomar, e procuro aqui e ali encontrar informação sobre este tema. O problema é que ainda continua a ser muito inacessivel (pouca e cara)... mas lá se vai sabendo de algumas coisas... O problema muitas vezes será passar essas preocupações para o cliente...
  13. De vez em quando lá vem a notícia de um novo Guggenhaim... Fala-se de Guadalajara, agora é em Abu Dhabi e mais virão... São sempre projectos revolucionários e com grande impacto nas respectivas cidades, assim como já o foram o de NY, de FLW, no seu tempo, e o de Bilbao, de Ghery, mais recentemente... Pode-se gostar ou não, mas o que é certo é que são marcos da arquitectura e são um grande impulso para as economias locais... O que acham desta política? PS: O de Abu Dhabi diz-se que será de Ghery, mas não encontrei imagens... Link da notícia de Abu Dhabi: http://archrecord.construction.com/news/daily/archives/060921gehry.asp Link de notícia sobre Guadalajara: http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/gugge_guadalajara.htm
  14. Uma das grandes diferenças, na minha opinião, é que essas pessoas que à 50 anos foram morar para os bairros sociais, tinham emprego, perpectivas de vida e vontade de mudar, o que as fazia parte da sociedade, mas hoje quantos não são aqueles que que vivem nos bairros recentes e não têm perspectivas de vida, ou vivem eles próprios à margem da sociedade (por iniciativa própria). Claro que excluo deste raciocinio aqueles que querem, mas é a prórpia sociedade que os rejeita...
  15. Se alguém cá do fórum for visitar esse tal de ponto negativo, lembre-se de não comentar com ninguém... :s
  16. :clap: e não é preciso dizer mais... :clap:
  17. Eu acredito piamente que é possivel fazer-se boa arquitectura social... no Porto há exemplos de vários bairros sociais de à muitos anos, que hoje estão completamente integrados na malha da cidade. Muitas já foram vendidas/recuperadas por outro tipo de pessoas e os preços não estão nada de acordo com a "habitação social". Foi uma forma de integração que correu bem e foi bem aceite pela cidade... Muitos exemplos mais recentes de bairros sociais chocam nessa questão da integração na cidade... e acabam por se tornar guetos... Além das questões de planeamento, é possivel fazer-se da habitação social, habitação de qualidade, mas certamente exigirá um esforço muito maior das partes envolvidas. Nós arquitectos estamos incluídos porque se calhar é preciso mais tempo para fazer um projecto de habitação social do que um projecto "comum", principalmente porque é muito mais difícil controlar áreas e tornar os espaços habitáveis sem se cair num exagero (pela negativa)... Projectos como o SAAL foram bons exemplos que não foram concluídos, mas que deixaram boas marcas...
  18. Mas sem dúvida que a integração de um elemento destes numa montanha é muito mais consensual do que numa doca... Penso que foi na Holanda que se fizeram alguns projectos de habitação em locais semelhantes a este (docas desactivadas), com o mesmo principio dos contentores, e os resultados são francamente melhores...
  19. A capela é realmente um simbolo da integração na envolvente... PS: Os desenhos de FLW eram e são absolutamente fabulosos... mas isso já foi à muitos anos...
  20. Podemos começar por tornar as nossas habitações energeticamente eficientes... Na fase de construção/recuperação podemos falar de várias coisas: - controlo da entrada directa da luz do som, através de sombreamento, seja por palas, lâminas ajustáveis, árvores de folha caduca (uma das melhores opções)... - garantir que o isolamento da casa é bem feito, porque se durante esses dias não se for à obra, acabamos por ter surpresas desagradaveis com aquilo que o empreiteiro acha que deve ser feito... - investir nas energias alternativas (e não apenas para aquecer a água), sejam painéis foto-voltaicos, mini-hidricas (nos casos em que seja possível), energia eólica... o investimento pode ser grande numa primeira fase, mas acabará sempre por compensar, principalemente porque se produzirmos a mais do que gastamos, podemos sempre vender à rede pública a um preço superior ao que compramos actualmente... No interior das habitações é seguir um pouco o que já foi dito, apostar em iluminação económica, electrodomésticos amigos do ambiente, não abusar dos sistemas de aquecimento/refrigeração (ou até nem usar), fazer reciclagem, etc, etc, etc...
  21. Um projecto deve ser sempre pensado para as pessoas a quem se destina... Realmente faz-me confusão ver em livros/revistas artigos em que as casas/edifícios são fotografados vazios, no dia em que a obra é dada como acabada, precisamente antes dos utentes começarem a apropriar-se do espaço... Para mim a essência da arquitectura não é isso, bem pelo contrário, porque por mais que tentemos imaginar o espaço "limpo" de excessos, os moradores vão sempre apropriar-se dele à sua maneira, e vão aparecer quadros, esculturas e todo o tipo de bugigangas que se possa imaginar... A essência espacial é isso, a apropriação que cada um faz do espaço que lhe é reservado... Por isso para mim não faz grande sentido pensar numa habitação sem despensa, zona de tratamentos de roupa, ou até mesmo um local para o estendal... Mas já agora, quando é que se instituiu que uma cozinha sem o rolo de papel, ou um wc com toalhas, shampô e afins, uma sala com quadros, uma casa sem pessoas, entre outros, dá más fotografias? Há alguns fotografos que (e bem) colocam uma pessoa para dar a escala à fotografia, mas as reportagens actuais na arquitectura soam-me sempre a falso, a que falta ali alguma coisa, mesmo que as imagens assim sejam mais "puras"...
  22. Isso são políticas... não arquitectura...
  23. Deve ser o pinhal mais visto do google maps... :s
  24. Dreamer

    Me

    Bem vinda... Pode ser um diferente olhar sobre a arquitectura...
  25. E o que produzimos não chega para suprir as nossas necessidades... depois toca a ir comprar ao estrangeiro...
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