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Pinus

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  1. Não conhecia este sistema. Mais uma vez obrigado Pedro. Sabes se tem existido algum problema de acumulação de águas na caixa, por entupimento, por exemplo?!
  2. O motivo pela qual o rolo se costuma situar na parte superior da janela tem a ver com a chuva. Pessoalmente não conheço nenhum sistema desses, mas como resolverias a questão da água da chuva a entrar para dentro da caixa de estore? Fiquei curioso, se encontrares algo informa que eu também vou "esmiuçar".
  3. Não ligue "bigbelly", o nosso amigo "lllARKlll" não faz por mal, é mesmo assim. Não é defeito é feitio e nós habituamo-nos. À maneira dela vai ajudando e sempre contribui para desanuviar. hehe. "lllARKlll" - na boa, sem ofensa.
  4. Em termos deontologicos levantam-se algumas questões quanto ao direito de autor, bem como alteração de trabalho de colegas. Aí deveria ser a ordem dos arquitectos (OA) a pronunciar-se.
  5. Em relação ao que se pode ver da casa (uma vez que não à material desenhado de qualidade) parece-me coerente com ela própria. Se eu faria assim? Ou se quereria um projecto destes para mim? talvez não, no entanto parece-me um conceito sólido e com bons argumentos para sobreviver à crítica. Bom trabalho.
  6. Este ultimo coment foi destinado a todos aqueles que acham que só o Modernismo é que é arquitectura!!!!
  7. Não poderiei nunca concordar com isso. É uma visão redutora da arquitectura que levou milénios a evoluir até aqui e vai continuar a evoluir com revivalismos e inovações, mas sempre a evoluir. Compreendo que só goste deste MOVIMENTO da arquitectura, mas saiba que para existir este tivémos que passar por todos os outros e que no seu cerne todos os outros movimentos têm muito para ensinar. A verdadeira arquitectura moderna deverá reflectir todos os movimentos.
  8. O projecto conceptual é feito a riscar sempre com caneta para que nenhuma ideia se perca. É feito como se de uma espiral se tratasse onde o ponto inicial é a pré-existência e termina no parafuso que consegue pôr em prática as nossas decisões. Por isso acho que a minha opinião é que o projecto se faz de fora para dentro. Não de dentro para fora em termos de espaço físico, mas sim em termos de evolução de projecto - ideia geral para a particular.
  9. Gostei muito do trabalho em termos de aplicação da métrica na fachada, mas penso que os interiores não vêm trazer nada de novo. Não quero dizer que esteja mal, não está, está simples e conciso. Boa contribuição P.S.: "só não percebi muito bem as I.S.'s na coluna central!!!!"
  10. Mesmo sem ver as fotos estou a estranhar um vidro desse tamanho apenas com 8mm, o ultimo vidro de grandes dimensões que coloquei tinha 2.40 m x 3.10m com 4 apoios (2 superiores e 2 inferiores) e o vidro tinha 10 mm e claro - TEMPERADO. No entanto as fotos ajudavam a esclarecer.
  11. O problema das marquises/ares condicionados e afins é a falta de alternativas. O planeamento tem sido medonho e a arquitectura com o minimo de planeamento, ou seja, que contemple um pouco mais que o "pacote economico" - cozinha, sala, wc's e quartos - é considerada de luxo e isso leva-nos à questão de que no resto da Europa esse problema é menor. Pois também o poder de compra desta nossa nação é o pior da Europa. A questão principal é como fazer a mudança? Não podemos radicalmente dizer que a partir de agora todos os imoveis deverão livrar-se das suas marquises e ares condicionados, ou entao disfarca-los de forma inteligente. Nem as familias têm dinheiro para tais mudanças, nem o Estado deve estar disponivel para comparticipar tão gigantesca empreitada. Em relação à colocação de "de estores brancos nestas excrecências acrescentadas às varandas " penso que levanta algumas questões de "lobby's" que teriam de ser bem pensadas para não se suceder o mesmo que se passou com as empresas de colocação de paineis solares.
  12. Consegui encontrar esta imagem que talvez sirva de ilustração ao que preciso. A estrutura exterior da "cápsula" poderia ser em quê? fibra de vidro? carbono? plástico moldado? E poderia ser auto-portante?
  13. Pedro estás sempre em cima da situação e agradeço imenso os exemplos que me deste, mas queria algo menos comercial,algo mais no ambito dos protótipos talvez resinas, plásticos, etc... Algo sem estrtutura, ou que a forma seja a própria estrutura, como se fosse uma espécie de cápsula. É vago eu sei, mas se alguém me der uma pistinha que seja, ou no material, ou na ancoragem das peças, etc... era altamente. Qualquer coisa. hehe. "brigadão" :margarida_beer:
  14. Alguém me consegue arranjar informação sobre casas pré-fabricadas sem ser em madeira, betão ou metal. Talvez resinas ou compósitos?! "Bigadão"!!
  15. Mas a falta de natureza nas nossas cidades é tanta e a alternativa é tão pouca que o nosso desejo de estes sistemas funcionarem leva-nos a tornar este tema num dos mais discutidos ultimamente. concordemos ou não dá que pensar. hehe
  16. PDM rules. hehe. tens que te guiar pelo PDM. ou então apelar a "caridade" do colega da câmara Acho que aí (dependendo de camara para camara) reina a "lei" do cada caso é um caso.
  17. Infelizmente a imagem que passa dos projectos marcantes do algarve (e o render disponibilizado é exemplo disso) é que são concebidos sem território, como se pudessem "pousar" em qualquer cantinho e serem assim "apreciados da estrada" (como o estádio do algarve). Espero que em breve possamos analisar plantas, cortes e alçados, bem como a devida implantação para poder criticar com mais seriedade. Apesar de tudo a forma parece-me irreverente mas ao mesmo passivel de ser totalmente desenquadrada.
  18. Vivemos num país de pobres com vícios de ricos. Não fazer nada também é intervir. Dar apenas melhores condições de acessos, cargas e descargas e higiene é fazer mais com menos. Mais centros comerciais? Para podermos ter outra vez (mas noutro sitio) aquelas lojas todas que já existem em todo lado? Parece que isso é que é importante.
  19. Como já tenho dito várias vezes, sem plantas, cortes e alçados não é possivel avaliar em perfeito juizo quais as consequências de uma intervenção e apesar de também achar que devemos conservar o património relevante da nossa cultura, também sei que a cidade é "um ser vivo" que cresce, adapta-se e transforma-se e a verdade é que hoje já não vivemos em casas medievais, assim como daqui a 200 anos as nossas ruas serão perfeitamente distintas. É completamente impossivel colocar uma redoma e tornar a cidade um aquário sem adapta-la aos nossos dias/necessidades, pois se assim fosse a cidade ficaria vazia como podemos constatar em todas as cidades portuguesas.
  20. Desculpa lá, mas eu sou de Coimbra e não considero que a Quinta de São Jerónimo tenha algo a ver com essa "escola" da arquitectura. A única ligação à "cidade jardim" é uma ligação "marketinguiesca" para questões de promoção imobiliária. Em Coimbra existe uma biblioteca na Escola Superior Vasco da Gama com boa documentação sobre esse assunto, mas os seus exemplos aplicados em Portugal de uma forma explicita não me parece algo fácil.
  21. Não existindo um parâmetro de votação identificado como "material insuficiente", tem sorte de não ter mais "ruins", mas a verdade reside naquele já velho ditado "Há melhores fotógrafos do que arquitectos!". Assim sendo não poderei dar algum tipo de crítica sem os desenhos técnicos (pelo menos plantas e cortes).
  22. Se pudesses arranjar uma plantas/cortes e/ou alçados seria o ideal para alguma análise. Já agora, sendo uma recuperação, podias mostrar alguns pormenores constructivos. Especialmente do telhado.
  23. Pinus

    Help

    Em tempos falei com um colega de Lisboa que quando andava na faculdade (penso que na técnica), ele falou-me de um exercicio bastante original: Devia projectar uma casa para um ser em tudo humano (fisicamente), mas oriundo de outro planeta (acho que Marte). O que difere neste exercicio é que este ser, que iria habitar a casa era afectado não pela gravidade da Terra, mas do seu planeta de origem e como tal a casa tinha que ser pensada de forma a que a qualquer hora do dia (pois dependendo da hora o ser era atraído para direcções diferentes) este ser se sentisse confortavel. Talvez alguns exercicios destes aplicados à realidade te consigam fornecer material. Boa Sorte. PS: Já agora desculpem se não acertei com a faculdade, mas já foi à algum tempo.
  24. Deu ontem (ou ante-ontem) um documentario no discovery sobre a obra.
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