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em portugal não existe arranha-céus porque não faz parte da cultura portuguesa te-los.. em lisboa existem as amoreiras e para alem de ter sido o "escândalo" que foi, por serem como são, uma das maiores criticas que lhes era apontado, era precisamente a sua altura..

"O grande ícone moderno da arquitectura de Lisboa é inevitavelmente o conjunto das Torres das Amoreiras, edifícios de gosto duvidoso e de autoria vulgarmente considerada manhosa, foram durante anos o rosto de uma arquitectura destacada por entre o skyline da capital e assim se manteve até à exposição internacional de 1998, o que nos leva a mais do mesmo, onde de entre toda as obras edificadas se pauta a horizontalidade do pavilhão de Portugal e do pavilhão do conhecimento dos mares, edifícios concebidos respectivamente por Álvaro Siza Vieira e João Luís Carrilho da Graça, dois dos nomes maiores da arquitectura pós-moderna portuguesa."
@ aspirinalight

alem disso, não existe população suficiente para habitar em arranha-céus.

margarida duarte

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Falta uma Torre nesse plano fornecido por esse site!!!! Um edifício Multifamiliar na Povoa do Varzim que é compreendido entre 29 a 32 pisos, desculpem-me não tendo a certaza do número correcto de pisos, não pretendo arriscar um! Mas é maior do que esses últimos! Fiquem Bem!

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Penso que tem muita carga cultural esse factor de construir em altura. Países historicamente recentes, face a paises historicamente mais maduros...

Não deixa de ser impressionante, os níveis de desenvolvimento nos paises cuja a percentagem de arranha-céus é maior.

Pontes...

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Penso que tem muita carga cultural esse factor de construir em altura. Países historicamente recentes, face a paises historicamente mais maduros...

Não deixa de ser impressionante, os níveis de desenvolvimento nos paises cuja a percentagem de arranha-céus é maior.



Concordo contigo, e acho que uma capital deve ter revitalizada e mantida a sua parte histórica e a sua "carga cultural".
No entanto, as pessoas também têm que compreender que o país necessita de evoluir e de marcar uma posição sólida e estável no mundo e conferir outro nível de vida aos que nele habitam; têm que se desprender um pouco aos estereótipos antigos e desejar um certo desenvolvimento.
Sou a favor dos chamados "world trade center" , não apenas num único sitio, mas tentar criar uma zona periférica da cidade ou não, que garanta infra-estruturas para que as grandes empresas se possam fixar em Portugal, e que mesmo as empresas nacionais se sintam apoiadas e lhes sejam asseguradas condições para emergirem para nível superior de qualidade de trabalho.
Sou a favor da preservação das tradições e costumes mas um país para se poder desenvolver de um modo ponderado e consciente da necessidade de se afirmar numa comunidade, precisa de um bom cartão de visita, e a capital será sempre a primeira impressão que se tem de um país. Deste modo, devem-se equilibrar a faceta cultural e histórica, como alma da cidade/país, mas também mostrar uma tentativa de desenvolvimento e emancipação da própria cultura e de um país que se quer afirmar também economicamente.
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Falta uma Torre nesse plano fornecido por esse site!!!! Um edifício Multifamiliar na Povoa do Varzim que é compreendido entre 29 a 32 pisos, desculpem-me não tendo a certaza do número correcto de pisos, não pretendo arriscar um! Mas é maior do que esses últimos!
Fiquem Bem!

É o nosso querido prédio de 28 andares... Acho que em tempos foi o maior de Portugal mas agora está a cair de podre.
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Concordo contigo, e acho que uma capital deve ter revitalizada e mantida a sua parte histórica e a sua "carga cultural".
No entanto, as pessoas também têm que compreender que o país necessita de evoluir e de marcar uma posição sólida e estável no mundo e conferir outro nível de vida aos que nele habitam; têm que se desprender um pouco aos estereótipos antigos e desejar um certo desenvolvimento.
Sou a favor dos chamados "world trade center" , não apenas num único sitio, mas tentar criar uma zona periférica da cidade ou não, que garanta infra-estruturas para que as grandes empresas se possam fixar em Portugal, e que mesmo as empresas nacionais se sintam apoiadas e lhes sejam asseguradas condições para emergirem para nível superior de qualidade de trabalho.
Sou a favor da preservação das tradições e costumes mas um país para se poder desenvolver de um modo ponderado e consciente da necessidade de se afirmar numa comunidade, precisa de um bom cartão de visita, e a capital será sempre a primeira impressão que se tem de um país. Deste modo, devem-se equilibrar a faceta cultural e histórica, como alma da cidade/país, mas também mostrar uma tentativa de desenvolvimento e emancipação da própria cultura e de um país que se quer afirmar também economicamente.


Cada vez mais as cidades carecem de motivos de atracção, sejam os arranha-céus, a cultura, as exposições, ou as "capitais de sei lá o quê" a motivar as políticas citadinas, cada cidade (mais que os países) querem-se mostrar e fazer ver ao exterior.
No meu último ano de faculdade fiz um exercício a partir das "cidades invisíveis" e a minha conclusão foi até que ponto é que no futuro não será a pequena escala a marcar a diferença e a ser verdadeiramente diferente no panorama mundial? Nessa minha cidade, os edifícios de serviços e/ou comércio e/ou cultura tinham poucos pisos, contrapondo com os habitacionais que atingiam grandes alturas...
Essa reflexão fez-me pensar no caminho que o urbanismo está a tomar e nessa necessidade "moderna" de grandes edifícios...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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este site está bastante interessante. Andei a explorar alguns países constata-se algo que nunca tinha reparado. Aquilo com que me deparei ao ver os esquemas de países como Holanda, Espanha, França, Dinamarca, Suécia, ... é que normalmente temos a ideia de que na Europa estes países têm zonas com fortes densidades, com edifícios muito altos. No entanto se formos a ver por exemplo na holanda, um país ao qual atribuímos normalmente a existência de torres, verificamos que o edifício urbano mais alto que aparece nos gráficos tem 176m, que não é nada de extraordinário. Até mesmo a torre do Siza para Roterdão aparece nos diagramas com os seus 158,3m. Ao fim e ao cabo dificilmente encontramos na Europa edifícios que sejam realmente altos. Qualquer grande cidade nos Estados Unidos tem torres mais altas que na Europa. Agora, eu não penso que isso seja um problema. Não se trata de uma questão de fazer ou não fazer torres. Trata-se antes de uma questão de planeamento. Antes de mais a forma como deveríamos pensar as nossas cidades era em termos de oportunidades de planeamento, de saber entender os valores que estão em jogo e de prever uma evolução.

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Falta uma Torre nesse plano fornecido por esse site!!!! Um edifício Multifamiliar na Povoa do Varzim que é compreendido entre 29 a 32 pisos, desculpem-me não tendo a certaza do número correcto de pisos, não pretendo arriscar um! Mas é maior do que esses últimos!
Fiquem Bem!


Até pode ser a mais alta mas têm que se esforçar um pouco mais para ela ser assumida como a torre mais alta de Portugal.
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Uma pesquisa neste site revela algumas surpresas, por exemplo, como o Siza, um arquitecto visto como um arquitecto com "tendencia para a horizontalidade" projectou as terceira e quarta torres mais altas de roterdam, já sabia que as tinha projectado nunca pensei que fossem tão altas.

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Muito do impacto dos "arranha-céus" está mesmo aí, na relação (ou não) com a envolvente. No skyline de NY um qualquer não se destaca muito, porque a envolvente assim o permite, em Viana do Castelo é o descalabro... e ele nem muito alto é em comparação com outros...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Exite outro factor que deve ser levado em conta, que é a localizaçao e a historia das cidades. NY é uma cidade moderna, com uns 150/200 anos. Logo ter arranha-ceus, é algo que tem de ter, para se tornar uma cidade emblematica. No caso de Lisboa, Londres, Roma, etc... são cidades com seculos de historia, o que faz essas cidades emblematicas, são as construções que representaram e representam cada epoca vivida. Por isso mesmo é que estas cidades tem muito poucos, ou baixos, arranha-ceus. E depois, a meu ver, nunca se deve fazer uma comparação directa com cidades norte-americanas, com as europeias. Como disse Camões: "Mudam os tempos, mudam as vontades..."

Josué Jacinto - Mais Fácil
My web: maisfacil.com | soimprimir.com | guialojasonline.maisfacil.com

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nesse aspecto concordo contigo JAG, as cidades são todas diferentes e existem uma série de factores que são precisos ter em conta. as cidades americanas como dizes são mais recentes e tiveram como objectivo inicial crescer num determinado sentido e com determinado fim (a meu ver mais virado para a economia), o que não acontece com as nossas cidades europeias com séculos de história e muitos outros por descobrir. têm papéis diferentes na sociedade global; é quase como se o planeta fosse uma mega cidade organizada por "zonas" em que cada uma tem o seu papel e contributo, papeis esses que comçaram a ter mais significado pela alturas das grandes revoluções creio eu.

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O que eu queria mostrar era este diagrama, onde se ve a diferenca entre as torres mais altas de Portugal e as torres mais altas do mundo. Muitos fans de Torres escrevem muitas vezes que Portugal eh um dos poucos paises que nao tem arranha ceus. Mesmo as Torres de Amoreiras nao aparecem entre os dez primeiros.

Aqui tem o diagrama de edificios mais altos de Portugal sem as ditas pontes.
Aqui tem os edificios mais altos do mundo.
Nesta lista estao os edificios mais altos de Espanha.

Mas vamos ver um pais que tenha uma cultura semelhante a nossa.

Romenia. Irlanda. E provavelmente os paises mais pobres da Europa ou com tradicao da horizontalidade.

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JVS, é dificil comparar PT com a Roménia. Aliás há uma diferença óbvia entre países que tiveram uma longa ditadura comunista e países que tiveram sempre governos centrais ou mesmo fascistas. Se observarmos a Roménia, Ucrânia, Bulgária, Rússia, há sempre um índice maior de torres, de monumentalidade, que advém em parte destas ideais e que vão moldando as cidades. Bucareste é uma cidade completamente diferente de Madrid ou Lisboa!

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