Miguel K
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O meu conselho, neste momento, vai para o Mac. A próxima versão do OS X, snowleopard se não estou em erro, vai vir super equipada para lidar com multi-cores, que já se fala poderão chegar às 36 em 2 anos. Aí sim, teremos o ArchiCAD a gerar peças escritas e desenhadas instantâneamente. Embora 2 segundos por secção já não seja dramático, com um quad-core. :D
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Acho que sim, à última pergunta. :D
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Se não estou enganado, a versão pt sai a 4 de Setembro. Mas posso estar enganado. Não seria a primeira vez... :D
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Para quem quiser, um pequeno artigo sobre as novidades do ArchiCAD 12: http://www.tinyurl.com/archicad
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A compra do software deve ser encarada como um investimento a médio/longo prazo. O meu ArchiCad foi comprado há 8 anos, e já foi utiizado para fazer mais de meia centena de projectos. Feitas as contas, cada projecto teve que "desembolsar" menos de €100 para amortizar o ArchiCad. Visto dessa maneira, é muito barato. Por outro lado, e sendo que hoje em dia já é possível comprar computadores bons abaixo dos €1000, e tendo em conta a grande quantidade de licenças que a Graphisoft vende, sería de esperar que este tipo de software fosse reduzindo progressivamente de preço. Os custos mantêm-se constantes (programadores etc.) mas a facturação aumenta. É também certo que não faz sentido uma empresa baixar o preço de um produto que se vende bem. Enfim, é como a gasolina, não temos outro remédio...
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Boa pergunta. Tudo depende das melhorias que introduzem em cada versão, e qual a relevância que tem para a prática de cada um. Um exemplo: O ArchiCad 12 vem com capacidade de utilizar os multiprocessadores. No meu caso, com projectos muito detalhados com mais de 3000 m2 de área coberta, e com um Mac Pro com dois dual cores (4 cores ao todo), a melhoria na velocidade de geração dos cortes e alçados é de tal maneira significativa que só por si já me faz valer a pena a actualização. Para outra pessoa, com projectos pequenos, e que trabalhe só até à escala do licenciamento, essa melhoria não será significativa. Quanto ao preço, a poupança de saltar uma actualização não é por si só significativa.
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No próximo mês, não sei bem o dia... talvez no 4, mas não posso garantir.
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Não me parece que haja nenhuma resposta simples para isso. Em primeiro lugar, porque não há nenhum software 3D que seja O melhor. Existem imensos softwares no mercado, e cada um deles é melhor em certos cenários, para certas necessidades. Algumas coisas que é preciso saber para escolher um sw: - Custo. Quanto se pretende gastar em aquisição, renovação de licenças e formação. - Tempo. Quanto tempo se tem disponível para aprender a trabalhar com o software. - Regulariedade. Saber se a utilização vai ser esporádica, regular ou intensiva. - Assistência. Saber qual o nível de assistência do vendedor/importador/fabricante que necessita. - Finalidade. Qual a finalidade do trabalho, ou seja, que tipo de informação pretende retirar do modelo: . Quantidades . Preços . Desenhos rigorosos/pormenorizados . Imagens fotorealistas . Animações . Conteúdo multimédia (interactivo) É uma equação bastante complexa. Na minha modesta opinião, poderá dividir os softwares em dois grandes grupos: 1- Modelação pura. Sw como o 3ds max, o Cinema 4D, Rhino, permitem uma modelação bastante livre, e de um modo geral produzem imagens muito boas, mas o modelo por eles criado não possui conteúdo. 2- Modelação em base de dados. Allplan, ArchiCad, Revit, são programas orientados para o mercado específico da arquitectura, permitem modelar com base em elementos constructivos reais (portas, paredes, etc), fornecendo pormenores constructivos e mapas de quantidades fácilmente. Não produzem, de um modo geral, imagens fotorealistas, a não ser que sejam ligados a outros programas. No seu caso, e com a pouca info que nos dá, resta-me dizer que: - Os programas do segundo grupo permitem-lhe construir o interior de uma habitação rápidamente, porque já têm elementos pré-fabricados - portas, sanitas, etc. - Os do primeiro grupo são mais versáteis na modelação, por exemplo, se quiser usar uma sanita xpto do Stark que não exista em biblioteca. - Quaisquer destes programas são caros e têm uma curva de aprendizagem bastante acentuada, e exigem um trabalho contínuo para se manter proficiente neles.
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Popularidade e reputação são coisas distintas.
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A questão está exactamente na definição de preferências e templates. Desde que se "percam" umas horas a preparar um ficheiro tipo, com um template adequado, todas as paredes com características de paredes interiores ficam no layer "paredes interiores" as exteriores no "exteriores", sanitas, bidets e lavatórios no layer "IS", e assim sucessivamente. Qualquer que seja a norma interna de um gabinete, uma vez preparados estes templates, os operadores difícilmente colocarão os elementos constructivos fora dos layers correctos. A vantagem desta metodologia é permitir que um mesmo gabinete de projecto tenha vários templates preparados, um para habitação multifamiliar, outro para escolas, outro para recuperações, outro para restauros, etc. Quanto maior o gabinete, mais necessário se torna ter estes templates, para evitar que os estagiários metam água. Eu, como trabalho sózinho, posso dar-me ao luxo de baralhar tudo, e fazer de cada projecto uma experiência em organização (ás vezes saem-me alguns monstros de Frankenstein...). Mas a preparação de um projecto demora-me geralmente, from scratch, cerca de uma hora: layers, favoritos, pisos, canetas, layouts, etc. Uma hora dilui-se nas 200 ou 300 que esse projecto me vai levar, por isso não considero esse trabalho uma perca de tempo, antes uma espécie de exercícios de aquecimento, de perliminares. Corresponde, se quisermos, ao ritual antigo de afiar as lapiseiras, cortar o rolo de papel vegetal em tiras, limpar o estirador, etc.
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Bem, eu confesso que ainda não fiz o upgrade para o Artlantis Studio 2.0 Continuo a trabalhar com o 1, e, do que vi, não me apeteceu mudar. Sempre poupei 300 mocas. Sei que houve uma campanha, antes do lançamento do 2.0, em que era possível comprar dois Artlantis Studio 1 pelo preço de um. Se ainda houver, recomendo.
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Boa iniciação! Primeiro chama-me de besta, depois que não vale a pena usar ataques pessoais. Onde é que eu já vi esta "estratégia"...
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Essa questão é relevante. A estrutura do Archicad baseia-se na ideia que cada arquitecto, em cada local, trabalha de uma maneira diferente. Um projecto em Zanzimbar não será feito da mesma maneira que um projecto em Helsinki. O ArchiCad, que tem mais de 20 traduções (incluindo a Portuguesa) pretende ser uma plataforma que permite esta diversidade de metodologias desenvolverem-se naturalmente. O facto de haver mais do que uma maneira de resolver um problema no Archicad acaba por ser o mesmo de haver mais uma maneira de resolver um projecto de arquitectura. Não vejo que isso seja uma desvantagem, antes pelo contrário. Cada um adapta o programa á sua maneira de trabalhar. Não é o programa que força o arquitecto a trabalhar de determinada maneira, imaginada por algum programador Norte-Americano como sendo a maneira ideal. Não força o arquitecto a respeitar uma determinada estrutura de layers (ou categorias) antes permite que seja o arquitecto a decidir como organizar a sua informação. Se o custo dessa maleabilidade é um pouco mais de trabalho (será?), então é um custo que eu estou mais que disposto a pagar, porque assim sou eu que domino o processo, e a arquitectura é como eu quero que seja. Que é afinal o que se pretende de um software de CAD/BIM. Não que nos dê menos trabalho, mas que permita que o trabalho tenha mais qualidade.
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Eu recomendo o velho estirador, porque assim podemos trabalhar também de pé, e dá muito jeito para conversar ao computador com um cliente ou colaborador, ambos de pé.
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No Archicad, com a função "Pesquisar e Seleccionar", podemos filtrar a busca com os parâmetros que quisermos: tipo de elemento, côr, material. composição, altura, espessura, layer, cota, com todas as combinações imagináveis. Temos portanto total liberdade de decidir em que layer é colocado cada elemento, em função do tipo de projecto, da organização do atelier, etc. Não é o software (programador) que determina onde arrumar os elementos, somos nós. Também não vejo qual é o drama de colocar um elemento no layer errado. Em primeiro lugar, se usarmos os favoritos e templates, tal não deverá acontecer. Mas se acontecer, muda-se. Demora um segundo a detectar e outro a corrigir. Esta história dos layers faz-me lembrar a da raposa e das uvas... como o Revit não tem, então é porque não só não são necessários como ainda por cima são prejudiciais. Pois...
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Porque, assim como em todos os outros programas que mencionei, o sistema de gestão por layers é o mais adequado e versátil.
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Caro Rui Como já referi anteriormente, na mensagem #107 do corrente tópico, há três semanas atrás, tenho à sua disposição e de quem quiser projectos executados em Archicad, nos termos acordados, que provam a viabilidade de utilizar este software para produzir as peças que o Rui entendeu serem as necessárias para que se pudesse considerar o Archicad um programa "verdadeiramente BIM". Apenas peço que quem quiser consultar estes ficheiros forneça também uns seus, equivalentes, executados no seu programa de eleição.
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Tenho visto muitas vezes criticarem o ArchiCad por utilizar layers. Os layers do Archicad são tidos, nesse argumento, como uma coisa passê, uma coisa própria de programas caducos, como o Autocad. Pois bem o ArchiCad usa layers, e usa-os intensivamente. A capacidade de criarmos os layers que nós quisermos, organizados da maneira que quisermos, e com a informação que quisermos, proporciona um controlo absoluto e uma personalização total da organização dos nossos projectos. Outros programas que dependem do sistema de layers: -Adobe Photoshop -Adobe Illustrator -Adobe Flash -Adobe Indesign -Corel Draw -Corel Photopaint -Corel Painter -Quark Xpress -Blender -3Ds Max -Rhino -ArcGIS
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As vantagens do ArtLantis são muitas, embora não exclusivas deste software: 1- Tem um preview práticamente em tempo real com radiosity. Quer isto dizer que se consegue ver na janelinha de trabalho como vai sair o rendering final, instantâneamente. 2- É extremamente rápido a renderizar. Uma imagem "normal" (como a anexa) demora no meu mac uns 2/3 minutos, com os settings no máximo. 3- Corre em Mac. 4- Tem um interface previlegiado com o Archicad. Se, a qualquer momento, quiseres fazer uma alteração/correcção ao modelo, basta alterá-lo no Archicad, exportar para o Artlantis, e este assume o novo modelo com todos os settings (texturas, luzes, câmaras, objectos) do modelo anterior. 5- Tem uma curva de aprendizagem veradeiramente única para um programa deste tipo. Já ensinei centenas de pessoas a trabalhar com as várias versões do Artlantis, e nunca me demorou mais do que um par de horas para pô-las funcionais. 6- Não é preciso ser-se um técnico de optometria para entender os comandos e os settings. É tudo muito intuitivo, muito "à prova de arquitectos". Claro que também tem desvantagens, sendo a maior delas que não produz imagens hiperealistas, a não ser com muito trabalho, paciência e pós-produção. Por isso, se a tua função principal é fazer ilustrações para imobiliárias, então haverá outros programas melhores. Mas se a tua função é fazer arquitectura, e utilizar os renderings como mais um meio de comunicação, e se ainda por cima usas o ArchiCad como deve ser (modelando competentemente para produzir desenhos automáticos), então o Artlantis não tem competição.
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Agradeço a dobrar. Agradeço o elogio, embora não ache que corresponda à realidade. Conheço vários utilizadores que sabem muito mais do que eu em muitas áreas do Archicad, quer seja ao nível dos renderings (não uso), do GDL (não pratico), da organização (sou desorganizado), e outras. talvez dê a sensação de saber mais porque tenho este hábito de partilhar o que sei. Talvez também por isso é que me torno num alvo apetecível. O preço de se viver num país pequeno, com gente pequena... Agradeço principalmente por me chamar à razão. Dorovante farei o possível para ignorar provocações. Só não prometo ficar calado se me sentir insultado ou humilhado publicamente :D
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Não podes depreender que dou mais importância á empresa que ao software. Dou importância a ambos, não escolho ignorar a empresa só porque esta goza de má imagem. Só mudaria no dia em que o Archicad não me resolvesse os problemas. Não sou daquelas pessoas que saltam de faixa em faixa numa bicha só porque têm a ilusão que a faixa dos outros anda mais depressa. Não posso dizer que o Archicad é o melhor, nem nunca o fiz. Tem sido o Rui que tem feito apreciações comparativas entre softwares, não eu. O Blender é um óptimo exemplo de um mau exemplo. Ninguém que trabalha a sério usa o Blender, para enorme infelicidade dos utilizadores de mac, que assim são forçados a utilizar a plataforma Windows (felizmente nós temos o Archicad, multiplataforma). Difícilmente trabalharia com um software open source. Quero pagar pela minha ferramenta de trabalho, e saber a que porta bater se as coisas correrem menos bem. Finalmente, e correndo o risco de me repetir, não faz o meu género dizer que o Archicad é o melhor do mundo. Não o disse, não o digo, não o direi. Posto isso, e com a ressalva devida que a incerteza do futuro nos merece, nunca trocaria o Archicad pelo Revit. Gosto do meu Volkswagen, e nunca o trocaria por um Renault.
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Vejo que existe uma regra nova, ainda sem número: "Não é permitida a abertura de novo tópico para discutir ou comentar as acções da administração e dos moderadores. " Não vejo nenhuma regra que impique o encerramento de um tópico, apenas a expulsão de infractores. Se é esse o caso, sería bom que soubessemos quem são os infractores que correm o risco de serem espulsos, para que os restantes possamos continuar a discussão que está bastante ineterssante. Espero que esta afirmação não seja entendida como um comentário à acção da admin e dos moderadores, mas tão sómente um pedido de esclarecimento.
