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Sim, eu sei...alguem é q fez o comparativo dexe projecto do Gehry cm um do Zumthor...desvalorizando o do gehry, e eu apenas dei essa opinião. São dois arquitectos e percuros mto distintos, até chega a ser redutor compará-los. Abraço!


Por acaso, fui eu, e mantenho: o "ovni" do Gehry na paisagem da Rioja de "genial" não tem um bago de uva. Já a adega do PTZ...
Já agora, porque é que é redutor comparar os dois arquitectos?
  • 2 weeks later...
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Fui ver a exposição do arquitecto (Peter Zumthor) na LX Factory e gostei imenso...Fiquei surpreendido com a forma que ele aborda a luminosidade, jogos de luz, etc. Mas é claro que há projectos dele que gostei menos e que ate eu criticaria, mas em relação à forma que ele aborda a luz me surpreendeu...Espectaculo, aconselho :rolleyes: .

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Fui ver a exposição do arquitecto (Peter Zumthor) na LX Factory e gostei imenso...Fiquei surpreendido com a forma que ele aborda a luminosidade, jogos de luz, etc. Mas é claro que há projectos dele que gostei menos e que ate eu criticaria, mas em relação à forma que ele aborda a luz me surpreendeu...Espectaculo, aconselho :rolleyes: .



Caro :::HS::: diz-nos quais é que foram os projectos que gostas-te menos? assim sempre se abre mais a discussão...
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Olha, eu gostei de todos, mas por exemplo este dois aqui (estão surpreendentes, mas há coisas...):
1.
Imagem colocada

2.
Imagem colocada

1. O primeiro, acho que ele resolve bem a entrada de luz (muita luz e pouco calor), mas a forma do edifício chega a ser um pouco pesada. Outra coisa, acho que na maquete, ele devia dar-nos uma noção do enquadramento urbano.
2. No segundo, temos a noção do enquadramento urbano, mas não me parece la muito bem enquadrado. Temos edifícios trabalhados de uma forma muito plástica e a volta temos outros muito mais rígidos....Por outro lado, os edifícios fazem sombra umas às outras

É, esse é o meu ponto de vista!

  • 3 weeks later...
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A titulo de curiosidade, e para voltar a tocar no tema organização. Alguem pediu o certificado de presença na conferencia, para entregar na ordem ? (p/estagiarios) A mim pediram-me que escrevesse o nome e o email numa folha que seria enviado, o que é certo, é que até hoje não recebi nada!

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Também assinei e ainda não recebi por acaso... Mas esta conferência contava como formação para a ordem? Mas também a forma como estavam a recolher os dados não era muito segura. Não me admira nada que nunca recebamos nenhum certificado.

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Dá-nos 1 crédito. Liguei para a exprimenta design, a senhora que atendeu disse-me que o envio das certidões está um bocado atrasado por terem sido pedidas em grande quantidade, mas que irão ser enviadas. Achei um pouco estranho foi voltarem a pedir-me o email, nome e contacto, mas pronto, quero acreditar que não se devem ter esquecido.

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Ainda não fui ver, mas não terminara sem eu passar por lá. É difícil para quem vive no porto ter que se deslocar a uma cidade tão distante, para poder participar ou visitar referencias como estas. Estive a ver as fotos do asimplemind (muitos boas por sinal) para abrir o apetite, e além da obra e da forma como está apresentada, ressalta-me o próprio edifício onde se encontra a exposição. É necessário compreender a importância de espaços deste tipo, espaços industriais que compõem a estrutura urbana de muitas cidades (ou periferias) ao longo de todo o nosso país. Encarar a sua debilidade e o seu estado devoluto como oportunidades de reinserção à estrutura da cidade. Demolir deixando as chaminés como ícones de memória, não é a meu ver a melhor estratégia na preservação da identidade destes lugares e da arquitectura que os compõem.
Prognósticos à exposição, só depois da visita.
Os meus parabéns à ExperimentaDesign pela escolha do local.
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Rui é isso mesmo, para mim o local da exposição não poderia ser melhor! Quando se pensa na reabilitação dos espaços industriais devolutos, esta é uma medida de enorme valor para a reanimação dos mesmos. E esta ligação destes espaços à exposição de arquitectura do Zumthor tem tudo a ver. O edifício da exposição tem uma espacialidade bastante interessante através do tratamento de luz, típico dos edifícios fabris, das texturas desgastadas pelo uso e pelo tempo, dos percursos, ...

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