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Promontório Arquitectos
Gabinete do Primeiro-Ministro - Lisboa . 2005

Situado num lote vago em frente à Residencia Oficial do Primeiro-Ministro, o projecto responde a um programa de escritórios, salas de reuniões, secretárias e arquivos para a Assessoria do Governo. A estrutura do edifício em betão moldado in-situ cartacteriza a maioria dos acabamentos das paredes e tecto. A fachada principal é constituída por grandes blocos de pedra maciça em mármore rosa de Estremoz.


Arquitectos
PROMONTÓRIO ARQUITECTOS
João Perloiro
João Luís Ferreira
Paulo Perloiro
Paulo Martins Barata
Pedro Appleton
Colaboradores: T. Baldaque, A. Pinto
Consultores:
Quadrante (Estruturas)
Ductos (Instalações Hidráulicas)
Eppe (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança)
José Galvão Teles (AVAC)
Escala Digital (Controlo de Custos)
Localização: S. Bento, Lisboa, Portugal
Promotor: Gabinete do Primeiro Ministro
Projecto: 2005
Área de implantação: 397.00 m2
Área Bruta Total: 2.732 m2

Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
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os projectos aqui apresentados permitem a comparação de projectos diferentes com programas identicos o que me leva a colocar às seguintes questões: programas identicos deviam resultar em projectos identicos? e como um edificio pode ser identico a outro tendo funções diferentes? aqui há uns tempos um amigo (não arquitecto) disse-me que acharia fantastico um campo de futebol ser uma bola de futebol (falavamos do museu ferrari e de este representar o modelo da conhecida marca, em amarelo, claro está)...também comentamos o facto de um cinema poder ser uma camara de projecção...o raciocínio abrangeu já em tom de brincadeira as variantes destas analogias em toda a extenção da sua aplicação...e de como tudo isto seria visualizado e identificado pelos utentes...será q dá jeito olhar para um edificio e subconscientemente dizer:"olha, este tá com «cara» de hospital"? e será agradável olhar para um edificio que é uma bola de futebol e descobrir que é uma clinica dentária(esperemos que antes de nos arrancarem algum dentex()? ...e sobretudo pensar o modo como para além da função e do programa, o simbolismo é aplicado... será q uma forma simbolica linear que transmita a função de um objecto arquitectónico é exequivel?(a avaliar pelos concursos públicos e propostas vencedoras parece que sim...) oiço muitas vezes dizer que já está tudo inventado mas ainda guardo a esperança de me ir surpreendendo com o arrojo e genialidade de alguns projectos...não é o acso deste projecto do gabinete do primeiro ministro mas desconheço as condicionantes e as premissas do concurso que esteve na origem deste projecto.

  • 3 months later...
Posted

Pois é Bruno e Rosa é com Z.


rosa
    do Lat. rosa

    s. f., Bot.,
        flor da roseira;
        nome de outras plantas e flores;
        peça de latão com que os encadernadores douram os livros;

:)
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Não perceberam, Estremoz escreve-se com Z e não com S. Estava no gozo ou será goso!!! Bom já não zei.


Olá Filipe,

O Bruno fez a correcção de Extremoz para Estremoz... nesse caso, escreve-se com S.
E quanto ao Projecto dos Promontório? Algo a salientar?

Abraço
:)
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sem querer questionar o gabinete pois tem provas dadas, mas a titulo de brincadeira a sala de reuniões parece-me a o quadro referente à ultima ceia de cristo..hehehe:nerd:


Segundo me disseram o atelier Promontório tem muitas pessoas ligadas à Igreja (Opus Dei)
  • 10 months later...
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não está mau. está banal. banal, não por oposição a espectacular, mas por oposição a interessante. aquele comentário no esquisso acerca da funcionalidade do edifício é completamente académico, parece que foi feito por um estagiário lá do atelier que dá uns toques com a lapiseira. se o edifício não fosse funcional, era uma *****. o da fachada então é revelador do caminho pateticamente superficial que está a tomar a arquitectura. enfim, antes mais uma sede da xerox dos promontório, do que mais umas amoreiras da cicciolina.

  • 1 month later...
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Desconhecendo os contornos das premissas, condicionantes, imposições etc...etc...que levaram à proposta final, prefiro não me prenunciar. até porque , qual é o arquitecto ou atelier que se pode gabar de não ter "aquele" projecto que até era preferivel ter estado doente dois meses do que ter produzido tal "nem sei o que é :envergonhado:"

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aquele comentário no esquisso acerca da funcionalidade do edifício é completamente académico, parece que foi feito por um estagiário lá do atelier que dá uns toques com a lapiseira. se o edifício não fosse funcional, era uma *****


miosogeno, essa foi baixa e despropositada, e como quem diz, como nao sei o que dizer, mando uns bitates ao desenho que nao foi feito para arquitecto ver, sim porque arquitecto que e arquitecto nao tem que explicar o projecto a nimguem.

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