joaoneves
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Foi uma conferência muito interessante e a certa altura resultou num debate informal muito curioso, pelo modo como foi abordado este tema da sustentabilidade, os diversos pontos de vista. Foi interessante por um lado conhecer novos projectos, os quais suportam em determinados momentos, acções que se relacionam com políticas de racionalização dos recursos e reaproveitamento dos mesmos. O que é de frisar, é o que se sucede quando este conceito adquire uma dimensão que acaba por se desvanecer e encobrir-se pelo seu próprio mediatismo, confundindo tanto os criadores como o público em geral. Foi também referido o papel do arquitecto nesta questão, e de que modo pode ele usufruir e integrar este conjunto de ideias nos seus projectos, sem que o mesmo nasça a partir destas mesmas políticas "ambientais". Mas primeiro que tudo ia-se ao cerne questão do verdadeiro ser, de nome "sustentável". Até que ponto esta palavra não é tão redundante e ambígua que se passou a utilizar mais para marketing e porque "está na moda" do que realmente coordenar as actividades diversas de diversos sectores sociais, com a preocupação e o debruçar mais profundo acerca do modo como podemos intervir/produzir/utilizar objectos sem que estes produzam uma reacção extremamente prejudicial ao planeta.
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Sensivelmente 2 por dia... por vezes 3. Mas bebo não só por necessidade mas por gosto. Uma das minhas futuras aquisições será uma máquina Nespresso. São óptimos. Mas o que gosto mesmo muito são os capuchinos da Nescafé. Se ainda não conhecem, comprem as saquetas no supermercado e deliciem-se com um capuchino com 4cm de creme por cima da mistura propriamente dita, então acompanhando com uns biscoitos de canela... foi uma "refeição" que me acompanhou por muitas noitadas. O melhor café: Delta, Nicola, Nespresso e Lavazza O melhor sitio: Starbucks, A Brasileira, esplanada do Nicola em Leiria , FNAC, Livraria Arquivo em Leiria, Chapitô, ...
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Já tive também histórias interessantes com diversas delegações da Fernandes, mas enfim, é normalmente pessoal antipático e nada profissional. Sem falar na roubalheira que é... PS:não quero ferir ninguém, que seja membro/amigo de um funcionário, mas na maioria dos casos são todos umas antas.
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Bem Peter, por acaso, apesar de ter pouco que ver com a conversa, quando foi o jantar do forum, no sábado de manha fui dar uma volta pelas ruas do Porto (Aliados, S.Bento, Trindade, Cordoaria... enfim)... e quis entrar numa livraria/quiosque/papelaria para comprar 1 livro ou uma revista de arquitectura para ler no caminho de volta. Após longa procura, resultado: das apenas 2 livrarias que passei, nenhuma estava aberta, nem qualquer tipo de loja excluindo um café ou outro, 1 ou 2 lojas de roupa e após passar por 4 quiosques à procura de uma revista de arquitectura, lá encontrei um que tinha a Arquitectura e Vida de Setembro, na av. 1º de Janeiro (acho que se chama assim ). É normal no Porto, ao sábado de manha/tarde estar praticamente tudo fechado? E o mais estranho é que perguntava por revistas de arquitectura e todos encolhiam os ombros e faziam cara de caso quando falava em "arquitectura". É como se estivesse numa cidade sem qualquer ligação a curso universitário ligado à arquitectura. Até uma feira de livros nos Aliados só tinha o livro "O Nosso Niemyer"... perguntei por mais livros de arquitectura e ele disse logo: "ah... arquitectura so temos esse, não que levar este.... ":tired:
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Mar Azul, Argentina | Casa em Betão | BAK arquitectos
joaoneves replied to Koolhas's topic in Arquitectura
A meu entender , parece-me que os interiores tal e qual como estão, acabam por funcionar bem em quaisquer circunstâncias, neste caso específico. Explico: Se considerarmos como binómios fundamentais, o verão e o inverno, parece-me que o conjunto destes espaços, e pelo modo como partilham do mesmo ar, acaba por ser fresco no verão, e acolhedor no inverno, pelo simples facto dos espaços não serem muito grandes, o pé direito também não é muito elevado e a lareira que remete para um ambiente mais cómodo e propício a vivências que considero muito próprias desta época, e que lhe está intrínseco uma característica quase "maternal" pelo modo como passamos a valorizar aquele elemento fonte de calor, como um meio para o conforto e para a permanência sensorial. A proximidade das diversas divisões da parte social da casa por um lado estimulam uma dinâmica de movimentos pelas mesmas, como acabam por diluir a presença afirmada do betão. -
Mar Azul, Argentina | Casa em Betão | BAK arquitectos
joaoneves replied to Koolhas's topic in Arquitectura
g o s t o m u i t o !!! Uma clareza nas formas impressionante. Os materiais utilizados estão bastante relacionados com o território e inteligentemente manipulados. -
Esteve à venda na Culturgest aquando do DOC Lisboa. Acho que esse documentário passou o ano passado nesse mesmo evento
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Olá João. Compreendo a tua inquietação porque o ano passado passei pelo mesmo. Mas vou ser sincero contigo, os objectivos pedidos nesse tema e nos próximos temas terás que ser tu a atingi-los, pelo teu próprio exercício mental. Não interpretes isto como não querer ajudar, mas é fundamental para entenderes o exigido no 1º ano. Quanto a este tema específico, apenas te posso dizer que o tema 2 do ano passado não foi muito parecido a isto, mas o que te aconselho é a esquiçares vezes sem conta o teu entendimento do filme e da tua ideia. por cada esquiço que faças, estás a descobrir novas facetas desse entendimento e a "limar" as arestas da tua ideia. Não esforces os teu raciocínio para encontrar/realizar a ideia perfeita. Sê claro e objectivo e pergunta-te a ti próprio: "o que entendi?" e "o que pretendo elaborar?" Bom trabalho!
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O jantar foi muito bom, e a francesinha esteve um mimo! Pensava eu que estava "organizado" um percurso pela cidade do Porto, incluindo a visita à Concreta. Enfim, que ideia.. Agora vou à Concreta (pelo bus 601 ) e depois devo ir a Matosinhos e/ou andar as voltas pelo Porto. Estou a pensar em ir à exposição do Da Vinci ou do D A L I. Ainda é uma incógnita. Se alguém estiver interessado em ir que mande uma apitadela. vou andar com a internet por perto (no telem.). ciao
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Ele simplesmente não gosta. Porque diz ele, enquanto estudante nunca teve paciência para fazer maquetes bem feitas, mas apreciava quem as fazia. então, diz ele, é uma forma de ganharmos essa tal "paciência".... enfim ..:tired: Deve ser mesmo algo pessoal! :D
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....ok.. neste momento vou no bus ( deixei o carro em casa-fatima, assim a viagem é mais barata ), e até que ponto não reflito um pouco no que fiz e me chame a mim próprio masoquista, só por tudo o que tive que fazer para vir ao Porto ao jantar/concreta. Mas tass bem, é sempre toda uma panóplia de experiências e paletes de sensações. Ate logo!:D
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curioso, para este projecto fiz: Maquete do sitio: cartão prensado 2mm Maquete do sitio+intervenção: cortiça 2mm Maquete de entrega sitio+intervenção: cartão canelado 2mm (não faço em cartão prensado por falta de tempo e de stock na maioria das lojas) Gostei bastante de fazer a maquete em cortiça, o problema prende-se com o facto do prof não gostar de maquetes em cortiça.... e quanto a isso, já tive a minha "discussão" com ele.
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Apesar da entrega na 6ª, amanha, por volta das 16h saio de Lisboa para o Porto, com 1 paragem pelo meio, e só devo chegar aí (Porto) por volta da hora do jantar, por isso contem comigo. Se alguém de Lisboa precisar de boleia para o Porto, tenho ainda 1 lugar vago no carro. Alguem interessado que me comunique até hoje.
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Vou ser exageradamente pragmático e vou perguntar, que material aconselham para fazer curvas de nível (preferência espessuras comparadas entre os 2mm e os 5mm) de modo a que a sua apresentação seja plausível (lambidinha...como é habitual chamarem) e que não comprometa a sanidade mental dos meus pais aquando da chegada do extracto bancário :D
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Gosto do pormenor do telhado sobre a estrutura... como se aquela sombra incidente fosse propositada, enfim, desenrasque. Assim como este exemplo, tenho visto às paletes. É curioso porque a maioria dos casos, são pessoas que abriram o negócio de gráficas ou empresas de publicidade ou de canalizações e pretendem "alargar" o negócio. Faz-me lembras as situações em que as pessoas colocam os fios da TVcabo, das parabólicas e por vezes de esgotos por fora da casa, ... ou mesmo os casos já aqui falados do ...digamos improviso! o_0
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"Eu quero a Sofia Costa em minha casa já!" :D
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O meu prof de Projecto decidiu marcar a entrega do projecto para dia 26. Falei-lhe da Concreta e das conferências e ele achou bem ir, no entanto disse: Se quiseres ir na 6ª tens que fazer a entrega para 4ª. Ou seja, na prática, por ser quase impossível fazer a entrega na 4ª, fica sem efeito a minha presença do Porto. No entanto, até dia 25 eu confirmo certezas absolutas. Desde já, por infelicidade minha também, peço desculpas pela minha provável indisponibilidade. Mas ainda não está tudo perdido :p
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Se estiveres interessado em ver apenas, consulta o youtube.com Tem lá uns clips interessantes
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Muito sonhadores andamos nós :D
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...algum enganado ou então é um aluno sonhador... sonha vir a ser 1 aluno exemplar x(
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Caso o teu professor não exija um material específico, aconselho-te o cartão cinzento ou ainda o cartão canelado (quase de borla) - para maquetes de estudo. Para maquetes finais o próprio cartão cinzento, o cartão madeira, K-line, enfim.. qual o mais caro :knockout:
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Que seja Feita a vossa vontade Então aqui fica o link: http://www.flickr.com/photos/1498634...7602403867940/
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Autor da Cadeira - CHARLES AND RAY EAMES Lounge Chair and Ottoman, 1956 Molded rosewood plywood, black leather upholstery, aluminum 33 x 33 x 33” (chair) 16 x 26 x 21” (ottoman) Grand Rapids Art Museum, Gift of La Vern and Betty DePree Van Kley Photos: Nick Merrick, HedrichBlessing, Courtesy of Herman Miller Charles Ormond Eames, Jr was born in 1907 in Saint Louis, Missouri. By the time he was 14 years old, while attending high school, Charles worked at the Laclede Steel Company as a part-time laborer, where he learned about engineering, drawing, and architecture (and also first entertained the idea of one day becoming an architect). Charles briefly studied architecture at Washington University in St. Louis on an architectural scholarship. He proposed studying Frank Lloyd Wright to his professors, and when he would not cease his interest in modern architects, he was dismissed from the university. In the report describing why he was dismissed from the university, a professor wrote the comment "His views were too modern." While at Washington University, he met his first wife, Catherine Woermann, whom he married in 1929. A year later, they had a daughter, Lucia. After he left school and was married, Charles began his own architectural practice, with partners Charles Gray and later Walter Pauley. One great influence on him was the Finnish architect Eliel Saarinen (whose son Eero, also an architect, would become a partner and friend). At the elder Saarinen's invitation, he moved in 1938 with his wife Catherine and daughter Lucia to Michigan, to further study architecture at the Cranbrook Academy of Art, where he would become a teacher and head of the industrial design department. One of the requirements of the Architecture and Urban Planning Program, at the time Eames applied, was for the student to have decided upon his project and gathered as much pertinent information in advance – Eames' interest was in the St. Louis waterfront. Together with Eero Saarinen he designed prize-winning furniture for New York's Museum of Modern Art "Organic Design" competition. Their work displayed the new technique of wood moulding (originally developed by Alvar Aalto), that Eames would further develop in many moulded plywood products, including, beside chairs and other furniture, splints and stretchers for the U.S. Navy during World War II. In 1941, Charles and Catherine divorced, and he married his Cranbrook colleague Ray Kaiser, who was born in Sacramento, California. He then moved with her to Los Angeles, California, where they would work and live for the rest of their lives. In the late 1940s, as part of the Arts & Architecture magazine "Case Study" program, Ray and Charles designed and built the groundbreaking Eames House, Case Study House #8, as their home. Located upon a cliff overlooking the Pacific Ocean, and constructed entirely of pre-fabricated steel parts intended for industrial construction, it remains a milestone of modern architecture. A IDEIA DELES... The Eames philosophy was very much entrenched in process. Process to get to the final product often took years of trial and error. In 1970-71, Eames gave the Charles Eliot Norton Lectures at Harvard University. At the lectures, the Eames viewpoint and philosophy are related through Charles' own telling of what he called the banana leaf parable, a banana leaf being the most basic dish off which to eat in southern India. He related the progression of design and its process where the banana leaf is transformed into something fantastically ornate. He explains the next step and ties it to the design process by finishing the parable with: "But you can go beyond that and the guys that have not only means, but a certain amount of knowledge and understanding, go the next step and they eat off of a banana leaf. And I think that in these times when we fall back and regroup, that somehow or other, the banana leaf parable sort of got to get working there, because I'm not prepared to say that the banana leaf that one eats off of is the same as the other eats off of, but it's that process that has happened within the man that changes the banana leaf. And as we attack these problems – and I hope and I expect that the total amount of energy used in this world is going to go from high to medium to a little bit lower – the banana leaf idea might have a great part in it. FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Eames http://www.madmuseum.org/site/c.drKLI1PIIqE/b.1552257/k.B979/Eames_Lounge_Chair.htm
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O sonho de há 30 anos concretizou-se. Fátima abre dia 11 de Outubro as portas da nova Igreja da Santíssima Trindade, o maior recinto fechado do País, em forma circular, que vai oferecer mais espaço e conforto aos peregrinos que a visitarem. Mas nem todos poderão assistir à cerimónia de dedicação dentro do templo, uma vez que são esperadas milhares de pessoas. A afluência será maior, todavia, dia 12 com a celebração dos 90 anos sobre a Aparição de Nossa Senhora. Mas a cidade da Fé tem mais um motivo para ser o centro das atenções: o Vaticano prefere esperar por uma nova cura milagrosa no processo de canonização dos videntes de Fátima. Há mais de uma semana que não existe um quarto disponível em Fátima. Apesar de o parque hoteleiro da cidade ter mais de 15 mil camas, não é suficiente para satisfazer a procura dos peregrinos que querem estar presentes na inauguração da nova Igreja da Santíssima Trindade hoje à tarde e na comemoração dos 90 anos da Aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos. São esperados 250 mil fiéis em cada dia. A nova igreja abre as suas portas pelas 15h, mas apenas nove mil fiéis poderão participar na cerimónia de dedicação, uma vez que é a sua lotação. Os muitos outros milhares terão de acompanhar a celebração através dos ecrãs gigantes colocados no exterior do recinto. Presentes na dedicação da Santíssima Trindade estarão o Presidente da República, Cavaco Silva, o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e ainda, o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. Já José Sócrates estará ausente, mas irá receber o Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano e enviado especial de Bento XVI às celebrações conclusivas dos 90 anos das Aparições e que irá presidir à celebração eucarística pelas 17 horas do dia de hoje. Durante estes três dias irão ser feitas algumas cerimónias, mas, depois das celebrações de amanhã, o ponto alto terá lugar no domingo quando Bento XVI estiver ligado a Fátima em directo, desde a Praça de S. Pedro, às 11h, após a missa do Cardeal Bertone. À espera de um novo milagre Os médicos do Vaticano não ficaram satisfeitos com o alegado milagre que até agora sustentou o processo de canonização dos videntes de Fátima, pelo que preferem aguardar por uma nova cura milagrosa. Os problemas de validação têm sido muitos mas, segundo as últimas informações, os médicos e cientistas da Congregação para a Causa dos Santos (CCS), presidida pelo cardeal português, José Saraiva Martins, admitem que a cura de diabetes numa criança, há sete anos atrás, pode ter explicação científica. O alegado caso de cura milagrosa era o de uma criança, filha de emigrantes portugueses na Suiça, que sofria de diabetes. Em Maio de 2000, ao assistir pela televisão às cerimónias de Fátima presididas pelo papa João Paulo II, a mãe terá segurado o filho diante do ecrã, ao mesmo tempo que rezava pela sua cura. A diabetes terá desaparecido entretanto. Contudo, a possibilidade de esta doença ser de um tipo curável fez com que os médicos do Vaticano duvidassem da impossibilidade de explicação científica. Assim, "enquanto não se provar a verdade cientificamente", o milagre não pode ser validado pela hierarquia católica, explica o bispo de Leiria-Fátima D. António Marto. Mas com a eleição de Papa Bento XVI, que introduziu mais rigor nas canonizações, pressentia-se a morosidade do processo. Coloco neste tópico abaixo, fotografias tiradas ontém (dia 13 de Outubro) e informações sobre a nova Igreja de Fátima http://www.arquitectura.pt/forum/f10/lado-de-fatima-2158.html FONTE: adaptado in Jornal Semanário
