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Miguel K

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  1. Ah, a caneta...hehehe Não compres nada que não seja Wacom. Para além de não precisar de pilha dentro da própria caneta (fundamental) é de longe a tecnologia mais robusta e avançada que se pode comprar. Aconselho uma Wacom Bamboo, porque é barata (abaixo dos 100€) e tem 4 teclas programáveis e zoom integrado na mesa. Costuma haver na Fnac, e podes escolher a preto ou a branco. Esta última fica fine com o mac Se não trabalhas em desenho á mão levantada deves ir para o modelo menor, A6, mesmo que tenhas monitores grandes (eu uso um cinema display de 30" com um side kick de 17" e chega perfeitamente), porque nós queremos fazer pequenos gestos coma mão e não grandes com o braço. Conta com uma frustrante semana de adaptação, mas uma vez lá nunca mais vais querer saber do miserável roedor. Tal como passar do Autocad para o Archicad :)
  2. De nada. É sempre um prazer esclarecer quem procura aprender ;)
  3. Na boa. O ArchiCad permite programar qualquer atalho para qualquer comando, com teclas simples ou combinações. Essa programação é guardada num minúsculo ficheiro que pode ser transportado para qualquer outro computador (numa pen-drive por exemplo), de modo a termos sempre os mesmos atalhos seja em que computador trabalhemos. Não só os atalhos, mas também os menus, as preferências, as paletes, tudo é passível de personalizar, guardar e transportar para outro computador. Mais: Podemos ter várias personalizações, por exemplo um setting para a fase de estudo volumétrico, outra para documentação de desenhos, outra para medições e mapas. Programar atalhos semelhantes ao Autocad para quem está a transitar de software é um truque que compensa, principalmente para aqueles comandos mais usados (move, rotate, copy, trim, etc). O Line não é um deles, pois é muito raro fazerem-se linhas no Archicad ;)
  4. No prob Eu penso que a questão da representação gráfica vai assumindo cada vez menos importância. Neste momento existem empresas internacionais (um grande fabricante de automóveis é o exemplo mais apontado) que exigem dos gabinetes projectistas - arquitectos e todas as especialidades- que seja entregue um modelo tridimensional devidamente construido. É com base nesse modelo que eles planeiam e executam as obras. Para mim é fácil imaginar que, num futuro relativamente próximo (10 ou 20 anos), sejam dispensados de todo os desenhos, sendo todo o trabalho de construção baseado nos modelos altamente pormenorizados. Como tal, os softwares BIM na presente fase são softwares de transição. Por um lado, pretendem ser capazes de possibilitar a execução de modelos completos, com todos os componentes necessários. Por outro, ainda necessitam de dar resposta ás necessidades presentes da indústria, garantindo a produção de desenhos para licenciamento e obra. Nesta perspectiva, a "beleza" dos desenhos ganha uma importância relativa. Claro que queremos desenhos o mais legíveis possível (e na minha experiência isso é conseguível a 95% com alguns), mas entre alçados bonitos ou ausencia de erros e omissões, o que será mais importante?
  5. Presumo que não esteja a falar de boinas vermelhas, porque aí duvido Que comandos se refere?
  6. Caro Nuno Importa-se de elaborar um pouco sobre esse assunto? Pergunto isto porque penso que softwares como o VectorWorks e o Revit apontam exactamente para esse mercado, para conseguirem num só programa modelar os projectos e produzir toda a documentação, de preferência de uma forma automática. Mesmo que se possa entender que não existe nehum software que o consiga fazer a 100%, julgo ser um pouco arriscado afirmar que nunca existirá. Na área da tecnologia, em particular da informática, o que parece impossível hoje amanhã torna-se banal. Basta olhar para um Iphone, que tem um computador, um gps, ligação internet, camara de fotografar, telemóvel, leitor mp3, touchscreen, tudo na palma da mão, para compreendermos que a evolução tecnológica tem sido explosiva. Por isso, gostaria sinceramente de saber o que o leva a afirmar que esse programa nunca existirá.
  7. Bom, eu mantenho integralmente o que disse, assim como a minha participação neste tópico, que acho relevante e de interesse geral. O desafio que me foi feito, e que aceitei de bom grado, foi no sentido de provar que o software Archicad 12 (nome do tópico) é verdadeiramente BIM. O pedido de prova foi feito, veementemente, por parte de quem duvida, digo, afirma, que assim não é. Penso que será do interesse de todos os frequentadores deste forum, específicamente deste tópico, esclarecimentos quanto às reais capacidades do Archicad. Para tal, disponibilizei acima ficheiros meus, para quem os quiser analisar, em especial para o Sr. Rui Venda, mas também a qualquer outra pessoa que queira participar. Elenquei uma lista de peças mínimas que devem resultar desse modelo, automáticamente, sem recurso a desenho 2d ou a add-ons. Sugeri, como julgo ser de elementar justiça, e uma vez que se trata de um comparativo de softwares, que quem queira participar disponibilize também um ficheiro nas mesmas condições, para que todos possamos avaliar o seu conhecimento sobre o assunto. Disponibilizando um trabalho seu, poderemos avaliar se essa pessoa tem conhecimentos práticos reais, e, como tal, se a sua opinião quanto aos outros ficheiros terá peso ou não. Parece-me razoável. Não vejo como este desafio possa ser visto como um ataque pessoal ou como sendo off-topic, pelo que mantenho integralmente o que já disse. Nas condições já expressas, possuo e estou disposto a ceder pelo menos um trabalho que julgo responder aos requesitos, elaborado com o software Archicad, com cerca de 9,5mb. Este ficheiro está de imediato ao dispor de quem o queira, bastando para isso que essa pessoa disponibilize também um ficheiro no seu software de eleição que cumpra também os requesitos. Julgo que este exercício é de extrema importância, porque permitirá aos utilizadores do forum aferirem, de facto, as capacidades dos vários softwares BIM no que toca à geração automática de desenhos. Da ausência de respostas concretas (disponibilização dos tais ficheiros) julgo ter a liberdade de interpretar como uma incapacidade de cumprir com os requesitos do desafio, o que me levará a julgar que ou os restantes softwares não são capazes de fazer o que o Archicad faz (em matéria de automatização de peças, note-se) ou não haver aqui utilizadores desses softwares capazes ou disponíveis para partilhar a informação. Em qualquer destes casos, ficaremos todos a perder, mas eventualmente também um pouco mais esclarecidos. Fico pois a aguardar notícias.
  8. Concordo. Concordo que o uso do computador não se deve reduzir à criação automáticamente de peças escritas e desenhadas. Concordo também que a criação dessas peças poderá tomar vários caminhos, que não será irrelevante como se chega lá e quanto tempo se gasta. Mas o desafio do Rui é muito mais simples. Para o Rui, o fundamental é alguém lhe provar que o Archicad consegue produzir peças desenhadas a partir do modelo, sem recurso a 2d (com uma estranha fixação pelos encarnados e amarelos). Eu acho esse desafio interessante porque, ao contrário de outros cenários que se possam construir, de modo a verificar outras características dos softwares (rapidez, facilidade de utiização, versatilidade, etc) este teste é fácilmente efectuado, sem ter que se dispender muito tempo nem adiar para uma eventual situação em que estejam reunídas todas as condições necessárias. Como o desafio é provar que os desenhos resultam automáticamente do modelo, nada como se disponibilizar um modelo para que todos possam verificar que assim o é. Já afirmei que eu posso dispor um modelo desses para quem quiser sem custos nem atrasos, pedindo apenas que: 1- Seja estabelecido á partida, de uma forma inequívoca e consensual, o que esse modelo deve conter. Não pode haver, à posteriori, acrescentos de requesitos "ah, mas estas peças não estão organizadas de acordo com o CI/SFB". 2- Quem quiser analisar e comentar o modelo deverá fornecer um modelo seu que responda aos mesmos requesitos (sería fácil exigir mundo e fundos a um software sem ter que provar que o "seu" software faz o mesmo). Por isso, volto a escrever a lista corrente, de uma forma clara e sistemática, sem enrolanços, e peço que outros que estejam interessados em participar acrescentem ou subscrevam a lista, com um compromisso claro de a respeitar, mencionando específicamente quando poderão entregar esse modelo. Pela minha parte, posso fazê-lo de imediato. 1- Plantas, cortes e alçados com pormenor 1:50 2- Pormenores 1:20 e 1:10 3- Mapa de vãos 4- Mapa de acabamentos 5- Mapas de quantidades 6- Encarnados e amarelos 7- Telas finais 8- Duas imagens 3d (render) Óbviamente que todas estas peças deverão ser inteiramente provenientes do 3d, sem desenho (excepto cotas). O edifício deverá ter uma dimensão considerável, acima dos 1000 m2, e com uma complexidade razoável (uma choupana qq software fará).
  9. Ok. como é que se pode disponibilizar este ficheiro para que todos o possam descarregar? São 9,5 Mb no meu caso.
  10. Rui Fazer um projecto? Concerteza. Mas olhe que, sendo essa a minha profissão, o meu ganha pão, aquilo que me paga a renda, é necessário que alguém o pague. Como eu suspeito que não haverá ninguém interessado e investir uns milhares de euros, sugiro que se usem projectos já feitos. Não sei bem o que é isso da confidencialidade dos projectos, mas não me importo nada de disponibilizar os meus projectos, não tenho nenhum feito para o pentágono... Penso que, se cada um disponibilizar um projecto completo, com os requesitos (peças) que o Rui, eu, e outros que queiram participar entenderem como os mínimos, poderemos comparar então os softwares. Para começar, posso fazer uma pequena lista dos requesitos que eu considero indispensáveis para se poder comparar: 1- Plantas, cortes e alçados com pormenor 1:50 2- Pormenores 1:20 e 1:10 3- Mapa de vãos 4- Mapa de acabamentos 5- Mapas de quantidades Óbviamente que todas estas peças deverão ser inteiramente provenientes do 3d, sem desenho (excepto cotas). O edifício deverá ter uma dimensão considerável, acima dos 1000 m2, e com uma complexidade razoável (uma choupana qq software fará). Vamos a isso?
  11. Não se trata de ser um mais bonito, porque aí não há software que nos valha. Trata-se de ser um edifício mais ecológico, com menos desperdícios, que tenha menos erros e omissões em obra, que tenha menos manutenção ao longo da sua vida, que cumpra melhor o programa. Aí, o software faz toda a diferença...
  12. Por muito que essa ideia me agrade, infelizmente, do ponto de vista do código, isso não é possível. Mas uma colaboração estreita sim, até porque é o que se vai passar entre a Bentley e a Autodesk na América, e o mercado Europeu tem que se defender...
  13. Não, não vendo software, se essa questão o apoquenta. E não me lembro de ter mencionado que esses gabinetes são de Seia... Por acaso, nem são.
  14. Não? Tem piada, deve haver outro Décio então... Já agora, diga-me lá, só por curiosidade, quanto pagou à Autodesk pelo Revit com que trabalha?
  15. Miguel Eu penso que essa opção foi consciente e baseada nas realidades do mercado. Não vejo como se lhe possa apontar defeito. Também leccionei numa escola profissional num curso de técnicos de construção, e a estratégia era a mesma, com os mesmos resultados. É também obrigação do professor preparar os alunos para essas realidades, e sería um disparate que os alunos de arquitectura terminassem o curso sem saber desenhar com recurso a Cad, pois é esse ainda o mercado que vão encontrar. Mas não por muito tempo. O prato da balança está a começar a pender na direcção do BIM, e quando a mudança se der, será muito rápida, como aconteceu quando se passou do estirador para o computador. Com uma agravante: Incorporar a metodologia BIM no nosso processo de fabrico de projectos é muito mais complexo que reproduzir o desenho técnico efectuado outrora no papel para o computador. A mudança é de uma magnitude completamente diferente, como qualquer arquitecto cujo gabinete use o Autocad sabe quando confrontado com a hipótese de mudar para um sistema BIM. Este problema, do ponto de vista académico, tem outra agravante: Estamos a ensinar a trabalhar não os arquitectos de hoje, mas aqueles que irão começar a desenvolver trabalho dentro de 2, 3,5 ou 10 anos. Nesse aspecto, há que ter alguma clarividência e tentar perceber para onde tende o prato da balança. A nossa opção no curso foi eliminar de todo do curriculo o trabalho em 2d. Os alunos aprendem (depois de passar pela fase do lápis e da rotring) a desenvolver os projectos desde a fase prévia sobre modelos 3d, com recurso também a esquiços e maquetes, claro, e a retirar desses modelos os desenhos técnicos necessários. Pela nossa experiência qualquer aluno que domine uma ferramenta BIM consegue, em pouco tempo, aprender os rudimentos de um cad. Os conceitos como os sistemas de coordenadas, a gestão e segurança de dados, são comuns a ambas as metodologias, pelo que aprender a traçar linhas num espaço 2d depois de saber construir paredes num 3d é "canja". Poderão não sair de lá uns "cad-monkeys", mas também não é nossa intenção formar desenhadores... ;)
  16. Dos gabinetes com que trabalho e que conheço, em Portugal, uma meia dúzia, todos trabalham com sistema BIM, todos eles com Archicad, como sería de esperar, sendo esse o meu meio.
  17. Presumo que se esteja a referir ao Décio, não?
  18. Miguel Sem dúvida que o Archicad, no início dos anos 90, era extremamente limitado (no fim já não se pode dizer o mesmo). Mesmo assim, apesar das limitações que tinha era infinitamente mais poderoso que o Autocad da altura, principalmente para arquitectos. Penso que uma mudança de flatcad para Bim deve ser devidamente programada, faseada, com objectivos parcelares concretos e realistas. Mas o ingrediente principal para que essa mudança tenha sucesso é acreditar, ter fé. Essa fé não se racionaliza, é algo que se tem que sentir, que nos faz dar o salto no escuro. Da minha experiência, ajuda sempre conhecer alguém com prática que seja um envangelista, que acredite profundamente nas vantagens e potencialidades do BIM, e que nos infecte com essa fé. A partir daí, tudo vai ao sítio. Para qual. Essa é a pergunta. Há quem defenda o seu software de eleição com unhas e dentes, que só veja defeitos nos outros e virtudes no seu. Há quem tente ser imparcial, ou pelo menos tente aparentar ser imparcial. Do que tenho visto, alguém que passa 10 horas por dia, 5 dias por semana, 50 semanas por mês agarrado a um dado software, difícilmente consegue ser imparcial quando se trata de o comparar com outros. Se disser que é, das duas uma: Ou não conhece o software tão bem como afirma, ou está a enganar-nos (ou a enganar-se a si próprio). Como se resolve o o seu problema, o da escolha do software? Tenho uma sugestão: Convide os vendedores de cada software a apresentarem o dito. Não ligue nenhuma ao que eles dizem, porque são vendedores. Peça a eles que lhe indiquem um ou dois gabinetes que eles achem ter um tipo de trabalho parecido com o seu, e que usem esse software. Visite esse gabinete e peça para lhe mostrarem projectos concretos, para lhe falarem das qualidades e defeitos do software. Se esses gabinetes forem "honestos", ficará com uma ideia clara do que o software é capaz e de que modo se poderá adequar ás suas necessidades. Se não forem, notará logo que não passam de vendedores e isso também lhe dirá algo sobre as capacidades (ou falta delas) do software. Penso que ao fim de uma semana terá material suficiente para tomar uma decisão fundamentada.
  19. Agora entendo a confusão. Num software multiplataforma como o Archicad (corre em Windows e Mac) ambas as versões têm que ser exactamente iguais, caso contrário os ficheiros não são compatíveis. É como nos upgrades. Uma ficheiro de uma versão mais antiga abre numa versão mais recente de um dado programa, mas o contrário raramente se passa sem perca de informação. Se um software for desenvolvido para dois sistemas operativos a velocidades diferentes, haverá sempre perca de informação quando se transita de uma versão mais evoluida para outra mais rústica. Essa diferença que apregoa não faz sentido do ponto de vista comercial. Para um produto multiplataforma possa ter aceitação junto dos clientes, tem que haver a garantia que as versões são exactamente iguais. Que é o que se passa com o Archicad. Qualquer ficheiro trabalhado em ambiente mac é aberto em ambiente windows, podendo depois retornar ao mac sem qualquer perca de informação. E vice versa. Repare que a sua afirmação exacta foi "Penso que irão posicionar (...) o Archicad para o mercado Apple." e não "Penso que irão posicionar preferencialmente (...) o Archicad para o mercado Apple", mas mesmo que fosse, essa afirmação não faz sentido face às necessidades de total compatibilidade entre as versões de plataformas distintas. Posto isto, poderemos discutir coisas mais interessantes, designadamente o que irá acontecer a estes vários softwares complementares/concorrenciais. Da minha parte, abstenho-me de opinar, porque a minha bola de cristal pifou outra vez...
  20. Boa pergunta. Talvez o próprio Décio poderá respondê-la, uma vez que trabalhou durante 14 anos com o Autocad quando já existe software alternativo que faz a tal modelação 3d e documentação automática há 26 (estou a falar do Archicad).
  21. Obrigado pelo esclarecimento. Ao colocar algo numa determinada posição, estamos a excluir outras posições, a não ser que essa coisa tenha o dom da ubiquidade, algo que julgo que o Archicad não possui. Vou utilizar uma analogia mais simples, de mais fácil compreensão, para ver se o Lichado consegue entender, usando o seu exacto fraseado: "Penso que irão posicionar (...) o Archicad para o mercado Apple." "Penso que irão posicionar (...) o tractor para o mercado do Bolhão." Não lhe parece que esta afirmação indica, por inerência, que acha que não irão posicionar o tractor no mercado da Ribeira? Quanto à "diferença entre o tipo de utilizador e o trabalho realizado em Allplan ou em Archicad" não lhe posso responder, uma vez que não conheço ninguém que trabalhe nem nenhum trabalho feito com o Allplan. A não ser que tome o Lichado como exemplo de quem trabalha com o Allplan, e aí terei que concluir que a diferença será que o Allplan se dirige a pessoas com falta de capacidade lógica...
  22. Não entendo a conclusão. Começou a frase com "No dia em que se fizer..." mas não concluiu o que acontecería nesse dia. O que o Rui está a dizer é que basta fazer um projecto em archicad, de reconstrução, que contemple encarnados e amarelos, sem desvincular os desenhos do modelo, à excepção dos pormenores (?), para que quê? Gostaria que fosse mais claro, porque projectos desses tenho ás mãos cheias. Não necessita mapa de vãos? Especialidades? Medições? Orçamento? Mapa de acabamentos? Preciso de saber com rigor o que é suficiente para o convencer que o Archicad faz isso tudo. E preciso que me diga de antemão, de uma forma clara, o que são os requesítos, para depois não vir alegar que o Português é traiçoeiro, e que foi mal interpretado, e que há pessoas que procuram nas entrelinhas pontas soltas para poder atacar. Estipule claramente um caderno de encargos desse projecto (tenho umas dúzias, algum deverá aproximar-se da sua combinação preferida), em formato de lista sintética, para podermos todos verificar se são cumpridos os requesitos por si estipulados. Escusado será dizer que conto que o Rui também apresente um projecto que os cumpra, no seu software de eleição. Ah, e já agora indique o formato no qual o projecto deve ser apresentado. Não vá depois dizer algo do tipo "ah, mas quem me garante a mim que esses desenhos resultam verdadeiramente do 3d e não foram alterados em 2d?"
  23. Caro Rui Venda Tudo muito interessante. Continuo à espera que me diga como é que eu posso fazer a prova de: "Prove-me que é possivel garantir um processo completo em archicad sem recurso ao 2d ou ao "desvinculo" de uma vista ao modelo, sem edição 2d de desenhos e garantindo o aspecto gráfico que se pretende. PROVEM-ME" E garanta-me que, caso eu faça essa prova, passará a considerar o Archicad superior aos restantes softwares BIM.
  24. Caro Décio Apenas alguns esclarecimentos que julgo imporem-se: "Relativamente à sua opinião sobre o Rui Venda, já não sei nem posso afirmar. Ele continua a ser para mim uma pessoa a ter em conta, até prova em contrário…" Pensei que o tivesse provado, ao demonstrar que a afirmação dele de não ser possível editar elementos em corte/alçado era totalmente errónea. Não sei que tipo de provas necessita. Talvez o mesmo tipo de provas que o levaram a acreditar que o Rui seria um expert em ArchiCad? "Se calhar, em Portugal, o Arq. Miguel para si deve ser o único que o domina: "não há ninguém em Portugal que saiba mais sobre o software VICO do que eu (modestia á parte)" Posso juntar à sua lista o Archicad?" Não, não pode. Nunca me viu afirmar que sería o único, ou mesmo o mais entendido em ArchiCad. Isso sería um absurdo, porque óbviamente não conheço toda a gente que trabalha com este programa em Portugal, que são para cima de um milhar. Quanto ao VICO é outra história. Conheço perfeitamente toda a gente que trabalha em Portugal com este programa para além de mim: zero. Por isso, posso afirmar com segurança que, em Portugal, não há ninguém que saiba mais sobre este software do que eu. "O Arq. Miguel que todos nós sabemos está envolvido em projectos universitários sobre as novas tecnologias e debate-se com a implementação das novas tecnologias nos processos de trabalho da arquitectura, acha que uma tecnologia que se quer inovadora, informaticamente falando, consegue aguentar os avanços que lhe são exigidos por mais tempo?" Acho. E o Décio, acha que eu, nessa qualidade que me imputa, terei uma opinião válida sobre o assunto? "Pergunto: as suas opiniões valem? É você 1 declarado e assumido especialista? O único?" Declarado e assumido especialista, sim. Podia dar-lhe aqui o meu curriculo sobre a matéria, mas indico-lhe apenas alguns pontos, para o sossegar: 4 vezes convidado para tutor na ArchiCad University em Nottingham, assitente universitário leccionando o Archicad desde 2004, colaborador regular da Cadproject com artigos específicos sobre o Archicad (truques e dicas). Tudo factos fácilmente verificáveis na interweb, não precisa acreditar na minha palavra. O único especialista? Não. Nunca disse que o era, foi o Décio que saltou para essa conclusão. Mas é-me fácil entender que nem o Décio o é (como já o afirmou) nem o Rui o é (como já o comprovei). Como tal, julgo que as vossas opiniões são de leigos na matéria, e não se podem comparar ás minhas senão por acidente. Confesso que não entendo qual a surpresa que causa esta minha posição. Estou convencido que o Décio não irá dizer ao neuro-cirugião como operar um seu familiar, e depois ficar ofendido se ele achar que a sua opinião não tem o mesmo peso que a dele.
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