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Miguel K

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Everything posted by Miguel K

  1. Vejo que a coerência continua a não ser uma das suas prioridades no debate de ideias. :)
  2. Um professor tem que saber da matéria que ensina. Isso não significa que tenha que injectar a matéria, de um modo pré-digerido, na cabecinha das criancinhas. Mas se não souber sobre o assunto, não pode ensinar. O que caracteriza um bom professor não é a imparcialidade, é a capacidade de ensinar. Se ensinar bem, é um bom professor, se não, não é. Quanto ao que chama de obcessão, eu vejo muitas vezes como paixão. Um professor apaixonado sobre a matéria que ensina é, provávelmente, um bom professor, porque transmite esse fascínio aos alunos. Dêem-me sempre um professor apaixonado, mesmo que parcial, do que um que apenas está ali para receber o ordenado ao fim do mês, sem paixão pelo que ensina. Na minha opinião, claro.
  3. Sei de experiência feita que são necessárias 50 horas em ambiente académico para obter resultados mínimos na aprendizagem do ArchiCAD, e presumo que o mesmo se aplique a outros softwares BIM, independentemente de publicidade em contrário. O que propõe sería uma cadeira com 200 horas dedicadas ao BIM, leccionada por 4 profs diferentes (porque não há especiaistas em 4 softwares concorrentes). Boa sorte Já agora, vale a pena visitar o site da Infor onde estão uns curtos tutoriais em vídeo "ArchiCAD for dummies" em português, e que considero muito bons XD
  4. O Rui Venda defende, como bem diz, a sua dama, dando como exemplo a opinião de utilizadores de outros Forums. Não entende (ou não quer entender) que esses mesmos utilizadores do Forum da Graphisoft são, por sua vez, anónimos que se apregoam especialistas do Archicad, mais uma vez sem quaisquer provas para o efeito. Só reforça a minha opinião, que foi pedida: Se alguém pretende dar um passo tão importante como adquirir um software, que terá consequências para toda a sua vida profissional, o pior sitio para formar essa opinião é ir a Forums. Os Forums são bons sítios para tirar dúvidas específicas, mas péssimos para ajudar na escolha. Porque para tirar dúvidas em relação a questões específicas de utilização, a resposta vem sempre daqueles que sabem. Enquanto que, para a escolha de software, aparecem sempre os artistas que têm interesse na sua venda. Não lembraria a ninguém ir a um Forum e perguntar aos frequentadores qual o medicamento a tomar para resolver uma maleita específica. A probabilidade de cair nas garras de gente sem escrupulos ou, no melhor das hipoteses, de gente com a mania das grandezas mas sem conhecimento e responsabilidade sería enorme, e só uma pessoa muito simples iria aceitar os conselhos desses anónimos em vez de ir ao médico. Repito, para quem está a pensar em comprar ou treinar-se num software, o pior sítio é um Forum como este, onde os utilizadores não são obrigados a identificar-se, a descriminar qual a sua competência, de onde vem a sua autoridade na matéria, e, pior ainda, qual o seu interesse. Ou, quando divulgam esses dados, não há nenhuma maneira de verificar da veracidade das afirmações e penalizar os mentirosos.
  5. Exactamente Por isso é que o meu conselho vai no sentido de se ligar pouco ao que se diz por aqui, uma vez que quem o diz não pode oferecer garantias de credibilidade. Os forums serão porventura o pior dos sítios para procurar este tipo de informação, pelas razões apontadas. Ninguém deve ser ingénuo ao ponto de os utilizar como detentores de informação credível, muito menos tomar uma decisão tão importante como a escolha de software baseado num bando de gente anónima ou semi-anónima, cujas intenções são impossíveis de descortinar. Então que pelo menos falem com os vendedores, que esses assumem que o são e permitem assim filtrar devidamente o que dizem. Não me passaria pela cabeça perguntar a um transeunte na rua que software perfere, pelo que não vejo porque não se há-de utilizar a mesma regra de bom senso aqui. A não ser que a resposta desse transeunte fosse: "Não sei, homem. pergunte a quem sabe".
  6. Porque a minha opinião é a mais sensata: Não ir na conversa de utilizadores anónimos de Forums, cujo curriculo pode ser inteiramente fictício, mas sim ir atrás da informação nas fontes: Fabricantes, utilizadores, vendedores (assumidos), etc. Não ficar á espera que alguém decida por si, mas recolher o maior número de informação, filtrá-la, e depois decidir. O mérito desta opinião é evidente, quando comparadas com outras que avaliam softwares com base num suposto conhecimento que não é comprovado nem comprovável, dadas as características deste Forum. Qualquer borra botas pode arvorar-se a especialista, sem ter que prestar contas nem sofrer consequências. O facto de aparecer escrito no ecrâ do computador e estar publicado na Net não confere ás opiniões qualquer valor. Duvide-se (e muito) do que é aqui dito. Regras do bom senso, que valem por si próprias, e não dependem da credibilidade de quem as emite.
  7. O contrário. E dizem, várias vezes neste forum (basta procurar) porquê. A tarefa que se propõe é inglória. Haverá sempre gente dos dois lados que, por vezes com agendas escondidas, dirão que o seu software é o melhor. Pior. haverá gente que não se importa de denegrir outros softwares, recorrendo à mentira, para esconder as deficiências dos seus. Infelizmente este é um daqueles casos em que a escolha é difícil (não há nenhuma fórmula) e relevante. Ir na conversa de vendedores ou candidatos a é um erro, embora seja a posição mais confortável. A alternativa, trabalhosa, é buscar a informação, pedir demonstrações, ir a feiras, falar com verdadeiros utilizadores. O pior é ir na conversa de vendedores e fraudes, que infelizmente abundam na internet e nos Forums. É fácil alguém afirmar aqui que é um especialista. 90% do que se diz nestes Forums é pura opinião, sem fundamento. Pseudo especialistas a arrotarem postas de pescada, inchados com a atenção que recebem, entrando numa espiral de disparates que dão vontade de rir a quem sabe alguma coisa sobre o assunto. Sería cómico se não fosse dramático, porque mais uma geração de arquitectos vai ser arrebanhada para um software que não tem nenhuma qualidade (quando comparados com outros), à semelhança do que aconteceu há 25 anos com o Autocad. Se quiser ver como funciona o Archicad pode assitir a uma série de iniciativas previstas para a "Apple Store" em Lisboa, se puder, conforme anunciado aqui: http://infor.pt/noticias.php?id=57 Aulas específicas e apresentações de utilizadores reais (e não de vendedores ou fraudes). Veja como funciona, decida pela sua cabeça.
  8. Cá está. Eu critico um programa, e logo alguém resolve insultar-me. Devo ser mesmo incómodo...
  9. Obrigado. É genial, não é? Estou a pensar registá-la. :)
  10. Muitas vezes julgamos que o mundo é mais uniforme do que realmente é. Se eu trabalhasse num mercado como o seu, em que nenhum cliente está disposto a pagar mais do que a escala 1:100, provávelmente também não adoptaria o BIM. Com esse pressuposto em vista, acredito que para si não seja fácil entender que o BIM é uma mais valia no processo de construção. A única coisa que lhe posso dizer, neste caso, é que existem outras pessoas, outros arquitectos, que trabalham em ambientes diferentes, cujos clientes sabem dar valor à qualidade, e que, para esses, o BIM não só é o futuro como é uma realidade há já alguns largos anos.
  11. Miguel Experiências falhadas também conheço. Talvez esses dois casos que involução que aponte (BIM para CAD) não o sejam verdadeiramente, mas sim apenas gabinetes CAD que não conseguiram, por razões sobejamente conhecidas e estudadas, dar o passo evolutivo. Quanto à sua angústia de mudança, que muita gente sente nesta altura, o que lhe posso dizer é que para cada experiência falhada existem outras tantas de sucesso. Informe-se junto de quem conseguiu. Aliás, até as experiências falhadas servem de lição, porque nos ensinam o que devemos evitar. Eu estou aqui a partilhar a minha experiência, com exemplos concretos, e estou sempre disponível para explicar o que faço e como faço. Mesmo que haja gente que sistemáticamente ponha em dúvida o que digo, que me insulte e despreze, que me ataque pessoalmente, penso que estou a prestar um serviço à profissão em partilhar o que sei. Não é para os velhos do Restelo que cá estou (alguns curiosamente bem novos), mas para os que, como o miguel, querem realmente aprender para depois poderem tomar uma decisão fundamentada. Por isso, pergunte á vontade, crie tópicos tipo "10 passos a evitar na implementação do BIM num atelier", e eu terei todo o gosto em participar. Mesmo sabendo que, cada vez que escrever aqui umas linhas, me caiam em cima com questões da lana caprina.
  12. Para sí, o projecto é o conjunto de folhas (ou ficheiros) que representa e transmite a ideia"O objectivo do projecto é criar peças escritas e desenhadas que permitam a comunicar de forma eficaz aquilo que concebemos" Para mim, o projecto é o processo de fabrico dessas ideias. Por exemplo: quando estou a analisar o levantamento, ou a legislação relevante, ou quando estou reunido com o cliente ou o engenheiro, estou a trabalhar no projecto. Continuo a dizer que eu sei exactamente qual a espessura de cada pavimento. Posso não saber que pavimento usar em dado momento do projecto (repare no termo), mas isso não me impede de saber a espessura deles todos, colocar aquele que me parece mais adequado (com um clique) e depois, se for caso disso, alterá-lo (com outro clique). Sem dramas. Já agora, tem piada reparar que primeiro, dizia que "gostava de ver o corte construtivo de uma cobertura em telha Lusa no Archicad". Quando eu indiquei o link, já disse que "Estão lá umas lindas imagens, sim senhor, também tenho um desses para o Cinema 4D. Não vi foi o corte construtivo automático à escala 1:20". Quando lhe mostrei esse corte, aí já mudou a agulha para "Seja o que for, não vem com o pugram, thats the point". Ou seja, o point passou de querer ver algo feito pelo Archicad para querer ver algo feito pelo Archicad sem recurso a objectos? Um point móvel, portanto. Ajusta-se à realidade do momento. Finalmente, quanto á sua falta de crença no BIM "Se isso se consegue melhor com BIM do que de outra forma, ainda está por provar." Ainda está or provar como? A quem? A sí, ou ao universo em geral? É que existem neste momento muitos milhares de projectos feitos com BIM, e ainda estou para conhecer um único caso de um gabinete que passe de BIM para CAD. Para mim, isso é prova suficiente.
  13. Começo a perceber o seu nick. O objectivo do projecto não é criar peças escritas e desenhadas. O objectivo do projecto é criar arquitectura. As peças escritas e desenhadas são o modo como nós os arquitectos comunicamos as nossas intenções aos constructores. A sua afirmação é equivalente a dizer que o objectivo de uma composição de música é criar pautas. Não sabe a espessura do acabamento final? Mosaico, soalho, autonivelante, parquet, isolamento, betonilha, pavimento radiante, não sabe que espessura têm? Ok. Eu sei. O pilar, sendo de madeira, não pode tocar no chão senão apodrece. Tem um garfo em aço cravado no pavimento e aparafusado à base do pilar, reservando alguns centímetros entre este e o pavimento, de modo a que a água pingue e não se acumule na base da peça. Qualquer arquitecto que tenha projectado com estruturas de madeira sabe que esta é a maneira correcta de construir. Lamento, mas o tiro foi no pé.
  14. Por partes então. Não é um plugin, é um objecto GDL. As águas pluviais correm livremente (não há caleiras porque se trata de um edifício classificado), não há cumeeira mas sim larós, o edifício recuado tem a cobertura simplificada porque não faz parte do projecto, é um edifício vizinho, não se apagam nem desenham linhas porque não se desenha. Por não sermos desenhadores é que usamos BIM, não construímos depois de resolver a arquitectura mas sim como parte integrante do processo de projecto, há muitas coisas que sei quando estou a projectar (sei que uma parede não é feita de papel nem cenouras ás rodelas), O tipo de caixilho e marca de sanitários é algo que se acrescenta na fase certa. Mais uma vez não se desenha nem redesenha, basta ir ao mapa de acabamentos e alterar a marca da sanita, a qualquer altura, para essa marca ficar a fazer parte do modelo, ninguém corta paredes ou lajes aos bocados ( a laje de betão é contínua, os acabamentos de pavimento e tectos são lajes específicas, tal qual como se constroi). Não vejo porque se há-de criar janelas com detalhe. Os detalhes são fornecidos pelos fabricantes, não há que reinventar a roda. Quanto ás medições, esse processo manual é o que está na origem dos famosos 30% em erros e omissões. E finalmente, acho que não é metendo a cabeça debaixo da areia que as coisas deixam de acontecer. Apenas não as vemos. E para acabar, mais uma vez, apesar de demonstrar o que me foi pedido, não convenci.
  15. Saiu-me mesmo um São Tomé... A imagem em anexo não tem qualquer tipo de edição 2d, à excepção do que está a encarnado. Telha romana, beirados, larós. Está convencido, ou vai agora dizer qualquer coisa do tipo "sim, mas...". É que eu gostaria que, ao menos uma vez, quando me fazem um desafio para apresentar resultados concretos, me dessem razão quando eles aparecem. Um homem pode sonhar...:\
  16. É uma delícia, com este objecto: http://atila-diffusion.eu/index.php?page=objetsgdl&onglet=OTC3D07
  17. Zorbatan Acha mesmo que é batota utilizar como referência uma versão do ArchiCAD que já existe no circuito comercial há mais de dois mêses? Não será antes batota dizer que o ArchiCAD não faz isto ou aquilo com base em versões desactualizadas? E, sinceramente, não entendo porque diz que nem todos têm acesso ao ArchiCAD 12. A versão estudante é gratuita, a versão comercial já se encontra à venda há mais de 2 mêses. Só se estiver a referir à versão Portuguesa, que sai nos próximos dias. Mas aí, tanto quanto eu saiba, nem o Allplan nem nenhum outro software "BIM" tem versão em língua Portuguesa, pelo que não me parece lícito descriminar o ArchiCAD por esta sair apenas dois mêses depois da Internacional... Não entendo de todo a afirmação "Assim também eu, a tirar partido do multicore é fácil fazer camadas a 3d". Está a dizer que se o Allplan tirasse partido do multicore também fazia camadas em 3d? Ou está a afirmar que usar as capacidades multicore dos computadores é, de certa forma, uma batota? Sinceramente não entendo. Por essa afirmação fico com a sensação que está a acusar a Graphisoft de utilizar truques baratos ao implementar o muticore. Ou seja, está a penalizar o ArchiCAD por ser inovador, por mais uma vez introduzir tecnologia totalmente nova no mercado do BIM (é o primeiro, e para já único, software a utilizar as capacidades multicore ao nível do BIM). Nota: Continuo a escrever neste tread sobre o ArchiCAD não porque queira tirar protagonismo ao Allplan, mas porque o tema foi trazido pelo Zorbatan no post #42 e continuado no #46.
  18. Flocky Não é necessário ter mais tempo nem paciência para modelar em 3D do que para desenhar em 2D, como já expliquei. Basta ter mais conhecimento. A modelação 3D não tem, como afirma, como único objectivo visualizar em vistas e orçamentos. O facto de estarmos a modelar os elementos contructivos em pormenor permite-nos verificar da sua viabilidade e compatibilização, mesmo que optemos por não passar por eles um corte. Aliás, é essa a grande mais valia da modelação dos pormenores. Não é possível aldrabar como habitualmente se faz no 2D. Ou bem que a coisa é possível de construir, e o corte sai limpo, ou então temos que testar outras soluções. Ou seja, não deixamos esse tipo de trabalho para obra, que é onde tradicionalmente se resolvem os problemas bicudos. O hiperdimensionamento do ficheiro é uma falsa questão. Posso ter ficheiros grandes e rápidos, ou pequenos e lentos. No entanto, já não estamos na era das disquetes de 1,4 Kb, mas sim das pens de 16 Gb e dos downloads de 5000 kbs, o que torna o transporte ou download de ficheiros com meros 60Mb uma questão irrelevante. Também os computadores são multicore, e, para os programas que tiram partido dessa possibilidade (o ArchiCAD, por exemplo), trabalhar em ficheiros "hiperdimensionados" é algo que não interfere com o fluxo normal de trabalho.
  19. Não sendo o meu desejo falar sobre o Archicad num post do Allplan, sinto que devo fazer uma correcção ao que o Zorbatan disse. As lajes , paredes e coberturas multicamadas são-no em todas as dimensões. Ou seja, o ArchiCad exibe o conteúdo destes elementos em qualquer janela. Podem ver aqui: http://www.graphisoft.com/ftp/marketing/ac12/demo/13/AC12-NF-03.html Quanto à alegada perca de tempo por modelarmos tudo, isso não corresponde também à verdade, na maior parte dos casos. Dá menos trabalho modelar uma parede complexa, com sapata de fundação, drenagem, enrocamento, telas, platibandas e caleiras do que repetir esse pormenor a 2d em todos os cortes. Como a modelação dessa parede é feita a partir de um perfil em 2d, isso quer dizer que, uma vez introduzido o perfil, ele vai surgir nos desenhos todos. O que não quer dizer que seja mais fácil. Há uma diferença grande entre uma coisa ser mais fácil e dar menos trabalho. É mais fácil manejar uma pá que uma retro-escavadora. Dá menos trabalho abrir um buraco com uma retro que com uma pá. A diferença está no conhecimento e prática do individuo. Qualquer um abre um buraco com uma pá, mas apenas alguém treinado consegue fazê-lo com uma retro. Qualquer um faz uns desenhos em 2D, mas apenas alguém treinado e com bom conhecimento de construção consegue modelar um edifício pormenorizado em 3D.
  20. Rui Fan Boy, não Fun Boy. São fâns, não rapazes divertidos. Quanto ao Mac, mudei há 1 ano e não quero outra coisa. O ArchiCad corre em mac, e tem grandes vantagens sobre o Autocad. A mudança não é difícil, uma vez que o ArchiCad permite programar o ambiente de trabalho e os atalhos de teclados de maneira que o interface fique semelhante ao Autocad. Estou farto de ensinar ex utilizadores de Autocad a trabalharem com Archicad, e a transição produtiva não costuma demorar mais do que um mês. Não recomendo o bootcamp, que equivale a teres dois computadores dentro da mesma caixa, mas sim o parallels, que te permite correr o windows dentro do mac os. Facilita a transferencia de ficheiros entre softwares. Por exemplo, se importares um dwg para o archicad em ambiente mac, mas quiseres dar uns retoques nesse ficheiro com o autocad em ambiente windows, o bootcamp complica-te a vida.
  21. Caro flocky Não sei o que entende "carregar o modelo com elementos 3D". No ArchiCAD, modela-se tal qual como se constroi. Não se coloca elementos imaginários (rooms) que não são imediatamente visualizáveis no corte, constroi-se como se irá construir o edifício real. Não é uma carga, é um prazer :rolleyes:
  22. Lichado Para mim, fazer um projecto 3d tem que me dar, pelo menos, a escala 1:20 automáticamente. Pela demonstração, não me pareceu que isso fosse razoávelmente realizável no Allplan. O facto de não permitir várias camadas nas lajes implica que os acabamentos das mesmas (isolamentos térmicos, pavimentos, tectos, etc.) não são representados em Corte. Para ter essa representação, temos que recorrer a entidades (equivalentes ás zonas no archicad) que apenas são visiveis em corte depois de este ser reduzido a 2D, ou seja, explodido. Pela demonstração que vi fico com a sensação que o Allplan será adequado para um projectinho à escala 1:100, o chamado "de licenciamento", e que a partir daí mais vale desenhar tudo à mão. São aliás esses os modelos que habitualmente se vê, casinhas a 1:100. Zorbatan O cuidado de me libertar de preconceitos leva-me a gastar uma tarde de trabalho e ir assistir a uma demonstração de um software que não faço planos imediatos em comprar, apenas com o objectivo de alargar o meu conhecimento. Quanto à imparcialidade. Se isso significa não ter ideias pré-concebidas, concordo contigo. Nunca antes tinha opinado numa direcção ou noutra sobre o Allplan, porque nunca o tinha visto a funcionar. Se, por outro lado, entendes imparcialidade por ser acéfalo, ou políticamente correcto, e não criticar algo que vejo demonstradamente que não presta, então prefiro não ser imparcial. Deixo isso para as alforrecas :rolleyes:
  23. Lichado: As lajes não têm apenas uma camada? É possível fazer lajes com mais de uma camada?
  24. Fui assistir a uma apresentação do Allplan ao novo representante, e esta é a minha opinião: http://architruques.blogspot.com/2008/09/allplan-allbosta.html malhem à vontade...
  25. Para quem trabalha a sério com o ArchiCad, portáteis nunca são boa solução. Para além da velocidade, Ram, placa gráfica e hd, há o eterno problema do monitor ser demasiado pequeno. A minha opção sempre foi no sentido de ter um maquinão desktop (neste momento é um mac quad core com monitor de 30") e um portátil para desenrascar em casa e fazer apresentações, e aí o mac book pro baixo de gama serve perfeitamente. Como anda tudo sincronizado (e ainda o Iphone e o mobile.me) nunca me falta nada esteja na obra, em casa, no atelier e em viagem. Bem sei que são investimentos (não custos) avultados, mas se a minha profissão fosse de cavador, não comprava uma pá, comprava uma retroescavadora (ou mudava de profissão). :D
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